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Veja como ficam os serviços públicos de Sorocaba no feriado estadual da Revolução Constitucionalista de 1932

Categoria: Economia

Preços de material escolar podem variar até 269% em papelarias de SP

É o que mostra levantamento feito pelo Procon   O preço da régua de 30 centímetros, de uma mesma marca, pode variar até 269% entre uma papelaria e outra da capital paulista. É o que mostra levantamento feito pelo Procon-SP em nove papelarias da cidade. Se em uma loja essa régua é vendida por R$ 1,60, em outra é encontrada com preço muito mais elevado, sendo comercializada por R$ 5,90. Um caderno universitário espiral, em capa dura, de 80 folhas, pode ter o preço variando entre R$ 15,75 e R$ 30,90 entre uma loja e outra. Já uma caixa de tinta para pintura a dedo, de seis cores, pode custar R$ 5,90 em uma papelaria e ser encontrada por até R$ 12,80 em outra. Realizado entre os dias 16 e 17 de dezembro, o levantamento feito pelo Procon analisou o preço de 132 itens que constam em listas de material escolar, como apontador de lápis, borracha, caderno, caneta esferográfica, caneta hidrográfica, cola, giz de cera, lápis de cor, lápis preto, lapiseira, marca-texto, massa de modelar, papel sulfite, refil para fichário, régua, tesoura e tinta para pintura a dedo. “Os valores nominais podem ser pequenos, mas, quando o consumidor considera toda a lista, poucos reais em vários artigos resultam em grande economia na conta final”, disse Luiz Orsatti Filho, diretor executivo do Procon-SP, em nota. Com essa grande variedade de preços e custo elevado de toda a lista, o Procon alerta o consumidor para que faça uma pesquisa. O órgão também recomenda que antes de sair às compras, o consumidor analise os materiais que tem em casa e reaproveite os que estiverem em boas condições. “Isso ajuda a evitar compras desnecessárias”, diz o Procon.   Fonte: Agência Brasil Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

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Arrecadação federal soma R$ 209,2 bilhões, maior valor para novembro desde 2013

No acumulado dos 11 primeiros meses de 2024, a arrecadação foi de 2,4 trilhões, segundo a Receita Federal   A arrecadação de impostos e contribuições federais somou R$ 209,2 bilhões em novembro de 2024. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (7) pela Receita Federal. O resultado é o maior para o mês desde 2013, quando a arrecadação bateu R$ 210,2 bilhões, e o segundo maior da série histórica, iniciada em 1995. O valor representa um aumento real de 11,2% na comparação com novembro de 2023, quando a arrecadação somou R$ 188,1 bilhões (valor corrigido pela inflação). No acumulado dos 11 primeiros meses de 2024, a arrecadação foi de 2,4 trilhões, o maior resultado da série histórica para o período. No mesmo período de 2023, a Receita Federal arrecadou R$ 2,2 trilhões. Em novembro, a arrecadação administrada pela Receita Federal atingiu R$ 203,1 bilhões, o que corresponde a uma alta real de 12,26% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Segundo a Receita, o aumento na arrecadação pode ser explicado por fatores como o comportamento dos principais indicadores macroeconômicos, melhora no desempenho da arrecadação do PIS/Cofins e o crescimento do IRPJ (Imposto de Renda de Pessoa Jurídica) e da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido). Veja abaixo: O PIS/Pasep e a Cofins totalizaram uma arrecadação de R$ 46,1 milhões, representando crescimento real de 17,66% em relação ao mesmo mês do ano passado. A melhora no desempenho ocorreu, entre outros aspectos, em razão do retorno da tributação incidente sobre os combustíveis e das alterações promovidas pela Lei 14.592/23; IPI vinculado à importação somou R$ 10,6 milhões. Crescimento do IRPJ e da CSLL de 12,41%, em função, principalmente, do crescimento de 14,93% na arrecadação da estimativa mensal. Desempenho dos tributos do comércio exterior em função do aumento do volume 03 das importações, das alíquotas médias e do crescimento da taxa de câmbio. Foto: José Cruz/Agência Brasil

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Dólar cai para R$ 6,11 com possível moderação de tarifas de Trump

Bolsa sobe 1,26% e volta a superar os 120 mil pontos A possibilidade de que o governo do presidente eleito Donald Trump modere as altas de tarifas comerciais prometidas durante a campanha eleitoral fez o dólar cair em todo o planeta, com o real registrando um dos melhores resultados globais. A bolsa de valores subiu mais de 1% e voltou a superar os 120 mil pontos. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (6) vendido a R$ 6,111, com queda de R$ 0,07 (-1,14%). A cotação chegou a cair para R$ 6,09 na mínima do dia, por volta das 10h30, chegou a R$ 6,14 no fim da manhã e estabilizou-se em torno de R$ 6,11 perto do fim das negociações. No mercado de ações, o dia também foi marcado pelo otimismo. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 120.051 pontos, com alta de 1,26%. Na sexta-feira (3), o indicador tinha encerrado no menor nível desde novembro de 2023. Nesta segunda, o jornal norte-americano Washington Post publicou que assessores de Trump estudam a suavização do aumento de tarifas prometido pelo presidente norte-americano eleito. Segundo a reportagem, o tarifaço seria aplicado apenas a produtos específicos, cujos níveis de importação pelos Estados Unidos estariam em níveis críticos para a economia ou para a segurança nacional. Horas mais tarde, Trump negou o conteúdo da reportagem, mas a negativa não desanimou os investidores. Pela promessa de campanha, o governo do presidente eleito aplicaria elevações indiscriminadas de tarifas comerciais.   Fonte: Agência Brasil

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Mercado financeiro estima inflação de 4,99% em 2025, prevê BC

Boletim Focus projeta dólar a R$ 6 e Selic com 15%, ao final do ano   O mercado financeiro mantém as expectativas de alta tanto para a inflação como para a cotação do dólar em 2025. No caso da inflação, essa expectativa de alta se mantém há 12 semanas, culminando, agora, com uma projeção de que, ao final do ano, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – esteja em 4,99%. Há uma semana, a expectativa do mercado era de que a inflação fechasse 2025 em 4,96%; e há quatro semanas era de que fechasse em 4,59%. Para os anos subsequentes, o mercado trabalha com expectativas inflacionárias de 4,03% em 2026; e de 3,90 em 2027. Os números constam do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (6) pelo Banco Central (BC). A estimativa para 2025 é mais pessimista que as previsões oficiais. O governo federal estima um IPCA de 3,1% este ano, segundo a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2025 aprovada no Congresso Nacional. Como ainda não foi divulgado o índice oficial da inflação de 2024, o mercado continua a fazer projeções para o ano encerrado. Neste caso, a expectativa para o índice inflacionário caminhou em sentido oposto, reduzindo dos 4,90% projetados há uma semana para 4,89%, segundo o boletim divulgado hoje. O teto para a meta inflacionária estipulada para 2024 é 4,50%. Selic Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 12,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A alta recente do dólar e as incertezas em torno da inflação e da economia global fizeram o BC aumentar o ritmo de alta dos juros na última reunião do ano, dia 11 de dezembro. A expectativa, portanto, é que a Selic apresente alta já no início de 2025. Diante desse cenário, o mercado financeiro aumentou a projeção dessa taxa básica para o fim deste ano, passando dos 14,75% projetados há uma semana, para os 15% projetados neste boletim mais recente. Há quatro semanas, esta projeção estava em 13,50%. Para os anos subsequentes, o mercado trabalha com uma projeção de 12% em 2026; e de 10% em 2027. Dólar e PIB O mercado projeta que, ao final de 2025, o dólar esteja sendo comercializado a R$ 6, mantendo a tendência de alta que vem sendo observada há 10 semanas. Na semana passada, a cotação esperada para o final deste ano era de R$ 5,96; e há quatro semanas era de que a cotação da moeda norte-americana fecharia o ano em R$ 5,77. Para 2026 e 2027, as expectativas se mantêm estáveis, em R$ 5,90 e R$ 5,80, respectivamente. Já as previsões para o Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no país) de 2025 aumentaram de 2,01% para 2,02%. Há quatro semanas, o mercado projetava crescimento de 2% para o PIB de 2025. Para os PIBs de 2026 e 2027, o mercado projeta crescimentos de 1% e 2%, respectivamente.   Fonte: Agência Brasil Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

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BC começa a restringir Pix a instituições autorizadas a partir deste mês; veja o que muda neste ano

Segundo o Banco Central, as novas medidas vão trazer mais segurança e agilidade às contas e cobranças   O BC (Banco Central) começou a restringir neste mês a adesão ao Pix apenas a instituições autorizadas. A medida é para aumentar a segurança, supervisão e transparência do sistema de pagamento instantâneo. Com isso, as empresas que não solicitaram autorização para funcionamento dentro do cronograma serão excluídas. As que tiverem o pedido de autorização indeferido pelo BC também não poderão oferecer o serviço de transações via Pix. Bancos, instituições de pagamento, cooperativas de crédito e outros tipos de sociedade fazem da lista de participantes ativos do sistema atualmente. Para as instituições impactadas pela medida, o pedido de autorização deverá agora ser feito de acordo com a data que elas aderiram ao Pix. Veja o cronograma abaixo: Instituições de pagamento que aderiram até dezembro de 2022 poderão fazer o pedido até março de 2025. Entre abril de 2025 e dezembro de 2025, para as instituições de pagamento que aderiram entre janeiro de 2023 e junho de 2024. Entre janeiro de 2026 e dezembro de 2026, para as instituições que aderiram entre julho de 2024 e o final deste ano. Além dessa regra de segurança, o Banco Central terá outras novidades ligadas ao Pix neste ano, como o novo boleto e ampliação do Pix por aproximação a partir de fevereiro. Veja a seguir as mudanças do sistema de pagamento instantâneo: Boleto com QR Code Mudança está prevista para entrar em vigor no dia 3 fevereiro de 2025. Contas e cobranças poderão ser pagas por meio do Pix, com um QR Code específico, inserido no próprio boleto. Atualmente, os boletos só podem ser pagos por código de barras. Essa Pix por aproximação Já em funcionamento em algumas instituições, a partir de 28 de fevereiro será ampliado, com as novas regras para o sistema Open Finance. O cliente aproxima seu celular do dispositivo do recebedor (a “maquininha”) para que a transação possa ser realizada via Pix, de forma semelhante ao que já ocorre com os cartões de pagamento, usando a tecnologia NFC (Near Field Communication). O Pix por aproximação pode ser feito por meio de uma carteira digital ou pelo aplicativo da instituição de relacionamento do cliente. Pix Automático Começa a funcionar em 16 de junho de 2025. Na prática, a nova forma de pagamento será semelhante ao débito automático, que pode ser autorizado nas contas bancárias, com a diferença de que poderá ser feito por Pix. O Pix automático poderá ser usado para fazer pagamentos, como contas de água, luz, telefone, condomínio, escola, plano de saúde etc. A pessoa só precisa dar autorização prévia para o início das cobranças. Depois, os débitos serão feitos automaticamente. A principal vantagem em relação ao débito automático, conforme a autoridade monetária, além da instantaneidade nas transações, será a não cobrança de tarifas, no caso de pessoas físicas. Agenda futura do Pix QR Code gerado pelo pagador Pix Garantido Ferramenta para consulta de transações liquidadas no SPI (Sistema de Pagamento Instantâneo) Plataforma Centralizada (Cobrança Centralizada de Pix Cobrança Contratos Inteligentes; Duplicata no Pix) Pix Internacional API de Pagamentos (sistema de comunicação entre instituições financeiras e sites de vendas) Novas formas de iniciação do Pix (NFC; Bluetooth; RFID; Reconhecimento facial) Regras para split de pagamentos (separação dos pagamentos, de forma automatizada) Histórico do Pix O Pix já é o meio de pagamento mais utilizado entre os brasileiros. Lançado oficialmente em novembro de 2020, o serviço de pagamento instantâneo criado pelo Banco Central é usado por 76,4% da população. Em seguida, vêm o cartão de débito (69,1%) e o dinheiro (68,9%). Os dados estão na pesquisa O Brasileiro e sua Relação com o Dinheiro, publicada pelo BC.   Foto: ADRIANA TOFFETTI/ATO PRESS/ESTADÃO

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Tarifa de ônibus, metrô e trem em São Paulo fica mais cara a partir desta segunda

Passagens de ônibus da cidade sobem para R$ 5; metrô e trem vão custar R$ 5,20, mas vale transporte passa para R$ 5,70   O valor das passagens no transporte público da cidade de São Paulo fica mais caro a partir desta segunda-feira (6). Nos ônibus, a tarifa passará de R$ 4,40 para R$ 5, em uma alta de 13,6%. O valor do transporte na Grande São Paulo não era reajustado desde 2020. Apesar da mudança, a gratuidade das passagens de ônibus continuará valendo para domingos e feriados. Em outra frente, a tarifa de trens e de linhas de metrô também será reajustada: os novos valores serão de R$ 5,20. Além disso, o vale transporte sobe para R$ 5,70. Segundo a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), “o novo valor reflete a necessidade de manter a sustentabilidade financeira e a qualidade dos serviços prestados à população e foi decidido após análise das despesas operacionais crescentes, incluindo custos com manutenção, infraestrutura e pessoal”. “A receita adicional proveniente do ajuste tarifário será integralmente reinvestida na modernização e expansão da infraestrutura de transporte público, visando oferecer uma experiência cada vez mais eficiente e confortável para os passageiros. Atualmente, a Secretaria de Transportes Metropolitanos tem 17 obras em andamento, com investimento de R$38,5 bilhões, que vão ampliar a malha de transporte e tornar o sistema mais moderno, sustentável e inclusivo.” Preços mais altos em outras capitais Outras capitais do país também tiveram reajuste nas passagens de ônibus neste início de ano. No domingo (5), entraram em vigor novas tarifas no Rio de Janeiro e no Recife. Moradores da capital fluminense tiveram de lidar com um aumento de R$ 0,40. Com o reajuste, o valor do transporte subiu para R$ 4,70. O preço vale para serviços de BRT, VLT e o serviço complementar comunitário — em veículos que atuam em locais de difícil acesso, como kombis. No Recife, o ajuste foi de 4,29%, o que elevou o preço de R$ 4,10 para R$ 4,28. A previsão é de que, na prática, a passagem fique em valor arredondado de R$ 4,30. No sábado (4), passou a valer o reajuste para Salvador. A alta foi de R$ 0,40, o que aumentou o preço de R$ 5,20 para R$ 5,60. Outros reajustes Belo Horizonte, Florianópolis e Natal também definiram aumentos nos preços das passagens de ônibus. No cenário de altas, a capital de Santa Catarina foi a cidade que apresentou os maiores valores: o preço subiu de R$ 6 para R$ 6,90. No caso de Belo Horizonte, a passagem agora é de R$ 5,75. Em Natal, R$ 4,90. As duas cidades tiveram alta de R$ 0,50 e R$ 0,40, respectivamente. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

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Tarifa de ônibus, metrô e trem em São Paulo fica mais cara a partir desta segunda

  Passagens de ônibus da cidade sobem para R$ 5; metrô e trem vão custar R$ 5,20, mas vale transporte passa para R$ 5,70   O valor das passagens no transporte público da cidade de São Paulo fica mais caro a partir desta segunda-feira (6). Nos ônibus, a tarifa passará de R$ 4,40 para R$ 5, em uma alta de 13,6%. O valor do transporte na Grande São Paulo não era reajustado desde 2020. Apesar da mudança, a gratuidade das passagens de ônibus continuará valendo para domingos e feriados. Em outra frente, a tarifa de trens e de linhas de metrô também será reajustada: os novos valores serão de R$ 5,20. Além disso, o vale transporte sobe para R$ 5,70. Segundo a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), “o novo valor reflete a necessidade de manter a sustentabilidade financeira e a qualidade dos serviços prestados à população e foi decidido após análise das despesas operacionais crescentes, incluindo custos com manutenção, infraestrutura e pessoal”. “A receita adicional proveniente do ajuste tarifário será integralmente reinvestida na modernização e expansão da infraestrutura de transporte público, visando oferecer uma experiência cada vez mais eficiente e confortável para os passageiros. Atualmente, a Secretaria de Transportes Metropolitanos tem 17 obras em andamento, com investimento de R$38,5 bilhões, que vão ampliar a malha de transporte e tornar o sistema mais moderno, sustentável e inclusivo.” Preços mais altos em outras capitais Outras capitais do país também tiveram reajuste nas passagens de ônibus neste início de ano. No domingo (5), entraram em vigor novas tarifas no Rio de Janeiro e no Recife. Moradores da capital fluminense tiveram de lidar com um aumento de R$ 0,40. Com o reajuste, o valor do transporte subiu para R$ 4,70. O preço vale para serviços de BRT, VLT e o serviço complementar comunitário — em veículos que atuam em locais de difícil acesso, como kombis. No Recife, o ajuste foi de 4,29%, o que elevou o preço de R$ 4,10 para R$ 4,28. A previsão é de que, na prática, a passagem fique em valor arredondado de R$ 4,30. No sábado (4), passou a valer o reajuste para Salvador. A alta foi de R$ 0,40, o que aumentou o preço de R$ 5,20 para R$ 5,60. Outros reajustes Belo Horizonte, Florianópolis e Natal também definiram aumentos nos preços das passagens de ônibus. No cenário de altas, a capital de Santa Catarina foi a cidade que apresentou os maiores valores: o preço subiu de R$ 6 para R$ 6,90. No caso de Belo Horizonte, a passagem agora é de R$ 5,75. Em Natal, R$ 4,90. As duas cidades tiveram alta de R$ 0,50 e R$ 0,40, respectivamente. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil    

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BC começa a restringir Pix a instituições autorizadas a partir deste mês; veja o que muda neste ano

Segundo o Banco Central, as novas medidas vão trazer mais segurança e agilidade às contas e cobranças   O BC (Banco Central) começou a restringir neste mês a adesão ao Pix apenas a instituições autorizadas. A medida é para aumentar a segurança, supervisão e transparência do sistema de pagamento instantâneo. Com isso, as empresas que não solicitaram autorização para funcionamento dentro do cronograma serão excluídas. As que tiverem o pedido de autorização indeferido pelo BC também não poderão oferecer o serviço de transações via Pix. Bancos, instituições de pagamento, cooperativas de crédito e outros tipos de sociedade fazem da lista de participantes ativos do sistema atualmente. Para as instituições impactadas pela medida, o pedido de autorização deverá agora ser feito de acordo com a data que elas aderiram ao Pix. Veja o cronograma abaixo: Instituições de pagamento que aderiram até dezembro de 2022 poderão fazer o pedido até março de 2025. Entre abril de 2025 e dezembro de 2025, para as instituições de pagamento que aderiram entre janeiro de 2023 e junho de 2024. Entre janeiro de 2026 e dezembro de 2026, para as instituições que aderiram entre julho de 2024 e o final deste ano. Além dessa regra de segurança, o Banco Central terá outras novidades ligadas ao Pix neste ano, como o novo boleto e ampliação do Pix por aproximação a partir de fevereiro. Veja a seguir as mudanças do sistema de pagamento instantâneo: Boleto com QR Code Mudança está prevista para entrar em vigor no dia 3 fevereiro de 2025. Contas e cobranças poderão ser pagas por meio do Pix, com um QR Code específico, inserido no próprio boleto. Atualmente, os boletos só podem ser pagos por código de barras. Essa Pix por aproximação Já em funcionamento em algumas instituições, a partir de 28 de fevereiro será ampliado, com as novas regras para o sistema Open Finance. O cliente aproxima seu celular do dispositivo do recebedor (a “maquininha”) para que a transação possa ser realizada via Pix, de forma semelhante ao que já ocorre com os cartões de pagamento, usando a tecnologia NFC (Near Field Communication). O Pix por aproximação pode ser feito por meio de uma carteira digital ou pelo aplicativo da instituição de relacionamento do cliente. Pix Automático Começa a funcionar em 16 de junho de 2025. Na prática, a nova forma de pagamento será semelhante ao débito automático, que pode ser autorizado nas contas bancárias, com a diferença de que poderá ser feito por Pix. O Pix automático poderá ser usado para fazer pagamentos, como contas de água, luz, telefone, condomínio, escola, plano de saúde etc. A pessoa só precisa dar autorização prévia para o início das cobranças. Depois, os débitos serão feitos automaticamente. A principal vantagem em relação ao débito automático, conforme a autoridade monetária, além da instantaneidade nas transações, será a não cobrança de tarifas, no caso de pessoas físicas. Agenda futura do Pix QR Code gerado pelo pagador Pix Garantido Ferramenta para consulta de transações liquidadas no SPI (Sistema de Pagamento Instantâneo) Plataforma Centralizada (Cobrança Centralizada de Pix Cobrança Contratos Inteligentes; Duplicata no Pix) Pix Internacional API de Pagamentos (sistema de comunicação entre instituições financeiras e sites de vendas) Novas formas de iniciação do Pix (NFC; Bluetooth; RFID; Reconhecimento facial) Regras para split de pagamentos (separação dos pagamentos, de forma automatizada) Histórico do Pix O Pix já é o meio de pagamento mais utilizado entre os brasileiros. Lançado oficialmente em novembro de 2020, o serviço de pagamento instantâneo criado pelo Banco Central é usado por 76,4% da população. Em seguida, vêm o cartão de débito (69,1%) e o dinheiro (68,9%). Os dados estão na pesquisa O Brasileiro e sua Relação com o Dinheiro, publicada pelo BC.   Foto: ADRIANA TOFFETTI/ATO PRESS/ESTADÃO

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Mercado financeiro estima inflação de 4,99% em 2025, prevê BC

Boletim Focus projeta dólar a R$ 6 e Selic com 15%, ao final do ano   O mercado financeiro mantém as expectativas de alta tanto para a inflação como para a cotação do dólar em 2025. No caso da inflação, essa expectativa de alta se mantém há 12 semanas, culminando, agora, com uma projeção de que, ao final do ano, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – esteja em 4,99%. Há uma semana, a expectativa do mercado era de que a inflação fechasse 2025 em 4,96%; e há quatro semanas era de que fechasse em 4,59%. Para os anos subsequentes, o mercado trabalha com expectativas inflacionárias de 4,03% em 2026; e de 3,90 em 2027. Os números constam do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (6) pelo Banco Central (BC). A estimativa para 2025 é mais pessimista que as previsões oficiais. O governo federal estima um IPCA de 3,1% este ano, segundo a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2025 aprovada no Congresso Nacional. Como ainda não foi divulgado o índice oficial da inflação de 2024, o mercado continua a fazer projeções para o ano encerrado. Neste caso, a expectativa para o índice inflacionário caminhou em sentido oposto, reduzindo dos 4,90% projetados há uma semana para 4,89%, segundo o boletim divulgado hoje. O teto para a meta inflacionária estipulada para 2024 é 4,50%. Selic Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 12,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A alta recente do dólar e as incertezas em torno da inflação e da economia global fizeram o BC aumentar o ritmo de alta dos juros na última reunião do ano, dia 11 de dezembro. A expectativa, portanto, é que a Selic apresente alta já no início de 2025. Diante desse cenário, o mercado financeiro aumentou a projeção dessa taxa básica para o fim deste ano, passando dos 14,75% projetados há uma semana, para os 15% projetados neste boletim mais recente. Há quatro semanas, esta projeção estava em 13,50%. Para os anos subsequentes, o mercado trabalha com uma projeção de 12% em 2026; e de 10% em 2027. Dólar e PIB O mercado projeta que, ao final de 2025, o dólar esteja sendo comercializado a R$ 6, mantendo a tendência de alta que vem sendo observada há 10 semanas. Na semana passada, a cotação esperada para o final deste ano era de R$ 5,96; e há quatro semanas era de que a cotação da moeda norte-americana fecharia o ano em R$ 5,77. Para 2026 e 2027, as expectativas se mantêm estáveis, em R$ 5,90 e R$ 5,80, respectivamente. Já as previsões para o Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no país) de 2025 aumentaram de 2,01% para 2,02%. Há quatro semanas, o mercado projetava crescimento de 2% para o PIB de 2025. Para os PIBs de 2026 e 2027, o mercado projeta crescimentos de 1% e 2%, respectivamente.   Fonte: Agência Brasil Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

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Cesta básica já compromete mais da metade do novo salário mínimo

Segundo estimativa do Dieese, com o novo piso de R$ 1.518 é possível comprar 1,79 cesta básica, maior quantidade desde 2020   A cesta básica de alimentos essenciais para uma família brasileira já compromete mais da metade do novo salário mínimo de R$ 1.518, que entrou em vigor em 1º de janeiro deste ano. Segundo estimativa do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), o custo médio do grupo de alimentos deve ficar em R$ 850 em janeiro, o que representa 56% do novo piso nacional. Com o valor é possível comprar 1,79 cesta básica, de acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, que analisa os preços em 17 capitais todo mês. É a maior quantidade desde 2020. Em relação a janeiro de 2024, mês do penúltimo reajuste, quando o salário mínimo foi para R$ 1.412 e a cesta custava R$ 793,39, o poder de compra do piso era equivalente a 1,78 cesta. Número de cestas básicas por salário mínimo Quantidade de cestas básicas adquiridas pelo salário mínimo – Reprodução/Dieese O cálculo usa o valor da cesta do município de São Paulo, com estimativas para dezembro de 2024 e para janeiro de 2025, a mais cara do país. O grupo de alimentos é composto por 13 itens definidos em decreto de 1938, base para o cálculo do valor do salário mínimo necessário para a sobrevivência de uma família. Fazem parte itens como carne, leite, feijão, arroz, farinha, batata, legumes, pão, café, frutas, açúcar, óleo e manteiga, e a quantidade varia dependendo da região. Com a alta da inflação nos últimos meses do ano, todas as capitais pesquisadas tiveram elevação nos preços médios da cesta básica, com variações entre 1,85%, em Porto Alegre, e 10,72%, em Campo Grande, segundo a pesquisa de novembro do Dieese. Novo piso nacional O salário mínimo deste ano teve um aumento de R$ 106 em relação a 2024, de R$ 1.412 para R$ 1.518. A quantia representa reajuste total de 7,50% e real de 2,5% (acima da inflação). O cálculo soma a inflação de 4,84%, medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), do IBGE, para o período de dezembro de 2023 a novembro de 2024, acrescido do percentual de 2,5%, como estabelecido pela lei que alterou o Novo Arcabouço Fiscal e a Política Nacional de Valorização do Salário Mínimo. O Dieese estima que o salário mínimo é a base da remuneração de 59,9 milhões de trabalhadores. O valor tem impacto nas aposentadorias, pensões e outros auxílios pagos pelo INSS, assim como o seguro-desemprego, do abono salarial PIS/Pasep e do BPC (Benefício de Prestação Continuada). O acréscimo de cada R$ 1,00 ao salário mínimo tem impacto estimado de R$ 365,9 milhões ao ano sobre a folha de benefícios da Previdência Social. O órgão estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário baseado no custo da cesta básica. Em novembro, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria ser R$ 6.959,31 ou 4,93 vezes o mínimo de R$ 1.412,00. Salário mínimo em valores desde 2002 Os valores do salário mínimo – Reprodução/Dieese

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