Pular para o conteúdo principal

Portal Veloz

Últimas Notícias

Homem é preso com mais de 100 quilos de maconha durante operação do Baep

Homem é preso em flagrante por vender bebidas alcoólicas a menores em adega de Leme

Base Comunitária da Guarda Civil Municipal da Aparecidinha em Sorocaba inicia atendimento 24 horas neste sábado

Defesa Civil orienta população sobre queda nas temperaturas e tempo seco; confira

Fila de reabilitação infantil em Hortolândia terá de ser zerada por determinação judicial

Viadutos de R$ 84 milhões são finalizados em trecho urbano da SP-304, em Piracicaba

Categoria: Economia

Começa a vencer o IPVA em SP; veja se vale pagar à vista ou parcelado

Donos de veículos com placa final 1 devem pagar nesta segunda-feira (13) o imposto à vista, com 3%, ou a primeira parcela   O prazo para o pagamento do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) de 2025 começa a vencer nesta segunda-feira (13), em São Paulo. Os donos de veículos com placa final 1 são os primeiros do calendário (veja as datas abaixo). A frota tributável do estado é de 18,3 milhões de veículos. O pagamento pode ser em cota única, com desconto de 3%, ou parcelado. Essa opção não tem desconto e pode ser dividida em até cinco vezes, dependendo do valor total do IPVA. Em 3 vezes, de janeiro a março (IPVA entre R$ 222,12 e R$ 296,16) Em 4 vezes, de janeiro a abril (IPVA entre R$ 296,16 e R$ 370,20) Em 5 vezes, de janeiro a maio (IPVA acima de R$ 370,20) Valores de IPVA inferiores a R$ 222,12 não podem ser parcelados A consulta do valor pode ser feita em toda a rede bancária. Para aproveitar o desconto, os proprietários devem ficar atentos às datas de vencimento. Para quem está em dúvida de como pagar, a quitação à vista ou parcelada do IPVA dependerá da condição financeira da pessoa no momento. Em geral, só não vale pagar à vista quando o proprietário do veículo não tem recursos suficientes, o que o obriga a parcelar. “Para quem já tem o valor guardado, vale pagar à vista. Há quem pense usar uma parte da poupança para quitar o pagamento, o que pode ser uma boa estratégia, mas é preciso ter cuidado. Não é positivo gastar toda a reserva de emergência”, afirma a educadora financeira Aline Soaper. “É importante manter um valor seguro para imprevistos, mesmo que tenha que parcelar o IPVA. Isso porque os juros, em caso de empréstimo, será sempre maior do que o que foi economizado pagando a cota única”, acrescenta. Para Reinaldo Domingos, presidente da Abefin (Associação Brasileira de Profissionais de Educação Financeira), o grande erro está em não programar o pagamento com antecedência, até mesmo no ano anterior. “Caso a situação financeira esteja mais confortável, tendo uma reserva financeira, recomendo, sem dúvida nenhuma, que o pagamento seja feito à vista”, orienta. Isenção No Estado de São Paulo, 10 milhões de veículos com mais de 20 anos de fabricação são isentos. Outros 607 mil veículos são isentos por serem de taxistas, pessoas com deficiência, templos de qualquer culto, entidades educacionais ou de assistência social sem fins lucrativos, veículos oficiais e ônibus/micro-ônibus utilizados no transporte urbano. Em 2025, também passaram a ser isentos os carros híbridos plenos e plug-in. Pagamento por Pix O IPVA pode ser pago pelo Pix, por meio de QR code, gerado exclusivamente no site da Sefaz-SP (Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo). Basta acessar o endereço pixveiculos.fazenda.sp.gov.br, digitar o endereço no campo apropriado do navegador, e não usar copie e cole nem clicar em links, para evitar golpes. Ao ler o QR code com o aplicativo de banco ou instituição de pagamento, confira a informação de que o pagamento é destinado à Secretaria da Fazenda e Planejamento, sob o CNPJ 46.377.222/0003-90, em conta do Banco do Brasil. Caso o destinatário do QR code esteja diferente, não faça o Pix! Para efetuar o pagamento do IPVA 2025 na rede bancária credenciada, basta o contribuinte utilizar o número do Renavam (Registro Nacional de Veículo Automotor). O sistema bancário é integrado online ao da Sefaz-SP e apresentará os valores do IPVA e as opções de pagamento (integral ou parcelado). Assim que o pagamento é concluído a baixa é automática. O pagamento também pode ser feito por internet banking, aplicativos de celular, terminais de autoatendimento ou outros canais oferecidos pela instituição bancária. Também é possível realizar o pagamento em casas lotéricas e com cartão de crédito, nas empresas credenciadas à Sefaz-SP. Multa O contribuinte que deixar de pagar o imposto fica sujeito a multa de 0,33% por dia de atraso e juros de mora com base na taxa Selic. Passados 60 dias, o percentual da multa fixa-se em 20% do valor do imposto. Datas de pagamento do impostoReprodução/Sefaz-SP Fonte: R7

Leia Mais

Nota Fiscal Paulista: primeiro R$ 1 milhão do ano vai para consumidora de Hortolândia

Moradora colocou o CPF nas notas fiscais das compras realizadas em setembro de 2024 e concorreu com 15 bilhetes na 194ª extração do programa   O ano de 2025 começa com R$ 1 milhão na conta bancária de uma consumidora do bairro Vila Inema, em Hortolândia, a primeira ganhadora do prêmio principal da Nota Fiscal Paulista deste ano. Ela colocou o CPF nas notas fiscais das compras realizadas no comércio paulista em setembro de 2024 e concorreu com 15 bilhetes na 194ª extração do programa da Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo (Sefaz-SP). A Nota Fiscal Paulista também vai entregar em janeiro R$ 500 mil – o segundo maior prêmio para pessoa física – a quatro consumidores de Olímpia, São Caetano do Sul e São Paulo (bairros Jardim Edith e Jardim Satélite). O programa da Sefaz-SP sorteou ainda cinco entidades assistenciais do estado com R$ 100 mil. Vão receber esse prêmio o Lar Anália Franco, de Jundiaí; a União de Amor Ajuda e Salvação em Cristo (UNIASEC), de Campinas; a Associação Amigos dos Autistas (AMAS), de Sorocaba; a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais, de Brodowski, e a Congregação das Missionárias de Cristo, de Jundiaí As instituições filantrópicas concorreram ainda a outros 50 prêmios de R$ 10 mil. Outras pessoas físicas e condomínios foram sorteados com 10 prêmios de R$ 100 mil, 15 de R$ 50 mil, 20 de R$ 10 mil, 50 de R$ 5 mil e 500 prêmios de R$ 1 mil. No total, foram sorteados 655 prêmios que somam R$ 6,7 milhões. Consumidores de todo o país podem participar do programa, basta indicar seu CPF nos documentos fiscais emitidos por comércios paulistas participantes da Nota Fiscal Paulista. Para concorrer aos sorteios e ter acesso aos créditos é só se cadastrar no programa, saiba como. Pendências A equipe técnica da Nota Fiscal Paulista constatou que premiados no sorteio deste mês estão com pendências no Cadin (Cadastro Informativo dos Créditos não Quitados de Órgãos e Entidades Estaduais). Os consumidores que estiverem inadimplentes em relação a obrigações perante o Estado de São Paulo só poderão resgatar os valores após quitarem os débitos. Também há casos de consumidores com “cadastro bloqueado por segurança”. Esses devem realizar a primeira transferência bancária, valor mínimo de R$ 0,99, para confirmação de titularidade e desbloqueio do sistema. Assim que confirmada a primeira transferência, o consumidor terá acesso às demais funcionalidades do sistema e poderá visualizar os valores disponíveis para resgate. Resultado ​O resultado está disponível no site da Sefaz-SP. Para verificar, basta acessar o sistema com o CPF e senha cadastrada e clicar na aba Sorteios > Visualizar Sorteios > Sorteio nº 194. Confira os valores e municípios dos principais premiados:  ​Confira as entidades premiadas Sobre o programa Nota Fiscal Paulista A Nota Fiscal Paulista, criada em outubro de 2007, integra o Programa de Estímulo à Cidadania Fiscal do Governo do Estado de São Paulo e reduz, de fato, a carga tributária individual dos cidadãos, que recebem créditos ao efetuar compras de mercadorias em São Paulo. O sistema distribui até 30% do ICMS efetivamente recolhido pelos estabelecimentos comerciais aos consumidores que solicitam o documento fiscal e informam CPF ou CNPJ, proporcional ao valor da nota. A devolução é feita em créditos que podem ser acompanhados pela internet e utilizados para pagamento do IPVA ou resgatados em dinheiro. O consumidor também pode solicitar o documento fiscal sem a indicação do CPF/CNPJ e doá-lo a uma entidade de assistência social, saúde, educação, defesa e proteção animal ou cultura cadastradas no programa Nota Fiscal Paulista, se assim desejar. Essa é uma decisão pessoal e exclusiva do consumidor. Desde janeiro de 2019 os consumidores (pessoas físicas e condomínios) e instituições assistenciais cadastradas no programa passaram a ter seus créditos liberados mensalmente. Os valores permanecem à disposição dos participantes por um ano, a contar da liberação, e podem ser utilizados a qualquer momento dentro desse período. O saldo mínimo para transferência é de R$ 0,99. No total, a Nota Fiscal Paulista devolveu aos participantes do programa cerca de R$ 19 bilhões, sendo R$ 16,9 bilhões em créditos e mais de R$ 2,1 bilhões em prêmios. Já foram realizados 194 sorteios. Para conferir os créditos, aderir ao sorteio ou obter mais informações sobre a Nota Fiscal Paulista, basta acessar o site. Para baixar o aplicativo do programa, acesse a loja de aplicativos de seu smartphone ou tablet.   Foto: Governo de SP

Leia Mais

Alta do dólar e fatores climáticos contribuíram para estouro da meta de inflação, diz BC

Inflação oficial do país, fechou 2024 em 4,83%, acima do teto da meta estipulada pelo próprio governo, de 4,5%   Em carta aberta ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, disse que o ritmo forte de crescimento da atividade econômica, depreciação cambial e fatores climáticos estão entre os aspectos que contribuíram para que a inflação em 2024 tenha ficado em 4,83%, acima do teto da meta estipulada pelo próprio governo, de 4,5%. “A inflação em 2024 ficou acima do intervalo de tolerância em decorrência do ritmo forte de crescimento da atividade econômica, da depreciação cambial e de fatores climáticos, em contexto de expectativas de inflação desancoradas e inércia da inflação do ano anterior. Portanto, a inflação envolveu uma gama ampla de fatores. No sentido contrário, destacasse a queda do preço internacional do petróleo no segundo semestre do ano”, diz o texto. O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), a inflação oficial do país, fechou 2024 em 4,83%, acima do teto da meta estipulada pelo próprio governo, de 4,5%. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (10) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O resultado foi puxado, principalmente, pela carne e gasolina, que tiveram um aumento de 20,84% e 9,70%, respectivamente. No documento, a autoridade monetária cita a alta em bens industriais, serviços, alimentação no domicílio e administrados. Em relação à depreciação cambial, Galípolo comenta que decorreu principalmente de fatores domésticos, complementada pela valorização global do dólar norte-americano, citando, ainda, uma queda de 19,7% do real entre dezembro de 2023 a 2024. “Entretanto, o fato de o real ter sido a moeda de maior depreciação em 2024, considerando seus pares ao nível internacional e os países avançados, sugere que fatores domésticos e específicos do Brasil tiveram papel expressivo nesse movimento cambial”, escreveu. Em contrapartida, o documento aponta que a queda no preço internacional do petróleo “amorteceu” o impacto da depreciação cambial. O novo presidente do BC também atribui os efeitos da seca e o ciclo do boi para o resultado do quadro inflacionário no país. Por fim, Galípolo informou estratégias tomadas para garantir que a inflação volte ao limite, entre elas a meta para a taxa Selic. Segundo as projeções, a inflação continuará acima do limite até o terceiro trimestre de 2025, entrando depois em queda, mas ainda permanecendo acima da meta. Selic Em dezembro, o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central decidiu, de forma unânime, aumentar a taxa básica de juros em 1 ponto percentual, para 12,25% ao ano. A alta é a terceira consecutiva desde setembro, e a maior desde maio de 2022, quando o comitê também tinha aumentado a Selic em 1 ponto percentual. A decisão veio alinhada às expectativas do mercado financeiro, que projetava a elevação dos juros, e o Copom informou que a depender da evolução da inflação nos próximos meses pode promover novas altas de 1 ponto percentual na Selic. Em comunicado, o Copom informou que o pacote do governo federal para conter gastos anunciado recentemente “afetou, de forma relevante, os preços de ativos e as expectativas dos agentes, especialmente o prêmio de risco, as expectativas de inflação e a taxa de câmbio”. Foto: Lula Marques/Agência Brasil

Leia Mais

Receita alerta para golpes com taxa falsa sobre Pix

Fisco reitera que cobrança de impostos não existe e é inconstitucional   A Receita Federal emitiu nesta sexta-feira (10) um alerta sobre fraudes cometidas contra pessoas que acreditam na notícia falsa de que o governo introduzirá um imposto sobre o Pix. Segundo denúncias recebidas pelo Fisco, criminosos estão usando indevidamente o nome da Receita para cobrar supostas taxas. Por meio de mensagens de WhatsApp ou em outros aplicativos similares que usam o nome e o logotipo da Receita Federal, os criminosos informam a cobrança de supostas taxas sobre transações via Pix acima de R$ 5 mil. Os fraudadores alegam que o contribuinte terá o Cadastro de Pessoa Física (CPF) bloqueado, com falsos documentos que imitam o padrão visual da Receita Federal e a emissão de um boleto. No alerta, a Receita esclarece que a tributação sobre o Pix não existe e contraria a Constituição. “Atenção! Não existe tributação sobre PIX e nunca vai existir, até porque a Constituição não autoriza imposto sobre movimentação financeira”, destacou o comunicado. Mais uma vez, a Receita esclareceu que as regras em vigor desde 1º de janeiro apenas atualizam o sistema de acompanhamento de movimentações financeiras para a inclusão de novos meios de pagamento na fiscalização, como Pix e carteiras digitais. Orientações A Receita Federal forneceu uma lista com as seguintes orientações para evitar cair em golpes. •     Desconfie de mensagens suspeitas: não forneça informações pessoais em resposta a e-mails ou mensagens de origem desconhecida que solicitem dados financeiros ou pessoais; •     Evite clicar em links desconhecidos: links suspeitos podem enviar você a sites fraudulentos ou instalar programas prejudiciais no seu dispositivo; •     Não abra arquivos anexos: anexos em mensagens fraudulentas geralmente contêm programas executáveis que podem roubar suas informações ou causar danos ao computador; •     Verifique a autenticidade: A Receita Federal utiliza exclusivamente o Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (Portal e-CAC) e o site oficial como canais seguros de comunicação; A Receita orientou ainda o contribuinte a evitar cair em fake news. No alerta, o órgão ressaltou que o compartilhamento de mentiras em aplicativos de mensagens, como WhatsApp e Telegram, facilitam o trabalho dos criminosos. O órgão pediu que os contribuintes verifiquem a fonte das informações, consultando os canais oficiais do Fisco; questionem o conteúdo, desconfiando de textos sensacionalistas, com promessas milagrosas e com erros de português; não acreditem em mensagens não oficiais; conversem sobre o tema com parentes e amigos antes de repassar as mensagens.   Fonte: Agência Brasil Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Leia Mais

Vendas no comércio varejista voltam a cair após dois meses de alta, mostra IBGE

Setor acumula alta de 5% no ano e de 4,6% nos últimos 12 meses; em relação ao mesmo mês do ano passado, o varejo subiu 4,7%   O volume de vendas do comércio varejista recuou 0,4% em novembro, em comparação com outubro, quando registrou aumento de 0,4%. O setor acumula alta de 5% no ano e de 4,6% nos últimos 12 meses. Em relação ao mesmo mês do ano passado, o varejo subiu 4,7%, a 18ª taxa consecutiva no campo positivo. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio, divulgada nesta quinta-feira (9) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A média móvel trimestral variou 0,2% no trimestre encerrado em novembro. Das oito atividades pesquisada, cinco tiveram queda em novembro: móveis e eletrodomésticos (-2,8%) artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (-2,2%) livros, jornais, revistas e papelaria (-1,5%) outros artigos de uso pessoal e doméstico (-1%) hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,1%) Já equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (3,5%), Combustíveis e lubrificantes (1,5%) e Tecidos, vestuário e calçados (1,4%) tiveram alta na passagem de outubro para novembro. A taxa média nacional de vendas do comércio varejista diminuiu 0,4%, com resultados negativos em 17 unidades da Federação, com destaque para Rio de Janeiro (-5,7%), Paraíba (-4,3%) e Goiás (-2,7%). Por outro lado, pressionando positivamente, figuram 10 das 27 unidades da Federação, com destaque para Espírito Santo (4,1%), Acre (1,3%) e Mato Grosso (1,2%). Novembro 2024 x novembro 2023 Em relação a novembro de 2023, cinco dos oito setores investigados ficaram no campo positivo:  artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (10,2%) tecidos, vestuário e calçados (8%) hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (5,4%) outros artigos de uso pessoal e doméstico (3,4%) combustíveis e lubrificantes (1,7%). O setor de móveis e eletrodomésticos apresentou estabilidade. No campo negativo, ficaram equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-4,4%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-10,6%). Ainda nesta comparação, a variação das vendas no comércio varejista em novembro de 2024 foi de 4,7%, com resultados positivos em 26 das 27 unidades da Federação, destacando-se Roraima (14,9%), Rio Grande do Sul (11,6%) e Amapá (10,5%). O Rio de Janeiro registrou estabilidade em novembro de 2024.   Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Leia Mais

Conselho decide hoje aumento de juros do crédito consignado do INSS

Medida será definida nesta quinta-feira, em reunião do Conselho Nacional de Previdência Social; limite atual é de 1,66% ao mês   O teto da taxa de juros para empréstimos consignados a aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) deverá ter aumento. A medida será definida nesta quinta-feira (9) em reunião do CNPS (Conselho Nacional de Previdência Social). Segundo o Ministério da Previdência Social, a decisão caberá ao conselho. O limite é atualmente de 1,66% ao mês, após oito reduções consecutivas desde março de 2023. Para operações realizadas por meio de cartão de crédito e cartão consignado de benefício a taxa é de 2,46% ao mês. Com a alta nos últimos meses da taxa básica de juros, a Selic, que está em 12,25% ao ano, os bancos alegam que o limite imposto pelo governo tem prejudicado a oferta dessa modalidade de crédito, considerada uma das mais acessíveis no mercado. O custo de operação sobe, tornando inviável oferecer crédito dentro dos limites fixados pelo governo. Em resposta, algumas instituições optaram por suspender temporariamente essa linha de crédito. A concessão do crédito consignado a aposentados e pensionistas do INSS registrou queda nos últimos três meses. Segundo estatísticas monetárias e de crédito divulgadas pelo Banco Central, o saldo das concessões foi de R$ 7,4 bilhões em novembro, uma queda 10% em relação a outubro (R$ 8,2 bilhões). No entanto, comparando a soma dos 11 meses deste ano à do período anterior, o aumento do saldo do empréstimo consignado é de 35,6%. No acumulado dos últimos 12 meses, a alta é de 33,9%. “A expectativa é positiva para um aumento no teto dos juros do consignado, permitindo viabilizar o produto e ampliar o acesso ao crédito de forma sustentável”, afirma Rubens Neto, especialista em crédito consignado da empresa Crédito Popular. Juro baixo O consignado é oferecido a quem tem aposentadoria ou pensão creditada em conta-corrente. Pelo fato de o valor ser descontado diretamente na folha de pagamento, é opção de empréstimo fácil e com juro baixo. Pelas regras atuais, o segurado do INSS pode comprometer até 45% do benefício com o empréstimo. Desse total, 35% são para empréstimo pessoal, 5% para cartão de crédito e 5% para cartão de benefício. Os prazos para pagamento podem chegar a sete anos. Os aposentados e pensionistas podem consultar as taxas oferecidas pelos bancos por meio do portal ou aplicativo Meu INSS. Ao selecionar o serviço “extrato de empréstimos”, opção “instituições e taxas”, os juros estarão disponíveis para que o segurado verifique qual a taxa mais vantajosa antes de pegar o empréstimo. Atualmente, há 63.746.598 contratos de consignado ativos (considerando todas as modalidades). Como consultar as taxas de juros dos bancos Acesse o aplicativo ou site Meu INSS Vá no serviço “sem precisar de login e senha” Clique em “Taxas de Empréstimo Consignado” Será aberta uma página com a lista de bancos e os juros praticados em cada um deles Para ver mais bancos, basta rolar a página até embaixo e clicar em “Ver mais” Também é possível buscar pela instituição que o segurado quer pesquisar no alto da página, em “Pesquise por instituição” Ao lado do nome das instituições estão relacionadas as taxas para as modalidades de cartão de crédito consignado (RMC) e para utilização do cartão consignado de benefício (RCC). Essas taxas somente aparecem quando a instituição oferece esse tipo de crédito Fonte: INSS Cuidados na hora de contratar o empréstimo • Não realize nenhum tipo de adiantamento nem pagamento para obter o empréstimo. • Pesquise e compare as taxas de juros e as condições oferecidas por outras instituições. Em especial, repare no custo efetivo total (CET), que resume, em um único indicador, o preço da operação. • Verifique se a instituição financeira está autorizada pelo Banco Central a funcionar e se está conveniada com sua fonte pagadora; por exemplo, no caso dos empréstimos consignados para aposentados e pensionistas do INSS, se a instituição está conveniada com o INSS. • Nunca assine um contrato nem uma proposta de contrato em branco. • Não aceite a intermediação de pessoas com promessas de acelerar o crédito. • Não forneça o cartão magnético nem a senha do banco a terceiros. • Lembre-se de que esse tipo de operação representa dívidas que poderão afetar a administração da renda pessoal e familiar futura, em razão do comprometimento mensal dos benefícios com o pagamento do empréstimo. • Caso haja interesse em realizar a portabilidade do contrato, será importante ler atentamente as informações sobre portabilidade de crédito. Fontes: Banco Central e INSS   Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Leia Mais

Conselho decide hoje aumento de juros do crédito consignado do INSS

Medida será definida nesta quinta-feira, em reunião do Conselho Nacional de Previdência Social; limite atual é de 1,66% ao mês   O teto da taxa de juros para empréstimos consignados a aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) deverá ter aumento. A medida será definida nesta quinta-feira (9) em reunião do CNPS (Conselho Nacional de Previdência Social). Segundo o Ministério da Previdência Social, a decisão caberá ao conselho. O limite é atualmente de 1,66% ao mês, após oito reduções consecutivas desde março de 2023. Para operações realizadas por meio de cartão de crédito e cartão consignado de benefício a taxa é de 2,46% ao mês. Com a alta nos últimos meses da taxa básica de juros, a Selic, que está em 12,25% ao ano, os bancos alegam que o limite imposto pelo governo tem prejudicado a oferta dessa modalidade de crédito, considerada uma das mais acessíveis no mercado. O custo de operação sobe, tornando inviável oferecer crédito dentro dos limites fixados pelo governo. Em resposta, algumas instituições optaram por suspender temporariamente essa linha de crédito. A concessão do crédito consignado a aposentados e pensionistas do INSS registrou queda nos últimos três meses. Segundo estatísticas monetárias e de crédito divulgadas pelo Banco Central, o saldo das concessões foi de R$ 7,4 bilhões em novembro, uma queda 10% em relação a outubro (R$ 8,2 bilhões). No entanto, comparando a soma dos 11 meses deste ano à do período anterior, o aumento do saldo do empréstimo consignado é de 35,6%. No acumulado dos últimos 12 meses, a alta é de 33,9%. “A expectativa é positiva para um aumento no teto dos juros do consignado, permitindo viabilizar o produto e ampliar o acesso ao crédito de forma sustentável”, afirma Rubens Neto, especialista em crédito consignado da empresa Crédito Popular. Juro baixo O consignado é oferecido a quem tem aposentadoria ou pensão creditada em conta-corrente. Pelo fato de o valor ser descontado diretamente na folha de pagamento, é opção de empréstimo fácil e com juro baixo. Pelas regras atuais, o segurado do INSS pode comprometer até 45% do benefício com o empréstimo. Desse total, 35% são para empréstimo pessoal, 5% para cartão de crédito e 5% para cartão de benefício. Os prazos para pagamento podem chegar a sete anos. Os aposentados e pensionistas podem consultar as taxas oferecidas pelos bancos por meio do portal ou aplicativo Meu INSS. Ao selecionar o serviço “extrato de empréstimos”, opção “instituições e taxas”, os juros estarão disponíveis para que o segurado verifique qual a taxa mais vantajosa antes de pegar o empréstimo. Atualmente, há 63.746.598 contratos de consignado ativos (considerando todas as modalidades). Como consultar as taxas de juros dos bancos Acesse o aplicativo ou site Meu INSS Vá no serviço “sem precisar de login e senha” Clique em “Taxas de Empréstimo Consignado” Será aberta uma página com a lista de bancos e os juros praticados em cada um deles Para ver mais bancos, basta rolar a página até embaixo e clicar em “Ver mais” Também é possível buscar pela instituição que o segurado quer pesquisar no alto da página, em “Pesquise por instituição” Ao lado do nome das instituições estão relacionadas as taxas para as modalidades de cartão de crédito consignado (RMC) e para utilização do cartão consignado de benefício (RCC). Essas taxas somente aparecem quando a instituição oferece esse tipo de crédito Fonte: INSS Cuidados na hora de contratar o empréstimo • Não realize nenhum tipo de adiantamento nem pagamento para obter o empréstimo. • Pesquise e compare as taxas de juros e as condições oferecidas por outras instituições. Em especial, repare no custo efetivo total (CET), que resume, em um único indicador, o preço da operação. • Verifique se a instituição financeira está autorizada pelo Banco Central a funcionar e se está conveniada com sua fonte pagadora; por exemplo, no caso dos empréstimos consignados para aposentados e pensionistas do INSS, se a instituição está conveniada com o INSS. • Nunca assine um contrato nem uma proposta de contrato em branco. • Não aceite a intermediação de pessoas com promessas de acelerar o crédito. • Não forneça o cartão magnético nem a senha do banco a terceiros. • Lembre-se de que esse tipo de operação representa dívidas que poderão afetar a administração da renda pessoal e familiar futura, em razão do comprometimento mensal dos benefícios com o pagamento do empréstimo. • Caso haja interesse em realizar a portabilidade do contrato, será importante ler atentamente as informações sobre portabilidade de crédito. Fontes: Banco Central e INSS   Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Leia Mais

Vendas no comércio varejista voltam a cair após dois meses de alta, mostra IBGE

Setor acumula alta de 5% no ano e de 4,6% nos últimos 12 meses; em relação ao mesmo mês do ano passado, o varejo subiu 4,7%   O volume de vendas do comércio varejista recuou 0,4% em novembro, em comparação com outubro, quando registrou aumento de 0,4%. O setor acumula alta de 5% no ano e de 4,6% nos últimos 12 meses. Em relação ao mesmo mês do ano passado, o varejo subiu 4,7%, a 18ª taxa consecutiva no campo positivo. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio, divulgada nesta quinta-feira (9) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A média móvel trimestral variou 0,2% no trimestre encerrado em novembro. Das oito atividades pesquisada, cinco tiveram queda em novembro: móveis e eletrodomésticos (-2,8%) artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (-2,2%) livros, jornais, revistas e papelaria (-1,5%) outros artigos de uso pessoal e doméstico (-1%) hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,1%) Já equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (3,5%), Combustíveis e lubrificantes (1,5%) e Tecidos, vestuário e calçados (1,4%) tiveram alta na passagem de outubro para novembro. A taxa média nacional de vendas do comércio varejista diminuiu 0,4%, com resultados negativos em 17 unidades da Federação, com destaque para Rio de Janeiro (-5,7%), Paraíba (-4,3%) e Goiás (-2,7%). Por outro lado, pressionando positivamente, figuram 10 das 27 unidades da Federação, com destaque para Espírito Santo (4,1%), Acre (1,3%) e Mato Grosso (1,2%). Novembro 2024 x novembro 2023 Em relação a novembro de 2023, cinco dos oito setores investigados ficaram no campo positivo:  artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (10,2%) tecidos, vestuário e calçados (8%) hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (5,4%) outros artigos de uso pessoal e doméstico (3,4%) combustíveis e lubrificantes (1,7%). O setor de móveis e eletrodomésticos apresentou estabilidade. No campo negativo, ficaram equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-4,4%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-10,6%). Ainda nesta comparação, a variação das vendas no comércio varejista em novembro de 2024 foi de 4,7%, com resultados positivos em 26 das 27 unidades da Federação, destacando-se Roraima (14,9%), Rio Grande do Sul (11,6%) e Amapá (10,5%). O Rio de Janeiro registrou estabilidade em novembro de 2024.   Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Leia Mais

Receita Federal nega que vai taxar movimentações financeiras envolvendo Pix

Norma determina que instituições prestem informações de pagamento ao órgão sobre operações financeiras de contribuintes   A Receita Federal negou nesta terça-feira (7) que vai taxar transações financeiras envolvendo Pix. A declaração ocorre após informações falsas sobre o monitoramento de dados de cartão de crédito e Pix ganharem destaque nas redes sociais. Em nota de esclarecimento, o órgão informou que a medida “visa a um melhor gerenciamento de riscos pela administração tributária, a partir da qual será possível oferecer melhores serviços à sociedade”. A partir do dia 1º de janeiro deste ano, as regras previstas na instrução normativa 2.219, de 2024 começaram a valer. De acordo com o documento, instituições financeiras devem prestar informações à Receita Federal sobre operações financeiras de contribuintes. Assim, as organizações listadas serão obrigadas a declarar quando o montante movimentado no mês for superior a R$ 5 mil, para pessoas físicas, ou R$15 mil, para pessoas jurídicas. “Ao final de um mês, somam-se todos os valores que saíram da conta, inclusive saques e, se ultrapassado o limite de R$ 5 mil para uma pessoa física, ou de R$ 15 mil para uma pessoa jurídica, a instituição financeira prestará essa informação à Receita Federal”, informou. A Receita disse, ainda, que na e-financeira, sistema que reúne arquivos sobre operações financeiras, não são individualizadas a modalidade de transferência, seja por Pix ou outra. A norma atualiza e amplia a obrigatoriedade do envio de informações, que antes estabelecia o limite mensal de R$ 2 mil para as movimentações de pessoas físicas e de R$ 6 mil no caso de pessoas jurídicas. Os dados deverão ser comunicados semestralmente via e-Financeira até o último dia útil do mês de agosto, que deverá apresentar informações sobre o primeiro semestre do ano vigente. Além de dados até o último dia útil de fevereiro, relativo ao segundo semestre do ano anterior. Fonte: R7 Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Leia Mais

Receita Federal nega que vai taxar movimentações financeiras envolvendo Pix

Norma determina que instituições prestem informações de pagamento ao órgão sobre operações financeiras de contribuintes   A Receita Federal negou nesta terça-feira (7) que vai taxar transações financeiras envolvendo Pix. A declaração ocorre após informações falsas sobre o monitoramento de dados de cartão de crédito e Pix ganharem destaque nas redes sociais. Em nota de esclarecimento, o órgão informou que a medida “visa a um melhor gerenciamento de riscos pela administração tributária, a partir da qual será possível oferecer melhores serviços à sociedade”. A partir do dia 1º de janeiro deste ano, as regras previstas na instrução normativa 2.219, de 2024 começaram a valer. De acordo com o documento, instituições financeiras devem prestar informações à Receita Federal sobre operações financeiras de contribuintes. Assim, as organizações listadas serão obrigadas a declarar quando o montante movimentado no mês for superior a R$ 5 mil, para pessoas físicas, ou R$15 mil, para pessoas jurídicas. “Ao final de um mês, somam-se todos os valores que saíram da conta, inclusive saques e, se ultrapassado o limite de R$ 5 mil para uma pessoa física, ou de R$ 15 mil para uma pessoa jurídica, a instituição financeira prestará essa informação à Receita Federal”, informou. A Receita disse, ainda, que na e-financeira, sistema que reúne arquivos sobre operações financeiras, não são individualizadas a modalidade de transferência, seja por Pix ou outra. A norma atualiza e amplia a obrigatoriedade do envio de informações, que antes estabelecia o limite mensal de R$ 2 mil para as movimentações de pessoas físicas e de R$ 6 mil no caso de pessoas jurídicas. Os dados deverão ser comunicados semestralmente via e-Financeira até o último dia útil do mês de agosto, que deverá apresentar informações sobre o primeiro semestre do ano vigente. Além de dados até o último dia útil de fevereiro, relativo ao segundo semestre do ano anterior. Fonte: R7 Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Leia Mais
Nenhuma postagem a exibir

Confira o canal do Portal Veloz No Youtube

×

Buscar no Portal Veloz