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Com queda nas doações no inverno, Banco de Sangue do Hospital Municipal funciona nesta quinta-feira (9)

Operação prende suspeitos e mira grupo envolvido em furtos e roubos de cargas de carne bovina em SP e PR

Operação da PM fiscaliza mais de 420 motocicletas e recolhe 59 veículos irregulares em Limeira

Plantão de vacinação atende população na UBS Cecap e no Parque Cidade neste sábado (11), em Limeira

Campanha do Agasalho da Câmara de Limeira recebe doações até 24 de julho; peças já estão em separação para doação

Defesa Civil emite alerta de emergência para incêndios no interior de SP durante o feriado

Dia: 21 de maio de 2025

Veja a lista de países que suspenderam compras de aves brasileiras devido à gripe aviária

O Ministério da Agricultura e Pecuária publicou nesta quarta-feira (21) uma nota que atualiza a lista de países que suspenderam temporariamente as importações brasileiras de carnes de aves devido ao caso de gripe aviária identificada no Rio Grande do Sul, no município de Montenegro. Segundo o texto, as exportações foram suspensas de forma total para China, União Europeia, México, Iraque, Coreia do Sul, Chile, África do Sul, União Euroasiática, Peru, Canadá, República Dominicana, Uruguai, Malásia, Argentina, Timor-Leste, Marrocos, Bolívia, Sri Lanka, Paquistão, Filipinas e Jordânia. Outros países, contudo, suspenderam a compra apenas do Rio Grande do Sul, como Reino Unido, Bahrein, Cuba, Macedônia, Montenegro, Cazaquistão, Bósnia e Herzegovina, Tajiquistão e Ucrânia. Japão e Arábia Saudita, por outro lado, impuseram a suspensão apenas ao município de Montenegro, onde foi identificado o caso da doença. Em nota, o ministério disse que “permanece em articulação com as autoridades sanitárias dos países importadores, prestando, de forma ágil e transparente, todas as informações técnicas necessárias sobre o caso”. “As ações adotadas visam garantir a segurança sanitária e a retomada segura das exportações o mais breve possível”, finaliza.   Fonte: R7 Foto: Faesp/Senar/Divulgação/Arquivo

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Vereadores de Limeira protocolam projeto que revoga alteração no Plano Diretor para vinda da Microsoft

Após a Prefeitura oficializar a informação sobre o encerramento das negociações para a instalação da empresa Microsoft em Limeira, os vereadores Nilton Santos (Republicanos) e Helder do Táxi (PSD) protocolaram nesta terça-feira (20), o  Projeto de Lei Complementar Nº 10/2025, que revoga a Lei Complementar nº. 957/2024, que alterava o Plano Diretor Territorial-Ambiental do Município. A lei que será revogada permitiu a mudança do zoneamento de uma extensa área rural para urbana e industrial para a vinda da empresa para a cidade. “Com toda discussão que foi gerada no ano de 2024 para que o Projeto de Lei Complementar fosse aprovado com a ‘certeza’ de trazer desenvolvimento ao município, e, em face a todas as incertezas e dúvidas levantadas no início do ano de 2025, solicito aos nobres pares que votem pela revogação com intuito de respeitar a moralidade e o interesse público”, argumentaram os autores. O objetivo, segundo os parlamentares, é manter a transparência para um Poder Legislativo democrático e responsável, acompanhando a transparência do Poder Executivo ao trazer, de forma oficial, a informação de que as negociações para a vinda da Microsoft foram encerradas em 31 de outubro de 2024, na gestão do ex-prefeito Mario Botion. “Todo desenvolvimento econômico e geração de empregos são bem-vindos em nossa cidade, pois aumentam a arrecadação do município, permitindo o investimento em infraestrutura, serviços públicos e programas sociais, tendo o apoio de todos os vereadores, prefeito e sociedade civil. Porém, quando não se concretiza, temos a obrigação de rever os atos legislativos praticados”, dizem os vereadores. O projeto será lido na sessão ordinária da próxima segunda-feira, 26 de maio, dando início ao trâmite pelas comissões permanentes da Casa.   Foto: Câmara de Limeira

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Limeira libera vacinação para toda a população acima de seis meses; saiba onde encontrar as doses

Nesta quarta-feira (21), a Secretaria de Saúde de Limeira inicia a vacinação contra a gripe para toda população acima dos 6 meses, conforme nova orientação do Ministério da Saúde. Até então, a campanha priorizava os grupos especiais, como idosos, gestantes e puérperas. As doses seguem disponíveis em 15 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e no Ambulatório de Especialidades do Residencial Rubi. O imunizante protege contra os vírus influenza A (H1N1 e H3N2) e B. As salas de vacinação funcionam de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 16h. Aos sábados, o atendimento ocorre no Plantão de Vacinação, das 8h às 13h, no drive-thru do Parque Cidade e em outra UBS a ser definida. É necessário apresentar documento com foto, CPF, comprovante de residência e Cartão SUS. Mais informações sobre a campanha, incluindo o endereço dos locais de vacinação, estão disponíveis no site da prefeitura, pelo link: www.limeira.sp.gov.br/gripe Até o momento, 18.198 pessoas receberam as doses contra gripe no município, segundo balanço divulgado na segunda-feira (19) pela Divisão de Vigilância Epidemiológica, da Secretaria de Saúde. A secretária de Saúde, Maria Helena Chen, reforça a importância da vacinação como estratégia de prevenção a casos graves da gripe, internações e óbitos.   Foto: Prefeitura de Limeira

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PM prende homem após tentativa de furto de fios no Jardim Baronesa em Campinas

Um homem foi preso na tarde desta terça-feira (20) após tentar furtar fios elétricos em uma residência no Jardim Baronesa, em Campinas (SP). Segundo informações, o suspeito invadiu a casa ao pular o muro e foi surpreendido pelo proprietário, que reagiu e agrediu o invasor. Após a reação do morador, o homem tentou fugir pelo telhado do imóvel, mas acabou ficando ferido. A Polícia Militar foi acionada e conseguiu localizar e prender o suspeito ainda nas proximidades. Devido aos ferimentos, o Corpo de Bombeiros foi chamado para realizar o resgate do homem, que foi socorrido no local e, em seguida, encaminhado ao Plantão Policial da 1ª Seccional, onde o caso foi registrado.

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Cármen Lúcia denuncia racismo sofrido por ministra do TSE

A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, afirmou nesta terça-feira (20) que a ministra Vera Lúcia Santana Araújo, uma das integrantes da Corte, foi alvo de racismo e discriminação ao ser barrada na entrada de um seminário realizado na semana passada em Brasília. Indicada ao tribunal pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Vera Lúcia é advogada reconhecida pela atuação como ativista do movimento de mulheres negras. Na abertura de sessão desta noite, Cármen Lúcia relatou que Vera Lúcia, uma das ministras substitutas do TSE, foi convidada para dar uma palestra promovida pela Comissão de Ética Pública (CEP) na sexta-feira (16). O tema do seminário era “Gestão Pública – Prevenção ao Enfretamento ao Assédio e a Discriminação”. Ao chegar para o evento, a ministra foi impedida de entrar mesmo após apresentar a carteira funcional de ministra. Segundo a presidente do TSE, Vera Lúcia só conseguiu entrar e realizar a palestra após adoção de providências. “Assim que chegou ao local do evento, mesmo se apresentando como palestrante e apresentado a carteira funcional da condição de substituta de ministro deste Tribunal Superior Eleitoral, a ministra Vera Lúcia não teve permissão para ingressar regularmente no local onde se daria a palestra”, relatou Cármen Lúcia. Para a presidente do TSE, Vera Lúcia foi alvo de racismo, discriminação e tratamento indigno. “Racismo é crime, etarismo é discriminação. É inconstitucional, imoral, injusto qualquer tipo de destratamento em razão de qualquer critério que não seja a dignidade da pessoa humana”, afirmou a presidente do TSE. Cármen Lúcia também informou que mandou um ofício para a Comissão de Ética para comunicar oficialmente o episódio. “Eu oficiei hoje ao presidente da Comissão de Ética da Presidência da República para dar ciência formal do agravo, que pode constituir até crime e que agrava todo brasileiro e toda brasileira, além de atingir a Justiça Eleitoral como um todo”, completou. O evento foi realizado no auditório do edifício do Centro Empresarial da Confederação Nacional do Comércio (CNC), onde diversos órgãos possuem sede, entre eles, a Advocacia-Geral da União (AGU), que também promoveu o evento. Em ofício enviado ao TSE, a AGU esclareceu que a entrada no prédio é controlada por funcionários terceirizados contratados pelo condomínio. “Embora nem a Comissão de Ética Pública, nem a Advocacia Geral da União exerçam uma gestão administrativa do edifício onde ocorreram os fatos, ali estão sediadas unidades da AGU, em espaços regularmente locados pela CNC. Apesar disso, a AGU adotará todas as medidas cabíveis para compelir os responsáveis pela administração do prédio a tomarem providências imediatas no sentido de responsabilizarem o autor da agressão e implementarem ações educativas e preventivas, a fim de que situações semelhantes jamais se repitam”, afirmou o órgão.   Fonte: R7 Foto: Agência Senado

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Polícia prende membros da Yakuza por trabalharem ao lado de biblioteca no Japão; entenda

Quatro membros da Yakuza foram presos em Tóquio na última semana. O crime que eles cometeram está longe de ser aqueles tradicionais delitos vistos em filmes, como assassinato, roubo ou tráfico. Os integrantes do crime organizado são suspeitos de “conspirar” para operar um escritório perto de uma biblioteca pública. No Japão não é ilegal operar ou ser membro de um sindicato registrado, caso de muitos grupos ligados à Yakuza. No entanto, os sindicatos que lucram com a influência de grupos associados ao crime organizado são monitorados pelas autoridades, como as comissões de segurança da prefeitura e a Agência Nacional de Polícia (NPA). De acordo com as leis de zoneamento japonesas, os escritórios da Yakuza devem ser localizados fora de um raio de 200 metros de escolas, bibliotecas e outras instituições educacionais. Na capital Tóquio, os escritórios da máfia japonesa também estão proibidos de operar a menos de 200 metros de centros de bem-estar infantil, salões comunitários, museus e tribunais. No caso da prisão da última semana, o escritório do sindicato Sumiyoshi-kai, ligado o segundo maior grupo da Yakuza no país, estava a 90 metros de uma biblioteca pública. A NPA lista os endereços comerciais de algumas organizações Yakuza em seu site oficial. Por exemplo, o escritório principal do Sumiyoshi-kai fica no distrito de Akasaka, em Tóquio, não muito longe do prédio do parlamento. Por que o Japão tolera a Yakuza? A tolerância à Yakuza remonta a 1991 e à Lei de Contramedidas de Boryokudan, conhecida no Japão como Botaiho. Antes da lei ser aprovada, as brigas violentas entre os vários grupos criminosos do país tendiam a se espalhar para a comunidade em geral. Além disso, o crescente envolvimento de grupos criminosos em negócios legítimos, como o mercado imobiliário, também era motivo de crescente preocupação. O Botaiho foi criado como uma forma de manter um controle mais rígido sobre as atividades desses grupos, em parte transformando-os em organizações semilegítimas. Proibir completamente os grupos Yakuza não era uma opção, pois era visto como uma violação do direito à liberdade de reunião consagrado na constituição. Então, as autoridades os legitimaram para que a polícia pudesse vigiá-los o tempo todo. Durante o auge da Yakuza, na década de 1960, o grupo contava com mais de 184 mil membros, de acordo com a NPA. Mas seus números têm diminuído constantemente ao longo dos anos após uma série de repressões policiais contra suas atividades. Embora ainda seja legalmente permitido que eles existam, as regulamentações dificultaram a sobrevivência dos mafiosos depois que se tornou ilegal recrutar membros da Yakuza ou compartilhar lucros com eles. Em 2024, o número de membros de organizações criminosas caiu abaixo de 20 mil pela primeira vez, para cerca de 18 mil, de acordo com dados da polícia.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/fnn.jp

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Nova política de segurança digital da Previdência limita acesso a dados por função de servidor

A nova política digital do Ministério da Previdência, publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (21), prevê a limitação de acesso a dados conforme a função do servidor ou comissionado dentro do órgão. Além disso, os novos parâmetros estabelecem a revogação de acessos a informações que não sejam pertinentes ao setor de atuação do funcionário, e a criação do Comitê de Governança Digital e Segurança da Informação. A publicação ocorre após operação da Polícia Federal encontrar indícios de que servidores do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), vinculado ao ministério, acessaram indevidamente informações. O R7 questionou a pasta se as novas regras também serão aplicadas ao instituto e aguarda resposta. Política Entre os principais objetivos da medida estão a proteção dos dados que circulam no ministério e a definição de diretrizes para uma gestão mais eficiente no combate a crimes cibernéticos. O controle da informação — ou seja, como ela será acessada e protegida — será baseado em cinco pilares: Privilégio mínimo: garantir que usuários, sistemas e dispositivos automatizados possuam apenas as permissões necessárias para o desempenho de suas funções; Necessidade de saber: restringir o acesso às informações apenas àqueles cuja função exige o conhecimento específico; Autenticação multifator: adoção de múltiplos métodos de verificação para acesso a ambientes tecnológicos e sistemas críticos; Revisão periódica dos acessos: realização de auditorias regulares das permissões concedidas, para garantir sua adequação; Revogação imediata de acessos: remoção de permissões de usuários que não necessitam mais delas, como nos casos de desligamento ou mudança de função. Dados pessoais No que diz respeito à coleta de dados pessoais, as novas diretrizes preveem: Coleta apenas dos dados estritamente necessários para o desempenho das atividades do ministério; Obtenção de consentimento dos titulares dos dados, quando aplicável; Compromisso de uso dos dados exclusivamente para os fins aos quais se destinam; Implementação de medidas técnicas e administrativas para proteção contra acessos não autorizados e incidentes; Garantia de que os titulares possam exercer seus direitos, conforme previsto na Lei Geral de Proteção de Dados. Equipe especializada Outra portaria institui a ETIR (Equipe de Prevenção, Tratamento e Resposta a Incidentes Cibernéticos), responsável por coordenar ações em caso de crimes cibernéticos ou vazamentos de dados. A equipe terá autonomia para orientar os públicos envolvidos e tomar as medidas necessárias para reforçar a resposta e a postura da organização diante de incidentes, sem depender de autorização de níveis superiores de gestão. No entanto, qualquer ocorrência deverá ser comunicada aos gestores da pasta. Em situações justificadas, a ETIR poderá executar medidas de recuperação de forma imediata, mesmo sem aprovação prévia.   Fonte: R7 Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Declaração pré-preenchida bate recorde a nove dias do fim do prazo de entrega do IR 2025

A declaração pré-preenchida do Imposto de Renda 2025 bateu recorde de utilização, atingindo quase metade dos documentos entregues até agora. O período de entrega da declaração começou no dia 17 de março e vai até 30 de maio. Segundo a Receita, dos 27,6 milhões de declarações enviadas até as 21h15 desta terça-feira (20), 48,2% foram feitas por meio da pré-preenchida. Além da facilidade de ter as informações digitadas, essa modalidade evita erros e garante prioridade no recebimento da restituição. Para utilizar a ferramenta, é preciso ter conta gov.br de nível prata ou ouro. A expectativa da Receita Federal é que a pré-preenchida seja usada por mais da metade das declarações enviadas em 2025, cerca de 57% do total de 46,2 milhões de documentos previstos. O uso da declaração pré-preenchida do IR vem crescendo muito nos últimos anos. Segundo a Receita Federal, a adesão à ferramenta quase dobrou, passando de 23,9% do total, em 2023, para 41,2%, em 2024. Adesão da modalidade – Arte/R7 Algumas das novidades da pré-preenchida neste ano são as informações sobre contas bancárias no exterior, tanto tradicionais quanto de fintechs, enviadas à Receita Federal pelos países estrangeiros; e o término da obrigatoriedade de preenchimento de alguns campos como título de eleitor, por exemplo. A Receita recomenda aos contribuintes que tenham toda a documentação em mãos para comparar com os dados fornecidos na pré-preenchida. Em caso de divergências, o contribuinte deve preencher as informações dos documentos. Quais informações estão na pré-preenchida Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (Dirf); Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias (Dimob); Declaração de Serviços Médicos e de Saúde (Dmed); Carnê-Leão Web; rendimentos isentos decorrentes de moléstia grave; códigos de juros; restituições recebidas no ano-calendário; saldos bancários; investimentos; imóveis adquiridos; doações realizadas no ano-calendário; criptoativos contas bancárias e ativos no exterior; contribuições para a previdência privada. O que precisa para a declaração pré-preenchida? Para o cidadão comum, basta ter a conta gov.br ouro ou prata. O contribuinte entra no aplicativo ou no site, coloca a conta gov.br e terá todas as informações. Para as pessoas que não fazem a própria declaração, que recorrem a terceiros, como contadores, despachantes e amigos, o ideal é que nunca compartilhe a senha do gov.br. Para isso, existem mecanismos como o “Autorizar Acesso” e a “procuração eletrônica”, que estão no site da Receita Federal. Nesse modelo, o contribuinte inicia o preenchimento já com diversas informações à disposição. Alerta A Receita alerta, entretanto, que é responsabilidade de cada um conferir e corrigir, se necessário, as informações importadas, além de incluir dados que não constem no sistema. As informações que aparecem no documento pré-preenchido baseiam-se em dados da declaração do ano anterior; de rendimento e pagamentos informados na Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte (Dirf), na Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias (Dimob), na Declaração de Serviços Médicos (Dmed) e no Carnê-Leão Web; e em contribuições de previdência privada declaradas na e-Financeira. O acesso será possível em todas as formas de preenchimento disponíveis: online, no portal eCAC; no computador, com o programa do IR; e em dispositivos móveis, com o app Meu Imposto de Renda. Como declarar A maioria dos contribuintes utiliza o PGD (Programa Gerador da Declaração) do Imposto de Renda 2025 para computador. Para baixar, é preciso entrar na página da Receita Federal e seguir as orientações. Além do PGD para computador, o contribuinte também pode fazer a declaração por meio do aplicativo e de forma online, pelo MIR (Meu Imposto de Renda), para computadores e dispositivos móveis (smartphones e tabletes). É obrigado a declarar todo brasileiro que recebeu mais de R$ 33.888 no ano passado (veja abaixo). Quem está obrigado a fazer a entrega da declaração e perder o prazo poderá pagar multa de R$ 165,74 a 20% do imposto devido. O Fisco espera receber 46,2 milhões de documentos neste ano, 6% a mais em relação ao número de entregas em 2024. Arte do Imposto de Renda 2025 – Arte/R7 Fonte: R7 Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

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O que se sabe sobre a ‘nave-mãe’ militar da China capaz de lançar 100 drones kamikazes

A China está preparando o lançamento de uma nova aeronave não tripulada de alta altitude, capaz de lançar até 100 drones kamikazes simultaneamente. O Jiu Tian, que significa “céu alto”, é uma espécie de ‘porta-drone’ militar e será capaz de lançar enxames de drones em larga escala em pleno voo, provavelmente surpreendendo as defesas inimigas devido ao seu volume e imprevisibilidade. A ‘nave-mãe’ também pode transportar mísseis ar-ar de cruzeiro e médio alcance, como o PL-12E. Sua capacidade de operar em grandes altitudes lhe confere uma vantagem contra a detecção por radar e muitos sistemas de defesa aérea terrestres. Isso coloca o Jiu Tian em uma nova classe de plataformas de armas aéreas de alta capacidade de sobrevivência. Segundo a mídia chinesa, a nave-mãe é capaz de realizar tarefas de inteligência, vigilância e reconhecimento, bem como guerra eletrônica. O aparelho possui envergadura de 25 metros, autonomia de voo de 12 horas e alcance de 7.000 quilômetros. Tem peso de decolagem de 16 toneladas e pode transportar até seis toneladas de carga útil, incluindo equipamentos de vigilância, munições ou veículos aéreos não tripulados. O Jiu Tian deve fazer seu voo inaugural em junho, segundo a mídia estatal chinesa. Evolução da frota chinesa A China desenvolveu rapidamente uma frota de drones capaz de realizar operações estratégicas e de longo alcance. Anteriormente, o país já havia implantado modelos como os drones WZ-7 e TB-001 Scorpion em territórios disputados no Mar da China Meridional e perto de Taiwan. O Jiu Tian sucede o teste anterior da China com o TP1000, o primeiro drone de carga não tripulado capaz de transportar mais de uma tonelada de mercadorias. Essa evolução reflete a ambição de Pequim de rivalizar com o domínio dos EUA na guerra não tripulada, particularmente contra aparelhos como o RQ-4 Global Hawk e o MQ-9 Reaper. No entanto, ao contrário de seus equivalentes americanos, a capacidade do Jiu Tian de lançar em enxames o diferencia. Nem o Global Hawk nem o Reaper têm capacidade para lançar centenas de drones simultaneamente. À medida que a guerra por drones continua a remodelar a estratégia militar moderna, desde ataques de drones da Ucrânia contra blindados russos até ataques de longo alcance no interior do território inimigo, o lançamento do Jiu Tian destaca a intenção da China de estar na vanguarda da guerra aérea.   Fonte: R7 Foto de capa: Reprodução/X/XH_Lee23

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Ex-comandante da Aeronáutica depõe no STF em ação que julga Bolsonaro por tentativa de golpe

O ex-comandante da FAB (Força Aérea Brasileira) tenente-brigadeiro Carlos de Almeida Baptista Júnior depõe nesta quarta-feira (21) às 11h30 no STF (Supremo Tribunal Federal). O militar, que chefiou a instituição durante o governo de Jair Bolsonaro (PL), será ouvido como testemunha na ação que julga o chamado núcleo 1 de réus por tentativa de golpe de Estado — grupo que inclui o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O depoimento será por videoconferência, conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso. Baptista Júnior é testemunha de acusação, indicado pela PGR (procuradoria-Geral da República), e de defesa — apontado pelos advogados de Bolsonaro, do ex-comandante da Marinha Almir Garnier e do ex-ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira, que também integram o núcleo 1 e são réus. O militar, segundo as investigações, teria dito que Bolsonaro apresentou a ele e aos comandantes das Forças soluções para reverter a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva depois das eleições. Essa etapa marca o início da instrução processual, quando há produção de provas para a acusação e a defesa. Também fazem parte do núcleo 1 sete integrantes do governo de Bolsonaro (veja a lista completa abaixo). As testemunhas foram indicadas pela PGR (Procuradoria-Geral da República) e pelas defesas dos oito réus do núcleo 1. Ao todo, foram indicadas 82 testemunhas. Réus do núcleo 1 Jair Messias Bolsonaro – ex-presidente da República; Alexandre Ramagem – ex-diretor-geral da Abin e atual deputado federal; Almir Garnier – almirante e ex-comandante da Marinha; Anderson Torres – ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do DF; Augusto Heleno – general da reserva e ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI); Mauro Cid – tenente-coronel e ex-ajudante de ordens de Bolsonaro; Paulo Sérgio Nogueira – general e ex-ministro da Defesa; Walter Braga Netto – general da reserva, ex-ministro da Casa Civil e da Defesa, e vice de Bolsonaro nas eleições de 2022. Além dos integrantes do núcleo 1, o STF já aceitou as denúncias da PGR e tornou réus os envolvidos nos outros três núcleos do esquema. Réus do núcleo 2 Fernando de Sousa Oliveira – delegado da Polícia Federal, ex-secretário-adjunto de Segurança Pública do DF; Filipe Martins – ex-assessor de Assuntos Internacionais da Presidência; Marcelo Câmara – coronel da reserva do Exército e ex-assessor da Presidência; Marília Ferreira de Alencar – delegada da PF, ex-diretora de planejamento da Secretaria de Segurança Pública do DF; Mário Fernandes – general da reserva, ex-secretário-executivo da Secretaria-Geral da Presidência; Silvinei Vasques – ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Réus do núcleo 3 Bernardo Romão Correa Netto (coronel do Exército, preso na operação Tempus Veritatis); Estevam Theophilo (general da reserva e ex-chefe do Comando de Operações Terrestres); Fabrício Moreira de Bastos (coronel); Hélio Ferreira Lima (tenente-coronel); Márcio Nunes de Resende Júnior (coronel); Rafael Martins de Oliveira (tenente-coronel, ligado ao grupo “kids pretos”); Rodrigo Bezerra de Azevedo (tenente-coronel); Ronald Ferreira de Araújo Júnior (tenente-coronel, citado em discussões sobre minuta golpista); Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros (tenente-coronel); Wladimir Matos Soares (agente da Polícia Federal). Réus do núcleo 4 Ailton Gonçalves Moraes Barros (major da reserva do Exército); Ângelo Martins Denicoli (major da reserva); Giancarlo Gomes Rodrigues (subtenente); Guilherme Marques de Almeida (tenente-coronel); Reginaldo Vieira de Abreu (coronel), Marcelo Araújo Bormevet (policial federal); Carlos Cesar Moretzsohn Rocha (presidente do Instituto Voto Legal).   Fonte: R7 Foto: Sgt. Bianca/Força Aérea Brasileira

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