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Campanha de Multivacinação: veja como atualizar a caderneta de crianças e adolescentes

Mobilização segue até 1º de setembro nos 645 municípios paulistas; Dia D será realizado neste sábado (22) Pais e responsáveis têm até 1º de setembro para atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. A campanha de multivacinação promovida pela Secretaria de Estado da Saúde ocorre nos 645 municípios. Neste sábado (22), será realizada a mobilização do Dia D da Multivacinação. As Unidades Básicas de Saúde (UBSs) estarão abertas das 8h às 17h para atender quem precisa conferir ou completar a vacinação. A orientação é levar a caderneta à unidade de saúde. A equipe confere as doses aplicadas e indica quais vacinas devem ser tomadas, de acordo com a idade e o histórico vacinal. Mesmo quando há atraso, em geral não é necessário reiniciar um esquema vacinal: as doses já aplicadas são consideradas e o profissional orienta como completar a vacinação. Durante a campanha, estão disponíveis as 20 vacinas previstas pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) para essa faixa etária. A lista inclui imunizantes contra poliomielite, sarampo, caxumba, rubéola, febre amarela, hepatites, meningites, pneumonia e HPV, além da BCG. A caderneta também deve ser conferida em relação à poliomielite. O esquema prevê doses aos 2, 4 e 6 meses, além de reforços aos 15 meses e aos 4 anos. O Brasil não registra casos da doença desde 1989 e recebeu, em 1994, a certificação internacional de eliminação da poliomielite. Já a Capital, São Bernardo do Campo e Guarulhos estão com vacinação indiscriminada contra o sarampo, para a população com idade entre 6 meses e 59 anos até o dia 1/9. O Estado registrou 23 casos da doença em 2026 e ressalta a importância da atualização da vacina. Perdeu a caderneta? Quem não encontrar a caderneta deve procurar uma unidade de saúde mesmo assim. A equipe pode verificar os registros disponíveis nos sistemas de informação e orientar sobre a necessidade de vacinação. A recomendação é que pais e responsáveis aproveitem o Dia D ou procurem uma unidade de saúde ao longo da campanha para conferir a situação vacinal dos menores de 15 anos. Vacina 100 Dúvidas Para ampliar o acesso à informação sobre vacinação, o Governo de São Paulo mantém o portal Vacina 100 Dúvidas, que reúne respostas para as principais perguntas sobre vacinas. A ferramenta aborda temas como efeitos colaterais, eficácia, doenças imunopreveníveis e os riscos da não vacinação. O conteúdo está disponível em www.vacina100duvidas.sp.gov.br.   Foto: Divulgação/Governo de SP

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Temperatura na cidade de São Paulo aumenta mais do que a média global

Fenômeno que está relacionado à substituição da vegetação por materiais como asfalto, concreto e alvenaria agrava o aquecimento, aponta pesquisador da USP em evento promovido por FAPESP e NWO As temperaturas mínima e máxima do ar na cidade de São Paulo têm aumentado muito acima da média mundial nos últimos 125 anos. Enquanto a temperatura média global subiu aproximadamente 1,2 °C desde 1900, e a da superfície terrestre, 2 °C – segundo dados do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) –, na capital paulista a máxima diária, que ocorre em torno das 13h, cresceu 2,4 °C, acentuando-se principalmente a partir de 1950. Já a temperatura mínima diária, registrada tipicamente às 6h, teve um incremento de 2,8 °C desde o início do século 20. As observações foram feitas por Humberto Ribeiro da Rocha, professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP), em palestra apresentada no encontro “Eventos extremos de calor e água: Mitigando os efeitos adversos das mudanças climáticas na saúde das cidades”, promovido pela Fapesp e pela Organização Neerlandesa para Pesquisa Científica (NWO, na sigla em inglês) em 7 de maio, no auditório da Fundação. Por meio de estudos conduzidos no âmbito do Centro para Segurança Hídrica e Alimentar em Zonas Críticas – um Centro de Ciência para o Desenvolvimento (CCD) apoiado pela FAPESP –, Rocha e os pesquisadores Miguel de Carvalho Diaféria, Rodrigo Lustosa, Ana Nogueira Campelo e Denise Duarte têm constatado que as disparidades da temperatura na cidade de São Paulo em relação à média global estão relacionadas à ilha de calor urbana. O fenômeno ocorre em áreas urbanizadas que apresentam temperaturas significativamente mais altas devido à substituição da cobertura de vegetação por materiais de construção, como asfalto, concreto e alvenaria. Em um novo estudo, os pesquisadores vinculados ao centro analisaram as relações entre a ilha de calor urbana e a cobertura de vegetação em 70 cidades do Estado de São Paulo utilizando dados de temperatura da superfície terrestre referentes ao período de 2013 a 2025, obtidos por meio de satélites do programa Landsat, da agência espacial norte-americana (Nasa). Os resultados das análises apontaram que, no verão, a temperatura de superfície nas áreas urbanizadas mais críticas da Grande São Paulo atinge até 60 °C, marca típica de grandes galpões industriais. Por outro lado, nas áreas mais frias, com maior cobertura vegetal e corpos d’água, a temperatura chega, no máximo, a 25 °C. Outras constatações feitas por meio do trabalho, em vias de publicação, foram que a temperatura nas áreas urbanizadas mais quentes da região foi, na média, entre 7 °C e 12 °C superior à das áreas frias durante o verão. “Ao olhar a distribuição das ilhas de calor ao longo do Estado de São Paulo, notamos que há uma grande concentração na região nordeste, onde também há o cultivo em larga escala de cana-de-açúcar e, pontualmente, em algumas cidades, como as da Região Metropolitana de São Paulo, onde as áreas mais quentes são as com maior densidade populacional. Mas o fenômeno não se restringiu às grandes cidades: as pequenas também apresentam ilhas de calor de forma consolidada”, ponderou Rocha. Efeitos das ondas de calor Por meio de um novo projeto realizado com suporte do CCD e do projeto municipal “Sampa Adapta”, conduzido pela Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo, os pesquisadores começaram a medir a temperatura do ar na Região Metropolitana de São Paulo com o objetivo de identificar o efeito das ondas de calor em escala regional e local, no nível das ruas e residências. Para isso, analisaram dados obtidos por 25 estações meteorológicas no nível da rua e no interior de residências e escolas, além de dezenas de outras mantidas pelo Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE), operado pela Defesa Civil do Estado de São Paulo. Os resultados das análises revelaram que, nos últimos 15 anos, durante as ondas de calor, têm sido registradas em vários locais da Região Metropolitana tardes muito quentes, com temperaturas variando entre 30 °C e 34 °C. Já à noite, a temperatura do ar por volta das 22h atinge 28 °C. “Esse dado é muito crítico, porque é nesse horário que a maioria das pessoas vai dormir”, disse Rocha. Nessas condições, a sensação térmica no interior das casas foi ainda mais exacerbada em razão de uma sucessão de noites com temperatura em torno de 30 °C. “Várias edificações não tinham isolamento térmico suficiente contra o calor externo e, à noite, se comportaram como pequenos fornos aquecidos que retiveram o calor”, comparou Rocha. A iniciativa Sampa Adapta integra gestão pública, ciência e participação social para fortalecer e aprimorar as políticas públicas voltadas ao enfrentamento dos efeitos do calor extremo na cidade de São Paulo. Os pesquisadores do IAG-USP são responsáveis pela instalação técnica e análise dos dados obtidos por sensores para estimar a temperatura do ar no nível da rua, tanto em ambientes internos quanto externos. Soluções baseadas na natureza A implementação de soluções baseadas na natureza (SbN) pode contribuir para o resfriamento do ar em escala local, apontou o pesquisador. Por meio da análise de dados obtidos por estações meteorológicas, os pesquisadores do CCD avaliaram a relação entre a temperatura média do ar no nível da rua na Grande São Paulo e as condições de sombreamento de vegetação em experimentos urbanos. Os resultados corroboraram a eficiência da cobertura vegetal em promover o “efeito oásis”, que proporcionou um resfriamento local pronunciado, de até 7 °C, em relação às ruas urbanizadas. “Temos vários indícios de que a revegetação urbana na Região Metropolitana e, de forma geral, no Estado de São Paulo é não só uma oportunidade potencial, mas também viável para o resfriamento urbano nos eventos extremos”, afirmou. Parceria com os Países Baixos O evento selou o compromisso de mais de uma década de cooperação entre a FAPESP e a NWO. O presidente da FAPESP, Marco Antonio Zago, destacou que os Países Baixos estão entre os dez principais colaboradores científicos de São Paulo. “Uma das características dessa cooperação é que ela

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Estado de SP confirma mais duas mortes por febre amarela

Vítimas eram dos homens, acima de 50 anos, não vacinados O Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado de São Paulo (CVE-SP) confirmou ontem (14) dois novos casos de febre amarela no estado, que evoluíram para óbito. Com isso, o estado de São Paulo já soma nove casos da doença em 2026, com cinco mortes. Nenhuma dessas pessoas havia se vacinado contra a doença. Os dois novos casos foram registrados na cidade de Lagoinha, na região do Vale do Paraíba, e se referem a dois homens de 64 anos e 54 anos. Em razão desse cenário, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo intensificou o alerta para a vacinação contra a doença. A imunização é recomendada para toda a população e está disponível gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de todo o estado. Segundo a secretaria, a orientação é para que todas as pessoas que ainda não se vacinaram contra a doença procurem a unidade de saúde mais próxima para atualizar a caderneta, principalmente antes de viagens para áreas rurais, de mata ou regiões com circulação do vírus. A vacina é gratuita e deve ser aplicada pelo menos 10 dias antes da exposição ao risco. Saiba quem deve tomar a vacina contra a febre amarela: Crianças: uma dose aos 9 meses de idade e um reforço aos 4 anos; Pessoas que receberam apenas uma dose antes dos 5 anos devem tomar uma dose de reforço; Pessoas de 5 a 59 anos que ainda não foram vacinadas devem receber uma dose única; Pessoas vacinadas com dose fracionada em 2018, durante campanhas emergenciais, devem verificar a necessidade de atualização da caderneta. Febre amarela A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda que é causada por um vírus. Esse vírus é transmitido pela picada de um mosquito silvestre, que vive em zona de mata, e não há transmissão direta de pessoa para pessoa. Um indicador da presença desses mosquitos transmissores se dá com a morte de macacos, que também sofrem com altos índices de mortalidade quando contaminados. Por isso, o avistamento de macacos mortos deve ser informado às equipes de saúde do município. Os sintomas iniciais da febre amarela são febre, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores no corpo, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza. A doença pode ser prevenida por meio de vacina, que está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).   Fonte: Agência Brasil

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Casas começam a ser demolidas após explosão em São Paulo

Até o fim da tarde desta quinta 112 imóveis tinham sido vistoriados A Defesa Civil do estado de São Paulo deu início ao processo de demolição de cinco imóveis interditados definitivamente em decorrência da explosão no bairro do Jaguaré, na capital paulista. Uma obra da Sabesp atingiu a tubulação de gás da Comgás, na segunda-feira (11). A explosão deixou dois mortos, dois feridos e 27 casas interditadas. “As demolições foram iniciadas a pedido das equipes da Polícia Técnico Científica, que precisam escavar o local em busca de evidências periciais para compor o laudo da explosão”, informou o governo do estado, em nota. Até o fim da tarde desta quinta-feira (14), 112 residências tinham sido vistoriadas, das quais 27 foram interditadas e 85 liberadas para retorno dos moradores. Reparação De acordo com as concessionárias Sabesp e Comgás, 232 pessoas foram cadastradas e receberam o auxílio emergencial para despesas imediatas, no valor de R$ 5 mil. Algumas famílias também estão sendo acolhidas em hotéis. As empresas afirmaram que vão ressarcir todos os demais danos sofridos pelos moradores. As equipes da Sabesp e Comgás iniciaram a reforma das unidades atingidas no bairro que já foram vistoriadas pela Defesa Civil. Nesta quinta (14), a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) mapeou 80 imóveis na região, com objetivo de realocar as famílias que perderam suas casas em novas moradias. Cinquenta famílias já foram cadastradas e estão sendo atendidas. Segundo o governo estadual, as pessoas que perderam suas casas poderão optar por alternativas como a transferência imediata para apartamentos mobiliados da CDHU, aquisição de imóvel via carta de crédito e o auxílio aluguel. “Todas as despesas com novas moradias e reconstrução dos danos causados pelo acidente serão integralmente ressarcidas pela Sabesp e Comgás”, reiterou o governo. Arsesp A Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) oficializou as concessionárias Sabesp e Comgás para a apresentação dos primeiros esclarecimentos sobre a explosão no Jaguaré, na capital paulista. As empresas deverão encaminhar as informações solicitadas pela Agência até esta sexta-feira (15). A medida faz parte do processo fiscalizatório instaurado pela Arsesp para apurar as causas da explosão. A documentação encaminhada pelas concessionárias será analisada pela Agência e poderá subsidiar a adoção das medidas cabíveis previstas nos respectivos contratos.   Fonte: Agência Brasil Foto: TV Brasil

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Explosão no Jaguaré mobiliza governo de SP; famílias terão indenização e apoio habitacional

Estado cria gerência emergencial para coordenar ações na zona oeste da capital, enquanto concessionárias prometem ressarcimento aos moradores atingidos Após a explosão registrada no bairro do Jaguaré, na zona oeste da capital paulista, o Governo de São Paulo intensificou as ações de atendimento às famílias afetadas e anunciou medidas emergenciais de assistência, habitação e fiscalização. O trabalho é realizado em conjunto com as concessionárias Sabesp e Comgás, além de órgãos estaduais como Defesa Civil, CDHU, Arsesp e Fundo Social de São Paulo. Nesta quarta-feira (13), o governador Tarcísio de Freitas visitou a região e afirmou que os moradores prejudicados serão indenizados pelas concessionárias pelos danos materiais causados pela explosão. Segundo ele, o Estado também oferecerá suporte habitacional às famílias atingidas. Como parte da resposta emergencial, o governo criou a chamada Gerência de Apoio do Jaguaré, estrutura que ficará responsável por coordenar as ações de acolhimento, recuperação da área e articulação entre os órgãos públicos envolvidos. A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (14). A coordenação ficará sob responsabilidade do coronel da Polícia Militar Elço Moreira da Silva Júnior. Entre as atribuições da nova gerência estão o levantamento das necessidades das famílias afetadas, a interlocução com instituições públicas e privadas e o acompanhamento das medidas de reconstrução da região atingida. Além das ações de assistência social, o governo estadual disponibilizará uma carreta do Poupatempo no bairro a partir desta quarta-feira (13). A unidade móvel oferecerá serviços emergenciais, incluindo emissão gratuita da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), atestado de antecedentes criminais e apoio aos serviços digitais da plataforma. Na área habitacional, famílias que perderam suas casas poderão optar por alternativas oferecidas pela CDHU, como transferência para apartamentos mobiliados, carta de crédito para aquisição de imóveis ou auxílio-aluguel. Segundo o governo, os custos dessas medidas serão arcados pela Sabesp e pela Comgás. As equipes técnicas seguem realizando vistorias nos imóveis da região. Até a noite de quarta-feira, 112 imóveis haviam sido avaliados. Desses, 86 foram liberados para retorno dos moradores, enquanto 27 permanecem interditados por apresentarem danos estruturais mais graves. Uma nova avaliação técnica está prevista para esta quinta-feira (14). O atendimento às vítimas também inclui distribuição de ajuda humanitária. De acordo com as concessionárias, 232 pessoas já receberam auxílio emergencial, ampliado para R$ 5 mil. Famílias desabrigadas estão sendo acomodadas em hotéis e recebem acompanhamento social. O Fundo Social de São Paulo informou ainda a entrega de cestas básicas, kits de higiene, água, roupas, colchões, brinquedos e ração para animais domésticos. Paralelamente, a Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo instaurou procedimento fiscalizatório para apurar as causas da explosão. Sabesp e Comgás foram notificadas e deverão apresentar esclarecimentos à agência reguladora até esta quinta-feira (14).   Foto: João Valério/Governo Estado SP

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Explosão em SP: 86 imóveis são liberados para retorno das famílias

De acordo com a Defesa Civil, 5 moradias foram totalmente interditadas Dos 105 imóveis vistoriados no bairro do Jaguaré, na capital paulista, 86 foram liberados para o retorno das famílias. Cinco imóveis foram completamente interditados e outros 14 tiveram interdição cautelar. O balanço inclui as vistorias realizadas até o fim da noite desta terça-feira (12) pelos os técnicos da Defesa Civil e do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), após a explosão que atingiu parte da tubulação de gás da Comgás. Sabesp e Comgás acompanharam as visitas para as avaliações de danos e ressarcimento das famílias a eventuais prejuízos. O trabalho integrado para a vistoria e avaliação de imóveis nas demais ruas afetadas pela explosão recomeça na manhã desta quarta-feira (13). As casas vistoriadas foram catalogadas em quatro níveis, de acordo com o risco: no Verde, o imóvel está liberado e as famílias podem retornar imediatamente, que foi o caso das 86 residências liberadas. O Amarelo significa que as famílias podem retirar seus pertences; no Laranja, terão que ser acompanhados pela Defesa Civil para fazer a retirada de roupas e pertences (14 residências), e no Vermelho, a residência ficará totalmente interditada em função do alto risco de desabamento (5 residências). Histórico Residências da Comunidade Nossa Senhora das Virtudes II, no bairro do Jaguaré, zona oeste de São Paulo, foram atingidas por uma explosão por volta das 16h de segunda-feira (11). Moradores relataram ter sentido forte cheiro de gás em suas casas cerca de três horas antes da explosão, que matou um homem de 49 anos e levou à interdição inicial de 46 casas. Outras três pessoas ficaram feridas. Desde o acidente, equipes da Defesa Civil de São Paulo e das concessionárias realizam vistorias. De acordo com a Sabesp e Comgás, até a tarde de ontem), 194 pessoas tinham sido cadastradas para receber auxílio emergencial imediato, ampliado para R$ 5 mil. As famílias também estão sendo acolhidas em hotéis. De acordo com informações da Secretaria de Estado da Saúde, das três pessoas feridas na explosão, uma recebeu atendimento no Hospital Universitário da USP. A segunda vítima segue no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP em quadro estável. O terceiro paciente está em estado grave no Hospital Regional de Osasco.   Fonte: Agência Brasil Foto: TV Brasil

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Explosão em SP: famílias seguem fora de casa e investigações continuam

O Governo de São Paulo e as concessionárias Sabesp e Comgás informaram que seguem na manhã desta terça-feira (12) atendendo famílias atingidas pela explosão ocorrida na tarde de segunda-feira (11), na região do Jaguaré, zona oeste da capital. Um homem morreu e outras três pessoas ficaram feridas. Equipes da Defesa Civil, técnicos da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) e do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) atuam no local para avaliar os imóveis danificados e continuar as investigações. As causas do acidente são investigadas pela perícia feita pelo Instituto de Criminalística com apoio técnico do IPT, em parceria com as concessionárias. Defesa Civil De acordo com a Defesa Civil do Estado de São Paulo, 160 pessoas foram afetadas, sendo que 61 desabrigados pernoitaram em um hotel pago pelas concessionárias. Assistentes sociais estão nesta manhã no local para cadastrar novas vítimas que tiveram danos em seus imóveis. Durante a noite de segunda-feira, a Defesa Civil liberou um prédio onde vivem 300 famílias e que sofreu danos superficiais, sem comprometimento da estrutura. Na manhã desta terça, equipes iniciaram uma análise detalhada dos imóveis afetados para eventuais liberações aos familiares. Participam do trabalho 15 técnicos Polícia Técnico Científico, Polícia Civil, IPT e Defesa Civil. A vistoria nas casas inclui uma classificação de cores para as moradias, de acordo com as condições de cada uma: Verde: famílias podem retornar Amarelo: podem retirar os pertences com cuidados Laranja: podem retirar com acompanhamento Vermelho: totalmente interditado Concessionárias As concessionárias Sabesp e Comgás trabalham juntas para esclarecer os fatos e acolher e indenizar as famílias. A ação é acompanhada de perto pela Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp), órgão do Governo de São Paulo. De acordo com as empresas, até a manhã de terça-feira, foram cadastradas 159 famílias afetadas pela explosão. Elas receberam das concessionárias uma quantia de R$ 2 mil, enviadas por Pix, para despesas imediatas. As equipes de assistência seguem de prontidão no local para eventuais novos atendimentos. As famílias que foram ou estão sendo abrigadas em hotéis pelas concessionárias ficarão hospedadas o tempo necessário para garantir a segurança de todos. As equipes de engenharia já estão na região para suporte nas investigações e análises técnicas. Os danos dos imóveis são analisados para ressarcimento dos prejuízos. Saúde A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo informa que, das três pessoas feridas na explosão, uma deve receber alta médica ainda nesta terça. Ele está no Hospital Universitário da USP. A segunda vítima segue no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP em quadro estável. O terceiro paciente está em estado grave no Hospital Regional de Osasco. O paciente está entubado, em leito de UTI. Segurança Na segunda, logo após o acidente, foram mobilizadas, imediatamente, 15 viaturas com equipes do Corpo de Bombeiros, seis da Defesa Civil e diversas equipes da Polícia Militar para atuar nas ações de resgate e salvamento.

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Operação integrada contra tráfico interestadual concentra ações na capital paulista e em Campinas

Ação conjunta das polícias do Paraná, Santa Catarina e São Paulo, com apoio do Ministério Público, já resultou em 26 prisões, apreensão de armas e drogas, além de bloqueio de bens ligados a investigados por ligação com facção criminosa A Operação Hydra, deflagrada nas primeiras horas desta quinta-feira (7), mobiliza forças de segurança dos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo no combate ao tráfico interestadual de drogas e ao crime organizado. A ação integrada reúne equipes da Polícia Militar do Paraná (PMPR), Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC), Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP) e Ministério Público do Paraná (MPPR), com cumprimento de 34 mandados de prisão preventiva e 34 mandados de busca e apreensão, além de bloqueios de bens e contas bancárias ligadas aos investigados. Em São Paulo, a operação conta com atuação de equipes do 1º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (BAEP) e da (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) ROTA, com ações concentradas na capital e em Campinas. Na comunidade Vila dos Pescadores, em Campinas, policiais prenderam dois indivíduos — sendo um deles alvo da investigação — e apreenderam duas pistolas calibre 9mm, drogas, objetos relacionados ao tráfico e uma estufa utilizada para cultivo de entorpecentes. De acordo com informações da PM, as investigações apontam que a organização criminosa atuava no transporte e distribuição de drogas entre estados das regiões Sul e Sudeste, com integrantes ligados à uma facção criminosa de Santa Catarina. Até o momento, a operação contabiliza 26 presos, apreensão de armas, drogas, veículos, dinheiro em espécie e bloqueios patrimoniais. Durante as investigações, as forças de segurança já haviam apreendido mais de 1,3 tonelada de entorpecentes, causando prejuízo estimado em R$ 16,2 milhões ao crime organizado.   Foto: Divulgação/PM

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Governo de SP pede rigor contra Enel após sucessivas falhas no fornecimento de energia

Estado critica falhas recorrentes no fornecimento de energia e alerta para prejuízos à população atendida pela concessionária O Governo do Estado de São Paulo manifestou preocupação com as recorrentes interrupções no fornecimento de energia elétrica realizadas pela Enel São Paulo e alertou para os prejuízos causados à população atendida pela concessionária, que opera em 24 municípios paulistas. Segundo o governo estadual, as falhas evidenciam problemas técnicos, operacionais e de gestão, além da ineficiência do atual modelo federal de fiscalização da qualidade do serviço. De acordo com o posicionamento oficial divulgado nesta segunda-feira (15), causa apreensão a possibilidade de o Governo Federal prorrogar por mais 30 anos a concessão da Enel São Paulo. Para a gestão estadual, a medida desconsideraria as necessidades dos consumidores, que há anos relatam insatisfação com a prestação do serviço. Os impactos das falhas no fornecimento de energia têm sido significativos. Em 2023 e 2024, milhões de paulistas ficaram sem luz por períodos de até seis e sete dias consecutivos, afetando residências, comércios, hospitais, escolas e serviços públicos. No episódio mais recente, iniciado em 9 de dezembro, mais de 2,2 milhões de consumidores foram atingidos. Passados mais de cinco dias, o abastecimento ainda não havia sido totalmente normalizado, segundo o governo, sem comunicação eficiente ou plano de contingência adequado por parte da concessionária. Dados apresentados pelo Estado apontam que, entre 2024 e 2025, a Enel registrou a maior média mensal de reclamações na Ouvidoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) entre as concessionárias paulistas. Além disso, seis dos sete Planos de Resultados avaliados entre 2020 e 2023 foram reprovados, e multas que ultrapassam R$ 400 milhões foram aplicadas à empresa nos últimos sete anos, sem que houvesse melhora efetiva na qualidade do serviço. O Governo de São Paulo afirma que tem atuado de forma contínua por meio da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp), com fiscalização permanente, aplicação de penalidades dentro de sua competência e envio de relatórios técnicos à Aneel. Esses documentos, segundo o Estado, apontam a degradação da rede de distribuição, insuficiência de investimentos e falhas na execução de vistorias, incluindo registros fotográficos que demonstram a precarização do sistema em diferentes regiões. O governo estadual destaca ainda que a Lei Federal nº 8.987/1995 estabelece que toda concessão de serviço público deve garantir regularidade, continuidade e eficiência no atendimento aos usuários — condições que, na avaliação do Estado, não estão sendo cumpridas pela Enel São Paulo. Diante desse cenário, o Governo de São Paulo defende que o Governo Federal, por meio do Ministério de Minas e Energia e da Aneel, atue com rigor e avalie a possibilidade de intervenção na concessão, conforme previsto na Lei Federal nº 12.767/2012, para assegurar a prestação adequada do serviço. Em nota, o Estado reforça que a energia elétrica é essencial para a vida cotidiana e para a atividade econômica e afirma que os interesses dos consumidores paulistas devem ser prioridade. Segundo o governo, São Paulo exige respeito na prestação de um serviço considerado fundamental.   Foto: Governo de SP

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Cidades de SP podem enfrentar nível crítico de umidade do ar até terça (22), alerta Defesa Civil

Sem previsão de chuva próxima, a umidade relativa do ar poderá atingir nível crítico em diversas cidades do estado de São Paulo. Essa condição está prevista até a próxima terça-feira (22), alertou a Defesa Civil estadual. Com exceção da região litorânea, boa parte do estado deverá apresentar umidade do ar abaixo de 30%. Nas regiões noroeste e centro-oeste paulista, os níveis podem ficar abaixo dos 20%, índice considerado crítico pela Organização Mundial da Saúde (OMS). No último sábado (19), por exemplo, a cidade de Tupã registou a menor umidade relativa do ar (15%) no estado, seguida por Presidente Prudente (18%) e Marília (20%). Outras cidades como Rancharia e Rosana (22%), Ariranha e Pradópolis (24%) e Piracicaba, Dracena e Ituverava (25%) também apresentaram índices preocupantes. Segundo a Defesa Civil, com o avanço do período de estiagem, é importante que a população beba bastante água, mesmo sem sentir sede, e que umidifique os ambientes com bacias de água ou toalhas molhadas. Também é importante evitar fazer exercícios físicos entre as 11h e 16h e usar soro fisiológico nos olhos e narinas.   Fonte: Agência Brasil

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