Pular para o conteúdo principal

Portal Veloz

Últimas Notícias

Enchente devastadora atinge Nepal, deixa mortos e centenas de desaparecidos

Prefeitura de Limeira transmite audiência do orçamento 2027 pela internet; veja como acompanhar

Atleta de Americana, Priscila Ferraz é convocada para a Seleção Brasileira Master de Handebol

PF investiga corrupção e violação de sigilo funcional em operação no DF e em SP

Criação de programa para incentivar autorregularização de débitos de ISS é aprovado em Americana

Agosto Lilás é marcado pelos 20 anos da Lei Maria da Penha

Tag: politica

Congresso ouve Virginia Fonseca nesta semana e pode discutir fim da reeleição presidencial

Com os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), fora do Brasil durante a maior parte da semana, a agenda do Congresso Nacional para os próximos dias não prevê votações de temas importantes, mas algumas comissões devem ser o centro das atenções. No Senado, a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que investiga situações ligadas a apostas esportivas deve interrogar a influenciadora Virginia Fonseca, na terça-feira (13). A expectativa é que ela seja questionada pela promoção de plataformas de bets. Conforme apurou o R7, advogados da empresária confirmaram a ida dela à comissão, mas ainda há a possibilidade de que ela acione o STF (Supremo Tribunal Federal) para pedir um habeas corpus que a livre de prestar depoimento. Também no Senado, a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) pode retomar a análise da proposta que coloca fim à reeleição de presidente, governadores e prefeitos na quarta-feira (14). A proposta também unifica as datas das eleições no país a nível nacional, estadual e municipal, que aconteceriam juntas a cada cinco anos. Essas mudanças previstas no projeto passariam a valer a partir de 2034. Ao longo da semana, existe a possibilidade de que a oposição oficialize o pedido de uma CPMI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar os desvios em contas de aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social). Viagens de Alcolumbre e Motta Desde a semana passada, Alcolumbre acompanha a comitiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em viagem pela Rússia e China. A previsão de retorno do grupo ao Brasil é nesta quarta-feira. Motta tem viagem prevista para Nova York, nos Estados Unidos, para participar do evento empresarial do grupo Lide, que tem início nesta terça-feira. A ausência do presidente da Câmara levou deputados a adotarem um recesso informal, chamado “recesso branco”. A medida foi atribuída ao “esforço concentrado” de deputados nos últimos dias, e prevê que não haja votações em plenário da Câmara entre 12 e 16 de maio.   Fonte: R7 Foto: Mateus Bonomi/AGIF-Agência de Fotografia/Estadão Conteúdo

Leia Mais

Líder da oposição pede investigação de ministro e irmão de Lula por esquema no INSS

O deputado federal Luciano Zucco protocolou representação criminal na Procuradoria-Geral da República contra o ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, e José Ferreira da Silva, o Frei Chico, irmão do presidente Lula e dirigente do Sindicato Nacional dos Aposentados (Sindnapi). Ambos são colocados, no documento, como suspeitos de envolvimento em um esquema que teria fraudado autorizações para descontos em benefícios do INSS, segundo a Operação Sem Desconto, da Polícia Federal. Zucco, que é líder da oposição, defende que o caso exige ação direta do Ministério Público Federal e do STF. “O governo protege aliados, mesmo que isso custe a dignidade de milhões de idosos que só contam com a aposentadoria para sobreviver”, apontou. Segundo o documento, os descontos foram autorizados com base em documentos irregulares ou inexistentes, e aplicados diretamente na folha de pagamento de aposentados e pensionistas. As operações teriam sido viabilizadas por acordos de cooperação técnica (ACTs) firmados com entidades sindicais e associativas, sem controle efetivo por parte do INSS. O relatório cita que, só em 2024, os descontos atingiram R$ 2,8 bilhões, com a Controladoria-Geral da União (CGU) estimando que mais de 90% desse valor possa ter origem ilícita. As acusações Segundo a representação, o então secretário-executivo do Ministério da Previdência, Wolney Queiroz, ignorou alertas sobre as fraudes desde março de 2023. Relatórios da CGU e do TCU apontam omissão na adoção de medidas preventivas, apesar de indícios robustos e denúncias públicas. A apuração também relaciona Frei Chico ao Sindnapi, uma das entidades que teria recebido valores fraudulentos, mesmo sem comprovação de autorização dos beneficiários. O documento pede à PGR o apensamento da nova representação à que já investiga o ex-ministro Carlos Lupi, além da abertura de procedimento criminal contra Wolney Queiroz e Frei Chico. Também solicita o afastamento do ministro do cargo e a prisão preventiva de Frei Chico, sob alegação de risco à investigação, dada sua proximidade com o presidente da República. A reportagem entrou em contato com Frei Chico através do WhatsApp do Sindnapi e com a assessoria do ministro Wolney Queiroz por meio de e-mail e aguarda resposta.   Fonte: R7 Foto: Sindnapi/Divulgação/Arquivo

Leia Mais

Oposição quer reação da Câmara após maioria no STF para manter ação contra tentativa de golpe

Lideranças de oposição na Câmara dos Deputados vão pressionar o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), a recorrer da decisão da Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) para derrubar uma resolução aprovada pelos deputados que sustava na íntegra o andamento na corte da ação penal contra tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. Nesta semana, a Câmara aprovou e promulgou a resolução sob o argumento de que o deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ) é um dos réus. A Constituição permite a suspensão de ações penais contra parlamentares. No entanto, o texto que recebeu o aval da Câmara tinha brechas para beneficiar outros réus que não são deputados, como o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O ministro relator do caso, Alexandre de Moraes, ressaltou no voto dele que a suspensão de ações contra parlamentares, prevista no artigo 53 da Constituição, não se estende a outros investigados. Ele foi acompanhado pelos ministros Cristiano Zanin, Flávio Dino e Luiz Fux. O julgamento vai até a terça-feira (13), no plenário virtual. Até a publicação desta reportagem, ainda faltava o voto da ministra Cármen Lúcia. A maioria da Primeira Turma entendeu que a suspensão da ação só vale para Ramagem, mas não para todos os crimes imputados a ele. Apenas os delitos que teriam ocorrido depois da diplomação do deputado — deterioração de patrimônio tombado e dano qualificado — devem ser revogados até o fim do mandato dele. Assim, o deputado deve responder pelos crimes de tentativa de golpe de Estado, associação criminosa armada e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito. Líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) reclama que o STF “ignora” a Câmara. “O voto de Alexandre de Moraes é um tapa na cara da democracia. 315 deputados, eleitos pelo povo, votaram pelo trancamento da ação penal. O STF simplesmente ignora. Quando um ministro humilha a Câmara, ele não ataca só o Parlamento. Ele afronta o povo brasileiro”, escreveu Sóstenes nas redes sociais. Ele prosseguiu e cobrou uma posição de Motta. “Vai defender a soberania do Parlamento ou assistir calado?”, questionou. Na avaliação de Sóstenes, propostas que limitam a atuação do STF podem ganhar celeridade na Câmara a partir de agora. O deputado pretende conversar com líderes partidários na próxima semana para tratar sobre o assunto. O líder da oposição na Câmara, deputado Luciano Zucco (PL-RS), afirmou que a Casa não vai aceitar “ser reduzida” pelo STF. “O Parlamento não aceitará ser reduzido a um espectador passivo de suas próprias atribuições. A história não absolverá o silêncio cúmplice nem a covardia diante de tamanha afronta”, afirmou. Para os ministros que votaram no julgamento, o entendimento é de que a Câmara teria extrapolado seus limites constitucionais ao aprovar a paralisação da íntegra da ação. Dino classificou que a atuação da Casa teve “indevida ingerência” sobre o Judiciário. Além disso, que apenas em regimes tiranos um poder concentra tantas prerrogativas. O ministro ainda disse que a maioria dos parlamentares não pode “dilacerar o coração do regime constitucional” para proteger aliados políticos. Especialistas avaliam Especialistas ouvidos pelo R7 afirmam que a decisão da Câmara, de fato, não deve prevalecer, mas que a situação acirra ainda mais a relação entre os Poderes. O advogado André Perecmanis, professor de direito penal na PUC (Pontifícia Universidade Católica), considera que a resolução aprovada pela Casa não tem efeito prático, pois o andamento da ação não deve ter atualizações até o fim do julgamento. Para ele, a sustação da ação, nos termos aprovados pela Câmara, é inconstitucional. “Representa uma usurpação de competência. É um ato político, mas sem amparo jurídico efetivo”, explicou. Para a advogada Vera Chemin, especialista em direito constitucional, se na decisão da Câmara for considerada apenas a interpretação literal da Constituição e a ação política, ela poderia ser considerada constitucional. Contudo, ela explica que a jurisprudência do STF prevê que só devem ser considerados os crimes que teriam sido cometidos pelo parlamentar após a diplomação. Além disso, que uma súmula da corte prevê que a imunidade não se estende a outros réus. Desse modo, para ela, a resolução da Câmara seria inconstitucional. Na avaliação de Perecmanis, a Câmara até pode recorrer da decisão ao plenário do STF, mas isso não deve surtir efeito. “O Supremo está muito fechado com isso. Vai ter o Kássio Nunes, o André Mendonça e, talvez, o Luiz Fux votando contra. Mas eles não vão conseguir maioria. O que eles querem, óbvio, é esticar essa corda, forçar essa narrativa de que o Supremo está interferindo nos poderes”, finalizou. Apesar disso, Vera acredita que o STF deveria dar respado à decisão da Câmara para mostrar um “respeito à independência entre os Poderes”, já que a ação na íntegra voltaria a tramitar após o fim do mandato de Ramagem. “Ninguém ficaria impune. Apenas daria o tempo em que a pessoa exerce o mandato”, ponderou. A especialista ainda defendeu que a ação penal deveria ter sido separada entre aqueles que possuem foro privilegiado ou não, visto que os demais réus não são parlamentares e não possuem as mesmas prerrogativas de Ramagem.   Fonte: R7 Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

Leia Mais

Lula leva pedido de cessar-fogo de 60 dias de Zelensky a Putin e se oferece para mediar

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva levou um pedido de cessar-fogo de 60 dias do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, para o presidente da Rússia, Vladimir Putin. Conforme apurado pela RECORD, a medida é uma extensão do pedido inicial de três dias já avaliado pelos presidentes das duas nações que estão em guerra desde fevereiro de 2022. Lula também se colocou à disposição para mediar, junto com a China, o fim do conflito. O pedido foi feito em reunião bilateral nesta sexta-feira (9). O encontro demorou uma hora e meia, três vezes mais do que o protocolar, seguindo um pedido do próprio governo russo, segundo apuração da reportagem. O presidente do Brasil também discutiu no encontro acordos comerciais com a Rússia e voltados para a ciência e tecnologia, por exemplo. Lula visitou o país para participar das celebrações dos 80 anos da vitória russa sobre os nazistas, na Segunda Guerra Mundial. A postura do governo brasileiro chegou a ser questionada, avaliada por alguns países como um prejuízo no papel do Brasil na mediação do conflito entre Ucrânia e Rússia. O presidente da República, contudo, disse que posição do Brasil continua a mesma: “Queremos paz”. “Independente de eu ter vindo aqui, independente de eu ir à China, independente de eu ir à Argentina, independente de eu ir a qualquer país, a nossa posição continua a mesma com aquilo que a gente pensa sobre a guerra da Ucrânia. Nós queremos paz. E discutimos ontem isso. É importante a paz para a Rússia, é importante para a Ucrânia, é importante para os Estados Unidos, é importante para a União Europeia que não vai gastar dinheiro em arma”, observou. Segundo Lula, a visita ao país russo “não muda um milímetro do que a gente pensa sobre a paz e o que nós queremos sobre a paz”. Visita a Rússia Lula chegou no país na tarde de quarta-feira (7) e participou, no dia, de uma jantar com Putin no Grande Palácio do Kremlin, residência oficial do chefe de Estado russo. Eles sentaram-se lado a lado no evento, que ocorreu às 13h de quinta, no horário de Brasília (DF). Na sexta-feira (9), o chefe do Palácio do Planalto participou das celebrações dos 80 anos da vitória do país sobre os nazistas, na Segunda Guerra Mundial. Os eventos, que incluem um desfile cívico-militar na Praça Vermelha e uma oferenda floral no Túmulo do Soldado Desconhecido, na Muralha do Kremlin, ocorrem pela manhã, no fuso local (madrugada, pelo horário de Brasília). Depois das solenidades, Putin e Lula tiveram uma reunião bilateral. Em seguida, Lula reuniu-se com o primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico. O político tinha um encontro marcado com o brasileiro em dezembro do ano passado, mas a agenda precisou ser cancelada devido à internação do presidente. Na ocasião, Lula sofreu uma queda e precisou passar por cirurgia.   Fonte: R7 Foto: Ricardo Stuckert / PR

Leia Mais

Moraes vota para condenar Zambelli e hacker por invasão ao sistema do CNJ

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes votou para condenar a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) e o hacker Walter Delgatti por invasão ao sistema do CNJ (Conselho Nacional de Justiça). Ambos respondem pelos crimes de invasão a dispositivo eletrônico e falsidade ideológica. O R7 tenta contato com as defesas, e o espaço permanece aberto. De acordo com o voto de Moraes, Zambelli deve cumprir 10 anos em regime fechado, perda de mandato e pagar multa. Já Delgatti, cumpriria 8 anos e 3 meses e multa. O julgamento ocorre de forma virtual na Primeira Turma. Mesmo com o julgamento no ambiente virtual, os membros da Turma podem pedir vista, ou seja, mais tempo para analisar o caso. Caso haja um pedido de destaque, a análise será transferida para o plenário físico. “A ré demonstrou pleno conhecimento da ilicitude de suas condutas, agindo de modo premeditado, organizado e consciente, na busca de AP 2428 / DF 95 atingir instituições basilares do Estado Democrático de Direito, em especial o Poder Judiciário, representado pelo STF e pelo CNJ”, afirmou o relator. Além disso, Moares afirma que, por ser uma deputada federal, Zambelli “utilizou-se de seu mandato e prerrogativas para, deliberadamente, atentar contra a credibilidade do Poder Judiciário” “Chama especial atenção o fato de que as invasões a dispositivos informáticos ocorreram às vésperas da eclosão de grave movimento antidemocrático em Brasília-DF (08/01/2023), evidenciando a contextualização das condutas com eventos de ataque às instituições democráticas”, ainda destaca Moraes. No voto, o ministro destacou que a denúncia demostrou que a atos de Zambelli “demonstraram desprezo e desrespeito ao ordenamento jurídico, às instituições e, consequentemente, à Democracia”. Delgatti No voto, Moraes destacou o conhecimento técnico de Delgatti e “revela consciente e deliberado ataque não apenas à honra e à liberdade pessoal da autoridade visada, mas ao próprio funcionamento das instituições democráticas, evidenciando grau de culpabilidade que muito extrapola o comum aos delitos imputados”. “As circunstâncias evidenciam, também, que os réus adotaram medidas para dificultar a descoberta dos crimes, com a utilização de intermediários para a realização de pagamentos, por meio da dissimulação de prestação de serviços lícitos”, apontou o relator. O que diz a denúncia? Segundo a denúncia, Zambelli, “de maneira livre, consciente e voluntária, comandou a invasão a sistemas institucionais utilizados pelo Poder Judiciário, mediante planejamento, arregimentação e comando de pessoa com aptidão técnica e meios necessários ao cumprimento de tal mister, com o fim de adulterar informações, sem autorização expressa ou tácita de quem de direito”. A PGR também afirma que Zambelli teria orientado o hacker a produzir um mandado de prisão falso contra o ministro Alexandre de Moraes. “Walter Delgatti, de maneira livre. Consciente e voluntária, sob o comando de Carla Zambelli, ao menos no período entre agosto de 2022 e janeiro de 2023, invadiu dispositivos informáticos utilizados pelo Poder Judiciário, com o fim de adulterar informações, sem autorização expressa ou tácita de quem de direito”, disse a PGR. Relembre A deputada e o hacker foram alvo de uma operação da PF em agosto de 2023. Na época, Zambelli negou ter contratado Delgatti para fazer trabalhos criminosos e afirmou que os pagamentos feitos a ele se referem a serviços que ela contratou para o seu site, pelo valor de R$ 3 mil. Delgatti ficou conhecido pelo episódio da “Vaza Jato”, quando invadiu telefones de autoridades envolvidas com a Operação Lava Jato e vazou conversas entre integrantes da força-tarefa. Em depoimento à PF, ele disse que Zambelli o teria contratado pelo valor de R$ 40 mil para fraudar urnas eletrônicas e inserir um mandado de prisão contra Moraes no sistema do CNJ. A deputada também admitiu à PF que mediou um encontro entre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o hacker. No entanto, a parlamentar inocentou Bolsonaro de qualquer ligação criminosa com Delgatti.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/Twitter

Leia Mais

STF começa a julgar Zambelli por invasão ao sistema do CNJ nesta sexta-feira (9)

A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) começa a julgar nesta sexta-feira (9) a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) por invasão ao sistema do CNJ (Conselho Nacional de Justiça). Além da parlamentar, o hacker Walter Delgatti também é réu no mesmo processo. Ambos respondem pelos crimes de invasão a dispositivo eletrônico e falsidade ideológica. O R7 tenta contato com as defesas, e o espaço permanece aberto. O julgamento ocorre no plenário virtual, e os ministros podem registrar seus votos no sistema até 16 de maio. O ministro Alexandre de Moraes é o relator do caso. Também votam os ministros Cármen Lúcia, Luiz Fux, Cristiano Zanin – presidente da Turma – e Flávio Dino. Mesmo com o julgamento no ambiente virtual, os membros da Turma podem pedir vista, ou seja, mais tempo para analisar o caso. Caso haja um pedido de destaque, a análise será transferida para o plenário físico. O que diz a denúncia? Para a PGR (Procuradoria-Geral da República), os réus articularam ataques contra o sistema visando colocar em dúvida a legitimidade da Justiça. Segundo a denúncia, Zambelli, “de maneira livre, consciente e voluntária, comandou a invasão a sistemas institucionais utilizados pelo Poder Judiciário, mediante planejamento, arregimentação e comando de pessoa com aptidão técnica e meios necessários ao cumprimento de tal mister, com o fim de adulterar informações, sem autorização expressa ou tácita de quem de direito”. A PGR também afirma que Zambelli teria orientado o hacker a produzir um mandado de prisão falso contra o ministro Alexandre de Moraes. “Walter Delgatti, de maneira livre. Consciente e voluntária, sob o comando de Carla Zambelli, ao menos no período entre agosto de 2022 e janeiro de 2023, invadiu dispositivos informáticos utilizados pelo Poder Judiciário, com o fim de adulterar informações, sem autorização expressa ou tácita de quem de direito”, disse a PGR. Relembre A deputada e o hacker foram alvo de uma operação da PF em agosto de 2023. Na época, Zambelli negou ter contratado Delgatti para fazer trabalhos criminosos e afirmou que os pagamentos feitos a ele se referem a serviços que ela contratou para o seu site, pelo valor de R$ 3 mil. Delgatti ficou conhecido pelo episódio da “Vaza Jato”, quando invadiu telefones de autoridades envolvidas com a Operação Lava Jato e vazou conversas entre integrantes da força-tarefa. Em depoimento à PF, ele disse que Zambelli o teria contratado pelo valor de R$ 40 mil para fraudar urnas eletrônicas e inserir um mandado de prisão contra Moraes no sistema do CNJ. A deputada também admitiu à PF que mediou um encontro entre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o hacker. No entanto, a parlamentar inocentou Bolsonaro de qualquer ligação criminosa com Delgatti.   Fonte: R7 Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

Leia Mais

Eduardo Leite troca PSDB pelo PSD de olho na eleição presidencial de 2026

A filiação do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, ao PSD será oficializada nesta sexta-feira (9), às 15h, em São Paulo. A movimentação marca o fim de uma trajetória de 24 anos no PSDB, em meio a uma crise interna que envolve perda de protagonismo, disputas regionais e negociações de fusão com o Podemos. O relacionamento de Leite com o PSDB vinha se deteriorando desde as eleições de 2022, quando tentou viabilizar sua candidatura à Presidência, mas acabou preterido em uma disputa interna com João Doria. Com o impasse, recuou e optou por tentar a reeleição no Rio Grande do Sul. Agora, ao ingressar no PSD, Leite volta a posicionar-se como um nome viável na corrida pelo Planalto em 2026. “Minha saída não é um rompimento com esses valores. Ao contrário, sigo guiado por eles”, disse Leite em nota, referindo-se aos princípios que, segundo ele, aprendeu ao longo de sua formação no PSDB. O governador acrescentou que permanece comprometido com a construção de um país “mais justo, mais eficiente, mais equilibrado e mais comprometido com o futuro”. Obstáculos dentro do PSD Apesar da tentativa de reconstrução política, Leite encontrará obstáculos no próprio PSD. O governador do Paraná, Ratinho Júnior, aliado do presidente do partido, Gilberto Kassab, já se articula como pré-candidato à Presidência e tem ampliado presença em eventos nacionais. A filiação ocorre em um momento de reposicionamento do PSD no cenário político. A legenda tem ampliado sua bancada no Congresso, busca nomes competitivos em diversos estados e tenta ocupar o vácuo deixado por partidos tradicionais do centro. A entrada de Eduardo Leite fortalece esse movimento, ao mesmo tempo em que evidencia o redesenho de forças políticas no país.   Fonte: R7 Foto: Secom RS/Mauricio Tonetto

Leia Mais

Senado resiste a proposta de aumentar deputados, e definição depende de Alcolumbre

A proposta para aumentar o número de deputados federais de 513 para 531 tem sido criticada por senadores e pode enfrentar dificuldades quando for avaliada na Casa. Os próximos passos dependem do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que acompanha a comitiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em viagem à Rússia e à China. O futuro da proposta na Casa será decidido quando ele retornar da viagem. O projeto para criar os novos cargos foi construído na Câmara para atender a uma demanda do STF (Supremo Tribunal Federal) ligada às mudanças demográficas do último Censo, de 2022, que mostrou falta de representatividade em alguns estados. A definição inicial seria de um rearranjo de cadeiras — com alguns estados perdendo deputados, e outros ganhando. Mas para não prejudicar nenhuma unidade da Federação, os deputados propuseram o crescimento do número de parlamentares. A proposta foi aprovada na Câmara e aguarda análise do Senado, onde senadores de diferentes linhas políticas têm uma avaliação negativa em relação ao texto. “Não tem que aumentar um deputado federal. O que deve ser feito são adaptações. Se acham que existe alguma injustiça, reduzam quem tem mais, e ampliem para quem, proporcionalmente, tem direito, com respeito ao número de habitantes”, diz Paulo Paim (PT-RS). Senadores também consideram não ser o momento político ideal para ampliar o número de deputados e que a proposta pode elevar os gastos públicos. A estimativa da própria Câmara é de que a mudança, caso efetivada, gere um custo adicional de R$ 65 milhões por ano. O senador Cleitinho (Republicanos-MG), que também é crítico do projeto, considera que o texto não tem maioria para ser aprovado no Senado e que a proposta traz riscos a outras instâncias políticas. “Abre o precedente para que as assembleias também possam ter mais deputados estaduais, até as Câmaras Municipais”, diz. Análise da Câmara Nos bastidores, líderes da Câmara sustentam que o texto foi negociado com Alcolumbre e deve ser aprovado também no Senado. Deputados também consideram que a perda de representatividade em estados que eventualmente deixem de ter cadeiras pode ser mais grave do que os impactos financeiros de se aumentar o número de representantes da Casa. Ao R7, o relator do projeto na Câmara, Damião Feliciano (União-PB), defendeu que os valores gastos em novos mandatos devem ser compensados a partir de uma reorganização da Casa. “A Câmara dos Deputados está fazendo um estudo interno. O presidente Hugo Mota determinou que esses recursos fossem cortados de algum lugar e que não houvesse, dentro do montante, uma diminuição, uma alteração de gastos“, diz. Pelo fato de o estudo ainda não ter sido concluído, não há informação da origem dos cortes de gastos.   Fonte: R7 Foto: Roque de Sá/Agência Senado

Leia Mais

Na Rússia, Lula celebra 80 anos da vitória contra o nazismo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa, nesta sexta-feira (9), em Moscou, na Rússia, da parada cívico-militar que celebra os 80 anos de vitória da União Soviética sobre a Alemanha nazista na Segunda Guerra Mundial. Nesta data, em 1945, o Exército Vermelho anunciou a rendição incondicional dos alemães, pondo fim ao conflito que devastou a Europa ocidental e matou dezenas de milhões de pessoas por mais de meia década (1939-1945). Na Rússia, a data é conhecida como Dia da Vitória e é marcada por uma grande celebração nacional. Lula está no país desde quarta-feira (7), a convite de Vladimir Putin, com quem manterá reunião bilateral ao longo do dia. De acordo com a agenda oficial divulgada pelo Palácio do Planalto, Lula inicia a programação às 10h, horário local (4h pelo horário de Brasília) com a participação na cerimônia principal, na Praça Vermelha, centro da capital russa. Em seguida, o presidente participa da cerimônia de oferenda floral no túmulo do soldado desconhecido. A agenda prossegue com um almoço oferecido por Putin no Palácio do Kremlin, sede do governo russo. Na parte da tarde, ainda manhã no Brasil, Lula e Putin se reúnem em agenda bilateral. Estão previstos anúncios de parcerias comerciais e a assinatura de acordos na área de ciência e tecnologia. Ainda nesta sexta, Lula manterá uma reunião bilateral com o primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, e termina o dia de compromissos com um jantar oferecido pela Embaixada do Brasil em Moscou. Lula está acompanhado da primeira-dama Janja da Silva e por uma comitiva de ministros e autoridades da República, incluindo o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. De Moscou, Lula e comitiva embarcam no dia seguinte para Pequim, na China, onde participam da cúpula entre o gigante asiático e países da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), nos dias 12 e 13 de maio, além de fazer uma visita de Estado, com a assinatura de, pelo menos, 16 atos bilaterais.   Fonte: Agência Brasil Foto: Ricardo Stuckert / PR

Leia Mais

Amazônia: alerta de desmatamento cresce e mobiliza governo

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontou uma tendência de aumento do desmatamento na Amazônia, a partir dos alertas do Sistema de Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), disponível na plataforma TerraBrasilis. Segundo os dados apresentados nesta quinta-feira (8), o mês de abril teve aumento de 55% nos alertas de supressão florestal, na comparação com abril de 2024. Apesar do acumulado entre agosto do ano passado e abril desse ano apontar queda de 5% no desmatamento na Amazônia, o aumento registrado no último mês está mobilizando as autoridades do governo federal. “Nós estamos identificando uma possível reversão na curva de queda do desmatamento. E o mês de abril chama atenção porque foi um aumento significativo em relação à série que vínhamos tendo. Então, [houve] uma reunião da comissão interministerial [de controle e combate ao desmatamento] para conhecer esses números em detalhe e convocar o conjunto dos órgãos para, nos próximos dias, temos aí cerca de duas semanas, segundo combinamos, para organizar e reajustar as medidas, identificando os principais focos onde isso ocorreu, onde estão concentrados, quais são os principais vetores e fazer os ajustes para manter o desmatamento em queda”, apontou o secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), João Paulo Capobianco, em entrevista à imprensa. “O objetivo é chegar em 31 de julho com o desmatamento em queda em relação ao ano anterior”, acrescentou. De acordo com o Inpe, a maior parte dos alertas de desmatamento recente ocorreram em áreas do Amazonas, Mato Grosso e Pará. Antes desse repique de alta, a queda no desmatamento, entre janeiro e abril deste ano, já vinha mostrando desaceleração, caindo apenas 1%. Já em relação ao acumulado dos últimos anos, na comparação entre 2024 e 2022, a queda do desmatamento chega a 45,7%. “O nosso compromisso é termos uma queda consistente e duradoura do desmatamento”, destacou a ministra Marina Silva, ao ressaltar o envolvimento de 19 ministérios na coordenação de esforços para monitorar o aumento do desmatamento pelas próximas semanas. “A gente não quer esperar fechar a taxa anual com um pouquinho mais de desmatamento para poder reavaliar e ver o que que é preciso fazer no ano seguinte. Como a gente tem essa ferramenta, que nos permite identificar tendências, nós identificamos que estamos ainda com um saldo positivo, estabilizou nos últimos quatro meses teve um pequeno pico em abril. Pode ser apenas um pico que se reverte no mês seguinte, mas pode não ser”, observou o secretário extraordinário de Controle do Desmatamento e Ordenamento Ambiental Territorial do MMA, André Lima. Cerrado e Pantanal No Cerrado, o Inpe também identificou aumento dos alertas de desmatamento em abril, e 26%, na comparação com o mesmo mês do ano passado. No acumulado de agosto do ano passado até abril deste ano, a situação é queda consistente, em torno de 25%. A taxa oficial de desmatamento do Cerrado no ano passado teve 25,7% de queda, a primeira queda em cinco anos. Já no Pantanal, o Deter registrou queda de 77% nos alertas de desmatamento em abril, com nenhum foco de incêndio anotado. Novos planos Após a reunião da Comissão Interministerial Permanente de Prevenção e Controle do Desmatamento, a ministra Marina Silva também anunciou a aprovação dos planos de prevenção e controle dos desmatamentos da Mata Atlântica e do Pampa, que são os dois planos que faltavam. Os demais biomas do país já tem seus planos em vigor. Sistema de alerta Segundo técnicos do Inpe e do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), o Deter faz um levantamento rápido de alertas de evidências de alteração da cobertura vegetal na Amazônia e no Cerrado. Esse levantamento é considerado o principal instrumento de fiscalização e controle do desmatamento e da degradação florestal, realizados pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e demais órgãos ambientais.  Apesar disso, a plataforma não tem a finalidade de medir com precisão as áreas desmatadas, o que é feito pelo Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal (Prodes), elaborado pelo Inpe anualmente, entre agosto de um ano a julho do ano seguinte, compreendendo os períodos de maior seca dos dois biomas monitorados.   Fonte: Agência Brasil Foto: Polícia Federal/MS

Leia Mais
Nenhuma postagem a exibir

Confira o canal do Portal Veloz No Youtube

×

Buscar no Portal Veloz