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Homem é detido suspeito de tentar furtar imóvel no Centro de Limeira, mas é liberado na delegacia

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Chuva provoca quedas de árvores e galhos em diferentes pontos de Limeira

Tag: policia

Polícia Rodoviária Federal apreende mais de 143 quilos de ouro maciço

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu essa nesta semana 143 kg de ouro maciço na Região Norte do país. O valor é superior a R$ 80 milhões. Nessa quarta-feira (6), em Altamira, no Pará, na BR-230 (Transamazônica), foram apreendidos cerca de 40 quilos de ouro maciço, transportados em uma caminhonete com quatro ocupantes (dois adultos, um adolescente e uma criança). Os adultos foram encaminhados para a Polícia Federal (PF) e os menores para o Conselho Tutelar. Esta é a segunda maior apreensão da história das rodovias federais. A maior apreensão ocorreu na BR-401, em Boa Vista (RR), na segunda-feira (4). Os policiais rodoviários federais encontraram 103 quilos de ouro transportados em uma caminhonete. O motorista foi detido e encaminhado junto com o material apreendido para a Polícia Federal. Os dois estados onde ocorreram as apreensões fazem parte da Amazônia Legal e sofrem com a degradação do garimpo ilegal, principalmente em territórios indígenas. Crimes ambientais O aumento nas apreensões de ouro na Região Norte do país é resultado do reforço no número de policiais rodoviários federais e da estrutura para prevenção e enfrentamento aos crimes ambientais. Desde 2023, o Plano Amazônia: Segurança e Soberania, implementado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, intensificou a presença do governo na Amazônia Legal e a atuação conjunta entre instituições de segurança pública e de preservação do meio ambiente.   Fonte: Agência Brasil Foto: PRF/arquivo

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Tragédia da Voepass em Vinhedo completa um ano sob suspeitas de falhas operacionais

Neste sábado (9), completa-se um ano do trágico acidente aéreo envolvendo a Voepass em Vinhedo, que resultou na morte de 62 pessoas. O desastre expôs sérias deficiências na manutenção das aeronaves da companhia e evidenciou a sobrecarga de trabalho imposta aos pilotos. No mesmo dia, familiares de todas as vítimas devem se reunir pela primeira vez na cidade onde a aeronave caiu. A programação prevê atos ecumênicos, homenagens e momentos de reflexão. São esperadas mais de 400 pessoas para os eventos, que marcam a memória das vidas perdidas e luta por justiça. A investigação conduzida pelo Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) ainda está em andamento e busca esclarecer as causas da queda do voo 2283. A aeronave ATR-72-500, de matrícula PS-VPB, caiu no quintal de uma residência no dia 9 de agosto de 2024. Embora o laudo final não tenha sido divulgado, já se delineia um cenário preocupante: a ausência de uma fiscalização mais rigorosa por parte da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) pode ter sido um fator determinante para a tragédia. Em resposta ao acidente, a Anac lançou a chamada “Operação Assistida”, com o objetivo de realizar uma fiscalização ampla e detalhada das operações e procedimentos de manutenção da Voepass, legalmente registrada como Passaredo Transportes Aéreos S.A. A ação também abrangeu a MAP Linhas Aéreas e a organização de manutenção certificada da companhia. Entre agosto e dezembro de 2024, a agência realizou uma série de inspeções: 9 fiscalizações na base de manutenção em Ribeirão Preto, 12 em aeroportos onde a companhia operava, 41 fiscalizações de rampa – feitas durante embarques e desembarques – e 16 voos com inspetores a bordo. Essas ações revelaram um cenário alarmante: mais de 2.600 voos foram realizados em condições irregulares. As inspeções apontaram uma sucessão de falhas graves e recorrentes, que colocavam em risco direto a segurança das operações. Entre os problemas identificados estavam danos estruturais sem monitoramento, atrasos na manutenção sem justificativa técnica, e o uso indevido de manuais para encobrir falhas. Casos específicos chamaram atenção dos fiscais. Uma das aeronaves (PR-PDW) apresentava trincas na junção entre a asa e a fuselagem sem qualquer registro técnico. Também foram encontrados danos na fuselagem e em componentes críticos, como o “jackpot cover”, além do uso inadequado de normas para justificar falhas em sistemas essenciais. Outro ponto crítico foi o uso indevido do sistema de degelo (de-icing), com diversas infrações ligadas à manutenção inadequada dos “boots” de degelo — justamente o sistema que falhou no voo PS-VPB. Mesmo diante dessas constatações, a Anac demorou quase dez meses para tomar uma medida definitiva. O relatório da agência aponta falhas no SASC (Sistema de Análise e Supervisão Continuada) da Voepass, ferramenta obrigatória para o monitoramento e correção precoce de falhas operacionais e de manutenção. Como resultado, a Voepass foi autuada e recomendou-se a aplicação de sanções, incluindo multa e suspensão ou cassação de seu certificado de operação, citando o histórico de reincidência nas infrações. Apesar das sanções e da gravidade dos fatos, documentos mostram que o proprietário da Voepass, José Luiz Felício Filho, tentou retornar ao setor por meio de outra empresa — tentativa que acabou frustrada pelas autoridades.   Fonte: R7 Foto: Secretaria de Segurança de São Paulo/Divulgação

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Quinze alvos, um preso e movimentação de R$ 4 bi: os números por trás da operação que mirou influenciadores no Rio

A polícia identificou sinais claros de enriquecimento incompatível com a renda declarada pelos investigados Os números por trás da Operação Desfortuna chamam a atenção. A investigação da Polícia Civil, que mirou 15 influenciadores, cumpriu mais de 30 mandados de busca e apreensão numa ação contra a promoção ilegal de jogos de azar. A suspeita é de que o esquema possa ter movimento bilhões de reais. Os policiais civis estiveram em três estados: Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. Durante as buscas nos endereços dos alvos, 10 carros, diversos dispositivos eletrônicos, joias e acessórios de alto valor foram apreendidos. Em Arujá, um influenciador foi preso em flagrante com uma arma. Ao menos quatro crimes são apurados nesta ação. Entre eles estão lavagem de dinheiro, estelionato, publicidade enganosa e crime contra a economia popular. Para a polícia, essas personalidades públicas que acumulam milhões de seguidores fazem postagens com “promessas enganosas de lucros fáceis” e atraem pessoas para plataformas de apostas proibidas no país. Aliás, a vida de luxo ostentada pelos influenciadores nas redes sociais, com viagens internacionais, compras de roupas e bolsas de grife e uso de carros de luxo, também foi outro ponto analisado. Isso porque a investigação encontrou “sinais claros de enriquecimento incompatível com a renda declarada pelos influenciadores”. A partir de relatórios financeiros, a polícia identificou movimentações bancárias suspeitas que, somadas, ultrapassam R$ 4 bilhões. Em entrevista à RECORD, o delegado Renan Mello disse que os influenciadores ganhavam com as perdas dos apostadores. “O que mais chama a atenção é que toda a divulgação dessas plataformas tem como única e exclusiva finalidade a ganância dos influenciadores em detrimento dos seus fãs, dos seus seguidores”. A investigação ainda apura se existe uma organização criminosa estruturada com divisão de tarefas entre divulgadores, operadores financeiros e empresas de fachada.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/RECORD

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Polícia Federal investiga suspeita de bomba em aeronave no Aeroporto de Brasília

Voo partiu de São Luiz (MA) para Campinas (SP), mas teve de mudar de rota após bilhete com ameaça ser encontrado no banheiro A Polícia Federal investiga, no Aeroporto Internacional de Brasília, uma suspeita de bomba em uma aeronave da Azul na noite desta quinta-feira (7). O voo partiu de São Luís (MA) com destino a Campinas (SP) e precisou desviar a rota e pousar no Aeroporto de Brasília após uma suspeita de bomba a bordo. Segundo informações preliminares, a tripulação teria encontrado um bilhete com ameaça no toalete da aeronave. Diante da situação, segundo apurou a reportagem, o comandante declarou “mayday” — código internacional usado na aviação para indicar emergência grave — e pediu prioridade para pousar em Brasília. Em nota, a PF afirma que “realiza varredura antibombas na aeronave para verificar a eventual existência de artefatos explosivos e apura a autoria da ameaça”. (Leia abaixo). A Azul comunicou que o voo foi desviado “devido a questões de segurança envolvendo ameaça de artefato a bordo”. De acordo com a companhia, “o pouso aconteceu normalmente, e os clientes e tripulantes desembarcaram em total segurança”. Após o pouso, a aeronave permaneceu posicionada na pista, aguardando a atuação das autoridades. Até o momento, nenhuma bomba foi encontrada a bordo do avião. A Inframerica, administradora do Aeroporto Internacional de Brasília, também emitiu nota (Leia abaixo). Segundo a empresa, o plano de contingência do aeroporto foi acionado, como prevê o protocolo de segurança da concessionária, e uma pista teve a operação suspensa. O texto informa, ainda, que a PF (Polícia Federal) atua no local para averiguar a “suspeita de um artefato no interior da aeronave” (Leia abaixo). Leia a íntegra da nota da Azul A Azul informa que o voo AD4816 (São Luiz-Viracopos) declarou emergência e precisou alternar para o aeroporto de Brasília, preventivamente, devido a questões de segurança envolvendo ameaça de artefato a bordo. O pouso aconteceu normalmente, e os Clientes e Tripulantes desembarcaram em total segurança. A Azul vai garantir todo o suporte necessário após a liberação das autoridades. A Companhia ressalta que medidas como essas são necessárias para garantir a segurança de suas operações, valor primordial para a Azul. Leia a íntegra da nota da Inframérica A Inframerica, administradora do Aeroporto de Brasília, informa que na noite de hoje, um avião de São Luiz com destino a Viracopos, declarou emergência e alternou para o terminal brasiliense. A aeronave pousou às 20:45 e os passageiros e tripulação desembarcaram em total segurança. Todo o plano de contingência do aeroporto foi acionado, como prevê o protocolo de segurança da concessionária. A Polícia Federal está atuando no local para averiguar a suspeita de um artefato no interior da aeronave. As operações aéreas seguiram normal por uma das pistas do aeroporto, sem impacto em pousos e decolagens. O terminal aéreo da capital federal possui duas pistas paralelas, e no momento está com uma das pistas com a operação suspensa. Leia a íntegra da nota da Polícia Federal Brasília/DF. A Polícia Federal esclarece que, na noite desta quinta-feira (7/8), foi acionada para averiguar a informação de ameaça de artefato explosivo em voo da companhia aérea Azul que partiu de São Luís/MA com destino a Campinas/SP. O voo pousou no Aeroporto Internacional de Brasília, onde os passageiros e a tripulação desembarcaram em segurança. A PF realiza varredura antibombas na aeronave para verificar a eventual existência de artefatos explosivos e apura a autoria da ameaça.   Fonte: R7 Foto: Thiago Silva/Record

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Veja o que sabe sobre caso de brasileira, presa em Portugal, suspeita de matar cinco filhos em MG

Gisele Oliveira, de 40 anos, foi presa nesta quarta-feira (6), na cidade de Coimbra, em Portugal. A mulher é acusada de matar os próprios cinco filhos em Minas Gerais. Foragida da Justiça brasileira há cerca de um ano, ela foi localizada pela Polícia Judiciária portuguesa e teve a prisão preventiva decretada após audiência no Tribunal da Relação. Investigações Segundo o Ministério Público, Gisele é suspeita de ter envenenado as crianças ao longo de cinco anos, entre 2008 e 2013. Os casos ocorreram no município de Timóteo, a cerca de 200 km de Belo Horizonte. No início, as mortes eram tratadas como naturais ou acidentais, mas a própria mãe da suspeita, e avó das vítimas, desconfiou da sequência de óbitos e procurou a polícia. Segundo ela, a filha dava sedativos às crianças durante a noite. A denúncia deu origem à investigação que levou ao pedido de prisão internacional. Mãe da suspeita Em entrevista exclusiva à RECORD, a mãe da brasileira presa em Portugal suspeita de matar cinco filhos contou que está assustada com os desdobramentos do caso. Segundo a mãe da suspeita, as mortes aconteceram depois que a mulher ofereceu doses altas de medicamentos às crianças. A senhora contou também que assustou com a atitude da filha, já que os netos eram saudáveis e estavam bem de saúde. As duas primeiras crianças morreram em 2010. O Kauan, de 10 meses, e o João Vitor, de 2 anos. Em 2019, o crime volta a acontecer, quando outros dois filhos faleceram. A Ana Júlia e o Kaique, os dois com 1 ano. Em 2023, Gisele Oliveira teria matado a quinta vítima, o filho Tiago. Ainda segundo a mãe de Gisele, a suspeita fazia tratamento com psicólogo e psiquiatra, mas interrompeu o tratamento. Após alegar problemas familiares, Gisele fugiu para Coimbra, onde foi presa. O governo brasileiro solicitou a extradição para que responda às acusações no país. Prisão No momento da prisão, Gisele estava ilegalmente em Portugal desde abril, vivendo com o atual companheiro e um filho menor de idade, que não é uma das vítimas. A polícia informou que a criança foi acolhida pelos serviços de proteção infantil do país. O homem, que é pai do menor e de três das crianças mortas no Brasil, não foi preso. A brasileira não resistiu à prisão e, segundo as autoridades portuguesas, poderá permanecer detida por até 40 dias enquanto o Brasil formaliza o pedido de extradição. Se condenada pelos crimes, ela poderá enfrentar penas que, somadas, ultrapassam 150 anos de prisão, embora a legislação brasileira limite o cumprimento da pena a 30 anos, conforme o Código Penal vigente. Fonte: R7 Foto: Reprodução/Redes Sociais/Via Folha de Pernambuco

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Fiscalização estadual apura gestão de unidades de saúde em Piracicaba

Ação mira empresa que administra unidades de saúde e conta com apoio da Polícia Militar e do Gaeco Equipes de fiscalização do Governo do Estado de São Paulo estiveram na manhã desta quinta-feira (7) nas UPAs Vila Cristina e Vila Sônia, em Piracicaba, para apurar a atuação da empresa terceirizada responsável pela administração das unidades. A operação contou com o apoio de duas viaturas da Polícia Militar e da Força Tática. O secretário municipal de Saúde acompanhou os trabalhos dos fiscais no pronto-socorro do bairro Vila Sônia. Segundo informações apuradas, a equipe teve acesso a computadores e documentos da unidade. Até o momento, nenhum representante da fiscalização se pronunciou à imprensa. A presença das autoridades chamou a atenção de pacientes e moradores da região. A apuração segue em andamento. A Prefeitura de Piracicaba, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou uma nota oficial informando que acompanha a ação de fiscalização do Governo do Estado e da Polícia Federal nas UPAs Vila Cristina e Vila Sônia. A operação também contou com apoio do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado). De acordo com a nota, a ação de busca e apreensão teve como objetivo recolher computadores utilizados pela OSS (Organização Social de Saúde) Hospital Mahatma Gandhi, responsável pela administração das duas unidades, para apuração de possíveis irregularidades. A operação ocorre em todas as cidades onde a OSS atua. A Prefeitura destacou ainda que o atendimento à população nas duas unidades de pronto atendimento não foi interrompido. Confira a nota na íntegra: “A Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, acompanha ação de fiscalização do Governo do Estado e da Polícia Federal, nas UPAs (Unidade de Pronto Atendimento) Vila Cristina e Vila Sônia, realizada na manhã de hoje, 07/08, com apoio do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado). A ação de busca e apreensão teve como objetivo recolher computadores utilizados pela OSS (Organização Social de Saúde) Hospital Mahatma Gandhi, que é responsável pela administração das duas UPAs, para apuração de possíveis irregularidades. Essa operação ocorre em todas as cidades onde a OSS atua. A Prefeitura informa que o atendimento à população nas duas unidades de pronto atendimento não foi interrompido.”  

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Blindado da PM não consegue impedir multidão de saquear carga de carne no Complexo da Pedreira

O helicóptero da RECORD flagrou o momento em que uma carga de carne foi saqueada no Complexo da Pedreira, em Costa Barros, na zona norte do Rio de Janeiro. Uma carreta foi roubada por criminosos no início da tarde de quarta-feira (6). Os bandidos deixaram a carga no Complexo da Pedreira e liberaram o veículo. A Polícia Militar foi acionada e um veículo blindado foi até o local. No entanto, a população ignorou a presença policial e também saqueou o veículo da PM. Após o ocorrido, o comandante da Polícia Militar, coronel Marcelo Menezes, determinou a ocupação imediata do Complexo da Pedreira. Segundo o Instituto de Segurança Pública, os roubos de carga no estado aumentaram 28% no primeiro semestre de 2025. O diretor de segurança do sindicato das empresas de transporte comentou sobre a situação crítica do setor. O sindicato sugere alternativas de segurança, como o uso de blocos de concreto para bloquear o acesso de carretas à comunidade.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/Record

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Polícia Civil de SP apreende quase 1 tonelada de drogas em imóveis usados por organização criminosa

Ação da Polícia Civil localizou drogas em Diadema e no Jardim Miram, na capital A Polícia Civil apreendeu 951 quilos de maconha em dois imóveis utilizados por uma organização criminosa para armazenar entorpecentes em Diadema e na zona sul da capital, na quarta-feira (6). Um homem e uma mulher, de 25 e 32 anos, foram presos em flagrante por tráfico. Após investigações, os policiais civis identificaram que uma carga de drogas seria descarregada em um galpão no bairro Canhema, em Diadema. A equipe passou a monitorar o endereço quando uma carreta e dois carros entraram. Os policiais acompanharam os veículos até um segundo endereço, no Jardim Miriam, zona sul da capital, e em seguida retornaram ao galpão. Quando os agentes entraram no galpão dois criminosos que dirigiam os carros fugiram pelos fundos. Segundo apurado, parte do carregamento já havia sido repassada e descarregada. Na sequência, os policiais foram até o outro imóvel, segundo ponto de armazenamento das drogas, onde a mulher foi presa. Diversos tijolos de maconha com embalagens idênticas às localizadas na carreta, além de balanças de precisão, material para fracionamento e anotações típicas do tráfico foram encontrados. Ao todo, foram apreendidos 951 quilos de maconha, sendo 1.115 tijolos da droga, além de uma moto e os dois veículos, R$ 202 em espécie e materiais relacionados ao tráfico. O caso foi registrado no 3º DP de Diadema como tráfico de drogas e localização e apreensão de veículo. As diligências prosseguem para identificar e prender os demais envolvidos da organização criminosa.   Fotos: Governo de SP

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PMs acusados de executar morador responderão por homicídio qualificado

A imagem de câmera corporal do policial militar Danilo Gehrinh mostra o homem, na faixa dos 30 anos, aceitando a condução pelos policiais da rua em que estão para debaixo de um viaduto. Também aparece na cena seu colega, o policial Alan Walace dos Santos Moreira. Eles pressionam o homem contra uma parede, sem que este pareça reagir. Pouco depois, a câmera é coberta e o homem, de nome Jeferson, foi morto com 3 tiros de fuzil. O ocorrido foi comunicado à Polícia Civil como morte após resistência, acusando o homem não identificado de ter tentado tomar a arma dos policiais. Segundo a acusação do Ministério Público de São Paulo, eles mentiram, e Alan executou o homem, com anuência e sendo encoberto por Danilo e sem oposição do motorista do grupo, o também policial Alan Eliel Aquino Vieira. A execução, no Viaduto 25 de Março, centro da capital paulista, levou ao pedido de prisão cautelar de Alan Walace e Danilo, concedida em 22 de julho pela juíza Luciana Scorza. Ela aceitou a acusação inicial de homicídio com motivo torpe e impossibilidade de defesa da vítima, condições qualificadoras. Segundo a ação, em 13 de junho os réus realizavam patrulhamento de rotina quando resolveram abordar o homem após vê-lo descendo de uma árvore. Eles constataram que a vítima não portava documentos e a levaram para trás de um pilar sob o viaduto. Lá, o executaram. Para a promotoria, Gehrinh aderiu ao propósito homicida de seu colega de farda e colocou a mão sobre a lente da câmera corporal no momento dos disparos para obstruir o registro da execução. A juíza considerou ter havido “indícios suficientes de autoria e materialidade, não sendo o caso de rejeição liminar, uma vez que a inicial permite a plena identificação dos elementos da ação penal”. Segundo a Secretaria de Segurança do estado os policiais estão detidos no Presídio Militar Romão Gomes, na zona norte da capital. “A Polícia Militar repudia veementemente a conduta dos policiais militares envolvidos. O Comando Geral da PM, assim que tomou conhecimento das imagens, solicitou imediatamente pela prisão dos agentes”, diz nota do órgão. A Justiça de São Paulo aceitou a denúncia do Ministério Público (MP-SP) contra os dois policiais militares que se tornaram réus por homicídio qualificado. O caso é investigado pela Corregedoria da Polícia e pelo Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). As defesas dos policiais não foram encontradas para comentar o ocorrido. Fonte: Agência Brasil Foto: PCSP/Divulgação

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Incêndio em fábrica de veículos já dura mais de 19 horas no Amazonas

O incêndio que atingiu duas fábricas no Distrito Industrial de Manaus já dura mais de 19 horas. Cerca de 150 bombeiros atuam com 26 viaturas no combate às chamas. A fumaça tóxica preocupa moradores da região e uma jovem grávida sofreu queimaduras graves. O governo do estado destacou o trabalho das equipes de emergência.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/Record

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