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Madonna, Shakira e BTS farão primeiro show do intervalo da história da final da Copa do Mundo

Apresentação será realizada no MetLife Stadium, em Nova Jersey, no dia 19 de julho, durante a final da Copa do Mundo de 2026; evento também vai arrecadar recursos para fundo global de educação da FIFA A FIFA anunciou nesta quinta-feira (14) que a final da Copa do Mundo de 2026 contará, pela primeira vez na história do torneio, com um show do intervalo. O evento será realizado no dia 19 de julho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, palco da decisão do Mundial. Segundo a entidade, as atrações confirmadas para a apresentação são a cantora Madonna, a colombiana Shakira e o grupo sul-coreano de K-pop BTS. A curadoria artística ficará sob responsabilidade de Chris Martin, líder da banda Coldplay. Em comunicado, a FIFA classificou o evento como “o maior palco do mundo” aliado a “um propósito ainda maior”. O show fará parte das ações do Fundo Global de Educação Cidadã da FIFA, iniciativa criada para arrecadar US$ 100 milhões destinados à ampliação do acesso à educação de qualidade e ao futebol para crianças em diferentes países. A entidade também informou que US$ 1 de cada ingresso vendido para partidas da Copa do Mundo de 2026 será destinado ao fundo social. A edição de 2026 da Copa do Mundo será disputada entre 11 de junho e 19 de julho e marcará a estreia do novo formato com 48 seleções participantes. O torneio será organizado conjuntamente por Estados Unidos, México e Canadá.   Foto: Reprodução/Redes sociais

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Jovem de 24 anos é morto a tiros no Jardim Primavera, em Leme

Crime aconteceu na noite de quinta-feira (14); autores estavam encapuzados e fugiram a pé após os disparos Um jovem de 24 anos foi morto a tiros na noite de quinta-feira (14), no bairro Jardim Primavera, em Leme (SP). O crime ocorreu por volta das 19h40, na Rua Evaristo Harder. Segundo informações da Polícia Militar (PM), equipes foram acionadas via Copom para atender uma ocorrência de disparos de arma de fogo. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram a vítima caída ao solo, com ferimentos na cabeça provocados pelos tiros. Uma equipe do Corpo de Bombeiros já prestava atendimento no local e socorreu a vítima até a Santa Casa de Leme. No entanto, o homem não resistiu aos ferimentos e morreu após dar entrada na unidade. Ainda de acordo com a PM, os autores do homicídio estavam armados e encapuzados. Após os disparos, eles fugiram a pé em direção desconhecida. A área foi preservada para o trabalho da perícia técnica, que compareceu ao local para coletar evidências. O caso será investigado pela Polícia Civil.   Foto: Divulgação/PM

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Anvisa adia análise de recurso da Ypê contra suspensão de produtos

Recurso será analisado na próxima sexta-feira (15) A diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) adiou nesta quarta-feira (13) a análise do recurso apresentado pela Química Amparo, responsável pela marca Ypê, contra a suspensão da fabricação, venda e uso de produtos da marca. Na abertura da 8º Reunião Ordinária, o diretor-presidente da Anvisa, Leandro Safatle, anunciou a retirada do recurso da pauta de votação. O item voltará a ser analisado pela diretoria na próxima sexta-feira (15).  Safatle afirmou que a Anvisa e a empresa têm realizado reuniões técnicas para “mitigação dos riscos sanitários”. A previsão, segundo o presidente, é que a empresa apresente nesta quinta-feira (14) medidas para correção das irregularidades encontradas na fábrica. De acordo com Safatle, em fiscalização realizada em abril deste ano, as equipes da Anvisa, em conjunto com o Centro de Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo e a Vigilância Municipal de Amparo, encontraram 76 irregularidades na unidade, como a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em mais de 100 lotes.  O presidente da agência reguladora manteve o alerta para que os consumidores não utilizem os lotes terminados em 1, por causa de contaminação. “Reiteramos a recomendação de não utilização dos produtos listados na Resolução 1.834/2026 e de buscar o serviço de atendimento da empresa”, disse. Em nota, a Ypê informou que está em colaboração com a Anvisa “na busca por uma solução definitiva para a situação envolvendo a suspensão da venda, comercialização e uso dos seus lava-roupas líquido, lava-louças líquido e desinfetantes com lotes de fabricação final 1, conforme dispõe a RE 1.834/2026”. Representantes da empresa se reuniram ontem com diretores da agência “e apresentaram uma atualização do plano de ação com a evolução do seu processo fabril, reafirmando sua observância integral às recomendações pontuadas pela Anvisa”. “A empresa está apresentando informações detalhadas e laudos técnicos de microbiologia com verificações realizadas nos processos, bem como a análise de risco para o consumidor”, disse a empresa, acrescentando que solicitou a manutenção da suspensão até que todas as medidas estejam concluídas. Sobre a reunião, a Anvisa informou, também em um comunicado divulgado ontem, que a fábrica de Amparo intensificou “o trabalho para atender a 239 ações corretivas elencadas pela Ypê, com o objetivo de cumprir as exigências da vigilância sanitária. As medidas consideram também inspeções realizadas em 2024 e 2025”. Participaram da reunião o diretor-presidente, Leandro Safatle; o diretor Daniel Pereira, responsável pela supervisão da fiscalização; o presidente da Ypê, Waldir Beira Júnior, e COO da empresa, Jorge Eduardo Beira. Entenda o caso No último dia 7, a Anvisa suspendeu fabricação, comercialização e distribuição de lotes de produtos da marca Ypê com numeração final 1. A lista inclui detergente, sabão líquido para roupas e desinfetantes. A agência informou ter verificado “descumprimentos relevantes em etapas críticas do processo produtivo, o que inclui falhas nos sistemas de garantia da qualidade, produção e controle de qualidade”. Um dos principais problemas é a  presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa, que é resistente a antibióticos e pode causar uma série de problemas em pessoas imunocomprometidas, desde infecção urinária a infecção respiratória em pessoas que têm problemas de pulmão crônicos, como enfisema, ou em pessoas submetidas a tratamento com cateter na veia. A empresa recorreu da decisão e a fabricação e comercialização dos produtos passaram a ficar liberados. No entanto, a Ypê não retomou a produção ainda. >> Veja os produtos com os lotes que terminam com o número 1: Lava Louças Ypê Clear Care Lava Louças com enzimas ativas Ipê Lava Louças Ypê Lava Louças Ypê Clear Care Lava Louças Ypê Toque Suave Lava Louças concentrado Ypê Green Lava Louças Ypê Clear Lava Louças Ypê Green Lava Roupas líquido Tixan Ypê Combate Mau Odor Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Cuida das Roupas Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Antibac Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Coco e Baunilha Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Green Lava Roupas Líquido Ypê Express Lava Roupas Líquido Ypê Power ACT Lava Roupas Líquido Ypê Premium Lava Roupas Tixan Maciez Lava Roupas Tixan Primavera Desinfetante Bak Ypê Desinfetante de uso geral Atol Desinfetante Perfumado Atol Desinfetante Pinho Ypê Lava roupas Tixan Power ACT   Fonte: Agência Brasil Foto: Divulgação/Ipê

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Explosão no Jaguaré mobiliza governo de SP; famílias terão indenização e apoio habitacional

Estado cria gerência emergencial para coordenar ações na zona oeste da capital, enquanto concessionárias prometem ressarcimento aos moradores atingidos Após a explosão registrada no bairro do Jaguaré, na zona oeste da capital paulista, o Governo de São Paulo intensificou as ações de atendimento às famílias afetadas e anunciou medidas emergenciais de assistência, habitação e fiscalização. O trabalho é realizado em conjunto com as concessionárias Sabesp e Comgás, além de órgãos estaduais como Defesa Civil, CDHU, Arsesp e Fundo Social de São Paulo. Nesta quarta-feira (13), o governador Tarcísio de Freitas visitou a região e afirmou que os moradores prejudicados serão indenizados pelas concessionárias pelos danos materiais causados pela explosão. Segundo ele, o Estado também oferecerá suporte habitacional às famílias atingidas. Como parte da resposta emergencial, o governo criou a chamada Gerência de Apoio do Jaguaré, estrutura que ficará responsável por coordenar as ações de acolhimento, recuperação da área e articulação entre os órgãos públicos envolvidos. A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (14). A coordenação ficará sob responsabilidade do coronel da Polícia Militar Elço Moreira da Silva Júnior. Entre as atribuições da nova gerência estão o levantamento das necessidades das famílias afetadas, a interlocução com instituições públicas e privadas e o acompanhamento das medidas de reconstrução da região atingida. Além das ações de assistência social, o governo estadual disponibilizará uma carreta do Poupatempo no bairro a partir desta quarta-feira (13). A unidade móvel oferecerá serviços emergenciais, incluindo emissão gratuita da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), atestado de antecedentes criminais e apoio aos serviços digitais da plataforma. Na área habitacional, famílias que perderam suas casas poderão optar por alternativas oferecidas pela CDHU, como transferência para apartamentos mobiliados, carta de crédito para aquisição de imóveis ou auxílio-aluguel. Segundo o governo, os custos dessas medidas serão arcados pela Sabesp e pela Comgás. As equipes técnicas seguem realizando vistorias nos imóveis da região. Até a noite de quarta-feira, 112 imóveis haviam sido avaliados. Desses, 86 foram liberados para retorno dos moradores, enquanto 27 permanecem interditados por apresentarem danos estruturais mais graves. Uma nova avaliação técnica está prevista para esta quinta-feira (14). O atendimento às vítimas também inclui distribuição de ajuda humanitária. De acordo com as concessionárias, 232 pessoas já receberam auxílio emergencial, ampliado para R$ 5 mil. Famílias desabrigadas estão sendo acomodadas em hotéis e recebem acompanhamento social. O Fundo Social de São Paulo informou ainda a entrega de cestas básicas, kits de higiene, água, roupas, colchões, brinquedos e ração para animais domésticos. Paralelamente, a Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo instaurou procedimento fiscalizatório para apurar as causas da explosão. Sabesp e Comgás foram notificadas e deverão apresentar esclarecimentos à agência reguladora até esta quinta-feira (14).   Foto: João Valério/Governo Estado SP

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Fim da “taxa das blusinhas” preocupa indústria; plataformas apoiam

Setor defende isonomia e plataformas falam em volta do poder de compra A decisão do governo federal de zerar o imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50, conhecida como “taxa das blusinhas”, provocou reação imediata de entidades da indústria e do varejo e das plataformas de comércio internacional. A medida foi anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e passa a valer a partir desta quarta-feira (13), mantendo apenas a cobrança de 20% do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo estadual, sobre as encomendas. Em nota, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) afirmou que a medida cria uma vantagem para fabricantes estrangeiros em detrimento da produção nacional. Em nota, a entidade declarou que a decisão representa “uma vantagem concedida a indústrias estrangeiras em detrimento do setor produtivo nacional”. A CNI avalia que o impacto será maior sobre micro e pequenas empresas e poderá provocar perda de empregos. Em nota, o Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV) informou que a revogação amplia a desigualdade tributária entre produtos nacionais e importados. A entidade alertou para o risco de redução nas vendas do varejo brasileiro, sobretudo entre pequenas e médias empresas, diante da concorrência com produtos importados. De acordo com o IDV, a medida pode provocar queda na reposição de estoques, afetar a indústria nacional e levar ao fechamento de fábricas ou transferência de produção para países vizinhos. Segundo a entidade, após a criação da tributação sobre compras internacionais, o varejo registrou a abertura de 107 mil empregos no primeiro ano, além de aumento de investimentos e produtividade. “O fim do Imposto de Importação na venda cross border acarretará riscos para a economia, cujas consequências poderão comprometer a viabilidade das empresas e o emprego de milhares de trabalhadores”, concluiu o instituto. A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) classificou a revogação da cobrança como “extremamente equivocada”. Segundo a entidade, a medida amplia a desigualdade tributária entre empresas brasileiras e plataformas internacionais. “É inadmissível que empresas brasileiras arquem com elevada carga tributária, juros reais altíssimos e custos regulatórios enquanto concorrentes estrangeiros recebem vantagens ainda maiores para acessar o mercado nacional”, afirmou a Abit. A associação também argumentou que a decisão pode afetar a arrecadação pública. Dados da Receita Federal apontam que, entre janeiro e abril de 2026, o imposto arrecadou R$ 1,78 bilhão, alta de 25% em relação ao mesmo período do ano passado. A Associação Brasileira do Varejo Têxtil (Abvtex) disse “repudiar com veemência” o fim da tributação. Para a entidade, a medida representa “um grave retrocesso econômico e um ataque direto à indústria, ao varejo nacional e aos 18 milhões de empregos gerados no Brasil” e pode “penalizar as empresas brasileiras, especialmente as micros e pequenas, que produzem, empregam e sustentam a arrecadação do país”. A entidade defendeu a criação de medidas compensatórias para evitar fechamento de empresas e perda de postos de trabalho. A Frente Parlamentar Mista em Defesa da Propriedade Intelectual e Combate à Pirataria também criticou a decisão. “Não existe competitividade quando o empresário brasileiro paga impostos altos e o produto importado entra sem tributação. Isso prejudica empregos, produção nacional e o comércio formal”, declarou o presidente da frente, deputado Júlio Lopes (PP-RJ). Apoio das plataformas Na direção oposta, a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec) comemorou o fim da cobrança. A entidade, que reúne empresas como Amazon, Alibaba, Shein e 99, afirmou que a tributação era “extremamente regressiva” e reduzia o poder de compra das classes C, D e E. Segundo a Amobitec, a chamada “taxa das blusinhas” aprofundava a desigualdade social no acesso ao consumo e não cumpriu a promessa de fortalecer a competitividade da indústria nacional. Fim da cobrança A cobrança de 20% havia sido criada em 2024 no âmbito do programa Remessa Conforme, voltado a regulamentar compras internacionais em plataformas como Shein, Shopee e AliExpress. Para compras acima de US$ 50, segue mantida a tributação de 60%. No ato de assinatura da MP que acaba com o imposto, o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Rogério Ceron, explicou que foi possível zerar o imposto após três anos de combate ao contrabando e maior regularização do setor.   Fonte: Agência Brasil Foto: CNI/José Paulo Lacerda

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Chevrolet prepara novo Onix Activ e descontinua versão LTZ para abrir espaço no portfólio

Modelo volta ao mercado após sete anos, ganha visual aventureiro, suspensão elevada e deve ocupar faixa entre R$ 120 mil e R$ 125 mil A Chevrolet anunciou uma nova movimentação em sua linha de compactos no Brasil. Após o lançamento do SUV compacto Chevrolet Sonic, a marca prepara a chegada do novo Chevrolet Onix Activ, que retorna ao mercado depois de sete anos fora do catálogo. A nova versão está prevista para chegar às concessionárias até julho deste ano e terá proposta aventureira, com foco em visual mais robusto e maior altura em relação ao solo. Com a chegada do modelo, a Chevrolet deve promover mudanças na linha Onix, incluindo a saída da versão LTZ, atualmente vendida por cerca de R$ 126 mil. A estratégia busca evitar sobreposição de preços com o Sonic e posicionar o Activ na faixa entre R$ 120 mil e R$ 125 mil. No design, o Onix Activ 2027 terá suspensão elevada e racks de teto, além de ajustes na carroceria que reduzem levemente o comprimento para 4,16 metros. A altura, por outro lado, sobe para 1,53 metro, com 20,1 cm de vão livre do solo. O modelo também terá 19,7° de ângulo de entrada e 28,1° de saída, mantendo largura e entre-eixos semelhantes às versões convencionais. No pacote de equipamentos, a expectativa é de itens como faróis full-LED, rodas de liga leve escurecidas, chave presencial, partida por botão, painel digital de 8 polegadas, central multimídia de 11 polegadas, seis airbags e conectividade com wi-fi nativo. Sob o capô, o Onix Activ deve manter o motor 1.0 turbo de 115 cv e 16,8 kgfm de torque, associado ao câmbio automático de seis marchas. No consumo, os dados indicam médias que variam de 8,6 km/l a 15,3 km/l, dependendo do combustível e do tipo de uso. A Chevrolet também reforçou melhorias recentes na correia dentada do motor, que continua banhada a óleo, mas com nova composição para aumentar a durabilidade e reduzir problemas de desgaste prematuro. (Renan Isaltino), Foto: divulgação Chevrolet

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PM apreende arma de fogo, colete balístico e réplica de fuzil durante ação em Hortolândia

Abordagem resultou na prisão de um criminoso por porte ilegal de arma de fogo e posse de objetos ilícitos Na manhã desta segunda-feira (11), policiais militares do 48º Batalhão de Polícia Militar (PM) do Interior prenderam um criminoso por porte ilegal de arma defogo e posse de objetos ilícitos durante patrulhamento em Hortolândia (SP). De acordo com informações da PM, as equipes visualizaram dois indivíduos em atitude suspeita em frente a uma residência, aparentando observar o interior do imóvel. Ao perceberem a aproximação policial, os criminosos entraram em um veículo e tentaram fugir, sendo abordados logo em seguida. Durante a averiguação, outros dois indivíduos também foram abordados nas proximidades da residência. Embora nada de ilícito tenha sido localizado com os envolvidos, diante da fundada suspeita, a moradora autorizou a entrada das equipes no imóvel. Em um dos quartos utilizados por um dos abordados, os policiais militares localizaram uma pistola calibre 9mm com numeração suprimida e municiada, uma réplica de fuzil, um colete balístico com placas e munições. O criminoso assumiu a posse dos materiais apreendidos. Diante dos fatos, os envolvidos foram conduzidos ao Plantão Policial, onde três indivíduos foram liberados e um permaneceu preso à disposição da Justiça. Foram apreendidos: – 01 pistola calibre 9mm; – 01 réplica de fuzil; – 01 colete balístico com placas; – munições.   Foto: Divulgação/PM

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Explosão em SP: famílias seguem fora de casa e investigações continuam

O Governo de São Paulo e as concessionárias Sabesp e Comgás informaram que seguem na manhã desta terça-feira (12) atendendo famílias atingidas pela explosão ocorrida na tarde de segunda-feira (11), na região do Jaguaré, zona oeste da capital. Um homem morreu e outras três pessoas ficaram feridas. Equipes da Defesa Civil, técnicos da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) e do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) atuam no local para avaliar os imóveis danificados e continuar as investigações. As causas do acidente são investigadas pela perícia feita pelo Instituto de Criminalística com apoio técnico do IPT, em parceria com as concessionárias. Defesa Civil De acordo com a Defesa Civil do Estado de São Paulo, 160 pessoas foram afetadas, sendo que 61 desabrigados pernoitaram em um hotel pago pelas concessionárias. Assistentes sociais estão nesta manhã no local para cadastrar novas vítimas que tiveram danos em seus imóveis. Durante a noite de segunda-feira, a Defesa Civil liberou um prédio onde vivem 300 famílias e que sofreu danos superficiais, sem comprometimento da estrutura. Na manhã desta terça, equipes iniciaram uma análise detalhada dos imóveis afetados para eventuais liberações aos familiares. Participam do trabalho 15 técnicos Polícia Técnico Científico, Polícia Civil, IPT e Defesa Civil. A vistoria nas casas inclui uma classificação de cores para as moradias, de acordo com as condições de cada uma: Verde: famílias podem retornar Amarelo: podem retirar os pertences com cuidados Laranja: podem retirar com acompanhamento Vermelho: totalmente interditado Concessionárias As concessionárias Sabesp e Comgás trabalham juntas para esclarecer os fatos e acolher e indenizar as famílias. A ação é acompanhada de perto pela Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp), órgão do Governo de São Paulo. De acordo com as empresas, até a manhã de terça-feira, foram cadastradas 159 famílias afetadas pela explosão. Elas receberam das concessionárias uma quantia de R$ 2 mil, enviadas por Pix, para despesas imediatas. As equipes de assistência seguem de prontidão no local para eventuais novos atendimentos. As famílias que foram ou estão sendo abrigadas em hotéis pelas concessionárias ficarão hospedadas o tempo necessário para garantir a segurança de todos. As equipes de engenharia já estão na região para suporte nas investigações e análises técnicas. Os danos dos imóveis são analisados para ressarcimento dos prejuízos. Saúde A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo informa que, das três pessoas feridas na explosão, uma deve receber alta médica ainda nesta terça. Ele está no Hospital Universitário da USP. A segunda vítima segue no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP em quadro estável. O terceiro paciente está em estado grave no Hospital Regional de Osasco. O paciente está entubado, em leito de UTI. Segurança Na segunda, logo após o acidente, foram mobilizadas, imediatamente, 15 viaturas com equipes do Corpo de Bombeiros, seis da Defesa Civil e diversas equipes da Polícia Militar para atuar nas ações de resgate e salvamento.

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Governo de SP mobiliza atendimento às famílias atingidas por explosão na zona oeste

Equipes dos bombeiros, Defesa Civil e assistência social realizam atendimentos no local O Governo de São Paulo mobiliza atendimento às famílias atingidas por explosão na tarde desta segunda-feira (11), na região do Jaguaré, zona oeste da capital. Representantes das Secretarias de Estado de Segurança Pública e de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística e da Arsesp (Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo) estiveram no local do incidente para detalhar as ações de resgate, atendimento imediato a vítimas e mitigação de danos provocados pela explosão de uma tubulação de gás encanado. O governador Tarcísio de Freitas convocou uma reunião logo após a explosão com as empresas envolvidas, no Palácio dos Bandeirantes. “Nossa prioridade neste momento é garantir o rápido alojamento e acolhimento daqueles que tiveram suas casas impactadas, e também a segurança de todos, bem como de seus pertences. Todos terão seus prejuízos ressarcidos e suas residências devidamente recuperadas.” Segundo o secretário-executivo da Segurança Pública, coronel Henguel Ricardo Pereira, 46 imóveis foram interditados pela Defesa Civil e cerca de 160 pessoas afetadas estão sendo cadastradas para receber assistência. Um homem de 45 anos morreu no local e ao menos três pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas para atendimento médico. “Estamos fazendo o cadastro de todas as pessoas que foram vítimas e prestando apoio também às que foram hospitalizadas.” Representantes da Sabesp e da Comgás disponibilizaram uma primeira indenização imediata às vítimas no valor de R$ 2 mil. Além disso, os desabrigados foram enviados para hotéis. De acordo com representantes das concessionárias, a partir desta terça-feira (12) haverá levantamento de danos e o pagamento total de despesas e prejuízos que foram causados. Os afetados também irão receber assistência médica e psicológica. Segurança Foram mobilizadas, imediatamente, 15 viaturas com equipes do Corpo de Bombeiros, seis da Defesa Civil e diversas equipes da Polícia Militar para atuar nas ações de resgate e salvamento. A energia na área foi desligada como procedimento de segurança. As equipes realizaram buscas sob os escombros com auxílio de cães no local durante toda a noite. O secretário da Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves, informou que a perícia será feita pelo Instituto de Criminalística com apoio técnico do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). “A investigação já está em curso. Neste momento, nossa maior preocupação é acolher as pessoas, cuidar de onde vão dormir, o que vão precisar e contar com a segurança do local”, disse o secretário. Arsesp Equipes técnicas da Arsesp foram ao local para fiscalizar a atuação das concessionárias responsáveis pelos serviços regulados e iniciar, em conjunto com as autoridades competentes, a investigação rigorosa das causas do acidente. A agência solicitará às concessionárias todos os documentos e registros operacionais relacionados à prestação dos serviços no local, bem como as informações específicas sobre a manutenção realizada no endereço nesta segunda-feira. Caso sejam constatadas falhas, descumprimento de normas ou responsabilidade de empresa fiscalizada, serão adotadas as medidas regulatórias e sancionatórias cabíveis.   Foto: Governo de SP/Divulgação

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GCM salva bebê de 9 meses engasgada no Santa Eulália, em Limeira

Criança voltou a respirar com manobra de Heimlich, foi levada ao hospital e passa bem Momentos de desespero marcaram a manhã deste último sábado (9) no bairro Jardim Santa Eulália, em Limeira (SP). Durante patrulhamento preventivo, a equipe da ROMU foi surpreendida por um veículo que se aproximou em alta urgência, enquanto uma mãe, tomada pelo pânico, clamava por socorro para salvar o próprio filho.   Ver essa foto no Instagram   Um post compartilhado por Portal Veloz (@portalvelozoficial) Nos braços dela, uma bebê de apenas 9 meses lutava pela vida após se engasgar. A criança já apresentava sinais graves de falta de oxigenação, com a pele arroxeada e dificuldade para respirar, aumentando ainda mais a tensão daquela cena angustiante. Sem hesitar, os guardas Soliz, Leonardo e Machado desembarcaram rapidamente da viatura e iniciaram os procedimentos de emergência. Demonstrando preparo técnico, experiência e sangue frio, a equipe realizou a manobra de Heimlich com rapidez e precisão, conseguindo desobstruir as vias aéreas da criança. Segundos depois, o choro do bebê trouxe alívio à mãe e emoção a todos que presenciaram o socorro. A ação rápida e eficiente da equipe foi decisiva para salvar a vida da criança, em uma ocorrência que mostrou, mais uma vez, a importância do trabalho da Guarda Civil Municipal (GCM) nos momentos em que cada segundo pode significar a diferença entre a vida e a morte. Após os primeiros socorros, a bebê de 9 meses que engasgou com o leite materno foi encaminhado à Santa Casa para avaliação médica e exames complementares. Felizmente, passa bem.   Foto: Reprodução/GCM de Limeira

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