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Tag: Agro

Conheça a cadeia produtiva de frutas da Mata Atlântica paulista

Você já ouviu falar em cambuci, uvaia e juçara? São frutas nativas da Mata Atlântica, bioma presente no estado de São Paulo, cultivadas de forma sustentável por uma Cadeia Produtiva Local (CPL) que recebeu incentivo do SP Produz, programa da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo. A CPL Frutas Nativas da Mata Atlântica é comandada pelo Instituto Auá, uma organização não governamental de empreendedorismo socioambiental situada em Osasco, e tem a missão de tornar esses frutos mais conhecidos por meio do ecomercado e do fortalecimento da agricultura familiar. “O nosso desafio é vender um produto que poucos conhecem para um mercado ainda iniciante. Hoje, distribuímos 12 toneladas de frutas nativas por ano, mas temos potencial de distribuição de até 200 toneladas. Precisamos ampliar esse mercado”, acredita Gabriel Menezes, presidente do Instituto Auá. Com o fomento do SP Produz, a cadeia produtiva adquiriu 50 freezers para a comercialização dos sorvetes e outros produtos em novos pontos de vendas, atualmente são 70. “A Secretaria de Desenvolvimento Econômico tem nos apoiado muito nos últimos anos. Com a parceria, conseguimos instalar painéis solares e tivemos uma redução de 85% no custo de energia das câmaras frias de armazenamento das frutas congeladas e, agora, a nossa meta é aumentar os nossos pontos de vendas e desenvolver uma nova linha de picolés sem lactose, sem glúten e sem açúcar”, afirma Gabriel. Localizada na faixa de Mata Atlântica do território paulista, passando pela Serra do Mar, pelo Vale do Ribeira e Vale do Paraíba, a CPL é composta por agricultores familiares. Entre os 250 clientes, estão empresas de varejo, como empórios de produtos naturais, restaurantes e hotéis. A parceria entre os membros da CPL permite desde a produção de insumos, como sementes e mudas, a uma variedade de produtos, como polpas, geleias, sorvetes e bebidas, que vão do licor a cerveja artesanal feitas de cambuci, uvaia e juçara, fabricados no Recanto Magini, localizado em Parelheiros, zona sul da capital. Essas frutas são ricas em vitamina C, antioxidantes e ferro e com elas são desenvolvidas diversas receitas, como massa de pizza, molho barbecue e vinagrete. Preservação da Mata Atlântica O Instituto Auá nomeia os seus parceiros comerciais de Guardiões da Mata Atlântica por apoiarem e fortalecerem os pequenos produtores agroecológicos que preservam o bioma. Com a iniciativa, mais de 70 mil árvores nativas, incluindo as ameaçadas de extinção, foram plantadas e mais de 120 toneladas de frutas nativas da Mata Atlântica produzidas e comercializadas nos últimos 10 anos. Um exemplo do impacto ambiental causado por essa CPL é a preservação da palmeira-juçara, fruto conhecido como o açaí da Mata Atlântica. Atualmente, a espécie está em risco de extinção devido ao desmatamento causado pela extração ilegal do palmito. SP Produz Lançado em junho de 2024, o programa SP Produz tem como objetivo fortalecer as cadeias produtivas locais de São Paulo, estimulando a auto-organização de aglomerações produtivas setoriais e promovendo o desenvolvimento econômico regional. No ano passado, foram reconhecidas 80 CPLs, com os graus de maturidade: Aglomerado Produtivo, CPL em Desenvolvimento, CPL Consolidada e CPL Madura.   Foto: Divulgação/SDE

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Plantio de mais de 6 mil mudas recupera área degradada próxima ao Aeroporto de Viracopos em Campinas

A Secretaria do Clima, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Seclimas) de Campinas realizou, nesta terça-feira, 8 de abril, uma vistoria técnica em uma área de 40.530 m² onde foram plantadas 6.755 mudas de espécies nativas da região. O plantio aconteceu em uma fazenda próxima ao Jardim Campo Belo, nas proximidades do Aeroporto de Viracopos, e integra a compensação ambiental de diversos empreendimentos imobiliários da cidade, por meio dos Termos de Compromisso Ambiental (TCA). A área está localizada em uma região estratégica do ponto de vista ambiental, abrangendo as microbacias do Ribeirão Viracopos e do trecho Leste do Rio Capivari. A região é classificada como prioritária no Plano Municipal de Recursos Hídricos (PMRH), sendo considerada Zona de Proteção e Recuperação de Mananciais Superficiais e área de Proteção de Mananciais de Abastecimento de Indaiatuba. Segundo a Seclimas, a maior parte da área plantada era ocupada por pastagens e estava em processo de degradação. Com a ação, o local está sendo restaurado com vegetação nativa, incluindo espécies como ipês, guapuruvus, ingás e aroeira-pimenteira. A área inclui também Áreas de Preservação Permanente (APPs), como as margens do Ribeirão Viracopos e de um afluente do Rio Capivari. Para o secretário da pasta, Braz Adegas Júnior, a recuperação dessas áreas tem impacto direto na qualidade de vida da população. “Esse tipo de intervenção ambiental entrega uma série de serviços ecossistêmicos, como o sequestro de carbono, a purificação do ar, a moderação de eventos climáticos extremos e o equilíbrio do ciclo hidrológico. Além disso, contribui para a redução de enchentes, controle da erosão, fertilidade do solo, manutenção da biodiversidade, proteção contra a radiação solar ultravioleta e até o controle de vetores de doenças”, afirmou. A ação é parte do compromisso do município com a sustentabilidade e a resiliência climática, promovendo a recuperação de ecossistemas e a proteção dos recursos hídricos.   Foto: Prefeitura de Campinas

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Rotas do Café: programa impulsiona desenvolvimento regional e turismo gastronômico em SP

O Governo de São Paulo deu início a mais uma ação de incentivo ao desenvolvimento regional e ao turismo gastronômico com o lançamento do “Rotas do Café de São Paulo”, nesta terça-feira (8), no Palácio dos Bandeirantes. A iniciativa reúne 57 atrativos turísticos ligados ao grão em 25 municípios paulistas, resultando em cinco rotas inéditas, além de destinos cafeeiros independentes. Entre as atrações turísticas estão fazendas de antigos barões do café, museus históricos, cafés premiados internacionalmente e centros de pesquisa abertos à visitação. O projeto vai integrar produtores, cooperativas, indústrias e consumidores, estimulando a criação de novas empresas e o fortalecimento do comércio e serviço local, incluindo a rede hoteleira. Com essa dinâmica, a iniciativa busca consolidar São Paulo como um destino turístico e comercial de referência no setor cafeeiro, que foi responsável por R$ 5 bilhões do valor da produção agropecuária paulista (VPA) em 2024, e se colocou no sétimo lugar entre os 50 produtos agro com melhor desempenho na economia do estado, segundo o Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta). “O lançamento de hoje tem significado histórico. São Paulo se desenvolveu às margens dos trilhos dos trens, que chegavam ao interior para levar o café até o Porto de Santos. Dali nasceram as ferrovias e as cidades ao redor delas. Celebrar as Rotas do Café é celebrar a história do estado de São Paulo e a aliança entre produtores, indústrias e cooperativas para contar essa história e mostrar que São Paulo tem o melhor café do Brasil”, afirmou o governador Tarcísio de Freitas. “Estamos muito focados no desenvolvimento das nossas vocações para fomentar e desenvolver os arranjos e cadeias produtivas para ganhar eficiência do ponto de vista logístico, diminuir a burocracia e tornar o estado mais digital”, destacou Tarcísio. As rotas estabelecidas são: Rota Cuesta, Itaqueri e Tietê Paulista (que abrangem municípios como Brotas, Dois Córregos e Dourado); Rota Circuito das Águas Paulista (Serra Negra, Monte Alegre do Sul, Amparo e Campinas); Rota Mantiqueira Vulcânica Paulista (Caconde, Espírito Santo do Pinhal e Águas da Prata); Rota Mogiana Paulista (Franca, Pedregulho, Patrocínio Paulista e Cristais Paulista) e Rota Alta Paulista (Marília e Garça). Veja detalhes aqui. Além disso, há destinos cafeeiros como Instituto Biológico, na capital; Sítio Berelu, em Cerqueira César; Sítio Sol Nascente, em Ibiúna; e APTA Regional de Adamantina. Entre as vivências estão o Museu do Café de Piratininga / Fazenda São João, em Piratininga; Museu do Café, em Santos; Ateliê Casa das Artes e Hotel Fazenda Campo dos Sonhos, ambos em Socorro; e o Recanto da Querência, em Garça. Clique aqui para saber mais sobre os destinos e vivências. A iniciativa é uma parceria da Casa Civil com as secretarias de Turismo e Viagens (Setur), Economia e Indústria Criativas (Secult), Agricultura e Abastecimento (SAA), Desenvolvimento Econômico (SDE), da InvestSP, ligada à SDE, e do Museu do Café, de Santos. No lançamento, haverá também a abertura da exposição “O Feminino no Café: 1870-1930”, produzida pelo Museu do Café, disponível para visitação no Palácio dos Bandeirantes até 23 de abril. As Rotas do Café de São Paulo também estão conectadas ao Programa SP Produz, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, que reconhece, apoia e fomenta Cadeias Produtivas Locais (CPLs). Para este segmento cafeeiro há três CPLs reconhecidas: Divinolândia, Caconde e Torrinha. Atualmente, São Paulo conta com mais de 12 mil profissionais empregados no cultivo e mais de 1,1 mil no comércio atacadista de café em grão no estado, segundo dados do Caged (jan/2025). A expectativa é que, com as Rotas do Café, a geração de emprego no setor seja potencializada, inclusive em áreas de comércio e serviço indiretamente beneficiadas. “Mais uma vez, o Estado reconhece e valoriza as cadeias produtivas locais e promove um esforço conjunto, envolvendo várias secretarias, para aumentar a comercialização e a geração de emprego e renda em São Paulo, conforme orienta o governador Tarcísio de Freitas”, afirma Jorge Lima, secretário de Desenvolvimento Econômico. Alta produção e cafeterias especializadas São Paulo é o terceiro maior produtor de café arábica do Brasil e o oitavo maior produtor do mundo, totalizando 307,2 mil toneladas produzidas em 2023, de acordo com a Pesquisa Agrícola Mensal do IBGE. Em 2023, a produção de café paulista gerou R$ 7,2 bilhões, contribuindo significativamente para a economia estadual. Além da alta produção, espaços físicos para o consumo do café fazem sucesso no estado. Segundo levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), cerca de 300 novas cafeterias especializadas foram abertas na capital, região metropolitana e no interior paulista desde 2022, período marcado como pós-pandemia. São Paulo também concentra cerca de 40% das indústrias de torrefação do Brasil, sendo um centro vital de distribuição e comercialização de café no mercado interno e externo. O avanço do café em São Paulo, Estado que mais consome o grão no Brasil, impulsiona o turismo rural, um dos segmentos turísticos mais pujantes do interior paulista, segundo o Sebrae. Apenas na capital, são consumidas cerca de 25 milhões de xícaras por dia em padarias, mercados, restaurantes e em estabelecimentos como o Cupping Café, eleito uma das cem melhores cafeterias do mundo na lista da publicação The World’s 100 Best Coffee Shops. “As Rotas do Café de São Paulo valorizam a identidade dos destinos, destacam os produtores e seus territórios, geram oportunidades de trabalho e oferecem experiências autênticas e sustentáveis”, afirmou Roberto de Lucena, secretário de Turismo e Viagens de São Paulo. Cultivo Durante o evento, serão apresentados os primeiros resultados do Programa Estadual de Incentivo ao Cultivo de coffea canephora, iniciativa da Secretaria de Abastecimento e Agricultura para resgatar a “economia cafeeira” em regiões já foram referência na produção do grão, como no centro-oeste, oeste e noroeste paulista. Em parceria com a iniciativa privada, o programa deve beneficiar 20 mil produtores e movimentar R$ 500 milhões de recursos privados para a infraestrutura produtiva. A variedade canephora, a grande aposta do programa, é adaptada a climas mais quentes e úmidos e apresenta produtividade 60% superior à média do café arábica, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O projeto visa não apenas expandir

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Tomate e abobrinha lideram alta de preços na Ceasa Campinas; confira dicas do “sacolômetro”

Entre os dias 31 de março e 7 de abril, levantamento do Sacolômetro destaca aumentos expressivos nos hortifrutigranjeiros, com abobrinha subindo mais de 50%. Melancia, chuchu e batata ágatha tiveram as maiores quedas no período. Na semana entre os dias 31 de março e 7 de abril de 2025, os preços dos produtos hortifrutigranjeiros da Centrais de Abastecimento (Ceasa) Campinas apresentaram fortes oscilações, segundo dados do Sacolômetro, boletim semanal do entreposto. A maior alta registrada foi da abobrinha brasileira, com valorização de 50,2%, passando de R$3,33 para R$5,00 o quilo. O tomate Débora também apresentou aumento significativo, de 20%, sendo comercializado a R$9,00 o quilo. Outros destaques de alta foram o pimentão verde, com 25% de variação (R$4,55 o quilo), e a berinjela, que subiu 16,5%, chegando a R$3,18 o quilo. Já entre as hortaliças de folhas, a acelga teve acréscimo de 14,2% (R$2,50 o quilo). No setor de frutas, o maracujá azedo teve alta de 7,2%, atingindo o valor de R$6,82 o quilo. O preço da uva niágara, por outro lado, caiu 5,5%, sendo vendida a R$10,40 o quilo. A banana-nanica, uma das frutas mais consumidas, manteve-se estável, com o quilo sendo vendido a R$3,00. Entre as quedas mais expressivas, a batata ágatha registrou retração de 18,2%, passando de R$4,40 para R$3,60 o quilo. O chuchu teve redução igual, saindo de R$2,75 para R$2,25 o quilo. A melancia graúda também apresentou queda, de 6,7%, e foi comercializada a R$2,80 o quilo. No grupo das hortaliças de folha, a alface crespa teve baixa de 8,3%, cotada a R$2,75 o quilo. Por outro lado, a rúcula permaneceu estável, vendida a R$7,14 o quilo. No mercado de ovos, o destaque foi o ovo de codorna, que aumentou 15,4%, passando de R$6,50 para R$7,50 em 2,5 dúzias. Já os ovos brancos e vermelhos mantiveram seus preços estáveis, em R$245,00 e R$265,00 a caixa com 30 dúzias, respectivamente. O Sacolômetro é uma iniciativa da Ceasa Campinas que divulga semanalmente, às terças-feiras, as principais altas e baixas de preços dos produtos comercializados no entreposto. A ferramenta é uma importante aliada para produtores, comerciantes e consumidores, oferecendo transparência e suporte no planejamento e na tomada de decisões. “É uma ação simples, mas que leva transparência e informação do setor para auxiliar nas tomadas de decisões dos produtores e do mercado, que acompanham os valores de venda dos produtos na Ceasa”, ressalta a presidente da Ceasa, Walquyria Majeveski.   Imagem: Prefeitura de Campinas

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Brasil exporta carne para 168 mercados; China lidera ranking, com US$ 7 bilhões

Atualmente, o Brasil exporta carnes — bovina, suína, avícola e afins — para 168 mercados. O ranking é encabeçado pela China, que em 2024 comprou ao menos US$ 7 bilhões. Na sequência, vêm Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, União Europeia e Japão. Em sua última viagem internacional, realizada em março, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a abertura do produto para o mercado vietnamita. A carne é o quarto principal item da pauta de exportações brasileira, atrás da soja, do petróleo bruto e minério de ferro. O valor somado dos cinco maiores compradores de carnes brasileiras em 2024 foi de quase US$ 13,3 bilhões, de acordo com dados do Ministério da Agricultura e Pecuária. Exportação carne Brasil – Luce Costa/Arte R7 No fim de março, Lula realizou uma viagem internacional à Ásia e visitou o Vietnã, onde fechou acordo e anunciou a abertura do mercado de carne brasileira para o país. Em 2025, o Vietnã já figura como o quarto maior destino das exportações dos produtos da agropecuária brasileira, respondendo por 3,2% do que foi comercializado até fevereiro, atrás de China, União Europeia e Estados Unidos. Lula também foi ao Japão, e o país propôs ações para acelerar a abertura do mercado à carne bovina brasileira. A demanda histórica dos produtores brasileiros foi um dos temas do encontro entre o presidente brasileiro e o primeiro-ministro japonês, Shigeru Ishiba. Ishiba sugeriu a formação de um grupo para o acompanhamento do setor e manifestou disposição de enviar especialistas sanitários para coletar informações e avançar mais rapidamente nas próximas etapas de abertura do mercado. Um dos objetivos da viagem de Lula era, de fato, conseguir o compromisso político do Japão de enviar uma missão técnica para inspecionar as condições da produção de carne bovina do país. O Japão importa cerca de 70% da carne bovina que consome, o que representa aproximadamente US$ 4 bilhões ao ano. Desse total, 80% são importados dos Estados Unidos e da Austrália, históricos aliados do país. No caso do Brasil, o processo de negociação para exportar a carne bovina ao Japão vem sendo conduzido há mais de 20 anos. Em maio de 2024, o Brasil se tornou livre de febre aftosa sem vacinação animal. O status abre caminho para que o Brasil possa exportar carne bovina para países como o Japão e a Coreia do Sul, por exemplo, que só compram de mercados livres da doença sem vacinação. Por outro lado, o fim da vacinação exigirá protocolos mais rígidos de controle sanitário por parte dos estados. O ciclo de vacinação de bovinos e bubalinos contra a febre aftosa no Brasil começou há mais de 50 anos, e o último registro da doença ocorreu em 2006. Atualmente, no Brasil, só os estados de Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Acre, Rondônia e partes de Amazonas e Mato Grosso têm o reconhecimento internacional de zona livre de febre aftosa sem vacinação. Processo de exportação É necessário cumprir requisitos regulamentados pelo Ministério da Agricultura, por meio da Secretaria de Defesa Agropecuária, para ter acesso ao mercado externo. O principal deles é a obtenção do registro do estabelecimento no SIF (Serviço de Inspeção Federal), que atesta a regularidade sanitária, técnica e legal das instalações e etapas de processo. Depois da concessão do registro, a empresa deve solicitar habilitação para exportar junto ao Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal. Atualmente, ao menos 3.200 estabelecimentos nacionais estão registrados no sistema, com habilitação para exportação. Segundo o governo, qualquer companhia registrada possui autorização para o mercado externo para países que não exigem habilitação específica. “Outro requisito é o Certificado Zoossanitário Internacional, que é o documento que expressa o acordo sanitário estabelecido entre autoridades sanitárias de países que realizam, entre si, comércio de animais e material de multiplicação animal. Significa que, ao emitir o documento, a autoridade sanitária do país de origem da mercadoria atesta o cumprimento de todas as condições, chamadas requisitos sanitários, que incluem exigências de saúde e bem-estar animal, demandadas pelo país importador”, explica o governo.   Fonte: R7

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Multinacional do agro irá produzir biogás a partir da citricultura; entenda

A produção de biogás a partir dos resíduos da citricultura, um importante setor da economia agrícola paulista, foi o anúncio no município de Bebedouro nesta semana. Com o apoio do Governo de SP, a multinacional francesa Louis Dreyfus Company (LDC) lançou a pedra fundamental de sua nova planta que será a maior usina de biogás produzido a partir de resíduos cítricos do mundo, no município de Bebedouro, interior do estado de São Paulo. “É a primeira planta do Brasil a produzir combustíveis renováveis por meio dos processos da laranja. Trata-se de um investimento de milhões de dólares, demonstrando que São Paulo oferece segurança jurídica, pesquisa, combate ao greening, seguro rural e disponibilidade de crédito”, destacou o secretário de Agricultura e Abastecimento, Guilherme Piai. Na safra 2023/2024, o setor de citros gerou 45.112 empregos no estado de São Paulo. Este número representa um aumento de 10% em relação ao da safra anterior. A cada dez copos da bebida consumidos no mundo, aproximadamente sete são produzidos no território paulista. Puxado pela laranja, o grupo de sucos é o segundo principal na balança comercial do agronegócio paulista, com 15,5% de participação nas exportações, somando US$334,41 milhões (99% dos valores respondem ao suco de laranja). A planta inaugurada está localizado em  Bebedouro, onde está instalada a principal indústria de suco de laranja da LDC. Com capacidade de receber 390 metros cúbicos por hora de resíduos da indústria de suco, a usina poderá gerar 7 milhões de metros cúbicos normais de gás por hora (Nm3/h) em dois ou três anos. Os efluentes, que geram o biocombustível, são os resíduos gerados durante o processamento de laranjas ou limões, como na limpeza das frutas. A empresa possui a expectativa de reduzir a utilização de combustível fóssil em 50%, e avalia que é possível abastecer 100% da energia da unidade de Bebedouro. O estímulo às energias renováveis só é possível pois, em 2024, o Governo paulista, por meio da Secretaria de Agricultura e Abastecimento e da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), lançou procedimentos para produção de biogás e biometano em propriedades rurais, abrangendo uma ampla gama de atividades agropecuárias. Além da citricultura, os biocombustíveis podem ser gerados a partir das atividades de avicultura, suinocultura, bovinocultura, frigoríficos e abatedouros. SP desacelera o Greening Resultado dos esforços de toda a cadeia produtiva de citros em conjunto com a Secretaria de Agricultura, a incidência do greening, praga que ameaça os pomares de citros em todo o mundo, foi 54% menor no cinturão citrícola paulista em 2024 em comparação ao ano anterior, conforme dados do Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus). Foram mais de 40 mil mudas irregulares retiradas de circulação, dentre elas, mudas com suspeita de Greening, pela Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA), da Secretaria de Agricultura, desde 2023.   Foto: Governo de SP

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SP passa a exportar avocado para novos mercados internacionais

A produção paulista de avocado, o abacate da variedade Hass, tem atraído interesse no mercado internacional. Maior produtor nacional da fruta, sendo responsável por mais de 40% da produção brasileira, São Paulo está iniciando a exportação do avocado para Chile e Japão após missões estrangeiras visitarem o estado, desde 2023, para validarem os requisitos fitossanitários para a importação. O Chile é o 2º maior consumidor per capita de avocado no mundo, representando uma ótima oportunidade de negócio para o avocado paulista. “O consumo chileno é altíssimo, com cerca de 8kg por pessoa/ano, e vem subindo. É um país que nos gera altas expectativas. Esse ano será experimental, mas no futuro esperamos importantes ganhos”, destaca Lígia Carvalho, produtora e diretora da Jaguary, pioneira no desenvolvimento do abacate Hass no Brasil. Outra vantagem é que o Brasil está na contra-safra do avocado chileno, que produz até agosto, enquanto aqui se produz, aproximadamente, de fevereiro até junho e julho. “A abertura de mercados internacionais para os produtos paulistas reforça a qualidade e a competitividade da fruticultura do Estado. São Paulo se destaca não apenas pelo volume, mas pela excelência em atender os mais rigorosos padrões fitossanitários internacionais. Esse avanço representa a atração de novos investimentos para a agricultura paulista em cenário global”, destaca o secretário de Agricultura e Abastecimento, Guilherme Piai. O Japão é um importante comprador de frutas frescas do mundo, sendo o maior importador de avocados da Ásia, representando um importante potencial para a expansão das vendas da fruta. Entretanto, o tamanho da exportação para o Japão ainda é uma incógnita. “A distância, a grande exigência do mercado japonês e a necessidade de envio aéreo trazem incertezas. Por enquanto, vamos aprender a atender esse mercado”, afirma Lígia. Em 2024, o estado de São Paulo produziu mais de 223 mil toneladas de abacate, principalmente nas regiões de Ourinhos, Mogi Mirim e São João da Boa Vista, segundo dados do Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de SP. No mercado nacional, a demanda pelo avocado tem crescido, mas o Brasil ainda está distante do consumo mundial. Em média, o brasileiro consome 1,3kg de abacate – tropical e avocado – por ano. Se tratando apenas de avocado, o consumo cai para 300 gramas anuais. “Há um caminho a trilhar que envolve muitos desafios: comunicação, marketing, ensinar sobre o avocado, quais as possibilidades de consumo, e principalmente, não ter ruptura do produto no supermercado, entrando na lista de compras, na rotina dos brasileiros”, finaliza a diretora da fazenda Jaguary. O Avocado é uma variedade surgida na Califórnia, nos Estados Unidos da América, e hoje é cultivado mundialmente por suas características, como a alta concentração de vitaminas, minerais, proteínas e fibras. Apresenta grande versatilidade, podendo ser utilizado para pratos salgados e doces, e popularizado pela culinária mexicana. O avocado tem forma mais arredondada e é um pouco menor que o abacate, que costuma ter quase o dobro de tamanho. A casca do avocado é enrugada e, ao longo do amadurecimento, se torna roxa, enquanto a do abacate costuma ser verde. Defesa Agropecuária cumpre requisitos fitossanitários e garante exportações A garantia do cumprimento dos requisitos fitossanitários para a exportação é realizada pela Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA), da Secretaria Estadual de Agricultura. Os países importadores colocam em seus planos de trabalho a necessidade de medidas para mitigação e controle das pragas. “A certificação é feita através do acompanhamento de campo do responsável técnico habilitado, que garante o cumprimento das medidas, como inspeção, monitoramento e retirada de frutos caídos. Todo o processo é auditado pela CDA”, explica a engenheira agrônoma Cristina Abi Rached Iost, gerente do Programa Estadual de Certificação Fitossanitária e do Programa Estadual de Exportação de Produtos Vegetais. Com a abertura dos mercados do Japão e Chile, a Defesa Agropecuária iniciou, em 2025, os cadastros e acompanhamento do abacate variedade Hass nas propriedades e casas de embalagem que processam o fruto. Atualmente estão cadastradas 05 propriedades e 05 casas de embalagem. “A exigência vai depender do país e da praga que é restritiva, contudo, jamais é esperado o envio de vegetais ou partes de vegetais com pragas de qualquer esfera, mesmo as que não constam em requisitos fitossanitários”, completa Cristina.   Foto: Divulgação/Secretaria de Agricultura e Abastecimento

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Geração de energia solar atrai produtores rurais como segunda alternativa de renda

A geração de eletricidade por meio da produção de energia solar e a possibilidade de operar em conjunto com as plantações tem chamado a atenção dos produtores do agronegócio, que veem na tecnologia uma alternativa sustentável e econômica para o setor. As usinas fotovoltaicas garantem entre 25 a 30 anos de vida útil para o investidor e atingem o ponto de equilíbrio em cinco anos. Além do potencial econômico, uma vez que a fonte renovável surge como segunda alternativa de renda, o empreendimento contribui para a redução de emissões dos gases poluentes e com os gastos com contas de energia.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/Record

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Saiba como o tarifaço de Trump pode beneficiar o agronegócio brasileiro

Após o tarifaço anunciado pelo presidente americano Donald Trump, que taxou alguns produtos de todo o mundo, o Mundo Agro, do R7, foi descobrir o que pode afetar ou beneficiar o agronegócio brasileiro. Para o professor da FGVAgro, Felippe Serigati, ainda é cedo para saber quais serão os impactos no segmento. Os EUA importam do Brasil café, carne bovina, suco de laranja e etanol. “Vamos pensar então nos produtos que a gente exporta para os Estados Unidos. A tarifa é de 10%, mas a gente não tem grandes concorrentes nem mesmo dentro dos Estados Unidos”, ponderou Serigati. Os EUA não têm grandes cafezais. Se eles não comprarem do Brasil com a taxa de 10%, será que irão comprar do Vietnã, que teve a taxa maior? Ou da Colômbia com a mesma taxa? “A gente está na tarifa mínima. Então, o resultado disso é que o consumidor americano vai pagar mais caro para ter acesso ao mesmo café”, explicou Serigati. O mesmo acontece com o suco de laranja. O professor comentou que o Brasil e os EUA já foram grandes concorrentes. “Mas os pomares da Flórida reduziram muito de tamanho e de dimensão. Então, hoje, a produção dos Estados Unidos de laranja é bem limitada. Eles dependem do suco de laranja brasileiro para abastecer seu mercado interno”, disse Serigati. O cenário de importação americana de carne bovina é o mesmo. “Exportamos bastante carne bovina para os Estados Unidos, nosso segundo maior e principal destino, depois da China. Isso ocorre porque o rebanho dos Estados Unidos está numa situação muito limitada, com o menor rebanho bovino desde os anos 1970”, comentou o professor. No etanol, há mais uma concorrência entre Brasil e EUA. “A gente exporta etanol para a Califórnia. E é o etanol que tem uma maior redução de emissão de carbono equivalente. E essa redução o milho não consegue atingir. Tem que ser o etanol de cana. Mas nem todo etanol de cana consegue fazer isso. São algumas usinas aqui no Brasil que estão certificadas. Então, o resultado é que esse etanol vai chegar mais caro lá na Califórnia. Não tem para onde fugir”, explicou Serigati. Ele reafirma que o impacto principal será sobre o consumidor americano, que vai pagar mais caro. “Brasil e os EUA são competidores por produtos agropecuários no mercado internacional. Então, é a verdadeira retaliação. A China vai retaliar. A Europa vai retaliar. O universo agro dos EUA é uma base de apoio do Trump”, disse Serigati. O professor acredita que essa situação pode abrir oportunidades para o Brasil. Para ele, quem deve sentir os impactos das medidas de Trump é a indústria brasileira. “Porque a China, principalmente, e as economias do Leste Asiático precisam do mercado americano. E os produtos deles vão chegar mais caros para o consumidor americano. E aí sim, essas economias podem sentir esse impacto. Vender menos manufatura para os Estados Unidos. Só que eles precisam desovar a sua manufatura. E podem vir para outros mercados de maneira mais agressiva. Entre esses mercados, certamente, está o Brasil. Isso tem acontecido, por exemplo, com os carros elétricos. Estamos vendo as ruas brasileiras sendo inundadas por carros elétricos de origem chinesa. E por quê? Porque há uma produção importante da China, uma indústria que precisa de demanda. Uma demanda que estaria nos Estados Unidos e na União Europeia, mas está encontrando dificuldades”, disse Serigati. E, para finalizar, perguntamos ao professor o que esperar então. “A gente tem que esperar para ver como essas peças vão se estabilizar nesse tabuleiro. Mas o que devemos estar mais preocupados é justamente com a indústria. Não tanto pelos Estados Unidos, mas pelos seus efeitos de segunda ordem. Qual será a reação da China, dos produtores de aço asiático, com relação a essa tarifa mais cara para acessar o maior mercado do planeta, que é o mercado consumidor norte-americano?”, finalizou Serigati. Depois do bate-papo com um dos professores renomados da FGVAgro, com quem tive o prazer de ter algumas aulas, conversei com o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), Tirso Meirelles. Ele reiterou que o Brasil precisa tomar decisões certas e ter planejamento a médio e longo prazos. Enfatizou que não o fazemos e que precisamos usar as jazidas minerais do país para os fertilizantes. “Hoje, nós importamos 90% desses produtos e, se conseguirmos produzir aqui, vamos reduzir o custo da produção dos alimentos, tornando-os mais acessíveis no mercado internacional e, inclusive, abaixando os preços da alimentação internamente”, ressaltou Tirso. Na opinião dele, o governo americano deveria dialogar antes de tomar decisões como essas, que mexem com toda a balança comercial. “Sabemos que os Estados Unidos têm uma dívida interna muito grande, como muitos outros países, e é um problema que não pode ser resolvido da noite para o dia, com uma mudança tão radical. Se não houver diálogo, haverá um estrangulamento da economia global”, reiterou Tirso. Sobre a situação do agronegócio brasileiro, Tirso avalia que temos uma vantagem neste momento. “Temos safras recordes, o estoque de alimentos no mundo está reduzido e as pessoas precisam se alimentar. No nosso caso, 50% do Produto Interno Bruto (PIB) vem do agro e haverá a abertura de novos mercados para os nossos produtos”, explicou ele. Um problema americano diante da situação, que foi criado por Trump, é o seguinte: “Se eles também não conseguem exportar, terão dificuldades em comprar a quantidade que vinham comprando, criando insegurança alimentar”, comentou Tirso. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) reafirmou, em nota, que, apesar do acréscimo, o Brasil estará em uma posição melhor se comparado a outros casos, como os dos EUA, que importam produtos de mercados que terão taxas maiores, como é o caso dos bens da União Europeia, que receberão sobretaxas de 20%. A CNA destacou ainda que é precipitado avaliar eventuais perdas ou ganhos para o Brasil com o anúncio das tarifas recíprocas pelos EUA, visto que a alteração tarifária afeta todos os países do mundo, incluindo grandes exportadores de produtos agropecuários. Por fim, a CNA defende o livre comércio por meio

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Indústria de alimentos prevê investimentos de R$ 120 bilhões no Brasil até 2026

A Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA), uma das maiores do mundo, prevê investimentos de R$ 120 bilhões até 2026. O cenário é promissor, diante de um faturamento anual que chega a R$ 1,2 trilhão, o que representa 10,8% do PIB brasileiro. Na próxima semana, a cidade de São Paulo receberá a 6ª edição da Anuga Select Brazil, onde serão lançados novos produtos nacionais e internacionais. Organizada pela Koelnmesse Brasil, a edição deste ano contará com intercâmbio com a feira Private Label Brazil e a realização simultânea do Congresso Latino-Americano de Sorvetes-Helados (Clash 2025). “Nós teremos um pavilhão totalmente novo, o Anhembi reformado, o Congresso Internacional de Sorvetes, que pela primeira vez será realizado dentro da nossa feira, além de uma participação internacional recorde e uma expectativa também recorde de visitação, graças às muitas parcerias que fizemos e à intensa divulgação no mercado”, destacou Beni Piatetzky, diretor-geral da Koelnmesse Brasil. Mais de 550 marcas terão seus produtos expostos, e a previsão é de que 16 mil visitantes participem do evento. “A Anuga Select Brazil trará o que há de mais novo dentro do setor de Alimentos e Bebidas, tanto no Brasil quanto no mundo. Haverá mais negócios, mais pavilhões internacionais e mais conteúdo, com temas relevantes e tendências que ditarão o futuro do setor de A&B nos próximos 5 a 10 anos”, afirmou Polliana Claudino, gerente de projetos da Koelnmesse Brasil. A campanha Sesc Mesa Brasil será ampliada para que os visitantes possam contribuir com a doação de alimentos (1 kg de alimentos não perecíveis), por meio do ingresso/credencial solidária. O programa funciona como uma rede de combate à fome, ao desperdício e à má distribuição de alimentos, baseada na parceria entre a sociedade civil, o empresariado e as instituições sociais. O 3º Workshop Açougue de Primeira abordará estratégias de planejamento, organização, coordenação e controle de qualidade. Já o Congresso ABIR, com painel sobre Inovação, trará o universo da inovação nas bebidas não alcoólicas. O Halal Zone será o pavilhão exclusivo dedicado a produtos de Alimentos e Bebidas certificados Halal. A Mega Rodada de Negócios promoverá três rodadas de negócios em uma única oportunidade: a primeira com os hosted buyers, a segunda organizada pela Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), com compradores internacionais, e a terceira, pela FOHB (Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil), em contato com as principais redes hoteleiras do Brasil. Os produtos orgânicos também terão seu espaço garantido. O Atmosfera Orgânica reunirá indústrias nacionais e internacionais comprometidas com produtos sustentáveis e livres de agrotóxicos. Outro destaque será o pavilhão dedicado 100% à bebida genuinamente brasileira: a Cachaça. “A Feira permitirá aos nossos associados fortalecer o networking com distribuidores, importadores e outros profissionais do setor, além de identificar novas oportunidades de negócios e parcerias comerciais”, disse Andressa Beig Jordão, diretora-executiva do Instituto Brasileiro da Cachaça (IBRAC). E tem mais uma novidade! O projeto Meu Tomatì, realizado pela Euroconsult em parceria com a Câmara de Comércio Italiana de São Paulo, que promove os tomates italianos no Brasil — e que você acompanhou desde o início aqui no blog — também marcará presença no evento. Vou aproveitar para conferir as projeções para este ano.   Fonte: R7 Foto: Anuga Select Brazil

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