Com 414,9 milhões de pedidos no ano, modalidades de entrega como Flex e Turbo elevam a exigência e empresas precisam se aprimorar
O comércio eletrônico brasileiro cresce em ritmo acelerado. Em 2025, o setor movimentou R$204,3 bilhões e somou 414,9 milhões de pedidos, segundo dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). O número consolida uma trajetória de expansão contínua e reforça uma tendência que já é sentida por consumidores e lojistas: comprar on-line ficou mais rápido, mas também mais exigente. O próprio Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) já apontou entregas e distribuição como um dos principais desafios para o fortalecimento do e-commerce no país.
Esse crescimento vem puxado, em grande parte, pela expansão de modalidades como Flex, Turbo e entregas no mesmo dia, cada vez mais comuns nos grandes marketplaces. Estudos do setor (PagBrasil / E-Commerce Brasil) apontam que a oferta de prazos curtos pode elevar em até 30% a 50% a conversão de vendas de lojistas e vendedores on-line, um efeito direto sobre o faturamento de quem vende pela internet.
Do outro lado dessa equação está a reputação dos vendedores. Guias oficiais de plataformas como Mercado Livre e Shopee mostram que o prazo de envio dentro do limite e a taxa de atraso zero estão entre as métricas de maior peso para o posicionamento dos anúncios nos algoritmos de busca, o que torna a logística um fator estratégico, e não apenas operacional, para quem vende on-line.
Nesse cenário, a transportadora paulista VITOM se consolidou como referência em entregas de última milha para grandes marketplaces como Mercado Livre, Shopee, Amazon e Magalu, plataformas que, juntas, concentram cerca de 80% de todo o fluxo B2C do e-commerce brasileiro (Ebit/NielsenIQ & Webshoppers).
A empresa foi reconhecida pelo Mercado Livre como a melhor transportadora de entregas Flex do Brasil por dois anos consecutivos, em 2024 e 2025, um indicativo de como o cuidado com prazo e qualidade pode se traduzir em resultados.
Segundo a VITOM, o aumento do volume de pedidos no país levou a empresa a ampliar a estrutura, frota, equipe e capacidade operacional, sem abrir mão de indicadores rígidos de acompanhamento. De acordo com a empresa, já não basta apenas entregar: é necessário cumprir o prazo, preservar a mercadoria, oferecer rastreabilidade e manter uma comunicação eficiente durante todo o processo.
Para dar conta da velocidade exigida pelas modalidades Flex e Turbo sem perder qualidade, a operação da VITOM se apoia em planejamento de rotas, horários de corte definidos, acompanhamento em tempo real e equipes dedicadas por região, além de processos específicos para conferência e separação de mercadorias frágeis ou volumosas.
O impacto, segundo a transportadora, aparece diretamente no desempenho dos sellers atendidos. Clientes que passaram a oferecer entrega no mesmo dia ou em prazos menores relatam produtos mais competitivos, melhora nas avaliações e redução de reclamações nas plataformas. A empresa cita ainda casos de lojistas que haviam abandonado a modalidade Flex e voltaram a ampliá-la depois de encontrar suporte operacional mais consistente.
A logística reversa também entra na conta da conversão: pesquisas da Zebra Technologies e McKinsey & Company mostram que cerca de 65% dos compradores on-line consultam as condições de devolução e troca antes de fechar uma compra, um dos motivos pelos quais a VITOM inclui esse serviço no mesmo padrão de agilidade das entregas normais.
O movimento não deve perder força. A Amazon, por exemplo, saltou de 200 para 300 centros logísticos no Brasil entre 2025 e 2026, com entregas em poucas horas e, em áreas selecionadas, em menos de 15 minutos, usando inteligência artificial para otimizar rotas e prever demanda.
Para a VITOM, a tendência é clara: a última milha brasileira será cada vez mais rápida, tecnológica e personalizada, com janelas de entrega mais curtas e maior uso de dados para reduzir insucessos. A aposta da empresa é ampliar capacidade operacional e fortalecer parcerias com plataformas e sellers, mantendo o que descreve como seu principal diferencial, o acompanhamento diário da operação, indicador por indicador, com pessoas responsáveis por cada etapa do processo.













