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Tag: Agro

Prefeitura de Limeira e IBGE promovem Reunião Municipal das Estatísticas Agropecuárias

A Prefeitura de Limeira, em parceria com o IBGE, promove Reunião Municipal das Estatísticas Agropecuárias (Reagro). Produtores e produtoras rurais do município são convidados a participar do encontro, que ocorre nesta quinta-feira (24), às 19h, no Centro Rural do Pinhal (Via Jorge Carlos Ivers, km 5). O intuito da iniciativa é ouvir os produtores e, com isso, levantar informações atualizadas sobre a produção agropecuária local e as condições que afetam o setor, como clima, pragas, comercialização e tendências de plantio. Esses dados compõem o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), pesquisa mensal que contribui com os dados nacionais sobre agricultura. Para a secretária de Meio Ambiente e Agricultura, Antonieta Polatto, o encontro é uma oportunidade de fortalecimentos de relações e troca de experiências entre produtores rurais, técnicos e instituições ligadas ao setor. “A participação de todos os interessados é essencial, pois as informações compartilhadas impactam diretamente nas estatísticas oficiais e no direcionamento de políticas públicas voltadas ao campo e que afetam o setor”, destaca.

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Do morango ao café: agricultura ganha espaço e investimentos em Campinas

Propriedades repletas de frutos, plantações, criação de animais e agricultura familiar. Essas são algumas das vocações das áreas rurais de Campinas que hoje correspondem a nove macrorregiões espalhadas pelos territórios da cidade. Cerca de 180 agricultores com registro no CAF (Cadastro de Agricultura Familiar) trabalham de forma total ou parcial na agricultura. São homens do campo como o agricultor José Xavier Abacherly, de 71 anos. Ao lado dos irmãos e dos três filhos, ele administra o Sítio São José, na região do Fogueteiro, próximo ao aeroporto de Viracopos, em Campinas. Descendentes de suíços, a relação da família com a terra começou com o avô dele. Em mais de sete décadas já cultivaram café, uva, tomate, batata e milho-verde. Entretanto, em 2004, o produtor conheceu formas de potencializar e desenvolver economicamente o negócio. “Nós recebemos uma capacitação por meio da Prefeitura de Campinas e percebemos que não era mais lucrativo continuar plantando uva, nossa principal cultura na época. Era muito trabalho e pouco retorno por conta das particularidades da fruta,” explica. Técnicos do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e do Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) apresentaram a possibilidade de a propriedade implantar o turismo rural para o desenvolvimento econômico da propriedade e elevação da renda da família. Foi o embrião para o sítio se transformar no que é hoje. Atualmente eles contam com um orquidário, onde os visitantes podem escolher as flores e plantas que desejam comprar. Podem colher morangos “in natura”, andar a cavalo, visitar a venda com produtos naturais e aproveitar os quitutes do restaurante. “Hoje 80% do nosso público de visitantes aos finais de semana é daqui de Campinas, mas recebemos gente de cidades como Americana, Piracicaba, Vinhedo e até de São Paulo,” comemora José.   Vocação rural Atualmente a área rural de Campinas corresponde a 47% do território, incluindo as zonas de expansão urbanas. A divisão contempla nove macrorregiões, são elas: Barão Geraldo: hortaliças, legumes, frutas (manga e banana), hortifrutigranjeiro Amarais: hortaliças e cana Campo Grande: bromélias e orquídeas para exportação Friburgo e Fogueteiro: frutas, grãos, hortaliças, suínos e gado de corte Carlos Gomes: psicultura, ranicultura, plantas fitoterápicas, aspargos e turismo rural Anhumas: oleaginosas, frutas (banana, caqui, manga), hortaliças e orgânicos Sousas e Joaquim Egídio: gado, café, turismo rural e orgânicos. Chácaras Aveiros: hortaliças e figo Pedra Branca, Reforma Agrária e Descampado: goiaba e figo para a exportação, laranja kincan, acerola, uva, figo, banana, etc.   Sistema Agroflorestal Um dos itens mais presentes na mesa do brasileiro, o café também é cultivado pelos produtores rurais de Campinas. O casal Cid Manicardi e Isa Taube está à frente do sítio agroflorestal Flor da Lua, de 20 mil metros quadrados, que fica na região do Distrito de Sousas e onde estão plantados 7 mil pés de cafés. A propriedade produz ainda outras frutas utilizadas para consumo da família e para o dia a dia da cafeicultura. É o caso da banana. Hoje as bananeiras tem papel fundamental ao auxiliar na proteção dos pés de café contra os raios solares e na umidificação do solo. “De acordo com o grão eu consigo manejar a torra para atingir o padrão desejado. Se mais encorpado ou mais suave. Um processo feito manualmente aqui na nossa propriedade,” explica Cid que além de agricultor também é dentista. Em breve ele irá lançar o produto em uma linha com embalagens estilizadas e dividido em cinco tipos. Para poder regularizar a situação da plantação e ter acesso à informação, ele contou com a assessoria da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação. Agente multiplicador, o agricultor pretende auxiliar no processo de divulgação do que é oferecido aos produtores rurais. “A informação é fundamental para quem está aqui no campo. Ter acesso a ela me ajudou e pode ajudar muitos outros.” Sistemas agroflorestais (SAFs) são formas de uso e manejo da terra no qual árvores ou arbustos são utilizados em consórcio com culturas agrícolas, forragens ou integração com animais. Nas agroflorestas, a diversidade de árvores, arbustos e culturas agrícolas interagem e se beneficiam mutuamente. A produção agroflorestal contribui com a promoção da biodiversidade, melhoria da qualidade dos solos, controle de erosão, menor uso da água, redução de praças, doenças e ervas daninhas, dispensando ou reduzindo o uso de agrotóxicos.   Investimentos Para potencializar o setor rural em Campinas, a prefeitura lançou no mês passado um plano com dez projetos a serem implementados para desenvolver o setor. 1.    Projeto de Capacitação de Produtores Rurais; 2.    Projeto de Supervisão de Estradas e Caminhos Rurais; 3.    Programa de Acessibilidade – Rotas Rurais; 4.    Programa de Acesso a Financiamento Rural (Pronaf – Pronamp); 5.    Programa de Agricultura Familiar; 6.    Impacto Plural; 7.    Programa de Incentivo à Tecnologia no Campo; 8.    Colaboração Internacional para o agronegócio e para ESG; 9.    Projeto de Polo Vitivinícola de Campinas; 10.   Implantação (DAT) – Distrito Agro Tecnológico. “Nós estamos fazendo uma costura entre os produtores, o poder público e os institutos de pesquisa. A prefeitura já conta com diversos programas de fomento rural, mas nós vamos ampliar isso por meio da inserção da tecnologia e da capacitação desses produtores,” explica a secretária municipal de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação, Adriana Flosi.   Festival Campinas Rural Para oferecer ainda mais destaque aos produtores e a tecnologia do agro em Campinas, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia e Inovação, promove entre os dias 6 e 8 de maio o 3º Festival Campinas Rural, no Largo do Rosário e no Paço Municipal. Serão três dias com programação variada incluindo cursos, palestras, shows e, claro, venda de produtos. Nesta edição será lançado o ‘Campinas em Taças e Xícaras’, uma atração que vai reunir produtores de café, gim e cerveja para apresentar seus produtos.   Foto: Prefeitura de Campinas

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SP investe em parceria com a iniciativa privada para qualificar mão de obra rural

Três Escolas Técnicas Estaduais (ETECs) da região de Campinas, nas cidades de Jundiaí, Espírito Santo do Pinhal e Rio das Pedras, estão nos planos do governo paulista para ampliar a qualificação da mão de obra rural do estado. A Secretaria de Agricultura de São Paulo, em parceria com o Centro Paula Souza e a fabricante de maquinários AGCO, irá capacitar estudantes para operação e manutenção de máquinas. A expectativa do Executivo paulista é ampliar a parceria para garantir mão de obra qualificada no mercado do agronegócio e, paralelamente, incentivar o interesse dos jovens no segmento agropecuário. “Estamos empenhados em buscar cada vez mais parceiros que tenham interesse na formação de mão de obra qualificada para atender o mercado do agronegócio paulista, ofertando melhores salários e condições de fixação no campo para a população”, acrescenta o secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Guilherme Piai. Plano de ação O projeto-piloto deve iniciar em abril, com 30 alunos selecionados pela diretoria das ETECs participantes. O governo paulista negociou com a AGCO bolsas de estágio para os três melhores jovens, para qualificação dentro das empresas como Fendt, Massey Ferguson, PTx e Valtra. Em 2024, a multinacional americana faturou globalmente US$11,7 bilhões. A realização do curso tem como base o Termo de Cooperação firmado em 2022 entre a Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), da Secretaria de Agricultura, e o Centro Paula Souza, além do convênio firmado entre o Instituto Agronômico (IAC-Apta) e a AGCO em 2013, sendo renovado em 2024. Êxodo rural De 2012 a 2022, o Brasil deu continuidade ao processo de redução da população rural de 15% para 12%, ou seja, a persistência do processo de urbanização, segundo informações do Banco Mundial. Entre os fatores que afetam a fixação da população no campo estão a baixa qualificação da população rural que, em busca de oportunidades, migram para os centros urbanos.   Foto: Governo de SP

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No dia Mundial da Malbec, conheça a história da uva que produz o vinho icônico da Argentina

Dia 17 de abril é comemorado o Dia Mundial da Malbec! Mas vocês sabiam que a grande uva ícone da Argentina não é argentina. Pois é, a uva Malbec, a mais emblemática da Argentina, onde ganhou fama mundial, é originária da França e é isso que vou contar abaixo. A história da Malbec na Argentina começa no século XIX. Em 1853, o agrônomo francês Michel Aimé Pouget, a pedido do governo argentino, levou a uva para lá, para ajudar na modernização da viticultura argentina, então em seus estágios iniciais. Pouget plantou a Malbec na região de Mendoza, e ela se adaptou perfeitamente, não só em Mendoza, mas como em toda a encosta dos Andes, de Norte (Salta) a Sul (Patagônia). E, assim, ela se tornou o coração da vinicultura argentina. Sede de vinícola argentina em MendozaReprodução/Catena Zapata Inicialmente, ela foi muito usada para produzir vinhos de volume e pouco a pouco, os enólogos foram percebendo o potencial dela e foram melhorando os vinhos, diminuindo a produtividade dos vinhedos e com isso, aumentando a qualidade. Mas foi nos anos 1990 que ela passou por um verdadeiro renascimento, impulsionado por investimentos em tecnologia e conhecimentos modernos de vinificação. Enólogos argentinos iam fazer estágios na Europa e voltavam com muito conhecimento na bagagem. Vinho Malbec é um ícone da Argentinaarcos Santos/USP Imagens Com isso, os Malbecs argentinos começaram a receber reconhecimento internacional, com prêmios e altas pontuações de críticos importantes e em competições globais, ajudando a colocar a Argentina no mapa do vinho mundial. Hoje, ela representa 42% da produção de uvas tintas e 25% de todas as uvas cultivas por lá, e os estilos de vinhos que são produzidos com ela são muitos, desde os famosos tintos encorpados com passagem por barricas de carvalho, passando por tintos mais leves e frescos, sem madeira, rosês, espumantes, fortificados e até mesmo vinhos brancos feitos com ela.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/Instagram @cdvzonasur

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Produtores de Limeira fazem visita técnica em fazenda de cacau; espécie deve ser cultivada no município

Cerca de 20 produtores rurais de Limeira participaram, nesta segunda-feira (14), de uma visita técnica a uma fazenda de produção de cacau em Catanduva (SP). A comitiva foi acompanhada pela secretária de Agricultura e Meio Ambiente, Antonieta Polatto, e pelo diretor da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati Limeira), Fernando Tufanin Borboni. O objetivo da visita técnica foi conhecer de perto o sistema de cultivo do cacau na propriedade, reunindo informações técnicas que possam viabilizar o plantio da espécie em Limeira. Na fazenda visitada, o cacau é cultivado em consórcio com a banana, utilizando uma técnica que favorece o desenvolvimento das duas culturas. “Há uma demanda crescente por cacau no estado de São Paulo, que produtores de outras regiões não estão conseguindo atender. Nosso objetivo é oferecer orientação e assistência técnica aos produtores de Limeira, abrindo caminho para uma nova alternativa de cultivo, que pode atrair investimentos e impulsionar o desenvolvimento do agronegócio local”, destacou Antonieta Polatto. A visita faz parte de uma série de ações promovidas pela Secretaria de Meio Ambiente e Agricultura e pela Cati para incentivar o cultivo de cacau no município. No mês passado, cerca de 60 viveiristas participaram de um curso de capacitação voltado à produção de mudas de cacau. Foto: Prefeitura de Limeira

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SP apresenta pacote de ações previstas na Agrishow 2025; confira

O Governo de SP, por meio da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, estará presente na 30ª edição da Agrishow (Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação). No início da feira, a gestão paulista realiza o seu tradicional evento com anúncios para o setor agropecuário paulista e permanece até o dia 2 de maio com um conjunto de ações a serviço do produtor rural. O objetivo do governo paulista é impulsionar a transferência de tecnologia por meio da aproximação de seus institutos e coordenadorias com os visitantes da feira que, no ano passado, atingiu aproximadamente 200 mil visitantes em seus cinco dias de realização. Confira os destaques que o Governo de São Paulo leva para a Agrishow 2025: No estande da Agência Paulista de Tecnologias dos Agronegócios (Apta), estarão os 7 institutos de pesquisa vinculados à agência: INSTITUTO BIOLÓGICO (IB) As tecnologias expostas pelo IB serão: Análises de Influenza Aviária, New Castle, Laringotraqueíte e Salmonela – as mais impactantes para o setor avícola Análises de alimentos e água – microbiológicas e físico-químicas na avicultura Controle Biológico – fungos, bactérias e nematoides entomopatogênicos. Joaninhas, crisopídeos, ácaros predadores junto a ácaros fitófagos para demonstrar a predação. Serão levadas placas de Petri com material biológico, uma galinha com ovos (artificiais). Mais informações em: www.biologico.agricultura.sp.gov.br INSTITUTO DE PESCA (IP) Instituto de Pesca apresenta inovações da aquicultura na Agrishow 2025 O Instituto de Pesca (IP-Apta), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, marca presença na Agrishow 2025 com destaque para as tecnologias e inovações desenvolvidas em seus principais projetos voltados à aquicultura, que promovem avanços na sustentabilidade, na produtividade e na segurança sanitária do setor aquícola. Entre as iniciativas apresentadas estão: a) o Centro de Ciência para o Desenvolvimento (CCD) de Sanidade em Piscicultura, que visa desenvolver kits de diagnóstico para as doenças emergentes e de vacinas contra essas doenças em tilápia e o melhoramento genético de tilápias relativo às doença; b) o Centro de Engenharia de Plasticultura (CEP), que objetiva desenvolver, modificar e validar soluções disruptivas de plasticultura, para melhorar o desempenho dos produtos e adaptar soluções plásticas existentes para diferentes culturas, abordando problemas específicos; e c) o Programa Integração Piscicultura-Agricultura-Pecuária (IPAP), cuja missão é criar soluções de ciclagem de nutrientes em sistemas integrados de produção de alimentos, seguindo os conceitos da economia circular. Mais informações em: www.pesca.sp.gov.br INSTITUTO DE ECONOMIA AGRÍCOLA (IEA) Apresentação do Programa Rotas Rurais Ações de divulgação: Preço referência de importação de borracha natural Balança Comercial do Estado de São Paulo em 2024 Calculadora do Valor Venal de Terra Rural Cálculo IEA do Custo de Produção Ciclo de Seminários Estudos IEA Valor da Produção Agropecuária Paulista Mais informações: www.iea.agricultura.sp.gov.br APTA REGIONAL 1 – Arroz biodinâmico A APTA Regional possui pesquisas em rizicultura, segundo princípios Agricultura Biodinâmica. Os objetivos são: realizar ensaios agronômicos de variedades de arroz, em áreas de várzea e áreas altas (arroz de sequeiro), sob sistema da agricultura biodinâmica, sendo o segundo ano de implementação a safra 2024/2025; avaliar o controle de pragas e doenças do arroz com técnicas agroecológicas; aplicação de preparados biodinâmicos e uso de óleos essenciais e hidrolatos. O projeto se desenvolve no Setor de Fitotecnia da Apta Regional de Pindamonhangaba com execução de treinamentos técnicos, oficinas práticas e cursos, visando a ampla participação de agricultores familiares da região do Vale do Paraíba. 2 – Mandioca “Já fui mandioca!” A mandioca, um dos alimentos mais comuns no prato dos brasileiros, será apresentada de uma forma inusitada: como matéria-prima para embalagens biodegradáveis, que podem substituir os plásticos de uso único (como talheres e copos descartáveis). A iniciativa busca levar os consumidores a optar por produtos mais sustentáveis, reduzindo a produção de lixo. INSTITUTO AGRONÔMICO (IAC) As cinco variedades de cana IAC mais recentes estarão na Agrishow 2025 O público da Agrishow 2025 poderá conhecer as mais novas variedades de cana-de-açúcar do Programa Cana IAC: IACSP02-1064, IACCTC05-5579, IACCTC06-5732, IACCTC07-7207 e IACCTC08-9052. Além desses novos materiais, outras dez cultivares de destaque nacional estarão plantadas no plot do IAC, de 28 de abril a 2 de maio, em Ribeirão Preto, interior paulista, no mesmo espaço onde funciona o Centro de Cana do Instituto Agronômico (IAC). Nova cultivar IAC de feijão carioca, o IAC 2560 Nelore, será apresentada na Agrishow 2025 Agrishow 2024, espaço de exposição das variedades do Instituto Agronômico (IAC). Foto: Governo de SP O Instituto Agronômico (IAC) apresenta sua mais nova cultivar de feijão carioca: a IAC 2560 Nelore é tolerante ao escurecimento dos grãos e tem alta tolerância à antracnose, importante doença do feijoeiro. Possui potencial produtivo de 70 sacas, por hectare. Com caldo espesso de alta qualidade, conquista excelente aceitação no mercado, tendo sido testado e aprovado pela indústria. Este novo material chega para complementar o IAC 2051, que é o carioca mais procurado no Instituto, por todas as suas qualidades e cultivado em diversos estados, mas é suscetível para a antracnose. IAC lança batata-doce alaranjada biofortificada A cultivar IAC Dom Pedro II apresenta 64,71 vezes mais carotenoides do que as mais plantadas no Brasil, além de alta produtividade, precocidade e bom cozimento. O Instituto Agronômico (IAC), de Campinas, desenvolveu uma nova cultivar de batata-doce de polpa alaranjada excelente para uso culinário, visando à biofortificação de alimentos para torná-los mais nutritivos. Comparativamente com as cultivares mais plantadas no Brasil, este novo material, chamado ‘IAC Dom Pedro II’, tem 64,71 vezes mais carotenoides, responsável pela provitamina A. Além desta característica que atrai consumidores, a nova batata-doce IAC apresenta produtividade 48,60% superior à da principal variedade cultivada no Estado de São Paulo, chamada Canadense. O público poderá conhecer a IAC Dom Pedro II na Agrishow 2025, de 28 de abril a 2 de maio, em Ribeirão Preto, interior paulista. Público da Agrishow poderá conhecer diferenças das funções de adjuvantes e sua importância Os visitantes da Agrishow terão a oportunidade de entender sobre adjuvantes – produtos que desempenham funções específicas e não genéricas -, como normalmente se difunde no contexto do controle fitossanitário. De acordo com o Centro de Engenharia e Automação do Instituto Agronômico (CEA/IAC), os

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Guia internacional destaca vinhos brasileiros entre os melhores da América do Sul

A edição 2025 do prestigiado ‘Guia Descorchados’, referência na avaliação de vinhos sul-americanos, revelou que 19 vinhos tintos brasileiros figuram entre os melhores da América Latina. Este feito destaca o crescente reconhecimento da qualidade dos vinhos nacionais. Criado pelo renomado jornalista Patricio Tapa, o guia é um marco na indústria vinícola da região. Mais de 4 mil rótulos foram minuciosamente avaliados, organizados em três volumes específicos para Argentina, Chile e um conjunto de Brasil, Uruguai, Peru e Bolívia. Dentre os destaques nacionais, três vinhos receberam 93 pontos, evidenciando a capacidade de produção de alta qualidade do Brasil. Belmont Tannat 2023, Guatambu Potter 2024 Tannat e Sabina Syrah Seleção de Parcelas 2024 estão no topo da lista. Guia Descorchados: uma autoridade do setor O Guia Descorchados, sob a expertise de Patricio Tapa, consolidou-se como uma grande autoridade na avaliação de vinhos sul-americanos. A edição de 2025 avaliou diversos rótulos. Segundo Tapa, o segredo para alcançar a nota máxima de 100 pontos reside na capacidade do vinho de expressar fielmente a variedade da uva e sua origem. Dois vinhos, um argentino e um chileno, conseguiram esse feito. Top 3 melhores vinhos brasileiros Conforme já mencionado, o Brasil alcançou destaque com três vinhos que obtiveram 93 pontos. O Belmont Tannat 2023, produzido na Serra Gaúcha, é elogiado por sua elegância. O Guatambu Potter 2024 Tannat, da Campanha Gaúcha, destaca-se pela intensidade e frescor. Já o Sabina Syrah 2024, da Serra da Canastra, é considerado um dos melhores da lista. Outros vinhos brasileiros de destaque Além dos líderes do ranking, outros 16 vinhos brasileiros receberam pontuações altas, variando entre 91 e 92 pontos. Essa diversidade demonstra a riqueza da produção vinícola no país. Arte da Vinha Francamente Franc Cabernet Franc 2023 (92) Artesã Íngreme Syrah 2021 (92) Casa Almeida Barreto Piano Syrah 2023 (92) Família Arte Líquida Vila Flores Cabernet Franc 2022 (92) Guatambu Épico Edição IX (92) Guatambu Lendas do Pampa Tannat 2024 (92) Guatambu Rastros do Pampa Merlot 2024 (92) Luiz Argenta Cuvée L.A. Cave 2020 (92) Sabina Mescla de Serras Syrah 2024 (92) Amare Vinhos Amor Perfeito Tannat 2023 (91) Artesã Mar de Morros Blend 2023 (91) Belmonte Vinho Frugalle Gamay 2023 (91) Luiz Argenta L.A. Cave Cabernet Franc 2018 (91) Vinícola Tramarin Gran Linaggio Merlot 2023 (91) Vinícola Tramarin Gran Linaggio Tannat 2023 (91)   Fonte: R7 Foto: Pixabay

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Campinas vai soltar mais de 50 mil joaninhas em parques, jardins e áreas verdes

Mais de 50 mil joaninhas adultas serão soltas em parques, jardins e áreas verdes de Campinas para repovoar o meio ambiente e ajudar no controle biológico de pragas. As novas habitantes estão sendo criadas em salas de aula pelos alunos da rede municipal, dentro do Projeto JoaNinho, iniciativa da Prefeitura de Campinas, por meio da Secretaria de Educação. Desenvolvido pela empresa Asas e Cores, que foi contratada pela Secretaria de Educação para execução do projeto, o programa contempla 26.955 alunos da rede pública municipal que acompanham de perto o ciclo de vida das joaninhas, da larva à vida adulta. Os alunos recebem kits para criar e acompanhar o desenvolvimento dos insetos sem necessidade de supervisão especializada, além de uma lupa para observar os detalhes das joaninhas. No total, foram adquiridos 4.326 kits completos e 1.065 refis, possibilitando a criação de mais de 80.865 larvas de joaninhas. No Centro de Educação Infantil (CEI) Marilena Cabral, no DIC I, as crianças já tiveram a experiência de ver as joaninhas crescerem e serem soltas na natureza. Com olhares entusiasmados, os pequenos estudantes soltaram as joaninhas no jardim da escola e trocaram suas impressões entre si, como a constatação de que as joaninhas iam “voar”, “estavam escapando” e que não mordiam. “Nós pegamos aquele potinho e nós colocamos uma água, colocamos a joaninha e tampamos”, contou Helena, de 4 anos. “Aí tinha uma larva que virou uma joaninha. Pode pegar com a mão, é só tomar cuidado”, aconselhou Renan, também de 4 anos, para os colegas. Para ele, a joaninha mais bonita era a vermelha. “Eu gostei da branca”, disse Ana Beatriz, sua colega de 5 anos. “São bonitinhas”, disseram as crianças, em coro. As professoras também se divertiram com as crianças e os pequenos insetos, que voaram entre as crianças e pousaram até nos relógios das “tias” antes de irem rumo aos seus destinos. A joaninha atua como um agente capaz de fazer controle biológico porque come pragas como pulgões, cochonilhas e moscas-brancas. O pequeno inseto está em extinção, logo, o projeto também contribui para a preservação dessa espécie, que precisa ser protegida. Kits duráveis e reutilizáveis Cada kit é utilizado para cinco alunos. A faixa etária recomendada é a partir de 3 anos, com supervisão, porque há jogos, pecinhas e material de leitura. Também é indicado para estudantes dos últimos anos da Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Os kits são duráveis e reutilizáveis, minimizando a geração de resíduos e reforçando o compromisso com a educação ambiental de forma responsável e sustentável. Iniciado em março, o projeto segue até meados de maio. De acordo com Luciane Palma, coordenadora departamental da Coordenadoria Setorial de Formação da Secretaria de Educação, a ação vem ao encontro das propostas da Secretaria de Educação de oferecer às crianças opções, as mais diversas possíveis, de interação com o mundo e entre si. “Cada escola avalia se a proposta se relaciona com os propósitos de seu projeto pedagógico e decide sobre a aquisição ou não do projeto”, disse. “Há belos relatos do interesse e envolvimento das crianças e educadores”, contou Luciane. A Asas e Cores foi fundada pelo casal Guilherme Trivellato e Katherine Girón Pérez, que são entomólogos (especialistas em insetos). Segundo eles, o projeto tem um impacto ambiental gigantesco, reduz naturalmente o uso de inseticidas e contribui diretamente para a sustentabilidade e preservação da biodiversidade. “Neste projeto, as crianças deixam de ser meras espectadoras da natureza e tornam-se protagonistas. Elas sempre ouvem que o homem não está cuidando da natureza, está poluindo e com o JoaNinho, entendem que têm responsabilidades, condições de fazer o bem para o meio ambiente e, no futuro, quando ‘estiverem com a caneta na mão’ vão ter um olhar diferente para a natureza”, disse Trivellato. Ele também destaca que o projeto ajuda as crianças a praticarem o desapego. “Elas se comovem, se emocionam com o projeto e não querem soltar as joaninhas, se apegam. Mas soltá-las na natureza também é um aprendizado”, disse. O conceito do JoaNinho é semelhante ao projeto Tamar, de conservação das tartarugas marinhas. Sua ideia é levar um animalzinho vivo para a sala de aula como um método de preservação, que vai beneficiar a espécie. O projeto já passou por diversas cidades paulistas como Pardinho, Araraquara, Vargem Grande do Sul, Conchal, Paulínia e Cosmópolis. Campinas é o maior projeto da Asas e Cores, com a primeira edição em 2023 para 10 mil alunos. O projeto é autorizado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Tem modelos parecidos na Colômbia, com borboletas, e nos Estados Unidos, com joaninhas, mas sem o componente pedagógico. No Brasil, é inédito pela extensão e foco nas crianças. Números do Projeto JoaNinho em Campinas: • 4.326 kits completos distribuídos; • 1.065 refis utilizados em escolas que aderiram ao projeto em 2023; • Mais de 80.865 larvas de joaninhas criadas; • 131 escolas beneficiadas; • 26.955 alunos da rede pública atendidos; • Mais de 50.000 joaninhas adultas serão soltas na cidade; • Centenas de professores formados pelo projeto.

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Exportações brasileiras de carne suína crescem 26% em março; receita teve alta de 44%

O Brasil registrou um aumento significativo nas exportações de carne suína em março, com um crescimento de mais de 26%, totalizando 116 mil toneladas. Os dados divulgados pela ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal), com base em informações da Secretaria de Comércio Exterior, indicam que o faturamento foi ainda maior, com alta de 44,2%. A receita gerada pelas vendas externas da proteína, entre in natura e processados, chegou a US$ 278 milhões (cerca de R$ 1,6 milhão na cotação atual) no mês, contra US$ 192 milhões (aproximadamente R$ 1,1 milhão) no mesmo período do ano passado. Entre os principais destinos, estão as Filipinas, com 27 mil toneladas embarcadas — aumento de 85%. Santa Catarina segue na liderança dos estados exportadores, com um crescimento de 8,6% em comparação com março de 2024.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/Record

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Após primeiras colheitas, Conab confirma estimativa de safra recorde

Com maior área plantada e condições climáticas favoráveis, a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) estima uma safra recorde de grãos na temporada 2024/25, em 330,3 milhões de toneladas. De acordo com o órgão, com a colheita das culturas de primeira safra em fase adiantada, essa perspectiva vem se confirmando. Os dados do 7º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25, divulgado nesta quinta-feira (10) pela Conab, aponta um crescimento de 10,9% ou 32,6 milhões de toneladas quando se compara com o ciclo 2023/24. O incremento estimado se deve tanto a uma maior área plantada, prevista em 81,7 milhões de hectares, com incorporação de 1,7 milhão de hectares em relação à safra passada, quanto às condições climáticas favoráveis registradas na primeira safra nas principais regiões produtoras. “As perspectivas positivas para o clima também dão suporte para o desenvolvimento das culturas na segunda safra. Neste cenário, é esperada uma recuperação da produtividade em 8,6%, estimada em 4.045 quilos por hectares”, destacou a companhia. Soja A soja continua a ser o principal produto cultivado na primeira safra e deve registrar o maior volume já colhido no país. Nesta safra, a Conab prevê uma produção de 167,9 milhões de toneladas, resultado superior em 20,1 milhões de toneladas à safra passada. O Centro-Oeste, principal região produtora do grão, deve registrar um novo recorde na produtividade média das lavouras com 3.808 quilos por hectare, superando o ciclo 2022/23. Em Mato Grosso, a colheita já chega a 99,5% da área semeada, com a produtividade média chegando a 3.897 quilos por hectare, a maior já registrada no estado. Cenário semelhante é visto em Goiás, onde os trabalhos de colheita já atingem 97% da área com uma produtividade de 4.122 quilos por hectare. Com a colheita da soja avançada, o plantio do milho de segunda safra está próximo de ser finalizado. A produção total do cereal, somados os três ciclos da cultura, está estimada em 124,7 milhões de toneladas em 2024/25, crescimento de 9 milhões de toneladas em relação ao ciclo passado. Para o algodão, a expectativa de produção recorde também vem se confirmando. O plantio está concluído com estimativa de área em 2,1 milhões de hectares, crescimento de 6,9% sobre a safra 2023/24. Já para a produção de pluma é esperada uma colheita de 3,9 milhões de toneladas, 5,1% acima do volume produzido na safra anterior. Arroz e feijão De acordo com a Conab, a colheita de arroz também segue em bom ritmo, com mais de 60% da área plantada já colhida. “As condições climáticas nas principais regiões produtoras, até o momento, são favoráveis para o desenvolvimento da cultura”, informou o órgão. No caso do feijão, o aumento previsto na produção é de 2,1%, podendo chegar a 3,3 milhões de toneladas somadas as 3 safras da leguminosa. A elevação acompanha a melhora na produtividade média das lavouras, que sai de 1.135 quilos por hectare para 1.157 quilos por hectare, uma vez que a área se mantém estável em 2,86 milhões de hectares. Comércio Com o aumento na estimativa de produção do milho, a Conab também elevou as previsões de consumo do grão na safra. A nova expectativa é de um volume de 87 milhões de toneladas consumidas no mercado interno e 34 milhões de toneladas para exportação. “Mesmo com o aumento no consumo interno, o estoque final deve chegar a cerca de 7,4 milhões de toneladas do grão”, afirmou. Segundo a Conab, cenário semelhante é encontrado para o algodão, em que o aumento na produção possibilita um incremento tanto no consumo quanto no estoque de passagem da fibra.   Fonte: R7 Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

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