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Categoria: Economia

Receita alerta para golpes com taxa falsa sobre Pix

Fisco reitera que cobrança de impostos não existe e é inconstitucional   A Receita Federal emitiu nesta sexta-feira (10) um alerta sobre fraudes cometidas contra pessoas que acreditam na notícia falsa de que o governo introduzirá um imposto sobre o Pix. Segundo denúncias recebidas pelo Fisco, criminosos estão usando indevidamente o nome da Receita para cobrar supostas taxas. Por meio de mensagens de WhatsApp ou em outros aplicativos similares que usam o nome e o logotipo da Receita Federal, os criminosos informam a cobrança de supostas taxas sobre transações via Pix acima de R$ 5 mil. Os fraudadores alegam que o contribuinte terá o Cadastro de Pessoa Física (CPF) bloqueado, com falsos documentos que imitam o padrão visual da Receita Federal e a emissão de um boleto. No alerta, a Receita esclarece que a tributação sobre o Pix não existe e contraria a Constituição. “Atenção! Não existe tributação sobre PIX e nunca vai existir, até porque a Constituição não autoriza imposto sobre movimentação financeira”, destacou o comunicado. Mais uma vez, a Receita esclareceu que as regras em vigor desde 1º de janeiro apenas atualizam o sistema de acompanhamento de movimentações financeiras para a inclusão de novos meios de pagamento na fiscalização, como Pix e carteiras digitais. Orientações A Receita Federal forneceu uma lista com as seguintes orientações para evitar cair em golpes. •     Desconfie de mensagens suspeitas: não forneça informações pessoais em resposta a e-mails ou mensagens de origem desconhecida que solicitem dados financeiros ou pessoais; •     Evite clicar em links desconhecidos: links suspeitos podem enviar você a sites fraudulentos ou instalar programas prejudiciais no seu dispositivo; •     Não abra arquivos anexos: anexos em mensagens fraudulentas geralmente contêm programas executáveis que podem roubar suas informações ou causar danos ao computador; •     Verifique a autenticidade: A Receita Federal utiliza exclusivamente o Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (Portal e-CAC) e o site oficial como canais seguros de comunicação; A Receita orientou ainda o contribuinte a evitar cair em fake news. No alerta, o órgão ressaltou que o compartilhamento de mentiras em aplicativos de mensagens, como WhatsApp e Telegram, facilitam o trabalho dos criminosos. O órgão pediu que os contribuintes verifiquem a fonte das informações, consultando os canais oficiais do Fisco; questionem o conteúdo, desconfiando de textos sensacionalistas, com promessas milagrosas e com erros de português; não acreditem em mensagens não oficiais; conversem sobre o tema com parentes e amigos antes de repassar as mensagens.   Fonte: Agência Brasil Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Vendas no comércio varejista voltam a cair após dois meses de alta, mostra IBGE

Setor acumula alta de 5% no ano e de 4,6% nos últimos 12 meses; em relação ao mesmo mês do ano passado, o varejo subiu 4,7%   O volume de vendas do comércio varejista recuou 0,4% em novembro, em comparação com outubro, quando registrou aumento de 0,4%. O setor acumula alta de 5% no ano e de 4,6% nos últimos 12 meses. Em relação ao mesmo mês do ano passado, o varejo subiu 4,7%, a 18ª taxa consecutiva no campo positivo. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio, divulgada nesta quinta-feira (9) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A média móvel trimestral variou 0,2% no trimestre encerrado em novembro. Das oito atividades pesquisada, cinco tiveram queda em novembro: móveis e eletrodomésticos (-2,8%) artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (-2,2%) livros, jornais, revistas e papelaria (-1,5%) outros artigos de uso pessoal e doméstico (-1%) hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,1%) Já equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (3,5%), Combustíveis e lubrificantes (1,5%) e Tecidos, vestuário e calçados (1,4%) tiveram alta na passagem de outubro para novembro. A taxa média nacional de vendas do comércio varejista diminuiu 0,4%, com resultados negativos em 17 unidades da Federação, com destaque para Rio de Janeiro (-5,7%), Paraíba (-4,3%) e Goiás (-2,7%). Por outro lado, pressionando positivamente, figuram 10 das 27 unidades da Federação, com destaque para Espírito Santo (4,1%), Acre (1,3%) e Mato Grosso (1,2%). Novembro 2024 x novembro 2023 Em relação a novembro de 2023, cinco dos oito setores investigados ficaram no campo positivo:  artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (10,2%) tecidos, vestuário e calçados (8%) hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (5,4%) outros artigos de uso pessoal e doméstico (3,4%) combustíveis e lubrificantes (1,7%). O setor de móveis e eletrodomésticos apresentou estabilidade. No campo negativo, ficaram equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-4,4%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-10,6%). Ainda nesta comparação, a variação das vendas no comércio varejista em novembro de 2024 foi de 4,7%, com resultados positivos em 26 das 27 unidades da Federação, destacando-se Roraima (14,9%), Rio Grande do Sul (11,6%) e Amapá (10,5%). O Rio de Janeiro registrou estabilidade em novembro de 2024.   Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

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Conselho decide hoje aumento de juros do crédito consignado do INSS

Medida será definida nesta quinta-feira, em reunião do Conselho Nacional de Previdência Social; limite atual é de 1,66% ao mês   O teto da taxa de juros para empréstimos consignados a aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) deverá ter aumento. A medida será definida nesta quinta-feira (9) em reunião do CNPS (Conselho Nacional de Previdência Social). Segundo o Ministério da Previdência Social, a decisão caberá ao conselho. O limite é atualmente de 1,66% ao mês, após oito reduções consecutivas desde março de 2023. Para operações realizadas por meio de cartão de crédito e cartão consignado de benefício a taxa é de 2,46% ao mês. Com a alta nos últimos meses da taxa básica de juros, a Selic, que está em 12,25% ao ano, os bancos alegam que o limite imposto pelo governo tem prejudicado a oferta dessa modalidade de crédito, considerada uma das mais acessíveis no mercado. O custo de operação sobe, tornando inviável oferecer crédito dentro dos limites fixados pelo governo. Em resposta, algumas instituições optaram por suspender temporariamente essa linha de crédito. A concessão do crédito consignado a aposentados e pensionistas do INSS registrou queda nos últimos três meses. Segundo estatísticas monetárias e de crédito divulgadas pelo Banco Central, o saldo das concessões foi de R$ 7,4 bilhões em novembro, uma queda 10% em relação a outubro (R$ 8,2 bilhões). No entanto, comparando a soma dos 11 meses deste ano à do período anterior, o aumento do saldo do empréstimo consignado é de 35,6%. No acumulado dos últimos 12 meses, a alta é de 33,9%. “A expectativa é positiva para um aumento no teto dos juros do consignado, permitindo viabilizar o produto e ampliar o acesso ao crédito de forma sustentável”, afirma Rubens Neto, especialista em crédito consignado da empresa Crédito Popular. Juro baixo O consignado é oferecido a quem tem aposentadoria ou pensão creditada em conta-corrente. Pelo fato de o valor ser descontado diretamente na folha de pagamento, é opção de empréstimo fácil e com juro baixo. Pelas regras atuais, o segurado do INSS pode comprometer até 45% do benefício com o empréstimo. Desse total, 35% são para empréstimo pessoal, 5% para cartão de crédito e 5% para cartão de benefício. Os prazos para pagamento podem chegar a sete anos. Os aposentados e pensionistas podem consultar as taxas oferecidas pelos bancos por meio do portal ou aplicativo Meu INSS. Ao selecionar o serviço “extrato de empréstimos”, opção “instituições e taxas”, os juros estarão disponíveis para que o segurado verifique qual a taxa mais vantajosa antes de pegar o empréstimo. Atualmente, há 63.746.598 contratos de consignado ativos (considerando todas as modalidades). Como consultar as taxas de juros dos bancos Acesse o aplicativo ou site Meu INSS Vá no serviço “sem precisar de login e senha” Clique em “Taxas de Empréstimo Consignado” Será aberta uma página com a lista de bancos e os juros praticados em cada um deles Para ver mais bancos, basta rolar a página até embaixo e clicar em “Ver mais” Também é possível buscar pela instituição que o segurado quer pesquisar no alto da página, em “Pesquise por instituição” Ao lado do nome das instituições estão relacionadas as taxas para as modalidades de cartão de crédito consignado (RMC) e para utilização do cartão consignado de benefício (RCC). Essas taxas somente aparecem quando a instituição oferece esse tipo de crédito Fonte: INSS Cuidados na hora de contratar o empréstimo • Não realize nenhum tipo de adiantamento nem pagamento para obter o empréstimo. • Pesquise e compare as taxas de juros e as condições oferecidas por outras instituições. Em especial, repare no custo efetivo total (CET), que resume, em um único indicador, o preço da operação. • Verifique se a instituição financeira está autorizada pelo Banco Central a funcionar e se está conveniada com sua fonte pagadora; por exemplo, no caso dos empréstimos consignados para aposentados e pensionistas do INSS, se a instituição está conveniada com o INSS. • Nunca assine um contrato nem uma proposta de contrato em branco. • Não aceite a intermediação de pessoas com promessas de acelerar o crédito. • Não forneça o cartão magnético nem a senha do banco a terceiros. • Lembre-se de que esse tipo de operação representa dívidas que poderão afetar a administração da renda pessoal e familiar futura, em razão do comprometimento mensal dos benefícios com o pagamento do empréstimo. • Caso haja interesse em realizar a portabilidade do contrato, será importante ler atentamente as informações sobre portabilidade de crédito. Fontes: Banco Central e INSS   Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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Conselho decide hoje aumento de juros do crédito consignado do INSS

Medida será definida nesta quinta-feira, em reunião do Conselho Nacional de Previdência Social; limite atual é de 1,66% ao mês   O teto da taxa de juros para empréstimos consignados a aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) deverá ter aumento. A medida será definida nesta quinta-feira (9) em reunião do CNPS (Conselho Nacional de Previdência Social). Segundo o Ministério da Previdência Social, a decisão caberá ao conselho. O limite é atualmente de 1,66% ao mês, após oito reduções consecutivas desde março de 2023. Para operações realizadas por meio de cartão de crédito e cartão consignado de benefício a taxa é de 2,46% ao mês. Com a alta nos últimos meses da taxa básica de juros, a Selic, que está em 12,25% ao ano, os bancos alegam que o limite imposto pelo governo tem prejudicado a oferta dessa modalidade de crédito, considerada uma das mais acessíveis no mercado. O custo de operação sobe, tornando inviável oferecer crédito dentro dos limites fixados pelo governo. Em resposta, algumas instituições optaram por suspender temporariamente essa linha de crédito. A concessão do crédito consignado a aposentados e pensionistas do INSS registrou queda nos últimos três meses. Segundo estatísticas monetárias e de crédito divulgadas pelo Banco Central, o saldo das concessões foi de R$ 7,4 bilhões em novembro, uma queda 10% em relação a outubro (R$ 8,2 bilhões). No entanto, comparando a soma dos 11 meses deste ano à do período anterior, o aumento do saldo do empréstimo consignado é de 35,6%. No acumulado dos últimos 12 meses, a alta é de 33,9%. “A expectativa é positiva para um aumento no teto dos juros do consignado, permitindo viabilizar o produto e ampliar o acesso ao crédito de forma sustentável”, afirma Rubens Neto, especialista em crédito consignado da empresa Crédito Popular. Juro baixo O consignado é oferecido a quem tem aposentadoria ou pensão creditada em conta-corrente. Pelo fato de o valor ser descontado diretamente na folha de pagamento, é opção de empréstimo fácil e com juro baixo. Pelas regras atuais, o segurado do INSS pode comprometer até 45% do benefício com o empréstimo. Desse total, 35% são para empréstimo pessoal, 5% para cartão de crédito e 5% para cartão de benefício. Os prazos para pagamento podem chegar a sete anos. Os aposentados e pensionistas podem consultar as taxas oferecidas pelos bancos por meio do portal ou aplicativo Meu INSS. Ao selecionar o serviço “extrato de empréstimos”, opção “instituições e taxas”, os juros estarão disponíveis para que o segurado verifique qual a taxa mais vantajosa antes de pegar o empréstimo. Atualmente, há 63.746.598 contratos de consignado ativos (considerando todas as modalidades). Como consultar as taxas de juros dos bancos Acesse o aplicativo ou site Meu INSS Vá no serviço “sem precisar de login e senha” Clique em “Taxas de Empréstimo Consignado” Será aberta uma página com a lista de bancos e os juros praticados em cada um deles Para ver mais bancos, basta rolar a página até embaixo e clicar em “Ver mais” Também é possível buscar pela instituição que o segurado quer pesquisar no alto da página, em “Pesquise por instituição” Ao lado do nome das instituições estão relacionadas as taxas para as modalidades de cartão de crédito consignado (RMC) e para utilização do cartão consignado de benefício (RCC). Essas taxas somente aparecem quando a instituição oferece esse tipo de crédito Fonte: INSS Cuidados na hora de contratar o empréstimo • Não realize nenhum tipo de adiantamento nem pagamento para obter o empréstimo. • Pesquise e compare as taxas de juros e as condições oferecidas por outras instituições. Em especial, repare no custo efetivo total (CET), que resume, em um único indicador, o preço da operação. • Verifique se a instituição financeira está autorizada pelo Banco Central a funcionar e se está conveniada com sua fonte pagadora; por exemplo, no caso dos empréstimos consignados para aposentados e pensionistas do INSS, se a instituição está conveniada com o INSS. • Nunca assine um contrato nem uma proposta de contrato em branco. • Não aceite a intermediação de pessoas com promessas de acelerar o crédito. • Não forneça o cartão magnético nem a senha do banco a terceiros. • Lembre-se de que esse tipo de operação representa dívidas que poderão afetar a administração da renda pessoal e familiar futura, em razão do comprometimento mensal dos benefícios com o pagamento do empréstimo. • Caso haja interesse em realizar a portabilidade do contrato, será importante ler atentamente as informações sobre portabilidade de crédito. Fontes: Banco Central e INSS   Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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Vendas no comércio varejista voltam a cair após dois meses de alta, mostra IBGE

Setor acumula alta de 5% no ano e de 4,6% nos últimos 12 meses; em relação ao mesmo mês do ano passado, o varejo subiu 4,7%   O volume de vendas do comércio varejista recuou 0,4% em novembro, em comparação com outubro, quando registrou aumento de 0,4%. O setor acumula alta de 5% no ano e de 4,6% nos últimos 12 meses. Em relação ao mesmo mês do ano passado, o varejo subiu 4,7%, a 18ª taxa consecutiva no campo positivo. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio, divulgada nesta quinta-feira (9) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A média móvel trimestral variou 0,2% no trimestre encerrado em novembro. Das oito atividades pesquisada, cinco tiveram queda em novembro: móveis e eletrodomésticos (-2,8%) artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (-2,2%) livros, jornais, revistas e papelaria (-1,5%) outros artigos de uso pessoal e doméstico (-1%) hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,1%) Já equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (3,5%), Combustíveis e lubrificantes (1,5%) e Tecidos, vestuário e calçados (1,4%) tiveram alta na passagem de outubro para novembro. A taxa média nacional de vendas do comércio varejista diminuiu 0,4%, com resultados negativos em 17 unidades da Federação, com destaque para Rio de Janeiro (-5,7%), Paraíba (-4,3%) e Goiás (-2,7%). Por outro lado, pressionando positivamente, figuram 10 das 27 unidades da Federação, com destaque para Espírito Santo (4,1%), Acre (1,3%) e Mato Grosso (1,2%). Novembro 2024 x novembro 2023 Em relação a novembro de 2023, cinco dos oito setores investigados ficaram no campo positivo:  artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (10,2%) tecidos, vestuário e calçados (8%) hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (5,4%) outros artigos de uso pessoal e doméstico (3,4%) combustíveis e lubrificantes (1,7%). O setor de móveis e eletrodomésticos apresentou estabilidade. No campo negativo, ficaram equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-4,4%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-10,6%). Ainda nesta comparação, a variação das vendas no comércio varejista em novembro de 2024 foi de 4,7%, com resultados positivos em 26 das 27 unidades da Federação, destacando-se Roraima (14,9%), Rio Grande do Sul (11,6%) e Amapá (10,5%). O Rio de Janeiro registrou estabilidade em novembro de 2024.   Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

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Receita Federal nega que vai taxar movimentações financeiras envolvendo Pix

Norma determina que instituições prestem informações de pagamento ao órgão sobre operações financeiras de contribuintes   A Receita Federal negou nesta terça-feira (7) que vai taxar transações financeiras envolvendo Pix. A declaração ocorre após informações falsas sobre o monitoramento de dados de cartão de crédito e Pix ganharem destaque nas redes sociais. Em nota de esclarecimento, o órgão informou que a medida “visa a um melhor gerenciamento de riscos pela administração tributária, a partir da qual será possível oferecer melhores serviços à sociedade”. A partir do dia 1º de janeiro deste ano, as regras previstas na instrução normativa 2.219, de 2024 começaram a valer. De acordo com o documento, instituições financeiras devem prestar informações à Receita Federal sobre operações financeiras de contribuintes. Assim, as organizações listadas serão obrigadas a declarar quando o montante movimentado no mês for superior a R$ 5 mil, para pessoas físicas, ou R$15 mil, para pessoas jurídicas. “Ao final de um mês, somam-se todos os valores que saíram da conta, inclusive saques e, se ultrapassado o limite de R$ 5 mil para uma pessoa física, ou de R$ 15 mil para uma pessoa jurídica, a instituição financeira prestará essa informação à Receita Federal”, informou. A Receita disse, ainda, que na e-financeira, sistema que reúne arquivos sobre operações financeiras, não são individualizadas a modalidade de transferência, seja por Pix ou outra. A norma atualiza e amplia a obrigatoriedade do envio de informações, que antes estabelecia o limite mensal de R$ 2 mil para as movimentações de pessoas físicas e de R$ 6 mil no caso de pessoas jurídicas. Os dados deverão ser comunicados semestralmente via e-Financeira até o último dia útil do mês de agosto, que deverá apresentar informações sobre o primeiro semestre do ano vigente. Além de dados até o último dia útil de fevereiro, relativo ao segundo semestre do ano anterior. Fonte: R7 Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Receita Federal nega que vai taxar movimentações financeiras envolvendo Pix

Norma determina que instituições prestem informações de pagamento ao órgão sobre operações financeiras de contribuintes   A Receita Federal negou nesta terça-feira (7) que vai taxar transações financeiras envolvendo Pix. A declaração ocorre após informações falsas sobre o monitoramento de dados de cartão de crédito e Pix ganharem destaque nas redes sociais. Em nota de esclarecimento, o órgão informou que a medida “visa a um melhor gerenciamento de riscos pela administração tributária, a partir da qual será possível oferecer melhores serviços à sociedade”. A partir do dia 1º de janeiro deste ano, as regras previstas na instrução normativa 2.219, de 2024 começaram a valer. De acordo com o documento, instituições financeiras devem prestar informações à Receita Federal sobre operações financeiras de contribuintes. Assim, as organizações listadas serão obrigadas a declarar quando o montante movimentado no mês for superior a R$ 5 mil, para pessoas físicas, ou R$15 mil, para pessoas jurídicas. “Ao final de um mês, somam-se todos os valores que saíram da conta, inclusive saques e, se ultrapassado o limite de R$ 5 mil para uma pessoa física, ou de R$ 15 mil para uma pessoa jurídica, a instituição financeira prestará essa informação à Receita Federal”, informou. A Receita disse, ainda, que na e-financeira, sistema que reúne arquivos sobre operações financeiras, não são individualizadas a modalidade de transferência, seja por Pix ou outra. A norma atualiza e amplia a obrigatoriedade do envio de informações, que antes estabelecia o limite mensal de R$ 2 mil para as movimentações de pessoas físicas e de R$ 6 mil no caso de pessoas jurídicas. Os dados deverão ser comunicados semestralmente via e-Financeira até o último dia útil do mês de agosto, que deverá apresentar informações sobre o primeiro semestre do ano vigente. Além de dados até o último dia útil de fevereiro, relativo ao segundo semestre do ano anterior. Fonte: R7 Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Arrecadação federal soma R$ 209,2 bilhões, maior valor para novembro desde 2013

No acumulado dos 11 primeiros meses de 2024, a arrecadação foi de 2,4 trilhões, segundo a Receita Federal   A arrecadação de impostos e contribuições federais somou R$ 209,2 bilhões em novembro de 2024. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (7) pela Receita Federal. O resultado é o maior para o mês desde 2013, quando a arrecadação bateu R$ 210,2 bilhões, e o segundo maior da série histórica, iniciada em 1995. O valor representa um aumento real de 11,2% na comparação com novembro de 2023, quando a arrecadação somou R$ 188,1 bilhões (valor corrigido pela inflação). No acumulado dos 11 primeiros meses de 2024, a arrecadação foi de 2,4 trilhões, o maior resultado da série histórica para o período. No mesmo período de 2023, a Receita Federal arrecadou R$ 2,2 trilhões. Em novembro, a arrecadação administrada pela Receita Federal atingiu R$ 203,1 bilhões, o que corresponde a uma alta real de 12,26% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Segundo a Receita, o aumento na arrecadação pode ser explicado por fatores como o comportamento dos principais indicadores macroeconômicos, melhora no desempenho da arrecadação do PIS/Cofins e o crescimento do IRPJ (Imposto de Renda de Pessoa Jurídica) e da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido). Veja abaixo: O PIS/Pasep e a Cofins totalizaram uma arrecadação de R$ 46,1 milhões, representando crescimento real de 17,66% em relação ao mesmo mês do ano passado. A melhora no desempenho ocorreu, entre outros aspectos, em razão do retorno da tributação incidente sobre os combustíveis e das alterações promovidas pela Lei 14.592/23; IPI vinculado à importação somou R$ 10,6 milhões. Crescimento do IRPJ e da CSLL de 12,41%, em função, principalmente, do crescimento de 14,93% na arrecadação da estimativa mensal. Desempenho dos tributos do comércio exterior em função do aumento do volume 03 das importações, das alíquotas médias e do crescimento da taxa de câmbio. Foto: José Cruz/Agência Brasil

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Preços de material escolar podem variar até 269% em papelarias de SP

É o que mostra levantamento feito pelo Procon   O preço da régua de 30 centímetros, de uma mesma marca, pode variar até 269% entre uma papelaria e outra da capital paulista. É o que mostra levantamento feito pelo Procon-SP em nove papelarias da cidade. Se em uma loja essa régua é vendida por R$ 1,60, em outra é encontrada com preço muito mais elevado, sendo comercializada por R$ 5,90. Um caderno universitário espiral, em capa dura, de 80 folhas, pode ter o preço variando entre R$ 15,75 e R$ 30,90 entre uma loja e outra. Já uma caixa de tinta para pintura a dedo, de seis cores, pode custar R$ 5,90 em uma papelaria e ser encontrada por até R$ 12,80 em outra. Realizado entre os dias 16 e 17 de dezembro, o levantamento feito pelo Procon analisou o preço de 132 itens que constam em listas de material escolar, como apontador de lápis, borracha, caderno, caneta esferográfica, caneta hidrográfica, cola, giz de cera, lápis de cor, lápis preto, lapiseira, marca-texto, massa de modelar, papel sulfite, refil para fichário, régua, tesoura e tinta para pintura a dedo. “Os valores nominais podem ser pequenos, mas, quando o consumidor considera toda a lista, poucos reais em vários artigos resultam em grande economia na conta final”, disse Luiz Orsatti Filho, diretor executivo do Procon-SP, em nota. Com essa grande variedade de preços e custo elevado de toda a lista, o Procon alerta o consumidor para que faça uma pesquisa. O órgão também recomenda que antes de sair às compras, o consumidor analise os materiais que tem em casa e reaproveite os que estiverem em boas condições. “Isso ajuda a evitar compras desnecessárias”, diz o Procon.   Fonte: Agência Brasil Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

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Dólar cai para R$ 6,11 com possível moderação de tarifas de Trump

Bolsa sobe 1,26% e volta a superar os 120 mil pontos A possibilidade de que o governo do presidente eleito Donald Trump modere as altas de tarifas comerciais prometidas durante a campanha eleitoral fez o dólar cair em todo o planeta, com o real registrando um dos melhores resultados globais. A bolsa de valores subiu mais de 1% e voltou a superar os 120 mil pontos. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (6) vendido a R$ 6,111, com queda de R$ 0,07 (-1,14%). A cotação chegou a cair para R$ 6,09 na mínima do dia, por volta das 10h30, chegou a R$ 6,14 no fim da manhã e estabilizou-se em torno de R$ 6,11 perto do fim das negociações. No mercado de ações, o dia também foi marcado pelo otimismo. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 120.051 pontos, com alta de 1,26%. Na sexta-feira (3), o indicador tinha encerrado no menor nível desde novembro de 2023. Nesta segunda, o jornal norte-americano Washington Post publicou que assessores de Trump estudam a suavização do aumento de tarifas prometido pelo presidente norte-americano eleito. Segundo a reportagem, o tarifaço seria aplicado apenas a produtos específicos, cujos níveis de importação pelos Estados Unidos estariam em níveis críticos para a economia ou para a segurança nacional. Horas mais tarde, Trump negou o conteúdo da reportagem, mas a negativa não desanimou os investidores. Pela promessa de campanha, o governo do presidente eleito aplicaria elevações indiscriminadas de tarifas comerciais.   Fonte: Agência Brasil

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