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Categoria: Economia

Petrobras registra lucro de R$ 36,6 bilhões em 2024

A Petrobras teve um lucro líquido de R$ 36,6 bilhões (US$ 7,5 bilhões) em 2024. O relatório de desempenho, que traz os resultados anuais da estatal, foi divulgado nesta quarta-feira (26). O lucro é menor se comparado ao de 2023, quando a companhia registrou o resultado líquido de R$ 124,6 bilhões (US$ 24,9 bilhões). A variação cambial em dívidas entre a Petrobras e suas subsidiárias no exterior foi o principal fator de impacto. No 4º trimestre de 2024, a companhia teve prejuízo de R$ 17 bilhões (US$ 2,8 bilhões). A Petrobras diz que, se forem expurgados os eventos exclusivos, o lucro líquido do 4º trimestre seria de R$ 17,7 bilhões (US$ 3,1 bilhões). A presidente da companhia, Magda Chambriard, destacou o que considera os principais pontos positivos do balanço de 2024. “O excelente resultado operacional e financeiro de 2024 demonstra, mais uma vez, a capacidade da nossa empresa de gerar valores que são revertidos para a sociedade e para os nossos investidores. Destaco a geração operacional de US$ 38 bilhões e a dívida financeira de US$ 23 bilhões, o menor nível desde 2008”, disse Magda Chambriard. O diretor financeiro da Petrobras, Fernando Melgarej, disse que, apesar dos chamados “eventos exclusivos” (transação tributária, variação cambial, entre outros) terem impactado o lucro líquido, não tiveram efeito no caixa da companhia. Sem os efeitos dos eventos exclusivos, o lucro líquido seria de R$ 103 bilhões (US$ 19,4 bilhões) no ano.  “O resultado da Petrobras em 2024 foi impactado principalmente por um item de natureza contábil: a variação cambial em dívidas entre a Petrobras e suas subsidiárias no exterior. São operações financeiras entre empresas do mesmo grupo, que geram efeitos opostos que ao final se equilibram economicamente. Isso porque a variação cambial nestas transações entra no resultado líquido da holding no Brasil e impactou negativamente o lucro de 2024. Ao mesmo tempo, houve impacto positivo direto no patrimônio”, explica o diretor. Os quatros principais fatores de redução do lucro foram, portanto: variação cambial (- US$ 10,9 bilhões); desvalorização do Brent e do crackspread do diesel (- US$ 6,5 bilhões); transição tributária federal (- US$ 2,7 bilhões); e volume de produção de petróleo (- US$ 0,8 bilhão). A adesão da Petrobras ao edital de contencioso tributário aconteceu em junho de 2024. Segundo a companhia, a decisão possibilitou o encerramento de relevantes disputas judiciais que envolviam afretamentos de embarcações ou plataformas e respectivos contratos de prestação de serviços. Houve ainda variação do preço do Brent e da redução de 40% do crackspread de diesel (diferença do preço médio do diesel no mercado mundial em relação ao do petróleo) em relação a 2023. A Petrobras diz que a instabilidade é para todo o mercado, uma vez que grandes refinadoras globais foram impactadas por menores margens internacionais de diesel e tiveram redução de Ebitda no segmento de refino e comercialização. Outros números A Petrobras investiu R$ 91 bilhões (US$ 16,6 bilhões) em projetos durante o ano de 2024. Segundo a companhia, a realização acima da projeção (guidance) não representa um custo adicional e sim uma antecipação, uma vez que foi reduzido o gap entre a evolução física e financeira das plataformas em Búzios. A companhia pagou R$ 102,6 bilhões em dividendos no ano passado. Em 2024, foram pagos R$ 270 bilhões em tributos aos cofres públicos, o segundo maior em 10 anos. Do montante total de dividendos pagos em 2024, R$ 37,9 bilhões correspondem à parcela do governo brasileiro (União + BNDES). Adicionalmente, foram destinados R$ 1 bilhão em investimentos socioambientais voluntários e obrigatórios, patrocínios e doações. Em 2024, a produção total de óleo e gás natural foi de 2,7 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed). Novos recordes anuais de produção total própria e operada foram alcançados no pré-sal, com 2,2 milhões de boed e 3,2 milhões de boed, respectivamente. A companhia alcançou índice de reposição de reservas (IRR) de 154% e relação reservas produção (R/P) de 13,2 anos. Dois novos sistemas de produção entraram em operação (FPSO Maria Quitéria e FPSO Marechal Duque de Caxias) e navio-plataforma Sepetiba atingiu o topo de produção. O fator de utilização total (FUT) em 2024 foi de 93%, a maior utilização do parque de refino dos últimos dez anos considerando as refinarias atuais da Petrobras. Foram registrados recordes de produção de gasolina (420 mil bpd) e diesel S-10 (452 mil bpd). O diesel produzido pela Petrobras em 2024 é suficiente para abastecer quase 1,5 milhão de caminhões. Ainda em 2024, foram iniciadas as operações comerciais da UPGN do Complexo de Energias Boaventura e da unidade de SNOx da RNEST. No refino, foi alcançado o melhor valor histórico do Indicador de Emissões de Gases do Efeito Estufa – IGEE-Refino (36,2 kgCO2e/CWT). Fonte: Agência Braisl Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

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Dólar supera R$ 5,80 após Caged e ameaças de Trump

Num dia de instabilidade no mercado interno e externo, o dólar superou os R$ 5,80 e atingiu a maior cotação desde o início do mês. A bolsa de valores recuou quase 1%. O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (26) vendido a R$ 5,803, com alta de R$ 0,048 (+0,83%). A cotação chegou a iniciar o dia em queda, chegando a R$ 5,74 por volta das 10h, mas passou a subir após a divulgação dos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que apontou a criação de 137,3 mil postos formais de trabalho em janeiro. A cotação operou em firme alta durante toda a tarde e ultrapassou a barreira de R$ 5,80 perto do fim das negociações, após o presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçar impor tarifas de 25% a produtos da União Europeia e anunciar que as tarifas para México e Canadá só entrarão em vigor em abril. O mercado de ações também teve um dia tenso. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 124.769 pontos, com queda de 0,96%. Além do mercado interno, o indicador foi influenciado pela queda no preço das commodities (bens primários com cotação internacional) e pelo desempenho das bolsas norte-americanas. No cenário doméstico, a divulgação de que a economia brasileira criou mais empregos com carteira assinada que o esperado reacendeu as expectativas de que o Banco Central (BC) eleve a Taxa Selic (juros básicos da economia) mais que o previsto. Isso impacta negativamente a bolsa porque estimula a migração de recursos das ações, investimentos de maior risco, para a renda fixa, motivada pelos juros altos. *Com informações da Reuters Fonte: Agência Brasil Foto: Reuters/Mike Segar

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Café, mensalidade escolar e conta de luz: veja itens que ficaram mais caros em fevereiro

A prévia da inflação, medida pelo IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15), acelerou para 1,23% em fevereiro. Os resultados, divulgados na terça-feira (25), mostram que a alta foi a maior para o mês desde 2016. Os preços de itens como o café, a mensalidade escolar e a conta de luz pesaram mais no bolso do consumidor nos últimos 30 dias. Em fevereiro, alimentos e bebidas ficaram 0,61% mais caros, uma alta menor do que a observada em janeiro (1,06%). Apesar da perda de ritmo, chamam atenção os preços do pepino (37,02%), abobrinha (20,54%) e cenoura (17,62%). O café moído, bebida queridinha dos brasileiros, subiu 11,63% de janeiro para fevereiro. O grupo bebidas e infusões, do qual ele faz parte, também ficou mais caro e teve alta de 3,64%. O preço dos alimentos continua sendo um fator preocupante. No acumulado de 2024, o setor registrou uma alta de 7,7%, sendo o grupo que mais pressionou a inflação. Para especialistas, a tendência é de que os valores permaneçam elevados, especialmente para itens como carne, azeite e frango. Além do cenário externo, as mudanças climáticas são apontadas como um dos principais fatores que impactam os preços. Em entrevista concedida na última quarta-feira (14), o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, afirmou que o governo estuda medidas para conter a alta dos preços. “O que está muito fora de propósito hoje é o ovo, e nós estamos agora fazendo um estudo desses alimentos que estão fora da curva. As carnes e o ovo. O açúcar ainda está fora da curva. O café ainda está fora da curva. E a laranja. Então, estamos analisando para ver quais medidas podem ser adotadas”, declarou o ministro. Conta de luz mais cara e reajustes da mensalidade escolar Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a energia elétrica residencial foi o subitem com o maior impacto positivo no índice, ao avançar 16,33% em fevereiro, após a queda observada em janeiro (-15,46%), em função da incorporação do bônus de Itaipu. Os reajustes das mensalidades escolares também pesaram no bolso do consumidor de janeiro para fevereiro. No grupo educação (4,78%), a maior contribuição veio dos cursos regulares (5,69%), em razão dos aumentos habitualmente praticados no início do ano letivo. As maiores variações vieram do ensino fundamental (7,5%), do ensino médio (7,26%) e do ensino superior (4,08%). Os preços das mensalidades de creches e pré-escolas também tiveram alta e ficaram 5,09% e 7,1% mais caros, respectivamente. Alta nos preços do combustível No grupo dos transportes (0,44%), os combustíveis aumentaram 1,88%. Houve alta nos preços do etanol (3,22%), do óleo diesel (2,42%) e da gasolina (1,71%), enquanto o gás veicular teve resultado negativo de 0,41%. As passagens aéreas mostraram redução de 20,42%. Fonte: R7 Foto: Evandro Matheus/Estadão Conteúdo

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Aposta do Rio de Janeiro acerta Mega-Sena e vai ganhar R$ 131 milhões

Uma aposta feita  no Rio de Janeiro (RJ) acertou as seis dezenas da Mega-Sena sorteadas nesta terça-feira (25). O ganhador levará o prêmio de R$ 131.361.519,85 Os números sorteados foram: 01 – 03 – 13 – 16 – 36 – 56 O vencedor do concurso 2833 fez um jogo simples de 6 números na Loteria Esportiva Acari.  A quina teve 205 apostas vencedoras, que irão receber  R$ 35.629,31 cada. Outras 11.347 apostas tiveram quatro acertos e faturaram R$ 919,56. O próximo sorteio da Mega-Sena será na quinta-feira (27), com prêmio estimado de R$ 3,5 milhões. Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa Econômica Federal. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 5.   Fonte: Agência Brasil Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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Empresas e bancos têm até sexta para enviar comprovantes para o IR

As empresas e as instituições financeiras têm até o fim desta semana para mandarem aos contribuintes os dados para o Imposto de Renda Pessoa Física 2025 (IRPF). Acaba na sexta-feira (28) o prazo de envio dos informes de rendimentos relativos ao ano passado. Os informes são usados para o preenchimento da declaração do IRPF, cuja entrega está prevista para começar em 17 de março. Em relação aos comprovantes de rendimentos, os dados não precisam ser enviados pelos Correios. As empresas e as instituições financeiras podem mandar os dados por e-mail, divulgar links para serem baixados na internet ou fazer a divulgação em aplicativos para dispositivos móveis. No caso dos servidores públicos federais, o informe de rendimentos pode ser obtido no site ou no aplicativo SouGov.br. Os documentos de rendimento servem para a Receita Federal cruzar informações e verificar se o contribuinte preencheu os dados errados ou sonegou imposto. Os comprovantes fornecidos pelos empregadores devem conter os valores recebidos pelos contribuintes no ano anterior, assim como detalhar os valores descontados para a Previdência Social e o Imposto de Renda recolhido na fonte. Contribuições para a Previdência Complementar da empresa e aportes para o plano de saúde coletivo devem ser informados, caso existam. Comprovantes na internet Os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) podem pegar os comprovantes na internet. O documento está disponível na página Meu INSS ou no aplicativo de mesmo nome disponível para os sistemas Android e iOS. O segurado deve digitar a mesma senha para consultar os demais extratos. Caso não tenha senha, basta seguir os passos informados pelo site. Planos de saúde individuais e fundos de pensão também são obrigados a fornecer os comprovantes, cujos dados serão usados para o contribuinte deduzir os valores cobrados no Imposto de Renda. Os bancos e corretoras devem informar os valores de todas as contas correntes e de todos os investimentos. Caso o contribuinte tenha conta em mais de uma instituição, deve obter os comprovantes de todas elas. Novo prazo Desde 2023, o prazo de entrega da declaração do Imposto de Renda mudou. O documento poderá ser enviado de 15 de março a 31 de maio, ou nos dias úteis mais próximos a essas datas. De acordo com a Receita, a mudança foi necessária para que todos os contribuintes tenham acesso à declaração pré-preenchida do Imposto de Renda no primeiro dia de entrega. Segundo a Receita Federal, como a maioria das informações oferecidas na declaração pré-preenchida só chega à Receita Federal no fim de fevereiro, o Fisco precisa de um prazo para consolidar os dados. Por causa disso, o formulário pré-preenchido, que proporciona mais comodidade e diminui a chance de erros pelo contribuinte, só é fornecido na metade de março. Atraso e erros Caso o contribuinte não receba os informes no prazo, deve procurar o setor de recursos humanos da empresa ou o gerente da instituição financeira. Se o atraso persistir, a Receita Federal pode ser acionada. Em caso de erros ou divergência de dados, é necessário pedir um novo documento corrigido. Se não receber os dados corretos antes do fim de maio, dia final de entrega da declaração, o contribuinte não precisa perder o prazo e ser multado. É possível enviar uma versão preliminar da declaração e depois fazer uma declaração retificadora. Fonte: Agência Brasil Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

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Governo publica MP com crédito extraordinário de R$ 4 bi a Plano Safra

O governo publicou nesta segunda-feira (24) à noite a medida provisória (MP) que libera R$ 4,18 bilhões em crédito extraordinário para o Plano Safra deste ano. O dinheiro assegurará a continuidade do programa, suspensas por causa da não aprovação do Orçamento de 2025. O texto foi publicado em edição extraordinária do Diário Oficial da União. Desde quinta-feira (20), a concessão de financiamentos para o Plano Safra estava suspensa pelo Tesouro Nacional. O projeto de lei do Orçamento de 2025 deveria ter sido aprovado em dezembro, mas só será analisado em março, após o carnaval e a montagem da Comissão Mista de Orçamento (CMO). Embora a MP não entre em detalhes sobre o tema, o crédito extraordinário ficará dentro dos limites do arcabouço fiscal, que limita o crescimento real (acima da inflação) dos gastos a 70% do crescimento real das receitas no ano anterior. Na última sexta-feira (21), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, havia anunciado que os créditos seriam submetidos às limitações do marco fiscal. Pela Constituição, créditos extraordinários, normalmente destinados a despesas imprevistas, urgentes ou emergenciais, não são submetidos ao teto de gastos do arcabouço fiscal. “Apesar de ser um crédito extraordinário, o governo está anunciando que ele estará dentro dos limites do arcabouço fiscal. Portanto, é como se tivesse sido aprovado dentro do Orçamento com os limites do arcabouço fiscal. Lamentavelmente o Congresso ainda não apreciou o Orçamento”, disse Haddad na última sexta. Solução A solução da MP foi costurada após Haddad consultar o Tribunal de Contas da União (TCU) para encontrar uma solução legal que permitisse a continuidade do Plano Safra. Com R$ 400 bilhões em crédito para médios e grandes produtores, o Plano Safra tem juros mais baixos que os de mercado. Para evitar prejuízo para as instituições financeiras, o Tesouro Nacional cobre a diferença nos juros, num processo chamado de equalização. Por causa do aumento da Taxa Selic (juros básicos da economia) nos últimos meses, o Tesouro tem de gastar mais recursos para equalizar os juros. A Selic passou de 10,5% ao ano em setembro para 13,25% em janeiro.   Fonte: Agência Brasil Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

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Pix por aproximação entra em vigor nesta semana e terá limite de até R$ 500 por transação

O Pix passa a ter uma nova função nesta semana. Segundo o Banco Central, a partir da próxima sexta-feira (28) será possível fazer um pagamento instantâneo aproximando o celular da maquininha, por meio do aplicativo do banco ou utilizando uma carteira digital oferecida por instituições autorizadas. Inicialmente, as transações do Pix por aproximação terão um valor máximo padronizado de R$ 500. Mas o cliente pode diminuir esse valor por transação e, também, criar um valor máximo por dia, informa o BC. A solução permite que a transação seja feita aproximando o celular da máquina, por meio da tecnologia NFC (Near Field Communication). O pagamento por aproximação poderá ser feito utilizando as carteiras digitais, como Apple Pay e Google Pay, ou o aplicativo do próprio banco. Para isso, basta aproximar o celular da maquininha de pagamento, não precisa nem tocar. A modalidade de pagamento é parecida com os cartões de aproximação. De acordo com dados da Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços), em setembro de 2024, a quantidade de compras com cartões e outros dispositivos por aproximação atingiu 65% dos pagamentos presenciais. Bancos e o Pix por aproximação Parte dos bancos respondeu que já está oferecendo o serviço (veja abaixo), tanto para carteiras digitais, como para provedores de maquininhas. Algumas instituições já haviam se antecipado ao calendário do BC, com projeto-piloto e testes, como o Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Cielo, C6 Bank e PicPay. Como usar nova função do Pix Para ativar o Pix por aproximação em uma carteira digital, segundo o BC, é necessário vincular a conta a essa carteira, parecido com o que se faz com os cartões de pagamento. No momento da vinculação da conta, o cliente será automaticamente direcionado para a instituição onde tem conta para confirmar a autorização. Após a vinculação da conta, no momento do pagamento, basta você optar pelo pagamento por Pix, aproximar o celular, revisar se as informações do pagamento estão corretas e confirmar. Modelo da carteira digital É necessário que o cliente tenha previamente realizado a vinculação de sua conta em uma carteira digital autorizada pelo Banco Central (como iniciadora de pagamentos), de forma semelhante ao que já ocorre com os cartões de pagamento. Ao aproximar o celular, carteira digital receberá do dispositivo do recebedor (a “maquininha”) as informações da transação e realizará o pagamento a partir da conta previamente vinculada pelo cliente. O fluxo de comunicação entre as instituições ocorre por meio das APIs do Open Finance, garantindo a padronização e a segurança dessa comunicação. O modelo é aberto a todas as instituições que atendam aos requisitos regulamentares e operacionais de padronização e segurança das APIs do Open Finance. Modelo aberto É o aplicativo da instituição detentora da conta do pagador que, ao aproximar o celular, receberá do dispositivo do recebedor as informações da transação e que realizará o pagamento diretamente a partir da conta mantida pelo cliente. Segundo o Banco Central, outros modelos estão em estudo, inclusive para as situações em que o pagador não está conectado (pagador off-line). O que dizem os bancos Banco do Brasil O Banco do Brasil anunciou a ampliação do Pix por aproximação para todos os clientes pessoa física. O novo modelo de pagamento, em piloto desde outubro em São Paulo e no Distrito Federal, passa a ser utilizado em todo o país. A funcionalidade está disponível para dispositivos Android e, para habilitá-la pela primeira vez, é necessário realizar os seguintes procedimentos: acessar “Configurações” > “Conexões” > “NFC” > “Pagamentos sem contato” > “Serviço Pix por Aproximação BB” > “Pagar com o app aberto no momento”. “Os pagamentos por aproximação se tornaram uma experiência paradigmática na indústria financeira. Expandir o Pix por aproximação vai aproveitar a intimidade e a confiança que o cliente tem com o app do Banco do Brasil, que é reconhecido como simples, seguro e com excelente experiência”, afirma Pedro Bramont, diretor de Soluções em Meios de Pagamentos e Serviços do Banco do Brasil. Para pagamentos de até R$ 200, após conferir o valor na maquininha, os clientes só precisam abrir o app BB, clicar em “Pix por aproximação” e realizar a autenticação biométrica ou digitar a senha de login do app. Para finalizar o pagamento, leva poucos segundos, basta aproximar o celular da maquininha já habilitada, assim como já é feito com wallets e cartões físicos. Em caso de pagamentos de valor superior a R$ 200, a diferença é a necessidade de digitação adicional da senha transacional, a mesma já utilizada na realização do Pix tradicional. Itaú Unibanco O Itaú Unibanco afirma que a funcionalidade, que permite pagamentos sem a necessidade de abrir o Superapp Itaú, já está disponível a todos os clientes pessoa física. “Protagonista na construção da solução, o Itaú anunciou o Pix por Aproximação em 2024 e, desde novembro, clientes do banco e de demais instituições financeiras já podem realizar pagamentos com o Pix NFC em todas as laranjinhas – as maquininhas de pagamento do Itaú, operadas pela Rede. A jornada foi implementada de forma gradual e agora está sendo ampliada para 100%”, afirma em nota. “O desenvolvimento da solução e a antecipação da disponibilidade para 100% dos clientes, mostra como o Itaú tem se dedicado em aprimorar a experiência dos nossos clientes em diversas frentes. O Pix por aproximação traz a mesma fluidez e segurança dos pagamentos com cartão NFC, ampliando o acesso para quem tem o Pix como principal forma de pagamento”, destaca Mario Miguel, diretor de pagamentos para Pessoa Física do Itaú Unibanco. Bradesco Clientes Bradesco já podem fazer operações de Pix aproximando o celular de maquininhas de pagamento. Segundo o banco, a opção está disponível no app do banco para clientes pessoa física com aparelhos Android e, nessa primeira etapa, nas maquininhas móveis da Cielo (POS), nos modelos LIO On e Flash. “A disponibilização da solução em maquininhas ligadas a terminais financeiros (TEF) e de outros fornecedores está em estudo”, explica em nota. Ao aproximar o celular da maquininha, a tecnologia do banco reconhece o pagamento e

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INSS começa a pagar benefícios de fevereiro; Carnaval interrompe depósitos

O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) inicia nesta segunda-feira (24) o pagamento das aposentadorias, pensões e demais benefícios referentes a fevereiro. No entanto, os depósitos serão interrompidos devido ao feriado de Carnaval no início de março, impactando o cronograma de pagamentos. A pausa ocorre porque o feriado interfere no quinto dia útil do mês, quando normalmente são feitos os pagamentos de salários e benefícios. Apesar de não ser um feriado nacional, muitas empresas concedem folga aos funcionários, e bancos e agências da Previdência Social não terão expediente nos dias 3 e 4 de março. Os depósitos serão retomados na quinta-feira (6), já que na Quarta-feira de Cinzas (5) as agências bancárias funcionarão apenas a partir das 12h, e as unidades do INSS atenderão somente quem tiver horário agendado. Calendário de pagamentos Receberá o benefício nesta segunda-feira o segurado que tem final de benefício número 1 (sem considerar o dígito verificador) e recebe um salário mínimo, atualmente fixado em R$ 1.518. Os pagamentos para essa faixa seguem até sexta-feira (28), para aqueles com final de benefício número 5. Os depósitos serão retomados na quinta-feira (6), já que na Quarta-feira de Cinzas (5) as agências bancárias funcionarão apenas a partir das 12h, e as unidades do INSS atenderão somente quem tiver horário agendado. Calendário de pagamentos Receberá o benefício nesta segunda-feira o segurado que tem final de benefício número 1 (sem considerar o dígito verificador) e recebe um salário mínimo, atualmente fixado em R$ 1.518. Os pagamentos para essa faixa seguem até sexta-feira (28), para aqueles com final de benefício número 5. Para quem recebe até um salário mínimo, os pagamentos ocorrem nas seguintes datas: final 1 no dia 24 de fevereiro; final 2 no dia 25 de fevereiro; final 3 no dia 26 de fevereiro; final 4 no dia 27 de fevereiro; final 5 no dia 28 de fevereiro; final 6 no dia 6 de março; final 7 no dia 7 de março; final 8 no dia 10 de março; final 9 no dia 11 de março; e final 0 no dia 12 de março. Já para quem recebe acima de um salário mínimo, os pagamentos são: finais 1 e 6 no dia 6 de março; finais 2 e 7 no dia 7 de março; finais 3 e 8 no dia 10 de março; finais 4 e 9 no dia 11 de março; e finais 5 e 0 no dia 12 de março. Previsão de pagamentos do INSS em 2025 O calendário do INSS é definido anualmente, e as datas de pagamento para o restante do ano já foram divulgadas. Em março, os pagamentos ocorrem entre os dias 24 de março e 7 de abril. Em abril, entre os dias 24 de abril e 8 de maio. Em maio, os depósitos acontecem entre os dias 26 de maio e 6 de junho. No mês de junho, os pagamentos estão programados para ocorrer entre os dias 24 de junho e 7 de julho. Em julho, entre os dias 24 de julho e 7 de agosto. Para agosto, as datas vão de 25 de agosto a 5 de setembro. No final do ano, os pagamentos de setembro serão entre 27 de setembro e 7 de outubro. Em outubro, entre os dias 27 de outubro e 7 de novembro. Em novembro, os beneficiários recebem entre 24 de novembro e 5 de dezembro. Por fim, os pagamentos de dezembro começam no dia 22 de dezembro e seguem até 8 de janeiro de 2026. As datas seguem sem alterações, e não há previsão de atrasos nos pagamentos aos beneficiários. Fonte: R7 Foto: José Cruz/Agência Brasil

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Ondas de calor causaram prejuízo de ao menos R$ 170 milhões em 10 anos no país

O Brasil deve enfrentar uma nova onda de calor neste fim de semana, principalmente, na região sul do país, aponta previsões do Inmet (Instituto Nacional de Metereologia). Se confirmada, essa será a terceira do ano. Em 10 anos, é estimado que o fenômeno tenha causado um prejuízo de R$ 170 milhões em setores públicos e privados, segundo dados do Atlas Digital, ligado ao Ministério do Desenvolvimento Regional, que consideram o período entre 2014 e 2023. Além do centro-oeste gaúcho, pode ser que o calor influencie as temperaturas do oeste e sul de São Paulo e o sudoeste de Mato Grosso do Sul. Em janeiro, a primeira onda de calor ocorreu entre os dias 17 e 23, enquanto a segunda aconteceu entre os dias 2 e 12 de fevereiro, ambas no Rio Grande do Sul. Apesar das altas temperaturas registradas no Rio de Janeiro e São Paulo nas últimas semanas, o Inmet informou que o fenômeno não foi confirmado, uma vez que o calor registrado nas regiões ocorreram apenas em áreas pontuais dos estados. Segundo a OMM (Organização Meteorológica Mundial), uma onda de calor ocorre quando as temperaturas máximas diárias superam em 5 °C ou mais a média mensal durante, no mínimo, cinco dias consecutivos. “Além disso, essas condições devem abranger uma área ampla, e não ser pontuais como tem ocorrido nos últimos dias”, informou o instituto em nota. De acordo com a plataforma, o setor privado registrou o maior prejuízo, chegando a R$ 169 milhões no período, prejudicando, principalmente, o agronegócio. Já o prejuízo público alcançou R$ 149 mil. Além disso, ao menos 13,43 mil pessoas foram afetadas pelo fenômeno, uma média, de 1,3 mil por ano. Outra pesquisa feita pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Fundação Oswaldo Cruz e a Universidade de Lisboa mostra que, entre 2000 e 2018, as ondas de calor mataram ao menos 48 mil pessoas no Brasil. As mortes superam em mais de 20 vezes o número de fatalidades por deslizamentos de terra no período. A pesquisa analisou as 14 regiões metropolitanas mais populosas do Brasil, entre elas Manaus, Belém, Fortaleza, Salvador, Recife, São Paulo e Rio de Janeiro. Veja cuidados Beba bastante líquido; Evite atividades físicas durante os períodos mais quentes e secos do dia; Evite exposição ao sol nas horas mais quentes; Use hidratante para a pele e umidifique o ambiente; Evite bebidas diuréticas, como café e álcool; e Em caso de dúvidas ligue para a Defesa Civil (telefone 199) ou ao Corpo de Bombeiros (telefone 193). Brasil registrou 20 ondas de calor desde 2023 Dados do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) mostram que, desde 2023, o país registrou 20 ondas de calor, com temperaturas que chegaram a 44,8 °C. Há dois anos, o Brasil teve nove notificações do fenômeno, a mesma quantidade percebida no ano passado. Um estudo feito pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) aponta que houve aumento gradual das ondas de calor ao longo de 60 anos, considerando os anos entre 1961 a 2020, e para praticamente todo o Brasil. No período de referência, entre 1961 a 1990, o número de dias com ondas de calor não ultrapassava sete. Para o período de 1991 a 2000 subiu para 20 dias; entre 2001 e 2010 atingiu 40 dias; e de 2011 a 2020, o número de dias com ondas de calor chegou a 52 dias. Informações do instituto também mostram que a temperatura média do país aumentou desde 2021. Veja os registros de cada ano: 2020: 24,4 °C 2021: 24,3 °C 2022: 24,1 °C 2023: 24,9 °C 2024: 25 °C Fonte: R7

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Dólar volta a subir por conta de ‘novo coronavírus’

Na última sexta-feira (21), o mercado financeiro enfrentou turbulências devido às incertezas em relação ao governo de Donald Trump e à descoberta de um novo tipo de coronavírus na China. O dólar comercial teve sua primeira alta semanal em sete semanas, encerrando o dia vendido a R$ 5,731, com um aumento de R$ 0,026 (+0,46%). Durante a maior parte do dia, o dólar operou em queda, chegando a R$ 5,69 por volta das 13h45. No entanto, a cotação começou a subir à tarde após o jornal britânico Daily Mail divulgar a notícia de que um novo coronavírus descoberto em morcegos na China tem potencial de transmissão entre humanos. Com isso, a moeda norte-americana subiu 0,58% na semana, acumulando uma queda de 7,26% em 2025. A notícia do novo vírus também impactou o mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 127.128 pontos, com uma queda de 0,37%. A queda foi influenciada tanto pelo mercado internacional quanto pela baixa no preço do petróleo, afetando os países emergentes. As bolsas norte-americanas também registraram quedas após a divulgação sobre o novo coronavírus, afetando o mercado global. Mesmo com a queda dos juros dos títulos norte-americanos, considerados os investimentos mais seguros, o dólar não sofreu uma baixa significativa como costuma ocorrer. Fonte: R7

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