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“Almoço entre Amigas” da APAE será realizado na próxima semana

O grupo de voluntárias da APAE Limeira promoverá, no dia 8 de abril, o tradicional “Almoço entre Amigas”. O evento será realizado a partir das 12h, na Casa do Médico, que fica ao lado da entidade.

O almoço contará com um variado cardápio preparado com amor e dedicação pelas voluntárias, que se empenham para proporcionar não apenas uma refeição deliciosa, mas também uma experiência de união e solidariedade. A programação contará com coquetel de boas-vindas e um cardápio com pernil de panela com batatas, acompanhamentos deliciosos, sobremesa e café.

Esta é a 36ª edição do “Almoço entre Amigas” que, além de ajudar a arrecadar fundos, é um momento de celebração e conscientização sobre a importância da inclusão social. “É uma oportunidade de fazer diferença na vida dos nossos usuários. Convidamos toda a comunidade para saborear um bom prato, fazer novas amizades e, principalmente, apoiar uma causa que transforma vidas”, convida Salete de Souza Albino, presidente do grupo de voluntárias da entidade.

Os ingressos custam R$ 100 e podem ser adquiridos antecipadamente na APAE. Toda a renda obtida com o evento é revertida para a entidade. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (19) 3404-1569. A APAE Limeira está localizada na Avenida Antônio D’Andréa, 364, Parque Nossa Senhora das Dores.

 

Foto: Divulgação

Tarifaço pode acelerar acordo Mercosul-UE, diz presidente da Apex

O tarifaço anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, poderá acelerar o processo de acordo entre o Mercosul e a União Europeia (EU). A avaliação é do presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Jorge Viana. “Eu acho que o Brasil não tem que focar em qual vantagem a gente vai tirar nisso. Até porque o presidente Lula é do multilateralismo, propõe acordos. Mas é óbvio que, qualquer analista vai ver, se os Estados Unidos conseguirem implementar essas medidas, pode ter como consequência, por exemplo, acelerar o processo do acordo Mercosul-União Europeia”, disse, em entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira (3). “Já ouvimos e vimos manifestações de líderes europeus que dizem que vão acelerar o processo de validação do acordo Mercosul-União Europeia”, acrescentou. De acordo com Viana, as novas tarifas anunciadas pelos Estados Unidos abrirão novas possibilidades comerciais para o Brasil e demais países. “Mas acho que, antes das possibilidades, vão vir as dificuldades. E é um risco grande. É algo que pode construir uma nova era. Tem alguns analistas que já falam que pode ser que os Estados Unidos podem estar abrindo agora a era da China”, acrescentou. Em média, as tarifas aplicadas por Trump foram de 10% para países da América Latina, de 20% para Europa e de 30% para Ásia, mostrando que o governo americano vê como maior ameaça os países orientais. Apesar da taxa menor aplicada ao Brasil, de 10%, o presidente da Apex disse não ver “vantagem” para o país e afirmou acreditar que o tarifaço não será benéfico para o comércio global. “Eu não consigo enxergar vantagem nenhuma quando o mundo pode piorar a sua relação comercial. Foram os Estados Unidos que introduziram no mundo, há décadas, a ideia do livre mercado, dos conglomerados, dos acordos comerciais, foram eles que fizeram, dizendo que isso era melhor para o mundo. E, de fato, para o mundo ficar mais pacífico, você tem que ter um mundo mais transacional entre os países”, afirmou. Ele ressalvou, no entanto, que o Brasil poderá passar a receber mais investimentos, mas que a nova conjuntura será “ruim para todos”. “Acho que, na incerteza, o Brasil pode ter mais investimento do que tem, mas eu não estou querendo trabalhar a tese do tirar proveito ou tirar benefício, porque um mundo inseguro, um mundo em conflito, é ruim para todo mundo, inclusive o Brasil. A tese minha é essa, vai ser ruim para todos, independente de você ganhar mais aqui ou perder ali”. Fonte: Agência Brasil Foto: Robson Moura/TV Brasil

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Itamaraty dialoga com Paraguai para reduzir crise sobre espionagem

O Ministério das Relações Exteriores do Brasil vem trabalhando para reduzir as tensões com o Paraguai em meio a informação de que uma operação hacker teria sido feita pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para a obtenção de informações sigilosas de autoridades paraguaias envolvidas em negociações sobre a usina de Itaipu, de propriedade binacional. O caso levou o governo do país vizinho a convocar seu embaixador no Brasil e o embaixador brasileiro em Assunção para esclarecimentos, um gesto diplomático que formaliza o descontentamento de um país com outro. “Lamentamos profundamente o que aconteceu. A informação que dispomos, no momento, é o que está na nota [do Itamaraty]. Houve um programa iniciado no governo passado e encerrado neste governo. E, realmente, não nos passaria pela cabeça espionar um país amigo. As instituições envolvidas estão fazendo seus processos internos de averiguação, inclusive do lamentável vazamento à imprensa do ocorrido. Processos de investigação não deveriam estar na imprensa”, afirmou nesta quinta-feira (3) a embaixadora Gisela Padovan, secretária de América Latina do Ministério das Relações Exteriores (MRE), em entrevista a imprensa. O monitoramento da Abin teria ocorrido entre junho de 2022 e março de 2023. O caso foi revelado inicialmente pelo site UOL. Em nota oficial, emitida na segunda-feira (31), o Itamaraty reconheceu que a iniciativa de monitoramento partiu da gestão anterior, do ex-presidente Jair Bolsonaro, e foi cessada tão logo o novo governo tomou conhecimento. “O Itamaraty não tem absolutamente nada a ver com isso e estamos trabalhando com as nossas contrapartes paraguaias, para que isso não empane uma relação que é tão vigorosa, densa e histórica como a nossa com o Paraguai. Estamos aguardando informações dos órgãos pertinentes”, acrescentou Padovan. Decisão O Paraguai anunciou o congelamento das negociações a respeito da revisão do Anexo C do Tratado de Itaipu, usina hidrelétrica binacional construída e administrada conjuntamente por ambos os países. O documento trata dos valores da energia excedente gerada pela usina e vendida ao Brasil pelo Paraguai. Os dois países mantêm divergências sobre esses reajustes.   Fonte: Agência Brasil Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

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Banco de Sangue do HM de Americana terá plantão no dia 12 de abril

O Banco de Sangue do Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi, em Americana, realizará um plantão no dia 12 de abril (sábado), das 7h às 11h. A iniciativa visa aumentar os estoques de sangue que tradicionalmente ficam abaixo do nível ideal durante os períodos de feriados prolongados, como os que ocorrerão neste mês (Sexta-Feira Santa, dia 18, e Tiradentes, 21) e em maio (Dia do Trabalhador, 1º). “Já estamos nos preparando para garantir o nosso estoque, especialmente para atendimentos de emergência. Por isso, convocamos a população para essa ação especial”, diz a responsável pelo Banco de Sangue do HM, Dra. Fernanda Andrade Loureiro Orsi. Podem doar sangue pessoas entre 16 e 69 anos (com autorização para menores de 18), que pesem mais de 50kg e estejam em boas condições de saúde. É necessário apresentar documento oficial com foto e estar alimentado – evitando apenas alimentos gordurosos nas três horas anteriores à doação. “Contamos especialmente com a ajuda de quem tem tipo O negativo, nosso doador universal, mas todas as doações são bem-vindas”, reforçou a Dra. Fernanda. A previsão é atender cerca de 50 pessoas durante o plantão do dia 12. O Banco de Sangue funciona de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 13h, com entrada pelo estacionamento da Rua Cuiabá, no bairro Jardim Nossa Senhora de Fátima. Não é necessário agendamento para realizar a doação. Critérios para a doação: – Não estar em jejum – Estar bem de saúde – Não ingerir bebida alcoólica nas últimas 12 horas que antecedem a doação – Não fumar duas horas antes – Ter idade entre 16 e 69 anos (16 e 17 anos deve comparecer acompanhado do responsável legal) – Entre 50 e 69 anos, desde que já seja doador – Permanecer de repouso no mínimo seis horas na noite anterior da doação O Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi é administrado pelo Grupo Chavantes, por meio de gestão compartilhada com a Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura de Americana.   Foto: Prefeitura de Americana

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