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Óbitos na John Boyd Dunlop têm queda de 69% desde 2021, em Campinas

Arsesp nega que água em Hortolândia e região seja imprópria para consumo, mas confirma alteração no gosto e odor

Explosão no Jaguaré mobiliza governo de SP; famílias terão indenização e apoio habitacional

Piracicaba recebe primeira etapa do Santander SRUN, com provas de 5 e 10 km

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Dia: 14 de maio de 2026

Óbitos na John Boyd Dunlop têm queda de 69% desde 2021, em Campinas

Em 2025, queda foi de 43%; via ainda é a que mais registrou infrações em 2026, com 17% do total A redução gradativa de óbitos no trânsito registrada na avenida John Boyd Dunlop (JBD) vem colocando a via na rota para que o título de avenida mais perigosa de Campinas fique para trás. Na série histórica de cinco anos, as mortes caíram 69% na avenida, passando de 13 óbitos em 2021 para quatro em 2025 – nove vidas salvas. Os dados são da Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) e foram apresentados durante o lançamento do Movimento Maio Amarelo 2026. Já na comparação entre os anos de 2024 e 2025, foram três vidas salvas na JBD e 43% menos mortes na avenida. Foram sete óbitos na avenida JBD em 2024 e quatro em 2025. Os dados já consideram a metodologia adotada pela Emdec a partir deste ano: tempo de sobrevida de até 30 dias após a data do sinistro (acidente). Ainda assim, ela segue concentrando a maioria das mortes no trânsito, com 5,4% das 74 mortes registradas em vias urbanas em 2025. Em 2026, até março, entre as seis vidas perdidas em vias urbanas, nenhuma foi registrada na avenida JBD. Para o coordenador da Central de Monitoramento e Supervisão de Radares, Nilvando Rezende, “a permanência da avenida JBD entre as que mais registram sinistros é explicada pelas suas características: extensão, número de faixas de rolamento, quantidade de cruzamentos e aumento do fluxo de veículos a partir da expansão imobiliária e econômica proporcionada pelos Corredores BRT”, detalha. “Mas é preciso destacar que toda morte no trânsito geralmente está relacionada às situações de imprudência. São comuns, na JBD, as situações de excesso de velocidade, uso indevido do corredor exclusivo, avanço de sinal vermelho, parada sobre a faixa e até ocultação da placa ao cometer as infrações”, completou. A avenida John Boyd Dunlop é a mais extensa de Campinas e conta com cerca de 12,4 km por sentido. São cerca de 62 mil veículos circulando na via diariamente, de acordo com dados gerados pelos equipamentos de fiscalização eletrônica. Esforços integrados para redução contínua das mortes O cenário de queda nas mortes na avenida vem se firmando a partir de ações preventivas e contínuas realizadas pela Emdec. Confira as principais: Reforço da fiscalização eletrônica: a via conta com 26 equipamentos de moderação da segurança viária: 20 radares fiscalizam velocidade, avanço e parada sobre a faixa; e seis fiscalizam o cumprimento da velocidade máxima permitida, que é de 50 km/h. Remanejamento de radares: estratégia utilizada pela Emdec para ampliar a segurança viária sem aumentar o número de equipamentos. Dos cinco radares remanejados em 2025, três foram na avenida JBD, em locais com travessias de pedestres e presença de usuários do transporte coletivo. Operações integradas de fiscalização e ‘Operação pela Vida’: realizadas para coibir as condutas de risco e combater os efeitos do álcool no trânsito. Foram 86 blitze integradas no total, sendo 18 Operações pela Vida; e quatro delas realizadas no eixo da avenida JBD. Abordagens educativas em pontos críticos: direcionadas para orientar pedestres e condutores sobre comportamentos seguros, abrangem também o eixo da JBD. “Onda verde” semafórica: padrão de sincronia de semáforos no trecho entre a Mário Scolari e a Praça da Concórdia, que permite percorrer a avenida sem semáforos fechados em determinados períodos, dentro do limite de velocidade, garantindo fluidez ao tráfego. Obras de geometria em pontos críticos: incluindo ampliação das áreas destinadas aos pedestres, com destaque para a região da rua Prof. Mário Scolari. Oito vias concentraram maior número de óbitos no trânsito Entre as 74 vidas perdidas no eixo urbano em 2025, 19 (25,7%) estão concentradas em oito ruas e avenidas, que apresentam maior fluxo de veículos e são mais extensas geralmente. Confira o ranking das vias urbanas que mais registraram mortes no trânsito em 2025: Av. John Boyd Dunlop: 4 óbitos. Av. Comendador Aladino Selmi: 3. Av. das Amoreiras: 2. Av. Dr. Moraes Salles: 2. Av. Nelson Ferreira de Souza: 2. Av. Prestes Maia: 2. Av. Ruy Rodriguez: 2. R. Sylvia da Silva Braga: 2. JBD responde por 17% do total de condutas de risco registradas em 2026 O ranking de vias que mais registraram comportamentos de risco ainda é liderado pela avenida John Boyd Dunlop. Entre janeiro e abril de 2026, foram registradas 296.559 autuações. Destas, 51.610 foram cometidas na avenida JBD, o que representa 17,4% do total. Os números se referem às infrações que efetivamente foram transformadas em penalidades (multas). O cenário se repetiu em 2025, quando a JBD concentrou mais de 16% (132.961) do total de 799.016 penalidades expedidas.   Imagens: Divulgação/Emdec

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Arsesp nega que água em Hortolândia e região seja imprópria para consumo, mas confirma alteração no gosto e odor

Agência reguladora esclarece que água atende padrões de segurança, apesar de gosto e odor alterados; nova fiscalização presencial está agendada para a próxima semana em Hortolândia Em publicação nas redes sociais nesta segunda-feira (11), a Arsesp (Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo) negou que a água distribuída em Hortolândia, Paulínia e Monte Mor (SP) esteja imprópria para consumo. Segundo o órgão, os laudos técnicos atuais não indicam descumprimento dos padrões de potabilidade exigidos por lei. A nota da agência foi uma resposta à repercussão de um despacho técnico anterior, fruto de uma fiscalização emergencial realizada no dia 24 de abril motivada por reclamações de moradores. No documento, a Arsesp detalha que, embora as análises visuais (cor e turbidez) estivessem normais, a água apresentava gosto e odor incompatíveis com os padrões adequados ao consumo humano, o que é classificado como “alteração sensorial”. Ou seja, apesar de apresentar tal alteração, a água ainda seria potável, de acordo com a agência reguladora. Contudo, o relatório da fiscalização apontou que, no momento da inspeção, não foram apresentados laudos laboratoriais que explicassem a origem do problema. A agência também criticou a demora da Sabesp em adotar medidas emergenciais e a falta de um plano de contingência. Em sua defesa, a Sabesp informou que já está utilizando carvão ativado no tratamento para corrigir o sabor da água e acionou a Cetesb para monitorar o Rio Jaguari, onde é feita a coleta da água bruta. A Arsesp informou ainda que acompanha as ações e mantém a fiscalização do sistema de abastecimento na região. Inclusive, já está programada uma fiscalização periódica no município entre os dias 18 e 22 de maio (de segunda a sexta-feira da semana que vem). Na ocasião, os técnicos da agência devem verificar os impactos reais das medidas adotadas pela Sabesp e se as ações para reduzir o problema (mitigadoras) estão surtindo efeito no sistema de abastecimento. Diante do caso, o Portal Veloz, parceiro do R7, procurou a Prefeitura de Hortolândia, que confirmou as informações anteriormente divulgadas com base no despacho técnico da própria Arsesp e compartilhou o documento do órgão. A administração municipal também destacou que a responsabilidade pela realização e divulgação de laudos laboratoriais é da Sabesp, e afirmou que ainda não recebeu documentos conclusivos sobre a origem do gosto e odor relatados na água da cidade.   Foto: Divulgação/Prefeitura de Hortolândia

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Explosão no Jaguaré mobiliza governo de SP; famílias terão indenização e apoio habitacional

Estado cria gerência emergencial para coordenar ações na zona oeste da capital, enquanto concessionárias prometem ressarcimento aos moradores atingidos Após a explosão registrada no bairro do Jaguaré, na zona oeste da capital paulista, o Governo de São Paulo intensificou as ações de atendimento às famílias afetadas e anunciou medidas emergenciais de assistência, habitação e fiscalização. O trabalho é realizado em conjunto com as concessionárias Sabesp e Comgás, além de órgãos estaduais como Defesa Civil, CDHU, Arsesp e Fundo Social de São Paulo. Nesta quarta-feira (13), o governador Tarcísio de Freitas visitou a região e afirmou que os moradores prejudicados serão indenizados pelas concessionárias pelos danos materiais causados pela explosão. Segundo ele, o Estado também oferecerá suporte habitacional às famílias atingidas. Como parte da resposta emergencial, o governo criou a chamada Gerência de Apoio do Jaguaré, estrutura que ficará responsável por coordenar as ações de acolhimento, recuperação da área e articulação entre os órgãos públicos envolvidos. A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (14). A coordenação ficará sob responsabilidade do coronel da Polícia Militar Elço Moreira da Silva Júnior. Entre as atribuições da nova gerência estão o levantamento das necessidades das famílias afetadas, a interlocução com instituições públicas e privadas e o acompanhamento das medidas de reconstrução da região atingida. Além das ações de assistência social, o governo estadual disponibilizará uma carreta do Poupatempo no bairro a partir desta quarta-feira (13). A unidade móvel oferecerá serviços emergenciais, incluindo emissão gratuita da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), atestado de antecedentes criminais e apoio aos serviços digitais da plataforma. Na área habitacional, famílias que perderam suas casas poderão optar por alternativas oferecidas pela CDHU, como transferência para apartamentos mobiliados, carta de crédito para aquisição de imóveis ou auxílio-aluguel. Segundo o governo, os custos dessas medidas serão arcados pela Sabesp e pela Comgás. As equipes técnicas seguem realizando vistorias nos imóveis da região. Até a noite de quarta-feira, 112 imóveis haviam sido avaliados. Desses, 86 foram liberados para retorno dos moradores, enquanto 27 permanecem interditados por apresentarem danos estruturais mais graves. Uma nova avaliação técnica está prevista para esta quinta-feira (14). O atendimento às vítimas também inclui distribuição de ajuda humanitária. De acordo com as concessionárias, 232 pessoas já receberam auxílio emergencial, ampliado para R$ 5 mil. Famílias desabrigadas estão sendo acomodadas em hotéis e recebem acompanhamento social. O Fundo Social de São Paulo informou ainda a entrega de cestas básicas, kits de higiene, água, roupas, colchões, brinquedos e ração para animais domésticos. Paralelamente, a Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo instaurou procedimento fiscalizatório para apurar as causas da explosão. Sabesp e Comgás foram notificadas e deverão apresentar esclarecimentos à agência reguladora até esta quinta-feira (14).   Foto: João Valério/Governo Estado SP

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Piracicaba recebe primeira etapa do Santander SRUN, com provas de 5 e 10 km

Corrida tem início às 7h, no Parque Regional de Lazer do Bongue Orlando Louvandini Piracicaba será o ponto de partida da temporada 2026 da Santander SRUN. Neste domingo, 17/05, corredores de diferentes níveis se reúnem, a partir das 7h, no Parque Regional de Lazer do Bongue Orlando Louvandini (avenida Jaime Pereira), para a primeira etapa do circuito que promove saúde, bem-estar e superação pessoal. Com percursos de 5 km e 10 km, a prova convida desde iniciantes até atletas experientes a desafiarem seus próprios limites. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas pelo site www.circuitosrun.com.br/piracicaba/unica. O evento conta com apoio da Prefeitura de Piracicaba, por meio das secretarias municipais de Esportes, Lazer e Atividades Motoras; Trânsito, Transportes e Segurança Pública e Guarda Civil. O evento terá divisão dos participantes em pelotões de largada, organizados conforme o ritmo médio de corrida dos últimos 12 meses. “Temos o compromisso em promover o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas por meio da nossa plataforma de corrida, que une SRUN, Santander Night Run, entre outros circuitos Brasil afora. Temos muito orgulho desta iniciativa porque ano a ano alcançamos mais participantes”, comenta Bibiana Berg, head sênior de Experiências e Cultura do Santander Brasil. Segundo o secretário municipal de Esportes, Roger Carneiro, as corridas de rua já são tradição no município. “Além de reunir centenas de atletas, esses eventos também geram impacto para economia e setor de serviços da cidade”, ressaltou. Por conta da prova, a via estará interditada nos dois sentidos, a partir das 6h, entre as avenidas dos Marins e Investigador Lucídio Leite. A liberação total ocorrerá às 9h. SERVIÇO Santander SRun Piracicaba. Data: 17/05/2026. Local: Parque Regional de Lazer do Bongue Orlando Louvandini (Avenida Jaime Pereira, 710). Distâncias: 5km e 10km. Horário da largada: 7h. Site oficial: www.circuitosrun.com.br/piracicaba/unica   Foto: Divulgação/Prefeitura de Piracicaba

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