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Dia: 22 de fevereiro de 2025

Casos respiratórios graves seguem em alta após volta às aulas

Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave – SRAG – entre crianças e adolescentes de até 14 anos permanecem em alta após a volta às aulas no Distrito Federal e em cinco estados: Goiás, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Sergipe. É o que aponta a última edição do Boletim Infogripe, divulgado nesta quinta-feira (20), no Rio de Janeiro, pela Fiocruz. O termo SRAG designa os casos de síndrome gripal que evoluem com comprometimento da função respiratória, geralmente exigindo hospitalização. “As crianças passam mais tempo em ambientes fechados e em maior contato, favorecendo a transmissão dos vírus respiratórios”, explica a pesquisadora Tatiana Portella. O boletim acende também um alerta para as infecções por vírus sincicial respiratório – VSR – no Distrito Federal e em Goiás, o que tem provocado aumento de casos de SRAG entre bebês de até 2 anos. Geralmente, o VSR circula mais durante o inverno, mas somente este ano foram registrados mais de 460 casos de SRAG motivados pelo vírus em todo o país, com 16 mortes. Covid-19 No entanto, a covid-19 continua sendo a infecção viral mais letal: as mortes por SRAG este ano passam de 1 mil e mais de 81% dos óbitos com diagnóstico confirmado de algum vírus foram causados por covid-19. A maioria das vítimas eram idosos. Em quatro estados, a pesquisa observou aumento de casos com sinais característicos de covid-19: Mato Grosso, Roraima, Sergipe e Tocantins. Neste último, chama a atenção a quantidade de ocorrências entre jovens e adultos. Além disso, sete unidades federativas apresentam níveis de alerta ou risco nas tendências de curto e longo prazo, independentemente da causa: Amazonas, Distrito Federal, Goiás, Rondônia, Roraima, Sergipe e Tocantins. Fonte: Agência Brasil

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Estado de SP entra em epidemia de dengue

O estado de São Paulo atingiu nesta sexta-feira (21) o marco de 300 casos de dengue para cada 100 mil habitantes, nível considerado de situação de epidemia. Foram contabilizados 134 mil casos e 126 mortes este ano. Outras 252 mortes estão sob investigação. O governo estadual decretou emergência sanitária no estado na última quarta-feira (19). Em 2024, na comparação com o mesmo período deste ano (8ª semana epidemiológica), foram registrados 198 mil casos e 159 óbitos, com incidência de 446,3 casos para 100 mil habitantes. Força-tarefa A secretaria estadual de Saúde realiza uma força-tarefa nas cidades com maior incidência, e passará pelas regiões de Bauru, Araçatuba, Marília e São José do Rio Preto. As equipes estiveram hoje na cidade de Conchas, que está entre os municípios com o maior número de casos do estado, equivalente a 9,9 mil casos para 100 mil habitantes. “Trouxemos nossa equipe de vigilância em saúde e epidemiológica para apoiar os serviços municipais. Alinhamos com a atenção básica local o apoio necessário para as tendas de hidratação e regulação de casos mais graves de pacientes”, declarou a secretária-executiva da pasta, Priscilla Perdicaris. As ações são voltadas para o combate ao mosquito transmissor e alerta para a população sobre situações de risco. Na última quinta-feira (20), representantes do Ministério da Saúde foram a São José do Rio Preto, onde a Força Nacional do SUS atua há duas semanas com 27 profissionais. Outros dez médicos, 22 enfermeiros, 18 técnicos de enfermagem e quatro farmacêuticos se unirão ao grupo nos próximos 15 dias e irão apoiar a rede de atendimento do município. Fonte: Agência Brasil

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Bolsonaro diz que ‘exagerou’ ao falar que não ligava para prisão por denúncia da PGR

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou nesta sexta-feira (21) que “exagerou” ao citar, nessa quinta (20), não estar preocupado com eventual prisão devido à denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República) sobre suposta participação dele em uma tentativa de golpe de Estado. “Ontem, eu exagerei aqui um pouquinho, falando que estava assim, uma possível prisão. Exagerei um pouco. Mas você, de vez em quando, dá uns coices por aí, para mostrar que somos de carne e osso. E a verdade vem nesses momentos”, declarou, no 1º seminário nacional de comunicação do PL, que ocorre até esta sexta, em Brasília (DF). Na fala “exagerada”, o ex-presidente declarou que lida “o tempo todo com ”vão prender Bolsonaro” e que não liga para a eventual prisão. No mesmo discurso, Bolsonaro disse que a denúncia da PGR apenas apresenta narrativas. “Não tenho obsessão pelo poder. Tenho paixão pelo nosso Brasil. Ao contrário de alguns poucos aqui, em Brasília, que no momento mandam muito, eu estou com a consciência tranquila”, destacou. “[A denúncia] nada mais têm contra nós do que narrativas. Todas foram por água abaixo. Investiram pesadamente agora nessa última: golpe”, emendou. Na terça (18), o procurador-geral da República, Paulo Gonet, apresentou ao STF (Supremo Tribunal Federal) denúncia contra Bolsonaro por suposto envolvimento em um plano de golpe de Estado após as eleições de 2022. Ele foi denunciado pelos seguintes crimes: Liderar organização criminosa armada; Tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; Golpe de Estado; Dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima; e Deterioração de patrimônio tombado. Agora, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, vai analisar a denúncia. Segundo a defesa de Bolsonaro, ele “jamais compactuou com qualquer movimento que visasse a desconstrução do Estado democrático de direito ou as instituições que o pavimentam”. O que vem depois da denúncia Agora, os argumentos da PGR serão analisados pela Primeira Turma do STF. Primeiro, o ministro relator, Alexandre de Moraes, dará 15 dias para que os denunciados enviem uma resposta escrita. Depois, Moraes libera a ação para a Primeira Turma julgar, de forma colegiada, o recebimento da denúncia. O colegiado será responsável por analisar o documento e apresentar uma decisão. Ainda caberá recurso. A Primeira Turma do STF é formada, além de Moraes, pelos ministros Cármen Lúcia, Luiz Fux, Cristiano Zanin e Flávio Dino. A apresentação da denúncia significa que a PGR encontrou indícios suficientes para formalmente acusar uma pessoa de ter cometido um crime. Ainda não há condenação para os envolvidos. Caso a denúncia seja aceita pelo STF, os denunciados se tornam réus e passam a responder penalmente pelas ações na Corte. Então, os processos seguem para a fase de instrução, composta por diversos procedimentos para investigar tudo o que aconteceu e a participação de cada um dos envolvidos no caso. Depoimentos, dados e interrogatórios serão coletados neste momento. Fonte: R7

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Moraes vai manter na 1ª Turma julgamento contra Bolsonaro por suposta tentativa de golpe

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes tem afirmado a outros ministros nos bastidores da corte que vai manter na Primeira Turma o julgamento da denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros 33 por suposta tentativa de golpe de Estado. A informação foi confirmada pelo R7. Uma ala do STF defende que a denúncia seja levada ao plenário para ser analisada pelos 11 membros da corte. Um ministro ouvido pela reportagem afirmou que o mais correto seria o caso ser julgado por todos os ministros do Supremo. “Mais de 1.450 casos do ‘golpe’ foram julgados pelo plenário. Por que esse não seria?”, indagou. Entretanto, Moraes tem sido firme em não mudar de ideia. O regimento interno prevê que o recebimento ou rejeição de denúncias pode ser feito tanto pelo plenário quanto pelas turmas, a depender de cada caso. Crimes comuns cometidos por presidentes e ministros, no entanto, devem ser julgados pelo plenário. Contudo, Bolsonaro não está mais no exercício da Presidência. O colegiado responsável pelo caso de Bolsonaro é composto por cinco ministros e tem um histórico recente de alinhamento com Alexandre de Moraes. Internamente, a avaliação na corte é que a Primeira Turma é “muito rigorosa” no julgamento de ações penais. O colegiado é composto, além de Moraes, pelos ministros Flávio Dino, Cármen Lúcia, Luiz Fux e Cristiano Zanin, atual presidente. A Primeira Turma julgou temas sensíveis e importantes recentemente, como o caso dos réus do caso do assassinato de Marielle Franco e o bloqueio da rede social X no país. Esses dois temas, com relatoria do ministro Alexandre de Moraes, foram unânimes. Em novembro do ano passado, o presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, afirmou que o inquérito sobre uma suposta tentativa de golpe de Estado deve ser analisado pela Primeira Turma da Corte. Segundo ele, apenas em “caso excepcional” o plenário do Supremo deve atuar no caso. A denúncia da PGR Na terça-feira (18), o procurador-geral da República, Paulo Gonet, apresentou ao STF denúncia contra Bolsonaro por suposto envolvimento em um plano de golpe de Estado após as eleições de 2022. Segundo a defesa do ex-presidente, ele “jamais compactuou com qualquer movimento que visasse a desconstrução do Estado Democrático de Direito ou as instituições que o pavimentam”. A apresentação da denúncia significa que a PGR encontrou indícios suficientes para formalmente acusar uma pessoa de ter cometido um crime. Ainda não há condenação para os envolvidos. Ao todo, 34 pessoas foram denunciadas acusadas de estimular e realizar atos contra os Três Poderes e contra o Estado Democrático de Direito. Os fatos foram divididos em cinco peças acusatórias. Primeiro, o ministro relator, Alexandre de Moraes, deu 15 dias para que os denunciados enviem uma resposta escrita. Depois, Moraes vai liberar a ação para a Primeira Turma julgar de forma colegiada o recebimento da denúncia. O colegiado será responsável por analisar o documento e dar uma decisão. Ainda caberá recurso. Caso a denúncia seja aceita pelo STF, os denunciados se tornam réus e passam a responder penalmente pelas ações na Corte. Então, os processos seguem para a instrução processual, composta por diversos procedimentos para investigar tudo o que aconteceu e a participação de cada um dos envolvidos no caso. Depoimentos, dados e interrogatórios serão coletados neste momento. Fonte: R7

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Ondas de calor causaram prejuízo de ao menos R$ 170 milhões em 10 anos no país

O Brasil deve enfrentar uma nova onda de calor neste fim de semana, principalmente, na região sul do país, aponta previsões do Inmet (Instituto Nacional de Metereologia). Se confirmada, essa será a terceira do ano. Em 10 anos, é estimado que o fenômeno tenha causado um prejuízo de R$ 170 milhões em setores públicos e privados, segundo dados do Atlas Digital, ligado ao Ministério do Desenvolvimento Regional, que consideram o período entre 2014 e 2023. Além do centro-oeste gaúcho, pode ser que o calor influencie as temperaturas do oeste e sul de São Paulo e o sudoeste de Mato Grosso do Sul. Em janeiro, a primeira onda de calor ocorreu entre os dias 17 e 23, enquanto a segunda aconteceu entre os dias 2 e 12 de fevereiro, ambas no Rio Grande do Sul. Apesar das altas temperaturas registradas no Rio de Janeiro e São Paulo nas últimas semanas, o Inmet informou que o fenômeno não foi confirmado, uma vez que o calor registrado nas regiões ocorreram apenas em áreas pontuais dos estados. Segundo a OMM (Organização Meteorológica Mundial), uma onda de calor ocorre quando as temperaturas máximas diárias superam em 5 °C ou mais a média mensal durante, no mínimo, cinco dias consecutivos. “Além disso, essas condições devem abranger uma área ampla, e não ser pontuais como tem ocorrido nos últimos dias”, informou o instituto em nota. De acordo com a plataforma, o setor privado registrou o maior prejuízo, chegando a R$ 169 milhões no período, prejudicando, principalmente, o agronegócio. Já o prejuízo público alcançou R$ 149 mil. Além disso, ao menos 13,43 mil pessoas foram afetadas pelo fenômeno, uma média, de 1,3 mil por ano. Outra pesquisa feita pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Fundação Oswaldo Cruz e a Universidade de Lisboa mostra que, entre 2000 e 2018, as ondas de calor mataram ao menos 48 mil pessoas no Brasil. As mortes superam em mais de 20 vezes o número de fatalidades por deslizamentos de terra no período. A pesquisa analisou as 14 regiões metropolitanas mais populosas do Brasil, entre elas Manaus, Belém, Fortaleza, Salvador, Recife, São Paulo e Rio de Janeiro. Veja cuidados Beba bastante líquido; Evite atividades físicas durante os períodos mais quentes e secos do dia; Evite exposição ao sol nas horas mais quentes; Use hidratante para a pele e umidifique o ambiente; Evite bebidas diuréticas, como café e álcool; e Em caso de dúvidas ligue para a Defesa Civil (telefone 199) ou ao Corpo de Bombeiros (telefone 193). Brasil registrou 20 ondas de calor desde 2023 Dados do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) mostram que, desde 2023, o país registrou 20 ondas de calor, com temperaturas que chegaram a 44,8 °C. Há dois anos, o Brasil teve nove notificações do fenômeno, a mesma quantidade percebida no ano passado. Um estudo feito pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) aponta que houve aumento gradual das ondas de calor ao longo de 60 anos, considerando os anos entre 1961 a 2020, e para praticamente todo o Brasil. No período de referência, entre 1961 a 1990, o número de dias com ondas de calor não ultrapassava sete. Para o período de 1991 a 2000 subiu para 20 dias; entre 2001 e 2010 atingiu 40 dias; e de 2011 a 2020, o número de dias com ondas de calor chegou a 52 dias. Informações do instituto também mostram que a temperatura média do país aumentou desde 2021. Veja os registros de cada ano: 2020: 24,4 °C 2021: 24,3 °C 2022: 24,1 °C 2023: 24,9 °C 2024: 25 °C Fonte: R7

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Dólar volta a subir por conta de ‘novo coronavírus’

Na última sexta-feira (21), o mercado financeiro enfrentou turbulências devido às incertezas em relação ao governo de Donald Trump e à descoberta de um novo tipo de coronavírus na China. O dólar comercial teve sua primeira alta semanal em sete semanas, encerrando o dia vendido a R$ 5,731, com um aumento de R$ 0,026 (+0,46%). Durante a maior parte do dia, o dólar operou em queda, chegando a R$ 5,69 por volta das 13h45. No entanto, a cotação começou a subir à tarde após o jornal britânico Daily Mail divulgar a notícia de que um novo coronavírus descoberto em morcegos na China tem potencial de transmissão entre humanos. Com isso, a moeda norte-americana subiu 0,58% na semana, acumulando uma queda de 7,26% em 2025. A notícia do novo vírus também impactou o mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 127.128 pontos, com uma queda de 0,37%. A queda foi influenciada tanto pelo mercado internacional quanto pela baixa no preço do petróleo, afetando os países emergentes. As bolsas norte-americanas também registraram quedas após a divulgação sobre o novo coronavírus, afetando o mercado global. Mesmo com a queda dos juros dos títulos norte-americanos, considerados os investimentos mais seguros, o dólar não sofreu uma baixa significativa como costuma ocorrer. Fonte: R7

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Trump decreta fim da moeda de um centavo nos EUA

O humilde centavo de dólar, o penny, esquecido ator principal de cofrinhos e porta-copos de carros por toda parte, pode estar com os dias contados. O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou no início de fevereiro que ordenou que o governo interrompesse a produção da moeda de um centavo de dólar, cujo poder de compra ficou no passado. Aqueles que defendem abandonar o centavo mencionam seu alto custo de produção – que atualmente é de quase 4 centavos por moeda, segundo a Casa da Moeda dos EUA – e sua utilidade limitada. Os fãs da moeda mencionam sua utilidade em campanhas beneficentes e o custo relativamente baixo de produção em comparação com a moeda de 5 centavos, o níquel, que custa quase 14 centavos para ser cunhada. O decreto surpreendente de Trump veio depois de décadas de tentativas infrutíferas de descartar o centavo. “Só a tradição explica o nosso obstinado apego ao centavo. Mas, às vezes, as tradições ficam ridículas”, já dizia a edição de 1989 do Farmers Almanac, um tradicional almanaque de variedades dos EUA. Aqui estão algumas das perguntas em torno do decreto de Trump. Trump pode realmente ordenar que o Tesouro pare de cunhar centavos sem aprovação do Congresso? Sim, de acordo com o jurista Laurence H. Tribe, professor titular emérito de Direito Constitucional na cadeira Carl M. Loeb da Universidade de Harvard. A consolidação das leis federais dos EUA dá ao secretário do Tesouro a autoridade para cunhar e emitir moedas “nas quantidades que o secretário decidir que são necessárias para atender às necessidades dos Estados Unidos”. Caso o secretário do Tesouro, Scott Bessent, decida que a quantidade de centavos necessária é zero, ele estará dentro de suas atribuições legais, segundo Tribe. “Ao contrário de boa parte do que o novo governo vem fazendo em virtude da onda de decretos desde 20 de janeiro, esta medida me parece inteiramente lícita e plenamente constitucional”, diz Tribe, referindo-se às agressivas medidas executivas que Trump vem tomando em outras questões desde que assumiu o cargo. O Congresso, que dita as especificações do dinheiro, como o tamanho e o teor de metal das moedas, poderia tornar o decreto de Trump permanente por meio de lei. Mas iniciativas anteriores do Congresso para dispensar o centavo falharam. Os centavos são feitos principalmente de zinco, e o lobby do zinco nos EUA tem sido um grande opositor à sugestão de eliminar a moeda de um centavo. Quantas moedas de um centavo estão em circulação? Depende do que se entende por circulação. As moedas de um centavo são as mais populares cunhadas pela Casa da Moeda dos EUA, que relatou ter produzido 3,2 bilhões delas no ano passado. Isso constitui mais da metade de todas as novas moedas fabricadas no ano passado. Jeff Gore, professor do MIT que fundou a organização Cidadãos pela Aposentadoria do Centavo, diz que as moedas devem permanecer em circulação por cerca de 30 anos, e que nas últimas três décadas a Casa da Moeda fabricou cerca de 250 bilhões de moedas de um centavo. No entanto, ele diz que “como ninguém quer usar os centavos, eles saem da circulação ativa muito mais rápido do que outras moedas”. Se as moedas permanecem em uma gaveta por décadas, pergunta Gore, “isso se qualifica como estar em circulação”? Os americanos sentirão falta do centavo? A experiência em outros países sugere que não. O Canadá começou a eliminar a moeda de um centavo há doze anos, e estimulou os comerciantes a arredondarem os preços para o valor mais próximo da moeda de cinco centavos, nas transações em espécie. As vendas eletrônicas ainda poderiam ter o preço em centavos. A medida veio depois que Nova Zelândia, Austrália e Países Baixos, entre outros, deixaram de lado suas moedas de menor valor. Depois de abandonarem suas moedas de um centavo, ou equivalente, esses países não se arrependeram. O que vem agora? O decreto de Trump, que ele anunciou nas redes sociais enquanto deixava Nova Orleans após assistir ao primeiro tempo do Super Bowl, no dia 9 de fevereiro, foi um dos mais recentes nas apressadas iniciativas do governo para cortar custos. “Vamos acabar com o desperdício do orçamento de nossa grande nação, mesmo que seja um centavo de cada vez”, escreveu Trump em sua publicação, que não entrou em detalhes sobre os planos para um futuro sem a moeda de um centavo. Depois que o Canadá parou de cunhar novas moedas de um centavo, começou a reciclá-las pelos “valiosos” metais cobre e zinco, segundo um relatório de 2022 da Casa da Moeda do Canadá. Fonte: R7

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Defesa Civil de Americana faz campanha de combate à dengue hoje (22)

A equipe da Defesa Civil de Americana realiza uma campanha de combate à dengue junto à população no Calçadão do Centro, das 9h às 13h. A ação visa orientar a população sobre as formas de prevenção e alertar para os riscos da doença. Serão distribuídos materiais informativos com orientações sobre as possíveis formas de proliferação dos mosquitos em recipientes com água parada, como vasos, pneus, garrafas, caixas de água, entre outros. “É importante neste momento unirmos forças para combater esta doença, explicando para a população para não acumular água em recipientes para evitar a proliferação dos mosquitos transmissores da dengue. É um reforço que estamos fazendo, buscando intensificar as ações no município”, explica o coordenador da Defesa Civil de Americana, João Miletta. Para intensificar o combate à dengue, a Prefeitura de Americana, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, lançou a campanha “Todos contra a Dengue – Para não deixar água parada, tem que se mexer!”. Além da distribuição de materiais informativos, está sendo promovido na cidade um mutirão para remover criadouros do mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti. O uso de drone também irá ajudar no combate, inspecionando imóveis, além da nebulização em pontos específicos.   Foto: Prefeitura de Americana

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