Pular para o conteúdo principal

Portal Veloz

Últimas Notícias

Enchente devastadora atinge Nepal, deixa mortos e centenas de desaparecidos

Prefeitura de Limeira transmite audiência do orçamento 2027 pela internet; veja como acompanhar

Atleta de Americana, Priscila Ferraz é convocada para a Seleção Brasileira Master de Handebol

PF investiga corrupção e violação de sigilo funcional em operação no DF e em SP

Criação de programa para incentivar autorregularização de débitos de ISS é aprovado em Americana

Agosto Lilás é marcado pelos 20 anos da Lei Maria da Penha

Tag: politica

Caso Abin: Bolsonaro não foi indiciado, apesar de PF apontar materialidade de crimes

A Polícia Federal concluiu a investigação sobre um suposto esquema de espionagem operado por uma “Abin Paralela”, que teria funcionado dentro da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) durante o governo de Jair Bolsonaro. Segundo fontes da corporação, o ex-presidente teve envolvimento no caso e teria integrado uma organização criminosa, mas Bolsonaro não foi indiciado porque já responde pelo crime na ação penal da tentativa de golpe de Estado. O documento foi enviado ao STF (Supremo Tribunal Federal), que vai pedir a manifestação da PGR (Procuradoria-Geral da República) sobre o caso. A PF entende que o órgão pode recomendar que Bolsonaro seja acusado de novo por organização criminosa, mesmo já sendo alvo de outro inquérito. O relatório do inquérito sobre a Abin Paralela aponta os nomes de outras 36 pessoas que teriam participado do esquema para espionar inimigos políticos do ex-presidente. Assim como Bolsonaro, não foram indiciados o deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ), que na época dirigia a Abin, o policial federal Marcelo Araújo Bormevet e o subtenente do Exército Giancarlo Gomes Rodrigues. Os três são réus no STF por envolvimento no plano de golpe de Estado e respondem por organização criminosa. Outras pessoas citadas no relatório da PF sobre o suposto esquema de espionagem são o filho do ex-presidente e vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) e o atual diretor-geral da Abin, Luiz Fernando Correa, indicado pelo presidente Lula (PT). A apuração da PF mostrou que o suposto esquema teria espionado servidores da Receita Federal que atuaram para investigar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um suposto esquema de rachadinha na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio). Ainda segundo o relatório da investigação, os ministros do STF Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Luiz Fux e Luís Roberto Barroso estavam entre os alvos da “Abin Paralela”, assim como o ex-presidente da Câmara dos Deputados Arthur Lira (PP-AL). As investigações também indicam que jornalistas teriam sido monitorados.   Fonte: R7 Foto: Antonio Augusto/STF

Leia Mais

Câmara aprova urgência para derrubar decreto do governo que aumenta IOF

A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (16) um requerimento de urgência ao projeto que derruba o decreto do governo federal que aumenta algumas modalidades do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). O placar foi de 346 votos a favor e 97 contrários. Entre os partidos que orientaram voto a favor da urgência, estão MDB, União Brasil, PSD e PP, que possuem ministérios na Esplanada do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O bloco governista liberou a bancada na votação. A aprovação da urgência acelera a tramitação de um projeto, levando a análise do mérito diretamente ao plenário. Contudo, ainda não há previsão para que a Câmara vote o texto. O governo considera que a urgência é apenas um “recado político”. A urgência aprovada é para um projeto de autoria do líder da oposição na Câmara, Luciano Zucco (PL-RS). Ao lado do PP e do União Brasil, o bloco tem criticado as medidas econômicas adotadas pelo governo Lula, alegando que a gestão só se preocupa com o “aumento de impostos”. Conforme Zucco, o IOF “é um imposto extrafiscal que somente pode ser utilizado como instrumento para controle da política econômica, inadmitindo o desejado feitio arrecadatório”. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), tem dado coro às críticas, alegando que a Casa não tem “clima” favorável “para o aumento de impostos com objetivo arrecadatório para resolver nossos problemas fiscais”. Antes da votação, Motta esteve com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no sábado (14). Além disso, se reuniu nesta tarde com os ministros Rui Costa (Casa Civil) e Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) e com líderes da base do governo. Após o encontro, Motta disse que a Câmara e os partidos possuem um “esgotamento de medidas que aumentem a arrecadação única e exclusivamente com aumento de impostos”. Ele explicou ainda que houve um “compromisso” do governo federal em apresentar uma agenda de propostas sobre o corte de despesas. “Estamos aguardando. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, pediu novas reuniões para tratar dessa agenda”, explicou. Entenda No fim de maio, o governo federal publicou um decreto para aumentar as alíquotas de algumas modalidades do IOF para arrecadar R$ 20 bilhões adicionais neste ano e cumprir a meta fiscal. Após críticas do mercado financeiro, a equipe econômica recuou no mesmo dia de parte da norma relacionada à tributação das remessas de fundos brasileiros ao exterior. Desde então, o Congresso Nacional tem criticado o Executivo e cobrado por medidas fiscais alternativas. Na semana passada, o governo publicou outro decreto diante da reação negativa para mudar trechos da norma original, recalibrando o decreto. Além disso, editou uma medida provisória com outras sugestões para ampliar a arrecadação a partir de 2025, compensando os pontos em que houve recuo no IOF. Mas o parlamento continua insatisfeito por entender que o novo pacote também tem um caráter meramente arrecadatório. A MP pode gerar uma arrecadação ao governo de pouco mais de R$ 14,8 bilhões em 2025 — valor que pode chegar a R$ 20 bilhões considerando o novo decreto do IOF. Em 2026, o valor pode chegar a pelo menos de R$ 31,5 bilhões. A maioria das frentes parlamentares e bancadas como o PP, o União Brasil e o PL criticam, principalmente, os pontos da MP que uniformizam a tributação de 17,5% de Imposto de Renda sobre aplicações financeiras e que criam uma taxa de 5% do imposto sobre títulos das LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) e das LCAs (Letras de Crédito do Agronegócio), atualmente isentas de cobranças. Eles reclamam também do aumento na taxação sobre as empresas de apostas, que passará de 12% para 18%, e a elevação da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) para instituições financeiras.   Fonte: R7 Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

Leia Mais

Bolsonaro pede ao STF anulação de delação de Mauro Cid: ‘Imprescindível’

O ex-presidente Jair Bolsonaro pediu ao STF (Supremo Tribunal Federal) que o acordo de delação premiada fechado pelo ex-ajudante de ordens Mauro Cid seja anulado. Para a defesa, é imprescindível a rescisão e anulação da colaboração. O movimento da defesa de Bolsonaro ocorre após a veiculação de supostas mensagens do militar por meio de perfis nas redes sociais, o que teria violado decisão do ministro do STF Alexandre de Moraes, que proibiu o uso de redes sociais por parte do delator. Os perfis mostram supostas conversas de Cid com outras pessoas sobre as informações prestadas durante a delação. Segundo a defesa do militar, ele jamais utilizou os perfis em questão e desconhece sua existência. Segundo os advogados do ex-presidente, as conversas que seriam de Cid demonstram o descumprimento dos termos do acordo de delação premiada, já que expõem que o delator quebrou o sigilo imposto à sua delação. A defesa de Bolsonaro também entende que o teor das mensagens expõe não apenas a falta de voluntariedade, mas principalmente a ausência de credibilidade da delação. Consequentemente, na avaliação dos advogados, os depoimentos de Cid e as supostas provas decorrentes deles seriam nulos por serem ilícitos. “O delator mentiu de novo, e tem mentido para acobertar suas sucessivas mentiras e que alcançam também os depoimentos prestados. Os fatos trazidos a público após os interrogatórios são graves, para dizer o mínimo e muito pouco”, disse a defesa. A defesa de Bolsonaro pediu ainda que o Supremo solicite novas informações às redes sociais, como histórico de acessos aos perfis e todos os dados cadastrais. Na semana passada, em uma rede social, Bolsonaro disse que “a ‘trama golpista’ é uma farsa fabricada em cima de mentiras”. “Um enredo montado para perseguir adversários políticos e calar quem ousa se opor à esquerda”, pontuou.   Fonte: R7 Foto: Ton Molina/STF

Leia Mais

Congresso analisa vetos presidenciais e cria CPMI do INSS nesta terça-feira (17)

O Congresso Nacional realiza nesta terça-feira (17) a primeira sessão conjunta de Senado e Câmara dos Deputados de 2025. Na mesa, constam 60 vetos presidenciais para serem analisados e a criação da CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) para apurar as fraudes no INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social). Entre os vetos, está o que invalidou diversos trechos da lei que encurta prazos e modifica regras para aprovação e comercialização de agrotóxicos. Deputados e senadores também vão analisar o veto à concessão de pensão mensal vitalícia a vítimas do zika vírus. CPMI do INSS A sessão do Congresso também deverá contar com a leitura do pedido de abertura da CPMI do INSS. A etapa representa um avanço do grupo de investigação, mas o início oficial dos trabalhos ainda precisará passar por outras fases, como a indicação de líderes partidários para a composição e, posteriormente, a decisão de comando da CPMI. Dessa forma, os trabalhos investigativos do colegiado podem começar apenas no segundo semestre. O início dos trabalhos do grupo é criticado pelo Planalto. Na última semana, o ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, disse temer que a CPMI possa atrasar as ações de ressarcimento dos descontos irregulares.   Fonte: R7 Foto: Vinicius Loures / Câmara dos Deputados

Leia Mais

Cúpula do G7: Lula tem encontro com Zelensky e líderes globais no Canadá nesta terça (17)

O presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, participa nesta terça-feira (17) da Cúpula do G7, em Kananaskis, na província de Alberta, no Canadá. Ele também terá uma reunião bilateral com o primeiro-ministro do país, Mark Carney. A previsão é que, pela manhã, Lula participe da recepção de boas-vindas, seguida da foto oficial do G7 e das demais nações convidadas, por volta das 11h, no horário local. Na parte da tarde, Lula se reunirá com o primeiro-ministro canadense e com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky. O encontro com Zelensky foi solicitado pelo próprio mandatário ucraniano. Ainda sem horário definido, a reunião deve tratar do conflito entre Ucrânia e Rússia, em meio à intensificação dos ataques entre Kiev e Moscou — incluindo um bombardeio que deixou dois mortos e 50 feridos em Kharkiv, na última terça-feira (11). Lula também está confirmado na reunião do segmento de engajamento externo. Esta é a nona vez que ele é convidado para o encontro. O tema principal será a segurança energética, com ênfase em tecnologia e inovação, diversificação e viabilização de cadeias produtivas de minerais críticos, infraestrutura e investimento. Também serão debatidos a preservação de florestas e a prevenção de incêndios. O Brasil mantém, com os membros do G7, coordenação em temas da agenda internacional, tanto bilateralmente quanto no âmbito do G20 e de organismos internacionais nos quais o país e os membros do grupo atuam conjuntamente. Participantes Devem participar da Cúpula do G7 os líderes da África do Sul, Austrália, Coreia do Sul, Emirados Árabes Unidos, Índia e México, além de representantes de organismos internacionais como a ONU, o Banco Mundial, a Comissão Europeia e o Conselho da União Europeia. Criado em 1975, por iniciativa do então presidente francês Valéry Giscard d’Estaing, o G7 surgiu visando reunir os países mais industrializados do mundo à época para discutir questões de política econômica de interesse comum. Em 2025, o grupo completará 50 anos de existência. Atualmente, seus membros são: Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido.   Fonte: R7 Foto: Ricardo Stuckert / PR

Leia Mais

Comitiva de políticos brasileiros que estavam em Israel chega à Jordânia

A comitiva de políticos brasileiros que estavam em Israel conseguiu chegar à Jordânia na manhã desta segunda-feira (16). A informação foi divulgada pela CNM (Confederação Nacional de Municípios) em nota oficial. Participavam da missão prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e secretários de diversos municípios brasileiros, incluindo o Distrito Federal. “Por questões de segurança, detalhes sobre o horário e o trajeto da comitiva não haviam sido divulgados previamente. Segundo informações repassadas por [Nélio] Aguiar [tesoureiro da CNM que está na comitiva], neste momento (9h56 – horário de Brasília), a comitiva ultrapassou por ônibus a fronteira e está no país em deslocamento a outro ponto, onde pegarão avião para retorno ao Brasil”, informa nota. O retorno dos brasileiros que estavam em Israel foi articulado com o governo federal e a Embaixada da Jordânia, com apoio das autoridades locais israelenses. O grupo estava em missão oficial no país, quando Israel lançou um ataque sobre instalações nucleares iranianas na madrugada da última sexta-feira (13) — noite de quinta (12), em Brasília. A rivalidade entre os países tem se intensificado pelo avanço do programa nuclear iraniano, que Israel considera uma ameaça existencial, e pelo apoio do Irã a grupos terroristas como o Hamas e o Hezbollah. Veja lista de quem deixou Israel: Francisco Nélio – tesoureiro da CNM Álvaro Damião – prefeito de Belo Horizonte (MG) Márcio Lobato – secretário municipal de Segurança Pública de Belo Horizonte (MG) Davi de Matos – chefe executivo do Centro de Inteligência, Vigilância e Tecnologia de Segurança Pública do Rio de Janeiro (Civitas) Welberth Porto – prefeito de Macaé (RJ) Claudia da Silva – vice-prefeita de Goiânia (GO) Cícero de Lucena – prefeito de João Pessoa (PB) Janete Aparecida – vice-prefeita de Divinópolis (MG) Gilson Chagas – secretário de Segurança Pública de Niterói (RJ) Johnny Maycon – prefeito de Nova Friburgo (RJ) Francisco Vagner – secretário de Planejamento de Natal (RN) Flávio Guimarães – vereador do Rio de Janeiro (RJ)   Fonte: R7 Foto: Reprodução/Redes sociais/@rafaelbueno.go

Leia Mais

Fazer rico contribuir mais causa ‘confusão política’, diz Rui Costa sobre mudanças no IR e IOF

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, defendeu nesta segunda-feira (16) a proposta de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil e também as medidas alternativas ao aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) — que prevê tributação de sites de apostas e a cobrança de 5% de Imposto de Renda sobre títulos de renda fixa, que são atualmente isentos, como LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) e LCAs (Letras de Crédito Agrícola). “O governo está fazendo um movimento de trazer mais justiça social e econômica. Porque o pobre paga mais imposto do que o rico. O que o presidente Lula está querendo fazer é que os muito ricos contribuam pelo menos em 10% com o Imposto de Renda”, disse Rui Costa, explicando que essa tributação se refere a pessoas que possuem rendimento acima de R$ 1 milhão por ano. “Infelizmente, isso não é fácil de mudar, porque toda vez que você tenta fazer com que o rico contribua um pouco e que o pobre pague menos, é uma confusão na política. E é o que está acontecendo. O presidente Lula enviou para o Congresso um projeto para isentar todo e qualquer trabalhador que ganhe até R$ 5 mil, e isso valerá a partir de janeiro de 2026. O governo também enviou um projeto de isenção de toda a cesta básica”, citou. Segundo Rui Costa, todas as medidas são para “desonerar as pessoas mais pobres”. O ministro também comentou sobre a Medida Provisória enviada ao Congresso que prevê gratuidade mensal no consumo de energia para as famílias que recebem até meio salário mínimo por pessoa e consomem até 80 kWh. Nesse perfil serão beneficiadas famílias cadastradas no CadÚnico, pessoas com deficiência ou idosos, indígenas e quilombolas. A expectativa é que a medida atenda 60 milhões de pessoas e tenha um custo de R$ 3,6 bilhões por ano, que serão recompensados pela abertura do mercado e reequilíbrio do setor, de acordo com o governo federal. Embate sobre IOF A Câmara dos Deputados vota nesta segunda-feira (16) um pedido de urgência ao projeto de decreto legislativo que derruba o decreto do governo que aumentou algumas modalidades do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). A aprovação da urgência é dada como certa entre parlamentares. Mas o governo considera que isso é um “recado” da Câmara e que não há compromisso em analisar o mérito da proposta. As maiores bancadas da Casa — inclusive com cadeiras na Esplanada —, como PL, União Brasil e PP, apoiam a votação da urgência. Outros partidos, como o PSD, disseram que consultariam os parlamentares. Mas, nos bastidores, a expectativa é de que a legenda também seja a favor do pedido. As críticas contra mudanças tributárias são reforçadas pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). “Conforme tenho dito nos últimos dias, o clima na Câmara não é favorável para o aumento de impostos com objetivo arrecadatório para resolver nossos problemas fiscais”, disse.   Fonte: R7 Foto: Ailton Fernandes | CC

Leia Mais

Comissão do Senado aprova autorização permanente para governo reduzir IR

A CMO (Comissão Mista de Orçamento) aprovou na última quinta-feira (12) o projeto de lei que altera a LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) e permite que propostas do governo para alterações no Imposto de Renda de pessoas físicas tenham validade indeterminada. Atualmente, as mudanças valem por cinco anos. O relatório foi escrito pela senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO) e, após aprovação na CMO, precisa ser analisado em plenário. A senadora afirma que a mudança proposta é necessária para que o Executivo possa propor a redução do IRPF sem a limitação temporal prevista na LDO de 2025 de cinco anos. “A proposta traz segurança jurídica ao contribuinte, pois garante a confiabilidade e a previsibilidade de que a eventual alteração na legislação do IRPF, seja qual for o desfecho da proposição no Parlamento, não será obrigatoriamente rediscutida a cada cinco anos”, afirma. Outra mudança proposta pelo relatório é a adequação da LDO às alterações promovida pela Lei Complementar 2015, de 2025, que permitiu a revalidação de restos a pagar cancelados em dezembro do ano passado. Segundo a relatora, existem casos em que as dotações atendem a convênios ou outros instrumentos com condições suspensivas, em que o prazo para cumprimento pode expirar mesmo que exista amparo orçamentário para a despesa. A LDO de 2025 determina condições que precisam ser seguidas por proposições legislativas que concedam, renovem ou ampliem benefícios tributários. Entre elas, estão a vigência máxima de cinco anos, o estabelecimento de metas e objetivos da proposta e a designação de um órgão responsável para acompanhar e avaliar o benefício. Caso o projeto de lei seja aprovado, essas condições deixam de valer.   Fonte: R7 Foto: Carlos Moura/Agência Senado

Leia Mais

Prefeito de BH, Álvaro Damião, se abriga em bunker em Israel após toque de sirenes

O prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião (União Brasil), precisou se abrigar em um bunker em Israel, após o país realizar um ataque aéreo contra o Irã, na noite desta quinta-feira (12), e receber ameaças de retaliação. Damião chegou no Oriente Médio, no último domingo (08), para conhecer modelos de segurança pública. Além de Álvaro, o vice-prefeito de Uberlândia (MG) e a Vice-prefeita de Divinópolis (MG) também estão na comitiva. Damião foi acordado por volta de 3h desta sexta-feira (13), no horário de Israel, por sirenes que orientavam a população a se dirigirem a um local seguro para se protegerem de uma possível resposta do governo iraniano ao ataque realizado por Israel. Cerca de 25 brasileiros foram convidados pelo governo israelense para conhecer o sistema de segurança do país. Na última quarta-feira (11), o prefeito de BH divulgou um vídeo nas redes sociais falando sobre a primeira agenda na cidade de Kfar Sabe, cerca de 45 minutos de Tel Aviv. ‘’Comecei hoje uma missão internacional representando BH! A pauta principal é segurança pública. Tema de interesse de nossas famílias e que é uma prioridade de nossa administração”, publicou Damião A previsão era que a comitiva voltasse na próxima sexta-feira (20). No entanto, diante do fechamento aéreo de Israel, ainda não se sabe quando Álvaro Damião e os outros representantes públicos voltarão a Minas Gerais. Em nota, a Prefeitura de Uberlândia (MG) informou que “mesmo diante do atual conflito entre Israel e Irã, a delegação brasileira está sendo mantida em segurança sob a proteção das autoridades israelenses”. A reportagem procurou a Prefeitura de Belo Horizonte e aguarda retorno. Ataque ao Irã Na noite desta quinta-feira (12), o governo de Israel realizou um ataque aéreo contra o Irã. O bombardeio foi confirmado pelo IDF (Forças de Defesa de Israel) e teve como alvo o programa nuclear iraniano. A capital Teerã também foi atingida. A alegação das Forças de Defesa de Israel é de que o Irã “está mais perto do que nunca de conseguir uma arma nuclear” e, por isso, Israel “não teve escolha”. Sirenes também soaram em Israel de forma preventiva a um possível ataque do Irã. O espaço aéreo de Israel também foi fechado. O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou que os Estados Unidos não estão envolvidos no ataque. “Hoje a noite, Israel tomou ações unilaterais contra o Irã. Nós não estamos envolvidos nos ataques contra o Irã e a nossa prioridade é proteger as forças americanas na região”, disse em comunicado.   Fonte: R7 Foto: Divulgação/PBH

Leia Mais

CPI das Bets decide nesta quinta (12) se pede indiciamento de Virginia, Deolane e empresários

A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) das Bets vota o relatório final da investigação nesta quinta-feira (12) e vai decidir se pede o indiciamento de 16 pessoas, entre elas as influenciadoras digitais Virginia Fonseca e Deolane Bezerra. O documento também propõe banir jogos como o Tigrinho e proibir que pessoas inscritas no CadÚnico (Cadastro Único) possam participar de apostas, além de mudanças de regras no uso e publicidade de aplicativos. Um dos desafios para a aprovação dos pedidos do relatório será a presença mínima de senadores na sessão da comissão. A falta de apoio de congressistas pode impedir a votação do documento. Apesar disso, a relatora, Soraya Thronicke (Podemos-MS), promete que levará as considerações a autoridades policiais, do Judiciário e do Ministério Público Federal mesmo se o relatório não for aprovado. “Nós entregaremos o relatório para o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, para o procurador-geral da República, Paulo Gonet, para o presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, e também para o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski.” Influenciadoras na mira Thronicke pede o indiciamento de Virginia pelos crimes de publicidade enganosa e estelionato. Além disso, a senadora propõe indiciar Deolane pelos delitos de estelionato, lavagem de dinheiro e organização criminosa, bem como pelas contravenções penais de loteria não autorizada e jogo de azar. Restrições ao CadÚnico No relatório final, Thronicke sugere um projeto de lei para proibir que pessoas inscritas no CadÚnico façam apostas em jogos. A ideia é impedir que recursos de programas sociais banquem as bets. Dados do Banco Central mostram que beneficiários do Bolsa Família chegaram a gastar R$ 3 bilhões em apostas em agosto de 2024, com um gasto médio de R$ 100 por aposta. “Freio de arrumação” O relatório propõe 20 medidas para implementar um chamado “freio de arrumação” ligado às bets. O documento considera que a autorização para apostas não detalha outras práticas que devem ser aliadas para tratar o vício em jogos, como atendimento em saúde e direitos de consumidores. “Quase 40% dos apostadores exibem sinais de transtorno do jogo, o endividamento familiar bate recordes, conflitos domésticos se multiplicam e o Sistema Único de Saúde absorve, sem financiamento adequado, a crescente demanda por atendimento especializado”, diz trecho do relatório. Como resposta, o relatório propõe ao Poder Executivo a criação de um portal oficial com informações acessíveis e organizadas sobre o transtorno do jogo e estratégias de prevenção. Veja a lista com todos os pedidos de indiciamento sugeridos no relatório Adélia de Jesus Soares – ex-BBB, advogada e influenciadora; Ana Beatriz Scipiao Barros – influenciadora; Bruno Viana Rodrigues – empresário do setor de bets; Daniel Pardim Tavares Gonçalves – dono de empresa suspeita de operar jogos ilegais; Deolane Bezerra dos Santos – advogada e influenciadora; Erlan Ribeiro Lima Oliveira; Fernando Oliveira Lima – empresário de bets, conhecido como Fernandim OIG; Jair Machado Junior; Jorge Barbosa Dias – empresário do setor de bets; José Daniel Carvalho Saturnino – empresário apontado como dono de bet; Leila Pardim Tavares Lima -contadora, mulher de Daniel Pardim; Marcella Ferraz de Oliveira; Marcus Vinicius Freire de Lima e Silva; Pâmela de Souza Drudi – mulher de Fernando Oliveira Lima; Toni Macedo da Silveira Rodrigues; Virginia Pimenta da Fonseca Serrão Costa – influenciadora.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/Instagram – Arquivo

Leia Mais
Nenhuma postagem a exibir

Confira o canal do Portal Veloz No Youtube

×

Buscar no Portal Veloz