Pular para o conteúdo principal

Portal Veloz

Últimas Notícias

Prefeitura de Limeira transmite audiência do orçamento 2027 pela internet; veja como acompanhar

Atleta de Americana, Priscila Ferraz é convocada para a Seleção Brasileira Master de Handebol

PF investiga corrupção e violação de sigilo funcional em operação no DF e em SP

Criação de programa para incentivar autorregularização de débitos de ISS é aprovado em Americana

Agosto Lilás é marcado pelos 20 anos da Lei Maria da Penha

Diogo Nogueira é destaque da Semana Cultural de setembro de Hortolândia

Tag: politica

Dino manda PF investigar emendas parlamentares que somam R$ 694 mi

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou a Polícia Federal (PF) investigar as possíveis irregularidades de emendas parlamentares  que somam R$ 694 milhões em repasses do orçamento da União. A medida tem como alvo 964 emendas individuais de transferência especial, que ficaram conhecidas como “emendas Pix”, aprovadas entre 2020 e 2024 e que não tiveram plano de trabalho cadastrado no sistema oficial do governo. Dino deu 10 dias úteis para que o Tribunal de Contas da União (TCU) envie às superintendências da PF em cada estado a lista de emendas sem plano de trabalho a serem alvo de inquérito policial.  O cadastro de plano de trabalho para as emendas Pix foi determinado pelo Supremo a partir de 2022, quando a Corte determinou a implementação de regras de transparência e rastreabilidade na liberação dos recursos públicos. Outras medidas Na mesma decisão, Dino determinou ainda que o Ministério da Saúde seja alertado a não executar emendas de relator ao Orçamento, identificadas pela sigla RP9, que não atendam a critérios objetivos como a correção de erros ou omissões. Fora desses critérios, as emendas não deverão ser executadas, ordenou o ministro. Em abril, Dino havia determinado o bloqueio nos repasses de 1,2 mil emendas para a área de Saúde, devido a irregularidades na abertura de conta específica para o recebimento dos recursos. Outra determinação do ministro foi para que a Controladoria-Geral da União (CGU) realize, no prazo de 10 dias úteis, uma auditoria completa dos repasses feitos à Associação Moriá entre os anos de 2022 e 2024, com prioridade para convênios firmados com o Ministério da Saúde. A entidade é suspeita de irregularidades na execução dos recursos públicos. Dino reforçou que bancos públicos como Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil somente podem transferir recursos de emendas parlamentares por meio da abertura de conta específica para cada emenda, ficando proibidas a utilização de “contas de passagem”. O ministro determinou que, a partir de 2026, qualquer repasse de emendas seja realizado somente por meio de Ordens de Pagamento de Parceria (OPP), sistema criado para aumentar a rastreabilidade dos recursos.   Fonte: Agência Brasil Foto: Antonio Augusto/STF

Leia Mais

Irã e potências europeias retomam negociações sobre programa nuclear

A República Islâmica suspendeu a cooperação com a AIEA após a guerra de 12 dias com Israel em junho O Irã retomará na terça-feira (26) em Genebra as negociações com França, Reino Unido e Alemanha sobre seu programa nuclear, em uma nova rodada de diálogos que busca evitar que as potências europeias restabeleçam as sanções contra Teerã, anunciou a televisão estatal iraniana. A República Islâmica suspendeu a cooperação com a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) após a guerra de 12 dias com Israel em junho, alegando que a agência da ONU não condenou os bombardeios israelenses e americanos contra suas instalações nucleares. Os três países europeus – que integraram o acordo internacional sobre o programa nuclear do Irã de 2015 – ameaçam restabelecer no final de agosto as sanções que foram suspensas devido ao pacto para garantir que o programa de Teerã seja limitado a objetivos civis, e que estipula uma cooperação com a AIEA. O Irã nega que o programa nuclear tenha objetivos militares, mas o acordo internacional perdeu força depois que o governo dos Estados Unidos se retirou do pacto em 2018, durante o primeiro mandato de Donald Trump, e restabeleceu as sanções. “A nova rodada de negociações”, após a organizada em julho em Istambul (Turquia), acontecerá com “vice-ministros das Relações Exteriores em Genebra”, informou a televisão estatal iraniana. O Irã será representado por Majid Takht-Ravanchi, segundo a agência Tasnim.   Fonte: R7 Foto: Atta Kenare/AFP

Leia Mais

Supremo prepara transição de Barroso para Fachin em meio a desafios institucionais

O STF (Supremo Tribunal Federal) se prepara para a troca de comando: nesta sexta-feira (29), o ministro Edson Fachin assume a presidência da Corte para o biênio 2025-2027, sucedendo Luís Roberto Barroso, que encerra uma gestão marcada por avanços tecnológicos e defesa da democracia. A eleição que definiu Fachin para o cargo seguiu a tradição da Corte, baseada na ordem de antiguidade, e ocorreu de forma simbólica e unânime em sessão administrativa virtual. O ministro Alexandre de Moraes será o vice-presidente. O que marcou a gestão Barroso Durante dois anos no comando do STF, Barroso consolidou mudanças estruturais e medidas de inovação. Sob sua liderança, o Supremo reduziu o acervo processual ao menor nível em três décadas, impulsionado pelo uso do Plenário Virtual e pela adoção de inteligência artificial em processos, com sistemas como Victor, Rafa e o projeto Galileu. A comunicação com a sociedade também foi prioridade. O serviço “Informação à Sociedade” passou a oferecer resumos acessíveis das decisões, aproximando a Corte do cidadão comum. Na área ambiental, Barroso lançou o programa STF + Sustentável, implantando uma usina fotovoltaica e eliminando o uso de plásticos descartáveis. Entre os julgamentos relevantes da gestão estão a descriminalização do porte de maconha para uso pessoal (até 40g), decisões sobre a Reforma da Previdência, a revisão da “vida toda” do INSS e ações envolvendo proteção das florestas. Barroso também defendeu políticas de inclusão no Judiciário, como o Exame Nacional da Magistratura. No encerramento do mandato, o ministro reforçou a autonomia do Supremo em meio à crise diplomática com os Estados Unidos: “O STF permanecerá firme como guardião da Constituição”, declarou. Os primeiros desafios de Fachin Fachin assume a presidência com um perfil mais técnico e promessa de gestão discreta e institucional, voltada ao diálogo com os demais Poderes. Contudo, inicia o mandato diante de uma agenda sensível: o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e aliados por tentativa de golpe, além de debates sobre soberania nacional, pressões internacionais e pautas polêmicas, como meio ambiente, direitos sociais e costumes. Para a advogada Nara Ayres Britto, coordenadora do curso de Direito do Ibmec Brasília, a expectativa é de uma gestão mais contida.“Fachin deve reforçar o papel do Supremo como guardião da Constituição, atuando com autocontenção e deixando para a arena política o que é da política”, prevê. Já o cientista político André César, da Hold Assessoria Legislativa, chama a atenção para a importância do perfil técnico do ministro.“Ele tem menos protagonismo político, o que pode ajudar a restabelecer pontes com os demais Poderes. A habilidade de dialogar será crucial neste momento”, ressalta. Perguntas e Respostas Qual é a mudança de comando no STF e quem assume a presidência? O STF se prepara para a troca de comando, com o ministro Edson Fachin assumindo a presidência da Corte para o biênio 2025-2027, sucedendo Luís Roberto Barroso. Como foi a eleição de Fachin para a presidência do STF? A eleição que definiu Fachin para o cargo seguiu a tradição da Corte, baseada na ordem de antiguidade, e ocorreu de forma simbólica e unânime em uma sessão administrativa virtual. O ministro Alexandre de Moraes será o vice-presidente. Quais foram os principais avanços durante a gestão de Barroso no STF? Durante sua gestão, Barroso consolidou mudanças estruturais e inovações, reduzindo o acervo processual ao menor nível em três décadas, utilizando o Plenário Virtual e inteligência artificial em processos. Também priorizou a comunicação com a sociedade, oferecendo resumos acessíveis das decisões e lançou o programa STF + Sustentável. Quais julgamentos relevantes ocorreram sob a presidência de Barroso? Entre os julgamentos relevantes estão a descriminalização do porte de maconha para uso pessoal, decisões sobre a Reforma da Previdência, a revisão da “vida toda” do INSS e ações envolvendo a proteção das florestas. Barroso também defendeu políticas de inclusão no Judiciário. Qual foi a declaração de Barroso ao encerrar seu mandato? No encerramento do mandato, Barroso reforçou a autonomia do Supremo, afirmando: “O STF permanecerá firme como guardião da Constituição”. Qual é o perfil e as promessas de gestão de Fachin? Fachin assume a presidência com um perfil mais técnico e promete uma gestão discreta e institucional, focada no diálogo com os demais Poderes, mas enfrenta uma agenda sensível, incluindo o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e questões polêmicas. O que especialistas esperam da gestão de Fachin? A advogada Nara Ayres Britto espera uma gestão mais contida, reforçando o papel do Supremo como guardião da Constituição. O cientista político André César destaca a importância do perfil técnico de Fachin, que pode ajudar a restabelecer pontes com os demais Poderes, ressaltando a habilidade de dialogar como crucial neste momento.   Fonte: R7 Foto: Fellipe Sampaio/STF

Leia Mais

Sem entraves, Senado deve validar, nesta semana, projeto contra ‘adultização’ de menores

Proposta recebeu aval da Câmara na semana passada após modificações feitas em acordo com a oposição O plenário do Senado deve votar, nesta semana, o projeto de lei que endurece regras contra o aliciamento de crianças e adolescentes nas redes sociais para impedir a “adultização” desse público. O tema foi aprovado pela Câmara na semana passada com aval da oposição após modificações, por isso, retornou ao Senado, a Casa iniciadora da matéria. Ao R7, o autor do texto, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), disse que trabalha pessoalmente para que o projeto passe pelo aval da Casa nesta semana. Apoiadora do texto, a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) afirmou que o tema tem “consenso” no Senado. Após a segunda aprovação na Casa, o projeto seguirá para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Inicialmente criticado pela oposição, o texto recebeu apoio do grupo após negociações com o relator na Câmara, deputado Jadyel Alencar (Republicanos-PI). Entre os pontos criticados pela ala, está o item relacionado à Autoridade Nacional, que será criada para fiscalizar, regulamentar e aplicar as sanções previstas na lei em caso de descumprimento das medidas impostas. No parecer anterior, a Autoridade seria criada pelo governo federal, que escolheria ainda os membros do grupo, sem necessidade de sabatinas. A oposição temia uma suposta censura ou um controle por parte do governo. Por isso, a última versão aprovada prevê que a Autoridade será criada por lei e os membros, sabatinados pelo Senado. “O texto não traz mais riscos e temor de censura”, destacou a deputada Bia Kicis (PL-DF) após o acordo. Ela ainda explicou que a nova versão do projeto apresenta critérios para a identificação e a aplicação de punições a quem descumprir as medidas. Conforme o texto, compete à Autoridade Nacional: Emitir recomendações e orientações acerca das práticas relevantes para a consecução das obrigações previstas no Substitutivo, considerando a evolução tecnológica e os padrões técnicos aplicáveis; Estabelecer diretrizes e padrões mínimos sobre mecanismos de supervisão parental a serem observados pelos fornecedores de produtos e serviços; Avaliar os mecanismos de supervisão parental oferecidos pelos fornecedores; Avaliar os mecanismos de verificação etária disponibilizados pelos provedores de redes sociais; Se as diretrizes forem descumpridas, as plataformas poderão sofrer multas de até R$ 50 milhões por ocorrência, suspensão ou proibição de atividades. Os valores de multas serão revertidos ao Fundo Nacional para a Criança e o Adolescente. O projeto ganhou tração após o youtuber Felca publicar um vídeo expondo a sexualização e adultização infantil nas redes. O youtuber ainda mostrou como as plataformas digitais impulsionam esse tipo de conteúdo, baseando-se em likes e compartilhamentos de criminosos. Entenda o projeto A proposta obriga produtos e serviços de tecnologia, como redes sociais, a adotarem mecanismos de prevenção ao uso por crianças e adolescentes quando o serviço não for voltado a esse público. Fornecedores de produtos e provedores de serviços deverão tomar providências para prevenir práticas como bullying, exploração sexual e padrões de uso que possam induzir vícios ou transtornos. Entre outras medidas, plataformas terão de garantir proteção e privacidade dos dados de menores de idade; prevenir exposição a conteúdos inadequados à faixa etária, como violência, abuso sexual e jogos de azar, e adotar verificação de idade confiável. As ferramentas devem permitir que responsáveis controlem interações, geolocalização e tempo de uso. O enfraquecimento do controle parental será proibido, e informações monitoradas deverão ser invioláveis. Para a efetividade da norma, perfis de menores devem estar vinculados aos dos pais. No combate ao abuso sexual, plataformas precisarão reportar conteúdos de exploração de menores às autoridades e reter dados para investigação. Canais de denúncia deverão ser criados, com remoção de conteúdos ofensivos sem necessidade de ordem judicial quando a denúncia for confirmada. Jogos, publicidade e multas Inicialmente, o projeto previa a proibição de loot boxes— itens virtuais em videogames adquiridos ou obtidos como recompensa —, para menores. Agora, porém, o texto busca regulamentar tais jogos, proibindo que eles: Permitam ganhos financeiros ao usuário; Concedam vantagens competitivas significativas mediante pagamento, prejudicando a igualdade entre os jogadores; Conforme o texto, o jogador vai ser informado claramente sobre as probabilidades de obter itens ou vantagens aleatórias. Além disso, cada loot box vai oferecer ao menos uma recompensa garantida. Por fim, o projeto prevê que esses jogos devem ser submetidos aos mecanismos de classificação indicativa existentes, garantindo supervisão adequada, proteção de crianças e adolescentes e participação dos pais nas decisões de compra. Perguntas e Respostas Qual é o objetivo do projeto de lei que será votado pelo Senado? O projeto de lei visa endurecer as regras contra o aliciamento de crianças e adolescentes nas redes sociais, com o intuito de impedir a “adultização” desse público. O que aconteceu na Câmara em relação a esse projeto? O projeto foi aprovado pela Câmara na semana passada, após modificações e com o apoio da oposição, e agora retorna ao Senado, que é a casa iniciadora da matéria. Quem é o autor do projeto e qual é sua posição sobre a votação? O autor do projeto é o senador Alessandro Vieira (MDB-SE), que afirmou estar trabalhando pessoalmente para que o projeto seja aprovado na próxima semana. Qual é a opinião da senadora Damares Alves sobre o projeto? A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) declarou que o projeto tem “consenso” no Senado e, após a segunda aprovação, seguirá para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Como a oposição reagiu ao projeto inicialmente e o que mudou? Inicialmente, o projeto foi criticado pela oposição, mas recebeu apoio após negociações com o relator na Câmara, deputado Jadyel Alencar (Republicanos-PI). Quais são as principais críticas que o projeto enfrentou? As críticas estavam relacionadas à criação da Autoridade Nacional, que seria responsável por fiscalizar e aplicar sanções. A oposição temia censura ou controle por parte do governo, pois a versão anterior previa que a autoridade seria criada pelo governo federal sem sabatinas. O que mudou na versão final do projeto em relação à Autoridade Nacional? A nova versão do projeto prevê que a Autoridade Nacional será criada por lei e que seus membros serão sabatinados pelo Senado,

Leia Mais

Governo corre para aprovar isenção do IR de até R$ 5.000 antes do julgamento de Bolsonaro

Base de Lula quer concluir análise em agosto, antes do início do julgamento sobre a tentativa de golpe Parlamentares aliados ao governo Lula defendem que a isenção do IR (Imposto de Renda) para quem ganha até R$ 5.000 entre na pauta de votações da Câmara, com a conclusão da análise do projeto pelos deputados ainda em agosto. Além de ser uma pauta prioritária para o Planalto, o pedido, que será feito aos líderes na terça-feira (26), provoca o receio de que o início do julgamento de tentativa de golpe no STF (Supremo Tribunal Federal) — cuja ação inclui réus como o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) — possa interferir nas votações. A avaliação de parte dos governistas, segundo apurou o R7, é de que parlamentares aliados ao ex-presidente retomem algum tipo de protesto que prejudique ou atrase votações. Esse entendimento é reforçado pelo motim feito por oposicionistas ao ocupar o plenário da Câmara no começo deste mês. A ação acabou interferindo nas análises de deputados no retorno dos trabalhos do Legislativo. Isenção do IR: entenda A proposta foi apresentada pelo Planalto e amplia as faixas de renda beneficiadas pela retirada do imposto. Atualmente, estão livres do IR aqueles que recebem até R$ 3.036. A medida pretende estender a faixa de isenção até R$ 5.000. Essa mudança vai contemplar 14 milhões de pessoas, segundo o relator, Arthur Lira (PP-AL). A proposta também estabelece isenção parcial para rendimentos entre R$ 5.001 e R$ 7.350, estimada para beneficiar 500 mil contribuintes. Validade a partir de janeiro O governo tem a meta de concluir todas as etapas ligadas à isenção até setembro para garantir a noventena e permitir que o benefício do IR esteja valendo em janeiro de 2026. Por regra, projetos que alteram impostos precisam de um prazo de ao menos de 90 dias para virarem lei. No caso da isenção, o calendário obrigaria a conclusão do Congresso e sanção de Lula até o dia 30 do próximo mês. Perguntas e Respostas Qual é a proposta do governo Lula em relação à isenção do Imposto de Renda? O governo Lula propõe a isenção do Imposto de Renda (IR) para pessoas que ganham até R$ 5.000. Essa proposta deve ser analisada e votada na Câmara, com a expectativa de conclusão em agosto. Por que a aprovação da isenção é considerada uma prioridade? A isenção é uma pauta prioritária para o Planalto, especialmente devido à preocupação de que o início do julgamento de Jair Bolsonaro no STF possa impactar as votações. Há receio de que parlamentares aliados ao ex-presidente possam realizar protestos que atrasem o cronograma de votações. Qual é a situação atual da isenção do Imposto de Renda? Atualmente, estão isentos do IR aqueles que recebem até R$ 3.036. A proposta do governo visa aumentar essa faixa de isenção até R$ 5.000, beneficiando aproximadamente 14 milhões de pessoas, conforme o relator Arthur Lira. O que mais a proposta inclui além da isenção para rendimentos até R$ 5.000? A proposta também prevê isenção parcial para rendimentos entre R$ 5.001 e R$ 7.350, o que deve beneficiar cerca de 500 mil contribuintes. Qual é o prazo para a conclusão da proposta? O governo pretende finalizar todas as etapas relacionadas à isenção até setembro, para que o benefício possa ser implementado em janeiro de 2026. Projetos que alteram impostos precisam de um prazo mínimo de 90 dias para se tornarem lei. Quais são os desafios enfrentados pelo governo para aprovar a proposta? Um dos principais desafios é a possibilidade de protestos por parte de parlamentares aliados a Jair Bolsonaro, que podem interferir nas votações e atrasar o processo legislativo.   Fonte: R7 Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

Leia Mais

Saiba os próximos passos da investigação contra Bolsonaro e Eduardo

Após o indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por suspeita de coação e tentativa de obstrução de investigações, o processo segue agora para análise da PGR (Procuradoria-Geral da República). A manifestação da defesa foi entregue na noite desta sexta-feira (22), e caberá à PGR se pronunciar antes de uma nova decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal). O relatório da Polícia Federal, que tem mais de 170 páginas, apontou que os dois atuaram para intimidar testemunhas e influenciar depoimentos no inquérito que investiga uma suposta trama golpista. A defesa, em documento de 12 páginas, contestou as acusações e alegou que não houve descumprimento de medidas cautelares. A manifestação da PGR é considerada decisiva para orientar os próximos passos do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no Supremo. Papel da PGR Com o relatório da PF e a versão da defesa em mãos, a PGR deve avaliar se há elementos suficientes para apresentar uma denúncia contra os dois ao STF. Essa denúncia é a formalização de uma acusação criminal e pode transformar os investigados em réus. O órgão, no entanto, não é obrigado a seguir a mesma linha da PF. Pode ampliar ou reduzir a lista de crimes apontados, entender que houve outros delitos ou até atribuir responsabilidades diferentes a cada investigado. Também existe a possibilidade de pedir mais diligências à polícia ou arquivar o caso. Pela lei, o Ministério Público tem 15 dias para se manifestar, mas esse prazo pode ser flexibilizado. Se houver pedido de novas apurações, por exemplo, a contagem é interrompida até que a PF responda. Se a PGR decidir denunciar Jair e Eduardo Bolsonaro, abre-se um prazo de 15 dias para que eles apresentem defesa por escrito. Concluída essa etapa, o relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, libera o processo para julgamento no plenário do STF. Nesse julgamento, os ministros decidem se aceitam ou não a denúncia. Caso aceitem, os investigados se tornam réus e passam a responder a uma ação penal na Corte. Ainda cabe recurso dessa decisão. Ação penal Com a abertura da ação penal, inicia-se a fase de instrução processual. É nesse momento que serão colhidas provas, depoimentos de testemunhas, interrogatórios e análise de documentos e dados. Encerrada a instrução, o caso é levado a julgamento pelos ministros do STF. Eles decidem se os envolvidos devem ser condenados ou absolvidos e, em caso de condenação, definem qual será a pena. Entenda Moraes cobrou explicações de Bolsonaro após a PF apontar que ele cometeu diversas violações às medidas cautelares impostas a ele, como a continuidade de postagens e compartilhamento de mensagens nas redes sociais, mesmo após a determinação judicial de proibição, e a manutenção de contato com outros investigados. A Polícia Federal tinha afirmado que Bolsonaro e o general Walter Braga Netto descumpriram as medidas cautelares de proibição de manter contato durante a investigação. O elemento probatório seria uma mensagem de SMS recebida por Bolsonaro, enviada de um telefone atribuído a Braga Netto. A defesa de Bolsonaro considera a alegação da PF como “estarrecedora” e enfatiza que a polícia não detectou uma resposta à mensagem que teria sido enviada por Braga Netto, nem qualquer telefonema de Bolsonaro para o número que seria do general. Segundo os advogados, a mensagem foi “apenas recebida, sem notícia de resposta”. “Sem qualquer reação. Sem qualquer comunicação por parte do ex-presidente”. Para a defesa, a inexistência de resposta é o “exato contrário de manter contato”, sendo “incrível” afirmar que houve descumprimento com o silêncio do ex-presidente. Pedido de asilo para a Argentina Sobre o documento que previa pedido de asilo político para a Argentina, a defesa classifica essa narrativa como “irrealidade” e “inaceitável”. Segundo os advogados, o documento é um “mero rascunho antigo enviado por terceiro”. A defesa ressalta “que o tal pedido não se materializou”. Além disso, os advogados destacaram que o processo criminal que originou as cautelares contra Bolsonaro foi proposto um ano depois do rascunho desse pedido de asilo e que o ex-presidente compareceu a todos os atos, inclusive estando em casa quando o uso da tornozeleira eletrônica foi determinado. Segundo a defesa, Bolsonaro obedeceu a todas as decisões, incluindo a proibição de viajar ao exterior. A defesa conclui que o documento demonstra o contrário do que a polícia pretende e garante que não há risco de fuga. Perguntas e respostas Quais são os próximos passos da investigação contra Jair e Eduardo Bolsonaro? Após o indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e do deputado Eduardo Bolsonaro por suspeita de coação e tentativa de obstrução de investigações, o processo será analisado pela PGR (Procuradoria-Geral da República). A defesa apresentou sua manifestação, e a PGR deve se pronunciar antes de uma nova decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal). O que aponta o relatório da Polícia Federal? O relatório da Polícia Federal, com mais de 170 páginas, indica que Jair e Eduardo Bolsonaro tentaram intimidar testemunhas e influenciar depoimentos em um inquérito que investiga uma suposta trama golpista. Qual é o papel da PGR nesse processo? A PGR deve avaliar se há elementos suficientes para apresentar uma denúncia ao STF. Essa denúncia formaliza uma acusação criminal e pode transformar os investigados em réus. A PGR não é obrigada a seguir a linha da PF e pode alterar a lista de crimes ou atribuir responsabilidades diferentes. O que acontece se a PGR decidir denunciar Bolsonaro? Se a PGR decidir denunciar Jair e Eduardo Bolsonaro, eles terão 15 dias para apresentar defesa por escrito. Após essa etapa, o processo será liberado para julgamento no plenário do STF, onde os ministros decidirão se aceitam ou não a denúncia. Como se dará a fase de instrução processual? Se a denúncia for aceita, inicia-se a fase de instrução processual, onde serão coletadas provas, depoimentos de testemunhas e analisados documentos. Após essa fase, o caso será julgado pelos ministros do STF, que decidirão sobre a condenação ou absolvição dos envolvidos. Quais são as alegações da defesa de Jair Bolsonaro? A defesa de Jair Bolsonaro contesta as alegações da PF,

Leia Mais

Mudança da posição por comando da CPMI do INSS teve aval de cotado a ministro por Lula

União Brasil e PP, que ocupam quatro cadeiras da Esplanada, estavam cientes de ações que provocaram derrota ao Planalto Além de negociações que avançaram pela madrugada anterior à instalação da CPI do INSS, o acordo que resultou em uma chapa alternativa para o comando da investigação contou com apoio de partidos integrantes do governo Lula. As conversas envolveram o União Brasil e o Progressistas, que controlam quatro ministérios na Esplanada. Parlamentares desses grupos não se opuseram ao movimento que representou derrota para o Planalto, segundo apuração do R7. Entre os que deram aval à articulação está o líder do União Brasil na Câmara, deputado Pedro Lucas (MA), anunciado em abril como futuro ministro das Comunicações, mas que recusou o convite antes da posse. Na ocasião, ele afirmou: “Posso contribuir mais com o país e com o próprio governo na função que exerço na Câmara.” Mesmo após a recusa, Pedro Lucas liberou a relatoria da CPI ao deputado Alfredo Gaspar (AL), sem submeter o gesto a nomes ligados ao governo. Apesar da decisão, o parlamentar nega rompimento com o Planalto e sustenta que a relação permanece inalterada. O nome de Gaspar também recebeu o aval do presidente do partido, Antônio Rueda, no mesmo período em que ocorreu a federação com o Progressistas. As legendas prometeram discutir como primeira pauta se continuarão ou não integrando a base de apoio ao presidente Lula. O que aconteceu na CPI? A reviravolta na comissão destinada a investigar fraudes em benefícios previdenciários marcou a sessão de quarta-feira (20) e representou revés para o governo. O senador Carlos Viana (Podemos-MG) foi eleito presidente ao derrotar o aliado do Planalto, senador Omar Aziz (PSD-AM), por 17 votos a 14, em resultado que surpreendeu governistas. Ao assumir, Viana designou como relator o deputado Alfredo Gaspar (União-AL), contrariando a indicação do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que defendia Ricardo Ayres (Republicanos-TO). Próximos passos do Planalto Aliados confirmam que a derrota fortaleceu a oposição no Congresso. Reservadamente, um líder próximo a Lula classificou o episódio como uma “bola nas costas”. Randolfe Rodrigues (PT-AP), responsável pela articulação do Planalto no Congresso Nacional, admitiu falha de cálculo da base aliada: “Não procurem terceiros para responsabilizar. A culpa foi minha.” Apesar do revés, deputados governistas avaliam que ainda existem caminhos para limitar a condução oposicionista dos trabalhos da comissão.   Perguntas e Respostas Qual foi a mudança na posição do comando da CPI do INSS? A mudança no comando da CPI do INSS ocorreu com a instalação de uma chapa alternativa que contou com o apoio de partidos integrantes do governo Lula, como o Uniã Brasil e o Progressistas. Quais partidos estavam cientes das ações que provocaram a derrota ao Planalto? Os partidos Uniã Brasil e Progressistas, que controlam quatro ministérios na Esplanada, estavam cientes das ações que resultaram em uma derrota para o Planalto. Quem deu aval à articulação para a CPI do INSS? O líder do Uniã Brasil na Câmara, deputado Pedro Lucas (MA), que foi anunciado como futuro ministro das Comunicações, mas recusou o convite, deu aval à articulação. Ele liberou a relatoria da CPI ao deputado Alfredo Gaspar (AL) sem consultar nomes ligados ao governo. Como Pedro Lucas justificou sua recusa ao cargo de ministro? Pedro Lucas afirmou que poderia contribuir mais com o país e com o governo na função que exerce na Câmara, em vez de assumir o cargo de ministro. Qual foi o resultado da eleição para a presidência da CPI do INSS? O senador Carlos Viana (Podemos-MG) foi eleito presidente da CPI ao derrotar o aliado do Planalto, senador Omar Aziz (PSD-AM), por 17 votos a 14, surpreendendo os governistas. Quem foi designado como relator da CPI e qual foi a controvérsia em torno dessa escolha? O deputado Alfredo Gaspar (União-AL) foi designado como relator da CPI, contrariando a indicação do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que defendia Ricardo Ayres (Republicanos-TO). Como a derrota na CPI afetou a oposição no Congresso? A derrota na CPI fortaleceu a oposição no Congresso, com aliados do governo reconhecendo que o episódio foi um revés significativo. Um líder próximo a Lula descreveu a situação como uma “bola nas costas”. O que disse Randolfe Rodrigues sobre a falha da base aliada? Randolfe Rodrigues (PT-AP), responsável pela articulação do Planalto no Congresso, admitiu que houve uma falha de cálculo da base aliada e assumiu a responsabilidade pelo ocorrido. Os deputados governistas acreditam que ainda há opções após a derrota na CPI? Sim, deputados governistas avaliam que ainda existem caminhos para limitar a condução oposicionista dos trabalhos da comissão, apesar do revés enfrentado.   Fonte: R7 Foto: Saulo Cruz/Agência Senado

Leia Mais

Soluços, xingamentos e Temer: veja o que a PF descobriu nas conversas de Bolsonaro e aliados

Conversas foram obtidas no inquérito que indiciou o ex-presidente e filho por tentar atrapalhar a investigação da trama golpista Um relatório da Polícia Federal revelou detalhes de conversas entre o ex-presidente Jair Bolsonaro, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o pastor Silas Malafaia, no âmbito da investigação sobre tentativa de obstrução das apurações da trama golpista. Nas mensagens, Eduardo relatava ao pai a percepção sobre o ambiente político nos Estados Unidos e discutia possíveis postagens em aplicativos. Em determinado momento, perguntou se Bolsonaro usaria o mesmo tratamento dado ao ex-presidente Michel Temer em conversa anterior. Com Malafaia, Bolsonaro comentava reportagens publicadas na imprensa, desmentindo supostos desentendimentos com os filhos, além de pedir orientação sobre posicionamentos públicos após o anúncio da taxação de 50% do governo Donald Trump sobre produtos brasileiros. Xingamentos Em 15 de julho, Eduardo demonstrou irritação após entrevista de Bolsonaro. A PF relatou temor do deputado de que declarações favoráveis ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), prejudicassem sua atuação política nos EUA. No diálogo, Eduardo utilizou xingamentos e afirmou que, caso o impacto fosse negativo, seu futuro político estaria “decretado pelo resto da vida”. Bolsonaro respondeu com dois áudios, cujo conteúdo não pôde ser recuperado. Conversa entre Bolsonaro e Eduardo obtida pela PF – Divulgação/PF – 20.8.2025 Ainda na conversa, Eduardo mencionou Michel Temer ao questionar a fala do pai sobre sua maturidade política: “Você falaria isso do Temer”, escreveu. Bolsonaro prometeu resolver em outra entrevista, mas o filho retrucou: “Ou não fale nada, me deixa de lado.” A PF registrou ainda envio de uma imagem não recuperada por Eduardo, acompanhada da frase: “Torce para a inteligência americana não levar isso ao conhecimento do Trump.” Mais tarde, o deputado pediu desculpas ao pai, alegando ter “pegado pesado”. Conversa entre Bolsonaro e Eduardo obtida pela PF – Divulgação/PF – 20.8.2025 ‘Mico contra gorila’ Mensagens trocadas com Malafaia mostraram reações ao aumento de tarifas de Trump. Para o pastor, o episódio recolocava Bolsonaro “no jogo”: “Você é o cerne da questão. Quem é o Brasil para peitar os EUA? Mico contra um gorila.” Malafaia acrescentou que divulgaria vídeo alertando ministros do STF sobre possíveis retaliações contra familiares. “É um alerta aos ministros do STF: se continuarem apoiando Alexandre de Moraes, a próxima retaliação vai ser à pessoa física.” Conversa entre Bolsonaro e Silas Malafaia obtida pela PF – Divulgação/PF – 20.8.2025 Malafaia x Eduardo Em 11 de julho, Malafaia classificou como “inexperiente” a atuação de Eduardo. “Estou indignado. Só não faço um vídeo e arrebento com ele por consideração a você”, escreveu ao ex-presidente. O pastor também apontou “amadorismo político” na divulgação de suposta briga entre Bolsonaro e o filho, episódio negado pelo ex-presidente como “fofoca”. Em contrapartida, elogiou entrevista de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) sobre anistia: “Vou dar parabéns a ele também. Vambora! A faca e o queijo tá contigo.” Orientações e crise de soluço As conversas indicam que Bolsonaro recebia conselhos de Malafaia sobre estratégias de comunicação. O pastor sugeriu que discursos destacassem oposição a retaliações contra ministros do STF, acompanhados da defesa de anistia. Em 14 de julho, Bolsonaro relatou a finalização de uma carta sobre o tarifaço e a situação econômica, incluindo referência ao perdão judicial aos envolvidos no 8 de janeiro. Malafaia aprovou o texto e recomendou divulgação em vídeo: “Carta vale para imprensa. Vídeo para o povo em geral.” O ex-presidente respondeu que não conseguiria gravar devido a uma “crise de soluço”: “A cada três segundos, um soluço. É impossível gravar qualquer coisa.” Divulgação e tradução Malafaia aconselhou Bolsonaro a reforçar no vídeo que as tarifas seriam revertidas com aprovação da anistia, negar qualquer intenção de golpe e sustentar ausência de provas sobre planejamento ou execução. Para ampliar o alcance, ofereceu-se para traduzir o material para o inglês com apoio de inteligência artificial: “Seu filho faz chegar na mão de Trump. Ele tem contato com assessores que falam toda hora com ele. Trump quer ver também uma atitude sua.” Conversa entre Bolsonaro e Silas Malafaia obtida pela PF – Divulgação/PF – 20.8.2025 Conversa entre Bolsonaro e Silas Malafaia obtida pela PF – Divulgação/PF – 20.8.2025 Conversa entre Bolsonaro e Silas Malafaia obtida pela PF – Divulgação/PF – 20.8.2025 Conversa entre Bolsonaro e Malafaia obtida pela PF – Reprodução/Polícia Federal Perguntas e respostas Quais foram os detalhes das conversas entre Bolsonaro e seus aliados revelados pela PF? A Policia Federal revisitou detalhes de conversas entre o ex-presidente Jair Bolsonaro, o deputado federal Eduardo Bolsonaro e o pastor Silas Malafaia. As mensagens abordavam uma suposta tentativa de obstrução do processo da trama golpista, incluindo discussões sobre o clima nos Estados Unidos e postagens em aplicativos. Eduardo expressou descontentamento com o pai após uma entrevista, temendo que declarações de apoio ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, prejudicassem sua situação política nos EUA. Como Eduardo Bolsonaro reagiu às declarações do pai? Eduardo Bolsonaro demonstrou irritação e usou xingamentos, afirmando que, caso as declarações de Bolsonaro tivessem um impacto negativo, seu futuro político estaria “decretado pelo resto da vida”. Ele questionou o pai sobre se gostaria de ser visto como o ex-presidente Michel Temer e pediu para ser deixado de lado nas discussões. Qual foi a posição de Silas Malafaia nas conversas? Silas Malafaia aconselhou Bolsonaro sobre posicionamentos públicos e comentou sobre as tarifas de Donald Trump, afirmando que Bolsonaro “voltou para o jogo”. Ele também alertou sobre possíveis retaliações dos EUA contra ministros do STF e criticou a atuação de Eduardo, chamando-a de “inexperiente”. Malafaia sugeriu que Bolsonaro deixasse clara sua posição contrária a retaliações a ministros do STF. O que Bolsonaro planejava comunicar em uma carta? Bolsonaro estava finalizando uma carta que abordava a tarifa e a situação econômica do país, incluindo o perdão judicial aos envolvidos no 8 de janeiro. Malafaia aprovou o texto e sugeriu que fosse divulgado em vídeo para alcançar mais pessoas. No entanto, Bolsonaro não conseguiu gravar devido a uma “crise de soluço”. Quais foram as orientações de Malafaia para o vídeo de Bolsonaro? Malafaia orientou que Bolsonaro dissesse no vídeo que

Leia Mais

Tarcísio lidera com 43% das intenções de voto para o governo de SP em 2026; Alckmin tem 21%

Pesquisa ouviu 1.644 eleitores entre 13 e 17 de agosto; nível de confiança é de 95% A pesquisa da Quest, divulgada nesta sexta-feira (22), mostrou que Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) lidera as intenções de voto para o governo de São Paulo em 2026, com 43%. Em segundo lugar aparece o atual vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), com 21%. Foram entrevistados 1.644 eleitores com 16 anos ou mais. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. As entrevistas foram realizadas entre os dias 13 e 17 de agosto. Intenções de voto para o governo de SP em 2026 Tarcísio de Freitas (Republicanos): 43% Geraldo Alckmin (PSB): 21% Erika Hilton (PSOL): 8% Paulo Serra (PSDB): 3% Felipe D’Ávila (Novo): 2% Indecisos: 7% Branco/Nulo/Não vai votar: 16% A pesquisa também perguntou se o atual governador merece ser reeleito. Ao todo, 56% responderam que sim, 36% disseram que não e 8% não souberam ou não quiseram responder. Aprovação do governo Segundo o levantamento, 60% dos entrevistados aprovam a gestão de Tarcísio de Freitas, índice que se mantém estável em relação às pesquisas anteriores. Em abril de 2024, o governador tinha 62% de aprovação. Em dezembro do mesmo ano, o percentual ficou em 61%. Já em fevereiro de 2025, 61% dos eleitores também aprovavam sua gestão. Atualmente, 29% desaprovam o governo, uma oscilação de um ponto percentual em relação a fevereiro. Outros 11% não souberam ou não responderam. Eleições Em outubro de 2026, os eleitores de todo o Brasil voltarão às urnas. Serão definidos os ocupantes dos cargos de deputado federal, senador, governador e presidente da República. Além disso, os eleitores também decidirão os rumos da política nacional e estadual para os quatro anos seguintes, em um pleito que deve mobilizar milhões de brasileiros. Perguntas e respostas Quem lidera as intenções de voto para o governo de São Paulo em 2026? Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) lidera as intenções de voto com 43% segundo a pesquisa da Quest. Quem ocupa a segunda posição nas intenções de voto? O atual vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), aparece em segundo lugar com 21% das intenções de voto. Quantos eleitores foram entrevistados na pesquisa? A pesquisa entrevistou 1.644 eleitores com 16 anos ou mais. Qual é a margem de erro da pesquisa e o nível de confiança? A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Quando foram realizadas as entrevistas? As entrevistas foram realizadas entre os dias 13 e 17 de agosto. Qual é a porcentagem de eleitores que acredita que o atual governador merece ser reeleito? 56% dos entrevistados acreditam que o atual governador merece ser reeleito. Qual é a taxa de aprovação da gestão de Tarcísio de Freitas? 60% dos entrevistados aprovam a gestão de Tarcísio de Freitas, um índice que se mantém estável em relação às pesquisas anteriores. Como a aprovação da gestão de Tarcísio de Freitas variou ao longo do tempo? Em abril de 2024, a aprovação era de 62%, em dezembro do mesmo ano caiu para 61%, e em fevereiro de 2025 permaneceu em 61%. Qual é a porcentagem de desaprovação do governo atualmente? Atualmente, 29% desaprovam o governo, uma oscilação de um ponto percentual em relação a fevereiro. Quantos eleitores não souberam ou não quiseram responder sobre a reeleição do governador? 8% dos entrevistados não souberam ou não quiseram responder sobre a reeleição do governador.   Fonte: R7 Foto: Nino Cirenza/Ato Press/Estadão Conteúdo – 19/08/2025 e Wilton Junior/Estadão Conteúdo – 20/08/2025

Leia Mais

PF vê suspeita de lavagem em R$ 44 milhões movimentados por Bolsonaro em dois anos

A Polícia Federal identificou movimentações financeiras de pouco mais de R$ 44,2 milhões realizadas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro entre março de 2023 e junho de 2025 que levantam suspeitas de lavagem de dinheiro. As informações fazem parte do inquérito da PF no qual o ex-presidente foi indiciado por tentar atrapalhar a ação penal do golpe, da qual ele é réu. A Polícia Federal viu indícios de que Bolsonaro e o filho Eduardo Bolsonaro cometeram os crimes de coação no curso do processo (art. 344 do Código Penal) e abolição violenta do Estado Democrático de Direito (art. 359-L). A defesa de Bolsonaro afirmou ter recebido com “surpresa” o indiciamento realizado pela Polícia Federal. Os representantes de Bolsonaro negam descumprimento de medidas cautelares impostas pelo STF. Segundo a defesa, ele sempre respeitou as determinações judiciais. O documento da PF foi feito com base em dados do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras). Segundo a Polícia Federal, nem todas as movimentações realizadas na conta do ex-presidente foram analisadas, apenas as que aparentam indicar algum crime. O Coaf disponibilizou um RIF (Relatório de Inteligência Financeira) que, segundo a PF, “apresenta informações e comunicações relativas a operações financeiras suspeitas de configurarem indícios de lavagem de dinheiro e outros ilícitos penais, tendo como principais envolvidos Jair Messias Bolsonaro e Eduardo Nantes Bolsonaro”. “Naturalmente, tais comunicações também revelam a participação de terceiros que mantiveram relações financeiras com os principais investigados nas operações identificadas como suspeitas”, detalhou a PF. Segundo o documento, entre março de 2023 e junho de 2025, Bolsonaro realizou operações financeiras que incluem créditos e débitos em contas próprias, transferências a terceiros e aplicações em produtos bancários. Veja o detalhamento: De 1/3/2023 a 7/2/2024 Créditos: R$ 30.576.801,36 Débitos: R$ 30.595.430,71 De 8/2/2024 a 26/8/2024 Créditos: R$ 1.733.079,19 Débitos: R$ 1.345.311,79 De 27/8/2024 a 19/12/2024 Créditos: R$ 872.013,80 Débitos: R$ 1.260.985,76 De 20/12/2024 a 5/6/2025 Créditos: R$ 11.105.788,18 Débitos: R$ 11.105.788,18 Somando os quatro períodos, Bolsonaro recebeu R$ 44.307.516,44 e transferiu R$ 44.287.682,53. Principais destinatários Segundo a análise da Polícia Federal, considerando o período total das movimentações financeiras analisadas, o principal remetente de recursos para Bolsonaro foi o PL (Partido Liberal), com R$ 1.111.651,38. Os principais destinatários do ex-presidente foram: 4 escritórios de advocacia, que receberam, em conjunto, R$ 8.954.571,09; Eduardo Bolsonaro, que recebeu R$ 2.139.000,00; e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que recebeu R$ 2.070.100,00. Do valor enviado a Eduardo, R$ 2 milhões foram transferidos em 13 de maio, quando o deputado já estava nos Estados Unidos. Bolsonaro justificou que o repasse era para o filho não passar dificuldades no exterior. Segundo a PF, em 29 de maio Eduardo realizou uma operação de câmbio no valor de R$ 1.661.835,76. O banco que movimentou os recursos informou que esse valor teria como origem uma doação realizada por Bolsonaro. Também receberam recursos do ex-presidente no intervalo analisado pela PF outros dois filhos dele: o vereador do Rio de Janeiro (RJ) Carlos Bolsonaro (PL) — R$ 116,5 mil — e o vereador de Balneário Camboriú (SC) Jair Renan (PL) — R$ 121 mil. Perguntas e Respostas Quais movimentações financeiras foram identificadas pela Polícia Federal em relação a Jair Bolsonaro? A Polícia Federal identificou movimentações financeiras de pouco mais de R$ 44,2 milhões realizadas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro entre março de 2023 e junho de 2025, que levantam suspeitas de lavagem de dinheiro. Qual é o contexto do inquérito da Polícia Federal envolvendo Bolsonaro? As informações fazem parte do inquérito da PF no qual o ex-presidente foi indiciado por tentar atrapalhar a ação penal do golpe, da qual ele é réu. A PF encontrou indícios de que Bolsonaro e seu filho, Eduardo Bolsonaro, cometeram crimes de coação no curso do processo e abolição violenta do Estado Democrático de Direito. Como a Polícia Federal obteve as informações sobre as movimentações financeiras? O documento da PF foi elaborado com base em dados do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras). A PF analisou apenas as movimentações que aparentam indicar algum crime, não todas as realizadas na conta do ex-presidente. O que o Relatório de Inteligência Financeira (RIF) do Coaf revela? O RIF apresenta informações sobre operações financeiras suspeitas que podem indicar lavagem de dinheiro e outros ilícitos penais, envolvendo Jair Messias Bolsonaro e Eduardo Nantes Bolsonaro, além de terceiros que mantiveram relações financeiras com os investigados. Quais foram os valores recebidos e transferidos por Bolsonaro durante o período analisado? Entre março de 2023 e junho de 2025, Bolsonaro recebeu R$ 44.307.516,44 e transferiu R$ 44.287.682,53. O principal remetente de recursos para ele foi o PL (Partido Liberal), com R$ 1.111.651,38. Quais transferências foram feitas para os filhos de Bolsonaro? Bolsonaro transferiu R$ 2 milhões para seu filho Eduardo em 13 de maio, quando Eduardo estava nos Estados Unidos, justificando que era para que ele não passasse dificuldades no exterior. Em 29 de maio, Eduardo realizou uma operação de câmbio no valor de R$ 1.661.835,76, que teria como origem uma doação de Bolsonaro. Outros filhos, Carlos Bolsonaro e Jair Renan, também receberam valores durante o período analisado.   Fonte: R7 Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo

Leia Mais
Nenhuma postagem a exibir

Confira o canal do Portal Veloz No Youtube

×

Buscar no Portal Veloz