
Oscar Schmidt morreu em decorrência de parada cardiorrespiratória
Segundo a prefeitura de Santana da Parnaíba, Oscar chegou ao hospital já sem vida A morte de Oscar Schmidt, nesta sexta-feira (17), foi atribuída a uma parada cardiorrespiratória, segundo a prefeitura de Santana da Parnaíba. O ídolo do basquete brasileiro passou mal em casa no município e foi encaminhado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana. Segundo comunicado da prefeitura, Oscar chegou à unidade hospitalar já sem vida. Ele tinha 68 anos e deixa a mulher, Maria Cristina, e os filhos Felipe e Stephanie. Trajetória da lenda do basquete Schmidt foi um dos maiores jogadores de basquete do Brasil e do mundo de todos os tempos. Ele estava aposentado das quadras há mais de 20 anos. O atleta deixou um legado para a história do esporte mundial. Ele construiu uma longa carreira por 29 anos, desde que iniciou no juvenil do Palmeiras, aos 14 anos. A maior delas foi a vitória sobre os Estados Unidos, na casa do até então imbatível adversário, em Indianápolis, em 1987, quando ele foi o destaque naquele jogo que deu o título pan-americano à seleção brasileira. Conhecido como “Mão Santa” devido à precisão nos arremessos e à capacidade de pontuação, o brasileiro se tornou o maior cestinha da história do basquete. Incluído no Hall da Fama da Fiba (Federação Internacional de Basquetebol), Oscar jogou cinco Olimpíadas (1980, 84, 88, 92 e 96), tendo sido recordista em participações no basquete masculino, ao lado do porto-riquenho Teófilo Cruz e do australiano Andrew Gaze. Oscar foi também o jogador com mais pontos na história do basquete, com 49.737 pontos, dos quais 42.042 foram pelos clubes em que atuou e 7.695, pela seleção brasileira, a equipe na qual ele mais gostava e tinha orgulho de jogar. Aos 55 anos, Oscar teve o diagnóstico de um tumor no cérebro e enfrentou duas cirurgias na cabeça, com a primeira durando 8 horas, além de radioterapia e quimioterapia. Após 11 anos de tratamento, ele anunciou que estava curado da doença. Em 2022, o ex-atleta afirmou que não “desistiu” do tratamento, mas sim recebeu alta após o médico considerar que ele venceu a batalha contra o câncer. Após o fim da carreira, ele atuou como empresário e palestrante. Filho de militar, Oscar costumava dizer que as coisas fundamentais de sua vida eram a família, a religião e o país. Para o cestinha, foram os seus três pontos mais importantes. Fonte: R7 Foto: oscarschmidt14/Instagram



















