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Tag: economia

Banco Central leiloa US$ 3 bi na quinta-feira para segurar dólar

Dinheiro será vendido à vista, sem compromisso de recompra Após o dólar fechar a R$ 6,26 na maior cotação nominal da história, o Banco Central (BC) anunciou mais uma intervenção no câmbio para segurar a moeda. A autoridade monetária vai leiloar nesta quinta-feira (19) até US$ 3 bilhões das reservas internacionais à vista, sem compromisso de recomprar os recursos mais tarde. Segundo comunicado emitido pelo BC na noite desta quarta-feira (18), a autoridade monetária fará o leilão entre as 9h15 e as 9h20, pouco após a abertura do mercado. Nesta quarta, quando não interferiu no câmbio, o dólar subiu 2,82%, influenciado pelo atraso na votação do pacote fiscal e pela indicação do Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) de que poderá fazer menos cortes de juros nos Estados Unidos em 2025. Com o novo leilão, o BC terá injetado cerca de US$ 15 bilhões no mercado de câmbio apenas em dezembro. Na terça-feira (17), o BC vendeu US$ 1,272 bilhão das reservas internacionais pela manhã e US$ 2,015 bilhões à tarde. Na ocasião, o leilão também ocorreu na modalidade à vista. Na segunda-feira (16), a autoridade monetária leiloou US$ 1,627 bilhão à vista e US$ 3 bilhões na modalidade de linha, quando o BC vende o dinheiro das reservas externas com o compromisso de recomprá-lo daqui a alguns meses.   Fonte: Agência Brasil

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Governo aprova calendário do pagamento do abono salarial 2025

A partir de fevereiro do próximo ano, a Caixa Econômica Federal começa a pagar o abono salarial para o exercício de 2025. O calendário foi aprovado pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), em reunião ordinária ocorrida na tarde desta quarta-feira (18). O crédito será feito de forma escalonada, de acordo com o mês de nascimento dos trabalhadores. Os que têm conta corrente ou poupança na Caixa receberão direto em sua conta. No Banco do Brasil, o pagamento do benefício será realizado, prioritariamente, por crédito em conta bancária, por meio de PIX, transferência via TED ou, ainda, de forma presencial nas agências de atendimento. Os demais beneficiários receberão os valores pela Poupança Social Digital, aberta automaticamente pela Caixa, conforme o calendário de pagamento. Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a estimativa é que cerca de 25,8 milhões de trabalhadores recebam o benefício, totalizando R$ 30,7 bilhões. Regras Pelas regras vigentes, para receber o abono salarial, o trabalhador deve ter sido informado pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) até o dia 15 de maio de 2024 e no eSocial até o dia 19 de agosto de 2024. Trabalhadores cujos empregadores tenham prestado as informações após essas datas receberão o benefício no próximo exercício. O primeiro pagamento do benefício será realizado em 17 de fevereiro para os trabalhadores nascidos em janeiro, conforme calendário abaixo. Calendário de pagamento Nascidos em Recebem a partir de Janeiro 17 de fevereiro Fevereiro 17 de março Março e Abril 15 de abril Maio e Junho 15 de maio Julho e Agosto 16 de junho Setembro e Outubro 15 de julho Novembro e Dezembro 15 de agosto A partir de 5 de fevereiro de 2025, os trabalhadores poderão consultar se têm direito ao abono, informou o ministério. As informações estarão disponíveis na Carteira de Trabalho Digital, no portal Gov.br, na Central de Atendimento Alô Trabalho (telefone 158), com ligação gratuita das 7h às 22h, de segunda a sábado, exceto em feriados nacionais, e nas unidades das Superintendências Regionais do Trabalho. Em 2024, foram liberados R$ 27 bilhões para o pagamento do benefício. No entanto, ainda estão disponíveis R$ 218,9 milhões para 239.142 trabalhadores que não sacaram o abono. Eles têm até o próximo dia 27 de dezembro para fazer o saque. O que é o abono salarial Instituído pela Lei 7.998/90, o abono salarial equivale ao valor de, no máximo, um salário mínimo, a ser pago conforme calendário anual estabelecido pelo Codefat aos trabalhadores que satisfaçam os requisitos previstos em lei. Os recursos para pagamento são oriundos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). O abono salarial abrange profissionais da iniciativa privada e servidores públicos que trabalharam formalmente por, no mínimo, 30 dias no ano-base de 2023, com uma remuneração de até dois salários mínimos (R$ 2.640,00). Além disso, é necessário estar inscrito no programa há pelo menos cinco anos e que o empregador tenha fornecido os dados corretos na RAIS ou no eSocial. O valor do abono varia conforme o número de meses trabalhados no ano-base, podendo chegar até um salário mínimo.   Fonte: Agência Brasil  

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Banco Central eleva projeção do PIB de 2024 para 3,5%

Para 2025, estimativa de crescimento da economia brasileira também foi revisada, passando de 2% para 2,1%   O Banco Central elevou a projeção de crescimento da economia brasileira em 2024 de 3,2% para 3,5%. Para 2025, a estimativa do PIB (Produto Interno Bruto) passou de 2% para 2,1%. Os dados constam do RTI (Relatório Trimestral de Inflação), divulgado nesta quinta-feira (19) pelo Banco Central. “A revisão da projeção de crescimento anual em 2024 reflete, sobretudo, a surpresa positiva no resultado do terceiro trimestre e a revisão das séries históricas do PIB e de seus componentes”, diz o documento. O BC reiterou que, apesar das projeções mais altas, a expectativa para o ano que vem é de arrefecimento da economia. “Permanece a perspectiva de desaceleração da atividade, em razão de fatores como o maior grau de aperto esperado para a política monetária e a expectativa de um menor impulso fiscal, entre outros”, indicou. Segundo o IBGE, o PIB cresceu 0,9% no terceiro trimestre de 2024 em relação ao trimestre imediatamente anterior. Inflação O Banco Central também aumentou a projeção de inflação de 2026 de 3,3% para 3,6%. A estimativa segue o cenário de referência, que considera a trajetória de juros do relatório Focus e a evolução do dólar conforme a paridade do poder de compra. As projeções para o IPCA de 2024 e 2025 – de 4,9% e 4,5%, respectivamente – não foram alteradas na comparação com o comunicado e a ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária). Na semana passada, o colegiado decidiu aumentar a taxa Selic em 1 ponto percentual, de 11,25% para 12,25%, e sinalizar mais duas altas da mesma magnitude nas próximas reuniões. O BC também continua esperando inflação de 4% no acumulado de quatro trimestres até o segundo trimestre de 2026, horizonte relevante da política monetária.   Imagem: Fernando Frazão/Agência Brasil

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Dólar dispara e alcança R$ 6,30, apesar de intervenções do Banco Central

Ibovespa se mantém estável após queda de mais de 3%, enquanto mercado reage a declarações do presidente do Fed   O dólar continua a sua escalada, atingindo a máxima de R$ 6,30 durante o pregão na desta quinta-feira (19). A moeda americana vem renovando suas máximas históricas consecutivamente, desafiando as intervenções do Banco Central (BC) do Brasil. Em uma tentativa de conter a valorização do dólar, o BC realizou um leilão de venda de dólares à vista entre 9h15 e 9h20, disponibilizando US$ 3 bilhões. Esta foi a quarta intervenção dessa natureza desde a semana passada, mas os esforços iniciais não surtiram o efeito desejado. Em resposta, o BC anunciou um novo leilão de até US$ 5 bilhões entre 10h35 e 10h40, o que ajudou a valorizar momentaneamente o real. Por volta das 11h, voltou para R$ 6,26. Declarações do Fed A persistente valorização da moeda americana é influenciada pelas declarações recentes de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed). Embora o Comitê de Mercado Aberto (Fomc) tenha decidido cortar os juros em 0,25 pontos percentuais no último encontro do ano, o tom rígido adotado por Powell em seu comunicado impactou o mercado, contribuindo para a alta do dólar. Enquanto isso, o Ibovespa abriu o pregão de hoje estável, após registrar uma queda de mais de 3% na sessão anterior. O mercado segue atento às movimentações e intervenções do Banco Central, bem como às tendências globais que impactam a economia brasileira.

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Alta histórica do dólar contou com perfil reproduzindo fake news sobre Galípolo no X

Dólar chegou a R$ 6,20 nesta terça, ao mesmo tempo que perfil atribuia frases falsas ao próximo presidente do Banco Central   No mesmo dia em que um perfil falso divulgou frases supostamente ditas por Gabriel Galípolo, futuro presidente do Banco Central, o dólar chegou a altas históricas. Pela manhã, a moeda norte-americana chegou a ser cotada a R$ 6,20 e fechou o dia a R$ 6,09. O perfil no X (antigo Twitter) com cerca de 3,5 mil seguidores publicou afirmações atribuídas a Galípolo como de que a “moeda do Brics nos salvaguardaria da extrema influência que o dólar exerce no nosso mercado”. Em outra afirmação, é atribuído falsamente que o economista teria dito que a alta do dólar é artificial e que a meta seria retornar o dólar a R$ 5 ainda em 2025. A página saiu do ar no fim do dia, mas antes disso algumas das postagens chegaram a ser republicadas por analistas e influenciadores financeiros. O Banco Central ainda não comentou o ocorrido. Galípolo assume o Banco Central em janeiro. Ele foi indicado para o posto pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e aprovado em sabatina no Senado. O economista é o atual diretor de Política Monetária do Banco Central.   Imagem: Roque de Sá/Agência Senado

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Clubes de futebol se posicionam de forma contrária à reforma tributária

Aumento em tributação para SAFs de 5% para 8,5% pode ameaçar investimentos e futuro financeiro das agremiações, dizem times   Por meio de um comunicado emitido nesta terça-feira (17) nas redes sociais, os clubes brasileiros se posicionaram de forma contrária aos impactos da reforma tributária. O receio dos dirigentes é que as mudanças possam ameaçar os investimentos e o futuro financeiro das agremiações. O texto foi divulgado pela Liga Forte União do Futebol Brasileiro e pela Liga do Futebol Brasileiro, que representam ao menos 40 clubes no país, antes de a Câmara dos Deputados aprovar o projeto que regulamenta a reforma. Atualmente, a Lei da SAF estabelece o Regime de Tributação Específica do Futebol, no qual 5% das receitas de uma SAF devem ser recolhidos mensalmente. A redação final da proposta que regulamenta a reforma tributária aprovada pela Câmara ampliou esse tributo para 8,5%, mudando a proposta do Senado, que era de manter a taxa em 5%. No comunicado, as entidades dizem que “a aprovação desta alteração, caso se confirme, poderá impedir a criação, como já se anuncia dentro e fora do País, do futuro maior mercado do planeta; e, pior: afastar investimentos futuros, com enormes impactos esportivos, sociais e econômicos; e desincentivar projetos em andamento — inclusive aqueles que já se revelam exitosos”. Alguns clubes replicaram a nota, entre eles o Botafogo. A mudança tributária, segundo os clubes, pode afetar as várias fases de um planejamento esportivo como investimentos nas categorias de base, criação e melhorias de estádios e Centros de Treinamentos e afetar na contratação de atletas e na captação de patrocínios. A elevação dos custos seria um perigo ainda maior para as equipes de menor porte, que buscam um horizonte no cenário esportivo por meio de apoio de investidores. A nota informa que a criação da SAF facultou aos clubes a adoção de um modelo empresarial destinado especificamente à administração do futebol. Em menos de três anos, de acordo com o comunicado, “95 clubes ao redor do Brasil se transformaram ou nasceram enquanto SAFs”. O texto ressalta que, “das agremiações que disputaram a Série A do Campeonato Brasileiro, 40% utilizam esse formato de administração”.   Imagem: Rafael Ribeiro/CBF

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Congresso Nacional vota lei de diretrizes orçamentárias e pacote fiscal nesta quarta

Câmara já aprovou o primeiro projeto do pacote, que estabelece gatilhos fiscais e autoriza o bloqueio de emendas   O Congresso Nacional se reúne nesta quarta-feira (18) para uma série de votações importantes, incluindo a análise da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2025, que estabelece as bases para o Orçamento do próximo ano. O texto, já aprovado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) na terça-feira (17), será votado em sessão conjunta de deputados e senadores. A LDO não apresenta valores específicos para cada rubrica, mas define as diretrizes para a elaboração do Orçamento. Além da LDO, os deputados retomam hoje a análise das propostas que compõem o pacote de contenção de gastos enviado pelo governo federal. Na terça-feira (17), a Câmara aprovou o primeiro projeto do pacote, que estabelece gatilhos fiscais e autoriza o bloqueio de emendas parlamentares para assegurar o cumprimento das metas do arcabouço fiscal. A medida foi aprovada por 318 votos a favor e 149 contrários. Entre os destaques que serão votados hoje estão as propostas que alteram: Regras de acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC): A proposta prevê um pente-fino em benefícios sociais e altera a fórmula de reajuste do salário mínimo. Mudanças no abono salarial: Ajustes que limitam as concessões de benefícios em linha com o teto fiscal. O relator do texto sobre o BPC, deputado Isnaldo Bulhões (MDB-AL), indicou que deve manter as regras de valorização do salário mínimo propostas pelo governo, com um crescimento real limitado ao intervalo do arcabouço fiscal (0,6% a 2,5% ao ano). Para 2025, o limite será de 2,5%, gerando uma economia de cerca de R$ 7 bilhões no próximo ano. Alterações no projeto aprovado O texto-base aprovado ontem passou por alterações importantes: Trava para emendas parlamentares: Foi mantida a autorização para o governo contingenciar até 15% das emendas parlamentares, caso necessário. Uso de superávit de fundos públicos: Saldo positivo de fundos como o Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD) e o Fundo Nacional de Segurança e Educação de Trânsito (Funset) poderá ser utilizado exclusivamente para amortização da dívida pública, não mais de forma livre. Exclusão de mudanças tributárias: Foi retirado o trecho que autorizava o governo a limitar a concessão de créditos tributários para compensar déficits fiscais. Senado em espera Após aprovação na Câmara, os projetos do pacote fiscal seguem para análise do Senado. Apesar do calendário apertado — o Congresso encerra os trabalhos na sexta-feira (20) — o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), declarou otimismo: ”Estamos mantendo o otimismo de que somos capazes de fazer essa apreciação a tempo.” Orçamento de 2025 ainda em discussão A Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2025 também está no radar. Pacheco não descartou que a votação do Orçamento possa se estender até sábado (21), caso seja necessário aguardar a aprovação completa do pacote fiscal para ajustar as metas e projeções financeiras. Com prazos curtos e matérias complexas em debate, o Congresso concentra esforços para encerrar o ano com as diretrizes fiscais e orçamentárias definidas. As decisões tomadas nesta semana serão cruciais para o planejamento econômico do governo em 2025.   Imagem: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

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Dólar avança a R$ 6,16 com remessas e espera da conclusão das votações do pacote fiscal

Governo fez leilão do dólar, mas os efeitos foram muito aquém do esperado   O dólar não dá trégua e volta a subir até R$ 6,16 (+0,74%) no mercado à vista na manhã desta quarta-feira (18) após abertura perto da estabilidade. Além da espera pela conclusão das votações do pacote fiscal na Câmara, prevista para esta quarta, o mercado sustenta demanda cambial, em especial por empresas e fundos, para remessas de dividendos ao exterior ainda nesta semana, antes das festas de fim de ano. O secretário de Política Econômica, Guilherme Mello, demonstra preocupação com o dólar acima de R$ 6 apontando os impactos diretos nos preços e na inflação, em entrevista ao Valor Econômico. “É evidente que uma taxa acima de R$ 6 nos preocupa, com os impactos em preços. Temos que trabalhar, aprovando as medidas que enviamos para o Congresso, demonstrando sempre que possível o nosso compromisso com equilíbrio fiscal e com a retomada dos superávits primários”, afirmou. Os juros futuros curtos sobem e os longos aliviam após anúncio das condições das ofertas dos leilões de compra e venda de títulos, que serão realizadas pelo Tesouro nesta quarta. Outros leilões, de compra e venda de títulos, serão realizados também nesta quinta e sexta-feira. Leilão para segurar o dólar É a primeira vez desde maio de 2020, durante a pandemia de Covid-19, que o órgão cancela um leilão tradicional de títulos públicos de quinta-feira e anuncia intervenção na tentativa de acalmar o estresse no mercado com o pacote fiscal. Os investidores não relaxam enquanto a Câmara e o Congresso não concluírem as votações do pacote fiscal e leis orçamentárias. Na terça (17), a Câmara aprovou o primeiro dos três projetos do pacote fiscal e agora faltam outras duas propostas que devem ser votadas nesta quarta: a que impõe teto de 2,5% de valorização real do salário mínimo e endurece regras do BPC, além de PEC com medidas complementares. O Congresso ainda deve analisar a LDO. A expectativa pela decisão de juros do Fed (16H) e pelos sinais do seu presidente, Jerome Powell, sobre os possíveis próximos passos do BC americano também deixa o investidor na defensiva. O mercado espera corte de 25 PB hoje, para o intervalo de 4,25% a 4,50% ao ano, e possíveis sinais sobre mudança de rumo diante do novo governo de Donald Trump a partir de janeiro, que promete impor tarifas, inclusive ao Brasil, o que é visto como potencialmente inflacionário. Por enquanto, não há leilão cambial programado para esta quarta. Em 4 dias úteis, desde a última quinta, o Banco Central vendeu US$ 12,7 bilhões em leilões cambiais, maior volume desde a pandemia, em março de 2021. Ainda assim, ontem, o dólar voltou a fechar em alta, renovando a máxima histórica em relação ao real, cotado a R$ 6,0961. Às 9h54, o dólar à vista ganhava 0,62%, a R$ 6,1327. O dólar para janeiro subia 0,41%, a R$ 6,1365.

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IPTU em Limeira terá reajuste de 4,87% em 2025

Imposto terá desconto de 5% no pagamento à vista, afirma Prefeitura de Limeira   A Prefeitura de Limeira divulgou que o Imposto Sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) terá em 2025 uma correção do imposto a ser aplicada em 2025 será de 4,87% (que corresponde à variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo — IPCA-IBGE de dezembro de 2023 a novembro de 2024). O decreto publicado no Jornal Oficial do Município do último sábado (14). Segundo o decreto, de autoria do prefeito Mario Botion, estabelece um percentual de desconto na ordem de 5% para o contribuinte que optar pelo pagamento do tributo em cota única (à vista). Com isso, a opção por esta forma de pagamento será mais vantajosa para o contribuinte do que a parcelada.   Matéria: Anna Beatriz Viganó Imagem: Wagner Morente

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Dólar fecha o dia a R$ 6,09 e renova recorde apesar de leilões do Banco Central

Autoridade monetária fez dois leilões durante o dia e vendeu US$ 4,6 bilhões, o que não foi suficiente para conter alta   O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (16) vendido a R$ 6,0934, em alta de 1,03%, e renovou o recorde em mais de 30 anos do real. O resultado aconteceu apesar de o Banco Central ter feito dois leilões ao longo do dia para segurar a moeda. Um leilão logo após a abertura do mercado, tendo comercializado US$ 1,6 bilhão — o lote foi todo vendido, a R$ 6,04. Mais tarde, foi feito um novo leilão, de US$ 3 bilhões, com compromisso de recompra (o chamado leilão de linha). Esse lote também foi todo vendido. As ofertas de liquidez feitas nessa segunda-feira visavam suprir a demanda maior de empresas para remessas de dividendos de fim de ano ao exterior, mas não desviaram o dólar do sinal de alta, o que reflete uma enorme cautela do mercado financeiro com o cenário fiscal. A apresentação de um pacote de contenção de gastos pelo governo teve efeito contrário ao esperado: ampliou as desconfianças do mercado em relação à capacidade do Executivo de melhorar as contas públicas, o que teve efeito direto no câmbio. Por causa disso, na última semana o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central decidiu endurecer a política monetária, elevando a taxa de juros em um ponto porcentual (de 11,25% para 12,25%), e sinalizando mais duas altas de mesma magnitude nas reuniões seguintes.

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