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Tag: economia

Declaração pré-preenchida bate recorde a nove dias do fim do prazo de entrega do IR 2025

A declaração pré-preenchida do Imposto de Renda 2025 bateu recorde de utilização, atingindo quase metade dos documentos entregues até agora. O período de entrega da declaração começou no dia 17 de março e vai até 30 de maio. Segundo a Receita, dos 27,6 milhões de declarações enviadas até as 21h15 desta terça-feira (20), 48,2% foram feitas por meio da pré-preenchida. Além da facilidade de ter as informações digitadas, essa modalidade evita erros e garante prioridade no recebimento da restituição. Para utilizar a ferramenta, é preciso ter conta gov.br de nível prata ou ouro. A expectativa da Receita Federal é que a pré-preenchida seja usada por mais da metade das declarações enviadas em 2025, cerca de 57% do total de 46,2 milhões de documentos previstos. O uso da declaração pré-preenchida do IR vem crescendo muito nos últimos anos. Segundo a Receita Federal, a adesão à ferramenta quase dobrou, passando de 23,9% do total, em 2023, para 41,2%, em 2024. Adesão da modalidade – Arte/R7 Algumas das novidades da pré-preenchida neste ano são as informações sobre contas bancárias no exterior, tanto tradicionais quanto de fintechs, enviadas à Receita Federal pelos países estrangeiros; e o término da obrigatoriedade de preenchimento de alguns campos como título de eleitor, por exemplo. A Receita recomenda aos contribuintes que tenham toda a documentação em mãos para comparar com os dados fornecidos na pré-preenchida. Em caso de divergências, o contribuinte deve preencher as informações dos documentos. Quais informações estão na pré-preenchida Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (Dirf); Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias (Dimob); Declaração de Serviços Médicos e de Saúde (Dmed); Carnê-Leão Web; rendimentos isentos decorrentes de moléstia grave; códigos de juros; restituições recebidas no ano-calendário; saldos bancários; investimentos; imóveis adquiridos; doações realizadas no ano-calendário; criptoativos contas bancárias e ativos no exterior; contribuições para a previdência privada. O que precisa para a declaração pré-preenchida? Para o cidadão comum, basta ter a conta gov.br ouro ou prata. O contribuinte entra no aplicativo ou no site, coloca a conta gov.br e terá todas as informações. Para as pessoas que não fazem a própria declaração, que recorrem a terceiros, como contadores, despachantes e amigos, o ideal é que nunca compartilhe a senha do gov.br. Para isso, existem mecanismos como o “Autorizar Acesso” e a “procuração eletrônica”, que estão no site da Receita Federal. Nesse modelo, o contribuinte inicia o preenchimento já com diversas informações à disposição. Alerta A Receita alerta, entretanto, que é responsabilidade de cada um conferir e corrigir, se necessário, as informações importadas, além de incluir dados que não constem no sistema. As informações que aparecem no documento pré-preenchido baseiam-se em dados da declaração do ano anterior; de rendimento e pagamentos informados na Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte (Dirf), na Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias (Dimob), na Declaração de Serviços Médicos (Dmed) e no Carnê-Leão Web; e em contribuições de previdência privada declaradas na e-Financeira. O acesso será possível em todas as formas de preenchimento disponíveis: online, no portal eCAC; no computador, com o programa do IR; e em dispositivos móveis, com o app Meu Imposto de Renda. Como declarar A maioria dos contribuintes utiliza o PGD (Programa Gerador da Declaração) do Imposto de Renda 2025 para computador. Para baixar, é preciso entrar na página da Receita Federal e seguir as orientações. Além do PGD para computador, o contribuinte também pode fazer a declaração por meio do aplicativo e de forma online, pelo MIR (Meu Imposto de Renda), para computadores e dispositivos móveis (smartphones e tabletes). É obrigado a declarar todo brasileiro que recebeu mais de R$ 33.888 no ano passado (veja abaixo). Quem está obrigado a fazer a entrega da declaração e perder o prazo poderá pagar multa de R$ 165,74 a 20% do imposto devido. O Fisco espera receber 46,2 milhões de documentos neste ano, 6% a mais em relação ao número de entregas em 2024. Arte do Imposto de Renda 2025 – Arte/R7 Fonte: R7 Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

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Voa Brasil registra 40 mil reservas nos últimos 10 meses

O programa Voa Brasil atingiu a marca de 40 mil reservas feitas por beneficiários. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (20) pelo Ministério de Portos e Aeroportos. A iniciativa oferece passagens aéreas de até R$ 200 a aposentados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que nunca utilizaram o transporte aéreo ou que estão sem utilizá-lo há pelo menos 12 meses. “Considerando que o Voa Brasil utiliza assentos ociosos oferecidos pelas companhias aéreas, o número seria suficiente para lotar 300 aeronaves de aposentados desde o início do programa, criado no final de julho do ano passado”, informou a pasta em nota, ao ressaltar a importância do programa para a política de inserção de novos passageiros no modal aéreo. Principais destinos Os principais destinos dos aposentados ao longo dos últimos quase 10 meses estão concentrados nas regiões Sudeste (42,5%) e Nordeste (40%). A cidade de São Paulo lidera a relação, seguida pelo Rio de Janeiro, Recife, Fortaleza, Brasília, Salvador, João Pessoa, Maceió, Belo Horizonte e Natal. Ao todo, o programa movimentou aeroportos de 84 cidades. Entenda As passagens do Voa Brasil são comercializadas exclusivamente pelo site do programa, sem necessidade de cadastro ou pagamento de taxas. A única restrição é que o aposentado não tenha utilizado o transporte aéreo ao longo dos últimos 12 meses. Ao escolher data e destino, ele é direcionado para o site da companhia aérea, que conclui o processo de compra. “A maior movimentação de passageiros, especialmente em rotas com ociosidade, pode gerar um impacto positivo na economia local, como aumento do consumo e a geração de empregos em hotéis, restaurantes e outros serviços”, avaliou o ministério no comunicado.   Fonte: Agência Brasil Foto: Divulgação

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A 10 dias do fim do prazo do IR 2025, mais de 19 milhões de contribuintes ainda não declararam

O contribuinte que ainda não fez a declaração do Imposto de Renda 2025 tem dez dias para acertar as contas com a Receita Federal. O prazo de entrega do documento termina no dia 30 de maio, às 23h59min59s. Até as 21h46 desta segunda-feira (19), 26,8 milhões de documentos haviam sido entregues, o que representa 58% do total. A Receita Federal estima que esse número chegue a 46,2 milhões até a data final. Portanto, faltam declarações de mais de 19 milhões. Ou seja, quatro em cada dez contribuintes ainda não entregaram. Quem ao longo do ano passado recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 33.888 precisa entregar a declaração. O contribuinte que não cumprir o prazo deverá pagar multa de R$ 165,74 a 20% do imposto devido. Malha fina Para evitar problemas e não cair na malha fina, o especialista André Cavalcanti, da Valore Contabilidade & Consultoria alerta para a importância de revisar cuidadosamente todas as informações antes do envio. “Muitas pessoas entregam a declaração sem revisar as informações ou sem entender qual modelo é mais vantajoso. Isso aumenta o risco de inconsistências e penalidades”, explica. Ele cita os principais erros que levam à malha fina: Inconsistências nos rendimentos informados: diferenças entre os valores declarados pelo contribuinte e os informados pelas fontes pagadoras. Informações equivocadas sobre dependentes: incluir dependentes sem comprovação ou duplicidade entre declarações. Deduções irregulares: principalmente com despesas de saúde e educação, que precisam ser devidamente comprovadas. Cavalcanti recomenda atenção na escolha entre a declaração simplificada e a completa. “O próprio sistema da Receita Federal sugere automaticamente qual modelo é mais vantajoso. Mas aqueles que têm muitas despesas dedutíveis, como gastos médicos ou com educação, podem se beneficiar da declaração completa. Esse detalhe pode resultar em uma economia considerável ou uma restituição maior no final”, acrescenta o especialista. Restituição A consulta ao primeiro lote de restituição do Imposto de Renda 2025 será liberada na sexta-feira (23). O pagamento será realizado no dia 30 de maio, mesma data do fim do prazo da entrega da declaração. Os seguintes serão em 30 de junho, 31 de julho, 29 de agosto e 30 de setembro. Os primeiros a receber são os grupos com prioridade prevista em lei, como pessoas com idade superior a 80 anos, as que têm mais de 60 anos, portadores de moléstia grave e aquelas cuja maior fonte de renda seja o magistério. Neste ano, além daqueles que fazem parte das prioridades legais, recebe primeiro também quem optar pela declaração pré-preenchida e também escolher para receber a restituição por meio do Pix. Depois, vem os contribuintes que utilizam apenas uma das opções, a pré-preenchida ou o Pix. Quais são as prioridades legais Contribuinte com idade igual ou superior a 80 anos; Idade igual/superior a 60 anos, deficientes e portadores de moléstia grave; Contribuinte cuja maior fonte de renda seja o magistério; Contribuinte que utilizaram, ao mesmo tempo, a pré-preenchida e optaram por receber a restituição por Pix; Utilizaram a pré-preenchida ou optaram por receber a restituição por Pix; Demais contribuintes. Como declarar A maioria dos contribuintes utiliza o PGD (Programa Gerador da Declaração) do Imposto de Renda 2025 para computador. Para baixar, é preciso entrar na página da Receita Federal e seguir as orientações. Além do PGD para computador, o contribuinte também pode fazer a declaração por meio do aplicativo e de forma online, pelo MIR (Meu Imposto de Renda), para computadores e dispositivos móveis (smartphones e tabletes). A Receita oferece ainda a declaração pré-preenchida, acessível para quem possui conta gov.br nos níveis prata ou ouro. Até o momento, 47,9% das declarações enviadas foram feitas por meio da modalidade pré-preenchida — número recorde em comparação aos anos anteriores. Arte do Imposto de Renda 2025 – Arte/R7 Fonte: R7 Foto: ADRIANA TOFFETTI/ATO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

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SP tem maior número de ocupados com carteira assinada em 13 anos no 1º trimestre

O estado de São Paulo registrou no 1º trimestre deste ano taxa de desemprego de 6,2%, a menor da série histórica do IBGE iniciada em 2012 para os três primeiros meses do ano. Além disso, o indicador do estado foi mais positivo que a taxa de desemprego nacional (7%) e da região Sudeste (6,6%). O estado registrou ainda o maior número de ocupados com carteira assinada no setor privado desde 2012 e liderou entre as demais unidades da Federação no 1º trimestre – o total ficou em 11,911 milhões de pessoas – alta de 2,1% em relação ao último trimestre de 2024 e de 4% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. No país, o total ficou em 39,447 milhões – com isso, o estado de SP tem 30,2% dos trabalhadores dentro da CLT no país. Os números são da Fundação Seade, com base na pesquisa da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) do IBGE. O percentual de empregados com carteira assinada ficou em 83,4% dos trabalhadores do setor privado no estado, segundo maior percentual do país. No Brasil, o índice geral ficou em 74,6%. O total de pessoas ocupadas (incluindo trabalhadores do setor privado e público com e sem carteira assinada, domésticos, informais e por conta própria com CNPJ) era de 24,973 milhões no estado – alta de 3,1% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. No país, eram 102,483 milhões. Já o número de desocupados na força de trabalho no estado era de 1,665 milhão – queda de 13,8% em relação ao mesmo trimestre do ano passado. Menor taxa de informalidade em 8 anos Enquanto a taxa de informalidade para o Brasil foi de 38% da população ocupada, São Paulo teve a terceira menor taxa entre os demais estados (29,3%) no 1º trimestre – menor taxa registrada pelo estado desde o 2º trimestre de 2017 (29%). Em relação ao 4º trimestre de 2024, houve queda de 1 ponto percentual e de 1,7 ponto percentual ante o mesmo trimestre do ano passado. A taxa de informalidade da população ocupada é calculada considerando-se os empregados no setor privado e os empregados domésticos sem carteira de trabalho assinada, além dos empregadores e trabalhadores por conta própria sem registro no CNPJ e dos trabalhadores familiares auxiliares. Para o IBGE, a taxa de informalidade reflete a maturidade econômica de cada estado, e os mais industrializados e mais complexos geram mais postos de trabalho formais. Já o rendimento médio em São Paulo ficou em R$ 4.063, maior que da região Sudeste (R$ 3.814) e da média do país (R$ 3.410). Entre os estados do Sudeste, só perde para o Rio de Janeiro (R$ 4.066). Trata-se do maior rendimento médio no estado em 1º trimestres desde 2020. Número de ocupados por atividades no 1º tri: Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas: 4,561 milhões Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas: 4,435 milhões Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais: 4,029 milhões Indústria geral: 3,806 milhões Transporte, armazenagem e correio: 1,796 milhão Construção: 1,686 milhão Outros serviços: 1,419 milhão Alojamento e alimentação: 1,313 milhão Serviços domésticos: 1,278 milhão Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura: 642 mil Veja as taxas de desemprego registradas trimestre a trimestre desde o início da pesquisa do IBGE: 2025 1º tri: 6,2% 2024 1º tri: 7,4% 2º tri: 6,4% 3º tri: 6% 4º tri: 5,9% 2023 1º tri: 8,5% 2º tri: 7,8% 3º tri: 7,1% 4º tri: 6,9% 2022 2º tri: 9,2% 3º tri: 8,6% 4º tri: 7,7% 2020 (pandemia afetou pesquisa) 1º tri: 12,3% 2019 1º tri: 13,6% 2º tri: 12,9% 3º tri: 12,1% 4º tri: 11,6% 2018 1º tri: 14,1% 2º tri: 13,8% 3º tri: 13,3% 4º tri: 12,6% 2017 1º tri: 14,4% 2º tri: 13,6% 3º tri: 13,3% 4º tri: 12,8% 2016 1º tri: 12,2% 2º tri: 12,2% 3º tri: 12,9% 4º tri: 12,5% 2015 1º tri: 8,6% 2º tri: 9,2% 3º tri: 9,8% 4º tri: 10,3% 2014 1º tri: 7,3% 2º tri: 7,1% 3º tri: 7,3% 4º tri: 7,2% 2013 1º tri: 7,8% 2º tri: 7,5% 3º tri: 7,4% 4º tri: 6,6% 2012 1º tri: 7,8% 2º tri: 7,5% 3º tri: 7% 4º tri: 6,8% Menor taxa de desemprego em 12 anos em 2024 Em 2024, o estado de São Paulo registrou a menor taxa anual de desemprego em 12 anos: 6,2%. Foi a menor taxa de desocupação da série histórica, iniciada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em 2012. O levantamento mostra ainda que o desemprego paulista foi menor que a média nacional, que ficou em 6,6% no ano passado, e que da região Sudeste (6,4%). Assim, a taxa de desemprego caiu 1,3 ponto percentual de 2023 para 2024 e 2,9 pontos percentuais entre 2022 e 2024. Veja as taxas de desemprego ano a ano no estado de São Paulo: 2024: 6,2% 2023: 7,5% 2022: 9,1% 2021: 14,4% 2020: 14,0% 2019: 12,4% 2018: 13,2% 2017: 13,5% 2016: 12,4% 2015: 10,1% 2014: 7,4% 2013: 7,5% 2012: 7,2% Já a taxa anual de informalidade foi de 31,1% da população ocupada em São Paulo, a terceira menor entre os estados e também abaixo do índice nacional de 39% e da região Sudeste de 34%. Em relação ao rendimento médio real habitual, enquanto no Brasil foi de R$ 3.225 em 2024, no estado de São Paulo ficou em R$ 3.907. O rendimento de São Paulo é maior que a média do Sudeste (R$ 3.609) e que dois estados que compõem a região: Rio de Janeiro (R$ 3.733), Espírito Santo (R$ 3.231) e Minas Gerais (R$ 2.910).   Foto: Governo de SP

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Prévia do PIB aponta crescimento de 1,3% no primeiro trimestre de 2025, diz Banco Central

O Banco Central divulgou, nesta segunda-feira (19), que o IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central) — considerado uma prévia do PIB (Produto Interno Bruto) — apontou crescimento de 1,3% no primeiro trimestre de 2025. O dado indica uma aceleração da economia brasileira. Além disso, o crescimento registrado nos três primeiros meses do ano representa o sexto resultado positivo consecutivo. No último trimestre de 2024, havia sido registrado um avanço de 0,5%. Ao longo de 2024, o PIB brasileiro cresceu 3,4% em comparação com o ano anterior. O valor total produzido pela economia chegou a R$ 11,7 trilhões. Ao comparar março a fevereiro, o IBC-Br cresceu 0,80%, levando em conta o ajuste sazonal. O BC revisou os resultados do índice em fevereiro (0,43% para 0 52%), janeiro (0,92% para 1,01%) e dezembro (-0,63% para −0 53%). Mudanças na série com ajuste sazonal são comuns, refletindo normalmente a adição de um novo mês à série. Setores O IBC-Br ex-agropecuária, que exclui os efeitos do setor sobre a atividade, avançou 0,73% em março, após queda de 0,04% em fevereiro. O indicador da agropecuária aumentou 1,05%, após uma elevação de 3,44% no mês anterior, informou o Banco Central. Nas outras aberturas, o índice de serviços aumentou 0,30%, após ter crescido 0,21% no mês anterior; o da indústria cresceu 2,15%, após baixa de 0,42% um mês antes; e o de impostos — equivalente, em linhas gerais, à rubrica de “impostos líquidos sobre produtos” do Produto Interno Bruto (PIB) — cresceu 0,17%, depois ter recuado 0,54% em fevereiro. Interanual Na comparação com março de 2024, o IBC-Br total cresceu 3,49% na série sem ajuste sazonal. As estimativas do mercado iam de 0,70% a 4,40%. Em fevereiro, o indicador havia avançado 4,07%. O índice ex-agropecuária subiu 1,77% na comparação interanual, após alta de 2,95% no mês anterior. O da agropecuária avançou 19 84%, após ter crescido 17,66% em fevereiro. O indicador de serviços cresceu 1,54%, após alta de 3,11%, e o da indústria avançou 3,17%, depois de ter subido 1,85%. O índice de impostos aumentou 0,58%, após alta de 4,15% no mês anterior.   Fonte: R7 Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

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Haddad entrega a Lula nesta semana ‘medidas pontuais’ para cumprir meta fiscal

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, deve entregar ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta semana “medidas pontuais” para o cumprimento da meta fiscal de 2025. Pelas regras aprovadas em 2023, o déficit tem de ser zero, com tolerância de até 0,25% do PIB (produto interno bruto) — cerca de R$ 31 bilhões. O ministro afirmou que as iniciativas não são “estruturais” nem alteram o arcabouço fiscal. O objetivo, segundo Haddad, é garantir que o resultado fique dentro do estabelecido pelas normas. “São medidas pontuais, para o cumprimento da meta fiscal, como fizemos no ano passado. Estamos identificando onde estão alguns gargalos e problemas, tanto do ponto de vista da despesa quanto da receita, e vamos apresentar para o presidente. Não dá nem para chamar de pacote porque são medidas pontuais, nenhuma de escala, voltadas exclusivamente para o cumprimento da meta fiscal”, esclareceu o ministro a jornalistas, na quinta-feira (15). O mercado reagiu à declaração, e o Ibovespa, principal índice da bolsa de valores do Brasil, fechou em 139 mil pontos, estabelecendo um novo recorde. As iniciativas fiscais seriam levadas a Lula no fim da semana passada, mas a entrega foi adiada devido ao velório do ex-presidente do Uruguai José “Pepe” Mujica. Aliado do uruguaio, o petista compareceu à cerimônia, em Montevidéu. No fim da semana passada, um boato sobre um possível reajuste do Bolsa Família afetou o valor do dólar, que chegou a ser vendido a R$ 5,69. Haddad, no entanto, negou que o governo tenha a intenção de aumentar o benefício social e reforçou que não há novos programas em estudo. “Não tem demanda, estudo, pedido de orçamento para o MDS [Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome]. Zero. Não está em cogitação. Não há, da parte do MDS, pressão sobre a área econômica para absolutamente nenhuma iniciativa nova — isso vale para os demais ministérios também. Não há demanda de espaço fiscal para projetos novos. Estou vendo circular uma série de coisas que não procedem. O Orçamento do ano que vem não está nem sendo discutido ainda, estou discutindo meta fiscal deste ano”, disse Haddad. Atualmente, o repasse mínimo do benefício é de R$ 600 — o valor médio em abril ficou em R$ 668. Benefício social Bahia, São Paulo, Pernambuco, Rio de Janeiro e Minas Gerais são os cinco estados brasileiros com mais famílias beneficiadas pelo programa de transferência de renda Bolsa Família. Juntas, as unidades federativas concentram 47,11% das famílias que recebem os recursos. Em abril, o benefício alcançou 20.488.545 de núcleos familiares, segundo o Ministério do Desenvolvimento Social. Os pagamentos de maio começam na próxima segunda-feira (19). Beneficiários com o NIS (Número de Identificação Social) de final 1 serão os primeiros a receber. O cronograma de depósitos segue até o dia 30 de maio. Na Bahia, são 2.469.268 de famílias, o que corresponde a 12,05% dos participantes. Em São Paulo, 2.461.899 — 12,02%. Em Pernambuco, as famílias atendidas chegam a 1.580.478 (7,71%); em Minas Gerais, a 1.570.614 (7,67%); e no Rio de Janeiro, a 1.570.408 (7,66%). Veja a lista completa das unidades federativas abaixo.   Fonte: R7 Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

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INSS: mais de 1,5 milhão de pessoas não reconheceram descontos e pediram reembolso

Informações do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) mostram que mais de 1,5 milhão de aposentados e pensionistas da autarquia não autorizaram descontos nos benefícios e solicitaram reembolso. Isso significa que nove em cada dez beneficiários não reconheceram os débitos. O número se refere às solicitações protocoladas até este domingo. Ao todo, 41 entidades foram notificadas e, a partir de agora, eles te, 15 dias para apresentar a solicitação ou pagar os valores indevidos. Para verificar se o desconto associativo identificado no benefício foi autorizado, basta acessar o aplicativo Meu INSS, informando CPF e senha, e clicar no serviço “Consultar Descontos de Entidades Associativas”. Será exibido o nome da entidade e, também, as opções para que o usuário informe se autorizou ou não o débito. Caso o aposentado ou pensionista não reconheça o desconto, aparecerá a mensagem informando que o pedido foi realizado com sucesso. As entidades associativas terão até 15 dias úteis para responder à contestação. Pagamento Ainda segundo o INSS, após o prazo para comprovação da contratação do serviço, a entidade que não apresentar os documentos exigidos deverá providenciar o ressarcimento por meio de uma GRU específica. Após o recebimento do valor, o INSS fará o depósito diretamente na conta bancária vinculada ao benefício. Se a associação comprovar a autorização do desconto, o beneficiário será informado e poderá, se desejar, apresentar nova contestação. Caso a entidade não efetue o ressarcimento nem comprove a regularidade dos descontos, o caso será encaminhado à Advocacia-Geral da União (AGU) para que sejam adotadas as medidas legais cabíveis. Golpe O INSS não realiza ligações nem envia SMS para informar sobre reembolsos. O contato oficial com os beneficiários será feito exclusivamente por meio de notificações no aplicativo Meu INSS. Em caso de dúvidas, os cidadãos podem ligar para a central de atendimento pelo número 135. Dica do INSS Acesse o aplicativo Meu INSS quanto antes e ative as notificações no celular — isso facilita para que você seja avisado automaticamente sobre qualquer nova informação.   Fonte e foto: R7

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Caixa começa a pagar Bolsa Família de maio

A Caixa Econômica Federal começa a pagar a parcela de maio do Bolsa Família. Recebem nesta segunda-feira (19) os beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 1. Ao todo cerca de 20,4 milhões de famílias receberão o benefício neste mês. Os beneficiários de alguns municípios de sete estados recebem o pagamento nesta segunda, independentemente do NIS. O pagamento ocorre em cidades em situação de emergência ou em calamidade pública nos seguintes estados: Amazonas, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Roraima, Sergipe e São Paulo. O valor mínimo corresponde a R$ 600. Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a famílias com crianças de até 6 anos. No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco. Além do benefício integral, cerca de 3 milhões de famílias estão na regra de proteção em maio. Em vigor desde junho de 2023, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo. A partir de junho, o tempo de permanência na regra de proteção será reduzido de dois para um ano. No entanto, a mudança só abrangerá as novas famílias que entrarem na fase de transição. Quem se enquadrou na regra até maio continuará a receber metade do benefício por dois anos. Desde o ano passado, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes). Auxílio Gás Neste mês não haverá o pagamento do Auxílio Gás, que beneficia famílias cadastradas no CadÚnico. Como o benefício só é pago a cada dois meses, o pagamento voltará em maio. Só pode receber o Auxílio Gás quem está incluído no CadÚnico e tenha pelo menos um membro da família que receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A lei que criou o programa definiu que a mulher responsável pela família terá preferência, assim como mulheres vítimas de violência doméstica. Fonte: Agência Brasil Foto: Lyon Santos/ MDS

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Gripe aviária: Uruguai entra para a lista de países que suspenderam a importação de frango do Brasil

O Uruguai se juntou à Argentina, China e União Europeia e suspendeu a importação de frango brasileiro. O anúncio foi feito neste sábado (17). A medida foi tomada depois da confirmação do primeiro caso de gripe aviária no Rio Grande do Sul. A expectativa do Ministério da Agricultura é que os embargos sejam flexibilizados com o avanço das ações para conter o vírus. O caso foi identificado na cidade gaúcha de Montenegro.   Fonte: R7  

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Gripe aviária no Sul pode abaixar preço do frango, mas encarecer o do ovo, preveem economistas

O registro de um caso de gripe aviária em uma granja comercial no Rio Grande do Sul e a consequente suspensão das importações brasileiras por alguns países podem provocar impactos nos preços do produto no mercado interno, segundo economistas ouvidos pelo R7. Com a interrupção nas vendas externas, a tendência é de aumento da oferta de carne de frango no mercado interno, o que deve pressionar os preços para baixo no curto prazo. Por outro lado, a redução da criação de aves como forma de conter a propagação do vírus pode afetar a produção de ovos e, consequentemente, encarecer o produto. Entre os países que já confirmaram a suspensão da compra de frango do Brasil está a China, principal destino das exportações brasileiras de carne de aves. Argentina e União Europeia também vão deixar de importar a proteína por tempo indeterminado. “Isso faz com que, de uma hora para a outra, você deixe de colocar no mercado internacional a carne de frango. Isso, de alguma forma, vai aumentar a oferta interna, e os preços devem ficar mais baixos internamente, porque haverá maior oferta”, comentou o economista e professor de mercado financeiro da UnB (Universidade de Brasília) César Bergo. Autoridades do Governo do Rio Grande do Sul informaram que quase 17 mil aves criadas na granja onde a doença foi constatada morreram por gripe aviária. As que sobreviveram foram sacrificadas. Na opinião de Bergo, é fundamental a adoção de medidas sanitárias para evitar a proliferação do vírus e impedir que mais animais sejam afetados. “Quando você acaba, por razões da gripe aviária, tendo que dizimar os animais, tem essa implicação na produção de ovos. Nós observamos isso nos Estados Unidos, que teve a gripe aviária lá, e teve esse reflexo. Então, também pode haver uma consequência para os ovos. Reduzindo a produção de ovos, se aumenta o preço”, analisou. “No geral, esperamos que as autoridades sanitárias tomem as decisões corretas o quanto antes, fazendo com que a localização dessa gripe aviária seja feita e que não contamine outras granjas, sobretudo de Santa Catarina e Paraná, que são os maiores produtores brasileiros”, completou Bergo. O economista Benito Salomão acrescentou que “ainda é preciso esperar e ver se esse é um caso isolado, ou vai haver novos focos”. “Se for um problema maior, isso vai impactar a produção e, consequentemente, a oferta. Os preços domésticos podem subir ao invés de cair”, comentou. “Se, por outro lado, o caso for só esse mesmo, e a crise não escalar de dimensão, as barreiras que esses países estão impondo devem cair, e a demanda externa normalizar”, concluiu. Hábitos de consumo e capacidade de armazenamento Apesar do registro da doença, o Ministério da Agricultura afirma que não há risco de transmissão de gripe aviária para humanos pelo consumo de frango ou ovo. De todo modo, o professor de agronegócio e sistemas agroindustriais da UnB Armando Fornazier chamou atenção para a possibilidade de mudanças nos hábitos de consumo da população. Segundo ele, mesmo com maior oferta de carne no mercado interno, o desfecho dependerá da capacidade do mercado de absorver o volume adicional. “A questão é se o consumidor vai mudar os hábitos ou não, se vai ficar receoso. É difícil prever o consumo. Mas, pela lógica econômica, com menos mercado externo, esse produto vai sobrar no mercado nacional. Com mais oferta de produtos, a tendência seria de queda nos preços. No entanto, essa transmissão da economia — ou seja, a transmissão dos preços — varia de produto para produto”, analisou. Além disso, Fornazier pontuou que uma eventual queda no preço do frango também vai depender da capacidade de armazenamento dos frigoríficos e distribuidores. “Se as empresas tiverem boa capacidade de armazenar carne resfriada, ela pode ficar meses congelada, e não haveria problema em evitar colocar tanto produto no mercado de imediato”, destacou.   Fonte: R7 Foto: CNA/Wenderson Araujo/Trilux

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