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Tag: economia

Tarifaço pode impactar vendas de suco de laranja, café, carne e frutas

A decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de estabelecer uma tarifa de 50% sobre todos os produtos brasileiros que são exportados para os Estados Unidos pode comprometer receitas do agronegócio brasileiro, provocar desequilíbrios de mercado e pressionar os valores pagos ao produtor. O alerta é do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP). Segundo o Cepea, os itens mais expostos ao tarifaço de Trump são o mercado de suco de laranja, o setor cafeeiro, a pecuária de corte e o de frutas frescas. Dentre esses itens, o suco de laranja é o produto mais sensível a essa política tarifária, dizem os pesquisadores do Cepea. “Isso porque já incide atualmente uma tarifa fixa de US$ 415 por tonelada sobre o produto, e a aplicação de uma sobretaxa de até 50% elevaria significativamente o custo de entrada nos Estados Unidos, comprometendo sua competitividade no segundo maior destino dos embarques brasileiros”, dizem os pesquisadores, em nota. Segundo o Cepea, os Estados Unidos importam atualmente cerca de 90% do suco que consomem, sendo que o Brasil é responsável por aproximadamente 80% desse total. “Essa instabilidade ocorre justamente em um momento de boa safra no estado de São Paulo e Triângulo Mineiro: 314,6 milhões de caixas projetadas para 2025/26, crescimento de 36,2% frente ao ciclo anterior. Com o canal norte-americano sob risco, o acúmulo de estoques e a pressão sobre as cotações internas tornam-se prováveis”, avaliou a professora da Esalq/USP Margarete Boteon, pesquisadora da área de citros do Cepea. Quanto ao café, os Estados Unidos são o maior consumidor global do produto e importam cerca de 25% do Brasil, especialmente da variedade arábica, insumo essencial para a indústria local de torrefação. Como os Estados Unidos não produzem café, a elevação do custo de importação deve comprometer a viabilidade de toda a cadeia interna, que envolve torrefadoras, cafeterias, indústrias de bebidas e redes de varejo. “A exclusão do café do pacote tarifário é não apenas desejável, mas estratégica, tanto para a sustentabilidade da cafeicultura brasileira quanto para a estabilidade da cadeia de abastecimento norte-americana”, destaca o pesquisador de café do Cepea Renato Ribeiro. Com a queda nas cotações do produto e a instabilidade externa provocada principalmente pelo tarifaço, os produtores têm vendido volumes mínimos para manter o fluxo de caixa, adiando as grandes negociações para esperar por definições sobre o cenário tarifário. Carne bovina Os Estados Unidos são o segundo maior comprador da carne bovina brasileira, atrás apenas da China, que concentra 49% do total embarcado pelo Brasil. As empresas estadunidenses são responsáveis por 12% das exportações do produto brasileiro e, entre março e abril, elas adquiriram volumes recordes de carne bovina, acima de 40 mil toneladas por mês, o que pode indicar uma possível movimentação de formação de estoque diante do receio de que Trump viesse a aumentar as tarifas para o comércio exterior. São Paulo, Goiás e Mato Grosso do Sul são os estados brasileiros, respectivamente, que mais têm escoado carne aos EUA. Nos últimos meses, no entanto, houve redução no volume exportado para os Estados Unidos, enquanto os embarques para a China vêm crescendo. Em junho, especificamente, vários outros parceiros comerciais também aumentaram suas compras na comparação com maio. Segundo o Cepea, isso sinaliza que os frigoríficos brasileiros têm possibilidade de ampliar suas vendas para outros mercados. Frutas frescas No caso do mercado de frutas frescas, o maior impacto imediato recai sobre a manga, dizem os pesquisadores da USP. Isso acontece porque a janela crítica de exportação desse produto aos Estados Unidos começa em agosto. De acordo com o Cepea, já há relatos de postergação de embarques frente à indefinição tarifária. A uva brasileira, cuja safra tem calendário relevante para os EUA a partir da segunda quinzena de setembro, também passa a integrar o grupo de culturas em alerta. Antes do tarifaço, no entanto, a expectativa era de crescimento de exportações de frutas frescas, sustentada pela valorização cambial e pela recomposição produtiva de diversas culturas. “A projeção otimista foi substituída por dúvidas. Além da retração esperada nas vendas aos EUA, há o risco de desequilíbrio entre oferta e demanda nos principais destinos, pressionando as cotações ao produtor”, disse Lucas de Mora Bezerra, do Cepea. O que pode ocorrer, dizem os pesquisadores, é que as frutas que seriam destinadas aos Estados Unidos sejam direcionadas a outros mercados, como a União Europeia, ou até mesmo absorvidas pelo mercado interno, o que pode pressionar o preço ao produtor. Diante desse contexto geral relacionado ao café, à carne bovina, ao suco de laranja e às frutas frescas, o Cepea informa que é urgente “uma articulação diplomática coordenada, com vistas à revisão ou exclusão das tarifas sobre produtos agroalimentares brasileiros”. “Tal medida é estratégica não apenas para o Brasil, mas também para os próprios Estados Unidos, cuja segurança alimentar e competitividade da agroindústria dependem de forma substancial do fornecimento brasileiro”, diz a nota.   Fonte: Agência Brasil Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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INSS libera consulta ao valor do reembolso dos descontos indevidos; pagamento começa no dia 24

O INSS (Instituto Nacional do Serviço Social) liberou a consulta aos valores que serão devolvidos aos aposentados e pensionistas que tiveram descontos indevidos entre 2020 e 2025. A consulta ao extrato de pagamento pode ser feita pelo site e aplicativo Meu INSS. Para isso, basta acessar e colocar a senha do gov.br, clicar em consultar descontos de entidades associativas e extrato de pagamento, para checar o valor. Também pode ser feita presencialmente nas agências dos Correios. O pagamento começará em 24 de julho, com depósitos diários para 100 mil pessoas a cada dia, diretamente na conta do beneficiário. Quem já assinou o acordo receberá nos três primeiros dias úteis da operação. O pagamento dos benefícios normais do INSS começa no dia 25 e também já pode ser consultado pelo Meu INSS. Como consultar o extrato de pagamento Acesse o site ou aplicativo Meu INSS Informar seu CPF e senha Clicar no campo “Do que você precisa?” Escrever “Consultar Descontos de Entidades Associativas” e“Extrato de Pagamento” Selecionar o serviço e baixar o documento Contestação e reembolso Desde o dia 14 de maio, quando o INSS começou a receber os pedidos de reembolso, até esta quarta-feira (16), já foram registrados 4.105.871 beneficiários, que não reconheceram os descontos, o que representa 97,4% do total de 4.212.806 pedidos abertos. Além de contestar o desconto de associações, os beneficiários precisam também aderir ao acordo de ressarcimento, por meio do Meu INSS ou presencialmente, pelas agências dos Correios. O telefone 135 não faz adesão, apenas a contestação. Da contestação à adesão ao acordo O beneficiário registra a contestação do desconto indevido; Aguarda o prazo de 15 dias úteis para que a entidade responda; Se não houver resposta, o sistema abre automaticamente a opção para adesão ao acordo de ressarcimento. Como fazer a contestação Os canais de atendimento para consulta e contestação dos descontos feitos pelas entidades ficarão disponíveis até, pelo menos, 14 de novembro de 2025. Aplicativo Meu INSS Central de atendimento 135 Agências dos Correios, em mais de 5 mil unidades pelo país Como fazer a adesão A adesão pode ser feita pelo aplicativo Meu INSS ou presencialmente nas agências dos Correios em todo o país (veja passo a passo abaixo). Pelo aplicativo Meu INSS Acesse o aplicativo Meu INSS com seu CPF e senha. Vá até “Consultar Pedidos” e clique em “Cumprir Exigência” em cada pedido (se houver mais de um). Role a tela até o último comentário, leia com atenção e, no campo “Aceito receber”, selecione “Sim”. Clique em “Enviar” e pronto. Depois é só aguardar o pagamento. A adesão é gratuita e não exige o envio de documentos. Fonte: R7 Foto: LUIS LIMA JR/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

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ANS aprova reajuste de até 7,16% para contratos antigos de planos de saúde

A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) aprovou os porcentuais máximos de reajuste a serem aplicados em 2025 aos contratos de planos de saúde não regulamentados, que estão vinculados a Termos de Compromisso firmados com a reguladora. O reajuste envolve as operadoras Bradesco Saúde, Sul América, Amil e Itauseg. Segundo nota da ANS divulgada nesta terça-feira (15), esses termos foram instituídos em 2004 como instrumentos para trazer maior previsibilidade, transparência e alinhamento regulatório aos reajustes de contratos antigos — firmados antes da vigência da Lei nº 9.656/98. Na época, a medida buscou substituir cláusulas contratuais ambíguas ou excessivamente onerosas por critérios técnicos e objetivos de reajuste. Os porcentuais são de 6,47% para operadoras do tipo Medicina de Grupo (Amil) e 7,16% para Seguradoras Especializadas em Saúde (Bradesco Saúde, Sul América e Itauseg). A agência afirma que esses índices resultam da combinação entre a variação da despesa assistencial no período (6,06%) e os fatores adicionais previstos na metodologia do teto (0,39% e 1,04%, respectivamente). Atualmente, cerca de 400 mil beneficiários estão vinculados a contratos sob Termos de Compromisso. Essa população vem diminuindo gradualmente, uma vez que a comercialização desses planos não é mais permitida.   Fonte: R7 Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Pedidos para reembolso de desconto indevido do INSS já passam de 4 milhões

O número de aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que contestaram descontos não autorizados em seus benefícios, entre março de 2020 e março de 2025, já passa de 4 milhões. Já as adesões ao acordo de ressarcimento chegam a 339 mil até agora. O pagamento começará em 24 de julho, com depósitos diários para 100 mil pessoas a cada dia, diretamente na conta do beneficiário. Quem já assinou o acordo receberá nos três primeiros dias úteis da operação. Desde o dia 14 de maio, quando o INSS começou a receber os pedidos de reembolso, até esta terça-feira (15), já foram registrados 4.028.216 beneficiários, que não reconheceram os descontos, o que representa 97,4% do total de 4.134.043 pedidos abertos. Além de contestar o desconto de associações, os beneficiários precisam também aderir ao acordo de ressarcimento, por meio do Meu INSS ou presencialmente, pelas agências dos Correios. O telefone 135 não faz adesão, apenas a contestação. Da contestação à adesão ao acordo O beneficiário registra a contestação do desconto indevido; Aguarda o prazo de 15 dias úteis para que a entidade responda; Se não houver resposta, o sistema abre automaticamente a opção para adesão ao acordo de ressarcimento. Como fazer a contestação Os canais de atendimento para consulta e contestação dos descontos feitos pelas entidades ficarão disponíveis até, pelo menos, 14 de novembro de 2025. Aplicativo Meu INSS Central de atendimento 135 Agências dos Correios, em mais de 5 mil unidades pelo país Como fazer a adesão A adesão pode ser feita pelo aplicativo Meu INSS ou presencialmente nas agências dos Correios em todo o país (veja passo a passo abaixo). Pelo aplicativo Meu INSS Acesse o aplicativo Meu INSS com seu CPF e senha. Vá até “Consultar Pedidos” e clique em “Cumprir Exigência” em cada pedido (se houver mais de um). Role a tela até o último comentário, leia com atenção e, no campo “Aceito receber”, selecione “Sim”. Clique em “Enviar” e pronto. Depois é só aguardar o pagamento. A adesão é gratuita e não exige o envio de documentos. Pelos Correios O atendimento presencial é para pessoas com dificuldade em usar celular, computador ou internet. Pode ser solicitado nas agências dos Correios em todo o país. Basta ir a uma agência e pedir para ser atendido. Quando há resposta da entidade Nos casos em que houve resposta das entidades, os documentos ainda estão em análise e, por isso, o beneficiário ainda não tem a opção de aderir ao acordo. Ele será notificado e poderá, pelo aplicativo Meu INSS ou em uma agência dos Correios, aceitar os documentos, contestar por suspeita de falsidade ideológica/indução ao erro ou dizer que não reconhece a assinatura. Se houver contestação, a entidade será intimada a devolver os valores em até cinco dias úteis e o caso vai passar por uma auditoria. Quando não houver a devolução, os aposentados e pensionistas serão orientados sobre as medidas judiciais cabíveis, com apoio jurídico em parceria com as Defensorias Públicas dos Estados. Como será o pagamento O pagamento do reembolso vai começar no dia 24 de julho, com novos lotes diários até que todos os casos sejam concluídos. O valor será pago em parcela única, automaticamente na conta onde você já recebe seu benefício previdenciário. O calendário de liberação do reembolso seguirá a ordem cronológica da adesão ao acordo, ou seja, aqueles que aderirem primeiro ao acordo vão receber primeiro. Os valores serão corrigidos pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, a inflação oficial do país, desde a data do desconto até a inclusão na folha de pagamento.   Fonte: R7 Foto: JOSE LUCENA/THENEWS2/ESTADÃO CONTEÚDO

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‘Faço isso porque posso’, diz Trump sobre tarifa de 50% a produtos do Brasil

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta terça-feira (15) que decidiu impor uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros porque pode fazer isso. Além disso, ele destacou que o objetivo é garantir a entrada de dinheiro nos EUA e estimular a produção interna. “Estamos fazemos isso porque eu posso fazer isso. Ninguém mais seria capaz de fazer isso. Temos tarifas em vigor porque queremos tarifas e queremos que o dinheiro entre nos Estados Unidos”, afirmou Trump durante uma entrevista coletiva à imprensa. “Mas, mais importante do que o dinheiro, há dois aspectos das tarifas: o dinheiro que entra. O outro aspecto é que, em vez de pagar as tarifas, o país ou a empresa que se estabelecerá nos Estados Unidos fabricará seus produtos nos Estados Unidos, o que cria empregos”, acrescentou. A tarifa aplicada ao Brasil deve entrar em vigor em 1º de agosto. A União Europeia também foi alvo de novas tarifas, com uma sobretaxa de 30% sobre determinados produtos. Questionado se tinha alguma mensagem caso os europeus retaliem a medida, Trump minimizou possíveis retaliações. “Bem, não sei como eles podem retaliar. Sabe, eles ganharam muito dinheiro. Eles nos trataram muito mal, mas agora estão nos tratando muito bem, e acho que no final, acho que todos ficarão felizes com a UE”, disse.   Fonte: R7 Foto: Daniel Torok/Official White House Photo

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Novos contratos de locação crescem mais de 100% no mês de junho em Piracicaba e região, aponta CRECISP

O Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (CRECISP) publicou um estudo relativo ao mês de Junho de 2025, comparando os números obtidos nos mercados de venda e locação de casas e apartamentos com os de maio de 2025 em Piracicaba e região. Foram consultadas 85 imobiliárias das cidades de Aguaí, Águas Da Prata, Águas De São Pedro, Analândia, Anhembi, Araras, Bofete, Brotas, Capivari, Charqueada, Conchal, Conchas, Cordeirópolis, Corumbataí, Elias Fausto, Espirito Santo Do Pinhal, Ipeúna, Iracemápolis, Laranjal Paulista, Leme, Limeira, Mombuca, Pereiras, Piracicaba, Pirassununga, Porangaba, Rafard, Rio Claro, Rio Das Pedras, Saltinho, Santa Cruz Da Conceição, Santa Gertrudes, Santa Maria Da Serra, Santo Antônio Do Jardim, São Pedro, Tietê e Vargem Grande Do Sul. As vendas apresentaram queda de 9,29% e o volume de novos contratos de locação assinados no período teve alta de 108,15%. Vendas Casas: 45%; apartamentos: 55% Locações: Casas: 78%; Apartamentos: 22% Vendas em Junho A média de valores das casas e apartamentos vendidos no período ficou em até R$ 200 mil. A maioria das casas era de 2 dormitórios, com área útil de 50 m² a 100 m². A maioria dos apartamentos era de 2 dormitórios, com área útil de até 50 m². 86,2% das propriedades vendidas em Junho estavam situadas na periferia, 8,6% nas regiões centrais e 5,2% nas áreas nobres. Com relação às modalidades de venda, 74,6% foram financiadas pela CAIXA, 3,4% por outros bancos, 6,8% diretamente pelos proprietários, 13,6% dos negócios foram fechados à vista e por consórcios, 1,7% no período. Locações em Junho A faixa de preço de locação de preferência dos inquilinos de casas e apartamentos ficou entre R$ 1.000,00 até R$ 1.500,00. A maioria das casas era de 2 dormitórios com 50 m² até 100 m² de área útil. A maioria dos apartamentos também era de 2 dormitórios com 50 m² até 100 m² de área útil. A principal garantia locatícia escolhida pelos locatários foi o seguro fiança. Os novos inquilinos optaram por imóveis situados na periferia das cidades pesquisadas (47%), na região central (37%) e nas áreas nobres (16%). E daqueles que encerraram os contratos de locação, 43,1% não informaram a razão da mudança, 27,6% mudaram para um aluguel mais caro e 29,3% mudaram para um aluguel mais barato. Incentivo ao crescimento econômico favorece o mercado Piracicaba apresenta um semestre com uma combinação de crescimento nas vendas e locações, alinhado ao aperfeiçoamento estrutural e institucional do município. Os investimentos em saneamento e abastecimento, aliados ao engajamento das comunidades e foco em expansão industrial, reforçam a atratividade da cidade. Em junho, a Prefeitura lançou oficialmente o Orçamento Participativo 2025, com plenárias iniciadas nos dias 3 e 10 de junho. Isso demonstra o compromisso com a priorização de investimentos públicos que respondem diretamente às demandas da comunidade — tais como mobilidade, saneamento e habitação, com reflexos positivos no panorama imobiliário local. Para o mercado imobiliário, o segundo semestre de 2025 tende a ser de consolidação do crescimento, embasado no fortalecimento econômico, infraestrutura aprimorada e clima regulatório participativo. E isso, certamente, se reflete em toda a região. Vendas em Junho Vendas % Casas Vendidas 45% Apartamentos Vendidos 55%   Casas vendidas Dormitórios Casa Percentual 1 Dorm. 0,0% 2 Dorm. 64,0% 3 Dorm. 32,0% 4 Dorm. 0,0% 5 Dorm. 4,0% Mais de 5 Dorm. 0,0%   Área útil Percentual 1 a 50 m² 16,0% 51 a 100 m² 48,0% 101 a 200 m² 20,0% 201 a 300 m² 8,0% 301 a 400 m² 4,0% 401 a 500 m² 0,0% acima de 500 m² 4,0%   Aptos vendidos Dormitórios Apto Percentual Quitinete 0,0% 1 Dorm. 0,0% 2 Dorm. 94,4% 3 Dorm. 5,6% 4 Dorm. 0,0% 5 Dorm. 0,0% Mais de 5 Dorm. 0,0%   Área útil Percentual 1 a 50 m² 61,1% 51 a 100 m² 38,9% 101 a 200 m² 0,0% 201 a 300 m² 0,0% 301 a 400 m² 0,0% 401 a 500 m² 0,0% acima de 500 m² 0,0%   Casas e aptos vendidos localização Casa/Apartamento Percentual Central 8,6% Nobre 5,2% Demais Regiões 86,2%   Forma de Pagamento Casa/Apartamento Percentual À Vista 13,6% Financiamento CAIXA 74,6% Financiamento Outros Bancos 3,4% Direto com Proprietário 6,8% Consórcios 1,7%   Desconto concedido Percentual Vendida no MESMO VALOR ANUNCIADO 60,5% Vendida com desconto de até 5%, ABAIXO do Anunciado 14,0% Vendida com desconto de 6 a 10%, ABAIXO do Anunciado 18,6% Vendida com desconto de 11 a 15%, ABAIXO do Anunciado 2,3% Vendida com desconto de 16 a 20%, ABAIXO do Anunciado 4,7% Vendida com desconto de 21 a 25%, ABAIXO do Anunciado 0,0% Vendida com desconto de 26 a 30%, ABAIXO do Anunciado 0,0% Vendida com desconto de 31 a 35%, ABAIXO do Anunciado 0,0% Vendida com desconto de 36 a 40%, ABAIXO do Anunciado 0,0% Vendida com desconto de 41 a 45%, ABAIXO do Anunciado 0,0% Vendida com desconto de 46 a 50%, ABAIXO do Anunciado 0,0% Vendida com desconto maior que 50%, ABAIXO do Anunciado 0,0%   Faixa de preço média Percentual Até R$25 mil 0,0% De R$ 25mil a R$50 mil 0,0% De R$ 51mil a R$100 mil 2,3% De R$ 101mil a R$150 mil 9,3% De R$ 151mil a R$200 mil 30,2% De R$ 201mil a R$250 mil 14,0% De R$ 251mil a R$300 mil 4,7% De R$ 301mil a R$350 mil 14,0% De R$ 351mil a R$400 mil 4,7% De R$ 401mil a R$450 mil 0,0% De R$ 451mil a R$500 mil 7,0% De R$ 501mil a R$600 mil 2,3% De R$ 601mil a R$700 mil 2,3% De R$ 701mil a R$800 mil 4,7% De R$ 801mil a R$900 mil 0,0% De R$ 901mil a R$1 milhão 0,0% De R$ 1milhão a R$1.2 mi 0,0% De R$ 1.3 mi a R$1.5 mi 0,0% De R$ 1.6 mi a R$ 2 mi 2,3% De R$ 2.1 mi a R$ 2.5 mi 0,0% De R$ 2.6 mi a R$ 3 mi 2,3% De R$ 3.1 mi a R$ 4 mi 0,0% De R$ 4.1 mi a R$ 5 mi 0,0% Acima de R$ 5 mi 0,0%   Locações

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Tarcísio de Freitas reúne empresários e representante dos EUA para tratar de tarifas

O Governo do Estado de São Paulo informou por meio de nota oficial que se reuniu nesta terça-feira (15) com o encarregado de negócios da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, Gabriel Escobar, e empresários de setores estratégicos da economia paulista, como café, carne, citricultura, máquinas e equipamentos, sucroalcooleiro, energia, papel e celulose, aviação e transporte de cargas. Durante o encontro, o governador Tarcísio de Freitas destacou a importância do diálogo e da construção de caminhos para fortalecer as parcerias da indústria paulista com os Estados Unidos. Representantes do Estado e empresários apresentaram exemplos do potencial impacto das novas tarifas, inclusive nos preços de produtos americanos. Os empresários também manifestaram preocupação com os efeitos das medidas sobre os segmentos mais expostos às tarifas anunciadas pelo governo norte-americano. O governo estadual reforçou seu compromisso com produtores, empresários e o agronegócio paulista. “O Governo do Estado de São Paulo reforça o seu compromisso com o produtor, empresários e agronegócio paulista, e fará todo esforço necessário para garantir o melhor desfecho ao setor produtivo, bem como seus milhões de empregos gerados direta e indiretamente”, afirmou em nota.   Foto: Divulgação/ Governo de SP

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Governo se reúne com agronegócio e indústria para tratar de tarifas de Trump

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, participa nesta terça-feira (15) de duas reuniões com representantes do agronegócio e da indústria para tratar da nova tarifa de 50% imposta pelo governo de Donald Trump a produtos brasileiros. Os encontros são as primeiras reuniões do comitê interministerial criado para discutir as medidas e elaborar uma resposta ao governo americano. A primeira reunião acontece às 10h, em Brasília (DF), com representantes da indústria, com destaque para os setores de aviação, aço, alumínio, celulose e máquinas. No primeiro semestre de 2025, produtos como petróleo bruto, aço, ferro e café não torrado lideraram as exportações brasileiras para os Estados Unidos. A tarifa de 50% é a mais alta já imposta a um parceiro comercial significativo pelos EUA. À tarde, o vice-presidente se reúne com representantes da agropecuária nacional. A FPA (Frente Parlamentar da Agropecuária), que participa do encontro, afirmou que a medida anunciada por Trump gerou “forte preocupação entre os parlamentares da bancada e representantes do setor produtivo”. Além disso, segundo a FPA, os participantes também devem discutir outros temas de interesse do setor, como a transparência na concessão de benefícios fiscais (PLP 41/2019), a redução de incentivos fiscais federais (PLP 128/2025) e as novas regras do Imposto de Renda para altas rendas (PL 1087/2025). Veja quem são os participantes da primeira reunião: Casa Civil da Presidência da República: Rui Costa, Ministro; Bruno Moretti, Secretário Especial de Análise Governamental; Jairo Gonçalves, Assessor-Chefe da Assessoria de Comunicação; Ministério das Relações Exteriores: Embaixadora Maria Laura da Rocha, Ministra substituta; Embaixador Maurício Carvalho Lyrio, Secretário de Clima, Energia e Meio Ambiente; Embaixador Fernando Meirelles de Azevedo Pimentel, Diretor do Departamento de Política Comercial do Ministério das Relações Exteriores. Ministério da Fazenda: Fernando Haddad, Ministro; Guilherme Mello, Secretário de Política Econômica. Ministério dos Portos e Aeroportos: Silvio Costa Filho, Ministro. Ministério do Planejamento e Orçamento: Simone Tebet, Ministra. Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República: Gleisi Hoffmann, Ministra; Olavo Noleto, Secretário-executivo do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável. Empresários: Francisco Gomes Neto, Presidente da EMBRAER; Ricardo Alban, Presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI); Josué Gomes da Silva, Presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP); José Velloso, Presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ); Haroldo Ferreira, Presidente-Executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (ABICALÇADOS); Janaína Donas, Presidente-Executiva da Associação Brasileira do Alumínio (ABAL); Fernando Pimentel, Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT); Paulo Roberto Pupo, Superintendente da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (ABIMCI); Paulo Hartung, Presidente Executivo da Indústria Brasileira de Árvores (IBÁ); Armando José Giacomet, Vice-Presidente da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (ABIMCI); Rafael Lucchesi, CEO da Tupy; Giovanni Francischetto, Superintendente da Associação Brasileira de Rochas Naturais (CENTROROCHAS); Edison da Matta, Diretor Jurídico e de Comércio Exterior do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (SINDIPEÇAS); Cristina Yuan, Diretora de Relações Institucionais do Instituto Aço Brasil; Daniel Godinho, Diretor de Sustentabilidade e Relações Institucionais da WEG; Fausto Varela, Presidente SINDIFER; Bruno Santos, Diretor Executivo ABRAFE; Alexandre Almeida, Diretor RIMA. Ministério do Desenvolvimento: Marcio Rosa, Secretário-Executivo; Tatiana Prazeres, Secretária de Comércio Exterior; Uallace Moreira, Secretário de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços; Rodrigo Zerbone, Secretário-Executivo da Câmara de Comércio Exterior; Vice-presidência: Embaixador Celso de Tarso, Chefe da Assessoria Especial Diplomática; Vilma da Conceição Pinto, Chefe da Assessoria de Assuntos Econômicos e Sociais; Primeiro Secretário Daniel Brito, da Assessoria Especial Diplomática. Entenda O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou uma tarifa de 50% sobre produtos importados do Brasil, que entrará em vigor em 1º de agosto. Esta medida tem gerado preocupações entre comerciantes e consumidores nos Estados Unidos, especialmente aqueles que dependem de produtos brasileiros. Uma loja em Maryland conhecida por oferecer produtos brasileiros como pão de queijo e café pode ser afetada pela nova tarifa. A proprietária, Roberta, afirmou que não pretende repassar o impacto aos clientes imediatamente, pois possui estoque suficiente para os próximos meses. O café brasileiro, amplamente consumido nos Estados Unidos, é um dos produtos que podem sofrer aumento de preço. Os Estados Unidos são um dos principais parceiros comerciais do Brasil, atrás apenas da China. No primeiro semestre de 2025, produtos como petróleo bruto, aço, ferro e café não torrado foram os mais exportados para os Estados Unidos. A tarifa de 50% é a mais alta já imposta a um parceiro comercial significativo dos Estados Unidos. Em resposta à medida, o presidente brasileiro Lula expressou a intenção de negociar com o governo americano e mencionou a possibilidade de acionar a Organização Mundial do Comércio ou aplicar uma tarifa similar sobre produtos americanos se necessário. Um comitê composto por ministros e empresários brasileiros será formado para discutir estratégias de negociação com os Estados Unidos. Trump justificou a tarifa como uma correção às políticas comerciais do Brasil que resultaram em déficits comerciais insustentáveis para os Estados Unidos. No entanto, dados mostram que o Brasil historicamente apresenta um déficit comercial com os Estados Unidos. No primeiro semestre de 2025, o superávit americano com o Brasil atingiu US$1,7 bilhão. A medida ocorre em um contexto político tenso, com Trump mencionando investigações no Brasil relacionadas ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Enquanto isso, comerciantes e consumidores aguardam uma solução diplomática para evitar impactos negativos no comércio entre os dois países.   Fonte e foto: R7

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Pagamentos do PIS/Pasep para nascidos em setembro e outubro começam nesta terça (15)

Trabalhadores com registro em carteira, nascidos em setembro e outubro, começam a receber nesta terça-feira (15) o abono salarial do PIS/Pasep referente ao ano-base de 2023. Os valores estarão disponíveis até 29 de dezembro. O benefício contempla quem atuou com carteira assinada ao longo do ano passado e teve remuneração mensal média de até dois salários mínimos. A estimativa do governo federal é transferir R$ 30,7 bilhões para cerca de 25,8 milhões de pessoas em 2025. O valor do abono varia conforme o tempo de atividade formal no período de referência. A quantia corresponde à divisão do salário mínimo vigente por 12, multiplicada pelo número de meses trabalhados. Quem esteve empregado durante todo o ano terá direito ao valor integral, atualmente fixado em R$ 1.518. O benefício mínimo é de R$ 127. A Caixa Econômica Federal se responsabiliza pelos pagamentos do PIS, enquanto o Pasep fica a cargo do Banco do Brasil. Cronograma de pagamento Nascidos em setembro e outubro – 15 de julho; Nascidos em novembro e dezembro – 15 de agosto. Como consultar? Para verificar se há direito ao abono, é necessário acessar o aplicativo Carteira de Trabalho Digital, selecionar a aba “Benefícios” e, em seguida, “Abono Salarial”. Na opção “Pagamentos”, constam data, valor e instituição responsável. Bancos • Caixa Econômica Federal (PIS) O valor será creditado prioritariamente em contas da Caixa — corrente, poupança ou Conta Digital. Também pode ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem, em conta poupança social digital criada automaticamente. Trabalhadores sem conta na instituição podem retirar o benefício em agências, casas lotéricas, terminais de autoatendimento, correspondentes Caixa Aqui e demais canais habilitados. • Banco do Brasil (Pasep) O crédito será feito preferencialmente em conta-corrente ou poupança no banco. Também há possibilidade de transferência via TED, Pix ou saque presencial para quem não possui vínculo bancário ou chave cadastrada.   Fonte: R7 Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

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Aluguel residencial encerra o primeiro semestre com alta de 5,66%, quase o dobro da inflação; veja ranking

O preço do aluguel residencial aumentou 5,66% no primeiro semestre deste ano, quase o dobro da inflação do período, apesar da desaceleração do último mês. Os dados são do Índice FipeZap, divulgado nesta terça-feira (15), que acompanha os valores em 36 cidades. A alta ficou acima da variação registrada pelo IPCA/IBGE (+2,99%), índice oficial da inflação, e pelo IGP-M/FGV (-0,94%). O preço médio de locação residencial foi de R$ 49,23/m² em junho. Os maiores valores foram registrados entre imóveis com um dormitório (R$ 66,48/m²), e os menores, em unidades com três dormitórios (R$ 41,98/m²). Preço do aluguel em cada cidade – Arte/R7 O aumento nos primeiros seis meses do ano ocorreram em 34 localidades, incluindo 21 das 22 capitais. Campo Grande (+12,69%); Belém (+8,94%); Aracaju (+8,77%); Cuiabá (+8,66%); Belo Horizonte (+8,59%); Teresina (+8,33%); João Pessoa (+7,99%); Vitória (+7,69%); Fortaleza (+7,69%); Rio de Janeiro (+7,51%); Maceió (+7,10%); Curitiba (+6,69%); Florianópolis (+6,68%); Manaus (+6,66%); Recife (+6,02%); Natal (+5,93%); São Paulo (+5,85%); Goiânia (+5,67%); São Luís (+5,07%); Salvador (+4,66%); Porto Alegre (+2,91%). Em Brasília, os preços de locação residencial registraram queda de 2,08% no primeiro semestre. Outros períodos Em junho, o aumento médio foi de 0,51%, uma desaceleração dos preços, após as altas apuradas em abril (+1,15%) e maio (+0,59%). Entre os tipos de imóveis, unidades de três dormitórios apresentaram alta mais acentuada (+0,69%), em relação a unidades de dois dormitórios, que contaram com um aumento médio de 0,33% nos preços. Já no acumulado dos últimos 12 meses, o preço do aluguel teve valorização média de 11,02%. Também ficando acima da inflação medida pelo IPCA/IBGE (+5,35%) e do IGP-M/FGV (+4,39%). Imóveis com um dormitório lideraram a valorização média nesse período (+11,91%), em comparação a unidades de três dormitórios (+10,70%). Rentabilidade O retorno médio do aluguel residencial foi avaliado em 5,93% ao ano, taxa que se manteve em patamar inferior à rentabilidade média projetada para aplicações financeiras de referência nos próximos 12 meses. A rentabilidade média foi maior entre imóveis residenciais com um dormitório (6,72% ao ano), contrastando com o menor percentual entre unidades com quatro ou mais dormitórios (4,89% ao ano).   Fonte: R7 Foto: DANIEL CYMBALISTA/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO

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