cultura Archives - Página 33 de 33 - Portal Veloz Pular para o conteúdo principal

Portal Veloz

Últimas Notícias

Tático Comando do Tenente Pasqualotto prende suspeito e localiza drogas escondidas no Profilurb, em Limeira

Discussão por imóvel termina em ameaça com simulacro de arma no Jardim Olga Veroni, em Limeira

Receita Federal apreende 1.150 ampolas de medicamentos emagrecedores em ônibus na fronteira com o Paraguai

Motorista é preso com cerca de três toneladas de maconha escondidas em carga de aveia em Pirapozinho

Laudo descarta suicídio e diz que policial Gisele foi assassinada

Brasil tem 2 milhões de pessoas que trabalham por meio de aplicativos

Tag: cultura

Semana traz espetáculos “Castelo Rá Tim Bum” e “Moana” em Limeira

Nesta semana, o Teatro Vitória Emiliano Bernardo da Silva recebe os espetáculos de dança “Castelo Rá Tim Bum”, na terça e quarta; e “Moana”, na quinta e sexta. Também acontecem outros eventos. Confira a agenda cultural: Dança: Castelo Rá Tim Bum Terça-feira (17), às 20h – Teatro Vitória Emiliano Bernardo da Silva Quarta-feira (18), às 20h – Teatro Vitória Emiliano Bernardo da Silva Em comemoração aos 30 anos da série “Castelo Rá Ti Bum”, a Oficina do Corpo traz com muita dança e teatro a história de Nino, um menino de 300 anos que vive com seu tio, o Dr. Vitor, um feiticeiro e cientista, e com sua tia-avó Morgana, uma feiticeira de 6.000 anos de idade. Os três moram em um Castelo onde existem animais sobrenaturais e outros seres encantados. Nino se sentia muito sozinho então resolve fazer um feitiço e trazer três crianças para o castelo onde eles irão viver muitas aventuras. Entrada: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia-entrada ou bônus em compra antecipada). https://teatrovitoria.eleventickets.com Classificação: Livre. Realização: Oficina do Corpo, com o apoio da Prefeitura, por meio da Secretaria de Cultura. Duração: 120 min. Jogos: Dia de Jogar – Jogos de Tabuleiro Quarta-feira (18), das 17h às 19h – Teatro Vitória Emiliano Bernardo da Silva A biblioteca disponibiliza jogos de tabuleiro para o público jogar com os amigos ou com a equipe do espaço cultural. São disponibilizados os seguintes jogos: Detetive, Monopoly, Scrabble, Imagem & Ação, Banco Imobiliário, War, Jogo da Vida, Perfil, Quest, Batalha Naval e outros. Entrada: Gratuita. Classificação: A partir de 9 anos. Realização: Prefeitura, por meio da Secretaria de Cultura. Exposições de artes dos alunos da Escola Municipal de Cultura e Artes Maestro Mário Tintori, Emcea. Visitação de segunda à sexta, das 13h às 17h, até dia 18 de dezembro – Escola Municipal de Cultura e Artes Maestro Mário Tintori (Rua Boa Morte, 471 – Centro) A exposição apresenta os trabalhos dos alunos do curso de Artes Plásticas da Escola Municipal de Cultura e Artes “Maestro Mário Tintori”, supervisionados pelos professores Lea Moraes, Gilio Mialichi e Sandra Saura. Entrada: Gratuita. Classificação: Livre. Realização: Emcea e Prefeitura, por meio da Secretaria de Cultura. Dança: Moana Quinta-feira (19), às 20h – Teatro Vitória Emiliano Bernardo da Silva Sexta-feira (20), às 20h – Teatro Vitória Emiliano Bernardo da Silva O espetáculo retrata a história de uma jovem menina que se sente chamada ao mar. Quando a ilha de Motunui, lar de sua família, enfrenta uma crise, Moana decide navegar além dos recifes em busca do semideus Maui, para ajudá-la a restaurar o coração de Te Fiti, uma deusa da criação. Durante sua jornada, Moana embarca em grandes aventuras e enfrenta desafios para cumprir sua missão, descobrindo sua própria identidade e conexão com sua cultura. Entrada: R$ 40  (inteira) e R$ 20 (meia-entrada). https://teatrovitoria.eleventickets.com Classificação: Livre. Realização: Só Dança, com o apoio da Prefeitura, por meio da Secretaria de Cultura. Duração: 100 min.

Leia Mais

Clubes de livros estimulam leitura, vínculos e pensamento crítico

Pesquisa mostra que mais da metade dos brasileiros não lê livros Leitora insaciável desde a adolescência, a escritora, cordelista e poeta Jarid Arraes quis ir além da leitura e da escrita em sua relação com os livros. O desejo de compartilhar seu interesse pela literatura de horror foi o que a levou, no início deste ano, a fundar o Encruzilhada, um clube de leitura dedicado a discutir os mais diversos aspectos que uma boa história de terror pode abordar. “Queria mostrar para as pessoas que muitas questões complexas, questões sociais e discussões sobre a nossa existência, foram representadas na literatura de horror. Então, criei o clube para me aproximar de outras pessoas que também gostam de horror, mas não só. No clube existem muitas pessoas que até então nunca tinham lido nada de horror”. Nascida em Juazeiro do Norte, no Ceará, a autora de Redemoinho em dia quente, Heroínas Negras Brasileiras em 15 cordéis e Corpo desfeito compartilha que o cordel, a escola e a internet foram importantes para o seu acesso à literatura. “Fui usando a internet para ter mais acesso, porque na minha cidade não tinha livraria onde eu pudesse comprar livros”. Os clubes de leitura, para a escritora, são importantes porque criam comunidades de leitores que conseguem ampliar o seu alcance e atrair novas pessoas. Isso porque quem não se interessa na mesma medida pela leitura, ao ver pessoas conhecidas participando de reuniões com outros leitores, pode se interessar e querer fazer parte. “Para mim, então, a coisa mais importante dos clubes de leitura é o fator da comunidade”, afirma. Clubes de leitura Segundo a professora do Departamento de Letras da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Marcia Lisbôa Costa de Oliveira, os clubes são historicamente espaços de encontro. Eles ocorrem de forma coletiva e dialógica, mesmo quando são organizados por instituições públicas ou privadas. “Os clubes de leitura podem aproximar dos livros aqueles que atualmente se posicionam como não-leitores. Ler com um grupo que se reúne a partir de certas afinidades é um grande estímulo também ao desenvolvimento de uma postura crítica diante dos textos e do mundo, pelo contato com diferentes conhecimentos e múltiplos pontos de vista”, ressalta. Um exemplo é o Clube de Leitura do Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), no Rio de Janeiro. O clube, criado durante a pandemia, começou com um pequeno grupo de leitores em 2022. No ano seguinte, de acordo com informações do CCBB, a quantidade de público cresceu 163%, chegando a 1.243 pessoas. Entre março e novembro deste ano, foram aproximadamente 1.100 pessoas participando dos encontros. As reuniões ocorrem com mediação e curadoria de Suzana Vargas, autora de Leitura: Uma Aprendizagem de Prazer, que ressalta o potencial dos encontros como atividade cultural. “O objetivo é despertar as pessoas para o prazer da leitura. Sempre defendi a tese que não importa o suporte da leitura, o importante é que o leitor perceba que ler é prazeroso, que ler é uma questão de formação e aprendizagem”, destaca. Ao longo de 2024, vários escritores passaram pelo CCBB, sendo os últimos autores Itamar Vieira Junior, de Torto Arado, Salvar o Fogo e Doramar ou a odisseia: Histórias;, Jefferson Tenório, de Estela sem Deus, O Avesso da Pele e De onde eles vêm; e Frei Betto, de Jesus militante: Evangelho e projeto político no Reino de Deus e Jesus rebelde: Mateus, o Evangelho da ruptura. “Acredito muito na leitura como prazer, então, quando colocamos a leitura no CCBB, tanto na forma de roda de leitura como na forma de clube, estamos colocando a leitura como forma de lazer dentro de um centro cultural”, destaca Vargas. Desafios Conforme a 6⁠ª edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, o país teve uma redução de 6,7 milhões de leitores. Divulgado em 2024, o levantamento realizado pelo Instituto Pró-Livro também trouxe que a proporção de não-leitores foi maior que a de leitores, pela primeira vez na série histórica. Nos três meses anteriores à pesquisa, 53% das pessoas não leram nem parte de um livro — seja impresso ou digital — de qualquer gênero, incluindo livros didáticos e religiosos. Considerando apenas livros inteiros lidos no mesmo período, o percentual foi de 27%. Um dos principais desafios para a formação de leitores, segundo Jarrid Arraes, é justamente o acesso ao livro. “É conseguirmos transformar a literatura em algo interessante e acessível para todas as pessoas, porque muitas têm ideia que os livros e a literatura são coisas muito intelectuais, muito inalcançáveis e só pessoas de determinada classe podem se relacionar com a literatura”, diz. “Na verdade, acho que já temos muitos exemplos de pessoas que criam literatura que pode ser mais relacionável com as pessoas”, completa. A cordelista enfatiza a necessidade de demonstrar às pessoas que elas podem se identificar com a literatura, que também pode atuar como entretenimento e divertimento. “Precisamos tirar a literatura de um pedestal e publicar mais pessoas com mais diversidade, de diferentes regiões do Brasil e que escrevem de maneiras diferentes para existir uma democratização da literatura, começando pelo próprio mercado editorial. Se não conseguimos fazer com que a literatura seja comum e de todos no mercado editorial, como vamos conseguir fazer isso em sociedade?”. Além da identificação com a literatura, Márcia Oliveira aponta para fatores socioeconômicos, ressaltando características do cotidiano da maioria dos brasileiros. De acordo com a professora, “quem trabalha muito, ganha pouco, passa horas no deslocamento entre casa e trabalho, tem pouco acesso à educação de qualidade e a livros sem custo ou a baixo custo, sejam impressos ou digitais, dificilmente se apropriará da leitura, quando sequer lhe sobra tempo para viver”. Outro ponto relevante para Márcia é o acesso à renda: apesar de existirem clubes de leitura em espaços que não exigem a aquisição de livros ou o pagamento de mensalidades para participar, fazer parte deles ainda demanda tempo dos leitores, nem sempre abundante. “No Brasil, os livros sempre foram e ainda são para poucos. Construir uma cultura de leitura poderia ser uma grande transformação, mas isso leva tempo. Precisamos de políticas de estado que fomentem o acesso à leitura e garantam a disponibilidade de materiais, para além da

Leia Mais

Prefeitura de Limeira entrega obras do Palacete Tatuibi e da Praça Vitório Bortolan Filho

O prefeito Mario Botion e a primeira-dama e presidente do Fundo Social, Roberta Botion, inauguraram na manhã desta quinta-feira (12) as obras de restauração e revitalização de dois marcos históricos: o Palecete Tatuibi e a Praça Vitório Bortolan Filho – ambos localizados no Centro da cidade. Participaram da entrega, a coordenadora da MRV, Sofia Fontoura Reis Ribeiro, o diretor-presidente da Unimed, Alcy de Castro Mello, integrantes da família Bortolan, entre eles, Nadir, Caio e Bruno Bortolan, a vereadora Lu Bogo (representando a Câmara Municipal), os secretários José Farid Zaine (Cultura), Matias Razzo (Urbanismo), Dagoberto Guidi (Obras e Serviços Públicos) e Simone Zambuzi (Meio Ambiente e Agricultura), além de outras autoridades. No início do século 20, o Palacete Tatuibi foi residência do casal Maria Thereza de Barros Camargo e dr. Trajano de Barros Camargo. Mais tarde, abrigou a Câmara Municipal (de 1960 a 1997) e outras repartições públicas, até o seu fechamento em 2006. Botion destacou que o Palacete e a Praça, assim como o Centro Aquático Alberto Savoi – entregue no sábado (7) – são referenciais que permearam a vida de Maria Thereza. Com investimento de mais de R$ 6 milhões, a recuperação do Palacete foi realizada sem necessidade de recursos da prefeitura, graças a dois mecanismos legais de financiamento. Dessa maneira, a primeira fase da obra foi executada pela Unimed (outorga onerosa) e a segunda, pela MRV (contrapartida). Botion anunciou, ainda, que o Palacete irá abrigar o Museu-Casa Maria Thereza de Barros Camargo, como forma de preservar o legado de uma das primeiras prefeitas do Brasil. Segundo Farid, a restauração do Palacete preservou ao máximo as características originais do imóvel, sobretudo dos vitrais, do piso hidráulico e das imensas janelas de madeira. Todo o projeto recebeu aval do Conselho Municipal de Defesa do Patrimônio Histórico e Arquitetônico de Limeira (Condephali). O secretário de Cultura também comentou sobre a proposta de instalar o Museu-Casa no local. A parceria entre o setor público e privado foi destacada pelo diretor-presidente da Unimed, como forma de preservar a “memória coletiva” da cidade. A coordenadora da MRV, Sofia Ribeiro, agradeceu a oportunidade de estabelecer a parceria com a prefeitura, que também viabilizou outras obras pelo sistema de outorga onerosa, como a construção da UBS Campo Belo. Praça Vitório Bortolan Filho Executada com recursos do Finisa, a revitalização da Praça Vitório Bortolan Filho contemplou a troca de pisos e da iluminação, reformulação do sistema elétrico e hidráulico, novo paisagismo, entre outras melhorias. Convidado para falar em nome da família, Bruno Bortolan agradeceu a recuperação da praça. Também compareceram à cerimônia, os arquitetos Maxwell de Campos e Alessandra Argenton, responsáveis pelos projetos de restauro do Palacete, respectivamente, da primeira e da segunda etapa, Hudson Mundin Machado (Construtora Mundin), Juliana Binotti (Condephali), Adriana Pessatte Azzolino (Diretora de Memória e do Centro de Ciências), Cristina e Heloísa Savoi, Hélio Okamoto (Associação Engenheiros e Arquitetos – AEAL), os secretários municipais, Edison Moreno Gil (chefe de Gabinete) e Marcela Siscão (Habitação), além de diretores e servidores de diversas pastas, como Tikara Okawada (diretor de Manutenção de Obras e Serviços Públicos). História O Palacete Tatuibi foi originalmente projetado como uma casa de veraneio no início do século 20, mas passou por várias modificações ao longo dos anos. De acordo com o secretário de Urbanismo, Matias Razzo, a mudança mais significativa ocorreu quando Maria Thereza foi prefeita de Limeira, visando adaptar o imóvel para acomodar tanto a família quanto as funções administrativas. Na década de 1960, Maria Thereza fez a doação da chácara ao município, por meio de um acordo. Museu-Casa Maria Thereza de Barros Camargo O projeto de destinar o Palacete Tatuibi ao Museu-Casa Maria Thereza foi idealizado pela diretora de Memória e do Centro de Ciências, Adriana Pessatte Azzolino. A proposta já foi contemplada pelo ProAC (Programa de Ação Cultural), com recursos da ordem de R$ 500 mil. O local receberá um vasto acervo documental e de objetos pessoais da família. Cartão-Postal Após o descerramento das placas de inauguração – da Praça e do Palacete – os presentes visitaram o interior do casarão para conferir os resultados da restauração. Em uma das salas, eles puderam contemplar os retratos de Trajano Camargo (executado por Stival Forti) e de Maria Thereza, este último, pintado pela artista visual Suu. Um cartão-postal com a cópia do retrato de Maria Thereza, da mesma artista, foi entregue aos convidados. Suu também é autora de um documentário sobre a vida de Maria Thereza, elaborado com recursos da Lei Aldir Blanc 2021, que está disponível no youtube: https://www.youtube.com/watch?v=jMeZCLnYroo Imagens: Prefeitura de Limeira

Leia Mais

Confira a programação cultural da semana em Limeira

Semana terá dança, literatura, música e mais   A programação desta semana traz os espetáculos de dança “Rio” e a “A Pequena Sereia”, no Teatro Vitória Emiliano Bernardo da Silva. Também acontecem eventos literários com “Yoga com Estórias para Crianças”, Banca de Trocas de Livros e Gibis e encontros dos Clubes dos Livros da cidade. A agenda cultural ainda traz música, exibição e mais eventos. Confira abaixo:   Dança: Rio Terça-feira (10), às 20h – Teatro Vitória Emiliano Bernardo da Silva Quarta-feira (11), às 20h – Teatro Vitória Emiliano Bernardo da Silva O espetáculo conta a história de Blu, uma arara azul capturada por contrabandistas de animais quando tinha acabado de nascer. Blu nunca aprendeu a voar e vive uma vida domesticada e feliz em Minnesota, nos Estados Unidos, com sua dona, Linda. Blu pensa que é a última arara de sua espécie, mas quando descobrem que Jade, uma fêmea, vive no Rio de Janeiro, Blu e Linda vão ao seu encontro. As coreografias entram nas brasilidades e no samba. Entrada: R$ 80 (inteira), R$ 40 (meia-entrada). Classificação: Livre. Realização: Estação da Dança, com o apoio da Prefeitura, por meio da Secretaria de Cultura. Duração: 110 min.   Oficina: Yoga com Estórias para Crianças – Especial Natal com a professora Renata Drovetto Quarta-feira (11), às 14h30 – Biblioteca Municipal Professor João de Sousa Ferraz Comemorando seus 10 anos de formação em Yoga, a professora Renata Drovetto traz essa atividade para conectar as crianças com histórias e a prática e ensinamentos da Yoga. No dia também será realizada a confecção de um marcador de páginas utilizando agulhas plásticas. Entrada: Gratuita. Classificação: Livre Realização: Prefeitura, por meio da Secretaria de Cultura.   Literatura: Banca de Trocas de Livros e Gibis Quarta-feira (11), das 17h às 19h – Biblioteca Municipal Professor João de Sousa Ferraz Na segunda quarta-feira do mês, além do empréstimo e devolução de livros, a biblioteca realiza a Banca de Troca de Livros e Gibis. Apostilas, materiais didáticos, enciclopédias, cópias reprográficas ou livros em mau estado de conservação não são aceitos. Entrada: Gratuita. Classificação: Livre . Realização: Prefeitura, por meio da Secretaria de Cultura.   Literatura: Clube do Livro conversa sobre “O conto da ilha desconhecida” Quarta-feira (11), às 18h15 – Biblioteca Municipal Professor João de Sousa Ferraz O bate-papo do mês será sobre “O conto da ilha desconhecida” de José Saramago.  Este pequeno conto pode ser lido como uma parábola do sonho realizado, isto é, como um canto de otimismo em que a vontade ou a obstinação fazem a fantasia ancorar em porto seguro. Um homem vai ao rei e lhe pede um barco para viajar até uma ilha desconhecida. O rei lhe pergunta como pode saber que essa ilha existe, já que é desconhecida. O homem argumenta que assim são todas as ilhas até que alguém desembarque nelas. A ilha desconhecida é a representação de um grande sonho, que é projetar ideias, desejos, pensamentos, expectativas de vida. Entrada: Gratuita. Classificação: A partir de 14 anos. Realização: Prefeitura, por meio da Secretaria de Cultura.   Literatura: Clube do Livro Juvenil conversa sobre “Heartstopper: 1” Quinta-feira (12), às 16h30 – Biblioteca Pracinhas da Cultura (Bairro Geada) O bate-papo do mês será sobre “Heartstopper: 1” de Alice Oseman. O livro conta a história de Charlie Spring e Nick Nelson, que não têm quase nada em comum. Charlie é um aluno dedicado e bastante inseguro por conta do bullying que sofre no colégio desde que se assumiu gay. Já Nick é super popular, especialmente querido por ser um ótimo jogador de rúgbi. Quando os dois passam a sentar um ao lado do outro toda manhã, uma amizade intensa se desenvolve, e eles ficam cada vez mais próximos. Charlie logo começa a se sentir diferente a respeito do novo amigo, apesar de saber que se apaixonar por um garoto hétero só vai gerar frustrações. Mas o próprio Nick está em dúvida sobre o que sente ― e talvez os garotos estejam prestes a descobrir que, quando menos se espera, o amor pode funcionar das formas mais incríveis e surpreendentes. A conversa é mediada por Carina Crislai. Entrada: Gratuita. Classificação: A partir de 12 anos. Realização: Prefeitura, por meio da Secretaria de Cultura.   Audiovisual:  Fogo! Quinta-feira (12), às 20h – Mabê Cultural Dirigido por Soraia Costa, o documentário fala sobre a tragédia que abalou a cidade de Limeira no domingo de Páscoa de 2020, quando o Mercado Municipal foi atingido por um incêndio que o destruiu completamente. Como forma de eternizar as memórias deste espaço, que escreveu sua história no cenário comercial e popular da cidade, o filme traz imagens de acervo pessoal da diretora, em especial de seu pai Edson, comerciante que teve uma loja de roupas no Mercado Municipal, bem como um apanhado com outros comerciantes que por ali passaram — a maioria deles já idosos — com entrevistas, vídeos, fotos, documentos e histórias. “Fogo!” pretende ser um filme-patrimônio para a cidade de Limeira, onde cada limeirense que conheceu o “antigo” Mercadão possa ter acesso às tuas imagens e, para as gerações futuras, a produção representará um documento de pesquisa e imersão. Entrada: Gratuita. Classificação: Livre. Realização: Mabê cultural, com apoio da Prefeitura, por meio da Secretaria de Cultura. Duração: 180 min.   Música: Concerto de Encerramento da Temporada – Série Aliança Quinta-feira (12), às 20h30 – Teatro Vitória Emiliano Bernardo da Silva A Orquestra Sinfônica de Limeira realiza concerto para finalizar a temporada de 2024. A noite conta com o pianista Michele Perego, de Arcore (Itália), premiado em vários concursos amatoriais internacionais. O solista executará o ‘Concerto para Piano’ composto por Robert Schumann. O espetáculo também conta com a brilhante abertura ‘Candide’, de Leonard Bernstein, a exuberante Sinfonia No.1, “Clássica”, de Sergei Prokofiev e finaliza com o som natalino de ‘A Christmas Festival’, de Leroy Anderson. A condução da orquestra será do maestro e diretor artístico Rodrigo Müller. Entrada: Plateia – R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada). Mezanino – R$ 20 (Inteira) e R$ 10 ( meia- entrada).

Leia Mais
Nenhuma postagem a exibir

Confira o canal do Portal Veloz No Youtube

×

Buscar no Portal Veloz