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Categoria: Política

Gleisi deve ser ‘negociadora’ com ‘poder de decisão’ à frente de ministério, dizem parlamentares

Após o anúncio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que a presidente do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), será a nova ministra da Secretaria de Relações Institucionais, pasta responsável pela articulação com o Congresso Nacional, parlamentares avaliaram que ela terá uma boa relação com o Legislativo. Apesar disso, congressistas ouvidos pelo R7 ponderaram que o nome da deputada “não era o esperado” pelo centrão, que aguardava o anúncio de uma pessoa mais ligada ao bloco. Gleisi, que deve assumir o posto em 10 de março, chega para ocupar o lugar de Alexandre Padilha, nomeado por Lula para comandar o Ministério da Saúde, após o presidente demitir Nísia Trindade. Padilha era alvo de críticas no Congresso, mas o centrão, ainda assim, o classifica como de “fino trato”. A deputada volta ao posto de ministra no Palácio do Planalto 11 anos depois de comandar a Casa Civil, sob o governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Ela é considerada uma aliada fiel de Lula, sendo de uma ala mais à esquerda do PT. A petista já foi senadora e foi eleita presidente do PT em 2017, estando à frente da legenda nos períodos considerados mais difíceis, como na prisão de Lula no auge da Operação Lava Jato. No governo Lula três, Gleisi enfrentou desgastes com a bancada do PT em virtude de posições mais à esquerda, principalmente na ala econômica. Ela, contudo, é considerada um nome muito próximo de Lula, podendo, às vezes, externar o que o presidente pensa, mas não verbaliza. Ao R7, o senador Angelo Coronel (PSD-BA) disse esperar que Gleisi “venha para somar”, pois considera que ela tem capacidade para comandar o ministério. “Não será fácil substituir Padilha, uma pessoa de fino trato”, avalia. Coronel opina que o comando da pasta tem que ser de alguém “da extrema confiança do presidente” e que, por isso, Lula teria escolhido um nome ligado ao PT. Líder do Republicanos na Câmara dos Deputados, Gilberto Abramo (MG) destacou ao R7 que Gleisi “tem poder de decisão” e “autonomia” para firmar acordos que serão cumpridos com o Congresso. Apesar de reconhecer o perfil mais combativo de Gleisi no comando do PT, ele considerou que a nova ministra deve ser mais negociadora e ter mais diálogo ao assumir o posto. O deputado federal Isnaldo Bulhões (MDB-AL), líder do MDB na Câmara, relatou ao R7 que a nova ministra tem boa relação com ele e a considera uma “boa escolha”. Centrão esperava comandar ministério A dança nas cadeiras ministerial ocorre porque o governo deseja melhorar o trato com o Congresso. Assim, o centrão, que já faz parte do governo Lula, esperava mais espaço nas mudanças, principalmente porque os ministérios mais visados, considerados de primeiro escalão, estão sob gestão de pessoas do PT. Mas a ação de Lula, por um lado, frustra as expectativas do bloco. “Todos os parlamentares esperavam que o governo conseguisse um deputado que não fosse do PT. Ou até se fosse do PT, um melhor articulador dentro do Congresso seria o [o líder do governo na Câmara, José] Guimarães”, disse um parlamentar ao R7 sob reserva. Essa ala do centrão se vê preocupada com a coordenação de Gleisi na pauta econômica do governo. Eles consideram que ela sempre se mostrou “contra” a política econômica do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Apesar de ter criticado Padilha no comando das Relações Institucionais, o centrão considera o perfil dele mais negociador e receptivo do que o de Gleisi. “Às vezes, as coisas não fluíam, não andavam, mas o ministro sempre teve um bom relacionamento com o centrão”, afirmou um deputado. A ala esperava que Lula colocasse uma pessoa de “mais articulação” e de mais “trânsito” com o parlamento para abrir mais espaço para os demais partidos. Presidentes da Câmara e do Senado cumprimentam Gleisi, mas oposição critica Poucos minutos após a confirmação da nova ministra, os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), divulgaram mensagens com desejo de sucesso à nova ministra. De outro lado, os líderes da oposição na Câmara e do Senado criticaram a decisão de Lula. O deputado Zucco (PL-RS), afirmou que a indicação é um “sinal preocupante” e indagou a trajetória política de Gleisi como um ponto que pode prejudicar as negociações no Congresso. O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), por sua vez, limitou a classificar a escolha de Lula como um “erro”. Fonte: R7 Foto: Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados

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Barroso nega impedimento de Moraes, Zanin e Dino para julgar Bolsonaro

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, negou nesta sexta-feira (28) pedidos para declarar os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cristiano Zanin impedidos para julgar a denúncia apresentada contra o ex-presidente Jair Bolsonaro envolvendo a trama golpista. Nesta semana, a defesa de Bolsonaro protocolou uma petição para que a Corte reconheça a impossibilidade de Dino e Zanin participarem do julgamento, que ainda não tem data definida. O impedimento de Moraes foi solicitado pela defesa do general Braga Netto. Os advogados apontaram que Flávio Dino entrou com uma queixa-crime contra Bolsonaro quando ocupou o cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública nos primeiros meses do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No caso de Zanin, a defesa do ex-presidente diz que, antes de chegar à Corte, o ministro foi advogado da campanha de Lula e entrou com ações contra a chapa de Bolsonaro nas eleições de 2022. A defesa de Braga Netto alegou que a acusação de tentativa de golpe envolve a suposta tentativa de assassinato de Alexandre de Moraes. Dessa forma, segundo os advogados, há “quebra de imparcialidade” e o ministro não pode julgar o caso. Decisão Na decisão, o presidente do STF disse que as situações citadas pela defesa de Bolsonaro não são impedimentos legais contra a atuação dos ministros Dino e Zanin. No caso de Moraes, Barroso disse que as acusações de que o ministro era alvo do plano golpista não o torna impedido automaticamente para julgar o caso. “Os argumentos apresentados pela defesa não permitem considerar que a autoridade arguida [Moraes] esteja na condição de inimigo capital (mortal) do gen. Braga Netto, como sustentado pelo arguente. A notícia de que haveria um plano para o homicídio do relator, e até mesmo de outras autoridades públicas, não acarreta automaticamente a suspeição de Sua Excelência”, afirmou o presidente do STF. Primeira turma As ações de impedimento foram direcionadas aos ministros porque eles fazem parte da Primeira Turma do Supremo, colegiado que vai julgar a denúncia contra Bolsonaro. A turma é composta pelo  relator, Alexandre de Moraes, e os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Luiz Fux. Pelo regimento interno da Corte, cabe às duas turmas do tribunal julgar ações penais. Como o relator faz parte da Primeira Turma, a acusação será julgada pelo colegiado. Se a maioria dos ministros aceitar a denúncia, Bolsonaro e os outros acusados viram réus e passam a responder a uma ação penal no STF. A data do julgamento ainda não foi definida. Considerando os trâmites legais, o caso pode ser julgado ainda neste primeiro semestre de 2025.   Fonte: Agência Brasil Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

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Moraes diz que Braga Netto tem acesso a provas e nega mais prazo

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta sexta-feira (28) pedido dos advogados do general Braga Netto para ampliar o prazo para apresentação de defesa sobre a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) envolvendo o inquérito do golpe. Braga Netto, o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros investigados foram denunciados pela trama golpista para impedir o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na petição enviada a Moraes, o advogado José Luiz de Oliveira disse que a defesa necessita de prazo dobrado de 30 dias para se manifestar nos autos. O prazo dado pelo ministro é de 15 dias, está previsto na legislação e termina no dia 7 de março. Segundo a defesa, o material a ser analisado tem cerca de 70 gigabytes e 1.400 arquivos. O advogado também afirmou que não teve acesso à íntegra da delação do ex-ajudante de ordens Mauro Cid. A defesa de Braga Netto também quer apresentar sua manifestação após a defesa de Cid. Ao analisar o pedido, Alexandre de Moraes disse que a defesa de Braga Netto possui amplo acesso às provas documentadas nas investigações e as que constam na denúncia da PGR. “Mais uma vez, não assiste razão à defesa, que, parece, não ter consultado os autos”, afirmou o ministro. Prisão Em dezembro do ano passado, Braga Netto foi preso por determinação de Alexandre de Moraes. Segundo as investigações da Polícia Federal (PF), o general da reserva e vice na chapa de Bolsonaro em 2022 estaria obstruindo a investigação sobre a tentativa de golpe. A PF identificou que o general, indiciado por ser um dos principais articuladores do plano golpista, tentou obter dados sigilosos da delação de Mauro Cid. Após a prisão, a defesa negou que Braga Netto tenha obstruído as investigações.   Fonte: Agência Brasil Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

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STF analisa hoje (28) decisão de Dino sobre emendas parlamentares

O Supremo Tribunal Federal (STF) inicia hoje (28) julgamento sobre a homologação do plano de trabalho do Congresso para aumentar a transparência e a rastreabilidade das emendas parlamentares ao Orçamento da União. A decisão do ministro Flávio Dino está valendo, mas precisa ser referendada pelo plenário da Corte, conforme o regimento interno.  A sessão virtual sobre o tema está marcada para começar nesta sexta-feira (28) e terminar às 23h59 da próxima quarta-feira (5). Dino aprova plano do Congresso O compromisso do Congresso foi enviado na terça-feira (25) ao ministro, que é relator dos processos que tratam das medidas de transparência determinadas pela Corte para o pagamento das emendas. Na mesma decisão, o ministro liberou o pagamento das emendas deste ano e dos anos anteriores que estavam suspensas por decisões da Corte. Plano de trabalho Pelo plano de trabalho da Câmara e do Senado, a partir do exercício financeiro deste ano, não será mais possível empenhar emendas sem a identificação do parlamentar que fez a indicação e da entidade que vai receber os recursos. Conforme a decisão de Dino, não entram na liberação: . emendas específicas para organizações não governamentais (ONGs) e entidades do terceiro setor que foram alvo de auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU); . recursos para a saúde que não estão regularizados em contas bancárias específicas e emendas de bancada; . emendas de bancada e de comissão que não foram convalidadas em atas das respectivas comissões e que estejam sem identificação do parlamentar. Entenda O impasse sobre a liberação das emendas começou em dezembro de 2022, quando o STF entendeu que as emendas chamadas de RP8 e RP9 eram inconstitucionais. Após a decisão, o Congresso Nacional aprovou uma resolução que mudou as regras de distribuição de recursos por emendas de relator para cumprir a determinação da Corte. No entanto, o PSOL, partido que entrou com a ação contra as emendas, apontou que a decisão continuava em descumprimento. Após a aposentadoria da ministra Rosa Weber, relatora original do caso, Flávio Dino assumiu a condução do caso. Em agosto do ano passado, Dino determinou a suspensão das emendas e decidiu que os repasses devem seguir critérios de rastreabilidade. O ministro também determinou que a CGU auditasse os repasses dos parlamentares por meio das emendas do orçamento secreto. Dino manda CGU auditar R$ 469 milhões de emendas No mês passado, Flávio Dino suspendeu emendas parlamentares para ONGs devido à falta de transparência. Em dezembro, por exemplo, ele havia bloqueado as transferências de R$ 4,2 bilhões em emendas de comissão. O total previsto para emendas parlamentares no Orçamento de 2025, que ainda não foi aprovado, chega a R$ 52 bilhões, uma alta em relação a 2024, quando a cifra foi de R$ 49,2 bilhões. Há dez anos, em 2014, esse valor era de R$ 6,1 bilhões. Fonte: Agência Brasil Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

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Governo de SP lança edital do Túnel Imerso Santos-Guarujá em parceria com a União

O Governo de São Paulo e o Governo Federal lançaram nesta quinta-feira (27), em Santos, o edital de concessão do Túnel Imerso Santos-Guarujá, com investimento estimado em R$ 6 bilhões, divididos entre Estado, União e iniciativa privada. A obra, marco de infraestrutura no Brasil, representa um avanço significativo para a mobilidade urbana e logística na Baixada Santista. A iniciativa é uma parceria entre o Governo do Estado e o Governo Federal, por meio do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), e integra o Programa de Parcerias de Investimentos do Estado de São Paulo (PPI-SP). “Tem muita coisa boa acontecendo na Baixada Santista. Estamos felizes com os investimentos que têm vindo para a região. Há pouco tempo, estivemos aqui para anunciar R$ 7,5 bilhões em saneamento da Sabesp, falamos sobre a nova adutora que vai dar estabilidade ao sistema, do projeto da nova descida da Imigrantes, das diversas intervenções para tirar as pessoas das palafitas, da Fatec e entregamos ainda a reforma do terminal Praça da República. Mas faltava a cereja do bolo, o túnel Santos-Guarujá, que vai atender a todos”, afirmou o governador Tarcísio de Freitas. O túnel será o primeiro imerso do Brasil, com 1,5 km de extensão, sendo 870 metros no leito do Canal do Porto de Santos. A estrutura contará com três faixas de rolamento por sentido, incluindo uma exclusiva para o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), além de acessos dedicados para pedestres e ciclistas. Atualmente, mais de 21 mil veículos cruzam diariamente as duas margens utilizando barcos de pequeno porte (catraias) e as balsas, além de 7,7 mil ciclistas e 7,6 mil pedestres. A concessão terá prazo de 30 anos, incluindo a construção, operação e manutenção do sistema. Cerca de 9 mil empregos diretos e indiretos serão gerados durante as obras. A concessionária será remunerada por meio de tarifa de pedágio, contraprestação pública, aporte público e receitas acessórias. O critério de julgamento da licitação será o maior desconto sobre a contraprestação pública máxima, garantindo maior eficiência e benefício à população. O leilão da parceria público-privada está marcado para 1º de agosto. Renovação de delegação do Porto de São Sebastião O Governo Federal e o Governo do Estado de São Paulo assinaram também a prorrogação da delegação do Porto de São Sebastião, estendendo sua operação até 2057. Atualmente, o Porto possui uma configuração natural que o categoriza como a 3ª melhor região portuária do mundo. Isso se deve à profundidade natural do canal de navegação, que facilita a circulação de navios de grande porte. É um diferencial para os operadores de carga, que podem potencializar os embarques de seus produtos Localizado no litoral norte paulista e administrado pela Companhia Docas de São Sebastião (CDSS), empresa vinculada à Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo (Semil), o Porto de São Sebastião também se destaca pelo seu constante compromisso com a modernização e expansão. Recentemente, foram entregues novos armazéns, e o processo de arrendamento de um novo terminal está em andamento, com um investimento estimado de R$ 660 milhões. Esse novo terminal contará com dois berços de atracação para navios, além de melhorias no acesso e infraestrutura de apoio, como a construção de um pátio de caminhões, que permitirá uma circulação mais ágil de veículos. Porto de São Sebastião teve delegação prorrogada. Foto: Divulgação Expansão da Linha 2-Verde Durante a cerimônia, também houve anúncio de financiamento do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para expansão da Linha 2-Verde do Metrô. Com investimento de R$ 15 bilhões do Governo do Estado, a obra vai ampliar a Linha 2-Verde da Vila Prudente até a Penha, na Linha 3-Vermelha. Desse aporte, R$ 2,4 bilhões serão provenientes de financiamento em processo de contratação junto ao BNDES. O projeto prevê mais 8,3 km de vias e oito novas estações: Orfanato, Santa Clara, Anália Franco, Vila Formosa, Santa Isabel, Guilherme Giorgi, Aricanduva e Penha. Após a finalização, o novo trecho vai agilizar o trajeto dos moradores da zona leste da capital, além de redistribuir a demanda de passageiros na rede de trilhos, trazendo mais conforto às pessoas. Cerca de 1,2 milhão de pessoas serão beneficiadas diariamente. “No futuro, vamos ver uma Baixada Santista completamente reformulada e temos que preparar a região para novidades como a transição energética. A vocação da Baixada é liderar esse processo, produzindo amônia verde e aço verde. Faremos isso formando mão de obra, cuidando de nossos jovens, oferecendo ensino profissional e trazendo investimento. Então, hoje é dia de celebrar a vitória do investimento e do entendimento. Entramos hoje para a história. Santos e Guarujá vão ganhar a ligação seca que era esperada há mais de 100 anos”, completou Tarcísio. Também participaram do ato o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva; o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho; o secretário de Parcerias em Investimentos do Estado de São Paulo, Rafael Benini; o secretário de Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo, Marco Antonio Assalve; o diretor-geral da Agência de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp), André Isper; e o presidente da Autoridade Portuária de Santos (APS), Anderson Pomini, além de ministros, secretários e prefeitos da região.   Foto de capa: Governo de SP

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Com acúmulo de função, Ana Cristina Machado reassume interinamente Habitação de Limeira após pedido de demissão de Marco Xavier

A secretária de Urbanismo, Ana Cristina Machado, reassumiu interinamente, nesta quinta-feira (27), a Secretaria Municipal de Habitação de Limeira. Ana Cristina é arquiteta e possui experiência na área. Nesta quarta-feira (26), o prefeito de Limeira, Murilo Félix, aceitou o pedido de demissão do então secretário Marco Xavier, que, por questões pessoais, solicitou sua saída do cargo. Ana Cristina acumulará a nova função sem qualquer acréscimo em sua remuneração. A portaria de nomeação foi publicada no Jornal Oficial do Município nesta sexta-feira (28). Foto: Reprodução/Prefeitura de Limeira

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Itu implanta Código de Compliance na Gestão Pública; entenda

Itu se tornou a primeira cidade da região a implantar um código de Compliance em sua gestão pública. A iniciativa foi anunciada pela Secretaria Municipal de Compliance e Transparência. O código de Compliance no Setor Público já está disponível para consulta no site oficial da Prefeitura de Itu (itu.sp.gov.br/servidor). Segundo a administração municipal, a implementação desse código é um passo importante para garantir que a gestão pública seja realizada de forma transparente, responsável e ética. Isso beneficia não apenas a prefeitura, mas também a sociedade como um todo. Conforme informado, o código de compliance visa prevenir a corrupção e promover a transparência e a responsabilidade, garantindo a integridade e a ética nas ações e decisões dos servidores públicos e dos agentes públicos. Com um código de compliance eficaz, é possível reduzir a corrupção e a fraude, melhorar a transparência e a responsabilidade, e aumentar a confiança da sociedade na gestão pública. Além disso, a Prefeitura de Itu informou que essa ferramenta ajuda a proteger os recursos públicos e a promover uma cultura de integridade e ética.   Foto: Prefeitura de Itu

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Lula demite ministra da Saúde, Nísia Trindade, e Padilha assume pasta

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva demitiu nesta terça-feira (25) a ministra da Saúde, Nísia Trindade, segundo o R7 confirmou com fontes. O atual condutor das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, vai assumir o cargo. Depois de semanas de especulação de uma eventual saída da agora ex-ministra, Lula bateu o martelo e decidiu substituí-la. Nos bastidores, as principais críticas à gestão de Nísia são a falta de uma “marca” na Saúde e a condução do combate à dengue. Ela é a terceira mulher a ser demitida do primeiro escalão do petista — todas foram trocadas por homens. Daniela Carneiro, que chefiava o Turismo, e Ana Moser, titular do Esporte, deixaram o governo em julho e setembro de 2023, respectivamente. O terceiro mandato de Lula começou com 11 ministras e, com a saída de Nísia, são nove mulheres à frente de ministérios. O governo ganhou mais uma representante feminina após a demissão do então ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, em setembro do ano passado, por denúncias de assédio. Ele foi substituído por Macaé Evaristo. Em nota divulgada após a publicação desta reportagem, a Secom (Secretaria de Comunicação Social da presidência) confirmou a troca e informou que a posse de Padilha no novo cargo deve ocorrer na quinta-feira após o carnaval (6). “O presidente agradeceu à ministra pelo trabalho e dedicação à frente do ministério”, diz o texto. Da articulação à saúde Padilha é responsável pela articulação política entre Executivo e Legislativo. Ainda não há definição de quem assume a pasta de Relações Institucionais. Nesta tarde, Lula chamou Nísia ao Planalto, em reservado e fora da agenda. Logo depois, o presidente reuniu-se com Padilha, encontro que também não estava previsto na agenda do petista. O ministro, que é médico, foi titular da Saúde da ex-presidente Dilma Rousseff, entre 2011 e 2014. Ele é próximo de Nísia e tem diversos aliados abrigados em secretarias do ministério. A ex-ministra não é filiada a nenhum partido. Mudanças na Esplanada Além das críticas a Nísia, a troca faz parte de uma reforma ministerial debatida desde o fim do ano passado, quando Lula criticou publicamente a gestão da comunicação do governo federal. A insatisfação do presidente levou à substituição do titular da Secom, logo no início de janeiro. Lula demitiu Paulo Pimenta e nomeou o marqueteiro Sidônio Palmeira, que comandou a campanha do petista de 2022. Condução do combate à dengue A demissão ocorre horas depois de um evento da saúde no Planalto, em que Lula e Nísia estiveram lado a lado. Na cerimônia, o presidente anunciou a produção da primeira vacina 100% nacional e de dose única contra a dengue. O investimento é de R$ 1,26 bilhão. Na agenda, Nísia informou que o imunizante, desenvolvido em parceria entre o Instituto Butantan e a empresa chinesa WuXi Biologics, será distribuído a partir de 2026. A vacina será válida para combater os quatro sorotipos da doença. Ao todo, 60 milhões de doses serão disponibilizadas à população. A luta contra a arbovirose, inclusive, também pode estar por trás da saída de Nísia. Em meio à alta dos diagnósticos e óbitos no país, o ministério deixou vacinas passarem do prazo de validade. No ano passado, o Brasil registrou 6.484.890 casos prováveis de dengue e 5.972 mortes provocadas pela doença. Em 2023, foram 1.658.816 diagnósticos e 1.179 óbitos.   Fonte: R7 Foto: ESTADÃO CONTEÚDO

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Bolsonaro sobre ser preso após denúncia: ‘Vai haver uma comoção nacional’

O ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou que, depois da denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República), ele enxerga que pode ser preso, mas não fala em medo. “Eu tenho que enfrentar. O que me acalma é minha consciência”. Bolsonaro deu entrevista ao Portal Leo Dias. Durante a conversa, falou que para algumas pessoas importantes, não é interessante ele ser preso. “Eu preso por ser um problema também. Vai haver uma comoção nacional”, apontou. Denúncia da PGR Em 18 de fevereiro, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, apresentou ao STF denúncia contra o ex-presidente e outras 33 pessoas. Agora, o ministro Alexandre de Moraes vai analisar a denúncia. Bolsonaro foi denunciado pelos seguintes crimes: Liderar organização criminosa armada; Tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; Golpe de Estado; Dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima; e Deterioração de patrimônio tombado. Mais cedo, também nesta terça (25), a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro pediu ao STF (Supremo Tribunal Federal) que os ministros Flávio Dino e Cristiano Zanin se declarem impedidos para julgar a denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República) sobre suposta tentativa de golpe. Os dois foram indicados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.   Fonte: R7 Foto: ESTADÃO CONTEÚDO

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Justiça dos EUA nega liminar da Rumble e Trump Media contra Moraes

A Justiça dos Estados Unidos negou nesta terça-feira (25) pedido de liminar protocolado pela rede social Rumble e a empresa Trump Media contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Na semana passada, as empresas entraram com recurso em um tribunal da Flórida para acusar o ministro de  “censurar” as plataformas e suspender contas de usuários. De acordo com decisão proferida juíza Mary Scriven, a acusação não apresentou provas que justifiquem uma decisão do Judiciário norte-americano. Para a magistrada, não há nenhuma determinação para que as decisões judiciais assinadas por Alexandre de Moraes para suspender perfis de redes sociais sejam cumpridas nos Estados Unidos. A defesa do ministro foi feita pela Advocacia-Geral da União (AGU) e está prevista na legislação que trata da representação judicial no exterior. Na sexta-feira (21), Moraes determinou a suspensão do Rumble no Brasil após a plataforma não indicar, no prazo de 48 horas, um representante legal no país, condição obrigatória para funcionar em território brasileiro, segundo a legislação. A suspensão foi feita no processo no qual foi determinada a prisão e a extradição do blogueiro Allan dos Santos, acusado de disseminar ataques aos ministros da Corte. Atualmente, ele mora nos Estados Unidos. Segundo Moraes, apesar da determinação da suspensão dos perfis nas redes sociais, Allan continua criando novas páginas para continuar o “cometimento de crimes”.   Fonte: Agência Brasil Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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