Pular para o conteúdo principal

Portal Veloz

Últimas Notícias

Discos de freio: veja cinco opções para diferentes modelos de carros

Concurso da PM de SP tem inscrições abertas para 2 mil vagas até 21 de agosto

Guarda Municipal resgata criança presa em lamaçal e mãe é conduzida por abandono de incapaz em Americana

Com 13 casos de sarampo, São Paulo alerta para reforço na vacinação

Parque Ecológico tem entrada gratuita para moradores de Americana neste fim de semana

Mulheres podem comprar e usar spray de pimenta para defesa pessoal

Categoria: Política

França trabalha com aliados em plano para caso de EUA avançarem sobre Groenlândia

Nos últimos dias, Donald Trump reforçou o desejo de controlar a ilha que está localizada entre a Europa e a América do Norte A França está trabalhando com seus parceiros em um plano sobre como responder caso os Estados Unidos cumpram sua ameaça de tomar a Groenlândia, disse um ministro nesta quarta-feira (7), enquanto a Europa procurava abordar as ambições do presidente norte-americano, Donald Trump, na região. Uma tomada militar da Groenlândia pelos EUA de um aliado de longa data, a Dinamarca, enviaria ondas de choque através da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) e aprofundaria a divisão entre Trump e os líderes europeus. O ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Noel Barrot, disse que o assunto será abordado em uma reunião com os ministros da Alemanha e da Polônia no decorrer do dia. “Queremos agir, mas queremos fazê-lo junto com nossos parceiros europeus”, disse ele à rádio France Inter. Líderes de grandes potências europeias e do Canadá se uniram em apoio à Groenlândia nesta semana, dizendo que a ilha do Ártico pertence ao seu povo, após uma ameaça renovada de Trump de assumir o controle do território. Trump renova ambições sobre Groelândia Nos últimos dias, Trump repetiu que deseja obter o controle da Groenlândia, uma ideia expressa pela primeira vez em 2019, durante seu primeiro mandato na presidência dos EUA. Ele argumenta que a ilha é fundamental para a estratégia militar americana e afirma que a Dinamarca não fez o suficiente para protegê-la. A Casa Branca disse na terça-feira (6) que Trump estava discutindo opções para adquirir a Groenlândia, incluindo o uso potencial das Forças Armadas dos EUA, em um renascimento de sua ambição de controlar a ilha estratégica, apesar das objeções europeias. Barrot sugeriu que uma operação militar dos EUA havia sido descartada pelo principal diplomata de Washington. “Eu mesmo estive ao telefone ontem com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio… Que confirmou que essa não foi a abordagem adotada… ele descartou a possibilidade de uma invasão [da Groenlândia]”, disse ele. Uma operação militar dos EUA no fim de semana que capturou o líder da Venezuela já havia reacendido as preocupações de que a Groenlândia poderia enfrentar um cenário semelhante. Uma autoridade graduada dos EUA, falando sob condição de anonimato, disse esta semana que Trump e seus assessores estão discutindo várias maneiras de adquirir a Groenlândia, incluindo uma compra. Groenlândia e Dinamarca afirmaram que a ilha não está à venda. O ministro das Relações Exteriores da Dinamarca, Lars Lokke Rasmussen, e seu colega da Groenlândia, Vivian Motzfeldt, solicitaram uma reunião urgente com Rubio para discutir a situação. “Gostaríamos de acrescentar algumas nuances à conversa”, escreveu Rasmussen em uma publicação nas mídias sociais. “A briga de gritos deve ser substituída por um diálogo mais sensato. Agora.” Posição estratégica da ilha Maior ilha do mundo, mas com uma população de apenas 57 mil pessoas, a Groenlândia não é um membro independente da Otan, mas é coberta pela adesão da Dinamarca à aliança ocidental. A ilha está estrategicamente localizada entre a Europa e a América do Norte, o que a tornou um local essencial para o sistema de defesa dos EUA contra mísseis balísticos durante décadas. Sua riqueza mineral também se alinha com a ambição de Washington de reduzir a dependência da China. Trump tem dito repetidamente que embarcações russas e chinesas estão perseguindo as águas ao redor da Groenlândia, que a Dinamarca contesta. “A imagem que está sendo pintada de navios russos e chineses bem dentro do fiorde de Nuuk e de investimentos chineses maciços sendo feitos não é correta”, disse Rasmussen a repórteres na noite de terça-feira. Dados de rastreamento de embarcações da MarineTraffic e da LSEG não mostram a presença de navios chineses ou russos perto da Groenlândia.   Fonte: R7 Foto: Marko Djurica/REUTERS

Leia Mais

Trump diz que Venezuela entregará de 30 a 50 milhões de barris de petróleo aos EUA

Presidente afirma que dinheiro será usado para beneficiar venezuelanos e americanos A Venezuela vai entregar de 30 a 50 milhões de barris de petróleo sancionado aos Estados Unidos, disse o presidente Donald Trump nesta terça-feira (6), após a derrubada de Nicolás Maduro, retirado de seu país por forças dos EUA no fim de semana. “Esse petróleo será vendido a seu preço de mercado, e esse dinheiro será controlado por mim, como presidente dos Estados Unidos da América, para garantir que seja usado para beneficiar o povo da Venezuela e dos Estados Unidos!”, disse Trump em uma publicação em rede social. Negociações já começaram Autoridades governamentais em Caracas e Washington estão discutindo a exportação de petróleo bruto venezuelano para refinarias nos Estados Unidos, disseram cinco fontes do governo, da indústria e do transporte marítimo à Reuters nesta terça-feira, um acordo que poderia desviar os suprimentos da China e ajudar a empresa estatal PDVSA a evitar cortes mais profundos na produção. A Venezuela tem milhões de barris de petróleo carregados em navios-tanque e em tanques de armazenamento que não pôde enviar devido a um bloqueio às exportações imposto por Trump desde meados de dezembro. O bloqueio foi parte da crescente pressão dos EUA sobre o governo do presidente venezuelano Nicolás Maduro, que culminou com a captura dele por forças norte-americanas neste fim de semana. Um possível acordo para vender esse petróleo para os EUA poderia inicialmente exigir a realocação de cargas originalmente destinadas à China, disseram duas fontes. O país asiático tem sido o principal comprador da Venezuela na última década e, especialmente, desde que os Estados Unidos impuseram sanções às empresas envolvidas no comércio de petróleo com a Venezuela em 2020. O fornecimento aumentaria o volume de petróleo venezuelano exportado para os EUA, um fluxo que atualmente é controlado inteiramente pela Chevron, principal parceira de joint venture da PDVSA, sob uma autorização dos EUA. A Chevron, que tem exportado entre 100.000 e 150.000 barris por dia (bpd) de petróleo venezuelano para os EUA, surgiu nas últimas semanas como a única empresa que carrega e envia petróleo bruto do país sul-americano com fluidez em meio ao bloqueio. A PDVSA já teve que cortar a produção devido ao embargo, porque está ficando sem armazenamento para o petróleo. Se a PDVSA não encontrar uma maneira de exportar petróleo em breve, terá que cortar ainda mais a produção, disse uma das fontes. A Casa Branca, as autoridades do governo venezuelano e a PDVSA não comentaram imediatamente. O Ministério do Petróleo da Venezuela disse que os EUA querem roubar as reservas de petróleo do país e denunciou a captura de Maduro como um sequestro. As refinarias dos EUA na Costa do Golfo podem processar os tipos pesados de petróleo bruto da Venezuela e estavam importando cerca de 500.000 barris por dia (bpd) antes de Washington impor as primeiras sanções energéticas à Venezuela. Não ficou imediatamente claro como a sancionada PDVSA obteria os lucros das vendas de petróleo. As autoridades conversaram esta semana sobre possíveis mecanismos de venda, incluindo leilões para permitir que compradores interessados dos EUA participem de ofertas de carga e a emissão de licenças dos EUA para parceiros comerciais da PDVSA que poderiam levar a contratos de fornecimento, disseram duas fontes. As partes também discutiram se o petróleo bruto venezuelano pode reabastecer a Reserva Estratégica de Petróleo dos EUA no futuro, disse uma das fontes.   Fonte: R7 Foto: Kevin Lamarque/Reuters  

Leia Mais

Vereador Everton Ferreira solicita manutenção em brinquedos e áreas verdes do Bosque Prefeita Maria Thereza

Parlamentar esteve no local após receber demandas da população e formalizou pedido à Prefeitura por meio de ofício  O vereador Everton Ferreira (PSD) esteve, nesta segunda-feira (5), no Bosque Prefeita Maria Thereza, após receber solicitações de munícipes relacionadas a problemas nos brinquedos do parque infantil do local.  Durante a visita, o parlamentar destacou a importância do Bosque como espaço de lazer, especialmente no período de férias escolares, quando o fluxo de famílias aumenta. “O Bosque é um dos principais pontos de convivência e lazer da cidade. Em épocas como esta, de férias escolares, muitas famílias procuram o espaço para que as crianças possam brincar com segurança. Por isso, é fundamental que os brinquedos estejam em boas condições de uso”, ressaltou Everton Ferreira.  Diante das constatações, o vereador protocolou junto à Prefeitura, por meio do Ofício nº 01/2026, solicitação para reparos nos brinquedos do parque infantil. Além disso, também pediu a realização de manutenção geral e a poda da vegetação.  Segundo o parlamentar, as medidas visam garantir melhores condições de acessibilidade, segurança e conforto aos frequentadores. “Estamos falando de um espaço público muito querido pela população. A manutenção adequada é uma forma de valorizar o Bosque e assegurar que crianças, idosos e pessoas com deficiência possam utilizá-lo com tranquilidade e segurança”, completou.  O parlamentar destacou que, com a retomada das atividades do Plenário, irá protocolar novas documentações solicitando os reparos, caso as demandas ainda não tenham sido atendidas.

Leia Mais

Saúde vai monitorar cenário sanitário na fronteira com a Venezuela

O Ministério da Saúde enviou uma equipe da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) para Roraima, estado que faz fronteira com a Venezuela. O objetivo é avaliar estruturas de saúde, profissionais, vacinas e outros insumos.  Em nota, o ministério informou que estrutura um plano de contingência para resposta do SUS a um “possível agravamento da crise internacional e avanço da demanda de migrantes na região fronteiriça” após ataque conduzido pelo governo norte-americano.  “Até o momento, o fluxo migratório segue o mesmo na região”, destacou o ministério no comunicado. Ainda segundo a nota, as equipes enviadas a Roraima possuem vasta experiência em situações de tragédia e estão identificando estruturas hospitalares e avaliando a possibilidade de ampliação. Caso haja necessidade, o governo informou que vai montar hospitais de campanha e expandir estruturas existentes com o objetivo de reduzir os impactos no sistema público de saúde brasileiro. Na nota, o Ministério da Saúde se coloca à disposição da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) para ajuda humanitária, citando apoio por meio do fornecimento de medicamentos e insumos para diálise, visto que o principal centro de distribuição da cidade de La Guaira, na Venezuela, ficou destruído após um ataque. “O Ministério da Saúde reafirma o papel do SUS como referência internacional ao garantir assistência médica integral a todas as pessoas em solo nacional. Para imigrantes em cidades de fronteira, esse direito é assegurado, independentemente do status migratório ou nacionalidade”, concluiu o comunicado. Entenda No sábado (3), diversas explosões foram registradas em bairros da capital venezuelana, Caracas. Em meio ao ataque militar, orquestrado pelos Estados Unidos, o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados por forças de elite dos EUA e levados para Nova York.  O ataque marca um novo episódio de intervenções diretas norte-americanas na América Latina. A última vez que os Estados Unidos invadiram um país latino-americano foi em 1989, no Panamá, quando militares norte-americanos sequestraram o então presidente Manuel Noriega, acusando-o de narcotráfico. Assim como fizeram com Noriega, os Estados Unidos acusam Maduro de liderar um suposto cartel venezuelano chamado De Los Soles, sem apresentar provas. Especialistas em tráfico internacional de drogas questionam a existência do cartel. O governo do presidente Donald Trump oferecia uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que culminassem na prisão de Maduro. Para críticos, a ação é uma medida geopolítica para afastar a Venezuela de adversários globais dos Estados Unidos, como China e Rússia, além de exercer maior controle sobre o petróleo do país, que é dono das maiores reservas de óleo comprovadas do planeta.   Fonte: Agência Brasil Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Leia Mais

Forças de segurança da Venezuela são autorizadas a prender apoiadores de ataque armado dos EUA

Artigo 5º de decreto que institui estado de comoção exterior determina busca e captura imediata de pessoas acusadas de apoiar ofensiva estrangeira As forças de segurança da Venezuela foram autorizadas a realizar, de forma imediata, a busca e a prisão de pessoas envolvidas na promoção ou no apoio a um ataque armado dos Estados Unidos contra o território venezuelano. A medida está prevista no Artigo 5º do decreto que institui o estado de comoção exterior no país. Segundo o texto, a determinação se aplica aos órgãos de polícia em âmbito nacional, estadual e municipal, que deverão atuar em todo o território nacional. Os detidos deverão ser colocados à disposição do Ministério Público e do sistema de Justiça penal, com o objetivo de que respondam judicialmente pelas acusações. O decreto estabelece que os procedimentos deverão respeitar as garantias previstas em lei, incluindo o devido processo legal e o direito à defesa. O governo afirma que as medidas adotadas no contexto do estado de comoção exterior buscam responder a uma situação considerada de agressão armada estrangeira e de ameaça à soberania nacional. O Artigo 5º integra um conjunto de ações excepcionais previstas no decreto, que amplia a atuação das forças de segurança durante a vigência do estado de comoção exterior, ao mesmo tempo em que reafirma, formalmente, a observância dos direitos processuais dos investigados. Captura A captura de Nicolás Maduro ocorreu no domingo (4) no contexto de uma operação militar conduzida pelos Estados Unidos em território venezuelano, segundo informações divulgadas pelo próprio governo da Venezuela. A ação foi classificada pelas autoridades como um ataque armado estrangeiro e uma violação direta da soberania nacional, o que levou o Executivo a adotar medidas excepcionais de segurança e defesa. Após a captura, o governo venezuelano decretou o estado de comoção exterior, alegando a existência de uma ameaça externa grave. A medida permitiu a ampliação da atuação das forças armadas e dos órgãos de segurança, além da adoção de dispositivos legais para responsabilizar pessoas acusadas de apoiar ou promover a ofensiva estrangeira.   Fonte: R7 Foto: Adam Gray/Reuters

Leia Mais

Trump diz que não haverá eleições na Venezuela nos próximos 30 dias e sinaliza apoio à reconstrução do país

De acordo com o presidente norte-americano, o projeto pode levar pelo menos 18 meses  O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (5) que não haverá eleições na Venezuela nos próximos 30 dias. Em entrevista à emissora norte-americana NBC News, o republicano declarou que o país “precisa primeiro ser consertado” e que esse processo “vai levar um tempo”.  Segundo Trump, os Estados Unidos avaliam subsidiar empresas petrolíferas para atuar na reconstrução da infraestrutura energética venezuelana. De acordo com o presidente norte-americano, o projeto pode levar pelo menos 18 meses. “Uma quantia enorme terá que ser gasta, e as companhias petrolíferas serão reembolsadas depois por nós ou por meio da receita”, afirmou.  Questionado sobre o atual comando da Venezuela após a captura do ex-líder Nicolás Maduro, ocorrida na madrugada de sábado (3), em Caracas, Trump disse que ele próprio é a “pessoa principal” entre aqueles que lideram o país neste momento.  O presidente norte-americano também informou que o vice-presidente JD Vance, o secretário de Estado Marco Rubio, o secretário de Defesa Pete Hegseth e o vice-chefe de gabinete da Casa Branca, Stephen Miller, estão responsáveis por supervisionar as ações dos Estados Unidos na Venezuela. “É um grupo que abrange tudo. Eles têm conhecimentos diversos, conhecimentos diferentes”, declarou.  Ainda nesta segunda-feira, Delcy Rodríguez, que era vice no governo Maduro, foi empossada como presidente interina da Venezuela. Sobre a nova líder, Trump afirmou que ela tem colaborado com as autoridades norte-americanas. “Tenho a sensação de que ela ama seu país e quer que ele sobreviva”, disse.  Ao ser perguntado se conversou diretamente com Rodríguez, Trump afirmou apenas que Marco Rubio “conversa fluentemente em espanhol com ela” e destacou que o relacionamento entre ambos “tem sido muito forte”.  Trump também indicou que os Estados Unidos podem realizar uma nova operação militar na Venezuela caso a presidente interina deixe de cooperar, embora avalie que isso não será necessário. Segundo ele, uma decisão sobre a manutenção ou suspensão das sanções impostas contra Rodríguez deve ser tomada em breve.  Na entrevista, o presidente dos EUA ressaltou ainda que Washington não está em conflito com Caracas. “Estamos em guerra contra quem vende drogas e contra quem esvazia suas prisões [nos Estados Unidos] com seus viciados”, afirmou. (Renan Isaltino) Fonte: Reuters Foto: arquivo P.V

Leia Mais

Após Venezuela, Trump ameaça tomar Groenlândia e atacar Colômbia

Um dia após bombardear a Venezuela e sequestrar o presidente Nicolás Maduro, o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, ameaçou anexar a Groenlândia, território semiautônomo ligado à Dinamarca, e sugeriu uma ação militar contra o governo da Colômbia, de Gustavo Petro. A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, emitiu nota afirmando que os EUA não têm qualquer direito de anexar nenhum dos países do Reino da Dinamarca. “Tenho que dizer isso muito diretamente aos Estados Unidos: não faz absolutamente nenhum sentido falar sobre a necessidade de os EUA tomarem posse da Groenlândia”, disse Frederiksen. A chefe do Estado europeu lembrou que a Dinamarca faz parte da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e está coberta pela garantia de segurança da aliança militar, que é encabeçada pelos próprios EUA. “Já temos um acordo de defesa entre o Reino e os Estados Unidos, que concede aos EUA amplo acesso à Groenlândia. E nós, por parte do Reino, investimos significativamente em segurança no Ártico”, completou. A primeira-ministra da Dinamarca ainda apelou para o fim das ameaças. “Insisto veementemente para que os EUA cessem as ameaças contra um aliado histórico e contra outro país e outro povo que já deixaram bem claro que não estão à venda”, finalizou. Em uma rede social, o primeiro-ministro da Groenlândia, Jens Frederik Nielsen, disse que a ameaça é inaceitável. “Quando o presidente dos Estados Unidos fala “precisamos da Groenlândia” e nos liga com a Venezuela e intervenção militar, não é só errado. Isto é tão desrespeitoso. Nosso país não é objeto de retórica de superpotência”, comentou. Em entrevista à revista The Atlantic, Trump afirmou, nesse domingo (4), que Washington “precisa” da Groenlândia para a segurança nacional. “[Precisamos da Groenlândia] não por causa dos minerais, temos vários lugares para minerais e petróleo, mais que qualquer país do mundo. Precisamos da Groenlândia para nossa segurança nacional. Se você olhar para Groenlândia, olhar para cima e para baixo da costa, tem navios russos e chineses por todas as partes”, afirmou o chefe da Casa Branca. As ameaças para anexar o território no extremo-norte do continente americano vêm desde que Trump assumiu o governo, em janeiro de 2025. A nova ameaça desse domingo foi rejeitada por outros chefes de Estado europeus, como dos vizinhos Finlândia, Noruega e Suécia. O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, disse que somente a Groenlândia e a Dinamarca devem decidir o futuro do território. “E a Dinamarca é uma aliada próxima na Europa, é uma aliada da Otan e é muito importante que o futuro da Groenlândia seja para o Reino da Dinamarca e para a própria Groenlândia, e somente para a Groenlândia e o Reino da Dinamarca”, disse Starmer à emissora pública inglesa BBC. Colômbia Além da Groenlândia, Trump ameaçou também de uma ação militar na Colômbia, do presidente esquerdista Gustavo Petro, crítico das políticas da Casa Branca para a América Latina. O presidente dos EUA disse que uma ação militar contra o governo Petro “parece bom”. “A Colômbia também está muito doente, administrada por um homem doente, que gosta de produzir cocaína e vendê-la aos EUA”, e ele não vai continuar fazendo isso por muito tempo”, disse Trump a jornalistas. O presidente da Colômbia rejeitou as acusações do presidente estadunidense. “Não sou ilegítimo, nem traficante de drogas; meu único bem é a casa da minha família, que ainda pago com meu salário. Meus extratos bancários foram tornados públicos”, lembrou. “Tenho enorme fé no meu povo, e é por isso que lhes pedi que defendam o presidente contra qualquer ato ilegítimo de violência. A forma de me defenderem é tomar o poder em cada município do país. A ordem para as forças de segurança não é atirar contra o povo, mas sim contra os invasores”, completou.   Fonte: Agência Brasil Foto: REUTERS/Hannibal Hanschke

Leia Mais

Presidente interina da Venezuela defende agenda de colaboração

Em carta pública endereçada ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez (foto), classifica como prioritário avançar para um relacionamento “equilibrado e respeitoso” com o país norte-americano, “baseado na igualdade e não na ingerência”.  No documento, divulgado nas redes sociais, Delcy faz um convite ao governo dos EUA para trabalharem conjuntamente em uma agenda de cooperação, voltada ao desenvolvimento compartilhado, no marco da legalidade internacional e de forma a fortalecer “uma convivência comunitária duradoura”. Diálogo Ela diz: “Presidente Donald Trump, nossos povos e nossa região merecem paz e diálogo, não guerra. Esse sempre foi o predicamento do presidente Nicolás Maduro e é o de toda a Venezuela neste momento. Essa é a Venezuela em que acredito, à qual dediquei minha vida.” A presidente interina conclui a carta destacando que a Venezuela tem direito à paz, ao desenvolvimento, à soberania e ao futuro. Saiba mais No sábado (3), diversas explosões foram registradas em bairros de Caracas. Em meio ao ataque militar, orquestrado pelos Estados Unidos, o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados por forças de elite norte-americanas e levados para Nova York. O ataque marca um novo episódio de intervenções diretas norte-americanas na América Latina. A última vez que os Estados Unidos invadiram um país latino-americano foi em 1989, no Panamá, quando militares norte-americanos sequestraram o então presidente Manuel Noriega, acusando-o de narcotráfico. Assim como fizeram com Noruega, os Estados Unidos acusam Maduro de liderar um suposto cartel venezuelano chamado De Los Soles, sem apresentar provas. Especialistas em tráfico internacional de drogas questionam a existência do cartel. O governo de Donald Trump oferecia uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem à prisão de Maduro. Para críticos, a ação é uma medida geopolítica para afastar a Venezuela de adversários globais dos Estados Unidos, como China e Rússia, além de exercer maior controle sobre o petróleo do país, que é dono das maiores reservas de óleo comprovadas do planeta.   Fonte: Agência Brasil Foto: Maxim Shemetov/Reuters

Leia Mais

Após queda de Maduro, Conselho de Segurança da ONU se reúne com participação do Brasil

Secretário-geral da ONU diz estar ‘profundamente alarmado’ e alerta para risco de violação do direito internacional O CSNU (Conselho de Segurança das Nações Unidas) se reunirá de forma extraordinária nesta segunda-feira (5), às 12h (horário de Brasília), para debater a situação da Venezuela após a operação dos Estados Unidos que resultou na queda do ditador Nicolás Maduro. O encontro foi solicitado pela Colômbia, com apoio de Rússia e China, e o Brasil deve participar. O horário da reunião consta na agenda do CSNU sob o título “Ameaças à paz e segurança internacionais”. É o país presidente do Conselho que define o cronograma do órgão, que atualmente é a Somália. Um diplomata brasileiro observa, na condição de anonimato, que mudanças de horário podem ocorrer e que é normal. A reunião reunirá representantes dos 15 membros e será transmitida pela TV da ONU. Órgão máximo de decisão, o CSNU é composto por 15 países, sendo cinco deles com assento permanente e dez com vagas rotativas. Os membros permanentes são China, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia — todos têm poder de veto. A secretária-geral das Relações Exteriores do Itamaraty, Maria Laura da Rocha, afirmou que o Brasil vai participar da reunião extraordinária do Conselho de Segurança para debater a situação da Venezuela. Por sua vez, o secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou estar “profundamente alarmado” com a ação militar dos EUA na Venezuela. Segundo ele, independentemente da situação no país, tais acontecimentos constituem um “precedente perigoso”. “O Secretário-Geral continua a enfatizar a importância do pleno respeito — por todos — ao direito internacional, incluindo a Carta da ONU. Ele está profundamente preocupado com o fato de as normas do direito internacional não estarem sendo respeitadas”, disse a ONU em um comunicado. No fim do ano passado, o órgão de segurança máxima da ONU se reuniu duas vezes, entre outubro e dezembro, em razão das crescentes tensões entre os EUA e a Venezuela.   Fonte: R7 Foto: Wendys Olivo/Gobierno Bolivariano de Venezuela

Leia Mais

Maduro deixa prisão e chega ao Tribunal Federal de Nova York para audiência

Acusado de liderar esquema internacional de narcotráfico, presidente venezuelano está detido em prisão federal no Brooklyn O ditador venezuelano Nicolás Maduro foi transferido, por volta das 9h30 (no horário de Brasília) desta segunda-feira (5), em um comboio, do Centro de Detenção Metropolitano do Brooklyn, em Nova York, rumo ao tribunal federal de Manhattan, onde participará da primeira audiência perante a Justiça dos Estados Unidos após ser capturado no último sábado (3). A sessão ocorre dois dias após a prisão do líder venezuelano, capturado em território venezuelano durante uma ação militar conduzida pelas Forças Armadas dos Estados Unidos e transferido para solo americano. A audiência marca o primeiro passo formal do novo estágio do processo criminal que tramita contra ele no Distrito Sul de Nova York. Esta será a primeira oportunidade para Maduro se defender das acusações feitas contra ele. O presidente venezuelano havia sido indiciado originalmente em 2020 pelo Ministério Público americano. As acusações contra Maduro Maduro responde por crimes de narcoterrorismo, conspiração para importar cocaína para os Estados Unidos e crimes relacionados ao uso e à posse de metralhadoras e dispositivos explosivos. O presidente da Venezuela está detido no Metropolitan Detention Center, no Brooklyn, unidade prisional federal conhecida pelas más condições de funcionamento e por abrigar presos de alta notoriedade internacional. De acordo com o indiciamento, Nicolás Maduro é acusado de liderar, desde aproximadamente 1999, uma ampla conspiração criminosa que teria utilizado instituições do Estado venezuelano para facilitar o tráfico internacional de drogas e apoiar organizações classificadas como terroristas. Entre os grupos citados estão as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), o ELN (Exército de Libertação Nacional), o Cartel de Sinaloa, os Zetas (ou Cartel del Noreste) e a organização criminosa transnacional Tren de Aragua. Segundo os documentos judiciais, Maduro teria conspirado para distribuir 5 kg ou mais de cocaína, com o conhecimento de que os lucros beneficiariam essas organizações. Ele também é acusado de conspirar para importar a droga ilegalmente para os Estados Unidos, além de fabricar e distribuir cocaína com a consciência de que o entorpecente seria introduzido em território americano. Outras acusações apontam o uso, a posse e a conspiração para posse de metralhadoras e dispositivos destrutivos como forma de proteger e viabilizar as operações de tráfico.   Fonte: R7 Foto: Eduardo Munoz/Reuters

Leia Mais
Nenhuma postagem a exibir

Confira o canal do Portal Veloz No Youtube

×

Buscar no Portal Veloz