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Categoria: Economia

Gastos com material escolar impactam orçamento de 85% das famílias

Valores gastos com esses itens aumentaram ao longo dos últimos anos, passando de R$ 34,3 bilhões em 2021 para R$ 49,3 bilhões   As famílias brasileiras gastaram R$ 49,3 bilhões com materiais escolares em 2024, o que representou um aumento de 43,7% ao longo dos últimos quatro anos. O valor é uma estimativa de pesquisa inédita do Instituto Locomotiva e QuestionPro. O levantamento mostra que essas compras impactam o orçamento de 85% das famílias brasileiras com filhos em idade escolar e que um a cada três compradores pretende parcelar para poder dar conta das despesas para o ano letivo de 2025. Ao todo, foram realizadas 1.461 entrevistas com homens e mulheres com mais de 18 anos em todo o país. Os questionários foram aplicados entre 2 e 4 de dezembro. O estudo mostra que a maioria dos pais e responsáveis de estudantes tanto da rede pública quanto da rede privada disseram que comprará materiais escolares para o ano letivo de 2025: 90% daqueles com filhos em escolas públicas e 96% daqueles com filhos em estabelecimentos privados. A maior parte das famílias precisará comprar materiais escolares solicitados pelas escolas (87%), seguido de uniformes (72%) e livros didáticos (71%). Os pesquisadores estimam que os valores gastos com materiais escolares aumentaram ao longo dos últimos anos, passando de um montante nacional de R$ 34,3 bilhões em 2021 para os atuais R$ 49,3 bilhões. “É um gasto que vem crescendo e vem aumentando também o seu peso no orçamento dos famílias com filhos”, destaca o diretor de Pesquisa do Instituto Locomotiva, João Paulo Cunha. Cunha ressalta que esse impacto ocorre tanto para famílias com filhos em escolas públicas e também nas privadas. “Muita gente acha que pais que estão com filhos em escolas públicas, por, teoricamente, ganharem o uniforme, o material, não têm nenhum gasto. Mas a realidade é muito diferente. Praticamente todos os pais que têm filhos em escolas públicas acabam tendo que, pelo menos, complementar parte do material escolar, parte do uniforme, e acabam também tendo um peso no orçamento doméstico por conta disso.” A estimativa é que a maior parte dos gastos se concentre na classe B, R$ 20,3 bilhões; e na classe C, R$ 17,3 bilhões. Juntas, elas são responsáveis por 76% dos gastos nacionais. A região Sudeste concentra a maior porcentagem dos gastos, 46%, seguida pelo Nordeste, 28%. O menor percentual está na Região Norte, 5%. Esses valores impactam os orçamentos de 85% das famílias com filhos em idade escolar. O impacto é maior para as famílias de classe C, em que 95% disseram que os materiais impactam o orçamento familiar. Entre todos os entrevistados, 38% disseram que têm muito impacto no orçamento e 47%, que têm algum impacto. Apenas para 15% as compras de volta às aulas não têm impacto. “Isso acaba tendo que sair de outros lugares. Cada família vai ter um arranjo diferente para conseguir ter esse tipo de gasto. Alguns vão ter que recorrer ao crédito, outros vão ter que tirar do guardado, mas o fato é que a maioria relata o peso e o impacto no orçamento doméstico”, enfatiza Cunha. Diante dessa situação, 35% disseram que irão recorrer ao parcelamento nas compras para o ano letivo de 2025. Entre as famílias da classe C, essa porcentagem sobe para 39%. A maioria, no entanto, 65%, pretende pagar à vista. Entre as classes A e B, essa porcentagem é ainda maior, 71%. Materiais escolares De acordo com a Associação Brasileira de Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares, os aumentos dos custos com materiais escolares se dão principalmente por conta de fatores como inflação anual e elevação nos custos de produção, além dos preços de frete marítimo, no caso dos importados, e alta do dólar. Para 2025, a entidade estima um aumento entre 5% e 9%. Segundo o presidente Executivo da ABFIAE, Sidnei Bergamaschi, muitos itens que compõem as listas escolares são importados, como mochilas e estojos. “Os itens que compõem a cesta, a lista escolar, vários deles são itens importados. E aí, obviamente, quando você pega um ano que tem uma taxa de dólar mais alta, quando você pega um período como, por exemplo, pós-pandemia, que o frete marítimo internacional explodiu, o mundo se tornou cinco vezes mais caro do que ele custava, tudo isso acaba tendo algum impacto de custo e que vai terminar lá sempre para o consumidor”, diz Bergamaschi. A associação defende programas públicos para aquisição de material escolar, como o chamado Programa Material Escolar, implementado no Distrito Federal e nos municípios de São Paulo e Foz do Iguaçu, por meio do qual o poder público oferece crédito a estudantes de escolas públicas para a aquisição dos materiais. “Isso tem permitido que alunos da rede pública possam acessar materiais diferentes e possam também comprar somente aquilo que ele precisa e aquilo que às vezes ele não tinha acesso”, diz o presidente da entidade. A ABFIAE defende ainda a redução de impostos cobrados para esses produtos. Segundo a entidade, em alguns itens, os tributos chegam a representar 50% do valor do produto. “Nós fizemos esse pleito na reforma tributária, que ele fosse enquadrado junto com alguns itens que foram reduzidos, porque hoje você tem, normalmente, na faixa de 40%, até mais de 40% de impostos nos itens da lista escolar. Então, isso tem um peso grande no valor final”, ressalta. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

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Receita paga hoje lote da malha fina do Imposto de Renda

Cerca de 144 mil contribuintes receberão R$ 448,96 milhões Aproximadamente 144 mil contribuintes que caíram na malha fina e regularizaram as pendências com o Fisco acertarão as contas nesta segunda-feira (30). A Receita Federal pagará o lote da malha fina de dezembro. O pagamento também contempla restituições residuais de anos anteriores.Ao todo, 144.225 contribuintes receberão R$ 448,96 milhões. Desse total, R$ 290,87 milhões irão para contribuintes com prioridade no reembolso. Por causa das enchentes no Rio Grande do Sul, neste ano, os contribuintes gaúchos foram incluídos na lista de prioridades. Em relação à lista de prioridades, a maior parte – 64.089 contribuintes – informou a chave Pix do tipo Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) na declaração do Imposto de Renda ou usou a declaração pré-preenchida. Desde o ano passado, a informação da chave Pix dá prioridade no recebimento. Em segundo, há 27.264 contribuintes entre 60 e 79 anos. Em terceiro, aparecem 7.435 contribuintes residentes no Rio Grande do Sul. Em quarto, estão 5.997 pessoas cuja maior fonte de renda é o magistério. Os demais contribuintes prioritários são 5.617 idosos acima de 80 anos e 2.697 pessoas com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave. Chave PIX A lista é concluída com 31.126 contribuintes que não informaram a chave PIX e não se encaixam em nenhuma das categorias de prioridades legais. Aberta desde o último dia 23, a consulta pode ser feita na página da Receita Federal na internet. Basta o contribuinte clicar em Meu Imposto de Renda e, em seguida, no botão Consultar a Restituição. Também é possível fazer a consulta no aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones. O pagamento será feito na conta ou na chave Pix do tipo Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) informada na declaração do Imposto de Renda. Caso o contribuinte não esteja na lista, deverá entrar no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e tirar o extrato da declaração. Se houver pendência, a pessoa pode enviar uma declaração retificadora e esperar os próximos lotes da malha fina. Prazo para resgate Se, por algum motivo, a restituição não for depositada na conta informada na declaração – como no caso de conta desativada – os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil. Nesse caso, o cidadão poderá agendar o crédito em qualquer conta bancária em seu nome, por meio do Portal BB ou ligando para a Central de Relacionamento do banco, nos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos). Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição depois de um ano, deverá requerer o valor no Portal e-CAC. Ao entrar na página, a pessoa deve acessar o menu Declarações e Demonstrativos, clicar em Meu Imposto de Renda e, em seguida, no campo “Solicitar restituição não resgatada na rede bancária“. Fonte: Agência Brasil Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

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IPVA 2025: valor já está disponível para consulta e pagamento na rede bancária

É possível realizar a consulta por meio dos terminais de autoatendimento, internet banking e aplicativos bancários   Os proprietários de veículos registrados no Estado de São Paulo já podem conferir o valor do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) de 2025 em toda a rede bancária. A consulta pode ser realizada nos terminais de autoatendimento, internet banking e aplicativos de celular disponibilizados pelos bancos, com o número do Renavam. Também é possível verificar diretamente na página do IPVA, no portal da Secretaria da Fazenda e Planejamento (Sefaz-SP), clicando aqui, mediante o número do Renavam e placa do veículo. A Sefaz-SP disponibiliza, ainda, consulta ao valor venal do automóvel para 2025 no Sistema de Veículos (Sivei), bastando ao proprietário informar a placa do veículo. O proprietário tem até a data de vencimento da placa (veja tabela) para quitar o imposto. Em janeiro, é possível antecipar o pagamento em cota única, com desconto de 3% – essa opção é atrativa, pois apresenta um rendimento maior que o da poupança, por exemplo. Também em janeiro é a data para quem decidir pagar tributo parcelado, devendo recolher a primeira parcela. É possível pagar o imposto em até cinco vezes.* Formas de pagamento Para efetuar o pagamento do IPVA 2025, basta o contribuinte utilizar a rede bancária credenciada, com o número do RENAVAM (Registro Nacional de Veículo Automotor). No estado de São Paulo, o Pix é a forma preferencial de pagamento, sendo mais rápido, fácil e confirmado imediatamente. O recolhimento é feito por meio de QR code, gerado exclusivamente no site da Sefaz-SP, junto a cerca de 800 instituições financeiras, contemplando especialmente os cidadãos com contas digitais e que não possuem conta nos grandes bancos. As tradicionais formas de pagamento estão mantidas. É possível efetuar o recolhimento pela internet, nos terminais de autoatendimento ou outros canais oferecidos pela instituição bancária. Também é possível realizar o pagamento em casas lotéricas e com cartão de crédito, nas empresas credenciadas à Sefaz-SP. Calendário de pagamento Os proprietários poderão escolher entre as seguintes formas de pagamento com vencimentos de acordo com o final de placa: À vista: – Cota única em janeiro com desconto de 3%; – Cota única em fevereiro, sem desconto; ​Parcelamento, sem desconto: – Em 3 vezes, de janeiro a março (IPVA entre R$ 222,12 e R$ 296,16); – Em 4 vezes, de janeiro a abril (IPVA entre R$ 296,16 e R$ 370,20); – Em 5 vezes, de janeiro a maio (IPVA acima de R$ 370,20) Os caminhões têm prazos diferenciados: para o pagamento integral em janeiro é concedido desconto de 3%. Aos que escolherem pagar em cota única, sem desconto, o vencimento será em 22 de abril. Para os proprietários que optarem pelo parcelamento em três, quatro ou cinco vezes, sem desconto, os vencimentos são em 20 de março, 20 de maio, 20 de julho, 20 de agosto e 20 de setembro. (veja as tabelas completas abaixo).  Calendário de vencimento do IPVA 2025  Automóveis, Camionetas, Caminhonetes, Ônibus, Micro-ônibus, Motos e similares Mês janeiro fevereiro março abril maio Parcela 1ª Parcela ou Cota Única COMDesconto 2ª Parcela ou Cota Única SEM Desconto 3ª Parcela 4ª Parcela 5ª Parcela Placa Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Final 1 13/jan 13/fev 13/mar 13/abr 13/mai Final 2 14/jan 14/fev 14/mar 14/abr 14/mai Final 3 15/jan 15/fev 15/mar 15/abr 15/mai Final 4 16/jan 16/fev 16/mar 16/abr 16/mai Final 5 17/jan 17/fev 17/mar 17/abr 17/mai Final 6 20/jan 20/fev 20/mar 20/abr 20/mai Final 7 21/jan 21/fev 21/mar 21/abr 21/mai Final 8 22/jan 22/fev 22/mar 22/abr 22/mai Final 9 23/jan 23/fev 23/mar 23/abr 23/mai Final 0 24/jan 24/fev 24/mar 24/abr 24/mai Caminhões e Caminhões-tratores Mês janeiro março abril maio julho agosto setembro Parcela Cota Única COM Desconto 1ª Parcela Cota Única SEM Desconto 2ª Parcela 3ª Parcela 4ª Parcela 5ª Parcela Placa Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Vencimento Final 1 13/jan 20/mar 22/abr 20/mai 20/jul 20/ago 20/set Final 2 14/jan Final 3 15/jan Final 4 16/jan Final 5 17/jan Final 6 20/jan Final 7 21/jan Final 8 22/jan Final 9 23/jan Final 0 24/jan Todas as informações sobre IPVA podem ser consultadas na página do IPVA no portal da Sefaz-SP. Foto: Governo de SP

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Prazo para pagar Darf, Simples e Previdência acaba hoje

Guias emitidas em 31 de dezembro podem gerar multas   Pessoas físicas e empresas devem estar atentas ao pagamento das obrigações tributárias. Acaba nesta segunda-feira (30) o prazo para a emissão do Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf), do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) e da Guia da Previdência Social (GPS). As guias emitidas nesta segunda-feira devem ser pagas hoje, último dia de atendimento ao público nas agências e de realização de operações bancárias. Os documentos emitidos em 31 de dezembro terão os vencimentos transferidos para 2025, o que pode gerar multas e irregularidades aos contribuintes. A obrigação vale tanto para os pagamentos mensais correntes, como impostos, contribuições para a Previdência Social e guias do Simples Nacional e do microempreendedor individual (MEI), como para os contribuintes que renegociaram débitos com a Receita Federal e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). Os pagamentos de transações tributárias – acordos especiais baseados na capacidade de pagamento do devedor – também vencem nesta segunda. Horários reduzidos Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), em 25 de dezembro (Natal) e 1º de janeiro (ano-novo), feriados nacionais, as compensações bancárias não serão efetivadas porque não há expediente bancário nessas datas, incluindo a Transferência Eletrônica Disponível (TED). Somente o Pix, que funciona 24 horas por dia, poderá ser feito normalmente. O último dia útil do ano para atendimento presencial ao público – com expediente normal para a realização de todas as operações bancárias – será nesta segunda-feira (30). Em 31 de dezembro, terça-feira, também não há expediente bancário, e as compensações bancárias não serão efetivadas. Em relação às agências da PGFN, haverá expediente reduzido no dia 31. O devedor pode consultar, no Portal Regularize, os canais de atendimento e a possibilidade de falar com um servidor da PGFN nas agências regionais. Em 2 de janeiro, os bancos e as agências da Receita e da PGFN funcionarão normalmente para atendimento presencial onde não há feriado municipal.   Fonte: Agência Brasil Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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Calendário INSS 2025: confira as datas de pagamento para o próximo ano

O calendário INSS 2025 já está disponível para a consulta dos segurados, confira aqui os dias de pagamento do benefício   O calendário INSS 2025 foi oficialmente divulgado pelo Instituto Nacional de Seguro Social, facilitando a aposentados e pensionistas a consulta das datas de pagamento dos benefícios. Os depósitos das aposentadorias, pensões e demais auxílios devem ser pagos já com o reajuste do salário mínimo, que deve ser fixado em R$ 1518 pelo Governo Federal. Qual é o calendário do INSS para 2025 Anualmente, o INSS divulga o calendário de pagamento dos seus benefícios, mantendo seus beneficiários informados sobre as datas de embolso. A forma de organização do pagamento leva como critério o último número do cartão do benefício, desconsiderando o dígito verificador, localizado após o traço. Dessa forma, para os segurados que recebem até um salário mínimo, o pagamento iniciará no dia 27 de janeiro, voltado para aqueles que possuem o benefício terminado em 1. Já para quem recebe acima dessa quantia, a remuneração começa a ser feita a partir do dia 3 de fevereiro, exclusiva para os beneficiários cujos cartões acabam com o dígito 1 ou 6. Para a consulta rápida das datas do calendário INSS 2025, os segurados podem acessar o site Meu INSS, acessar a opção “Calendário de Pagamentos” e clicar em “Baixar Documento”. Qual a diferença entre as datas de pagamento? O INSS diferencia o pagamento entre os segurados que recebem o valor mínimo de pensão, aposentadoria e auxílio, equivalente a um salário mínimo, dos beneficiários contemplados com valores acima dessa quantia. Assim, seguindo a numeração do cartão benefício do INSS, cada pessoa poderá receber o provento em datas específicas. Nas listas abaixo, você irá acompanhar as datas iniciais e finais de pagamento para cada grupo. Para informações mais completas, acesse o site oficial do instituto. Pagamentos para quem recebe até 1 salário mínimo Final 1: Primeiro pagamento em 27 de janeiro e último pagamento em 22 de dezembro de 2025. Final 2: Primeiro pagamento em 28 de janeiro e último pagamento em 23 de dezembro de 2025 Final 3: Primeiro pagamento em 29 de janeiro e último pagamento em 26 de dezembro de 2025 Final 4: Primeiro pagamento em 30 de janeiro e último pagamento em 29 de dezembro de 2025 Final 5: Primeiro pagamento em 31 de janeiro e último pagamento em 30 de dezembro de 2025 Final 6: Primeiro pagamento em 3 de fevereiro e último pagamento em 2 de janeiro de 2026 Final 7: Primeiro pagamento em 4 de fevereiro e último pagamento em 5 de janeiro de 2026 Final 8: Primeiro pagamento em 5 de fevereiro e último pagamento em 6 de janeiro de 2026  Final 9: Primeiro pagamento em 6 de fevereiro e último pagamento em 7 de janeiro de 2026 Final 0: Primeiro pagamento em 7 de fevereiro e último pagamento em 8 de janeiro de 2026 Pagamentos para quem recebe acima de 1 salário mínimo: Final 1 e 6: Primeiro pagamento em 3 de fevereiro e último pagamento em 2 de janeiro de 2026  Final 2 e 7: Primeiro pagamento em 4 de fevereiro e último pagamento em 5 de janeiro de 2026  Final 3 e 8: Primeiro pagamento em 5 de fevereiro e último pagamento em 6 de janeiro de 2026 Final 4 e 9: Primeiro pagamento em 6 de fevereiro e último pagamento em 7 de janeiro de 2026 Final 5 e 0: Primeiro pagamento em 7 de fevereiro e último pagamento em 8 de janeiro de 2026 Como realizar a consulta do benefício do INSS Com as facilidades advindas da tecnologia, os aposentados e pensionistas do INSS não precisam mais se dirigir a uma agência do órgão para tirar dúvidas sobre o pagamento e situação dos benefícios aos quais tem direito. Atualmente, todas essas informações estão disponíveis no site meu INSS, que contempla serviços que vão da solicitação de auxílio à consulta do calendário INSS 2025. Essa busca pode ser facilmente realizada por meio do número de CPF do segurado, acessando o site ou aplicativo Meu INSS. Confira a seguir os passos para fazer essa pesquisa: Acesse o site do Meu INSS Faça o login usando o número do CPF e senha cadastrada, clicando em “Entrar com gov.br” Na tela de acesso inicial, irá aparecer o nome e o número do benefício para a consulta do aposentado/pensionista O aposentado ou pensionista também poderá acessar o portal sem senha e utilizar outros serviços, como fazer um novo pedido, verificar o calendário de pagamento ou comunicar acidente de trabalho, por exemplo. O site também facilita o atendimento através do chat virtual, que pode solucionar eventuais questões pontuais que envolvem o pagamento. Caso prefira, o segurado pode fazer a consulta benefício pelo CPF usando o telefone. Para isso, é preciso ligar para o telefone 135, de segunda-feira a sábado, das 7h às 22h.  

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Setor público tem déficit primário de R$ 6,6 bilhões em novembro, revela Banco Central

Resultado apresentou redução significativa na comparação com os últimos dois anos   O setor público consolidado (governo central, estados, municípios e estatais, com exceção de Petrobras e Eletrobras) teve déficit primário de R$ 6,620 bilhões em novembro, após superávit de R$ 36,883 bilhões em outubro, informou o Banco Central nesta segunda-feira (30). O superávit veio em linha com a mediana da pesquisa com os analistas do mercado financeiro, que indicava saldo negativo de R$ 6,855 bilhões. As estimativas para esta leitura, todas de déficit, variavam de R$ 11,7 bilhões a R$ 4,4 bilhões. O resultado primário reflete a diferença entre as receitas e despesas do setor público, antes do pagamento dos juros da dívida pública. O déficit de novembro apresentou uma redução significativa na comparação com os últimos dois anos, quando o resultado negativo foi de R$ 20,09 bilhões e R$ 37,27 bilhões, em 2022 e 2023, respectivamente. Em 2021, o resultado havia sido um superávit de R$ 15,034 bilhões. Composição O resultado do setor público foi composto por um déficit primário de R$ 5,681 bilhões do governo central (Tesouro Nacional, Banco Central e INSS); superávit primário de R$ 405 milhões nos estados e municípios; e déficit de R$ 1,343 bilhão das empresas estatais. Isoladamente, os estados tiveram superávit de R$ 2,016 bilhão e os municípios, déficit de R$ 1,611 milhão. Acumulado no ano As contas do setor público consolidado acumularam um déficit primário de R$ 63,298 bilhões de janeiro a novembro de 2024, o equivalente a 0,59% do PIB (Produto Interno Bruto), informou o Banco Central. No mesmo período de 2023, o déficit acumulado era de R$ 249,124 bilhões (2,28% do PIB). O déficit no ano é composto por um saldo negativo de R$ 72,092 bilhões nas contas do governo central (0,67% do PIB), superávit de R$ 17,903 bilhões nos estados e municípios (0,17% do PIB) e déficit de R$ 9,108 bilhões nas empresas estatais (0,08% do PIB). Isoladamente, os estados têm superávit de R$ 35,973 bilhões no acumulado do ano e os municípios, saldo negativo de R$ 18,070 bilhões. Acumulado em 12 meses O setor público consolidado teve déficit primário de R$ 192,871 bilhões no acumulado de 12 meses até novembro, o equivalente a 1 65% do PIB, informou o Banco Central. Até outubro, o déficit acumulado era de R$ 223,521 bilhões, ou 1,93% do PIB (dado revisado). O resultado negativo em 12 meses é composto por um déficit de R$ 199,667 bilhões do governo central (1,71% do PIB), saldo positivo de R$ 38,572 bilhões nos estados (0,33% do PIB), rombo de R$ 23,609 bilhões nos municípios (0,20% do PIB) e resultado negativo de R$ 8,167 bilhões nas empresas estatais (0,07% do PIB). Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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Mercado financeiro eleva previsão de Inflação e do dólar para 2025

De acordo com o relatório, IPCA fechará o ano que vem em 4,96% O mercado financeiro elevou a previsão de inflação para o próximo ano pela 11ª vez seguida e a do dólar pela nona vez consecutiva. De acordo com agentes do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC), o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve fechar 2025 em 4,96%. No último boletim, divulgado na semana passada, o mercado previa um IPCA de 4,86% para o próximo ano. A previsão consta no Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (30) pelo Banco Central (BC). O relatório semanal reúne as expectativas de agentes do mercado financeiro, como bancos de investimento, gestores de ativos e outras instituições do mercado. A estimativa do Boletim Focus é mais pessimista que as previsões oficiais. O governo federal estima um IPCA de 3,1% para o próximo ano, segundo a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2025 aprovada no Congresso Nacional. Dólar Pela nona vez consecutiva, o Boletim Focus elevou a previsão do preço do dólar para 2025. De acordo com o relatório, a previsão é que a moeda custe, em média, R$ 5,96 no próximo ano. Há uma semana, o Boletim Focus estimava um dólar à R$ 5,90. Por sua vez, a LDO aprovada no Parlamento prevê uma taxa de câmbio média de R$ 4,98 para o próximo ano. Por outro lado, o Boletim Focus manteve nesta semana a previsão para a taxa Selic de 2025, que é a taxa básica de juros definida pelo Banco Central. O mercado manteve a estimativa de uma Selic a 14,75% ao ano em 2025. Atualmente, a Selic está em 12,25% ao ano. Porém, o Boletim elevou a previsão da Selic para 2026, quando avalia que a taxa será de 12% ao ano. Na semana passada, o mercado estimava que a Selic em 2026 ficaria em 11,75%. Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), o Boletim Focus prevê um crescimento de 1,8% em 2025. Há uma semana, o mercado estimava um PIB de 1,9% no próximo ano. Esta é a segunda semana seguida que o mercado financeiro reduz a estimativa do PIB para 2025. De acordo com os números oficiais previstos na LDO, o PIB em 2025 será de 2,5%.   Fonte: Agência Brasil Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

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Dólar sobe para R$ 6,19 com indefinição sobre emendas parlamentares

Bolsa cai 0,67% e volta a atingir o menor nível em mais de seis meses   Em um dia de poucas negociações no mercado financeiro e sem intervenções do Banco Central (BC), o dólar aproximou-se de R$ 6,20 com indefinição sobre as emendas parlamentares. A bolsa de valores caiu e voltou a atingir o menor nível em mais de seis meses. O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (27) vendido a R$ 6,193, com alta de R$ 0,016 (+0,26%). A cotação operou em leve alta durante toda a sessão. Por diversas vezes ao longo do dia, chegou a ultrapassar os R$ 6,21, mas desacelerou na hora final de negociação. Apenas nesta semana, a moeda norte-americana subiu 2%. O BC interveio no mercado apenas uma vez, na quinta-feira (26), quando vendeu US$ 3 bilhões das reservas internacionais. Em dezembro, a autoridade monetária injetou quase US$ 31 bilhões no mercado de câmbio, o maior volume mensal desde a criação do regime de metas de inflação, em 1999. O mercado de ações teve um dia mais tenso. O índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 120.269 pontos, com recuo de 0,67%. Com queda acumulada de 1,5% na semana, o indicador atingiu o menor nível desde 19 de junho. Com a indefinição no mercado internacional, os fatores internos pesaram mais nesta sexta-feira. O dólar não apresentou uma tendência ante as principais moedas, subindo perante umas e descendo diante de outras, em um dia de poucas negociações em todo o planeta. No Brasil, o mercado reagiu ao futuro das emendas parlamentares. Isso porque os investidores não sabem se serão executadas antes do fim do ano, elevando os gastos do governo no fim de 2024, transferidas para 2025 ou parcialmente canceladas. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino deu prazo até as 20h de hoje para a Câmara dos Deputados responder a quatro questionamentos sobre o pagamento de emendas parlamentares. O prazo foi dado pelo ministro após a Câmara pedir a reconsideração da liminar de Dino que suspendeu o pagamento de R$ 4,2 bilhões em emendas de comissão. *Com informações da Reuters Fonte: Agência Brasil

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Bandeira tarifária de janeiro se mantém verde, sem cobrança extra

Cheia dos reservatórios evitará acréscimos na conta de luz   A melhora das condições de geração de energia, em especial devido às chuvas que melhoraram os níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas, garantiram a manutenção da bandeira tarifária verde para o mês de janeiro de 2025. Com isso, não será cobrado valor adicional nas contas de luz dos brasileiros, informou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). “A bandeira tarifária permaneceu verde de abril de 2022 até julho de 2024. A boa notícia se repetiu em dezembro de 2024 e será mantida em janeiro de 2025 devido a permanência das condições favoráveis de geração de energia no país”, justificou a Aneel. De acordo com a agência, os níveis dos reservatórios aumentaram com a chegada do período chuvoso, o que resultou em aumento da geração das usinas hidrelétricas. “Dessa forma, se aciona menos empreendimentos com energia mais cara, como é o caso das usinas termelétricas”, acrescentou em nota divulgada nesta sexta-feira (27). Bandeiras tarifárias Criadas em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias. Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimos de R$ 1,885 (bandeira amarela), R$ 4,463 (bandeira vermelha patamar 1) e R$ 7,877 (bandeira vermelha patamar 2) a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. De setembro de 2021 a 15 de abril de 2022, vigorou uma bandeira de escassez hídrica de R$ 14,20 extras a cada 100 kWh.   Fonte: Agência Brasil Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Inflação do aluguel fecha 2024 com alta de 6,54%

Contratos que vencem em dezembro já serão reajustados em janeiro após índice registrar aumento de 0,94%   O IGP-M (Índice Nacional de Preços – Mercado), indicador responsável pelo reajuste da maior parte dos contratos de aluguel no Brasil, desacelerou em dezembro, registrando uma variação de 0,94% em relação a novembro, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (27) pelo Ibre (Instituto Brasileiro de Economia) da FGV (Fundação Getulio Vargas). Com a variação, o índice acumula alta de 6,54% nos últimos 12 meses. O resultado mostra que os contratos atrelados ao indicador com vencimento em janeiro de 2025 sofrerão reajustes. Em novembro, o índice subiu 1,3%. O percentual acumulado do IGP-M é aquele que é repassado às locações com aniversário de vencimento no próximo mês. Para efeitos de comparação, em dezembro de 2023, o IGP-M teve alta de 0,74% no mês e acumulava queda de 3,18% em 12 meses. Índice de reajuste do aluguel O inquilino deve estar atento ao indicador de reajuste que está no contrato de locação, porque, depois da pandemia da Covid-19, muitas negociações passaram a usar o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a inflação oficial do país, como indexador nos novos contratos. O cálculo do IGP-M leva em conta a variação de preços de bens e serviços, bem como de matérias-primas utilizadas na produção agrícola e industrial e na construção civil. Por isso, a variação é diferente daquela apresentada pela inflação oficial, que calcula os preços com base em uma cesta de bens determinada para famílias com renda de até 40 salários mínimos. Foto: Andre Borges/Agência Brasília

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