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Categoria: Economia

INSS começa a pagar benefícios de fevereiro; Carnaval interrompe depósitos

O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) inicia nesta segunda-feira (24) o pagamento das aposentadorias, pensões e demais benefícios referentes a fevereiro. No entanto, os depósitos serão interrompidos devido ao feriado de Carnaval no início de março, impactando o cronograma de pagamentos. A pausa ocorre porque o feriado interfere no quinto dia útil do mês, quando normalmente são feitos os pagamentos de salários e benefícios. Apesar de não ser um feriado nacional, muitas empresas concedem folga aos funcionários, e bancos e agências da Previdência Social não terão expediente nos dias 3 e 4 de março. Os depósitos serão retomados na quinta-feira (6), já que na Quarta-feira de Cinzas (5) as agências bancárias funcionarão apenas a partir das 12h, e as unidades do INSS atenderão somente quem tiver horário agendado. Calendário de pagamentos Receberá o benefício nesta segunda-feira o segurado que tem final de benefício número 1 (sem considerar o dígito verificador) e recebe um salário mínimo, atualmente fixado em R$ 1.518. Os pagamentos para essa faixa seguem até sexta-feira (28), para aqueles com final de benefício número 5. Os depósitos serão retomados na quinta-feira (6), já que na Quarta-feira de Cinzas (5) as agências bancárias funcionarão apenas a partir das 12h, e as unidades do INSS atenderão somente quem tiver horário agendado. Calendário de pagamentos Receberá o benefício nesta segunda-feira o segurado que tem final de benefício número 1 (sem considerar o dígito verificador) e recebe um salário mínimo, atualmente fixado em R$ 1.518. Os pagamentos para essa faixa seguem até sexta-feira (28), para aqueles com final de benefício número 5. Para quem recebe até um salário mínimo, os pagamentos ocorrem nas seguintes datas: final 1 no dia 24 de fevereiro; final 2 no dia 25 de fevereiro; final 3 no dia 26 de fevereiro; final 4 no dia 27 de fevereiro; final 5 no dia 28 de fevereiro; final 6 no dia 6 de março; final 7 no dia 7 de março; final 8 no dia 10 de março; final 9 no dia 11 de março; e final 0 no dia 12 de março. Já para quem recebe acima de um salário mínimo, os pagamentos são: finais 1 e 6 no dia 6 de março; finais 2 e 7 no dia 7 de março; finais 3 e 8 no dia 10 de março; finais 4 e 9 no dia 11 de março; e finais 5 e 0 no dia 12 de março. Previsão de pagamentos do INSS em 2025 O calendário do INSS é definido anualmente, e as datas de pagamento para o restante do ano já foram divulgadas. Em março, os pagamentos ocorrem entre os dias 24 de março e 7 de abril. Em abril, entre os dias 24 de abril e 8 de maio. Em maio, os depósitos acontecem entre os dias 26 de maio e 6 de junho. No mês de junho, os pagamentos estão programados para ocorrer entre os dias 24 de junho e 7 de julho. Em julho, entre os dias 24 de julho e 7 de agosto. Para agosto, as datas vão de 25 de agosto a 5 de setembro. No final do ano, os pagamentos de setembro serão entre 27 de setembro e 7 de outubro. Em outubro, entre os dias 27 de outubro e 7 de novembro. Em novembro, os beneficiários recebem entre 24 de novembro e 5 de dezembro. Por fim, os pagamentos de dezembro começam no dia 22 de dezembro e seguem até 8 de janeiro de 2026. As datas seguem sem alterações, e não há previsão de atrasos nos pagamentos aos beneficiários. Fonte: R7 Foto: José Cruz/Agência Brasil

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Ondas de calor causaram prejuízo de ao menos R$ 170 milhões em 10 anos no país

O Brasil deve enfrentar uma nova onda de calor neste fim de semana, principalmente, na região sul do país, aponta previsões do Inmet (Instituto Nacional de Metereologia). Se confirmada, essa será a terceira do ano. Em 10 anos, é estimado que o fenômeno tenha causado um prejuízo de R$ 170 milhões em setores públicos e privados, segundo dados do Atlas Digital, ligado ao Ministério do Desenvolvimento Regional, que consideram o período entre 2014 e 2023. Além do centro-oeste gaúcho, pode ser que o calor influencie as temperaturas do oeste e sul de São Paulo e o sudoeste de Mato Grosso do Sul. Em janeiro, a primeira onda de calor ocorreu entre os dias 17 e 23, enquanto a segunda aconteceu entre os dias 2 e 12 de fevereiro, ambas no Rio Grande do Sul. Apesar das altas temperaturas registradas no Rio de Janeiro e São Paulo nas últimas semanas, o Inmet informou que o fenômeno não foi confirmado, uma vez que o calor registrado nas regiões ocorreram apenas em áreas pontuais dos estados. Segundo a OMM (Organização Meteorológica Mundial), uma onda de calor ocorre quando as temperaturas máximas diárias superam em 5 °C ou mais a média mensal durante, no mínimo, cinco dias consecutivos. “Além disso, essas condições devem abranger uma área ampla, e não ser pontuais como tem ocorrido nos últimos dias”, informou o instituto em nota. De acordo com a plataforma, o setor privado registrou o maior prejuízo, chegando a R$ 169 milhões no período, prejudicando, principalmente, o agronegócio. Já o prejuízo público alcançou R$ 149 mil. Além disso, ao menos 13,43 mil pessoas foram afetadas pelo fenômeno, uma média, de 1,3 mil por ano. Outra pesquisa feita pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Fundação Oswaldo Cruz e a Universidade de Lisboa mostra que, entre 2000 e 2018, as ondas de calor mataram ao menos 48 mil pessoas no Brasil. As mortes superam em mais de 20 vezes o número de fatalidades por deslizamentos de terra no período. A pesquisa analisou as 14 regiões metropolitanas mais populosas do Brasil, entre elas Manaus, Belém, Fortaleza, Salvador, Recife, São Paulo e Rio de Janeiro. Veja cuidados Beba bastante líquido; Evite atividades físicas durante os períodos mais quentes e secos do dia; Evite exposição ao sol nas horas mais quentes; Use hidratante para a pele e umidifique o ambiente; Evite bebidas diuréticas, como café e álcool; e Em caso de dúvidas ligue para a Defesa Civil (telefone 199) ou ao Corpo de Bombeiros (telefone 193). Brasil registrou 20 ondas de calor desde 2023 Dados do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) mostram que, desde 2023, o país registrou 20 ondas de calor, com temperaturas que chegaram a 44,8 °C. Há dois anos, o Brasil teve nove notificações do fenômeno, a mesma quantidade percebida no ano passado. Um estudo feito pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) aponta que houve aumento gradual das ondas de calor ao longo de 60 anos, considerando os anos entre 1961 a 2020, e para praticamente todo o Brasil. No período de referência, entre 1961 a 1990, o número de dias com ondas de calor não ultrapassava sete. Para o período de 1991 a 2000 subiu para 20 dias; entre 2001 e 2010 atingiu 40 dias; e de 2011 a 2020, o número de dias com ondas de calor chegou a 52 dias. Informações do instituto também mostram que a temperatura média do país aumentou desde 2021. Veja os registros de cada ano: 2020: 24,4 °C 2021: 24,3 °C 2022: 24,1 °C 2023: 24,9 °C 2024: 25 °C Fonte: R7

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Dólar volta a subir por conta de ‘novo coronavírus’

Na última sexta-feira (21), o mercado financeiro enfrentou turbulências devido às incertezas em relação ao governo de Donald Trump e à descoberta de um novo tipo de coronavírus na China. O dólar comercial teve sua primeira alta semanal em sete semanas, encerrando o dia vendido a R$ 5,731, com um aumento de R$ 0,026 (+0,46%). Durante a maior parte do dia, o dólar operou em queda, chegando a R$ 5,69 por volta das 13h45. No entanto, a cotação começou a subir à tarde após o jornal britânico Daily Mail divulgar a notícia de que um novo coronavírus descoberto em morcegos na China tem potencial de transmissão entre humanos. Com isso, a moeda norte-americana subiu 0,58% na semana, acumulando uma queda de 7,26% em 2025. A notícia do novo vírus também impactou o mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 127.128 pontos, com uma queda de 0,37%. A queda foi influenciada tanto pelo mercado internacional quanto pela baixa no preço do petróleo, afetando os países emergentes. As bolsas norte-americanas também registraram quedas após a divulgação sobre o novo coronavírus, afetando o mercado global. Mesmo com a queda dos juros dos títulos norte-americanos, considerados os investimentos mais seguros, o dólar não sofreu uma baixa significativa como costuma ocorrer. Fonte: R7

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Trump decreta fim da moeda de um centavo nos EUA

O humilde centavo de dólar, o penny, esquecido ator principal de cofrinhos e porta-copos de carros por toda parte, pode estar com os dias contados. O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou no início de fevereiro que ordenou que o governo interrompesse a produção da moeda de um centavo de dólar, cujo poder de compra ficou no passado. Aqueles que defendem abandonar o centavo mencionam seu alto custo de produção – que atualmente é de quase 4 centavos por moeda, segundo a Casa da Moeda dos EUA – e sua utilidade limitada. Os fãs da moeda mencionam sua utilidade em campanhas beneficentes e o custo relativamente baixo de produção em comparação com a moeda de 5 centavos, o níquel, que custa quase 14 centavos para ser cunhada. O decreto surpreendente de Trump veio depois de décadas de tentativas infrutíferas de descartar o centavo. “Só a tradição explica o nosso obstinado apego ao centavo. Mas, às vezes, as tradições ficam ridículas”, já dizia a edição de 1989 do Farmers Almanac, um tradicional almanaque de variedades dos EUA. Aqui estão algumas das perguntas em torno do decreto de Trump. Trump pode realmente ordenar que o Tesouro pare de cunhar centavos sem aprovação do Congresso? Sim, de acordo com o jurista Laurence H. Tribe, professor titular emérito de Direito Constitucional na cadeira Carl M. Loeb da Universidade de Harvard. A consolidação das leis federais dos EUA dá ao secretário do Tesouro a autoridade para cunhar e emitir moedas “nas quantidades que o secretário decidir que são necessárias para atender às necessidades dos Estados Unidos”. Caso o secretário do Tesouro, Scott Bessent, decida que a quantidade de centavos necessária é zero, ele estará dentro de suas atribuições legais, segundo Tribe. “Ao contrário de boa parte do que o novo governo vem fazendo em virtude da onda de decretos desde 20 de janeiro, esta medida me parece inteiramente lícita e plenamente constitucional”, diz Tribe, referindo-se às agressivas medidas executivas que Trump vem tomando em outras questões desde que assumiu o cargo. O Congresso, que dita as especificações do dinheiro, como o tamanho e o teor de metal das moedas, poderia tornar o decreto de Trump permanente por meio de lei. Mas iniciativas anteriores do Congresso para dispensar o centavo falharam. Os centavos são feitos principalmente de zinco, e o lobby do zinco nos EUA tem sido um grande opositor à sugestão de eliminar a moeda de um centavo. Quantas moedas de um centavo estão em circulação? Depende do que se entende por circulação. As moedas de um centavo são as mais populares cunhadas pela Casa da Moeda dos EUA, que relatou ter produzido 3,2 bilhões delas no ano passado. Isso constitui mais da metade de todas as novas moedas fabricadas no ano passado. Jeff Gore, professor do MIT que fundou a organização Cidadãos pela Aposentadoria do Centavo, diz que as moedas devem permanecer em circulação por cerca de 30 anos, e que nas últimas três décadas a Casa da Moeda fabricou cerca de 250 bilhões de moedas de um centavo. No entanto, ele diz que “como ninguém quer usar os centavos, eles saem da circulação ativa muito mais rápido do que outras moedas”. Se as moedas permanecem em uma gaveta por décadas, pergunta Gore, “isso se qualifica como estar em circulação”? Os americanos sentirão falta do centavo? A experiência em outros países sugere que não. O Canadá começou a eliminar a moeda de um centavo há doze anos, e estimulou os comerciantes a arredondarem os preços para o valor mais próximo da moeda de cinco centavos, nas transações em espécie. As vendas eletrônicas ainda poderiam ter o preço em centavos. A medida veio depois que Nova Zelândia, Austrália e Países Baixos, entre outros, deixaram de lado suas moedas de menor valor. Depois de abandonarem suas moedas de um centavo, ou equivalente, esses países não se arrependeram. O que vem agora? O decreto de Trump, que ele anunciou nas redes sociais enquanto deixava Nova Orleans após assistir ao primeiro tempo do Super Bowl, no dia 9 de fevereiro, foi um dos mais recentes nas apressadas iniciativas do governo para cortar custos. “Vamos acabar com o desperdício do orçamento de nossa grande nação, mesmo que seja um centavo de cada vez”, escreveu Trump em sua publicação, que não entrou em detalhes sobre os planos para um futuro sem a moeda de um centavo. Depois que o Canadá parou de cunhar novas moedas de um centavo, começou a reciclá-las pelos “valiosos” metais cobre e zinco, segundo um relatório de 2022 da Casa da Moeda do Canadá. Fonte: R7

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Haddad: 1º passo para conter inflação de alimentos é Plano Safra maior

Em entrevista nesta sexta-feira (21) ao ICL Notícias, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que a primeira providência do governo federal para conter a inflação de alimentos é a expansão do Plano Safra, que apóia o setor agropecuário e oferece linhas de crédito, incentivos e políticas agrícolas aos produtores rurais. “A primeira providência é a seguinte: vamos fazer planos safras cada vez mais robustos, maiores e melhores. E o governo [do presidente] Lula vai para o seu terceiro ano preparando um terceiro grande plano. Nós batemos dois recordes em 2023 e 2024 e queremos fazer o mesmo em 2025. Assim que o orçamento for aprovado, vamos lançar o Plano Safra para a próxima colheita e quero crer que o Brasil tem todas as condições de continuar ampliando a produção de forma adequada, sem desmatamento, que caiu vertiginosamente no país”, disse. De acordo com o ministro, os problemas causados pela seca e as enchentes em 2024, além da manutenção dos juros americanos em patamares elevados e que impactaram o valor do dólar em todo o mundo, contribuíram para a alta da inflação no Brasil. Esses problemas, ressaltou, precisam ser contornados pelo atual governo. “Tivemos episódios que precisam ser contornados. Tivemos problema de seca e inundação no ano passado, isso afetou. Tivemos a manutenção dos juros americanos em patamares muito elevados, o que faz com que o dólar fique muito forte no mundo inteiro. E quando o dólar está muito forte, ele causa inflação no mundo inteiro”, disse. Durante a entrevista aos jornalistas Leandro Demori e Deborah Magagna, do ICL Notícias, Haddad ressaltou que a expectativa parea este ano é de que haja grande safra, talvez recorde, o que deve ajudar a baixar o preço dos alimentos. “Provavelmente vamos colher uma grande safra a partir do final deste mês, começo de março. Uma grande safra, se não for a maior vai ser uma das maiores. E é assim que vamos continuar exportando muito alimento e garantindo o abastecimento interno”, garantiu. Essa safra recorde, aliada à queda do dólar, disse o ministro, deve ajudar na queda do preço dos alimentos. “Com a queda do dólar, que começou a baixar para patamares mais aderentes aos fundamentos da economia brasileira, e com a safra que vai entrar a partir do final do mês, acreditamos que esses preços vão se estabilizar num patamar mais adequado”. Outra medida necessária para ajudar na queda dos preços dos alimentos, disse Haddad, vem sendo tomada pelo ministro da Agricultura, Carlos Fávaro: a expansão das produções de determinada cultura agrícola para outras regiões do país. “Ele tem feito vários instrumentos novos sobre a produção de alimentos pelo território nacional. Esse é o caso do arroz, por exemplo, que tá muito concentrado numa região e agora há uma tentativa de espalhar as culturas por vários estados. Estamos num período de crise climática. Vamos ter que lidar hoje com a questão da mudança climática, diversificando as culturas pelo território”, acrescentou. Orçamento Na entrevista, Haddad criticou a demora do Congresso na aprovação do orçamento. Para ele, o orçamento precisa ser aprovado o quanto antes para que o governo possa continuar subsidiando os produtores rurais. Hoje de manhã, o Ministério da Fazenda disse ter encaminhado ofício para o Tribunal de Contas da União buscando “respaldo técnico e legal para a imediata retomada das linhas de crédito com recursos equalizados do Plano Safra 24/25”. Segundo o ministro, os juros altos acabam tornando as políticas públicas de subsídio aos pequenos e médios produtores rurais ainda mais importantes para garantir a safra. “Em geral, a gente compensa o aumento da Selic para não comprometer a produção”, explicou. Sem a aprovação do orçamento, disse o ministro, esse subsídio ao pequeno ou médio produtor se torna difícil de ser feito. “O orçamento não foi aprovado ainda. Eu, inclusive, mandei para uma das lideranças da FPA [Frente Parlamentar de Apoio à Agropecuária] um comunicado, dizendo que nós estamos oficiando o TCU hoje sobre esse problema da não aprovação do orçamento. Não queremos nenhuma descontinuidade das linhas de crédito [do Plano Safra]”, afirmou. Quero crer que, aprovado o orçamento, um orçamento equilibrado, vamos ter, no médio prazo, taxas de juros menores e com sustentabilidade fiscal, sem penalizar a população que depende do Estado, inclusive os produtores que também dependem do Estado para continuar produzindo alimentos baratos”. Governo anterior Durante a entrevista, Haddad criticou a atuação do governo anterior durante o ano eleitoral. Para ele, o medo de perder as eleições em 2022 resultou em uso de recursos públicos sem controle para tentar ganhar. De acordo com o ministro, isso levou a uma perda de controle sobre os gastos. Ao contrário do que, segundo ele, vem sendo feito pelo atual governo, que está melhorando a gestão de programas como o BPC (Benefício de Prestação Continuada). “Não tem nada a ver com corte, tem a ver com racionalidade e responsabilidade de garantir que isso vai ter vida longa, não vai acabar em um governo, vai virar política de Estado e ninguém vai depois relar a mão para tirar um direito social garantido por lei”, disse. Fonte: Agência Brasil Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Receita abre consulta a lote da malha fina do Imposto de Renda

Cerca de 106 mil contribuintes que caíram na malha fina e regularizaram as pendências com o Fisco podem saber se receberão restituição. Às 10h desta sexta-feira (21), a Receita Federal libera a consulta ao lote da malha fina de fevereiro. O lote também contempla restituições residuais de anos anteriores. Ao todo, 105.919 contribuintes receberão R$ 314,38 milhões. Desse total, R$ 211,85 milhões irão para contribuintes com prioridade no reembolso. Em relação à lista de prioridades, a maior parte, 60.333 contribuintes, informou a chave Pix do tipo Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) na declaração do Imposto de Renda ou usou a declaração pré-preenchida. Desde 2023, a informação da chave Pix dá prioridade no recebimento. Em segundo, há 17.603 contribuintes entre 60 e 79 anos. Em terceiro, vêm 4.272 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério. O restante dos contribuintes prioritários inclui 3.159 idosos acima de 80 anos e 2.505 com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave. A lista é concluída com 18.047 contribuintes que não informaram a chave Pix e não se encaixam em nenhuma das categorias de prioridades legais. A consulta pode ser feita na página da Receita Federal na internet. Basta o contribuinte clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no botão “Consultar a Restituição”. Também é possível fazer a consulta no aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones. O pagamento será feito em 28 de fevereiro, na conta ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração do Imposto de Renda. Caso o contribuinte não esteja na lista, deverá entrar no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e tirar o extrato da declaração. Se verificar pendência, pode enviar declaração retificadora e esperar os próximos lotes da malha fina. Se, por algum motivo, a restituição não for depositada na conta informada na declaração, como no caso de conta desativada, os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil. Nesse caso, o cidadão poderá agendar o crédito em qualquer conta bancária em seu nome, por meio do Portal BB ou ligando para a Central de Relacionamento do banco, nos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos). Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição depois de um ano, deverá requerer o valor no Portal e-CAC. Ao entrar na página, o cidadão deve acessar o menu “Declarações e Demonstrativos”, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no campo “Solicitar restituição não resgatada na rede bancária”. Fonte: Agência Brasil Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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Sumaré recebe deputado Xerife do Consumidor e receberá investimentos para saúde e infraestrutura

Valores serão divulgados em breve, contou o parlamentar   O prefeito de Sumaré, Henrique do Paraíso, recebeu na tarde desta quarta-feira (19) a visita do deputado estadual Jorge Wilson, o Xerife do Consumidor. Na reunião, o parlamentar contou que irá destinar duas emendas para o município, uma para melhorias na saúde e outra para a infraestrutura. Henrique agradeceu o apoio do deputado, que é conhecido nacionalmente por integrar a equipe de jornalismo da Record. Jorge Wilson defende os direitos dos consumidores. “Estamos trabalhando para resolver diversos problemas de nossa cidade. Com o apoio de bons representantes da sociedade conseguiremos avançar muito mais”, afirmou Henrique. De acordo com Xerife do Consumidor, os valores das emendas serão “divulgados em breve”. “Fico feliz em trabalhar em parceria com um prefeito como Henrique do Paraíso, que realiza um governo com transparência e responsabilidade com os cidadãos. Nossas emendas, com certeza, vão beneficiar muito os moradores de Sumaré”, afirmou. Além da destinação de recursos, o  deputado relatou que seu gabinete, na Alesp (Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo), está “à disposição de Henrique e dos demais integrantes do governo”. “Estamos com as portas abertas para trabalhar e colaborar com a gestão e com a cidade”, afirmou.   Foto: Prefeitura de Sumaré

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Vice-governador de SP em Campinas: Investimentos e desafios do estado

Felicio Ramuth esteve em Campinas para o evento “Plano de Voo 2025”, da Câmara Americana de Comércio – Interior de São Paulo. Diante de mais de 500 empresários, ele falou de parcerias e investimentos. Para jornalistas, abordou o Trem Intercidades, a crise da dengue no estado e respondeu a especulações em relação as eleições de 2026. Confira a reportagem completa da RFTV:

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Senado aprova liberação de até R$ 4,6 bi em emendas bloqueadas

  Na primeira sessão presidida por Davi Alcolumbre, o Senado aprovou nesta quarta-feira (19) um projeto que libera até R$ 4,6 bilhões de emendas parlamentares bloqueadas em dezembro pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Aprovado por 65 votos favoráveis e um contrário, o texto segue para a Câmara dos Deputados. Relatado pelo senador Carlos Portinho (PL-RJ), o projeto foi apresentado pelo líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP). O texto trata da liberação de restos a pagar não-processados, verbas de anos anteriores empenhadas (autorizadas), mas não liquidadas, sem a verificação se o serviço foi executado. De acordo com a justificativa do projeto, a liberação deverá acelerar a conclusão de obras inacabadas até o fim de 2026, com restos a pagar inscritos desde 2019. Atualmente, o Tesouro Nacional bloqueia o resto a pagar se a liquidação não ocorrer até 30 de junho do segundo ano subsequente à inscrição, com a possibilidade de cancelamento se o recurso não for desbloqueado. Segundo o parecer de Portinho, a liberação ocorrerá para projetos com licitação já iniciada. Os restos a pagar deverão ser revalidados conforme as regras da Lei de Responsabilidade Fiscal e da lei complementar sobre as emendas parlamentares aprovadas no ano passado. A liberação será proibida apenas para obras e serviços sob investigação ou com indícios de irregularidades. Os gastos também entrarão no arcabouço fiscal, estando sujeitos ao teto de crescimento da despesa de 70% do crescimento real (acima da inflação) da receita no ano anterior, dentro de um limite de 0,6% a 2,5% de alta real. A aprovação ocorre num momento de tensões entre o Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF) em torno da transparência na execução de emendas parlamentares. Caso o projeto seja aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, verbas remanescentes do orçamento secreto, bloqueados desde o fim de 2022, e das emendas de comissão, bloqueadas no fim do ano passado, podem ser liberadas. Fonte: Agência Brasil Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

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Queda da inflação na Argentina é resultado de recessão, diz economista

A redução da inflação na Argentina registrada nos últimos meses foi motivada pela queda da atividade econômica do país, que deve fechar o ano passado com recessão de 3% a 4% do Produto Interno Bruto (PIB). Em abril do ano passado, a inflação registrada foi de 289% e, em janeiro de 2025 o índice caiu para 84% (ambos no acumulado de 12 meses). A avaliação é do especialista Paulo Gala, economista-chefe do Banco Master, que também ministra cursos sobre a economia dos países, incluindo a Argentina. Segundo ele, a recessão foi estimulada pelo “brutal” corte de gastos públicos promovido pelo governo do ultraliberal Javier Milei, atualmente envolvido no chamado escândalo do Cripto Gate. “A grande explicação para a queda da inflação na Argentina está na queda do PIB. Ou seja, a economia mergulhou em recessão e a consequência disso é a queda da inflação porque você tem uma economia que para de funcionar e se contrai. Não temos ainda o dado consolidado do PIB, mas ele deve cair de 3% a 4% no ano passado. É o completo oposto do Brasil, que deve ter crescido 3,5%”, explicou o especialista. Paulo Gala acrescenta que o ajuste fiscal promovido pelo governo, com a suspensão de obras, demissões de funcionários, corte no repasse para províncias e redução de despesas com educação, entre outras, fez da Argentina o país da América Latina com maior superávit fiscal da região. “O que Milei está fazendo na Argentina é o que a gente chama de um choque clássico de contração de gasto público. Ele segurou os gastos ao máximo, fez um ajuste fiscal gigante, muito duro. A consequência é uma desaceleração econômica muito grande”, completou. Para o especialista, apesar da melhoria dos indicadores econômicos a partir do final do ano passado, a situação ainda é gravíssima. “Ainda é um caso de UTI. O ano passado foi um ano muito difícil. Então, dificilmente 2025 vai ser pior do que o ano passado. Agora, a dúvida é quão robusta e sustentável vai ser essa recuperação. A inflação ainda é muito alta, próxima de 100%. O desemprego também está muito elevado”, comentou. A produção industrial da Argentina registrou uma queda de -9,4% no acumulado de 2024. Apesar do número negativo, a taxa é menor que a de abril de 2024, quando a indústria registrou uma retração de -15,4%, considerando os 12 meses anteriores. Os dados do Instituto Nacional de Estatística e Censos da Argentina (Indec). Por sua vez, o presidente Javier Milei tem sustentando que a economia está em “franca recuperação”, destacando como grande mérito da sua gestão a queda da inflação e a redução das despesas públicas. Pobreza A recessão do país vizinho fez a pobreza disparar na Argentina de 38,7% da população, no primeiro trimestre de 2023, assim que Milei assumiu o governo, para 54,8% da população no primeiro trimestre de 2024, segundo o Observatório da Dívida Social da Argentina, da Universidade Católica do país. Ao longo do ano passado, os indicadores de pobreza melhoraram, chegando novamente em torno dos 38% da população no terceiro trimestre de 2024. Segundo os pesquisadores do Observatório, a queda na pobreza deve ser analisada com cautela, uma vez que outros serviços registraram aumento de custos. “A queda do nível de pobreza não implica que as famílias tenham recuperado os níveis de consumo já reduzidos que existiam antes do ajuste: o aumento dos custos fixos dos serviços de transporte, comunicação, eletricidade, água, gás, etc. faz que a capacidade de consumir alimentos e outros bens básicos na verdade caiu”, afirmam. São consideradas pobres as famílias que têm uma renda que consegue cobrir os custos da cesta básica de alimentação, mas não sobra dinheiro para outros gastos, como saúde, educação e roupas. Já a classificação de indigente é para as famílias que têm uma renda abaixo do valor da cesta básica alimentar. Outro indicador utilizado para medir a pobreza é a chamada pobreza multidimensional que, além de considerar a renda das famílias, avalia se elas têm acesso a serviços básicos, como moradia digna, água, saneamento, emprego e seguridade social. No caso desse indicador, houve uma piora em 2024, com a pobreza multidimensional passando de 39,8% em 2023 para 41,6% da população no ano passado. “Esses dados permitem-nos inferir na realidade uma acentuação de privações estruturais entre as famílias sujeitas à pobreza de renda”, afirmou o Observatório. Fonte: Agência Brasil Foto: REUTERS/MATIAS BAGLIETTO

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