Skip to main content

Portal Veloz

Últimas Notícias

Em Campinas, câmera com IA flagra mais de 550 pessoas sem cinto na D. Pedro I em apenas dois meses

Hortolândia cria Secretaria Municipal de Tecnologia e Inovação

Mutirão de podas na rede elétrica supera mil árvores aparadas em Limeira

Festival Gastronômico de Inverno 2026 ocorre nesta segunda (6) e terça-feira (7) em Santa Bárbara

Oitavas de final começam hoje (4) com Canadá e Marrocos, Paraguai e França

Férias de julho em Jundiaí terão programação cultural gratuita para as crianças

Categoria: Economia

FGTS começa a liberar R$ 6 bi nesta terça (17) na última parcela do saldo retido do saque-aniversário

O Ministério do Trabalho e Emprego começa a liberar nesta terça-feira (17) a última parcela do saldo retido do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). São beneficiados os trabalhadores que aderiram ao saque-aniversário, foram demitidos entre janeiro de 2020 e 28 de fevereiro de 2025 e tiveram o saldo bloqueado. Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, serão liberados R$ 6 bilhões para 8,1 milhões de trabalhadores, com saques previstos para os dias 17, 18 e 20 de junho. O valor médio por beneficiário será de R$ 7,7 mil. Ao todo, foi autorizada a liberação de R$ 12,1 bilhões. Na primeira etapa, em março, foram pagos R$ 6,4 bilhões a 12.195.326 trabalhadores, com limite de R$ 3 mil por cotista. Os valores são creditados automaticamente na conta bancária cadastrada para o saque do FGTS. O trabalhador pode consultar qual conta está registrada e acompanhar a movimentação das contas vinculadas por meio do aplicativo FGTS. Os recursos ficam liberados até o dia 27 de junho. Após essa data, o dinheiro não sacado retornará para as respectivas contas vinculadas do FGTS. Entenda o saque-aniversário Instituído em 2019, o saque-aniversário é uma modalidade opcional que permite ao trabalhador retirar anualmente uma parte do saldo do FGTS no mês de seu aniversário. No entanto, ao aderir a essa modalidade, o trabalhador perde o direito de sacar o valor total do fundo em caso de demissão sem justa causa, tendo acesso apenas à multa rescisória de 40%. A parcela anual também pode ser utilizada como garantia em operações de crédito junto a instituições financeiras. Valores sacados nesta modalidade – Arte/R7 Desde 2020, a modalidade saque-aniversário já retirou mais de R$ 142 bilhões do FGTS. Desse total, cerca de 66% foram repassados aos bancos, em razão da cessão do saldo como garantia em operações de crédito, enquanto apenas 34% foram pagos diretamente aos trabalhadores. Atualmente, 37 milhões de trabalhadores com conta ativa no FGTS aderiram ao saque-aniversário, e, desse total, 25 milhões utilizaram o saldo como garantia em empréstimos vinculados à antecipação dessa modalidade. Veja o calendário Para quem tem contra cadastrada 17/06 – credito automático pela Caixa Para quem não tem conta cadastrada 17/06 – Nascidos em janeiro, fevereiro, março e abril 18/06 – Nascidos em maio, junho, julho e agosto 20/06 – Nascidos em setembro, outubro, novembro e dezembro Quem tem direito à liberação dos valores? O trabalhador que optou pelo saque-aniversário e teve o contrato de trabalho suspenso ou rescindido no período de 01/01/2020 a 28/02/2025, e que tenha saldo na conta de FGTS relativa ao contrato. Os valores serão liberados nos casos em que a rescisão contratual tenha ocorrido pelos seguintes motivos: • Despedida sem justa causa; • Despedida indireta, de culpa recíproca e de força maior; • Rescisão por falência, falecimento do empregador individual, empregador doméstico ou nulidade do contrato; • Extinção normal do contrato a termo, inclusive o dos trabalhadores temporários; • Suspensão total do trabalho avulso. Como o trabalhador pode sacar? Os valores serão creditados automaticamente na conta cadastrada no aplicativo do FGTS. Caso não tenha conta cadastrada, o trabalhador deve procurar os canais de atendimento da Caixa Econômica Federal com seus documentos pessoais. Podem ser sacados com cartão cidadão e senha nas lotéricas e nos terminais de caixa eletrônico do banco. Caso o trabalhador não tenha o cartão cidadão, é necessário procurar uma agência da Caixa portando documento pessoal e carteira de trabalho para sacar qualquer valor. Como consultar – Pelas agências da Caixa – Pelo telefone 0800 726 0207 (Opção “FGTS”) – Pelo aplicativo FGTS (Opção “Informações Úteis”) Clicar em “Mais” Depois em “Infernações Úteis” E em “Saque FGTS” Como saber quanto o trabalhador irá receber? Para saber quanto irá receber, o trabalhador pode consultar o extrato de suas contas do FGTS no aplicativo. Os valores liberados podem ser identificados pelos códigos SAQUE DEP 50S ou SAQUE DEP 50A. Alerta contra golpes A Caixa não envia links por e-mail, SMS ou WhatsApp. Se você receber mensagens desse tipo, desconfie. Não forneça senhas, dados de acesso em sites, aplicativos não oficiais em ligações telefônicas. Utilize exclusivamente os canais oficiais da Caixa para buscar informações e acesso aos serviços. Nunca compartilhe dados pessoais, login de usuário e senha. Fontes: Caixa e Ministério do Trabalho e Emprego   Fonte: R7 Foto: ITACI BATISTA/ESTADÃO CONTEÚDO

Leia Mais

Beneficiários do INSS já podem consultar resposta sobre descontos indevidos; entenda

A partir desta segunda-feira (16), aposentados e pensionistas que contestaram descontos indevidos em seus benefícios há mais de 15 dias já podem retornar às agências dos Correios para consultar a resposta das entidades envolvidas. A medida é voltada especialmente para quem tem dificuldade de acesso a canais digitais, como o aplicativo Meu INSS ou a Central 135. Mais de 3 milhões de beneficiários alegaram não ter autorizado cobranças feitas por associações. Em duas semanas de atendimento, mais de 488 mil pessoas compareceram presencialmente aos Correios para registrar a contestação. Segundo o INSS, quem fez a contestação por telefone precisa checar o resultado pelo app Meu INSS ou presencialmente nos Correios, já que a Central 135 não permite a visualização dos documentos apresentados pelas entidades. O presidente do INSS, Gilberto Waller, visitou uma agência dos Correios em São Paulo nesta sexta-feira (13) e afirmou que ainda não há uma estimativa exata do prejuízo, mas que, se todas as 3,1 milhões de contestações forem confirmadas, o valor desviado pode ultrapassar R$ 2,1 bilhões, já corrigido. Ele destacou que o governo quer agilizar o ressarcimento aos prejudicados e que ações para bloqueio de bens dos responsáveis já estão em curso. As investigações fazem parte da Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, que apura um esquema de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões entre 2019 e 2024.   Fonte: R7 Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

Leia Mais

Economia brasileira cresce 0,2% em abril, indica ‘prévia do PIB’ do Banco Central

A economia brasileira cresceu 0,2% em abril na comparação com março, mostram dados do IBC-Br (Índice de Atividade Econômica) divulgados nesta segunda-feira (16) pelo Banco Central. O indicador é conhecido por antecipar o resultado do PIB (Produto Interno Bruto) — a soma de todos os bens e produtos finais produzidos no país. Os dados do IBC-Br são coletados de uma base similar à do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), órgão responsável pelo indicador oficial sobre o crescimento econômico. O resultado de fevereiro levou o IBC-Br aos 110,2 pontos na série dessazonalizada (livre de influências), o maior nível de toda a série histórica, iniciada em janeiro de 2003. Na comparação com abril de 2024, o IBC-Br teve alta de 2,5%, enquanto no acumulado em 12 meses a expansão foi de 4%. No ano, a alta foi de 3,5%. O BC começou a divulgar neste ano as variações do IBC-Br por setor da economia. Em abril, o segmento que se destacou foi o de impostos, com um aumento de 0,6% na atividade econômica. Segundo a instituição, a indústria e a agropecuária tiveram retração de 1,1% e 0,9%, respectivamente, enquanto os serviços apresentaram expansão de 0,4%. IBC-Br e taxa de juros O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica do país e ajuda o BC a tomar decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 14,75% ao ano. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade de setores da economia — indústria, comércio e serviços e agropecuária —, além do volume de impostos. A Selic é o principal instrumento do BC para alcançar a meta de inflação. Quando o Copom (Comitê de Política Monetária) do BC aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas ajudam a redução da inflação, mas também podem dificultar a expansão da economia.   Fonte: R7 Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Leia Mais

Contra aumento do IOF, Câmara vota nesta segunda (16) urgência para derrubar decreto

A Câmara dos Deputados vota nesta segunda-feira (16) um pedido de urgência ao projeto de decreto legislativo que derruba o decreto do governo que aumentou algumas modalidades do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). A aprovação da urgência é dada como certa entre parlamentares. Mas o governo considera que isso é apenas um “recado” da Câmara e que não há compromisso em analisar o mérito da proposta. As maiores bancadas da Casa — inclusive com cadeiras na Esplanada —, como PL, União Brasil e PP, apoiam a votação da urgência. Outros partidos, como o PSD, disseram que consultariam os parlamentares. Mas, nos bastidores, a expectativa é de que a legenda também seja a favor do pedido. As críticas contra mudanças tributárias são reforçadas pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). “Conforme tenho dito nos últimos dias, o clima na Câmara não é favorável para o aumento de impostos com objetivo arrecadatório para resolver nossos problemas fiscais”, disse. Contra os planos de Haddad O movimento contraria o cronograma previsto pelo Ministério da Fazenda, que publicou na semana passada outro decreto alterando parte da medida original, junto com uma medida provisória com novas alternativas de arrecadação e de corte de gastos, que será avaliada pelo Congresso. No entendimento da maioria da Câmara, no entanto, as alternativas sugeridas pelo governo continuam aumentando impostos. Na semana passada, Motta criou um grupo de trabalho para discutir uma reforma administrativa na máquina pública e defendeu que o corte de gastos é uma das melhores formas de manter as contas em dia sem aumentar impostos.   Fonte: R7 Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo

Leia Mais

Nova modalidade, Pix automático começa a valer nesta segunda (16); entenda

O Pix automático, nova modalidade lançada pelo Banco Central, começa a operar nesta segunda-feira (16). Gratuito, o serviço permite ao usuário escolher uma data para que a transação seja enviada automaticamente, facilitando o controle de contas, aluguel, salários e até pagamentos recorrentes entre familiares. Como funcionará Para que o Pix automático funcione, o usuário, sendo pessoa física, precisa autorizar a operação uma única vez e definir algumas regras, como: Valor máximo de cada pagamento, Gerenciamento de limite para transações Notificação de agendamentos. Após a autorização da modalidade, a empresa enviará a solicitação ao banco do pagador, que programará a transação. Na data do débito, o valor será efetivamente cobrado da conta do cliente. As autorizações poderão ser canceladas a qualquer momento pelo pagador. De acordo com o BC, haverá uma seção dedicada ao Pix automático em todos os bancos, em que será possível ver todos os agendamentos referentes à modalidade. Pix automático x Pix agendado O Pix agendado permite que o usuário programe uma transferência para uma data futura. A transação só ocorre se houver saldo na conta, e cada pagamento precisa ser agendado individualmente. Já no Pix automático, a proposta é automatizar pagamentos que se repetem sem precisar agendar toda vez. A cobrança passa a vir do recebedor, e o pagamento ocorre automaticamente após a autorização inicial. Atenção com os golpes Apesar de ser mais prático, a nova modalidade exige atenção dos usuários em relação à segurança digital. “O Pix é um sistema seguro, criado e mantido pelo Banco Central, mas os golpes não ocorrem dentro do sistema. Eles acontecem fora, quando o usuário clica em links maliciosos, acessa páginas falsas ou confia em mensagens disfarçadas que pedem que ele confirme um pagamento ou agende uma transferência”, explica o advogado especialista em golpes digitais Francisco Gomes Júnior. O especialista também alerta para o número de golpes que envolvem agendamentos e cobranças falsas por sites não confiáveis. “É comum ver endereços com erros sutis de digitação, sem o ‘https’ ou hospedados fora do Brasil. São sinais claros de fraude.” Ele alerta que os golpes se aprimoram com cada tecnologia nova. “Os criminosos estão de olho em qualquer nova funcionalidade. Quando o Pix nasceu, surgiram os primeiros golpes com QR code. Agora, com o agendamento, veremos golpes mais sofisticados e personalizados”, completa Gomes Júnior. Confira os principais cuidados para não cair em golpes: Nunca clique em links enviados por desconhecidos ou em mensagens que você não solicitou; Sempre acesse seu banco diretamente pelo aplicativo ou site oficial, nunca por links de terceiros; Verifique se o site tem certificado de segurança (o “cadeado” ao lado do endereço); Mantenha seu antivírus e sistema operacional atualizados; Desconfie de mensagens com tom de urgência ou que usem o nome de instituições públicas ou financeiras sem aviso prévio. Fonte: R7 Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

Leia Mais

Veja o que muda com pacote de medidas anunciado pela Fazenda em alternativa à alta do IOF

Programa Pé-de-Meia dentro do Piso da Educação, cobrança sobre bets e taxação de LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e LCA (Letra de Crédito do Agronegócio). Essas são apenas algumas das mudanças anunciadas pelo Ministério da Fazenda em um pacote de medidas publicado na última quarta-feira (11) que tenta tecer uma estratégia alternativa ao aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). O R7 ouviu diversos técnicos da pasta para explicarem ponto a ponto as mudanças anunciadas. O pacote é alvo de críticas do Congresso e, mesmo após reunião de cinco horas no domingo (8) com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), as medidas correm risco de serem derrubadas pelos parlamentares. Entenda os principais pontos: Títulos isentos O governo estabeleceu agora a cobrança de 5% de Imposto de Renda sobre alguns títulos de renda fixa que eram isentos. Estão incluídos o LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e o LCA (Letra de Crédito do Agronegócio). A cobrança começa em janeiro do ano que vem, mas quem já comprou esses papéis, segue isento. Risco sacado O risco sacado é uma operação no qual uma empresa que compra produtos e serviços de outra, pede a um banco a antecipação a seus fornecedores do pagamento de valores que ela se comprometeu a fazer em uma data futura. Quando a data chega, a empresa paga ao banco esse valor com juros. Antes, esse tipo de ação não pagava IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). No entanto, com a primeira versão do decreto do governo, a alíquota seria de 3,95%. Agora, com a MP publicada na quarta-feira, a alíquota passa a ser 0,0082% ao dia. Apostas ilegais A MP aumenta a tributação das bets de 12% para 18%. O tributo não incide, contudo, sobre o valor obtido em prêmio pelo apostador, e atinge diretamente o ganho líquido das empresas. Segundo a Fazenda, cerca de 6% desse valor será destinado a ações na área da saúde. A MP também obriga as empresas de apostas a oferecer um canal de comunicação com o órgão regulador, impõe regras mais duras para instituições financeiras e de pagamento que prestem serviços a empresas de apostas, e responsabiliza pessoas que promovam apostas ilegais. Cobranças a instituições financeiras A medida prevê aumentar a cobrança de instituições financeiras. Hoje, alguns bancos privados pagam mais CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido) do que outros, como o caso de bancos digitais. Agora, o governo estabelece que incida 20% de CSLL sobre bancos, financeiras e capitalização; 15% sobre demais instituições financeiras e de pagamento, assim como seguradoras; e 9% sobre empresas não-financeiras. Antes da MP, bancos tradicionais pagavam 20%, mas instituições de pagamentos e fintechs pagavam entre 9% e 15%. Juros sobre Capital Próprio (JCP) Agora, a retenção do JCP vai subir de 15% para 20%. Seguro desemprego O pagamento do chamado seguro-defeso só será feito, com essa MP, se houver orçamento disponível no governo federal. Antes, se um pescador tivesse direito ao benefício, cumprindo os requisitos legais, ele receberia mesmo sem margem no orçamento. Previdência social Segundo o Ministério da Fazenda, há indícios de desvios na concessão de benefícios previdenciários. Por isso, a pasta decidiu restringir a concessão mediante análise documental com duração de até 30 dias. O impacto, na prática, ainda não foi estimado pela pasta. Dentro da previdência, também haverá mudança no caso de trabalhadores do regime CLT que migram para os regimes dos servidores públicos federais, estaduais, distritais e municipais. Ou seja, trabalhadores que se tornam servidores públicos. Agora, o ministério restringe a compensação ao limite aprovado na lei orçamentária anual. Isso ocorre porque o valor contribuído pela CLT não é o suficiente para a migração ao sistema do serviço público. Programa Pé-de-Meia no Piso da Educação Outra mudança é a inclusão do programa Pé-de-Meia dentro do Piso da Educação. Na prática, os recursos para financiar o projeto passarão a contar dentro do percentual mínimo que o governo federal deve investir na área educacional, com base na arrecadação de impostos. A Constituição Federal determina que a União deve aplicar o equivalente a 18% da receita líquida de tributos, já descontadas as transferências constitucionais a estados e municípios.   Fonte: R7 Foto: Lula Marques/Agência Brasil

Leia Mais

Haddad: Juros altos, mesmo em momentos de crescimento do Brasil, é ‘problema a enfrentar’

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que os juros altos no Brasil é um problema a ser enfrentado pelo governo e pelo Congresso. A declaração foi dada durante reunião na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (11). O encontro ocorreu em meio ao debate sobre compensações com o recuo nas mudanças no IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). “Juro alto no Brasil é algo que tem que ser enfrentado porque até quando a gente fazia superávit de 2% do PIB, pagávamos juros acima de qualquer outro país. Até com grau de crescimento, com superávit primário, com a dívida pública em queda, mesmo assim as taxas de juros reais eram super elevadas”, disse. Questionado sobre a meta fiscal e a dívida pública, Haddad confessou que a pasta tem “grande preocupação com a trajetória da dívida e com resolver essa questão do déficit público que se tornou dramático em 2015 com a crise política e não foi vencido até o presente momento da maneira adequada”. “Acredito que o arcabouço fiscal que vocês [parlamentares] aprovaram tem muitos méritos, mas não resolve todos os problemas. Ele é um bom desenho. Na minha opinião, se garantirmos a sua sustentabilidade no tempo, ele vai garantir os melhores efeitos para a economia brasileira, porque vai promover um ajuste não recessivo da economia”, observou. A reunião conjunta foi convocada pelas comissões de Finanças e Tributação, e de Fiscalização Financeira e Controle. Ao todo, cinco parlamentares apresentaram requerimentos para a realização do encontro. IOF ‘recalibrado’ Nessa terça-feira (10), Lula recebeu o ministro da Fazenda, Fernando Haddad para tratar das alternativas ao aumento do IOF. Logo após o encontro, o governo federal confirmou que irá propor uma alíquota de 17,5% de imposto de renda sobre investimentos. No último fim de semana, Haddad se reuniu com os líderes do Congresso Nacional para acertar detalhes da proposta. Entre as medidas estão: Corte de 10% nas isenções fiscais; Aumento de 12% para 18% do imposto sobre o lucro das casas de apostas; Elevação das alíquotas da contribuição social sobre lucro líquido das empresas de tecnologia financeira e instituições de pagamento; Alíquota de 5% sobre investimentos em letras de câmbio dos setores imobiliário e do agronegócio.   Fonte: R7 Foto: Diogo Zacarias/MF

Leia Mais

Trump afirma que acordo EUA-China “está fechado”

Nesta quarta-feira (11), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que um acordo com a China “está fechado” após dois dias de negociações entre altas autoridades em Londres. O líder norte-americano disse que o acordo está sujeito à aprovação final do presidente Xi Jinping, mas que o negócio ajudará os EUA obter os metais de terras raras que precisam. Por outro lado, os estudantes chineses poderão ocupar suas vagas em faculdades americanas. Em sua plataforma ‘Truth Social’, Trump disse: “Nosso acordo com a China está fechado, sujeito à aprovação final do presidente Xi e minha. Componentes necessários serão fornecidos antecipadamente pela China. Da mesma forma, forneceremos à China o que foi acordado, incluindo estudantes chineses que utilizam nossas faculdades e universidades (o que sempre foi bom para mim!).” Tarifaço de Trump No começo do ano, Trump anunciou tarifas abrangentes sobre importações de vários países, sendo a China foi a mais afetada. Pequim respondeu com suas próprias taxas mais altas sobre as importações dos EUA, o que desencadeou aumentos recíprocos que atingiram o pico de 145%. Em maio, negociações realizadas na Suíça levaram a uma trégua temporária que Trump chamou de “reinicialização total”. Os EUA reduziu as tarifas americanas sobre produtos chineses para 30%, enquanto Pequim reduziu as taxas sobre importações americanas para 10% e prometeu remover barreiras à exportação de minerais essenciais. Antes das negociações desta semana, o Ministério do Comércio da China disse que havia aprovado internamente alguns pedidos de licenças de exportação de terras raras, embora não tenha fornecido detalhes sobre quais países estavam envolvidos. Agora, os altos funcionários dos EUA e da China, decidiram em reunião em Londres que os países vão coperar em alguns aspectos econômicos com o reestabelecimento das tarifas.   Fonte: R7 Foto: Getty Images

Leia Mais

Haddad vai à Câmara nesta quarta (11) para discutir IR e consignado com garantia do FGTS

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, participa de uma reunião conjunta na Câmara dos Deputados às 10h desta quarta-feira (11). O encontro ocorre em meio ao debate sobre compensações com o recuo nas mudanças no IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Entre os temas que devem ser abordados estão a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda para R$ 5.000, além do empréstimo consignado com garantia do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). A reunião conjunta foi convocada pelas comissões de Finanças e Tributação, e de Fiscalização Financeira e Controle. Ao todo, cinco parlamentares apresentaram requerimentos para a realização do encontro. IOF ‘recalibrado’ Nessa terça-feira (10), Lula recebeu o ministro da Fazenda, Fernando Haddad para tratar das alternativas ao aumento do IOF. Logo após o encontro, o governo federal confirmou que irá propor uma alíquota de 17,5% de imposto de renda sobre investimentos. No último fim de semana, Haddad se reuniu com os líderes do Congresso Nacional para acertar detalhes da proposta. Entre as medidas estão: Corte de 10% nas isenções fiscais; Aumento de 12% para 18% do imposto sobre o lucro das casas de apostas; Elevação das alíquotas da contribuição social sobre lucro líquido das empresas de tecnologia financeira e instituições de pagamento; Alíquota de 5% sobre investimentos em letras de câmbio dos setores imobiliário e do agronegócio.   Fonte: R7 Foto: Ton Molina/Fotoarena/Estadão Conteúdo

Leia Mais

Junho começa com municípios paulistas recebendo mais de R$ 906 milhões em ICMS

A Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo (Sefaz-SP) realizou, nesta terça-feira (10), o primeiro dos quatro repasses de ICMS previstos em junho aos 645 municípios paulistas. Nesta primeira transferência, as prefeituras recebem R$ 906,29 milhões, referentes aos valores arrecadados entre os dias 02/06 e 06/06, e já com desconto do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). A previsão da Sefaz-SP é enviar às administrações municipais um montante de mais de R$ 3,88 bilhões em ICMS neste sexto mês de 2025. De janeiro a maio, as transferências para as prefeituras de todo o Estado foram de R$ 18,86 bilhões. Repasses de ICMS  Os repasses semanais são feitos sempre até o segundo dia útil de cada semana, conforme prevê a Lei Complementar nº 63, de 11/01/1990. As consultas dos valores podem ser feitas no site da Fazenda, no link Acesso à Informação > Transferências de Recursos > Transferências Constitucionais a Municípios. Agenda Tributária  Os valores semanais transferidos aos municípios paulistas variam em função dos prazos de pagamento do imposto fixados no regulamento do ICMS. Dependendo do mês, pode haver até cinco datas de repasses. As variações destes depósitos oscilam conforme o calendário mensal, os prazos de recolhimento e o volume dos recursos arrecadados. ​A agenda de pagamentos está concentrada em até cinco períodos diferentes no mês, além de outros recolhimentos diários, como por exemplo, os relativos à liberação das operações com importações. Índice de Participação dos Municípios  Os repasses aos municípios são liberados de acordo com os respectivos Índices de Participação dos Municípios, conforme determina a Constituição Federal, de 5 de outubro de 1988. Em seu artigo 158, inciso IV está estabelecido que 25% do produto da arrecadação de ICMS pertence aos municípios, e 25% do montante transferido pela União ao Estado, referente ao Fundo de Exportação (artigo 159, inciso II e § 3º). Os índices de participação dos municípios são apurados anualmente (artigo 3°, da LC 63/1990), para aplicação no exercício seguinte, observando os critérios estabelecidos pela Lei Estadual nº 3.201, de 23/12/81, com alterações introduzidas pela Lei Estadual nº 8.510, de 29/12/93.   Foto: Divulgação/Governo de SP

Leia Mais
Nenhuma postagem a exibir

Confira o canal do Portal Veloz No Youtube

×

Buscar no Portal Veloz