Skip to main content

Portal Veloz

Últimas Notícias

Endrick cita papo com veteranos e confiança em Ancelotti: “iluminado”

Motociclista morre após colidir contra placa de sinalização de trânsito na Via Francisco D’Andrea, em Limeira

Vai viajar? Procon-SP divulga pesquisa para auxiliar consumidor a planejar férias em alguns destinos de inverno

Câmara de Sumaré aprova instauração de CPI para investigar contratos da merenda escolar

Encontro discute oportunidades e desafios dos municípios com a chegada do Trem Intercidades

Frente fria provoca queda nas temperaturas em Jundiaí e Defesa Civil orienta população sobre cuidados no inverno

Categoria: Economia

Mercado financeiro projeta PIB de 2,16% em 2025

O mercado financeiro prevê crescimento de 2,16% da economia brasileira para 2025, percentual abaixo dos 2,19% projetados há uma semana para o Produto Interno Bruto – PIB, a soma de todas riquezas produzidas no Brasil. É o que indica o boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (8) pelo Banco Central (BC). Para os anos subsequentes, a previsão do mercado é que a economia cresça 1,85%, em 2026; e 1,88% em 2027. O PIB brasileiro cresceu 0,4% no segundo trimestre de 2025, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), resultado que atingiu “o maior patamar da série histórica, iniciada em 1996”, apesar de representar desaceleração, se comparado ao crescimento de 1,3% observado no primeiro trimestre. Inflação Com relação ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, a inflação oficial do país), o Boletim Focus interrompeu uma tendência de queda que vinha sendo observada há 14 semanas, mantendo a mesma previsão observada na semana passada, de 4,85%. Há quatro semanas, a expectativa de inflação para o ano estava em 5,05%. Para 2026 e 2027, as estimativas de inflação estão menores do que as projetadas nas semanas anteriores: 4,3% no ano que vem; e 3,94% em 2027. Na semana anterior, as previsões estavam em 4,31% e 3,94%, respectivamente. A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%. Em julho, pressionada pela conta de energia mais cara, a inflação oficial divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) fechou em 0,26%, sendo o segundo mês seguido de queda nos preços dos alimentos, o que ajudou a segurar o índice. No acumulado em 12 meses, o IPCA alcançou 5,23%, acima do teto da meta de até 4,5%. Selic Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros – a Selic – definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Este percentual é também o projetado pelo boletim há 11 semanas. Para 2026 e 2027, a projeção do mercado para a Selic também se mantém estável, em 12,5% e 10,5%, respectivamente. O recuo da inflação e o início da desaceleração da economia fizeram o colegiado interromper o ciclo de aumento de juros na última reunião, em julho, após sete altas seguidas na Selic. Em comunicado, o Copom informou que a política comercial dos EUA aumentou as incertezas em relação aos preços. A autoridade monetária, então, informou que, por enquanto, pretende manter os juros básicos, mas não descartou a possibilidade de voltar a elevar a Selic caso seja necessário. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Os bancos consideram outros fatores além da Selic na hora de definir os juros a serem cobrados dos consumidores. Entre eles estão risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica. Dólar Pela terceira semana seguida, o Boletim Focus reduz o valor projetado para o dólar ao final de 2025. A expectativa do mercado financeiro é de que a moeda norte-americana feche o ano cotada a R$ 5,55. Há uma semana a projeção estava em R$ 5,56; e há quatro semanas estava em R$ 5,60 – o mesmo valor projetado para 2026 e 2027.   Fonte: Agência Brasil Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Leia Mais

Industriais buscam parceiros nos EUA para tentar reverter tarifaço

Industriais brasileiros articulam com empresários estadunidenses uma ação conjunta para pressionar o governo de Donald Trump a negociar o tarifaço com o governo do Brasil. Os industriais estão nos Estados Unidos em uma comitiva liderada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Participam da missão os dirigentes das federações das indústrias de Minas Gerais (FIEMG), Paraná (FIEP), Paraíba (FIEPB), Rio de Janeiro (FIRJAN), Rio Grande do Norte (FIERN), Santa Catarina (FIESC), Goiás (FIEG) e São Paulo (FIESP). “O setor industrial brasileiro articulou com parceiros americanos para que também pressionem o governo dos EUA em busca de um consenso para superar a crise. Estamos trabalhando juntos para que ambos os governos se sentem à mesa e encontrem uma saída para esse impasse”, afirmou o presidente da FIEMG, Flávio Roscoe. Além dos representantes de associações de setores industriais, a missão internacional da CNI, que teve encontros em Washington, capital dos EUA, ontem e nesta quinta-feira (4), conta com aproximadamente 80 empresários brasileiros e 50 norte-americanos. “O resultado imediato é o fortalecimento da sinergia entre empresários e a construção de um trabalho conjunto que renderá frutos. Acredito que esse esforço em cada país será capaz de mobilizar forças políticas na direção correta para superarmos essa crise”, acrescentou Roscoe. De acordo com o presidente da FIEG, André Rocha, a intenção da ação dos empresários é a de conseguir reduzir as taxas ou aumentar a lista de produtos isentos do tarifaço. “Estamos tratando com as contrapartes, com a Câmara de Comércio Americana, a US Chamber, justamente para tentar reduzir as tarifas ou conseguir também uma nova lista de exceção”. Enfrentar equívocos políticos O presidente da CNI, Ricardo Alban, destacou que a missão busca estabelecer critérios técnicos para a negociação, mas também combater equívocos de ordem política entre os dois países.  “O que nós queremos aqui é garantir uma porta de diálogo, garantir que uma mesa de negociação possa existir e que nessa mesa os argumentos técnicos, comerciais e econômicos possam ter a sua preferência, possam ter a sua importância e, com isso, nós criarmos alternativas para enfrentar possíveis entendimentos ou equívocos que vêm da ordem política ou geopolítica”, disse. Interferência política O tarifaço faz parte de uma série de ações dos Estados Unidos para tentar interferir no julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e aliados pela tentativa de golpe de Estado. A atuação do deputado licenciado Eduardo Bolsonaro, que está morando nos Estados Unidos, em favor das sanções contra o Brasil e autoridades brasileiras, passou a ser investigada pela Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República. Os norte-americanos abriram uma investigação comercial contra o Brasil e adotaram tarifas de 50% sobre importações de produtos brasileiros, patamar entre os mais altos anunciados até agora na guerra comercial promovida por Donald Trump. Além disso, o mandatário assinou uma Ordem Executiva (OE) em que considera o Brasil uma ameaça incomum e extraordinária à segurança nacional dos EUA, classificação semelhante à adotada contra países considerados hostis a Washington, como Cuba, Venezuela e Irã. Medidas do governo brasileiro O governo federal anunciou no último dia 13 uma série de medidas de apoio às empresas, aos exportadores e trabalhadores afetados pelas sobretaxas impostas pelos Estados Unidos contra os produtos brasileiros. Chamadas de Plano Brasil Soberano, as medidas pretendem fortalecer o setor produtivo; proteger os trabalhadores; e avançar em soluções diplomáticas, comerciais e multilaterais. Entre as principais ações, estão novos linhas de crédito. Apenas do Fundo Garantidor de Exportações serão R$ 30 bilhões, conforme anunciado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os recursos serão usados como funding para a concessão de crédito com taxas acessíveis e, também, para ampliar as linhas de financiamento às exportações. Empresas mais afetadas terão preferência para obter crédito, levando em conta a dependência do faturamento em relação às exportações para os EUA; tipo de produto; e o porte de empresa. No caso das pequenas e médias empresas, elas também poderão recorrer a fundos garantidores para acessar o crédito. O governo ressalta que o acesso às linhas estará condicionado à manutenção dos empregos. Estão previstos, também, aportes de R$ 4,5 bilhões em fundos garantidores; e R$ 5 bilhões em crédito pelo novo Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários (Novo Reintegra).   Fonte: Agência Brasil Foto: CNI/Divulgação

Leia Mais

Produção industrial chega ao quarto mês sem crescimento, mas acumula alta de 1,1% no ano

Setor teve queda de 0,2% em julho; influência negativa mais importante do mês foi assinalada por metalurgia (-2,3%) A produção industrial brasileira registrou variação negativa de 0,2% na passagem de junho para julho, segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal, divulgados nesta quarta-feira (3) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). No acumulado do ano, o setor apresenta crescimento de 1,1% e, em 12 meses, de 1,9%. A média móvel trimestral, encerrada em maio, ficou em 0,3%. Na passagem de junho para julho de 2025, duas das quatro grandes categorias econômicas e 13 dos 25 ramos industriais pesquisados mostraram queda na produção. Entre as atividades, a influência negativa mais importante foi assinalada por metalurgia (-2,3%), que interrompeu dois meses consecutivos de avanço na produção. Outras contribuições negativas relevantes sobre o total da indústria vieram de: outros equipamentos de transporte (-5,3%) impressão e reprodução de gravações (-11,3%) bebidas (-2,2%) manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (-3,7%) equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-2%) produtos diversos (-3,5%) produtos de borracha e de material plástico (-1%). Por outro lado, entre as 11 atividades que mostraram avanço na produção, produtos farmoquímicos e farmacêuticos (7,9%), produtos alimentícios (1,1%), indústrias extrativas (0,8%) e produtos químicos (1,8%) exerceram os principais impactos em julho de 2025. Vale destacar também as influências positivas registradas por coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (0,6%), máquinas e equipamentos (1,2%) e celulose, papel e produtos de papel (0,7%). Categorias econômicas Entre as grandes categorias econômicas, ainda na comparação com o mês imediatamente anterior, bens de consumo duráveis (-0,5%) e bens de capital (-0,2%) registraram as taxas negativas em julho. Por outro lado, os setores produtores de bens intermediários (0,5%) e de bens de consumo semi e não duráveis (0,1%) mostraram os resultados positivos neste mês. Julho de 2025 x julho de 2024 Na comparação com igual mês do ano anterior, o setor industrial assinalou variação positiva de 0,2%, com resultados positivos em uma das quatro grandes categorias econômicas, 12 dos 25 ramos, 39 dos 80 grupos e 47,8% dos 789 produtos pesquisados. Entre as atividades, a principal influência positiva no total da indústria foi registrada por indústrias extrativas (6,3%), impulsionada, principalmente, pela maior produção dos itens óleos brutos de petróleo e gás natural. Houve também contribuições positivas assinaladas pelos ramos de produtos alimentícios (2,2%), de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (12%), de máquinas e equipamentos (5,2%), de produtos químicos (1,9%), de produtos têxteis (9,9%), de celulose, papel e produtos de papel (3,8%) e de manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (8,7%). Vale citar que julho de 2025 (23 dias) teve o mesmo número de dias úteis que igual mês do ano anterior (23). Perguntas e Respostas Qual foi a variação da produção industrial brasileira em julho? A produção industrial brasileira registrou uma variação negativa de 0,2% na passagem de junho para julho, conforme dados do IBGE. Como está o desempenho da produção industrial no acumulado do ano? No acumulado do ano, o setor apresenta um crescimento de 1,1% e, em 12 meses, de 1,9%. Quais setores tiveram queda na produção em julho? Duas das quatro grandes categorias econômicas e 13 dos 25 ramos industriais pesquisados mostraram queda na produção. A metalurgia teve a maior influência negativa, com uma queda de 2,3%. Quais setores apresentaram crescimento na produção em julho? Entre as 11 atividades que mostraram avanço na produção, destacam-se produtos farmoquímicos e farmacêuticos (7,9%), produtos alimentícios (1,1%), indústrias extrativas (0,8%) e produtos químicos (1,8%). Quais foram as influências positivas na produção industrial em julho? As influências positivas vieram de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (0,6%), máquinas e equipamentos (1,2%) e celulose, papel e produtos de papel (0,7%). Como foi o desempenho das grandes categorias econômicas em julho? Na comparação com o mês anterior, bens de consumo duráveis (-0,5%) e bens de capital (-0,2%) registraram taxas negativas, enquanto bens intermediários (0,5%) e bens de consumo semi e não duráveis (0,1%) mostraram resultados positivos. Como foi a comparação da produção industrial em julho de 2025 com julho do ano anterior? Em comparação com o mesmo mês do ano anterior, o setor industrial teve uma variação positiva de 0,2%, com resultados positivos em uma das quatro grandes categorias econômicas, 12 dos 25 ramos, 39 dos 80 grupos e 47,8% dos 789 produtos pesquisados. Qual foi a principal influência positiva no total da indústria? A principal influência positiva foi registrada pelas indústrias extrativas (6,3%), impulsionada pela maior produção de óleos brutos de petróleo e gás natural. Quais outros ramos contribuíram positivamente para a produção industrial? Contribuições positivas também foram observadas nos ramos de produtos alimentícios (2,2%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (12%), máquinas e equipamentos (5,2%), produtos químicos (1,9%), produtos têxteis (9,9%), celulose, papel e produtos de papel (3,8%) e manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (8,7%). Quantos dias úteis teve julho de 2025 em comparação ao ano anterior? Julho de 2025 teve 23 dias úteis, o mesmo número de dias úteis que julho do ano anterior.   Fonte: R7 Foto: José Patrício/Estadão Conteúdo

Leia Mais

Banco Central vai alterar regras do Pix para facilitar devolução em caso de fraudes

Com as mudanças, o chamado “mecanismo especial de devolução” passa a ser feito 100% digital O Banco Central vai alterar regras do PIX para facilitar a devolução em caso de fraudes. Com as mudanças, o chamado “mecanismo especial de devolução” passa a ser feito 100% digital: sem a necessidade de intermediação dos bancos. A partir de 1º de outubro, o PIX terá uma nova funcionalidade para acelerar a contestação de transferências. Os aplicativos dos bancos terão um dispositivo para o correntista fazer o registro sem precisar entrar em contato com a instituição. Um obstáculo para recuperar o dinheiro roubado é que o bloqueio do valor, a partir da denúncia, é feito na conta que recebeu o PIX. Só que muitas vezes a quantia já foi desviada para outras contas. E aí não tem mais jeito. Mas outra medida do Banco Central vai permitir identificar essas transferências e, assim, facilitar a devolução do dinheiro. Esse novo recurso vai funcionar a partir de 23 de novembro. Fonte: R7 Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

Leia Mais

Alckmin: Lei da reciprocidade será aplicada no devido tempo, mas ideia é negociar

O vice-presidente e ministro da Indústria, Geraldo Alckmin, afirmou, nesta segunda-feira (1), que “vai ter espaço” para se buscar entendimento com os Estados Unidos. Ele indicou que, antes da aplicação da Lei da Reciprocidade Econômica, em resposta ao tarifaço aplicado pelo governo americano a produtos brasileiros, o governo brasileiro aposta em uma negociação com os EUA. “A Lei da reciprocidade, uma belíssima lei, será aplicada no seu devido tempo, mas o que nós queremos é resolver através da negociação”, disse Alckmin. Na última quinta-feira (28), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou o Itamaraty a acionar a Câmara de Comércio Exterior (Camex) para iniciar consultas, investigações e medidas com vistas à aplicação de medidas de reciprocidade contra os EUA. Alckmin anunciou que será publicada nesta terça-feira (2) a portaria com a suspensão do pagamento de tributos previstos no regime de drawback. “As empresas vão ter um ano sem precisar pagar o imposto nem precisar pagar a multa. E podem exportar tanto para os Estados Unidos quanto para outros países. Esse era o pleito do setor produtivo, que amanhã estará resolvido com a publicação do drawback”. Alckmin afirmou que o Brasil busca aproximações tanto com os Estados Unidos quanto com a China, mesmo no cenário de tarifaço americano. Após ser questionado sobre a aproximação com o país asiático, Alckmin disse que o Brasil “não tem litígio com ninguém”, apenas faz a defesa de sua soberania. “A tarefa é nos aproximarmos dos dois, não é incompatível. A China é o maior comprador do Brasil, é o maior parceiro comercial. Os Estados Unidos são o maior investidor no Brasil. O que nós queremos é um ótimo relacionamento com a China”, afirmou listando alguns investimentos recentes dos chineses no País. Sobre os EUA, ele citou as mais de 3.500 empresas americanas presentes no Brasil. E sintetizou: “Nós queremos é fortalecer essa complementaridade econômica”. Viagem ao México Sobre a viagem feita ao México, na semana passada, o vice-presidente fez um balanço positivo da missão do governo brasileiro, sustentando que há afinidade entre os dois países, por serem as maiores economias da América Latina e as duas maiores democracias da região. “Eu diria que foi uma viagem muito proveitosa, com bons resultados para o agro, bons resultados para serviços e investimentos”, defendeu. “Tem muito espaço para complementaridade econômica.” Big techs O vice-presidente também comentou sobre a reunião recente que teve com representantes das big techs e disse que o mundo inteiro discute a regulação das empresas de tecnologia. “Esse é um tema que o mundo está discutindo, estão sendo estabelecidas regras mínimas para ter cuidado com o conjunto da sociedade”, pontuou. Perguntas e Respostas Qual é a posição de Geraldo Alckmin sobre a Lei da Reciprocidade Econômica? Geraldo Alckmin, vice-presidente e ministro da Indústria, afirmou que a Lei da Reciprocidade Econômica será aplicada no devido tempo, mas que o governo brasileiro prefere buscar um entendimento através da negociação com os Estados Unidos antes de sua aplicação. O que foi autorizado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em relação aos EUA? O presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou o Itamaraty a acionar a Câmara de Comércio Exterior (Camex) para iniciar consultas e investigações com vistas à aplicação de medidas de reciprocidade contra os Estados Unidos. Quais são as novidades sobre a portaria de suspensão de tributos? Alckmin anunciou que será publicada uma portaria que suspende o pagamento de tributos previstos no regime de drawback, permitindo que as empresas exportem sem pagar impostos ou multas por um ano. Como o Brasil está se aproximando dos Estados Unidos e da China? Alckmin destacou que o Brasil busca aproximações com os Estados Unidos e com a China, ressaltando que não há litígios com nenhum dos países e que o Brasil defende sua soberania. Ele mencionou a importância da China como maior comprador do Brasil e dos Estados Unidos como o maior investidor no país. Qual foi a avaliação de Alckmin sobre a viagem ao México? Alckmin fez um balanço positivo da viagem ao México, afirmando que houve afinidade entre os dois países, que são as maiores economias da América Latina e as duas maiores democracias da região. Ele destacou resultados positivos para o agronegócio, serviços e investimentos. O que Alckmin comentou sobre a regulação das big techs? Alckmin comentou que o mundo está discutindo a regulação das empresas de tecnologia e que estão sendo estabelecidas regras mínimas para proteger a sociedade.   Fonte: R7 Foto: Lula Marques/Agência Brasil

Leia Mais

Governo envia PLOA 2026 ao Congresso com salário mínimo de R$ 1.631

A LOA precisa ser votada até o fim do ano legislativo, ou seja, até 22 de dezembro  O governo de Luiz Inácio Lula da Silva encaminhou, nesta sexta-feira (29), ao Congresso Nacional o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2026, propondo um salário mínimo de R$ 1.631 para o próximo ano.  O valor representa um aumento de 7,44% em relação ao piso vigente, de R$ 1.518. No entanto, o montante ainda pode ser alterado até o fim do ano, já que o cálculo depende da variação acumulada em 12 meses até novembro da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).  Na projeção apresentada pelo Executivo, o governo considerou um crescimento do INPC de 4,78%, além de uma expansão real do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,5%.  Após o envio do PLOA, o texto seguirá para análise da Comissão Mista de Orçamento (CMO), que definirá o calendário de votação. O presidente da CMO, senador Efraim Filho, informou que a votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) está prevista para o início de setembro, e a expectativa é aprovar a Lei Orçamentária Anual (LOA) — versão final do PLOA — até dezembro.  A LOA precisa ser votada até o fim do ano legislativo, ou seja, até 22 de dezembro. Caso o prazo não seja cumprido, o Congresso entra em recesso apenas formalmente, permanecendo em atividade até concluir a votação. (Renan Isaltino) Foto e Fonte: R7

Leia Mais

EUA iniciam cobrança de ‘taxa das blusinhas’; saiba como afetará os custos

Até essa sexta-feira, havia isenção para remessas de pacotes com valor inferior a US$ 800 (R$ 4.324,96) aos EUA Os Estados Unidos começaram nesta sexta-feira (29) a cobrança de sua versão da “taxa das blusinhas”, como ficou conhecida no Brasil a tarifa sobre produtos exportados de pequeno valor, sobre todos os países. Até essa sexta-feira, havia isenção para remessas de pacotes com valor inferior a US$ 800 (R$ 4.324,96) aos EUA. A exceção era sobre pacotes vindos da China e de Hong Kong, que já tinham uma tarifa específica desde maio. A cobrança deve aumentar os custos e interromper os modelos da cadeia de suprimentos para empresas de comércio eletrônico, consumidores e pequenas empresas que usam mercados online. A agência de Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP, na sigla em inglês) começou a cobrar taxas de impostos sobre todas as importações globais de pacotes, independentemente do valor, país de origem ou modo de transporte nesta sexta-feira. Ela ofereceu uma opção de taxa fixa de US$ 80 a US$ 200 (R$ 432,49 a R$ 1.081,24) por pacote enviado de agências postais estrangeiras por seis meses. Em contrapartida, os serviços postais de 25 países interromperam o envio de suas encomendas aos EUA, de acordo com a agência da ONU (Organização das Nações Unidas) para o setor. A medida amplia o cancelamento da isenção para produtos de baixo valor pelo governo do presidente norte-americano, Donald Trump, para pacotes da China e de Hong Kong que entraram em vigor em maio, como parte de um esforço para interromper as remessas de fentanil e seus precursores químicos para os EUA. “O fim da mortal brecha de minimis (produtos de baixo valor) pelo presidente Trump salvará milhares de vidas americanas ao restringir o fluxo de narcóticos e outros itens perigosos proibidos e acrescentará até US$ 10 bilhões por ano em receitas tarifárias ao nosso Tesouro”, afirmou Peter Navarro, conselheiro comercial da Casa Branca, nessa quinta-feira (28). Um funcionário do governo disse que a medida será permanente. A isenção para produtos de baixo valor estava em vigor desde 1938, começando em US$ 5 para importações de presentes, subiu para US$ 200 e chegou a US$ 800 em 2015 como forma de promover o crescimento de pequenas empresas em mercados de comércio eletrônico. Mas as remessas diretas da China explodiram depois que Trump aumentou as tarifas sobre produtos chineses durante seu primeiro mandato, criando um novo modelo de negócios direto ao consumidor para as empresas de comércio eletrônico Shein e Temu. A Coalizão Nacional de Organizações Têxteis dos EUA classificou a medida como uma “vitória histórica” para a indústria norte-americana por entender que a medida fecha uma brecha que permitia que empresas estrangeiras de fast-fashion evitassem as tarifas e importassem roupas às vezes feitas com trabalho forçado, prejudicando os empregos norte-americanos. “A ação executiva do governo fecha esse canal e oferece um alívio há muito tempo esperado para o setor têxtil dos EUA e seus trabalhadores”, afirmou o grupo. O CBP estimou que o número de pacotes que reivindicam a isenção para produtos de baixo valor aumentou quase 10 vezes, de 139 milhões no ano fiscal de 2015 para 1,36 bilhão no ano fiscal de 2024 uma taxa de quase 4 milhões por dia. Os analistas de varejo afirmam que o fim da isenção provavelmente aumentará os preços de muitos produtos vendidos por meio de empresas de comércio eletrônico, pois os produtos que antes evitavam tarifas devido à isenção acabarão sendo taxados. A medida pode colocar essas empresas em pé de igualdade com os custos de varejistas mais estabelecidos, como o Walmart, que tendem a importar mercadorias em contêineres a granel que estão sujeitos a tarifas. O CBP arrecadou mais de US$ 492 milhões em tarifas adicionais sobre pacotes enviados da China e de Hong Kong desde que essas isenções específicas foram eliminadas em 2 de maio, disse outra autoridade do governo Trump. Em junho, um relatório da Alfândega dos EUA apontou que houve uma queda de 40% no envio de pacotes de pequeno valor desde maio por conta da taxa. A autoridade indicou que as taxas tarifárias totais serão aplicadas a todos os pacotes enviados por transportadoras expressas, como a FedEx, a United Parcel Service e a DHL. Essas empresas estão mais bem preparadas para coletar impostos e processar dados alfandegários do que as agências postais tradicionais. As agências postais estrangeiras podem optar por coletar e processar os impostos com base no valor do conteúdo do pacote ou optar pelo método de taxa fixa, coletando um imposto fixo com base nas taxas tarifárias “recíprocas” de Trump atualmente em vigor sobre os produtos do país de origem.   Fonte: R7 Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Leia Mais

Receita paga nesta sexta-feira (29) quarto lote de restituição do IR

Cerca de 1,9 milhão de contribuintes que entregaram a Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física de 2025 dentro do prazo acertarão as contas com o Leão. Nesta sexta-feira (29), a Receita Federal libera o quarto dos cinco lotes de restituição deste ano. O lote também contempla restituições residuais de anos anteriores. Ao todo, 1.884.035 contribuintes receberão R$ 2,92 bilhões. A maior parte do valor, informou o Fisco, será para contribuintes sem prioridade no reembolso, que declararam perto do fim do prazo. As restituições estão distribuídas da seguinte forma: 1.454.509 contribuintes sem prioridade; 312.915 contribuintes que usaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram simultaneamente por receber a restituição via Pix; 72.434 contribuintes de 60 a 79 anos; 22.841 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério; 13.515 contribuintes acima de 80 anos; 7.821 contribuintes com deficiência física ou mental ou doença grave. Embora não tenham prioridade por lei, os contribuintes que usaram dois procedimentos em conjunto, pré-preenchida e Pix, passaram a ter prioridade no recebimento da restituição neste ano. Liberada em 22 de agosto, a consulta pode ser feita na página da Receita Federal na internet. Basta o contribuinte clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no botão “Consultar a Restituição”. Também é possível fazer a consulta no aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones. O pagamento será feito na conta ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração do Imposto de Renda. Caso o contribuinte não esteja na lista, deverá entrar no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e tirar o extrato da declaração. Se verificar uma pendência, pode enviar uma declaração retificadora e esperar os próximos lotes da malha fina. Se, por algum motivo, a restituição não for depositada na conta informada na declaração, como no caso de conta desativada, os valores ficarão disponíveis para resgate por até 1 ano no Banco do Brasil. Nesse caso, o cidadão poderá agendar o crédito em qualquer conta bancária em seu nome, por meio do Portal BB ou ligando para a Central de Relacionamento do banco, nos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos). Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição depois de 1 ano, deverá requerer o valor no Portal e-CAC. Ao entrar na página, o cidadão deve acessar o menu “Declarações e Demonstrativos”, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no campo “Solicitar restituição não resgatada na rede bancária”. Fonte: Agência Brasil Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Leia Mais

Brasil aciona Lei da Reciprocidade contra tarifaço dos EUA

A medida é uma resposta direta ao tarifaço de 50% imposto por Washington a produtos brasileiros no início deste mês  O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) autorizou o Itamaraty a acionar a Câmara de Comércio Exterior (Camex) para iniciar consultas sobre a aplicação da Lei da Reciprocidade Econômica contra os Estados Unidos. A medida é uma resposta direta ao tarifaço de 50% imposto por Washington a produtos brasileiros no início deste mês, por determinação do presidente norte-americano Donald Trump.  Sob orientação da Presidência, o Itamaraty notificou a Camex para elaborar, em até 30 dias, um relatório técnico analisando se as medidas americanas configuram violação à lei. Caso seja confirmada a possibilidade de aplicação, será criado um grupo específico para propor contramedidas econômicas, que podem incluir retaliações no comércio de bens, serviços e propriedade intelectual.  Segundo o Itamaraty, uma análise preliminar já está em andamento e os EUA serão oficialmente comunicados nesta sexta-feira (29). A notificação abre espaço para que Washington se manifeste, permitindo a abertura de um canal de diálogo diplomático.  Comparação com modelo norte-americano  A iniciativa brasileira tem sido comparada à Seção 301 dos EUA, instrumento legal usado por Washington para investigar práticas comerciais consideradas desleais e autorizar retaliações.  De acordo com o decreto que regulamenta a lei, o Brasil pode suspender concessões comerciais, investimentos e até obrigações relacionadas à propriedade intelectual em resposta a ações unilaterais de países ou blocos econômicos que prejudiquem sua competitividade internacional.  Lei da Reciprocidade  Aprovada pelo Congresso em 2 de abril e sancionada em 15 de julho, a Lei da Reciprocidade estabelece critérios de proporcionalidade para medidas contra barreiras impostas a produtos e interesses brasileiros.  Pela norma, o governo brasileiro pode aplicar aos cidadãos e governos estrangeiros o mesmo tratamento que oferecem ao Brasil, em áreas que vão desde comércio até concessão de vistos, relações econômicas e diplomáticas. (Renan Isaltino) Fonte: Agência Brasil Foto: R7

Leia Mais

Dário Saadi vai ao BNDES discutir mais financiamento para empresas atingidas pelo tarifaço

O objetivo é orientar empresas locais sobre como acessar o Plano Brasil Soberano  O prefeito de Campinas, Dário Saadi, participou nesta quinta-feira, 28 de agosto, de uma reunião no Rio de Janeiro com o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, para discutir as medidas do Plano Brasil Soberano, que prevê R$ 40 bilhões em crédito para municípios exportadores afetados pelas tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos. O encontro também reuniu prefeitos e vice-prefeitos de 14 municípios exportadores, na sede do banco. No encontro, o BNDES anunciou que, em parceria com a Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos (FNP), realizará visitas técnicas às cidades afetadas pelas tarifas impostas pelos Estados Unidos. O objetivo é orientar empresas locais sobre como acessar o Plano Brasil Soberano. Saadi esteve no encontro na condição de presidente do Conselho da Região Metropolitana de Campinas (RMC), representando os 20 municípios da região. O valor global do plano havia sido anunciado no dia 22 de agosto. Agora, as regras de adesão e os critérios de acesso foram detalhados. RMC entre as regiões mais impactadas Desde que a medida tarifária foi oficializada pelo governo norte-americano, a RMC intensificou os debates sobre ajustes e estratégias de mitigação, em articulação com os governos federal e estadual. De acordo com a Secretaria de Finanças de Campinas, dos produtos exportados pelas 20 cidades que compõem o grupo, 55% estão entre os itens que sofreram com a taxação de 50%. Entre 2020 e 2024, a região exportou cerca de R$ 1 bilhão para o mercado norte-americano, o equivalente a uma média anual de US$ 250 milhões (saiba mais aqui). “A expectativa é que a partir do dia 15 de setembro comecem as liberações para as empresas aderirem ao programa, que vai ajudar e muito os exportadores. A RMC é uma das maiores regiões exportadoras de São Paulo e desempenha papel estratégico para a economia do país”, afirmou o prefeito Dário Saadi. Condições para adesão ao plano As empresas que desejarem acessar as linhas de crédito precisarão cumprir a Cláusula de Emprego, definida pelo Ministério da Fazenda. Isso significa comprovar a manutenção do número de empregados, tomando como referência a média de julho de 2024 a junho de 2025. A meta será aferida novamente no período entre o quinto e o 16º mês após a contratação do financiamento, com base nos dados do eSocial. Além disso, foram apresentadas as condições financeiras das linhas de crédito: Capital de Giro: taxa fixa de até 0,66% ao mês para MPMEs e até 0,82% ao mês para grandes empresas; prazo de até cinco anos, com carência de um ano. Giro Diversificação: destinada à busca de novos mercados, com taxa de até 0,66% ao mês para empresas de todos os portes; prazo de até cinco anos, com um ano de carência. O valor máximo de crédito por empresa será de até R$ 35 milhões para MPMEs e R$ 200 milhões para grandes empresas. Fundos garantidores e apoio do BNDES O programa também contará com fundos garantidores para ampliar a capacidade de financiamento: Pronampe FGO: R$ 1 bilhão, que pode alavancar até R$ 2,5 bilhões; PEAC FGI-Solidário: R$ 2 bilhões, que podem gerar até R$ 20 bilhões em crédito. Essas linhas poderão ser acessadas por MPMEs que tenham ao menos 5% do faturamento bruto comprometido pelas tarifas norte-americanas. Já o BNDES disponibilizará R$ 10 bilhões em linhas próprias de crédito, abertas a empresas de todos os portes, inclusive às já atendidas pelo FGE. Entre elas: Giro Emergencial Complementar: para gastos operacionais gerais, com taxa de 1,15% ao mês (LCD) mais spread bancário; prazo de até cinco anos, incluindo um de carência. Giro Diversificação Complementar: para busca de novos mercados, com taxa de 0,29% ao mês (FAT Cambial) mais variação do dólar e spread bancário; prazo de até sete anos, incluindo carência de um ano. Próximos passos De acordo com o BNDES, os empresários poderão procurar os bancos parceiros a partir do dia 4 de setembro. A aprovação dos financiamentos deve começar em 15 de setembro, com expectativa de que os primeiros recursos sejam liberados ainda no mesmo mês. O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, destacou que as empresas que perderam acima de 5% do faturamento em decorrência das tarifas terão prioridade no acesso ao crédito. “A meta é garantir a sobrevivência do setor exportador e proteger empregos”, afirmou. Impactos nas cidades exportadoras Os prefeitos relataram os efeitos das sobretaxas em diferentes setores. A fruticultura, por exemplo, foi um dos mais atingidos: em Petrolina (PE), um terço da população depende da fruticultura irrigada, especialmente da manga exportada para os EUA. “Estão destruindo uma relação de 20 anos com o mercado norte-americano”, disse o prefeito Simão Durando. Participantes O encontro reuniu prefeitos de cidades de diferentes regiões do país, como Eduardo Paes (Rio de Janeiro/RJ), Simão Durando (Petrolina/PE), Alexandre Ferreira (Franca/SP), Wagner Rodrigues (Araguaína/TO), Margarida Salomão (Juiz de Fora/MG), Rodrigo Neves (Niterói/RJ), Dário Saadi (Campinas/SP), Andrei Gonçalves (Juazeiro/BA), Helinho Zanatta (Piracicaba/SP), Anderson Farias (São José dos Campos/SP), Luiz Caetano (Camaçari/BA), Hingo Hammes (Petrópolis/RJ), além dos vice-prefeitos Isabel Swan (Niterói/RJ) e José Carlos Junior (Cachoeiro de Itapemirim/ES).

Leia Mais
Nenhuma postagem a exibir

Confira o canal do Portal Veloz No Youtube

×

Buscar no Portal Veloz