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Autor: Juarez Oliveira

Pix por aproximação entra em vigor nesta semana e terá limite de até R$ 500 por transação

O Pix passa a ter uma nova função nesta semana. Segundo o Banco Central, a partir da próxima sexta-feira (28) será possível fazer um pagamento instantâneo aproximando o celular da maquininha, por meio do aplicativo do banco ou utilizando uma carteira digital oferecida por instituições autorizadas. Inicialmente, as transações do Pix por aproximação terão um valor máximo padronizado de R$ 500. Mas o cliente pode diminuir esse valor por transação e, também, criar um valor máximo por dia, informa o BC. A solução permite que a transação seja feita aproximando o celular da máquina, por meio da tecnologia NFC (Near Field Communication). O pagamento por aproximação poderá ser feito utilizando as carteiras digitais, como Apple Pay e Google Pay, ou o aplicativo do próprio banco. Para isso, basta aproximar o celular da maquininha de pagamento, não precisa nem tocar. A modalidade de pagamento é parecida com os cartões de aproximação. De acordo com dados da Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços), em setembro de 2024, a quantidade de compras com cartões e outros dispositivos por aproximação atingiu 65% dos pagamentos presenciais. Bancos e o Pix por aproximação Parte dos bancos respondeu que já está oferecendo o serviço (veja abaixo), tanto para carteiras digitais, como para provedores de maquininhas. Algumas instituições já haviam se antecipado ao calendário do BC, com projeto-piloto e testes, como o Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Cielo, C6 Bank e PicPay. Como usar nova função do Pix Para ativar o Pix por aproximação em uma carteira digital, segundo o BC, é necessário vincular a conta a essa carteira, parecido com o que se faz com os cartões de pagamento. No momento da vinculação da conta, o cliente será automaticamente direcionado para a instituição onde tem conta para confirmar a autorização. Após a vinculação da conta, no momento do pagamento, basta você optar pelo pagamento por Pix, aproximar o celular, revisar se as informações do pagamento estão corretas e confirmar. Modelo da carteira digital É necessário que o cliente tenha previamente realizado a vinculação de sua conta em uma carteira digital autorizada pelo Banco Central (como iniciadora de pagamentos), de forma semelhante ao que já ocorre com os cartões de pagamento. Ao aproximar o celular, carteira digital receberá do dispositivo do recebedor (a “maquininha”) as informações da transação e realizará o pagamento a partir da conta previamente vinculada pelo cliente. O fluxo de comunicação entre as instituições ocorre por meio das APIs do Open Finance, garantindo a padronização e a segurança dessa comunicação. O modelo é aberto a todas as instituições que atendam aos requisitos regulamentares e operacionais de padronização e segurança das APIs do Open Finance. Modelo aberto É o aplicativo da instituição detentora da conta do pagador que, ao aproximar o celular, receberá do dispositivo do recebedor as informações da transação e que realizará o pagamento diretamente a partir da conta mantida pelo cliente. Segundo o Banco Central, outros modelos estão em estudo, inclusive para as situações em que o pagador não está conectado (pagador off-line). O que dizem os bancos Banco do Brasil O Banco do Brasil anunciou a ampliação do Pix por aproximação para todos os clientes pessoa física. O novo modelo de pagamento, em piloto desde outubro em São Paulo e no Distrito Federal, passa a ser utilizado em todo o país. A funcionalidade está disponível para dispositivos Android e, para habilitá-la pela primeira vez, é necessário realizar os seguintes procedimentos: acessar “Configurações” > “Conexões” > “NFC” > “Pagamentos sem contato” > “Serviço Pix por Aproximação BB” > “Pagar com o app aberto no momento”. “Os pagamentos por aproximação se tornaram uma experiência paradigmática na indústria financeira. Expandir o Pix por aproximação vai aproveitar a intimidade e a confiança que o cliente tem com o app do Banco do Brasil, que é reconhecido como simples, seguro e com excelente experiência”, afirma Pedro Bramont, diretor de Soluções em Meios de Pagamentos e Serviços do Banco do Brasil. Para pagamentos de até R$ 200, após conferir o valor na maquininha, os clientes só precisam abrir o app BB, clicar em “Pix por aproximação” e realizar a autenticação biométrica ou digitar a senha de login do app. Para finalizar o pagamento, leva poucos segundos, basta aproximar o celular da maquininha já habilitada, assim como já é feito com wallets e cartões físicos. Em caso de pagamentos de valor superior a R$ 200, a diferença é a necessidade de digitação adicional da senha transacional, a mesma já utilizada na realização do Pix tradicional. Itaú Unibanco O Itaú Unibanco afirma que a funcionalidade, que permite pagamentos sem a necessidade de abrir o Superapp Itaú, já está disponível a todos os clientes pessoa física. “Protagonista na construção da solução, o Itaú anunciou o Pix por Aproximação em 2024 e, desde novembro, clientes do banco e de demais instituições financeiras já podem realizar pagamentos com o Pix NFC em todas as laranjinhas – as maquininhas de pagamento do Itaú, operadas pela Rede. A jornada foi implementada de forma gradual e agora está sendo ampliada para 100%”, afirma em nota. “O desenvolvimento da solução e a antecipação da disponibilidade para 100% dos clientes, mostra como o Itaú tem se dedicado em aprimorar a experiência dos nossos clientes em diversas frentes. O Pix por aproximação traz a mesma fluidez e segurança dos pagamentos com cartão NFC, ampliando o acesso para quem tem o Pix como principal forma de pagamento”, destaca Mario Miguel, diretor de pagamentos para Pessoa Física do Itaú Unibanco. Bradesco Clientes Bradesco já podem fazer operações de Pix aproximando o celular de maquininhas de pagamento. Segundo o banco, a opção está disponível no app do banco para clientes pessoa física com aparelhos Android e, nessa primeira etapa, nas maquininhas móveis da Cielo (POS), nos modelos LIO On e Flash. “A disponibilização da solução em maquininhas ligadas a terminais financeiros (TEF) e de outros fornecedores está em estudo”, explica em nota. Ao aproximar o celular da maquininha, a tecnologia do banco reconhece o pagamento e

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Rivais gritam ‘Bruna Marquezine’ e Neymar faz primeiro gol olímpico da carreira

Parece que a torcida contrária se tornou combustível para Neymar no confronto do último domingo, entre Santos e a Internacional de Limeira. Enquanto os adversários gritavam o nome da ex-namorada do jogador, Bruna Marquezine, ele fez o seu primeiro gol olímpico. Tudo começou quando o atleta foi cobrar um lance de escanteio e os rivais gritaram o nome da atriz. Ele não saiu por baixo e reagiu de forma inesperada: pediu para provocarem mais. O resultado foi o primeiro gol do Santos na partida, feito por Tiquinho Soares com assistência de Neymar. Em outra cobrança, o mesmo aconteceu. Mas, dessa vez, o jogador fez um gol olímpico. Por fim, ele ainda deu outra assistência para Tiquinho e o placar fechou em 3×0. Desde que Neymar voltou ao Santos, os rivais compartilham ideias nas redes sociais de como desestabilizar o atleta. Todas envolvem uma pessoa: Bruna Marquezine. Os dois começaram a se relacionar em 2012 e oficializaram o namoro em 2013. Entre idas e vindas, a história dos dois terminou definitivamente em 2018. Atualmente, o jogador está com a influenciadora Bruna Biancardi, que está grávida da segunda filha do casal, Mel. Eles também são pais de Mavie, de 1 ano. Fonte: R7

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Enfrentamento à dengue une saúde, tecnologia e pesquisa

O Governo do Estado de São Paulo decretou situação de emergência em saúde pública em razão da epidemia de dengue. Com isso, o Estado reforça o combate à doença e ao mosquito proliferador de diversas formas. Além do repasse de R$ 228 milhões a municípios, o Estado mobiliza a Defesa Civil para atuar no combate a focos de mosquito, além de desenvolver uma nova vacina contra a dengue e apoiar pesquisas científicas. Os esforços vêm em um período do ano que exige maior atenção da população com a dengue por conta do aumento das chuvas e do calor. Vacina contra dengue O Instituto Butantan desenvolve a primeira vacina de dose única contra a dengue do mundo, o que coloca São Paulo e o Brasil na vanguarda. Os estudos sobre o candidato a imunizante começaram em 2016 e terminaram em junho de 2024. Os resultados, publicados no The New England Journal of Medicine, indicaram que a vacina do Butantan reduziu em 79,6% o risco de adoecer em consequência do vírus da dengue. Além disso, reduziu em 89% o risco de desenvolver formas graves da doença. A vacina é tetravalente, ou seja, protege contra os quatro sorotipos da dengue, inclusive o DENV-3, que voltou a circular recentemente no estado. Além disso, é também a vacina contra a dengue que cobre a faixa etária mais ampla. Em dezembro de 2024, o Instituto Butantan entregou o último pacote de informações para Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e, agora, as duas instituições estão em fase de complemento de informações para o registro e autorização de uso do imunizante pela Anvisa. Em caso de aprovação pela Anvisa, o Instituto Butantan tem condições de fornecer cerca de 100 milhões de doses da Butantan-DV ao Ministério da Saúde nos próximos três anos, sendo 1 milhão ainda em 2025. “Com certeza nós venceremos a guerra contra a dengue quando tivermos vacina para todos. Esse é um trabalho desenvolvido pelo Instituto Butantan. É uma vacina que nos dá segurança de utilização”, disse o secretário de Saúde de São Paulo, Eleuses Paiva. Combate ao mosquito Enquanto a vacina encontra-se em aprovação, o Governo de São Paulo se mobiliza para combater o mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. Para isso, a Defesa Civil do Estado conta com ações de conscientização junto à população e de eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti. Agentes da Defesa Civil visitam imóveis e inspecionam quintais, calhas, vasos e caixas d’água. Os imóveis em condições críticas são registrados para futuras fiscalizações. A Defesa Civil do Estado também faz a limpeza de espaços públicos como praças, terrenos baldios e áreas de convivência para remover entulhos e objetos que possam acumular água. Além disso, a nebulização, também conhecida como “fumacê”, é outra atividade da Defesa Civil contra a dengue em áreas com maior risco de proliferação do mosquito. Nas ruas de Osasco, por exemplo, agentes da Defesa Civil fizeram vistorias nas residências, limpeza nos espaços públicos e eliminação de criadouros do mosquito no centro da cidade. A ação contou com o apoio de agentes do Controle de Zoonoses, agentes da Via Mobilidade, das Defesas Civis do Estado e do Município de Osasco com apoio dos municípios da região. Já nas ações de conscientização, a Defesa Civil orienta a população a evitar a proliferação do mosquito da dengue. Em parceria com a Secretaria da Saúde e dos Transportes Metropolitanos, a Defesa Civil foi à estação Palmeiras-Barra Funda, da Linha 7-Rubi, para orientar a população, tirar dúvidas e distribuir panfletos informativos. Drones Para complementar a vistoria de possíveis criadouros do mosquito da dengue, agentes da Defesa Civil fazem o uso de drones. Os equipamentos servem para vistoriar imóveis abandonados ou locais de difícil acesso, como o topo de prédios e caixas d’água abertas. Os imóveis desocupados geralmente escondem diversos pontos de água parada, como caixas d’água sem tampa, piscinas em mau uso e lixo acumulado. Ao constatar o ponto de água parada utilizando o equipamento tecnológico, a prefeitura do município notifica o proprietário do imóvel. Armadilha contra o mosquito O Governo do Estado de São Paulo, por meio da Fapesp, investe em pesquisas científicas e desenvolve tecnologias voltadas ao controle da dengue. Além do desenvolvimento de vacinas, as iniciativas abrangem estudos epidemiológicos e soluções tecnológicas para o monitoramento e combate ao mosquito Aedes aegypti. A Fapesp apoia, por exemplo, o desenvolvimento de uma armadilha para capturar e monitorar fêmeas do mosquito da dengue. O equipamento atrai os insetos por meio de uma mistura de água, açúcar e feromônio. Uma combinação de câmeras com inteligência artificial diferencia o Aedes aegypti de abelhas ou borboletas, por exemplo. Os mosquitos da dengue são aprisionados e os outros insetos são liberados. Com a coleta dos mosquitos, a armadilha coleta dados e analisa padrões de movimentação e de densidade populacional do mosquito. Os dados podem ser traduzidos em intervenções de saúde pública e dão mais detalhes do comportamento dos mosquitos. Tudo isso sem a necessidade de um pesquisador in loco. A armadilha foi desenvolvida por pesquisadores do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), em Santa Rita do Sapucaí (MG) e descrita em artigo publicado na revista Sensors. (Veja mais detalhes dessa armadilha aqui) Uma pesquisa apoiada pela Fapesp identificou o impacto do fenômeno El Niño no aumento da infestação do mosquito no estado. O estudo aponta que períodos com temperatura acima de 23ºC e volume maior que 153 milímetros favorecem o índice de incidência de larvas. Em outra frente de pesquisa, especialistas alertam para o ressurgimento do sorotipo 3 da dengue, o que pode intensificar os surtos no Brasil, destacando a importância da vigilância epidemiológica. Dúvidas sobre dengue Para tirar as principais dúvidas da população, a Secretaria da Saúde criou o site Dengue 100 Dúvidas. O portal reúne as perguntas que as pessoas mais fazem sobre a doença e responde de forma simples e objetiva. Clique aqui para acessar o site. Fonte: Agência Brasil

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Armadilha inteligente ajuda no controle de circulação do mosquito da dengue

Pesquisadores do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel), em Santa Rita do Sapucaí (MG), desenvolveram uma armadilha inteligente para captura e monitoramento de fêmeas do mosquito Aedes aegypti, transmissor dos vírus da dengue, febre amarela, zika e chikungunya. O protótipo do dispositivo, produzido por meio de um projeto apoiado pela Fapesp no âmbito de um acordo de cooperação com os ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e das Comunicações (MC), foi descrito em artigo publicado na revista Sensors. “A ideia é que a armadilha possa ser usada por órgãos de vigilância epidemiológica para melhorar o monitoramento e o controle da proliferação do mosquito Aedes aegypti, especialmente em áreas urbanas de difícil acesso”, diz à Agência Fapesp Samuel Baraldi Mafra, professor no Inatel e coordenador do projeto. A armadilha, com formato de dodecaedro (com 12 lados) e 50 centímetros de altura, combina dispositivos de internet das coisas (IoT) com câmeras de alta resolução e algoritmos avançados de aprendizado de máquina e de visão computacional. Os insetos são atraídos para a armadilha por meio de uma mistura de água, açúcar e feromônio, colocada em seu interior. Uma câmera interna no tubo de entrada do equipamento, que combina recursos de visão noturna e diurna, captura imagens deles em tempo real e em uma ampla gama de condições de iluminação. As imagens são então processadas por um algoritmo de inteligência artificial capaz de detectar e contar os “prisioneiros” em tempo real, identificando se são mosquitos Aedes aegypti, abelhas ou borboletas, por exemplo. “O mosquito Aedes aegypti tem algumas características morfológicas, como manchas brancas e pernas grandes, que são identificadas pelo algoritmo de inteligência artificial”, informa Mafra. Após a detecção de um Aedes aegypti são ativadas, de forma autônoma, ventoinhas situadas na parte frontal da armadilha. Esses dispositivos criam um fluxo de ar que direciona o mosquito para um recipiente contendo um líquido viscoso, onde ele ficará aprisionado. Quando ocorre a detecção de abelha, borboleta ou outros insetos alados, são ativadas ventoinhas localizadas na parte traseira da armadilha, que criam um fluxo de ar que expele o animal para fora do dispositivo. “A seletividade na classificação dos insetos é um dos principais diferenciais da armadilha em comparação com as que já existiam. Isso permite evitar a captura de outros insetos que não são de interesse e estão em declínio, como as abelhas”, avalia Mafra. A armadilha também conta com um módulo de sistema de posicionamento global (GPS) que permite o monitoramento em tempo real de sua localização. Essa capacidade de executar a detecção em tempo real facilita a coleta de dados geoespaciais e permite analisar mais rapidamente os padrões de movimentação e a densidade populacional dos mosquitos. Dessa forma, é possível obter dados imediatos para intervenções de saúde pública e oferecer uma análise mais detalhada e contextualizada do comportamento do mosquito, permitindo um controle mais eficaz das doenças transmitidas por esses vetores, avaliam os pesquisadores. “O sistema de comunicação da armadilha permite fazer o acompanhamento remoto e em tempo real, sem a necessidade de deslocar alguém para verificar in loco se está capturando mosquitos”, diz Mafra. Protótipo de estudos Os pesquisadores realizaram testes com a armadilha em laboratório e em campo, por exemplo, em praças públicas e próximo a córregos em Santa Rita do Sapucaí. Os resultados indicaram que o sistema foi capaz de detectar com 97% de precisão o Aedes aegypti, 100% no caso de abelhas e 90,1% na classificação de borboletas em laboratório. Os resultados foram corroborados pelos testes em campo. “Pretendemos aperfeiçoar, diminuir os custos e chegar a um protótipo final da armadilha. A versão atual é mais para estudos”, pondera Mafra. O protótipo atual foi elaborado no Laboratório de Ideação (Fab Lab) do Inatel. A ideia dos pesquisadores é fabricar a armadilha com materiais mais resistentes às intempéries do tempo, de forma a proteger a parte eletrônica do equipamento de chuvas intensas e do calor extremo, por exemplo. Fonte: Agência SP

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Mulher mantida refém em agência bancária no RJ é libertada

Uma mulher mantida refém em uma agência bancária no Leblon, zona sul do Rio de Janeiro, neste sábado (22), foi libertada sem ferimentos graves após o sequestrador ser baleado por policiais militares. De acordo com as primeiras informações, o suspeito dormia no local e rendeu a vítima com um caco de vidro quando ela entrou no banco, na avenida Ataulfo de Paiva, para fazer um saque. Por volta das 7h, policiais militares que passavam pela região perceberam a situação e acionaram os negociadores do Bope (Batalhão de Operações Especiais). Durante a ação, o homem exigiu a presença da imprensa. Segundo os militares, o suspeito se recusou a se entregar e, por isso, a equipe decidiu pela intervenção. Ele foi atingido na cabeça e na barriga e deu entrada em estado grave no Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea. O homem não resistiu e morreu, de acordo com a polícia. A Avenida Ataulfo de Paiva, onde a agência está localizada, ficou interditada, mas já está sendo liberada para tráfego. Fonte: R7

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Calor prejudica lavoura de café, soja e arroz, diz especialista

O excesso de calor dos últimos dias está afetando lavouras de soja, milho e arroz na Região Sul do Brasil e também plantações de café e de frutas na Região Sudeste. A cada ano aumentam os impactos causados pelas mudanças climáticas sobre a produção de alimentos. De acordo com a climatologista Francis Lacerda, pesquisadora do Instituto Agronômico de Pernambuco, estratégias de agroecologia podem retardar esses efeitos e diminuir a ameaça de insegurança alimentar. Pelo menos por enquanto. “Existem práticas que podem ainda reduzir esses efeitos. Eu digo ainda porque daqui a pouco não vai poder mais”, alerta a especialista. A primeira missão é reflorestar. “Uma prática que se faz muito na agroecologia é o consórcio. Você planta uma árvore frutífera e, do lado, você planta uma leguminosa, feijão, milho, faz esse plantio todo junto… E essas plantas vão interagir de uma forma que vão beneficiar umas às outras. Tem uma que vai buscar água lá no fundo, porque a raiz dela é pivotante, mas outra que não consegue. Aquelas plantas que não aguentam muita incidência de radiação ficam melhores [quando] associadas a árvores grandes, que fazem sombra para elas. A gente precisa fazer um reflorestamento e implementar esse modelo do sistema agroflorestal,” diz a especialista. Ela acrescenta que a diversificação de culturas favorece a fertilidade e proteção dos solos, além de reduzir os riscos de pragas e doenças, “contribuindo para a não utilização de agrotóxicos e garantindo ao agricultor vantagens ambientais e financeiras, tais como investimentos mais baixos e colheita de produtos diversificados, evitando riscos econômicos provenientes de condições climáticas extremas”. A climatologista lembra que a grande maioria dos alimentos consumidos pelas famílias brasileiras é produzida por agricultores familiares, que se veem cada vez mais surpreendidos com as mudanças no clima. “Porque eles não conseguem mais ter as práticas que tinham de plantar em tal período, de colher em outro. E geralmente quando a gente tem essas ondas de calor, [o total] de alguns organismos no ecossistema que são mais resilientes – insetos, fungos e bactérias – aumenta muito e eles arrasam com a produção”, acentua. Por isso, Francis defende também políticas públicas de implementação de tecnologias para que as comunidades consigam captar e armazenar a própria água e gerar a energia consumida, ficando menos vulneráveis aos efeitos climáticos. Deve-se “dar autonomia a essas comunidades para produzir o próprio alimento dentro dessas condições, e ainda fazer o reflorestamento da sua propriedade, é possível, é barato e os agricultores querem”, salienta. Enquanto isso não é feito em larga escala, a incidência de algumas espécies vegetais endêmicas dos biomas brasileiros está diminuindo, de acordo com a climatologista, “inclusive espécies adaptadas para se desenvolver em áreas secas e quentes”. Água nas raízes “O umbuzeiro, por exemplo, uma planta que é uma referência para o semiárido. Ela é muito resiliente e guarda água nas suas raízes porque está acostumada a lidar com as secas. Os umbuzeiros estão sumindo da paisagem porque eles não conseguem mais se adaptar a essas variáveis climáticas atuais”, avalia. A climatologista do Instituto Agronômico de Pernambuco diz também que essas lições podem ser aplicadas ao meio urbano, “reservando espaços na cidade que possam servir para o cultivo de alimento, como quintais produtivos e farmácias vivas. Mas é preciso ter uma política pública que oriente e que financie. Porque quem tem dinheiro manda buscar a comida, mas sem justiça social não se combate as mudanças climáticas. É preciso pensar em formas inovadoras de produzir e garantir a segurança hídrica, energética e alimentar para as populações do campo e da cidade”, finaliza. Fonte: Agência Brasil

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Influenciador Pablo Marçal é condenado a oito anos de inelegibilidade

O influenciador digital, empresário e ex-candidato a prefeito da capital paulista Pablo Marçal foi condenado a oito anos de inelegibilidade por abuso de poder político, econômico, uso indevido de meios de comunicação social e captação ilícita de recursos. A decisão, da primeira instância da Justiça Eleitoral de São Paulo, foi publicada nesta sexta-feira (21). Cabe recurso ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Segundo decisão do juiz Antonio Maria Patiño Zorz, da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, houve clara participação do influenciador nas ações ilegais de sua candidatura. “Não há dúvidas de sua decisiva atuação em razão do engajamento direto e pessoal por condutas ilícitas praticadas em benefício de sua candidatura”, disse na decisão. O juiz considerou que o ex-candidato emprestava apoio público em redes sociais em troca de dinheiro, prometendo enviar vídeos de apoio a candidatos que efetuassem pagamentos na conta de sua campanha eleitoral. “Ficou demonstrado que o réu Pablo Marçal ofereceu apoio político por meio de vídeo para impulsionar campanha eleitoral de candidatos a vereador (que não estivessem em partidos de esquerda) em troca de doação do valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) para sua campanha eleitoral. Referido fato ficou incontroverso considerando-se que não foi refutado pelos réus além de ter confirmado o recebimento de doações decorrentes do referido vídeo, bem como violou as normas que regem as eleições brasileiras, pois sua conduta configura fraude à lei que caracteriza abuso de poder”, diz o texto da decisão. A ação de investigação foi ajuizada por Guilherme Boulos, ex-candidato ao cargo de prefeito do município de São Paulo pela Coligação Amor por São Paulo. Em nota, Pablo Marçal disse que está em paz e não fez vídeos em troca de apoio financeiro. “Gravei milhares de vídeos de apoio político para candidatos a prefeito e vereadores em todo o país e estou em paz por não ter feito nenhum vídeo em troca de apoio financeiro, conforme demonstrado na prestação de contas apresentada à Justiça Eleitoral. Continuo acreditando na Justiça e tenho certeza de que tudo será esclarecido durante o processo de recurso” acrescentou. Fonte: Agência Brasil

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Liderança geral pode garantir renda recorde no ano para o Corinthians

O Corinthians enfrenta o Guarani neste domingo (23), às 18h30 (de Brasília), na Neo Química Arena, pela última rodada do Campeonato Paulista. Classificado para a próxima fase do estadual, o Timão entra em campo visando garantir a melhor campanha da primeira fase. O clube alvinegro possui 26 pontos e precisa apenas empatar para garantir a melhor vaga na primeira fase do Paulistão. A pontuação segue válida nos confrontos de mata-mata, e com seis pontos em disputa nas quartas e semifinais, o Corinthians pode abrir uma vantagem significativa sobre o São Bernardo, que tem a segunda melhor campanha com 23 pontos. Com a melhor campanha, o Corinthians já garantiu que as quartas de final contra o Mirassol será realizada na Neo Química Arena. Em caso de vitória, poderá disputar a semifinal e o segundo jogo da decisão em Itaquera. Expectativa para arrecadação Neste ano, o Corinthians criou cinco faixas de preços para ingressos em partidas na Neo Química Arena, divididas conforme a relevância dos jogos. Nova política de ingressos Categoria (PREÇO E) – R$ 33 nos setores mais populares Jogos: Fase de classificação do Paulistão (exceto clássicos) Categoria (PREÇO D) – R$ 35 nos setores mais populares Jogos: Clássicos (Santos, Palmeiras e São Paulo no Paulistão), quartas de final do Paulistão, oitavas da Copa do Brasil, jogos do Brasileirão (exceto clássicos), Pré-Libertadores. Categoria (PREÇO C) – R$ 38 nos setores mais populares Jogos: Semifinal do Paulistão, quartas da Copa do Brasil, clássicos no Brasileirão, fase de grupos da Libertadores/Sul-Americana. Categoria (PREÇO B) – R$ 43 nos setores mais populares Jogos: Final do Paulistão, semifinal da Copa do Brasil, oitavas e quartas da Libertadores/Sul-Americana. Categoria (PREÇO A) – R$ 48 nos setores mais populares Jogos: Final da Copa do Brasil, semifinal da Libertadores/Sul-Americana. Chances de boa arrecadação O Corinthians tem a chance de disputar partidas com ingressos nas categorias D, C e B na reta final deste Campeonato Paulista, o que pode aumentar suas receitas. Além disso, o clube alvinegro anunciou, nesta semana, o aumento da capacidade da Neo Química Arena para 48.000 torcedores. A maior renda do Corinthians neste ano foi na vitória sobre o Santos por 2 a 1, na primeira fase do Paulistão. Com o maior público em jogos do Timão na Neo Química Arena, 47.695 torcedores no total, o clube alvinegro arrecadou R$ 2.952.483,00. O Corinthians destina a renda de bilheteria ao pagamento de juros do financiamento com a Caixa Econômica Federal. Em 2024, o clube alvinegro juntou um montante de R$ 87,9 milhões. Fonte: R7      

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Saiba por que o preço dos ovos subiu nos últimos dias

E não é que sobrou para as galinhas toda a polêmica envolvendo a alta no preço dos ovos… O assunto tem sido destaque na imprensa desde a semana passada. A entidade que representa o setor, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), reforçou hoje que a alta nos preços dos ovos é uma situação sazonal, comum no período que antecede e ocorre durante a Páscoa, quando há uma substituição do consumo de carnes vermelhas por proteínas brancas e ovos. A ABPA destaca ainda que os custos de produção acumularam uma alta nos últimos oito meses, com elevação de 30% no preço do milho e mais de 100% nos custos de insumos de embalagens. Ao mesmo tempo, as temperaturas históricas têm impacto direto na produtividade das aves, o que afeta a oferta de produtos. Apesar do aumento nas exportações de ovos, isso não interfere na oferta interna, já que elas representam menos de 1% das 59 bilhões de unidades que deverão ser produzidas este ano. Isso deve gerar um consumo per capita de 272 unidades anuais – mais de 40 unidades acima da média mundial de consumo. Fonte: R7  

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Impactos das chuvas no litoral do Paraná afetam a produção de banana

A banana é uma das principais culturas agrícolas do Paraná. Em 2023, o estado foi o 13º maior produtor nacional, com uma área de 7,7 mil hectares e uma produção de 160,8 mil toneladas, conforme dados do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab). O Brasil, por sua vez, produz 6,8 milhões de toneladas da fruta, distribuídas em 456,5 mil hectares, de acordo com o IBGE. No entanto, as fortes chuvas que atingiram o estado neste mês afetaram a produção na zona rural de Guaratuba, no litoral do Paraná. A estimativa inicial aponta que cerca de 1,5 mil hectares de bananais foram impactados. “Num primeiro momento, as perdas se darão na qualidade das frutas a serem colhidas, exigindo um beneficiamento mais acurado dos bananicultores, o que acarreta custos mais elevados, além de redução no preço final, comprometendo a remuneração”, explicou o engenheiro-agrônomo Paulo Andrade, do Departamento de Economia Rural (Deral). Segundo Andrade, cerca de 80 hectares apresentam perda total de bananas. A recuperação dessas áreas deverá ocorrer apenas ao final deste ano. O litoral do Paraná concentra 59% da produção estadual de bananas, representando 95 mil toneladas em 4,2 mil hectares. Guaratuba se destaca com 77 mil toneladas produzidas em 3,2 mil hectares. Fonte: R7

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