Estabelecimento comercial está fechado temporariamente e o dono foi preso em flagrante
Na noite desta quinta-feira (13), a DISE (Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes) de Americana (SP), deflagrou a Operação Clandestino, com o objetivo de combater o armazenamento e comercialização de alimentos impróprios para o consumo humano. A operação foi realizada após investigações que apontaram um esquema de adulteração de embalagens e venda de carnes e laticínios vencidos. O comércio alvo da operação estava localizado na Rua Antônio Campana, no Jardim Progresso.
Segundo informações do boletim de ocorrência, a abordagem foi feita quando o estabelecimento estava aberto e com um indivíduo presente. Ao adentrar no local, os policiais relataram que logo perceberam o forte odor de carne estragada. O suspeito, um comerciante, de 52 anos, foi questionado sobre a origem dos produtos no local e indicou três câmaras frias que estavam cheias de carnes e laticínios vencidos.
Durante a apreensão, que contou com o apoio do Instituto de Criminalística e da Vigilância Sanitária de Americana, foram encontrados aproximadamente 2.500 quilos de carnes variadas, 400 quilos de requeijão e 230 quilos de queijos, todos impróprios para consumo. Ao todo, o material apreendido somou mais de três toneladas de produtos alimentícios, que foram lacrados pelas autoridades sanitárias. O comércio foi fechado temporariamente.
O proprietário do estabelecimento, foi preso em flagrante pelos crimes de adulteração de substâncias alimentícias e por crimes contra as relações de consumo. O funcionário do comércio, que também foi abordado durante a operação, foi ouvido e liberado.
O detido foi submetido a exame cautelar e, depois, foi escoltado à Cadeia Pública de Sumaré, onde permanece à disposição da Justiça.


















