setembro 17, 2026 - Página 2 de 2 - Portal Veloz Pular para o conteúdo principal

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Dia: 17 de setembro de 2026

Após período de chuvas, obras no Viaduto Centenário são retomadas em Americana

As obras do Programa Asfalto Novo, da Prefeitura de Americana, no Viaduto Ministro Ralph Biasi (Viaduto Centenário) foram retomadas na noite desta quarta-feira (16), após o período de chuvas fortes que inviabilizaram a execução do serviço. A recuperação asfáltica e a reforma estrutural do viaduto são realizadas em etapas, segundo a Secretaria de Obras e Serviços Urbanos (Sosu). As intervenções acontecem no período das 20h às 5h, período adotado para reduzir os impactos no trânsito. A primeira etapa, iniciada em 2 de setembro, inclui a demolição da base do pavimento, fresagem e aplicação de Concreto Betuminoso Usinado a Quente. O investimento é de R$ 2 milhões em recursos próprios. O serviço já foi executado no trecho que liga a Avenida Bandeirantes à alça de descida no sentido da Avenida São Jerônimo e também no sentido bairro-Centro. Os trabalhos de recuperação asfáltica da alça continuam no sentido Avenida Bandeirantes. O prefeito de Americana, Chico Sardelli, destaca a importância da reforma e das etapas planejadas para a execução das melhorias. “O Viaduto Centenário é um importante elo viário da cidade e está recebendo as obras de reforma visando a conservação da via, a segurança no trânsito e a qualidade de vida da população. A primeira etapa do trabalho, a recuperação asfáltica, já está beneficiando os usuários e, com todo o planejamento elaborado, iremos avançar para a próxima etapa, com obras de reforma estrutural e, posteriormente, a sinalização viária”, explicou o prefeito. As obras de manutenção e conservação da estrutura vão incluir reparos, recuperação de berços de concreto e juntas de dilatação, desobstrução e manutenção dos canos de águas pluviais, tratamento do concreto e aplicação de pintura antipichação. Os serviços terão duração prevista de seis meses e serão executados com recursos provenientes das taxas de PGT (Polo Gerador de Tráfego) e do FMDU (Fundo Municipal de Desenvolvimento Urbano), totalizando R$ 2,5 milhões. “Vamos dar continuidade à reforma do Viaduto Centenário, proporcionando mais segurança e conforto aos usuários. O Asfalto Novo é o maior pacote de investimentos da história da nossa cidade, executado pela gestão do prefeito Chico Sardelli e do vice Odir Demarchi em benefício de toda a população”, ressaltou o secretário de Obras e Serviços Urbanos, Adriano Alvarenga Camargo Neves. Programa Asfalto Novo Iniciado em junho, o Programa Asfalto Novo já teve obras executadas nas regiões dos bairros Parque das Nações, Morada do Sol, Jardim Nossa Senhora de Fátima, Cariobinha, São Manoel, São Vito e Vila Franciscangelis, além das avenidas de Cillo, Paulista, Nicolau João Abdalla e Paschoal Ardito e das ruas Fernando Camargo e Marechal Floriano Peixoto. Ao todo, serão investidos aproximadamente R$ 71 milhões em recursos próprios da Prefeitura para a recuperação de 408 mil m² de ruas e avenidas da cidade. Outros R$ 7 milhões em obras de recapeamento asfáltico foram anunciados pelo prefeito Chico Sardelli. Os serviços serão viabilizados por meio de convênio com o Governo do Estado de São Paulo e contemplarão 76 ruas dos bairros Parque da Liberdade, Jardim dos Lírios, Vila Bela, Jardim da Paz, Jardim Alvorada e Jardim Nossa Senhora Aparecida. Foto: Divulgação/Prefeitura de Americana

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Chuvas impactam captação de água e podem afetar abastecimento em bairros de Piracicaba

Semae disse que reduziu em 50% a captação de água no Rio Piracicaba para limpeza e proteção do sistema O Semae (Serviço Municipal de Água e Esgoto) Piracicaba informou que reduziu temporariamente em 50% a capacidade de captação da Captação 1, no rio Piracicaba, após as chuvas intensas registradas na região. A medida, adotada normalmente em períodos de chuva forte, permite a realização da limpeza da estrutura e ajuda a preservar os equipamentos e a qualidade da água que segue para tratamento e distribuição à população. De acordo com o Semae, as chuvas aumentam o volume e a velocidade da água do rio, carregando areia, terra, materiais orgânicos (como folhas e outros resíduos) para as estruturas de captação. O aumento da turbidez também eleva a quantidade de sedimentos na água, o que pode comprometer o funcionamento das bombas da estação e o processo de tratamento. Por isso, a limpeza da captação é uma etapa importante para manter o sistema em condições adequadas de funcionamento. A retirada de materiais acumulados nas grades e demais estruturas reduz o risco de obstruções e de danos às bombas. A chuva também pode carregar para os rios materiais e substâncias presentes nas ruas, áreas rurais e margens, como óleo, combustíveis, defensivos agrícolas, esgoto e resíduos de animais. A redução temporária da captação contribui para evitar que essa carga concentrada entre no sistema. “Em períodos de chuva, essa é uma medida preventiva necessária. A equipe trabalha para fazer a limpeza e manter as estruturas protegidas, sempre com o objetivo de garantir segurança no processo de tratamento e qualidade da água para a população”, explica Ronald Pereira, presidente do Semae. O Semae afirmou que monitora continuamente as condições do rio Piracicaba e do sistema de abastecimento e adota as medidas necessárias para preservar a qualidade da água e a regularidade do fornecimento. ABASTECIMENTO Na manhã de ontem (16), a captação de água permanece reduzida em 50%, enquanto as equipes atuam na retirada do material acumulado e na recuperação da capacidade de operação da unidade. Os bairros que podem ter o abastecimento prejudicado são: Centro, Paulicéia, Jardim Oriente, Água Branca, Monte Feliz, Pacaembu, Monte Líbano, Tatuapé, Kobayat Líbano, São Jorge, Nova Suíça, Jaraguá, São Dimas, Castelinho, Chácara Nazareth, Paulista, Jupiá, Campestre, Quinta de Santa Helena e adjacências. A previsão do Semae era de que que a captação voltasse a operar em 100% por volta das 14h desta quarta-feira (16). Com a retomada da capacidade total de captação, a produção de água será normalizada gradativamente. A previsão era de que os reservatórios de água estivessem estabilizados por volta das 18h de ontem. INVESTIMENTOS Em abril deste ano, a Prefeitura de Piracicaba informou que entregou a modernização e reforma da Captação 1 – Rio Piracicaba, que não recebia obras estruturais há quase 40 anos. O investimento foi de R$ 3,13 milhões para substituição das motobombas, instalação de novos painéis elétricos e renovação de todo o sistema elétrico, aumentando a eficiência e a confiabilidade da operação na unidade.   Foto: Divulgação/Prefeitura de Piracicaba

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BC reduz juros básicos para 13,75% ao ano

Copom aponta cenário incerto por causa de conflitos no Oriente Médio Apesar das tensões em torno da guerra no Oriente Médio e do fenômeno climático El Niño, o Banco Central (BC) cortou os juros pela quinta vez seguida. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,25 ponto percentual, para 13,75% ao ano. A decisão era esperada pelo mercado financeiro. “O ambiente externo permanece incerto em função da indefinição acerca dos conflitos armados no Oriente Médio e da incerteza sobre a política monetária em algumas economias avançadas. Tal cenário exige cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por elevação da volatilidade de preços de ativos e commodities”, diz comunicado. De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos. O Copom voltou a cortar os juros em abril, num cenário de queda da inflação. No entanto, o agravamento da guerra no Oriente Médio e o início do fenômeno El Niño dificultam o trabalho do Copom. O Copom esteve desfalcado porque o mandato dos diretores de Organização do Sistema Financeiro, Renato Gomes, e de Política Econômica, Diego Guillen, expirou no fim de 2025. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva até agora não encaminhou as indicações dos substitutos ao Congresso Nacional. Inflação A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em agosto, o índice ficou negativo em 0,32%, o menor nível em quatro anos, beneficiado pelo bônus de Itaipu nas contas de luz. No acumulado de 12 meses, o índice recuou para 4,22%, contra 4,44% em julho. O preço dos alimentos também contribuiu para a queda da inflação em agosto, tendo recuado 0,34% no mês passado. No entanto, o início do El Niño deverá encarecer a comida nos próximos meses, representando um desafio adicional para a política monetária. Pelo novo sistema de meta contínua, em vigor desde janeiro de 2025, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%. No modelo de meta contínua, a meta passa a ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em setembro de 2026, a inflação desde outubro de 2025 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em outubro de 2026, o procedimento se repete, com apuração a partir de novembro de 2025. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano. No último Relatório de Política Monetária, divulgado no fim de junho pelo Banco Central, a autoridade monetária elevou, de 3,9% para 5,2%, a previsão do IPCA em 2026, mas a estimativa será revista, por causa da recente queda da inflação. A próxima edição do documento será divulgada no fim deste mês. As previsões do mercado estão menos pessimistas. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 4,9%, acima do teto da meta, de 4,5%. Antes do início da guerra no Oriente Médio, as estimativas do mercado estavam em 3,95%. “Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores divulgados desde a última reunião mostra uma moderação gradual da atividade econômica, principalmente em setores mais cíclicos, embora ainda em patamar resiliente, e mercado de trabalho aquecido. Nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e a média das medidas subjacentes desaceleraram, situando-se abaixo do limite superior do intervalo de tolerância, porém ainda acima da meta”, afirma comunicado do BC. Crédito menos caro A redução da taxa Selic impulsiona a economia. Isso porque juros mais baixos barateiam o crédito e estimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas menores dificultam o controle da inflação. No último Relatório de Política Monetária, o Banco Central elevou para 2% a previsão de crescimento da economia em 2026. O mercado projeta crescimento mais baixo. Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem expansão de 1,89% do PIB em 2026. Há quatro semanas, a estimativa estava em 1,98% A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.   Fonte: Agência Brasil Foto:  Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

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Vereador Fabrício Polezi permanece em estado grave após cair no Rio Piracicaba

Parlamentar segue internado em estado grave na Santa Casa, sob sedação, ventilação mecânica e monitoramento intensivo O vereador Fabrício Polezi (PL) permanece internado em estado grave na Santa Casa de Misericórdia de Piracicaba após cair no Rio Piracicaba na manhã desta quarta-feira (16). A atualização foi divulgada pela Mesa Diretora da Câmara Municipal com base em boletim médico oficial encaminhado pela unidade hospitalar. Segundo informações do Corpo de Bombeiros, o parlamentar estava registrando imagens na região da ponte sobre o Rio Piracicaba quando, em um momento de descuido, caiu na água e foi arrastado pela correnteza. Após o acidente, Polezi foi retirado do rio e recebeu atendimento pré-hospitalar do Corpo de Bombeiros. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também atuaram na ocorrência e realizaram o encaminhamento do vereador para a Santa Casa. De acordo com o boletim médico divulgado às 16h desta quarta (16), o vereador apresenta um quadro clínico grave em razão do comprometimento respiratório provocado pelo afogamento. A nota informa que ele permanece sob sedação, ventilação mecânica e recebendo suporte intensivo, com monitoramento contínuo da equipe médica.   Ver esse post no Instagram   Um post compartilhado por Portal Veloz (@portalvelozoficial) A Santa Casa informou ainda que todos os cuidados necessários estão sendo adotados neste momento e que a evolução clínica será avaliada nas próximas horas. Em razão da complexidade do caso, o hospital destacou que ainda não é possível antecipar um prognóstico. O vereador estava ontem (16) na Ponte Pênsil realizando gravações relacionadas às condições do Rio Piracicaba quando teria perdido o equilíbrio e caído na água. Segundo relatos, Polezi foi levado pela correnteza por cerca de um quilômetro antes de ser retirado do rio por dois homens que passavam pela região e perceberam a situação. Quando foi resgatado, ele estava consciente, mas precisou receber oxigênio durante o atendimento de emergência. As circunstâncias da queda deverão ser apuradas. Em nota oficial, a Mesa Diretora da Câmara Municipal de Piracicaba lamentou o ocorrido e manifestou solidariedade aos familiares do vereador. “O vereador permanece sob sedação, ventilação mecânica e suporte intensivo, com acompanhamento contínuo da equipe médica”, informou o comunicado, que também desejou plena recuperação ao parlamentar. A Câmara destacou que novas informações sobre o estado de saúde de Fabrício Polezi serão divulgadas exclusivamente pelos canais oficiais da Santa Casa, mediante autorização da família e sempre que houver atualização médica relevante.   Foto: Reprodução/Câmara de Piracicaba

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Brasil entra em uma nova corrida por energia e infraestrutura

Expansão de data centers, crescimento da energia solar e aumento da demanda elétrica colocam pressão sobre a infraestrutura que vai sustentar a próxima fase da economia brasileira O sistema elétrico brasileiro está entrando em uma nova fase de expansão. Segundo projeções da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), a carga do Sistema Interligado Nacional deve crescer, em média, 4% ao ano entre 2026 e 2030, até atingir 98.824 MW médios no fim da década. Parte relevante desse crescimento tem um nome que até pouco tempo atrás raramente aparecia nas projeções do setor elétrico: data centers. A própria EPE já reconhece esses empreendimentos como grandes cargas elétricas que precisam entrar no planejamento da expansão da transmissão. O órgão criou, inclusive, uma estrutura específica para coletar dados de novos projetos de data center, um sinal de que o ritmo de chegada desses empreendimentos passou a exigir monitoramento próprio, fora da curva tradicional de crescimento industrial. Ao mesmo tempo, a matriz elétrica brasileira passa por uma transformação acelerada. Segundo o Balanço Energético Nacional 2026, a capacidade instalada de geração solar fotovoltaica chegou a 64.793 MW em 2025, um crescimento de 33,7% em relação ao ano anterior. A geração solar somou 88,1 TWh, alta de 24,7%. Somente em 2025 foram adicionados 16,3 GW de capacidade solar, fazendo a fonte responder por 24,8% de toda a capacidade instalada de geração elétrica do país. Solar e eólica juntas já respondem por 26,4% da geração nacional, e 86,8% da matriz elétrica brasileira é renovável, um dos índices mais altos do mundo. A bioeletricidade também bateu recorde, com 66,1 TWh gerados em 2025 (8,5% da matriz), a partir principalmente de bagaço de cana e licor preto da indústria de celulose. A geração total do país somou 775,9 TWh, alta de 3,3%, com a autoprodução, geração feita pela própria indústria para consumo interno, respondendo por 176 TWh, ou 22,7% desse total, reflexo direto da corrida das empresas por segurança energética própria. Com uma matriz limpa e geração renovável sobrando em diversas regiões, o desafio brasileiro deixou de ser a produção de energia. “O problema não é produzir energia. É entregar essa energia no ponto certo, com a qualidade certa e no prazo certo”, resume Saulo Honma, diretor-presidente da GTel, empresa de montagem eletromecânica que atua há mais de 50 anos em instalações elétricas e industriais e em usinas de geração. Um data center de inteligência artificial concentra dezenas ou até centenas de megawatts em um único ponto de conexão, o que exige subestação de alta tensão, linha de transmissão dedicada e, com frequência, reforço na rede da distribuidora ou da transmissora. Esse tipo de obra não segue o calendário do mercado de tecnologia: depende de aprovações, filas de fabricação de transformadores e painéis, e prazos de engenharia pesada que podem levar mais de um ano, enquanto o setor de tecnologia opera em ciclos de meses. Além da conexão, existe a questão da continuidade. Uma indústria tradicional tolera uma parada de alguns minutos; um data center não tolera interrupção. Isso muda toda a arquitetura elétrica do projeto: dupla alimentação, grupos geradores, sistemas de no-break (UPS) e chaves de transferência automática, com exigências de comissionamento e testes muito mais rígidas do que as de uma planta industrial comum. A refrigeração segue a mesma lógica de elevação de exigência. Um único rack de inteligência artificial pode dissipar mais de 100 kW de calor, de dez a vinte vezes mais que um rack tradicional, o que transforma a climatização de sistema de conforto em sistema de processo, com água gelada, resfriamento líquido direto no chip e redundância também em chillers, bombas e torres de resfriamento. “É uma infraestrutura invisível justamente porque, quando bem-feita, ninguém percebe. Ninguém nota a subestação que não falha, o cabo dimensionado corretamente ou o sistema de automação que detecta o problema antes de virar uma parada. Ela só aparece quando dá errado”, diz Saulo Honma, diretor-presidente da GTEL. Se há um fator que hoje limita mais o crescimento do setor do que capital ou tecnologia, é a mão de obra especializada, resultado de décadas com pouca formação técnica no país e de uma geração experiente que está se aposentando. Isso pressiona custos, prazos e, o que é mais grave, a segurança das obras. Empresas do setor têm respondido com investimento em formação interna, parcerias com fornecedores de mão de obra e modernização de frota e equipamentos para ganhar produtividade, mas o consenso é que, sem uma política coordenada entre governo, Sistema S, empresas e sindicatos, parte dos cronogramas hoje anunciados para energia e data centers não vai se cumprir. O tamanho do desafio aparece nos números do próprio setor. As 20 maiores empresas de montagem industrial do país faturaram juntas R$14,88 bilhões em 2024, segundo o ranking da revista O Empreiteiro. Já o setor de máquinas e equipamentos fechou 2025 com receita líquida de R$ 298,9 bilhões, alta de 7,3%, e suas empresas planejam investir R$ 10,07 bilhões em 2026, dos quais 36,4% em modernização tecnológica, 34,4% em ampliação de capacidade e 22,6% em manutenção e reposição de ativos depreciados, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). É o retrato de uma indústria que está, ao mesmo tempo, crescendo e se atualizando. Fundada em 1975 por três amigos formados na Escola Técnica Getúlio Vargas, a GTEL nasceu executando instalações elétricas simples e acompanhou, nas décadas seguintes, a industrialização brasileira: das instalações elétricas para as subestações, depois para as disciplinas mecânica, de tubulação e de automação, até chegar à entrega de plantas completas em regime EPC, em que a empresa assume projeto, fornecimento e montagem. Esse caminho levou a companhia a mais de 2,2 GW montados em usinas termelétricas e mais de 600 MWp em usinas fotovoltaicas, além de plantas de biomassa e biometano e de mais de 6.500 projetos industriais entregues em todo o país. Entre os clientes estão nomes como Embraer e Honda, além de usinas de geração

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Pátio Limeira Shopping recebe Aulão de Ritmos gratuito neste sábado

Atividade será realizada em duas sessões e é destinada a maiores de 12 anos O Pátio Limeira Shopping, administrado pelo Grupo AD, recebe neste sábado, 19 de setembro, o Aulão de Ritmos, uma atividade gratuita que integra o programa “Movimento, Alegria e Bem-Estar”, realizado pelo Sesi Limeira. A iniciativa convida o público a movimentar o corpo, dançar e aproveitar momentos de diversão e bem-estar. Aulão de Ritmos combina diferentes estilos musicais em uma atividade dinâmica e acessível para todos os níveis de desempenho. É uma excelente oportunidade para melhorar o condicionamento físico, aumentar a disposição e cuidar da saúde de forma leve e divertida. Para o público do Pátio Limeira Shopping, além de um momento de lazer e descontração, a experiência oferece contato com esse programa que é referência nas áreas de esporte e saúde no Sesi Limeira. “Será um momento muito especial que estimula a adoção de hábitos mais saudáveis. É uma alegria receber mais uma atividade do Sesi Limeira em um evento que é um presente para a comunidade”, destaca a coordenadora de marketing do Pátio Limeira Shopping, Sibelly Paganotti. O Aulão de Ritmos é aberto a pessoas maiores de 12 anos e será realizado no piso superior em duas sessões às 14h30 e às 15h30. A participação é destinada a pessoas maiores de 12 anos. As vagas são gratuitas, porém limitadas à capacidade máxima. Sobre o Pátio Limeira Com 64 mil m² de área construída, o Pátio Limeira Shopping possui mais de 150 operações, sendo cinco lojas-âncoras (Marisa, C&A, Riachuelo, Lojas Americanas e Renner), seis megalojas (Ri Happy, Centauro, Di Gaspi, Polo Wear, Kalunga e Lojas 1a99), mais de 30 operações de alimentação e quatro restaurantes (Outback, Coco Bambu, Pizza Hut e Sr. Boteco) e o cinema Arcoplex, com cinco salas, sendo uma 3D. Anexo ao Pátio Limeira Shopping está o Pátio Office, torre comercial com dez andares e 160 salas modulares. Localizado na região central de Limeira, o empreendimento é um importante local de compras, lazer e entretenimento para adultos e crianças da cidade e região, oferecendo excelentes opções com segurança e estacionamento coberto para mil veículos, com sinalizadores. Site: www.patiolimeira.com.br Instagram: Pátio Limeira Shopping Facebook: Pátio Limeira Shopping

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