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Sarampo: veja quem são os públicos que devem ou não tomar a vacina

Em 11 estados, desemprego está abaixo da média do país; veja quais

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Dia: 15 de agosto de 2026

Sarampo: veja quem são os públicos que devem ou não tomar a vacina

Gestantes e pessoas com imunodeficiências estão entre os grupos descartados A vacina contra o sarampo não é indicada para gestantes, bebês com menos de seis meses de idade, pessoas com imunodeficiências e quem tem histórico de alergia grave a algum componente da fórmula. A campanha é destinada à população de 6 meses a 59 anos residente nos municípios de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo, que devem procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para receber a dose. Veja abaixo os motivos para cada grupo não tomar o imunizante e como funciona a vacinação para quem está com gripe ou tem a partir de 60 anos. Gestantes A gestante não pode tomar a vacina porque ela é feita com o vírus vivos atenuados (enfraquecidos) e há risco de afetar o feto, além de a imunidade durante a gravidez deixar o corpo da mulher mais vulnerável. Ou seja, a vacina usa uma versão enfraquecida do vírus real que pode causar infecção em organismos com imunidade reduzida. O sistema de defesa da grávida trabalha de forma mais lenta para proteger o bebê, facilitando o risco de desenvolver a doença. Além disso, existe a preocupação de o vírus da vacina atravessar a placenta e prejudicar o desenvolvimento do bebê ou causar complicações na gravidez. No pós-parto e durante a amamentação, as mulheres podem receber o imunizante, pois o vírus da vacina não passa para o leite materno. Se a mulher tomar a vacina sem saber que estava grávida, ela precisa de acompanhamento médico no pré-natal. É indicado atualizar a caderneta de vacinação com a vacina tríplice viral pelo menos um mês antes de engravidar, e manter sempre a caderneta atualizada com os demais imunizantes. Bebês menores de 6 meses Não é recomendado vacinar os bebês abaixo de seis meses porque o sistema de defesa deles ainda não está pronto para receber o imunizante. Além disso, eles estão protegidos pela imunidade da mãe. Pessoas com imunossupressão e imunodepressão As pessoas com imunodepressão, ou seja, deficiência grave na imunidade, que fazem quimioterapia ou usam remédios que baixam as defesas do corpo não devem tomar o imunizante. Pessoas que vivem com HIV, por exemplo, podem ter indicação de vacinação em determinadas circunstâncias quando estão em tratamento, com carga viral controlada e boa resposta imunológica. Na imunossupressão, a imunidade fica comprometida devido ao uso de medicamentos como corticoides e drogas usadas para tratar doenças autoimunes (condições em que o sistema imunológico ataca as células do próprio corpo, como lúpus e artrite reumatoide). Nesse caso, a decisão de tomar a vacina deve considerar a condição clínica. Pessoas imunossuprimidas devem conversar com o profissional de saúde antes da vacinação. Alergia grave (anafilaxia) Não deve tomar a vacina quem já teve reação alérgica muito forte a uma dose anterior ou a componentes da vacina (como gelatina ou neomicina). Já as pessoas que têm alergia a ovo podem tomar a vacina. Gripe ou febre Quem está com febre deve esperar melhorar para se vacinar. O recomendado é estar há pelo menos 24 horas sem febre e em bom estado geral antes da vacinação. A espera também ajuda a evitar que sintomas da doença sejam confundidos com possíveis reações ao imunizante. Pessoas com resfriado leve, sem febre e com bom estado geral podem ser vacinadas. Pessoas com mais de 60 anos Pessoas com 60 anos ou mais não entram no público-alvo da vacinação rotineira ou campanhas de reforço contra o sarampo porque autoridades de saúde consideram que pessoas a partir dessa faixa etária já tiveram contato natural com o vírus ao longo da vida, desenvolvendo imunidade duradoura. Mas os idosos que tiveram contato direto com um caso suspeito ou confirmado de sarampo devem ser avaliados para receber a indicação de vacinar-se caso não tenham registro prévio da doença ou da imunização. Isso não significa que todas as pessoas com 60 anos ou mais estejam automaticamente protegidas. Por isso, dúvidas sobre o histórico individual devem ser avaliadas com um profissional de saúde. Quem já teve sarampo Quem teve diagnóstico confirmado de sarampo, por avaliação médica ou exame laboratorial, não precisa receber a dose adicional. A situação é diferente para quem acredita ter tido a doença, mas nunca teve confirmação. Nesses casos, a orientação é pela vacinação quando não houver comprovação de imunidade. Na dúvida, a recomendação é se vacinar. Quem não sabe se tomou a vacina  Quem não tem registro ou não se lembra se tomou a vacina contra o sarampo deve se vacinar, pois a imunização está sendo realizada independentemente do histórico vacinal. Uma dose adicional não representa prejuízo para quem já foi imunizado. As pessoas que não sabem se foram imunizadas tanto podem estar como não estar protegidas. Nesse caso, é recomendável a vacinação como prevenção. Outros imunizantes Na maioria das situações, a vacina contra o sarampo pode ser aplicada no mesmo dia que outras vacinas. A atenção maior envolve outros imunizantes que também utilizam vírus vivos atenuados. Dependendo da vacina, pode ser necessário respeitar um intervalo de quatro semanas quando as aplicações não são realizadas no mesmo dia. Entre as vacinas que utilizam vírus vivos atenuados estão febre amarela, tetraviral (inclui varicela), varicela (catapora), rotavírus e dengue. No caso de crianças menores de 2 anos, a tríplice viral não deve ser aplicada no mesmo dia da vacina contra febre amarela. Por isso, é importante informar ao profissional de saúde quais vacinas foram recebidas recentemente.

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Em 11 estados, desemprego está abaixo da média do país; veja quais

Cinco localidades têm desocupação abaixo de 3% Das 27 unidades da federação do país, 11 terminaram o segundo trimestre de 2026 com taxa de desemprego abaixo da média nacional, de 5,4%. Em cinco deles, o índice sequer chega a 3%. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada na manhã desta sexta-feira (14), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).   Veja quais estados atingiram nível de desemprego abaixo da média nacional: Santa Catarina: 2,1% Mato Grosso: 2,2% Espírito Santo: 2,3% Rondônia: 2,6% Mato Grosso do Sul: 2,7% Paraná: 3,1% Minas Gerais: 3,8% Goiás: 4,0% Tocantins: 4,1% Rio Grande do Sul: 4,2% Roraima: 5,0% Média Brasil: 5,4% Paraíba: 5,4% São Paulo: 5,4% Rio Grande do Norte: 5,6% Maranhão: 6,0% Pará: 6,2% Distrito Federal: 6,5% Acre: 6,6% Ceará: 6,6% Rio de Janeiro: 7,1% Amazonas: 7,5% Alagoas: 7,9% Sergipe: 7,9% Piauí: 8,3% Pernambuco: 8,3% Bahia: 9,1% Amapá: 9,8% O analista da pesquisa, William Kratochwill, explica que a diferença entre os estados é proporcionada por fatores ligados aos níveis de industrialização, evolução da atividade econômica e de instrução da população. “Santa Catarina e a região Sul como um todo apresentam níveis muito mais fortes que os estados do Norte e Nordeste”, assinala. Na média nacional, a taxa de 5,4% no segundo trimestre representa recuo em relação aos 6,1% do primeiro trimestre. Já entre as unidades da federação, o desemprego diminuiu em 13 localidades. As demais ficaram estáveis. Confira os estados que reduziram o desemprego no segundo trimestre. Santa Catarina (-0,6 ponto percentual) Maranhão (-0,9 p.p.) Espírito Santo (-0,9 p.p.) Mato Grosso (-0,9 p.p.) Goiás (-1 p.p.) Rondônia ( -1 p.p.) Mato Grosso do Sul (-1,1 p.p.) Minas Gerais (-1,2 p.p.) Alagoas (-1,3 p.p) Tocantins (-1,5 p.p.) Acre (-1,6 p.p.) Paraíba (-1,6 p.p.) Rio Grande do Norte (-1,9 p.p.) A pesquisa A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo. Pelos critérios do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal. Queda no desemprego longo De acordo com a Pnad, 1,06 milhão de pessoas enfrentavam o chamado desemprego longo, isto é, pessoas que estão à procura de vagas há dois anos ou mais. Esse é o menor contingente de toda a série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. Em relação ao mesmo trimestre de 2025, a queda nesse contingente foi de 15,6%. Negros e mulheres acima da média O levantamento do segundo trimestre aponta ainda que o desemprego para homens (4,6%) ficou abaixo da média nacional, enquanto o das mulheres ficou acima (6,4%). Ao observar os números pela cor da pessoa, a desocupação de pretos (6,9%) e pardos (6,1%) é maior que a média; enquanto o dos brancos, abaixo (4,2%). A pesquisa do IBGE não utiliza o termo negro. Mas o Estatuto da Igualdade Racial considera população negra o conjunto de pessoas que se autodeclaram pretas e pardas.

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Defesa Civil alerta para onda de calor e risco de queimadas em Limeira

População deve redobrar os cuidados para prevenir incêndios   A Defesa Civil do Estado de São Paulo emitiu um alerta para uma onda de calor que começou nesta quinta-feira (13) e segue até quarta-feira (19). O período é marcado por temperaturas elevadas, que poderão ficar até 7°C acima da média, e baixos índices de umidade relativa do ar. Em Limeira, o cenário aumenta o risco de queimadas e incêndios em áreas de vegetação. Desde junho, a Defesa Civil intensificou as ações de prevenção e conscientização diante dos riscos do período de estiagem, com orientações à população. As queimadas são proibidas e, além de provocarem danos ao meio ambiente, prejudicam a qualidade do ar. A fumaça pode agravar problemas respiratórios, especialmente entre crianças e idosos. A orientação é não utilizar fogo para a limpeza de terrenos, não queimar lixo e não descartar bitucas de cigarro em áreas com vegetação seca. Neste período de calor e baixa umidade, é importante redobrar os cuidados e evitar qualquer situação que possa provocar incêndios. Ao identificar fumaça ou princípio de incêndio, a população deve acionar o Corpo de Bombeiros, pelo telefone 193, ou a Defesa Civil, pelo 199.

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Mais de 4.500 alunos de escolas municipais de Rio Claro passarão por atendimento oftalmológico

Projeto “Visão para o futuro” começará a ser aplicado na próxima segunda-feira. Alunos da rede pública municipal de ensino de Rio Claro passarão por atendimento oftalmológico no projeto “Visão para o futuro”. A iniciativa da prefeitura de Rio Claro tem a participação das secretarias da Educação e da Saúde, e do Fundo Social de Solidariedade. São 4.555 crianças que frequentam o ensino fundamental em escolas públicas que passarão inicialmente por uma triagem oftalmológica, depois por consulta e, se necessário, receberão óculos. Conforme explica o oftalmologista Marcos Henrique Rocha de Albuquerque, se a consulta identificar algum problema de visão, a criança será encaminhada para especialista. Os recursos financeiros para a realização do programa em Rio Claro foram conseguidos no governo federal a partir de uma mobilização da vice-prefeita Maria do Carmo Guilherme e do vereador Hernani Leonhardt. As crianças que serão atendidas com o projeto são alunos das escolas municipais Aldo Zotarelli, Benedito Zaine, Octávio Chiossi, Caic, Antônio Marrotte, Marcelo Schmidt, Diva Marques, Elpídio Mina, Djiliah, Sérgio Fittipaldi, Sueli Marin, Antônio Sebastião da Silva, Teodoro Koelle, Ângela Aily, João Maule, Luiz Martins, Celeste Calil, Denizard Machado, Monsenhor Martins, Darci Reginatto, Silvio de Araújo, Ephraim dos Santos, Jovelina Moratelli e Escola Agrícola.

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