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Campinas registra mais dois óbitos por gripe neste ano

Prefeitura de Limeira é cobrada sobre acesso entre Colinas do Engenho e Sesi 442

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Dia: 7 de maio de 2026

Campinas registra mais dois óbitos por gripe neste ano

Todas as vítimas tinham comorbidades e não estavam vacinadas; já são 5 mortes por gripe em 2026 na cidade A Secretaria de Saúde de Campinas registrou mais dois óbitos por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) provocada pelo vírus Influenza, causador da gripe, nesta quinta-feira, 6 de maio. No total, foram cinco mortes com data de início de sintomas em 2026. Os pacientes tinham histórico de doenças preexistentes (comorbidades) e ainda não estavam vacinados contra a doença neste ano. Desde janeiro, a cidade contabiliza 65 casos e cinco mortes de SRAG por influenza. Os novos casos são: – Sexo masculino, 93 anos com comorbidade, não vacinado. Data do óbito: 11/04/2026 – Sexo feminino, 80 anos, com comorbidade, não vacinado. Data do óbito: 14/04/26 Casos em 2025 Durante todo ano de 2025, Campinas teve 552 pessoas com a síndrome e 67 mortes pela doença. Dos óbitos, 53 foram de pessoas que não receberam a vacina contra a gripe. Além disso, 66 pessoas tinham doenças preexistentes e, portanto, eram do grupo de risco. Entre os 14 que receberam o imunizante, 12 estavam adequadamente imunizados. Isso porque a vacina leva 15 dias para garantir a proteção ideal e duas pessoas apresentaram os sintomas da doença antes deste período. Importância da vacina A Saúde reforça a importância da vacinação contra a gripe para os grupos prioritários, público-alvo da estratégia, como medida de prevenção e, sobretudo, para reduzir o risco de evolução para formas graves e óbito pela doença. O imunizante está disponível nos Centros de Saúde (CSs), exceto o CS Centro, que faz a vacinação na Paróquia Divino Salvador. A campanha termina em 30 de maio. Para receber a dose basta levar documento com foto e a caderneta de vacinação, se tiver. As crianças devem estar acompanhadas dos pais/responsáveis ou levar autorização. Não é necessário agendamento. Informações e horários das salas de vacina nos centros de saúde estão disponíveis no site: https://vacina.campinas.sp.gov.br Neste ano, a vacina protege contra as gripes A (H1N1 e H3N2) e B. A vacina da gripe pode ser administrada de forma simultânea a outras vacinas do Calendário Nacional. Quem pode se vacinar Os imunizantes são direcionados para os seguintes públicos: – Crianças de 6 meses a menores de 6 anos (para as crianças que recebem o imunizante pela primeira vez, são necessárias duas doses, com intervalo de 30 dias) – Idosos com 60 anos ou mais – Gestantes e puérperas (até 45 dias após o parto) – Pessoas com doenças crônicas – Povos indígenas e quilombolas – Pessoas em situação de rua – Trabalhadores da saúde e da educação – Profissionais das forças de segurança e salvamento – Profissionais das Forças Armadas – Pessoas com deficiência permanente – Caminhoneiros e trabalhadores de transporte coletivo – Trabalhadores portuários e dos Correios – População e funcionários do sistema de privação de liberdade, além de adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas (entre 12 e 21 anos) Resultados A Secretaria de Saúde de Campinas aplicou 154.689 doses da vacina da gripe no público prioritário desde o início da estratégia no município, em 28 de março. Destes, 102.711 foram aplicadas no público-alvo da imunização contra gripe definido pelo Calendário Nacional de Vacinação, que são crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e idosos. Cobertura por público prioritário Idosos – 87.871 (cobertura de 39,28%) Crianças de 6 meses a menores de 6 anos – 11.637 (cobertura de 17,03%) Gestantes – 3.203 (cobertura de 37,25%) As campanhas acontecem todos os anos em período sazonal definido pelo Ministério da Saúde, que antecede o período de maior circulação do vírus. Isso acontece porque a influenza sofre mutações frequentes, o que exige atualização anual para garantir proteção contra as cepas mais ativas em cada temporada. Cuidados Além da vacinação, há outros cuidados que devem ser tomados pela população para evitar a transmissão de doenças respiratórias, como lavar as mãos frequentemente, manter os ambientes arejados, evitar aglomerações e, em caso de sintomas respiratórios, utilizar máscaras e evitar o contato com outras pessoas. Saiba mais em: campinas.sp.gov.br/noticias/122803/voce-sabia-cuidados-simples-na-rotina-sao-fundamentais-para-evitar-infeccoes-respiratorias   Foto: Divulgação/Prefeitura de Campinas

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Prefeitura de Limeira é cobrada sobre acesso entre Colinas do Engenho e Sesi 442

Requerimento de vereadora questiona atraso em obra prometida há mais de um ano e pede previsão para início da intervenção A vereadora Tatiane Lopes (Avante) protocolou dia 27 de abril,  o Requerimento Nº 368/2026, solicitando informações à Prefeitura sobre a viabilização de uma via de acesso entre o bairro Colinas do Engenho e a Escola SESI 442. A vereadora ressaltou que a iniciativa busca garantir mais segurança, mobilidade e qualidade de vida para moradores da região, especialmente mães e estudantes que utilizam diariamente o trajeto. De acordo com o requerimento, o pedido tem como base, uma resposta anterior do Executivo à Indicação Nº 979/2025, encaminhada em abril do ano passado, na qual já constava a emissão da Ordem de Serviço Nº 522/2024. O documento previa a abertura de acesso pelo canteiro central da avenida Dr. José Adriano Lopes Castello Branco, permitindo ligação direta à rua em frente à unidade escolar. Segundo a parlamentar, apesar da previsão formal, até o momento a obra não foi executada, o que tem gerado preocupação entre os moradores. “A demanda foi reforçada pela própria comunidade, que relata dificuldades no deslocamento e riscos no trajeto atual”, enfatizou. Diante disso, o requerimento questiona o andamento da Ordem de Serviço nº 522/2024, os motivos para a não execução da obra até o momento e a previsão para o início das intervenções. A parlamentar destacou que a medida é essencial para melhorar o acesso à escola e promover mais segurança no trânsito local, reforçando seu compromisso com a fiscalização e a busca por soluções efetivas para as demandas da população.   Foto: Câmara de Limeira  

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Construção de acesso entre SP-304 e Avenida das Ondas vai custar R$ 50 milhões, em Piracicaba

Projeto prevê implantação de ponte sobre o Rio Piracicaba e interligação de via com dispositivos em construção na rodovia; obra vai durar 18 meses Vereadores, representantes da sociedade civil, entidades, conselhos municipais e a população em geral tiraram dúvidas sobre o projeto apresentado pela Prefeitura para a construção de uma via de acesso entre a Rodovia SP-304 – Geraldo de Barros, na região de Santa Terezinha, e a avenida das Ondas, no bairro Ondinhas. O tema foi abordado em audiência pública promovida pela Câmara Municipal de Piracicaba, nesta quarta-feira (6), por iniciativa das comissões de Obras, Serviços Públicos e Atividades Privadas e de Legislação, Justiça e Redação, através do requerimento 435/2026. A informação é que a obra terá custo de R$ 50 milhões, em recursos disponibilizados pelo Governo do Estado, e será executada em um período de 18 meses, após a conclusão dos processos de licenciamento e licitação. A autorização para desafetação das áreas onde será construída a via está prevista no projeto de lei 82/2026, de autoria do Poder Executivo, que está em tramitação na Câmara. O projeto também regulariza a destinação dos trechos remanescentes para o parque natural, que anteriormente estavam previstos para a implantação de sistema de tratamento de água e esgoto. A audiência pública foi conduzida pelo presidente da Comissão de Obras, vereador Fábio Silva (Republicanos). “A mobilidade urbana é um tema complexo, que envolve planejamento, sustentabilidade e qualidade de vida e todas as vozes devem ser ouvidas nesse processo”, adiantou. O projeto foi apresentado pelo secretário municipal de Obras, Luciano Celêncio. Ele explicou que a concessionária Eixo, que administra a Rodovia SP-304, já disponibilizou um trecho, em frente ao Posto Bigaton, nas obras atualmente em andamento para a implantação de dois dispositivos, para encaixe do acesso à ponte projetada pela Prefeitura. A via passará sobre o Parque Natural Chico Mendes, atravessará o Rio Piracicaba e será interligada à avenida das Ondas, na rotatória do Residencial Vitória Régia. Serão 150 metros de ponte sobre o rio, projetada de forma a não ser afetada pela cheia do corpo d´água e, sobre o parque, a via será feita de forma elevada sobre pilares para preservar a passagem de animais. Será uma via com 19 metros de largura, com duas pistas de rolamento, canteiro central e passeio público para a implantação de ciclovia. Ao todo, será uma área de 20 mil metros de intervenção. O secretário colocou também que o primeiro passo será a construção da ponte, depois o alargamento da avenida das Ondas e, por último, a interligação com a rodovia. De acordo com o secretário, a obra vai auxiliar no escoamento do trânsito na região de Santa Terezinha. Ele lembrou também que o acesso mais próximo à avenida das Ondas atualmente é através da Ponte do Caixão, que possui fluxo diário de 32 mil veículos e já atingiu o limite. A construção da nova ponte é a primeira etapa de um projeto mais amplo, que prevê a interligação da via a um anel viário que chegará até a rotatória do Ceasa. Moradores da região e vereadores manifestaram preocupação com a possibilidade de transferência dos congestionamentos de um local para outro. Em relação a isso, Luciano Celêncio garantiu que faz parte do projeto a desapropriação de áreas, com processos já em andamento, para o alargamento da avenida das Ondas para eliminar os trechos atualmente estrangulados pelo trânsito oriundo dos condomínios do entorno em locais de pista simples. Durante a audiência, o secretário também foi questionado sobre a possibilidade de construção da ponte através de uma interligação com a SP-308, que liga Piracicaba a Charqueada. Ele explicou que essa foi a primeira tentativa da Prefeitura que, no entanto, foi descartada pela Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo), já que a declividade da pista não permite a interligação. O estudo ambiental do projeto foi apresentado pela engenheira ambiental responsável, Denise Dedini. Ela disse que o parque natural apresenta estágios inicial e médio de regeneração da cobertura vegetal e apresentou as áreas que passarão por supressão de vegetação. De acordo com a especialista, a compensação ambiental se dará através de plantio de espécies e restauração ecológica dentro do próprio parque. Questionado sobre a aprovação do projeto pela Câmara para desafetação da área antes do licenciamento ambiental da obra, o secretário-executivo municipal de Meio Ambiente, Gustavo Martins, explicou que o processo não é finalizado sem a autorização legislativa. Disse ainda que o projeto obteve parecer favorável por unanimidade no Comdema (Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente) e que a Prefeitura vai buscar atender às recomendações feitas pelo conselho, como a elaboração do plano de manejo do parque natural. O vereador Gustavo Pompeo (Avante), presidente da CLJR, apresentou um ofício de 2021 que apresentou à Prefeitura para questionar sobre a mobilidade da região norte. “Essa ponte já deveria existir há muitos anos porque aquela área está cada vez crescendo mais e só tem três acessos para uma região de mais de 100 mil habitantes”, afirmou. Lembrou que há uma consulta pública em andamento, aberta no site da Prefeitura, na qual a população pode opinar em relação ao projeto. A vereadora Rai de Almeida (PT) ponderou a respeito de um estudo desenvolvido pelo professor Noedi Monteiro, que aponta a área prevista para a construção da ponte como patrimônio imaterial da Capitania de São Paulo, por onde passaria uma trilha indígena histórica. A vereadora Sílvia Morales (PV), do Mandato Coletivo A Cidade é Sua lamentou que seja necessário promover essa desafetação de áreas do parque natural para o sistema viário a fim de corrigir a falta de planejamento urbano das gestões passadas. “Ninguém nega a necessidade de escoamento nessa região, mas não era para estar assim porque o Plano Diretor indicava a área sul para o crescimento da cidade e não a região norte”, apontou. “O planejamento urbano tem que ser respeitado. Agora tem que tirar área do parque para fazer sistema viário”. Para o vereador Rafael Boer (PRTB), é necessário o planejamento completo para garantir que o fluxo não seja desviado de

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