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Com queda nas doações no inverno, Banco de Sangue do Hospital Municipal funciona nesta quinta-feira (9)

Operação prende suspeitos e mira grupo envolvido em furtos e roubos de cargas de carne bovina em SP e PR

Operação da PM fiscaliza mais de 420 motocicletas e recolhe 59 veículos irregulares em Limeira

Plantão de vacinação atende população na UBS Cecap e no Parque Cidade neste sábado (11), em Limeira

Campanha do Agasalho da Câmara de Limeira recebe doações até 24 de julho; peças já estão em separação para doação

Defesa Civil emite alerta de emergência para incêndios no interior de SP durante o feriado

Dia: 18 de março de 2026

Após morte de criança, Promotoria pede condenação de Campinas por negligência no Parque Taquaral

MPSP aponta omissão do município na gestão do parque e cobra plano diretor, monitoramento de árvores e indenizações por danos ambientais e morais coletivos O Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) reforçou, nesta terça-feira (17), a necessidade de condenar o município de Campinas em ação civil pública relacionada à morte de uma criança atingida pela queda de uma árvore no Parque Taquaral. O processo, iniciado em outubro de 2023 pelo promotor José Fernando Vidal de Souza, agora conta com manifestação da promotora Luciana Ribeiro Guimarães Viegas de Carvalho, apoiada por parecer técnico do Centro de Apoio à Execução (CAEx). Segundo o documento, há evidências consistentes de negligência e omissão por parte da administração municipal na gestão do parque, que teriam contribuído para o acidente fatal. A árvore que caiu apresentava raízes necrosadas, estrutura comprometida, sinais avançados de deterioração e ausência de copa, características que poderiam ter sido identificadas previamente. O parecer também destaca que o município tinha conhecimento do risco há anos. Desde 2012, registros indicavam declínio vegetativo em eucaliptos da área, reforçados por laudos e alertas técnicos de 2015, que recomendavam manejo e monitoramento das árvores. Apesar disso, não foram adotadas medidas preventivas, como plano de manejo, inventário arbóreo ou acompanhamento sistemático das espécies. Além disso, dias antes do acidente, outro eucalipto havia caído na mesma área, sem que providências fossem tomadas para mitigar riscos. O MPSP argumenta que a sucessão de omissões e a ausência de ações preventivas evidenciam a responsabilidade do município e justificam a necessidade de medidas estruturais, incluindo a regulamentação de eventos, plantio compensatório de árvores e pagamento de indenizações por danos ambientais e morais coletivos. O caso segue em tramitação na Justiça, com a promotoria reforçando que mudanças urgentes na gestão do Parque Taquaral são fundamentais para garantir segurança e preservação ambiental. Em nota oficial enviada ao Portal Veloz, parceiro do R7, a Prefeitura de Campinas informou que, em relação à manifestação do Ministério Público, que desde 2013 mantém uma equipe de 40 colaboradores na Lagoa do Taquaral, com custo mensal de R$ 400 mil, dedicada exclusivamente à manutenção do local, incluindo o manejo das árvores. No período citado pelo Ministério Público, foram removidos 99 eucaliptos, com base em um laudo técnico de assessoria externa que indicava a necessidade dessa ação. “A Secretaria segue o plano diretor sobre o tema, elaborado em 2023, e no local foram plantadas novas árvores nativas. Análises técnicas do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e do Instituto Biológico (IB), ambos órgãos vinculados ao governo do Estado de São Paulo, concluíram que a queda da árvore ocorreu devido ao encharcamento do solo, demonstrando que árvores saudáveis também estão sujeitas a quedas”, afirmou. Desde então, a Prefeitura disse que definiu o fechamento dos parques sempre que houver chuvas superiores a 80 milímetros em 72 horas, como medida preventiva. A administração municipal também afirmou que segue à disposição do Ministério Público e da Justiça para fornecer quaisquer esclarecimentos adicionais.   Foto: Divulgação/Prefeitura de Campinas

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Caminhoneiros aguardam reação do governo para decidir greve

Deputado Zé Trovão (PL – SC) confirma paralisação se não houver resposta de ministério; veja as reivindicações Caminhoneiros trabalham com o plano de uma greve geral para garantir o piso mínimo do frete. A promessa é parar a circulação de cargas caso o governo não convoque representantes para uma negociação. O plano foi confirmado pelo deputado Zé Trovão (PL-SC) ao R7 Planalto. Ele conta que representantes fizeram um pedido para melhorar a condição de trabalho junto ao Ministério dos Transportes e aguardam um retorno. “Caso o ministério não responda, vai iniciar uma paralisação”, alerta. O deputado também defende mudanças no frete de cargas. Para ele, o reajuste garante melhores condições aos caminhoneiros e blinda a categoria contra as oscilações no preço dos combustíveis. “O que foi enviado para o governo são os problemas que precisam ser resolvidos. Fiscalização do piso mínimo de crédito, fiscalização do pagamento do vale-pedágio. E eu pedi para incluir, também, o término da cobrança dupla de seguro de carga”, elenca. Questionado sobre o impacto do diesel, o parlamentar defendeu que a demanda relacionada a combustíveis fique fora da mobilização. “O caminhoneiro não pode tratar preço de combustível, o caminhoneiro tem que tratar o preço do frete. O combustível pode custar R$ 30, se o frete acompanhar”, observa. Por outro lado, Zé Trovão pondera que a alta do insumo impacta o valor final das mercadorias. “Se o diesel fica caro, o frete fica caro, a comida fica cara.”   Fonte: R7 Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Usuários do transporte coletivo de Piracicaba já podem comprar créditos pelo WhatsApp

Novo serviço permite recarga via Pix de forma rápida e prática, com liberação em até 30 minutos O serviço de compra de créditos para o transporte público coletivo via WhatsApp já está disponível para os usuários de Piracicaba. O atendimento é feito por meio de um chatbot, acessível pelo número (19) 99982-3709. A tecnologia é resultado de uma parceria entre a Prefeitura de Piracicaba, por meio da Secretaria de Segurança Pública, Trânsito e Transportes, a operadora Transdata (empresa parceira da Rápido Sumaré, responsável pelo transporte público coletivo no município) e a Google. Desde 14/02, os passageiros que utilizam o sistema municipal de transporte coletivo podem contar com a nova ferramenta para facilitar o embarque nos ônibus. Por meio do chatbot no WhatsApp, os usuários já cadastrados no sistema Pira Mobilidade podem adquirir créditos e, quando necessário, solicitar o bloqueio do cartão. As recargas variam de R$ 5,50 a R$ 999, com pagamento via Pix e liberação dos créditos em até 30 minutos. Cada operação possui custo adicional de R$ 1,99, independentemente do valor recarregado. COMO FUNCIONA Para utilizar o serviço, o usuário deve enviar uma mensagem ao chatbot e informar o número do CPF para localizar o cadastro. Em seguida, é necessário indicar o valor da recarga (mínimo de R$ 5,50), quando será gerado um código para pagamento, que deve ser realizado exclusivamente via Pix. Em caso de dúvidas, os usuários do transporte coletivo podem entrar em contato com o SAC da empresa Rápido Sumaré pelo 0800-121-8484 ou pelo 156 da Prefeitura.   Foto: Divulgação/Prefeitura de Piracicaba

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Secretário de Saúde de Limeira e OAB fornecem informações à CPI da Hapvida

Gestores da empresa de assistência em saúde serão ouvidos dia 24 de março O secretário Municipal de Saúde de Limeira, Alexandre Ferrari, foi ouvido pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) instaurada para apurar eventuais irregularidades no contrato entre a Prefeitura e o Hospital Hapvida, na reunião desta terça-feira, 17 de março. Também contribuiu com informações o advogado William Chaves, vice-presidente da Comissão de Pessoas com Deficiência Aparente e Não Aparente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) Limeira. Fazem parte da CPI Isabelly Carvalho (PT), presidente; Nilton Santos (Republicanos), relator; Lu Bogo (PL), secretária; Joyce Dias (PSD) e Zé da Farmácia (Solidariedade), que é o autor do Requerimento de CPI Nº 1/2025 de instauração da Comissão. Representando o Poder Executivo estavam presentes os procuradores Flaviana Moreira Moretti e Paulo Roberto Barcellos. O vídeo da reunião na íntegra está disponível neste link. As deliberações estão registradas em ata. Comissão da OAB William Chaves descreveu que atua na representação de, ao menos, 70 famílias em processos contra a operadora, sendo que 26 são envolvendo servidores públicos municipais de Limeira ou dependentes; outros 44 são beneficiários de planos particulares empresariais. As demandas expõem, segundo apontou, o descumprimento sistemático de decisões judiciais por parte da Hapvida. A ausência de um canal de comunicação eficaz com a empresa foi outro agravante mencionado. Para ele, o acesso ao direito à saúde pela operadora tem sido litigioso, forçando as famílias a recorrerem repetidamente às instâncias administrativas e ao Poder Judiciário. O representante da OAB apresentou situações de descumprimento de decisões judiciais e de descredenciamento de clínicas especializadas, o que tem prejudicado diretamente o tratamento de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Nesse contexto, foi destacada a redução da carga horária terapêutica, em alguns casos de dez horas para uma hora semanal, o que tem causado regressão clínica nos pacientes. Ele compartilhou ainda relato pessoal, uma vez que a esposa é servidora pública municipal e o casal enfrenta problemas resultantes da diminuição do tempo de terapia do filho autista nível de suporte 2 pelo plano. Além das questões relacionadas ao autismo, foram expostos problemas em atendimentos de urgência e agendamento de procedimento cirúrgico. Em um dos casos, foi citada a demanda de uma paciente com problema cardíaco que, após esperar seis meses pela operadora, precisou recorrer ao SUS, onde foi operada em 23 dias na rede pública de saúde. Secretário de Saúde O secretário Alexandre Ferrari detalhou o trabalho da Vigilância Sanitária na fiscalização do hospital Hapvida em Limeira. Foram lavrados 56 autos de infração pelo órgão contra a unidade desde 2021. Segundo o secretário, a maioria das autuações é motivada pela falta de respostas ao órgão de controle sanitário ou pelo descumprimento de normas em atividades que incluem as áreas de internação, de diagnósticos laboratoriais e de UTI. Ele informou aos vereadores que uma possível interdição de algumas salas da unidade chegou a ser analisada pela Secretaria, mas a medida foi desconsiderada pois representaria um prejuízo maior aos usuários do plano. Além disso, foi sinalizado que há dois inquéritos civis em andamento no Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP), o que tem auxiliado no monitoramento das adequações apontadas pela Vigilância Municipal. Deliberações Conforme requerimentos apresentados pelos membros da CPI, serão realizadas oitivas no dia 24 de março, a partir das 9h, com o secretário Municipal de Administração, Thiago Guimarães dos Santos; com o fiscal de contrato Marcus Diego Claro; com a coordenadora da Divisão de Vigilância Sanitária, Carolina Nardi Duarte Máximo. Também é aguardada a presença de representante da empresa Hapvida. A partir de pedido da vereadora Lu Bogo, a CPI expediu ofício para que a Hapvida informe a relação de clínicas credenciadas para o atendimento especializado em TEA, bem como o detalhamento anual dessa listagem no período entre 2021 e 2026. Sobre a CPI  Os membros têm como objeto de investigação supostas irregularidades, falhas contratuais, negligências e omissões na prestação de serviços hospitalares contratados entre o município de Limeira e o Hospital Hapvida em face do atendimento prestado pela entidade aos servidores públicos conveniados.   Foto: Câmara de Limeira

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Vigilância Sanitária de Campinas interdita farmácia de manipulação clandestina no Cambuí

Estabelecimento funcionava identificado como salão de beleza ao lado de farmácia regularizada, que usava a licença legal para abastecer a operação fraudulenta A Vigilância Sanitária de Campinas interditou nesta terça-feira (17), um estabelecimento clandestino de manipulação de medicamentos localizado na avenida Moraes Salles, no Cambuí. A operação foi realizada em conjunto com a Polícia Civil e resultou na apreensão de cerca de 3 toneladas de matéria-prima. O local funcionava em dias úteis identificado como salão de beleza e operava ao lado de uma farmácia de manipulação com licença sanitária regular.   Ver essa foto no Instagram   Um post compartilhado por Portal Veloz (@portalvelozoficial) Irregularidades identificadas No estabelecimento clandestino, a Vigilância Sanitária constatou funcionamento sem licença sanitária, ausência de responsável técnico habilitado, manipulação de substâncias controladas sem autorização e descumprimento das boas práticas de manipulação exigidas pela legislação. A estrutura utilizava a licença da farmácia vizinha para abastecer a operação irregular, configurando uso fraudulento de documentação sanitária. O local foi interditado e os produtos apreendidos pela Polícia Civil. O responsável terá prazo de 10 dias para apresentação de defesa no âmbito do processo administrativo sanitário. Como denunciar Denúncias sobre irregularidades sanitárias podem ser feitas à Prefeitura pelo telefone 156 ou pelo WhatsApp (19) 2116-0156. Dúvidas e orientações podem ser solicitadas à Vigilância Sanitária pelo telefone (19) 2515-7134 ou pelo e-mail devisa.sanitaria@campinas.sp.gov.br. Fotos: Divulgação/Prefeitura de Campinas

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Polícia prende tenente-coronel suspeito de feminicídio contra soldado da PM em SP

Mandado foi cumprido hoje em São José dos Campos As Polícias Civil e Militar prenderam nesta quarta-feira (18) o tenente-coronel da Polícia Militar investigado pela morte da soldado Gisele Alves Santana, ocorrido há um mês. O mandado de prisão foi concedido pela Justiça Milita ainda na terça-feira (17), e cumprido hoje pela manhã, por equipes da Corregedoria, com acompanhamento por equipe do 8º Distrito Policial. A delegacia responsável pelo caso concluiu ontem o Inquérito Policial que apura as circunstâncias da morte da soldado, representando à Justiça Estadual pela decretação da prisão preventiva do tenente-coronel, pelos crimes de feminicídio e fraude processual. O pedido aguarda apreciação por parte do Ministério Público e Poder Judiciário. A Corregedoria da Polícia Militar também representou pela prisão do oficial à Justiça Militar estadual com base nos mesmos delitos, além de violência doméstica. Em licença a pedido, o oficial estava em sua residência, em São José dos Campos e será conduzido ao 8º DP, na capital paulista, onde deverá ser interrogado e formalmente indiciado, sem prejuízo da decisão do Poder Judiciário estadual. Posteriormente, deverá passar por exames de corpo de delito, e seguirá à disposição da Justiça no Presídio Militar Romão Gomes. O Inquérito Policial Militar (IPM) será concluído nos próximos dias. A Polícia Civil e a Polícia Militar trabalharam em conjunto para investigar as circunstâncias da morte da soldado. No curso das investigações, foram identificadas divergências relevantes entre as declarações prestadas pelo investigado, especialmente no que se refere ao relacionamento do casal e aos fatos que teriam motivado o suposto suicídio da vítima. Também foram constatadas inconsistências significativas quanto à conduta do tenente-coronel após o disparo da arma, até a formalização da ocorrência, o que compromete a credibilidade de sua versão. As provas periciais e médico legais, analisadas pela Polícia Técnico-Científica, indicam a inviabilidade da hipótese de suicídio, além de apontarem indícios de alteração do local do crime. Outros detalhes não serão divulgados neste momento, em razão de o procedimento tramitar sob segredo de justiça.   Foto: Governo de São Paulo/Divulgação

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Quatro são presos por desmanche de motocicletas furtadas em Limeira

Ação da PM no bairro Abílio Pedro resultou na apreensão de veículos e ferramentas usadas em crimes de receptação e associação criminosa Nesta terça-feira (17), equipes da Polícia Militar (PM), durante patrulhamento no bairro Abílio Pedro, em Limeira (SP), localizaram uma residência usada como ponto de desmanche de motocicletas furtadas. De acordo com informações da PM, ao chegar ao endereço, os policiais viram um indivíduo tentando fugir, que alertou os demais com gritos de “sujou, sujou!”. Ao entrarem na casa, encontraram uma motocicleta Honda CG Titan 160 vermelha, ano 2026, semi desmontada, além de diversas peças espalhadas pelo imóvel. A motocicleta foi identificada como produto de furto registrado na madrugada de segunda-feira (16) em uma concessionária da cidade. Quatro homens, todos maiores de idade, foram detidos no local. Segundo a polícia, o proprietário da residência, um mecânico, seria o responsável pelo desmanche, enquanto os outros três auxiliavam no transporte e desmontagem dos veículos. Durante a operação, foram apreendidos: – 1 alicate corta-frio; – 1 chave gazua; – 3 celulares; – Diversas peças de motocicletas. Os suspeitos foram levados à Santa Casa de Limeira para exame de corpo de delito e, em seguida, ao Plantão Policial de Limeira. A delegada de plantão confirmou as prisões pelos crimes de receptação e associação criminosa. Agora, todos permanecem à disposição da Justiça.   Foto: Divulgação/PM

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Pelotão Ambiental apura possível retirada irregular de peixes do Lago União de Cordeirópolis

Imagens que circulam nas redes sociais levantaram suspeita da GCM A Guarda Civil Municipal (GCM) de Cordeirópolis, por meio do Pelotão Ambiental, registrou um Boletim de Ocorrência na Polícia Civil para apurar a possível retirada irregular de peixes do Lago União. Imagens nas redes sociais levantaram a suspeita, já que mostram dois indivíduos, não identificados, que fazem referência à retirada de espécies do lago. Nas imagens divulgadas, um dos indivíduos aparece segurando peixes de grande porte. Uma outra publicação indica que a ação teria ocorrido durante o período noturno. Segundo informações preliminares, um dos peixes mencionados pertence a uma espécie cuja retirada do lago é proibida. Nesses casos, a orientação é de que o peixe seja devolvido ao lago, quando pescado. Paralelamente à investigação da Polícia Civil, o Pelotão Ambiental seguirá com diligências para identificar os envolvidos e esclarecer completamente os fatos. “Esse tipo de ação pode configurar crime ambiental. A população pode colaborar nas investigações denunciando qualquer situação irregular”, afirma o secretário Segurança Pública e Trânsito, Amarildo Zorzo.   Foto: Arquivo/Departamento de Comunicação de Cordeirópolis

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FICCO de Campinas deflagra Operação Dry Fall contra organização criminosa no interior de SP

Ação mobiliza mais de 370 policiais, cumpre mandados em três estados e mira grupo ligado ao tráfico de drogas, armas e lavagem de dinheiro A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) de Campinas deflagrou, na manhã desta quarta-feira (18), a Operação Dry Fall com o objetivo de desarticular uma organização criminosa atuante no interior de São Paulo. O grupo é investigado por envolvimento em tráfico de drogas, comércio ilegal de armas e prática de crimes violentos. A operação mobiliza cerca de 370 agentes, sendo 120 policiais federais e 250 policiais militares. Ao todo, estão sendo cumpridos 35 mandados de busca e apreensão e 37 mandados de prisão temporária em diversas cidades paulistas, além de municípios em Minas Gerais e no Paraná.   Ver essa foto no Instagram   Um post compartilhado por Portal Veloz (@portalvelozoficial) No interior de São Paulo, as ações ocorrem em cidades como Araras, Limeira, Hortolândia, Rio Claro, Santa Bárbara d’Oeste, Sumaré e na capital paulista. Em Araras, por exemplo, são cumpridos sete mandados de busca e apreensão e sete de prisão temporária. Já em Limeira, são dois mandados de busca, enquanto em Rio Claro há quatro mandados de busca e duas prisões. Na capital, três mandados de busca e três de prisão também são executados. Confira o balanço completo divulgado pela PF: Fora do estado, as medidas se estendem a João Monlevade (MG), além de Londrina e Foz do Iguaçu (PR), indicando a atuação interestadual do grupo investigado. Além das prisões, a Justiça determinou o sequestro de bens e o bloqueio de aproximadamente 150 contas bancárias, que podem chegar a R$ 70 milhões. Também foi ordenada a suspensão das atividades de 20 empresas de fachada utilizadas para lavagem de dinheiro. De acordo com as investigações, a organização criminosa possui vínculos com uma facção de atuação nacional e movimentava grandes carregamentos de haxixe com alto teor de THC. O grupo também mantinha um esquema estruturado de tráfico de armas, com logística interestadual e uso de empresas para ocultar recursos ilícitos. Esta é a primeira grande operação da FICCO em Campinas, unidade recentemente instalada. A ação integra a “Operação Força Integrada I”, realizada simultaneamente em 14 estados. As investigações continuam para identificar outros envolvidos e detalhar a participação de cada suspeito no esquema criminoso. O nome “Dry Fall” faz referência ao tipo de droga comercializada e à desarticulação da organização.   Foto: Divulgação/PF de Campinas

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