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Dia: 23 de julho de 2025

Funcionário público confessa vandalismo em ônibus de São Paulo

Um funcionário público admitiu ter depredado 17 ônibus na capital paulista e na região metropolitana. A polícia descobriu que ele utilizava um carro oficial para realizar os ataques. O motorista é concursado do governo estadual. Durante seu depoimento, ele afirmou que escolhia os ônibus aleatoriamente e justificou seus atos alegando insatisfação com a situação do país. Um dos incidentes ocorreu na zona sul de São Paulo, onde uma criança ficou ferida. Além disso, foi descoberto que seu irmão participou de pelo menos dois desses atos de vandalismo. A Justiça decretou a prisão preventiva de ambos. Desde junho, São Paulo registrou ataques a pelo menos 530 veículos, resultando na prisão de 22 suspeitos. A polícia espera que a prisão dos irmãos contribua para novas descobertas no caso.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/Record

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Poodle viraliza ao ganhar bolo miniatura de si mesmo; veja fotos

Um poodle caramelo chamado Aro viralizou nas redes sociais após aparecer em fotos de sua festa de aniversário com um bolo feito à sua semelhança. A comemoração ocorreu na última segunda-feira (21) e chamou atenção pela réplica do animal em forma de doce. As imagens foram publicadas pelo tutor no Instagram e rapidamente se espalharam por outras plataformas como Facebook e X. O poodle completou 3 anos de vida e surgiu usando um chapéu rosa e um laço vermelho no pescoço, os mesmos itens presentes na decoração do bolo. “Hoje é o aniversário do meu querido Aro, que está ainda mais incrível. Ele tem um sorriso maduro e acaba de fazer 3 anos”, escreveu o tutor na legenda da publicação. As fotos ultrapassaram 69 mil curtidas e geraram diversos comentários. Usuários elogiaram a criatividade e o nível de detalhe do bolo. “Não consigo superar esse bolo. Gente, são réplicas um do outro”, escreveu um internauta. “Pronto, agora vou querer fazer um bolo miniatura para o meu cachorro também. O aniversário dele é mês que vem”, comentou outro. Especialistas alertam que bolos comuns, feitos para consumo humano, podem conter ingredientes nocivos aos animais. Chocolate, por exemplo, é tóxico para cães. Por isso, bolos para pets devem ser preparados com ingredientes seguros como farinha de aveia, cenoura e mel.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/Instagram

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Por que a Justiça do Rio mandou prender Oruam? Entenda em seis pontos

O rapper Mauro Davi Nepomuceno dos Santos, conhecido como Oruam, se entregou à polícia pouco antes das 18h de terça-feira (22). A prisão ocorreu horas depois de a Justiça do Rio decretar a prisão preventiva do cantor. Ele se apresentou na Cidade da Polícia, acompanhado da mãe e da namorada. A decisão da Justiça foi tomada após uma operação na noite de segunda-feira (21) que terminou em confronto na casa do artista, no bairro do Joá, Zona Oeste do Rio. Segundo a Polícia Civil, Oruam e amigos tentaram impedir o cumprimento de um mandado de apreensão contra um adolescente procurado por tráfico e roubo. Durante a ação, pedras foram lançadas contra os agentes e um policial ficou ferido. O menor fugiu, mas também se entregou nesta terça. Oruam foi indiciado por sete crimes. Em vídeo publicado antes de se entregar, o cantor pediu desculpas, afirmou que vive da música e disse que vai “dar a volta por cima”. Abaixo, entenda os principais elementos que levaram à ordem de prisão. Confronto com a polícia na casa do rapper A operação policial foi motivada pela presença de um adolescente foragido dentro da residência de Oruam. O jovem, segundo as investigações, seria segurança do traficante Doca, chefe do tráfico na Vila Cruzeiro, e teria atuação ligada ao Comando Vermelho. Durante a tentativa de apreensão, o rapper e outras pessoas teriam reagido com violência. Um agente foi atingido por uma pedra. A resistência foi registrada em vídeos utilizados pela Polícia Civil como parte do pedido de prisão. Indiciamento por sete crimes Oruam foi formalmente indiciado por tráfico de drogas, associação ao tráfico, resistência qualificada, desacato, dano qualificado, ameaça e lesão corporal. As acusações se referem aos eventos da noite de segunda-feira, além de elementos anteriores apurados pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes. A investigação aponta que a casa do artista servia como abrigo para criminosos e foragidos da Justiça. Suspeita de vínculo com o Comando Vermelho A polícia afirma que Oruam mantém laços com chefes da facção criminosa Comando Vermelho. Foram anexadas fotos dele ao lado de Doca e de Antônio Ilário Ferreira, conhecido como Rabicó, apontado como chefe da organização no Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo. Para os investigadores, o cantor se apresenta em bailes financiados pela facção e mantém relações com traficantes foragidos. O secretário de Polícia Civil, Felipe Curi, disse que não há mais dúvidas de que Oruam seria “ligado ao Comando Vermelho”. Agressão verbal e física contra agentes públicos Além do confronto físico, com o lançamento de pedras contra os policiais, Oruam teria ofendido verbalmente os agentes. Em vídeos registrados durante a operação, ele chama um delegado de “cuzão” e “covarde” e desafia os policiais com frases como “vem para a mão”. Uma viatura da polícia também foi danificada durante a ação, configurando dano ao patrimônio público. Abuso de autoridade alegado pela defesa Após a repercussão do caso, Oruam publicou vídeos afirmando que houve abuso de autoridade por parte dos policiais. Ele negou ser integrante de organização criminosa e afirmou que vive da própria arte. Em um dos registros, o rapper diz que “não é bandido” e que irá provar isso. As alegações não impediram o avanço do inquérito, e a Justiça manteve a prisão com base no risco à ordem pública. Prisão preventiva para garantir investigação A decisão pela prisão preventiva foi baseada no artigo 312 do Código de Processo Penal. O juiz entendeu que a medida era necessária para preservar a ordem pública e evitar interferências no andamento das investigações. A prisão não tem prazo definido e poderá ser mantida até o julgamento. Segundo a decisão, há provas suficientes da participação de Oruam nos atos apontados pela Polícia Civil.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/Instagram

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Restaurante de Americana é interditado por risco à saúde pública

Nesta segunda-feira (21), um restaurante localizado na Rua Vieira Bueno, no Centro, foi interditado pela Vigilância Sanitária de Americana. A ação foi motivada por diversas irregularidades sanitárias constatadas durante vistoria técnica no local, solicitada pela Polícia Civil a partir de uma denúncia. Durante a abordagem da Vigilância, foi constatado que o estabelecimento funcionava sem licença e apresentava condições estruturais precárias, com problemas em paredes, pisos e tetos. Foram identificados ainda equipamentos deteriorados, como geladeiras com ferrugem, utensílios em mau estado de conservação, falta de higiene geral e ausência de boas práticas de manipulação de alimentos. Além disso, a equipe técnica constatou descarte irregular de esgoto e infestação de roedores, agravando o risco à saúde pública. No Auto de Infração lavrado pela Vigilância, constam como principais infrações: ausência de licença sanitária, ambiente sem asseio adequado e equipamentos em contato direto com alimentos sem condições apropriadas de limpeza. “A interdição é uma medida extrema, mas necessária diante do risco sanitário encontrado. Nosso papel é proteger a saúde da população, garantindo que os estabelecimentos ofereçam alimentos seguros e em condições higiênico-sanitárias adequadas”, afirmou o diretor da Unidade de Vigilância em Saúde (Uvisa), Antônio Donizetti Borges. Já a coordenadora da Vigilância Sanitária, Eliane Ferreira, destacou que o estabelecimento só poderá reabrir após sanar todas as irregularidades. “A liberação está condicionada à correção total dos problemas identificados e à apresentação de documentação que comprove o cumprimento das exigências legais. Só assim poderemos assegurar um ambiente adequado para o preparo de alimentos”, ressaltou. Além das medidas administrativas, a proprietária do estabelecimento foi autuada pela Polícia Civil e está respondendo criminalmente pelas condições encontradas, com base na legislação sanitária e penal vigente. A interdição permanecerá em vigor até que todas as não conformidades sejam sanadas e o restaurante comprove estar em conformidade com a legislação sanitária vigente, assegurando condições seguras para o preparo e comercialização de alimentos.   Fotos: Divulgação/Vigilância Sanitária

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Fraude no INSS: 4 meses depois, responsáveis por desviar dinheiro dos aposentados ainda não foram identificados

A Operação Sem Descontos, deflagrada para investigar fraudes envolvendo descontos indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), segue andamento. Desde o início das apurações, foram cumpridos mandados de busca, apreensão e prisão em 13 estados e no Distrito Federal. Especialistas ouvidos pelo R7 avaliam que as investigações sobre as fraudes do INSS envolvem um esquema complexo, que demanda apurações profundas e estruturadas. No entanto, alguns deles defendem que há uma demora no processo. Para o criminalista Paulo Klein, a identificação do grupo criminoso é dificultada pela necessidade de quebras de sigilo bancário e fiscal, o que demanda autorizações judiciais e tempo. O presidente da Abradeb (Associação Brasileira de Defesa dos Clientes e Consumidores de Operações Financeiras e Bancárias), Raimundo Nonato, acrescenta que os indícios mais fortes até agora tem relação com associações de pessoas jurídicas, cujos representantes legais muitas vezes podem ser “laranjas” dos verdadeiros articuladores do esquema. Isso dificulta os indiciamentos e levanta questões sobre foro competente, já que há possíveis envolvidos com prerrogativas especiais. “Não é um crime de baixa complexidade, pois envolve figuras públicas e políticas, além do corpo administrativo de uma das maiores autarquias do país. Então, existem também questões processuais de foro competente contra essas pessoas, pois pode envolver autoridades e agentes políticos com prerrogativas processuais diferenciadas”, destaca Nonato. Já a advogada Lisiane Ribeiro reforça que uma das maiores dificuldades é comprovar a ausência de consentimento da vítima, uma vez que os descontos se escondem por trás de autorizações genéricas, muitas vezes assinadas por engano. Para ela, esse tipo de fraude se aproveita da complexidade do sistema consignado e exige um esforço probatório muito maior por parte dos órgãos responsáveis. Falta de vontade e coragem Lisiane Ribeiro destaca que, para o desfecho das investigações, falta vontade política, coragem institucional e agilidade processual. Na opinião dela, a ausência de indiciamentos formais até o momento pode indicar tanto um receio de atingir agentes com foro privilegiado quanto uma possível blindagem deliberada de certos envolvidos. “A gente tem operações robustas, como movimentações financeiras que são incompatíveis, contratos com entidades de fachada, conexões políticas, mas sem uma responsabilização direta aos agentes que permitiram, intermediaram ou se beneficiaram disso dentro da máquina pública. Sem nomear e indiciar esses elos, seguimos apenas combatendo os sintomas”, acredita a especialista. Contudo, ela ressalta que um desfecho é esperado. “É importante considerar que nós estamos, sim, diante de uma apuração e que, por mais que ainda pareça incompleta e cercada de muitas omissões, a gente ainda vai chegar num desfecho, como é o esperado e o natural de um procedimento investigatório”, afirma. Já o presidente da Abradeb defende que as investigações devem ocorrer com calma para não haver vícios processuais que acarretem impunidade no futuro. Entenda o caso Em abril deste ano, um esquema bilionário de fraudes no INSS foi revelado pela Polícia Federal e pela Controladoria-Geral da União. De acordo com investigação, de 2019 a 2024, aposentados e pensionistas do INSS foram vítimas de associações e sindicatos, que os incluíram como associados sem consentimento e descontaram valores de seus benefícios. O prejuízo foi estimado em R$ 6,3 bilhões de reais. Entre os alvos da Operação Sem Desconto, estava o então presidente do INSS, Alessandro Stefanutto. Além dele, três servidores do órgão foram afastados de seus cargos por determinação da Justiça: Giovani Batista Fassarella Spiecker, coordenador-geral de Suporte ao Atendimento ao Cliente; Vanderlei Barbosa dos Santos, diretor de Benefícios e Relacionamento com o Cidadão; Jucimar Fonseca da Silva, coordenador-geral de Pagamentos e Benefícios. A investigação também resultou no afastamento do Procurador-Geral junto ao INSS, Virgílio Oliveira Filho, e de um agente da PF, que não teve o nome divulgado. Além deles, A Polícia Federal também investiga o empresário Antônio Carlos Antunes, conhecido como o “careca do INSS”. De acordo com relatório da corporação, ele era intermediário financeiro das entidades associativas. Arte alvos operação – Luce Costa/Arte R7 CPMI pode ser adiada Em 12 de maio, a oposição protocolou o pedido para a instalação de uma CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) para investigar descontos ilegais nas folhas de benefício de segurados do INSS. O requerimento foi lido pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), em junho. No momento, as bancadas e os blocos partidários estão em processo de indicação dos membros da comissão. Segundo apuração do R7, o colegiado deve ser presidido pelo senador Omar Aziz (PSD-AM), enquanto a relatoria ficará a cargo da Câmara dos Deputados — com o nome a ser definido pelo presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB). O PL, ao qual o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é filiado, trabalha pela indicação do deputado oposicionista Nikolas Ferreira (PL-MG) ao posto. Além disso, alguns líderes partidários precisam indicar os nomes dos membros para o colegiado. Contudo, após medidas cautelares impostas pelo STF a Bolsonaro, especificamente a instalação da tornozeleira eletrônica e a proibição de usar as redes sociais, o bloco oposicionista refez a lista de prioridades, pedindo pela votação da anistia em primeiro lugar. Ressarcimento começa a partir desta quinta-feira A partir desta quinta-feira (24) começam os depósitos para os primeiros beneficiários que formalizaram a adesão ao acordo de ressarcimento. Segundo o Ministério da Previdência, até segunda-feira (21), 839 mil aposentados e pensionistas aderiram ao acordo, o que representa 40,4% dos 2,05 milhões de beneficiários aptos. Os pagamentos serão feitos diretamente na conta em que o benefício do INSS é recebido, com correção pelo IPCA, sem necessidade de informar dados bancários. O prazo para adesão ao acordo segue aberto. O procedimento para pedido de ressarcimento é feita apenas pelo aplicativo Meu INSS ou presencialmente nas agências dos Correios.   Fonte: R7 Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

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O que acontece se EUA bloquearem GPS no Brasil? Entenda como funciona o sistema de localização

Em meio à crise entre Estados Unidos e Brasil, boatos sobre novas sanções que seriam aplicadas por Donald Trump ganharam destaque na internet, entre elas: o bloqueio do GPS no país. O sistema, inventado e operado pelos EUA, tem se tornado alvo de discussões e estipulações para ser uma nova “arma” usada pelos norte-americanos para fazer que o Brasil ceda aos pedidos de Trump. Segundo especialistas ouvidos pelo R7, os Estados Unidos têm o poder de controlar e bloquear o sinal, mas é pouco provável que isso aconteça. O engenheiro de sistemas e especialista em comunicação Eduardo Rocha explica que seria “impossível” desligar o GPS do Brasil e não causar consequências em outros países. “Isso seria uma coisa extremamente complexa de se fazer, de desligar somente do Brasil, justamente por conta dessa comunicação entre eles [satélites], para que eles possam dar o melhor direcionamento”, comenta. Apesar de ser pouco provável que um eventual bloqueio ocorra, caso o sistema fosse restringido poderia causar efeitos negativos diretos em setores como logística, aviação, transporte urbano, agronegócio, bancos e telecomunicações. De acordo com o especialista em inovação Eduardo Freire, diversas atividades cotidianas que dependem do sistema seriam impactadas, podendo gerar prejuízos econômicos. “Do uso em tratores autônomos no campo até a entrega de um produto via aplicativo urbano, tudo depende do GPS para funcionar com precisão. Um apagão de sinal comprometeria não só a economia, mas também a segurança pública e os serviços essenciais”, comentou. GPS brasileiro Com as ameaças e a instabilidade na relação com os EUA, o governo brasileiro, através do Gabinete de Segurança Institucional, criou, no início do mês, um grupo para estudar a possibilidade do Brasil desenvolver seu próprio sistema de geolocalização por satélite. O grupo é formado por representantes de ministérios, da Aeronáutica, de agências e institutos federais e da Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil. Os integrantes serão responsáveis por identificar eventuais consequências do país depender de sistemas de posicionamento, navegação e tempo controlados por outras nações. Para Freire, é essencial que o Brasil não dependa de uma infraestrutura digital que o próprio país não possa controlar. “A real alternativa para o Brasil é desenvolver sua própria infraestrutura ou, ao menos, integrar uma rede regional de posicionamento com autonomia. Temos base científica e capacidade tecnológica para isso, mas falta decisão política, investimento estratégico e um plano de longo prazo. GPS não é só tecnologia, é soberania”, disse. Como funciona O GPS (Sistema de Posicionamento Global) é um dispositivo de navegação por satélite que define a posição geográfica do usuário em tempo real. Através de satélites, o GPS consegue transmitir sinais a dispositivos eletrônicos capazes de determinar a localização de uma pessoa. No caso de um celular, por exemplo, um receptor GPS no próprio telefone detecta os sinais do satélite. Assim que o receptor calcula a distância a partir de quatro ou mais satélites GPS, ele consegue descobrir onde você está. Apesar das chances serem pequenas, os boatos ascendem a necessidade do Brasil ter um sistema próprio e independente, assim como a China, que possui o BeiDou, Rússia (GLONASS) e Europa (Galileo). Tarifas e sanções de Trump No início de julho, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a imposição de uma tarifa de 50% sobre todos os produtos brasileiros exportados para o mercado norte-americano a partir de 1º de agosto. A medida, segundo Trump, é uma resposta direta a supostos ataques do Brasil à liberdade de expressão de empresas americanas e à forma como o país tem tratado o ex-presidente Jair Bolsonaro. Além das tarifas estipuladas, o líder norte-americano determinou a revogação do visto do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes e o que ele chamou de “aliados”. A ação foi tomada após a operação da Polícia Federal contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, que está de tornozeleira eletrônica, proibido de acessar redes sociais e com circulação restrita. A dez dias do início das novas tarifas, o temor sobre a imprevisibilidade das consequências das sanções de Donald Trump aumentam. Em meio à crise, o governo tenta o diálogo, mas não descarta a possibilidade de aplicar a Lei da Reciprocidade — regulamentada na semana passada —, o que desagrada o setor empresarial.   Fonte: R7 Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

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Bolsonaro promete ficar calado e pede explicação de Moraes sobre o que ele pode ou não fazer

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) prestou esclarecimento nesta terça-feira (22), após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes falar em risco de prisão por descumprimento de medidas cautelares. E alegou não ter conhecimento de que ele estava proibido de conceder entrevistas. Os advogados do ex-presidente sustentam que ele não descumpriu as ordens do ministro e prometeram que Bolsonaro permanecerá calado, sem fazer “qualquer manifestação” sobre o caso. “Cabe esclarecer que o Embargante (Jair Bolsonaro) não descumpriu o quanto determinado e jamais teve a intenção de fazê-lo, tanto que vem observando rigorosamente as regras de recolhimento impostas por este Tribunal”, escreveu a defesa do ex-presidente. Bolsonaro esteve na Câmara na tarde desta segunda-feira (21) e, na saída, mostrou aos jornalistas a tornozeleira eletrônica que utiliza desde semana passada como parte das medidas cautelares impostas por Moraes. O ex-presidente declarou que o dispositivo simbolizava a “máxima humilhação”. Moraes impôs as medidas cautelares de Bolsonaro na última sexta-feira, 18, e complementou a decisão com despacho expedido ontem. O ministro afirmou que a proibição de uso das redes sociais incluía, “obviamente, as transmissões, retransmissões ou veiculação de áudios, vídeos ou transcrições de entrevistas em qualquer das plataformas das redes sociais de terceiros”. Bolsonaro, por sua vez, alega que “jamais cogitou que estava proibido de conceder entrevistas, que podem ser replicadas em redes sociais”. Sem responsabilidade pela conduta de terceiros Os advogados de Bolsonaro sustentam que ele não pode ser responsabilizado pela conduta de terceiros que postaram em redes sociais o que ele faz. “Tais atos não contam com a participação direta ou indireta do entrevistado, que não pode ser punido por atos de terceiros”, afirmou. “Afinal se a proibição envolve transmissão ou transcrição de entrevistas, o Embargante, na prática, está proibido de concedê-las, posto que ninguém tem controle sobre a forma de sua divulgação, a não ser, e apenas incialmente, o próprio jornalista”, argumentaram. A forma escolhida pela defesa de Bolsonaro para responder Moraes sobre o suposto descumprimento de medidas cautelares foi por meio da apresentação de embargos de declaração, um tipo de instrumento jurídico no qual a parte pede esclarecimentos ao juiz sob aspectos de determinada decisão. Bolsonaro, portanto, inverteu a decisão de Moraes e pediu que o ministro explique a extensão da sua ordem. A defesa do ex-presidente garantiu que, “em absoluto respeito à decisão da Suprema Corte”, ele “não fará qualquer manifestação até que haja o esclarecimento apontado”. Leitura dos advogados A leitura feita pela equipe jurídica de Bolsonaro é de que “tal decisão, com todo o respeito, vai muito além da proibição de utilização de redes sociais”. “Sim, porque a primeira decisão jamais cogitou de ‘transmissões, retransmissões ou veiculação de áudios, vídeos ou transcrições de entrevistas em qualquer das plataformas das redes sociais de terceiros’”, alegou a defesa. “É notório que a replicação de declarações por terceiros em redes sociais constitui desdobramento incontrolável das dinâmicas contemporâneas de comunicação digital e, por isso, alheio à vontade ou ingerência do Embargante”, prosseguiram os advogados. O ex-presidente despachou na sede do Partido Liberal (PL) nesta terça-feira. Ao deixar o prédio, no centro de Brasília, Bolsonaro se recusou a responder questionamentos de jornalistas que o aguardavam na garagem do prédio.   Fonte: R7 Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

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Ecoplast transforma educação com soluções sustentáveis e inclusivas

Com mais de 30 anos de história, empresa investe em produtos com valor agregado, matéria-prima reciclada e soluções biodegradáveis para o setor educacional A Ecoplast é resultado de mais de 30 anos de dedicação à inovação com propósito. Hoje, a empresa se destaca como uma referência em soluções sustentáveis para o setor educacional, com foco em ampliar sua presença internacional e fortalecer sua atuação no Brasil, tanto no mercado público quanto no privado. A Ecoplast tem uma escolha estratégica por qualidade e responsabilidade, isso a faz tão diferente de todos os outros modelos. Em vez de competir com produtos importados de baixo custo, a empresa investe em ferramentas escolares com alto valor agregado fabricadas com matéria-prima reciclada, certificadas além das exigências legais e pensadas para a inclusão, por meio de tecnologias assistivas. No varejo, essa proposta se traduz em confiança: quem escolhe a Ecoplast leva para casa um produto que une durabilidade, consciência ambiental e compromisso social. Entre as novidades, a empresa apresenta sua nova linha de produtos fabricados com PLA, um bioplástico feito a partir da cana-de-açúcar, totalmente biodegradável e compostável. A iniciativa reforça o posicionamento da Ecoplast como marca que acredita e investe em um futuro mais sustentável, sem abrir mão da inovação. Ecoplast, produzindo um novo futuro. Quer conhecer mais? https://loja.ecoplastbrasil.com/ www.instagram.com/ecoplastbrasil

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Pavimentação da COR-283 é entregue com presença do governador e autoridades municipais

Estrada foi revitalizada por meio de um convênio do município com o Estado A pavimentação da estrada vicinal COR-283, que liga Cordeirópolis a Araras, foi entregue nesta terça-feira (22). O governador Tarcísio de Freitas participou da entrega, ao lado da prefeita Cristina Saad e do vice-prefeito Anderson Hespanhol Pique, entre outras autoridades municipais e regionais. A obra beneficia uma população de mais de 155 mil pessoas. Com 5,370 quilômetros de extensão, a estrada foi completamente revitalizada com recursos de um convênio entre a Prefeitura de Cordeirópolis e o Governo do Estado. Foram investidos R$ 19,3 milhões na obra. “É um importante investimento do estado e do município no desenvolvimento de Cordeirópolis, priorizando o escoamento da produção ceramista e agrícola”, afirmou Cristina. O governador percorreu a nova estrada e descerrou, ao lado das autoridades, a placa que marca a entrega das melhorias. Para ele, a modernização viária trará benefícios à região e ao estado. “Com a pavimentação da COR-283, conquistamos benefícios concretos para a população, que terá uma redução no tempo de viagem entre Cordeirópolis e Araras”, afirmou Tarcísio. Também estiveram presentes a prefeita de Iracemápolis, Nelita Michel, os prefeitos de Limeira, Murilo Félix, e de Araras, Irineu Marretto, a secretária estadual do Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, Natália Resende, o presidente do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), Sérgio Codelo, entre outras autoridades de Cordeirópolis, estado e região.   Foto: Prefeitura de Cordeirópolis

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Incêndio de grandes proporções atinge o Mercadão Municipal de Piracicaba

Na madrugada desta quarta-feira (23), um incêndio de grandes proporções foi registrado no Mercadão Municipal de Piracicaba, localizado na região central da cidade. Segundo informações, as chamas se espalharam rapidamente, atingindo a maior parte da estrutura do local. Equipes do Corpo de Bombeiros de Piracicaba foram acionadas e trabalharam intensamente no combate ao fogo. Equipes de Rio Claro, Santa Bárbara d’Oeste, Limeira e Iracemápolis também foram acionadas para auxílio. A Guarda Civil Municipal esteve presente prestando apoio à ocorrência e isolando a área para garantir a segurança dos moradores e comerciantes da região. Não houve vítimas. Até o momento, não há informações sobre as causas do incêndio. A Defesa Civil e a perícia técnica devem avaliar os danos e investigar o que provocou o início das chamas.  

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