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Com queda nas doações no inverno, Banco de Sangue do Hospital Municipal funciona nesta quinta-feira (9)

Operação prende suspeitos e mira grupo envolvido em furtos e roubos de cargas de carne bovina em SP e PR

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Plantão de vacinação atende população na UBS Cecap e no Parque Cidade neste sábado (11), em Limeira

Campanha do Agasalho da Câmara de Limeira recebe doações até 24 de julho; peças já estão em separação para doação

Defesa Civil emite alerta de emergência para incêndios no interior de SP durante o feriado

Dia: 23 de junho de 2025

Gripe aviária: OMSA confirma encerramento de caso em granja comercial no Brasil

A Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) declarou oficialmente, na sexta-feira (20), o encerramento do caso de gripe aviária de alta patogenicidade (H5N1) registrado em uma granja comercial em Montenegro (RS). A confirmação veio por meio da atualização do status do caso da doença no site oficial da organização, agora classificado como “encerrado”. O Brasil já havia enviado uma autodeclaração à OMSA comunicando que o foco estava encerrado. “Em 18 de junho, 28 dias após a aplicação da política de abate sanitário (incluindo desinfecção) no único estabelecimento afetado e considerando a vigilância realizada de acordo com o Capítulo 10.4 do Código Terrestre da OMSA, o evento é considerado encerrado. Junto com este relatório final, o Brasil enviou à OMSA uma autodeclaração de liberdade da doença”, afirmou a OMSA. O surto, primeiro e único caso em granja comercial no País, foi detectado em 12 de maio em uma criação de matrizes no Rio Grande do Sul. Diante disso, foi determinando o abate sanitário de todas as aves do local, além da imposição de barreiras sanitárias na região. Com a decisão da OMSA, o Brasil recupera seu status sanitário internacional, essencial para o comércio global de produtos avícolas. O País é o maior exportador mundial de carne de frango e espera a retomada da comercialização para os mercados para os quais os embarques estavam suspensos. A retomada, contudo, depende do aval da autoridade sanitária de cada país importador O novo status sanitário ainda precisará ser validado pelos países importadores para a retomada da comercialização para os mercados com a suspensão das emissões de certificados de exportação. Por isso, não é possível estimar um prazo para retomada do fluxo comercial, já que a autorização parte do país importador e não do exportador. Na prática, os países importadores precisarão reconhecer que o Brasil está livre da doença. Posteriormente à validação de cada autoridade sanitária dos países importadores, o Brasil pode retomar a certificação das exportações em cumprimento dos requisitos sanitários acordados e, assim, reabrir o comércio. Ao todo, as exportações de carne de frango de todo o território brasileiro estão suspensas para 21 destinos, segundo levantamento mais recente do Ministério da Agricultura. Estão pausados temporariamente os embarques de produtos avícolas brasileiros para China, União Europeia, Iraque, Coreia do Sul, Chile, Filipinas, África do Sul, Peru, Albânia, Canadá, República Dominicana, Uruguai, Malásia, Mauritânia, Argentina, Timor Leste, Marrocos, Índia, Sri Lanka, Macedônia do Norte e Paquistão, conforme o levantamento da pasta. A lista inclui as nações que suspenderam as importações de produtos avícolas do Brasil e para os quais o Brasil interrompeu a certificação das exportações conforme prevê o acordo sanitário estabelecido com cada país. Há, ainda, 16 mercados para os quais estão impedidas as exportações de frango proveniente do Rio Grande do Sul. Outros quatro países suspenderam as compras de carne de frango e derivados do município de Montenegro (RS), onde o foco da doença foi detectado, conforme prevê o protocolo acordado pelos países com o Brasil. Outros 18 mercados limitaram a suspensão dos embarques para um raio de 10 quilômetros do foco de influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP). As suspensões temporárias e cautelares estão previstas no protocolo sanitário acordado entre o Brasil e os países importadores.   Fonte: R7 Foto: Ascom Seapi/Divulgação

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Água avança em via sob a Ponte Nova do Guaíba, zona Norte de Porto Alegre

O nível do Guaíba no Cais Mauá atinge 2,78 metros, conforme última medição feita às 9h desta segunda-feira (23). É o maior nível que o corpo hídrico registra desde o início das chuvas dos últimos dias. Ainda que o nível não tenha atingido a cota de inundação, que é de 3 metros, o trecho alagado na rua João Moreira Maciel, ao pé da Ponte Nova do Guaíba, zona Norte de Porto Alegre, já ocupa toda a via no sentido bairro-centro. Motoristas estão tendo que direcionar pela contramão para acessar ao centro. O vento Sul ainda provoca correnteza na água, que segue avançando na via. O alagamento teve início na noite deste domingo, dia 23, por volta das 19h. Até o momento, não há extravasamento em outras regiões da proximidade, como o Centro de Treinamento (CT) do Grêmio, a Arena e a avenida Castelo Branco. Nas últimas 9 horas, o nível do Guaíba oscilou entre dois centímetros, e se mantém na cota de alerta.   Fonte: R7 Foto: Camila Cunha

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‘Todo mundo pula’: fala de piloto revela desespero antes da queda de balão em Praia Grande

Em depoimento, o piloto do balão que caiu em Praia Grande, no Extremo Sul de Santa Catarina, Elves de Bem Crescêncio, informou que o fogo teve início no cesto e, rapidamente, espalhou-se. No total, oito pessoas morreram na tragédia registrada no último sábado (21). “Ali com algo em torno de dois, três minutos de voo, eu sinto um cheiro de queimado dentro do cesto, quando eu olho pra baixo, a capa do tanque de gás tinha um início de incêndio. Peguei o extintor que tem no balão, tirei o lacre, a hora que apertei, não saiu nada de pó”, declarou o piloto. O profissional relatou que, mesmo assim, tentou apagar o fogo. “Se alastrou muito rápido. Afrouxei o tanque, afrouxei a cinta de cima, tirei a mangueira, tentei arrancar…”, disse, com a voz embargada. “A hora que o balão veio pra pouso, eu falei: ‘pessoal, a hora que pousar, todo mundo pula’”, acrescentou Queda de balão provoca oito mortes em Praia Grande – Foto: Divulgação/ND Elves de Bem Crescêncio ainda pontuou, durante o depoimento, que possui cerca de 700 horas de voo. Ele falou que, no sábado, as condições eram boas para a decolagem. “Entendi que dava pra decolar, todo mundo voou, acredito que por volta de 40, 45 balões”, frisou. Relembre a queda de balão em Praia Grande O que deveria ser um dia lindo de passeio se transformou em tragédia, no sábado (21), após a queda de um balão que causou a morte de oito pessoas em Praia Grande, no Extremo Sul de Santa Catarina. No total, 21 passageiros estavam a bordo e 13 conseguiram se salvar. Os mortos na queda de balão em Praia Grande são o médico oftalmologista, Andrei Gabriel de Melo, de Fraiburgo; a médica Leise Herrmann Parizotto e a mãe, Liane Herrmann, de Blumenau; o casal de Joinville, Everaldo da Rocha e Janaína Moreira Soares da Rocha; Juliane Jacinta Sawicki e Fábio Luiz Izycki, do Rio Grande do Sul; e Leandro Luzzi, diretor técnico da Federação Catarinense de Patinação Artística, de Indaial. Conforme apurado, o balão que caiu tinha capacidade para carregar até 27 pessoas, ou 2.875 kg. Foto mostra como ficou o cesto após queda de balão em Praia Grande – Foto: Polícia Militar/Divulgação/ND A investigação para apurar a causa do acidente e identificar se houve crime, seja por negligência ou intencional, iniciou tão logo as autoridades acessaram o local. O inquérito, conduzido pela Polícia Civil, tem até 30 dias para ser concluído, com possibilidade de prorrogação por mais 30.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/ND

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Câmara de Sumaré vota LDO 2026 em segundo turno

Os vereadores de Sumaré votam, em segundo turno, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o ano de 2026. A votação ocorre na sessão ordinária desta terça-feira (24), prevista para começar às 10h, no plenário da Câmara Municipal. O Projeto de Lei 305/2025, de autoria do prefeito Henrique do Paraíso, traz uma previsão de receitas no valor de R$ 1.673.810.837,00 para o próximo ano. O montante inclui arrecadação com receitas correntes, como impostos, taxas e contribuições, além de receitas de capital, como operações de crédito. A LDO 2026 abrange o orçamento fiscal referente aos Poderes Executivo e Legislativo, seus fundos, entidades da administração indireta e o orçamento da seguridade social, abrangendo saúde, previdência e assistência social. A LDO é um instrumento de planejamento tático que orienta a elaboração do orçamento público, estabelecendo metas e prioridades para o exercício financeiro seguinte. Ela faz a ponte entre o Plano Plurianual (PPA), que é estratégico por definir diretrizes e objetivos para um período de quatro anos, e a Lei Orçamentária Anual (LOA), que é operacional, pois detalha, de forma prática e executável, quanto e como os recursos públicos serão aplicados no curto prazo, durante um exercício fiscal. Assim, o PPA traça a visão de longo prazo, a LDO traduz essas diretrizes em metas anuais e a LOA concretiza essas metas com ações e despesas específicas. De acordo com o Regimento Interno da Câmara, as sessões nas quais se discutem as leis orçamentárias terão a Ordem do Dia, preferencialmente, reservada a essa matéria. Já o Expediente ficará reduzido a 30 minutos, contados do final da leitura dos documentos recebidos. A LDO foi aprovada em primeiro turno, na sessão do dia 10 de junho, com a unanimidade dos votos dos parlamentares em plenário.   Foto: Câmara de Sumaré

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Sumaré inicia consulta pública nas escolas para adesão ao modelo cívico-militar

A Prefeitura de Sumaré, por meio da Secretaria Municipal de Educação, deu início ao processo de consulta pública para avaliar a adesão de duas escolas ao Programa Escola Cívico-Militar. A iniciativa visa garantir a participação da comunidade escolar na decisão. As unidades envolvidas são a Escola Municipal Magdalena Maria Vedovato Callegari, que terá votação nos dias 26 e 27 de junho (quinta-feira e sexta-feira), e a Escola Municipal Eliana Minchin Vaughan, com consulta marcada para 1º e 2 de julho. O processo ocorrerá durante o horário regular de aulas, nas dependências das escolas. O cronograma está dividido em três etapas. Informação A Secretaria de Educação, junto às direções escolares, promoverá reuniões e divulgará material explicativo sobre o modelo cívico-militar para pais, alunos, professores e funcionários. Votação presencial A comunidade escolar votará de forma sigilosa, utilizando cédulas padronizadas com a pergunta: Você é a favor da adesão da unidade escolar ao Programa Escola Cívico-Militar?”, com as opções “SIM” ou “NÃO”. Apuração e resultado A contagem dos votos será pública, realizada em data definida por decreto, com primeira chamada às 18h e segunda às 18h30. O resultado final será divulgado no local e posteriormente publicado no Diário Oficial do Município e no portal da Educação. Quem pode participar? Pais ou responsáveis legais de alunos matriculados na escola (devidamente cadastrados) e servidores ativos lotados nas unidades. Para votar, será necessário apresentar documento de identificação e assinar uma lista de presença. De acordo com a secretaria, a organização ficará a cargo de funcionários indicados pela Secretaria de Educação, que também custodiarão as urnas. Validação da adesão A aprovação do programa dependerá de maioria simples dos votos válidos. O resultado definirá se as escolas seguirão para a implementação do modelo, que prevê gestão compartilhada entre educadores e militares, com foco em disciplina e desempenho acadêmico.   Foto: Prefeitura de Sumaré

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Queima de fios de cobre causa incêndio em Campinas

Um incêndio foi registrado na manhã desta segunda-feira (23) na Vila Miguel Vicente Cury, em Campinas (SP). Um homem ficou ferido. Segundo informações preliminares, ele teria ateado fogo em fios de cobre, e as chamas acabaram se alastrando para materiais recicláveis e para a estrutura da casa onde ele estava. O Corpo de Bombeiros foi acionado e retirou o homem do imóvel. Ele sofreu queimaduras na perna e foi socorrido para atendimento médico. A ocorrência ainda está em andamento, e as causas exatas do incêndio serão investigadas.

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Israel bombardeia prisão no Teerã e símbolos do regime iraniano

Israel atingiu novos alvos do governo iraniano em Teerã nesta segunda-feira (23), promovendo uma série de ataques para revidar a ofensiva com mísseis e drones disparados pelo Irã em direção ao território israelense. O Ministério da Defesa de Israel detalhou que os alvos atingidos incluíram a notória prisão de Evin, na capital iraniana, e a sede de segurança da Guarda Revolucionária paramilitar. “O ditador iraniano será punido com toda a força por atacar a frente de batalha israelense”, disse o ministério. O local de enriquecimento subterrâneo de urânio em Fordow, uma das três instalações nucleares iranianas bombardeadas pelos EUA no fim de semana, também voltou a ser atingido nesta segunda, segundo a televisão estatal do Irã. EUA no conflito Neste fim de semana, os EUA entraram no conflito entre Israel e Irã, numa ofensiva coordenada e mantida em sigilo até sua execução. A ação americana ocorreu sob alegação de que o Irã estaria fabricando armas nucleares, o que o país nega. Durante uma reunião do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) neste domingo (22), o Irã afirmou que uma ofensiva contra os EUA, em resposta ao ataque a três instalações nucleares, vai ser “decidida” pelas forças militares do país. Já os EUA, que atacaram o Irã no sábado (21), informaram que qualquer ataque iraniano, seja ele direto ou indireto, será “combatido com retaliações devastadoras”, nas palavras da embaixadora Dorothy Shea. Na reunião, o secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou para o “ciclo de destruição” no Oriente Médio e fez um apelo para que a diplomacia prevaleça e que os civis sejam protegidos durante o conflito.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/X @IAFsite

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Com maioria, STF retoma quarta-feira (25) julgamento sobre redes sociais

O Supremo Tribunal Federal (STF) tem marcada para a próxima quarta-feira (25) a retomada do julgamento sobre a responsabilidade das redes sociais por publicações ilegais feitas por usuários em suas plataformas. Em sessão anterior neste mês, o plenário formou maioria de 7 a 1 pela possibilidade de responsabilização, na esfera cível, das empresas caso permitam que seus usuários publiquem mensagens que violem a lei. Essas mensagens podem conter, por exemplo, conteúdos racistas, homofóbicos, misóginos, de ódio étnico, contra a honra ou antidemocráticos, entre outros tipos de crimes cometidos online. O alcance real do entendimento da maioria e como ele deve ser aplicado são questões que ainda devem ser esclarecidas ao final do julgamento, uma vez que cada ministro votou de forma própria. Na essência, porém, a maioria entende que as empresas de tecnologia têm responsabilidade pelo que é publicado em suas plataformas, podendo ser punidas a pagar indenizações. Votaram nesse sentido os ministros Dias Toffoli, Luiz Fux, Flavio Dino, Cristiano Zanin, Gilmar Mendes, Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes. O único a divergir até o momento foi André Mendonça, para quem as plataformas não têm responsabilidade pelo exercício da liberdade de expressão feito por seus usuários. Ainda devem votar os ministros Edson Fachi e Cármen Lúcia. O plenário julga dois recursos que questionam o artigo 19 do Marco Civil da Internet (Lei 12.965/2014). O dispositivo prevê que, “com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura”, as empresas provedoras de aplicações na internet somente podem ser responsabilizadas civilmente por publicações de terceiros se descumprirem alguma ordem judicial prévia de retirada. Os recursos em julgamento têm repercussão geral. Isso significa que o plenário do Supremo vai estabelecer uma tese vinculante, que deverá ser seguida obrigatoriamente por todos os tribunais do país ao julgar processos sobre o assunto. Votos Os primeiros a votar no julgamento do tema foram os relatores dos recursos, os ministros Dias Toffoli e Luiz Fux. Os dois entenderam que o artigo 19 do Marco Civil da Internet é inconstitucional, por conferir imunidade indevida às plataformas de redes sociais. Para os relatores, não é necessário que as empresas aguardem uma ordem judicial para que sejam obrigadas a retirar do ar o conteúdo considerado ilícito, bastando para isso a notificação extrajudicial por alguém que se sinta vítima da publicação. Presidente do Supremo, o ministro Luís Roberto Barroso votou de forma similar, ressalvando somente que nos casos de crimes contra a honra – injúria, calúnia e difamação – ainda seria preciso uma ordem judicial prévia para a derrubada de postagens dos usuários de redes sociais. Flávio Dino votou de forma semelhante a Barroso, no sentido de que, em regra, seja aplicado o previsto no artigo 21 do Marco Civil da Internet. Por esse dispositivo, basta a notificação extrajudicial de vítima ou advogado para que um conteúdo ilícito seja removido. Nos crimes contra a honra, ainda seria aplicado o artigo 19. Formando maioria, Gilmar Mendes previu em seu voto diferentes regimes de aplicação das regras do Marco Civil, desde uma aplicação geral do artigo 21 até uma aplicação residual do artigo 19 nos casos de crimes contra a honra e de responsabilização presumida nos anúncios e impulsionamentos ilegais aceitos pelas plataformas. Alexandre de Moraes foi o sétimo a se juntar à maioria. Para ele, as big tech que atuam no ramo das redes sociais podem ser equiparadas a empresas de mídia, sendo assim responsáveis pelo que é publicado em suas plataformas. Outro lado O julgamento é acompanhado de perto pelas chamadas big tech – grandes empresas de tecnologia que dominam o mercado de redes sociais, como Google e Meta. No início do julgamento, em sustentação oral, representantes do setor defenderam a manutenção do Marco Civil da Internet como está, protegendo as aplicações do uso que é feito por seus usuários. Representantes das redes sociais defenderam a manutenção da responsabilidade somente após o descumprimento de decisão judicial, como ocorre atualmente. As redes socais sustentaram que já realizam a retirada de conteúdos ilegais de forma extrajudicial e que o eventual monitoramento prévio do que é publicado pelos usuários configuraria censura.   Fonte: Agência Brasil Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil

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Rua no Jardim Cristina será interditada nesta segunda (23) para obra emergencial da Sanasa em Campinas

A Rua Igaci, no Jardim Cristina, em Campinas, terá um trecho interditado ao tráfego de veículos nesta segunda-feira, 23 de junho, para uma obra emergencial da Sanasa. A interdição programada pela Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas (Emdec) vai ocorrer entre 13h30 e 16h. O bloqueio acontece no trecho entre as ruas Apiaba e Jetibá, nas proximidades do número 378 da Rua Igaci, onde será feito um reparo em rede de água. Desvios e linhas de ônibus impactadas A Emdec programou rotas alternativas para minimizar os impactos no trânsito. O desvio será feito pelas ruas Jetibá, José Aparecido da Silva e Alaor Corrêa Telles, retornando ao trecho liberado da Rua Igaci. As linhas de ônibus 111 (Jardim Aeronave II), 112 (Jardim Planalto I) e 113 (Jardim Planalto II) também seguirão esse trajeto alternativo durante o período da interdição. Não há pontos de parada no trecho afetado. Agentes da mobilidade urbana da Emdec estarão no local para sinalizar a interdição e orientar motoristas e usuários do transporte público. A recomendação é que os condutores evitem a região durante o horário da obra e utilizem caminhos alternativos. Fale com a Emdec Para informações de trânsito e sugestões, acesse os canais do Fale Conosco Emdec, pelo telefone 118, site (portal.emdec.com.br/faleconosco); aplicativo “Emdec”, disponível na Google Play e na App Store; e WhatsApp (19 3731-2910). O número também recebe chamadas realizadas a partir de outra cidade ou DDD.   Foto: Prefeitura de Campinas

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Homem é preso no TO por usar transferências de R$ 0,02 via Pix para ameaçar ex-namorada

A Polícia Civil do Tocantins prendeu um homem de 27 anos que utilizava transferências via Pix para continuar assediando a ex-namorada, mesmo após a emissão de uma medida protetiva em favor da vítima. O suspeito, que não teve o nome divulgado, já responde a cinco inquéritos por descumprimento de medidas protetivas de urgência contra sua ex-companheira, em vigor desde o ano passado. A prisão foi decretada após a vítima comparecer à delegacia com capturas de tela das transferências. Nas mensagens enviadas no campo de recado do Pix, o homem usava o espaço para intimidá-la e pressioná-la a reatar o relacionamento. Após análise do caso pelo MPTO (Ministério Público do Tocantins), o parecer da Promotoria de Justiça detalhou o histórico de desobediência do acusado. Nos primeiros descumprimentos, foram aplicadas multas. Mesmo assim, novos episódios levaram à majoração das sanções. Com a persistência da conduta, a Justiça determinou o pagamento das multas acumuladas, aumentou novamente os valores e advertiu o agressor sobre a possibilidade de prisão. “O MPTO apontou que, ao longo do período, o agressor descumpriu as medidas dezenas de vezes, utilizando também ligações telefônicas e outros aplicativos de mensagens”, informou o órgão. O homem foi conduzido à sede da 5ª Central de Atendimento da Polícia Civil, em Araguaína, na última quarta-feira, onde a autoridade policial plantonista ratificou a prisão. A delegada Sarah Lilian, da 3ª DEAM (Delegacia de Atendimento à Mulher — Araguaína), destacou que a prisão do suspeito traz “mais paz e segurança à vítima, que vinha sofrendo um verdadeiro terror psicológico e temia pela própria vida”.   Fonte: R7 Foto: Divulgação/DICOM SSP TO

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