Pular para o conteúdo principal

Portal Veloz

Últimas Notícias

Idoso morre após ser atropelado por trator em propriedade rural de Limeira

Caminhão tomba após ser atingido por carro na contramão em rodovia de Limeira

Mulher é presa com crack, cocaína e milhares de embalagens durante operação da DISE em Limeira

Veículo furtado é recuperado pela GCM no Jardim Paulistano em Sorocaba

SESI integra programação da Semana da Música de Campinas com cinco shows gratuitos

Campinas promove Dia D de multivacinação no dia 22 de agosto

Dia: 11 de junho de 2025

Soraya Thronicke propõe banir Jogo do Tigrinho e indiciar Virgínia e Deolane

Os integrantes da CPI das Bets terão mais tempo para analisar o relatório da senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), que foi apresentado nesta terça-feira (10), mas não foi votado hoje — como estava originalmente previsto. Eles também devem analisar o relatório alternativo, apresentado na mesma reunião, do senador Izalci Lucas (PL-DF). Após pedido de vista do senador Angelo Coronel (PSD-BA), o presidente da CPI das Bets, senador Dr. Hiran (PP-RR), concedeu mais tempo para análise dos relatórios. Ele se comprometeu a negociar com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a prorrogação das atividades da comissão, cujo prazo se encerra no sábado (14). Hiran ressaltou que, se a prorrogação for confirmada, a votação poderá ocorrer na próxima semana. Em seu relatório, Soraya Thronicke recomenda a proibição de apostas on-line como o “Jogo do Tigrinho”, chamadas por ela de “caça-níqueis on-line”, mas defende manter as bets, que são apostas em jogos esportivos. Ela argumenta que as bets injetaram um volume relevante de investimentos nos esportes, enquanto apostas on-line como o “Jogo do Tigrinho” têm características “exclusivamente deletérias” (como o vício de seus usuários e os obstáculos para a fiscalização do poder público). Logo depois da reunião desta terça, Soraya disse à imprensa que deve incorporar em seu parecer as sugestões feitas no relatório alternativo de Izalci Lucas. Indiciamentos A senadora pede em seu relatório o indiciamento de 16 pessoas pela prática de crimes, entre elas as influenciadoras digitais Virgínia Fonseca e Deolane Bezerra. A maior parte dos indiciados são empresários do setor de apostas. Se o seu relatório for aprovado, será enviado para o Ministério Público ou a Polícia Federal. Soraya afirma que influenciadores digitais praticam estelionato ao “simular apostar valores altos quando, na verdade, utilizam contas simuladas, subsidiadas pelas próprias plataformas, com a intenção de induzir seguidores ao jogo com falsas promessas de ganho fácil”. Ela acusa Virgínia Fonseca de estelionato e propaganda enganosa. Já Deolane Bezerra, que chegou a ser presa pela Justiça de Pernambuco, é acusada de estelionato, exploração não autorizada de jogos de azar, lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa (assim como seus sócios na empresa de apostas Zeroum Bet). Também foram indiciados: Adélia de Jesus Soares, advogada de Deolane e proprietária da Payflow Processadora de Pagamentos; Daniel Pardim Tavares Lima, por falso testemunho, lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa; a influenciadora digital Pâmela de Souza Drudi; Fernando Oliveira Lima, conhecido com Fernandinho OIG, dono de empresa de aposta, e duas pessoas a ele vinculadas, pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa; o empresário Marcus Vinícius Freire de Lima e Silva, por lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, exploração ilegal de jogos de azar, entre outros crimes; Jorge Barbosa Dias, proprietário da empresa MarjoSports, por lavagem de dinheiro, participação em organização criminosa, sonegação fiscal e exploração ilegal de jogos de azar; Bruno Viana Rodrigues e seus sócios da Brax Produção e Publicidade, pelos crimes de lavagem de dinheiro, participação em organização criminosa e exploração irregular de jogos de azar. Medidas O relatório que Soraya Thronicke apresentou nesta terça-feira propõe 20 medidas que alteram a regulamentação do setor. Elas incluem três novos crimes e a criação de uma plataforma de monitoramento — que seria custeada por um novo fundo de combate a plataformas ilegais de apostas. Veja a seguir essas medidas: Medida Argumentos da relatora Vedar a exploração de jogos on-line, aqueles que se assemelham a cassinos São potencialmente mais viciantes, não trazem contrapartida social (como incentivo ao esporte) e seus algoritmos são manipuláveis e de difícil auditoria. Proibição de jogos para os inscritos no CadÚnico Recursos dos benefícios sociais são escassos e essenciais, e o desvio para apostas online contraria a finalidade da política social. Estudo do Banco Central de 2024 apontam que, apenas em agosto, cinco milhões de beneficiários do Bolsa Família gastaram R$ 3 bilhões em apostas. Cria plataforma público-privada para atuar no monitoramento de apostadores, na produção de dados sobre apostas e facilitará a regulação. Terá integração com instituições públicas, inclusive com a Receita Federal e o CadÚnico. Suprir atuais fragilidades regulatórias e antecipar riscos antes que se concretizem, mobilizando serviços de saúde mental e infraestruturas tecnológicas. Reclusão (prisão) de 1 a 4 anos veiculação de propaganda que ignora as regras de proteção (como alerta de risco de dependência) ou vende falsas promessas. Penaliza também influenciadores. A frequência de publicidade normalizou uma cultura de risco e o vício, tratando a aposta como um atalho para o sucesso. Reclusão (prisão) de quatro a oito anos e multa para exploração de aposta on-line sem licença A pena atual, de prisão simples de seis meses a dois anos e multa é desatualizada (data de 1941). Reclusão (prisão) de dois a seis anos e multa para transferências de valores entre apostadores e agente não autorizado A proibição administrativa atual de que instituições de pagamento realizem essas transações são inefetivas. Essas instituições possuem menos rigor na fiscalização do Banco Central. Proibir “cláusula da desgraça alheia”, em que influenciadores e veículos de mídia são pagos com base nas perdas ou na captação de apostadores Prioriza a proteção do consumidor e evita a exploração de vulnerabilidades. Máximo de 3 horas de apostas por dia, ininterruptas ou não Ineficácia dos métodos atuais em que o usuário pode se excluir da plataforma, quando identificar exagero. Além disso, a passagem do tempo em apostas reduz o senso crítico para identificar a necessidade de suspender as apostas. Proibição de uso de “bônus”, “apostas grátis” e outras vantagens oferecidas por empresas de apostas Atraem especialmente pessoas mais vulneráveis com a promessa de um ganho fácil e sem riscos, com obstáculos para o resgate do dinheiro que forçam a continuar apostando. Apresentação de saldo real de ganhos e perdas entre os jogos de aposta Possibilitam momento de confrontação com a realidade e um botão de pausa na impulsividade que o jogo pode gerar. Proibir jogos de apostas que duram menos que 3 segundos e ferramentas que aceleram os jogos, como “autoplay”, “turbo”, etc Favorece o vício e prejudica a reflexão sobre o momento de parar. Criação do Cadastro Nacional

Leia Mais

Comissão Processante apura conduta de vereador em hospital de Campinas

A Comissão Processante (CP) instaurada na Câmara Municipal de Campinas para apurar eventual prática de infrações político-administrativas cometidas pelo vereador Vini Oliveira (Cidadania) marcou para esta quinta-feira (12), a partir das 9 horas, na Sala “Sylvia Paschoal”, as oitivas da acusação. As oitivas de defesa estão agendas para o dia 17 de junho. Oitivas são procedimentos fundamentais para a coleta de depoimentos e provas orais no âmbito processual. A primeira convocada a prestar esclarecimentos é a médica Daiane Copercini, e outras três testemunhas de acusação arroladas por ela: Adriana Leal dos Santos, Raphael Henrique Eloy Silva e Lucas Andrade Valin Melão. “Essa etapa é fundamental para a investigação, uma vez que poderemos colher os testemunhos das pessoas diretamente envolvidas nos fatos que embasam a denúncia”, aponta Mariana Conti, presidente da CP, composta ainda pelo vereador Nelson Hosrri (PSD), como relator; e Nick Schneider (PL), como integrante. Histórico O pedido da instalação da CP foi protocolado dia 23 de abril por Daiane Copercini. Na documentação, ela relata que o parlamentar entrou no Hospital Mário Gatti, no dia primeiro de janeiro deste ano, realizando filmagens e expondo a conduta de servidores municipais e dos pacientes que estavam no Pronto Socorro. De acordo com denúncia, o vereador desacatou os profissionais durante o exercício das funções nos consultórios médicos e acessou fichas de atendimento, o que, para ela, fere a Lei Geral de Proteção de Dados e Sigilo Médico. Daiane ressalta no documento que o vereador ainda publicou o vídeo nas redes sociais. Em sua defesa Vini Oliveira alega o direito pleno de poder exercer seu mandato parlamentar ao fiscalizar os serviços públicos, principalmente em relação à saúde pública. Ele afirma ainda que não fez nenhuma ameaça à médica e nem aos demais servidores e que, suas ações representam o anseio dos mais de 11 mil votos que recebeu de boa parte da população de Campinas nas eleições do ano passado. Os integrantes da CP terão 90 dias corridos para concluir o trabalho, contados a partir do dia 5 de maio, quando foi apresentada a notificação ao acusado. O relatório final da Comissão, com eventual pedido de cassação ou absolvição, será apreciado em última instância pelo Plenário. Caso seja proposta a cassação, para que ela ocorra será necessário que pelo menos 2/3 dos 33 vereadores votem favoráveis.   Foto: Câmara de Campinas

Leia Mais

Julgamento de Bolsonaro e mais 7 por tentativa de golpe deve acontecer até outubro

A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) concluiu nessa terça-feira (10) os interrogatórios dos réus do “núcleo 1″ da ação penal por tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. A próxima etapa é o julgamento que vai definir se eles serão condenados ou absolvidos, o que deve acontecer entre setembro e outubro deste ano. Até lá, as defesas dos réus e a PGR (Procuradoria-Geral da República) ainda podem fazer pedidos de diligências ou coleta de novas provas. Além disso, defesa e acusação terão de apresentar as alegações finais do caso ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso. O STF interrogou nesta semana oito réus: Mauro Cid, tenente-coronel do Exército e ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro; Alexandre Ramagem, deputado federal e ex-diretor da Abin (Agência Brasileira de Inteligência); Almir Garnier Santos, ex-comandante da Marinha; Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança do Distrito Federal; Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional; Jair Bolsonaro, ex-presidente da República; Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa; e Walter Souza Braga Netto, ex-ministro da Defesa e da Casa Civil e candidato a vice de Bolsonaro em 2022. Quase todos são acusados de cinco crimes: Organização criminosa armada; Tentativa de abolição violenta do Estado democrático de direito; Tentativa de golpe de Estado; Dano qualificado pela violência e grave ameaça; e Deterioração de patrimônio tombado. A única exceção é Alexandre Ramagem, que responde por tentativa de abolição violenta do Estado democrático de direito, tentativa de golpe de Estado e organização criminosa armada. Por decisão do STF, a ação penal contra o deputado em relação aos outros dois crimes só vai ser analisada ao fim do mandato dele. O que disseram os réus Jair Bolsonaro Durante o interrogatório conduzido por Moraes, Bolsonaro negou ter articulado golpe de Estado, afirmando que nunca tratou do tema com os comandantes militares e que buscou apenas alternativas dentro da Constituição. Ele negou ter articulado uma tentativa de golpe de Estado, mas admitiu ter buscado alternativas constitucionais para “atingir o objetivo que não foi alcançado no TSE”. Admitiu ter recebido a chamada “minuta do golpe”, mas disse que descartou qualquer ação ainda na segunda reunião que teve com militares. O ex-presidente justificou as críticas às urnas eletrônicas como parte de um debate legítimo e público. Mauro Cid Mauro Cid afirmou que Bolsonaro leu e editou a minuta que previa anulação das eleições e prisão de autoridades, retirando alguns nomes, mas mantendo o de Moraes. O documento propunha nova eleição organizada por uma comissão nomeada. O ex-presidente negou que tenha elaborado qualquer documento. Alexandre Ramagem Alexandre Ramagem negou divulgar documentos contra o sistema eleitoral, dizendo que se tratavam de anotações pessoais. Almir Garnier Almir Garnier afirmou que nunca viu minuta de golpe, apenas análises em tela, e negou envolvimento com ações para manter Bolsonaro no poder após a derrota para Luiz Inácio Lula da Silva em 2022. Anderson Torres Anderson Torres negou as acusações de fraude nas urnas e explicou que sua fala agressiva em relação ao sistema eleitoral em reunião foi um desabafo. Também disse que desconhecia a origem da minuta do golpe encontrada em sua casa e não chegou a discutir seu conteúdo. Augusto Heleno Augusto Heleno respondeu apenas às perguntas da defesa e negou qualquer participação em plano golpista ou uso político do GSI. Disse não ter promovido desinformação sobre as eleições. Paulo Sérgio Nogueira Paulo Sérgio Nogueira pediu desculpas por críticas ao TSE e negou ter sido pressionado por Bolsonaro a alterar relatórios sobre o processo eleitoral. Walter Braga Netto Walter Braga Netto negou ter pressionado chefes militares ou financiado ações golpistas. Rejeitou as acusações de Mauro Cid e afirmou que sempre viu manifestações da direita como pacíficas, classificando os atos de 8 de janeiro de 2023 como vandalismo.   Fonte: R7 Foto: Fellipe Sampaio/STF

Leia Mais

Prefeito de Limeira anuncia contratação de 150 novos profissionais na Educação

O objetivo é fortalecer a rede municipal e garantir mais qualidade no atendimento às crianças da cidade  O prefeito Murilo Félix confirmou, na noite desta terça-feira (10), durante live em suas redes sociais, o reforço de 150 novos profissionais para a Secretaria de Educação de Limeira. O objetivo é fortalecer a rede municipal e garantir mais qualidade no atendimento às crianças da cidade.  “Encontramos a rede com uma carência grande de profissionais, sobretudo merendeiras e auxiliares gerais. Reorganizamos o orçamento e estamos fazendo, com responsabilidade, um esforço enorme para reduzir esse déficit. Educação é prioridade na prática, e esse reforço mostra nosso compromisso com uma rede pública mais estruturada e eficiente.”, afirmou o prefeito Murilo Félix.  Serão convocados, nos próximos dias, 40 professores de ensino fundamental e 30 monitores, todos aprovados no Concurso Público 01/2023. A contratação já foi autorizada pelo prefeito e pela Secretaria de Fazenda. Além disso, 150 monitores da rede estão sendo treinados para atuarem com crianças atípicas.  O prefeito também anunciou a abertura de um novo processo seletivo para a contratação de 40 auxiliares gerais. O edital será publicado no Jornal Oficial do Município e divulgado nos canais institucionais da Prefeitura.  Outro reforço importante está na fase final: a contratação temporária de 40 merendeiras, também por meio de processo seletivo.  “Esse reforço é essencial não só para os nossos alunos, que terão mais qualidade no atendimento, mas também para os profissionais da rede, que têm se dedicado desde o início do ano para manter as escolas funcionando da melhor forma possível, mesmo com todas as dificuldades,” afirmou Antônio Montesano Neto, secretário de Educação.  Ainda na live, o secretário confirmou que estão em andamento os trâmites para a abertura de concurso para a educação infantil, com previsão de convocação no início de 2026.

Leia Mais
Nenhuma postagem a exibir

Confira o canal do Portal Veloz No Youtube

×

Buscar no Portal Veloz