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Dia: 3 de maio de 2025

Praga invasora com veneno mortal se espalha pelos EUA e deixa cientistas em alerta

Uma espécie de formiga originária da Ásia, conhecida como formiga-agulha (Brachyponera chinensis), voltou a chamar a atenção de autoridades de saúde nos Estados Unidos. O inseto, presente no país desde 1932, pode causar anafilaxia em humanos, uma reação alérgica grave que pode levar à morte. Casos recentes foram registrados no estado da Geórgia, no sudeste dos EUA, onde a praga já está estabelecida. Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a espécie está presente principalmente em pontos da costa leste do país. O professor Dan Suiter, entomologista urbano da Universidade da Geórgia, afirmou que a gravidade da situação aumentou nos últimos anos. Em 2024, ele recebeu ao menos três relatos de pessoas que sofreram anafilaxia após serem picadas por formigas-agulhas asiáticas. Embora não sejam agressivas por natureza, essas formigas podem picar se entrarem em contato com roupas ou pele. Suiter destacou que a espécie costuma viver em troncos, lenha, folhas caídas ou sob pedras, preferindo ambientes com madeira e alta umidade. Os meses de verão, especialmente julho e agosto, marcam o pico de atividade do inseto. A picada da formiga pode desencadear sintomas como inchaço da língua ou garganta, chiado no peito, dificuldade para respirar, tontura, náuseas, pressão baixa e urticária. Em casos mais graves, a reação pode levar à morte. O USDA alerta que não há forma de prever quem terá esse tipo de resposta alérgica, mas pessoas que já reagem a picadas de abelhas ou vespas devem ficar atentas e portar medicamentos como o Epipen. Além do risco à saúde humana, a espécie invasora também ameaça o equilíbrio ecológico. Segundo Suiter, essas formigas têm eliminado populações nativas em algumas regiões, prejudicando, por exemplo, a dispersão de sementes. Ele compara o impacto ambiental ao causado por sucuris e jiboias nos Everglades, na Flórida. Suiter reforça que a identificação correta da espécie é fundamental para o controle. Ele orienta que qualquer suspeita seja comunicada a um agente da USDA, que pode encaminhar o caso a um entomologista. A espécie mede cerca de 1,6 cm e se move de forma errática, sem seguir trilhas como as formigas comuns. Para minimizar os riscos, especialistas recomendam manter lenha seca e afastada do solo, além de adotar o uso de iscas específicas, normalmente aplicadas por empresas de controle de pragas. Esses profissionais têm acesso a produtos mais eficazes, que não estão disponíveis ao público em geral. Suiter alerta que, apesar de pequenas, essas formigas “não devem ser ignoradas”. Segundo ele, a disseminação da espécie exige atenção tanto pelo impacto na saúde quanto pelas consequências ambientais.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/BioDiversity4All

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Minas Gerais aposta em inovação para impulsionar o agronegócio; entenda

Empresas e produtores rurais interessados em desenvolver soluções tecnológicas para o agronegócio mineiro têm até o dia 31 de maio para se inscrever no Hub MG Agro. A iniciativa é coordenada pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), em parceria com a Emater, Epamig e IMA. O programa tem como objetivo aproximar o setor produtivo rural de startups, empresas de base tecnológica e centros de pesquisa, promovendo conexões que gerem inovação e sustentabilidade no campo. “Estamos buscando ouvir os desafios enfrentados pelos produtores rurais, médias e grandes organizações do agro, para que possamos conectar essas demandas a soluções tecnológicas concretas”, disse Rebeca Caroline Gonçalves de Souza, assessora técnica da Seapa. Um dos destaques do programa é o caso da Associação dos Suinocultores de Minas Gerais (Asemg), que apresentou a necessidade de tecnologias para mensurar as emissões de gases de efeito estufa (GEE), calcular o sequestro de carbono e viabilizar a comercialização dos créditos de carbono gerados. Quem venceu a proposta foi a GXP Tecnologia, selecionada entre sete empresas participantes. A expectativa é que, nos próximos dez anos, os produtores envolvidos possam gerar até R$ 84 milhões em créditos de carbono, com receita anual variando entre R$ 1 milhão e R$ 1,5 milhão por produtor. A startup também projeta um faturamento anual entre R$ 7 milhões e R$ 12 milhões. “Além de criar uma nova fonte de receita para os suinocultores, essa inovação contribui diretamente para a redução das emissões de GEE, alinhando a suinocultura mineira às exigências de sustentabilidade do mercado atual”, destacou Rebeca Souza. As inscrições seguem abertas até 31 de maio, e as propostas podem ser enviadas por meio deste link.   Fonte: R7 Foto: Divulgação/Seapa

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Corinthians recebe o Internacional neste sábado (3) em encontro de Dorival com a Fiel

No primeiro jogo de Dorival Jr. na Neo Química Arena, o Corinthians recebe o Internacional neste sábado (3), às 18h (de Brasília), buscando se recuperar no Brasileirão depois da goleada por 4 a 0 sofrida contra o Flamengo, no Maracanã. O duelo é válido pela sétima rodada da competição. O Timão tem sete pontos conquistados até aqui e é o 12º colocado na tabela. Uma vitória coloca o time do Parque São Jorge entre os primeiros colocados, podendo ultrapassar, inclusive, o próprio Internacional, que soma nove pontos até aqui e ocupa o sexto lugar. Os embates entre Corinthians e Internacional na capital paulista são marcados pelo equilíbrio. Nos últimos dez jogos, seis terminaram em empate, com uma vitória para o Colorado e três triunfos para o Timão. Após levar um time alternativo para a partida contra o Novorizontino, pela Copa do Brasil, Dorival deve escalar força máxima para o confronto diante do Inter. A única dúvida fica por conta do atacante Memphis Depay, substituído no primeiro tempo da goleada sofrida contra o Flamengo por dores no pé. Já Gustavo Henrique é desfalque confirmado, pois se recupera de um procedimento cirúrgico para tratamento de uma hérnia inguinal. Dessa forma, o técnico do Timão deve levar a campo Hugo Souza; Matheuzinho, André Ramalho, Cacá e Angileri; Raniele, Carrillo, Bidon e Coronado; Depay (Romero) e Yuri Alberto. Já o Colorado, do técnico Roger Machado, que venceu o Maracanã-CE no meio de semana pelo jogo de ida da terceira fase da Copa do Brasil, deve ter: Anthoni; Aguirre, Vitão, Victor Gabriel e Bernabei; Fernando, Bruno Henrique, Vitinho, Alan Patrick e Carbonero; Borré. Ceará x Vitória Também às 18h30 (de Brasília), é a vez de Ceará e Vitória se enfrentarem pelo Brasileirão, na Arena Castelão. O Vozão, que vem de derrota por 1 a 0 para o Palmeiras na Copa do Brasil, no meio de semana, ocupa atualmente o nono lugar na classificação, com oito pontos conquistados. Léo Condé deve escalar Fernando Miguel; Fabiano Souza, Marllon, Willian Machado e Matheus Bahia; Fernando Sobral, Dieguinho e Lucas Mugni; Galeano, Pedro Raul e Pedro Henrique. Já o Vitória tenta se afastar da zona de rebaixamento. Com apenas uma vitória em seis jogos, e seis pontos somados, o time baiano é o 16º na tabela. O time comandado por Thiago Carpini vem de empate por 1 a 1 com o Grêmio, em casa, e vai buscar a recuperação com Lucas Arcanjo; Claudinho, Zé Marcos, Lucas Halter e Jamerson; Matheuzinho, Pepê e Ronald Lopes; Erick, Janderson e Gustavo Silva. Fluminense x Sport Depois de perder para o Botafogo por 2 a 0 no último final de semana, o Fluminense recebe o Sport nesse sábado (3), às 18h30 (de Brasília), no Maracanã, buscando se recuperar no Brasileirão. Na terça (29), o Tricolor carioca venceu a Aparecidense por 1 a 0 pela Copa do Brasil. Por outro lado, o Sport vive momento dramático. Lanterna da competição, a equipe da Ilha do Retiro ainda não venceu e soma apenas dois pontos em seis rodadas até aqui. O último jogo do Leão foi um empate por 0 a 0 com o Fortaleza, dentro de casa, em partida marcada por atuação polêmica da arbitragem. Pelo lado carioca, Renato Gaúcho não conta com Germán Cano, que sofreu lesão no joelho esquerdo e será desfalque por até seis semanas. Já o zagueiro Thiago Silva voltou a treinar em campo, mas deve seguir fora. Dessa forma, o treinador deve levar a campo Fábio; Samuel Xavier, Ignácio, Freytes e Renê; Bernal, Martinelli e Ganso; Canobbio, Arias e Everaldo. Já o Sport, do técnico Pepa, deve ter como titulares Caíque França; Hereda, Lucas Cunha, João Silva e Chico; Du Queiroz, Rivera, Carlos Alberto e Sergio Oliveira; Barletta e Arthur Sousa. Bahia x Botafogo Para fechar os jogos de sábado (3) do Brasileirão, Bahia e Botafogo duelam na Fonte Nova, a partir das 21h (de Brasília), em jogo válido pela sétima rodada da competição. Ambos os times chegam embalados para o confronto, pois vêm de vitórias na Copa do Brasil e Brasileirão. O Tricolor de Aço bateu na última rodada ninguém menos que o Palmeiras, no Allianz Parque, que era líder do campeonato até então. Na última quarta (30), a equipe do técnico Rogério Ceni venceu o Paysandu por 1 a 0, fora de casa. Já o Botafogo vem motivado depois de bater o Fluminense por 2 a 0 no último sábado (26), e golear o Capital-DF por 4 a 0 pela Copa do Brasil no meio de semana. Além das duas vitórias nos dois últimos jogos, ambas as equipes também buscam a vitória para terminar a sétima rodada no G4 do Campeonato Brasileiro, que dá acesso direto a Libertadores do ano seguinte. Enquanto o time baiano soma nove pontos, o Fogão, ocupando a sétima e oitava colocação na tabela, respectivamente. Provável escalação do Bahia: Marcos Felipe; Gilberto, David Duarte, Mingo e Luciano Juba; Caio Alexandre, Jean Lucas e Everton Ribeiro; Erick Pulga, Ademir e Luciano Rodríguez. Provável escalação do Botafogo: John; Vitinho, Jair, David Ricardo e Cuiabano; Patrick de Paula, Marlon Freitas, Jefinho, Matheus Martins e Artur; Igor Jesus.   Fonte: R7 Foto: Rodrigo Coca / Corinthians

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Coreia do Norte: o que se sabe sobre a capacidade do país de produzir bombas atômicas hoje

Em uma rara iniciativa de transparência controlada, a Coreia do Norte divulgou em setembro do ano passado imagens internas de uma instalação de enriquecimento de urânio. As fotos, divulgadas pelo jornal Rodong Sinmun e pela agência estatal KCNA, mostram Kim Jong-un inspecionando fileiras de centrífugas metálicas, em um local não identificado, mas que analistas acreditam ser a planta de Kangson, nos arredores de Pyongyang. A decisão de revelar o interior da instalação parece ter múltiplos objetivos, segundo especialistas em defesa ouvidos pelo R7: demonstrar avanços técnicos, consolidar a doutrina de dissuasão do regime e enviar uma mensagem estratégica tanto para aliados quanto para adversários. Do ponto de vista técnico, porém, as imagens indicam mais do que simbolismo: sugerem uma evolução significativa na infraestrutura de enriquecimento de urânio da Coreia do Norte. Como funcionam as instalações? O processo de enriquecimento de urânio é voltado para a separação do isótopo físsil U-235 do mais abundante U-238. Como esses isótopos são quimicamente idênticos, a separação depende de pequenas diferenças de massa — uma tarefa extremamente complexa do ponto de vista físico. A Coreia do Norte utiliza centrífugas de gás, onde o gás hexafluoreto de urânio (UF₆) é girado em alta velocidade. Durante esse processo, o isótopo mais pesado (U-238) se move para a borda do cilindro, enquanto o U-235, mais leve, concentra-se no centro. Embora as imagens das centrífugas tenham sido divulgadas apenas no ano passado, a existência do programa de enriquecimento de urânio é conhecida desde 1998, quando o cientista paquistanês AQ Khan, conhecido por ser o precursor dos estudos nucleares de seu país, enviou sistemas de centrífugas a Kim Jong-il, então líder da Coreia do Norte. As máquinas recebidas do Paquistão eram de alumínio bruto e aço maraging, um material de alta resistência e tenacidade, explica o membro do SIPRI (Stockholm International Peace Research Institute) e mestre em engenharia nuclear Robert Kelley. “Os norte-coreanos adicionaram pelo menos dois novos edifícios, o que mais do que dobrou o número de máquinas. Eles não são ingênuos. O Paquistão já usava fibra de carbono em 1998, e os coreanos certamente migraram para uma tecnologia melhor e mais fácil”, afirma Kelley. Além disso, a presença de tubulações mais finas sugere melhorias nos sistemas de resfriamento interno, o que permitiria velocidades de rotação mais altas, fator essencial para aumentar a eficiência do processo de separação isotópica. Questionado se a atual produção de urânio enriquecido da Coreia do Norte é suficiente para sustentar as ambições nucleares de Kim Jong-un, Kelley afirma que o regime já dispõe de capacidade mais do que suficiente e, ainda assim, continua tentando expandi-la. “Eles [norte-coreanos] não precisam de mais avanços tecnológicos. O problema é que a Coreia do Norte é um estado criminoso que sobrevive de falsificação, manipulação de criptomoedas e evasão de sanções. Ter excesso de urânio altamente enriquecido para se livrar disso faz da Coreia do Norte uma enorme ameaça de proliferação. Eles farão qualquer coisa por dinheiro”, comenta Kelley. Uma instalação como Kangson, se estiver totalmente operacional, pode conter centenas ou até milhares de centrífugas, com potencial para produzir dezenas de quilos de urânio altamente enriquecido (HEU) por ano, suficiente para múltiplas ogivas nucleares. Estima-se que Yongbyon, outra instalação conhecida, tenha capacidade de produção de até 80 kg de HEU anualmente, o bastante para cerca de quatro ogivas nucleares. Pesquisador sênior no Programa de Política Nuclear do Carnegie Endowment for International Peace, Ankit Panda, afirma que há uma probabilidade considerável de a Coreia do Norte expandir suas capacidades nucleares por meio da construção de novas instalações de enriquecimento de urânio, mantidas em segredo e fora do alcance de inspeções internacionais. A avaliação ganha força diante da consolidação de Kangson como uma segunda unidade relevante no programa nuclear do regime. “Eles querem aumentar o tamanho de suas forças nucleares para dispor de um arsenal mais resistente e capaz. Isso exigirá um enorme material físsil utilizável em armas para construir algumas centenas de ogivas ao longo do tempo. Não temos uma ideia clara de como Kim Jong-un pensa sobre suficiência nuclear, mas é evidente que ele está longe disso hoje”, explica Ankit. Estratégia e sinalizações A movimentação de Kim Jong-un ocorre em um contexto de crescente retórica militar por parte de Pyongyang. O ditador vem reiterando que a expansão do arsenal nuclear é uma prioridade estratégica, necessária para garantir “autodefesa” e dissuasão diante das “ameaças nucleares” representadas pelos EUA e seus aliados na Ásia. Kim também sinalizou uma mudança de foco, passando do desenvolvimento de “armas estratégicas”, geralmente movidas a plutônio e de longo alcance, para um arsenal tático, mais ágil e de menor custo. Nesse contexto, armas baseadas em urânio enriquecido são ideais, pois dispensam testes nucleares adicionais para serem consideradas viáveis, já que utilizam um mecanismo de detonação por colisão (gun-type), tecnicamente mais simples do que o sistema de implosão remoto, necessário nas armas de plutônio. A mudança também reflete limitações práticas. O estoque de plutônio norte-coreano, segundo o SIPRI, seria suficiente para cerca de 20 ogivas, enquanto a produção de HEU pode ser mais facilmente escalada. Estimativas de inteligência indicam que o país já possui entre 40 e 50 ogivas nucleares, a maioria provavelmente baseada em urânio. O conselheiro sênior do CSIS (Center for Strategic and International Studies) e ex-diretor da CIA Sydney Seiler afirma que o avanço qualitativo e quantitativo dos programas nucleares e de mísseis da Coreia do Norte, somado à modernização das forças convencionais, resulta em uma força mais robusta e encorajada para desestabilizar ainda mais a região asiática. “Confiante de que é apoiado pela Rússia, Kim Jong-un pode encontrar liberdade para se envolver em provocações e uso da força para objetivos revisionistas, buscando alcançar o domínio estratégico na península. Isso pode acontecer isoladamente, e também pode explorar um potencial conflito China-Taiwan, acreditando que os EUA não seriam capazes de apoiar a Coreia do Sul se fossem distraídos por um conflito com a China”, explica Seiler. Para o especialista, a divulgação de imagens de Kim em um centro de enriquecimento de urânio transmite duas mensagens. Aos norte-coreanos, sinaliza que, apesar das dificuldades econômicas, o regime continuará

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Multas de trânsito aumentam 38% nas rodovias federais neste ano; veja o ranking

As multas de trânsito aumentaram 39% nas rodovias federais nos primeiros três meses deste ano. Segundo levantamento da PRF (Polícia Rodoviária Federal), foram registradas 2.578.333 infrações de janeiro a março, contra 1.859.028 no mesmo período do ano passado. O aumento foi maior ainda na líder de autuação, a de excesso de velocidade. Transitar em velocidade superior à máxima permitida em até 20% teve 1,4 milhão de registros, ante 908 mil em 2024, o que representa 63% de alta. A de exceder a velocidade em mais de 20% e até 50% passou de 156,4 mil, no ano passado, para 241,4 mil, em 2025. Nesta segunda-feira (5), a PRF lança a campanha “Desacelere. Seu bem maior é a vida”, que é o tema do Maio Amarelo 2025, com ações de educação para o trânsito, que serão intensificadas em todo o Brasil até o final do mês. Ranking das infrações – Arte/R7 As duas multas campeãs de aplicação vem aumentando a cada ano. A primeira atingiu 5,5 milhões em 2024 e a segunda, 926,6 mil. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, a relação entre o excesso de velocidade e a reação tardia ou ineficiente dos motoristas é um dos principais desafios para a segurança do trânsito. No ano passado inteiro, foram registrados 73.156 acidentes, com 6.160. Fiscalização Para o advogado Joel Mendes, especialista e professor de legislação de trânsito, o aumento do excesso de velocidade nas vias públicas tem diversos fatores como a diminuição da fiscalização, o uso de tecnologia para driblar os radares e a falta de educação no trânsito. “Possível diminuição de fiscalização presencial nas rodovias por meio de radares portáteis e a falta da presença ostensiva dos órgãos de fiscalização seriam fatores preponderantes”, afirma Mendes. Segundo ele, o avanço da tecnologia veicular aumenta a sensação de segurança dos usuários dos veículos automotores, o que esbarra na cultura educacional dos condutores. “Que abrem mão, muitas vezes, da segurança pessoal pela falta de conscientização dos riscos inerentes ao excesso de velocidade”, acrescenta. “Inclusive, neste ano, a frase tema do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito é justamente “Desacelere. Seu bem maior é a vida”. Os índices de sinistros de trânsito que ocorrem pelo excesso de velocidade se encontram em segundo lugar, atrás apenas da distração ao volante, o que nesse caso também é incluído o uso do celular.” (Joel Mendes) Atualmente são 2.636 trechos para fiscalização de velocidade por meio de medidores de velocidade do tipo portátil em todos os estados da federação, de acordo com o site da PRF. Para consultar os locais, clique aqui ou entre no site da Polícia Rodoviária Federal, clique em “Publicações e Notificações”, depois em “Fiscalização”. Multas por excesso de velocidade Velocidade superior à máxima em até 20%: infração média (4 pontos na CNH do condutor) + multa (R$ 130,16) Velocidade superior à máxima em mais de 20% até 50%: infração grave (5 pontos na CNH do condutor) + multa ( R$ 195,23) Velocidade superior à máxima em mais de 50%: infração gravíssima (7 pontos na CNH do condutor) + multa multiplicada por três (R$ 293,47 x 3= R$ 880,41) + suspensão do direito de dirigir Fonte: R7 Foto: Reprodução/PRF

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Entenda o novo projeto de lei da Anistia costurado por Motta, Alcolumbre e ministros do STF

Apesar de a oposição pressionar pela tramitação de um projeto de lei que anistia os condenados pelos atos extremistas do 8 de Janeiro, a cúpula do Congresso Nacional busca uma alternativa considerada mais “equilibrada”, que reduza as penas da maioria dos envolvidos, sem beneficiar líderes, organizadores e financiadores. Nesta semana, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), disse estudar “fortemente” um projeto de lei de autoria do senador Alessandro Vieira (MDB-SE). Protocolada em março deste ano, a proposta pode diminuir as penas de dois dos crimes aos quais os envolvidos foram condenados. O texto altera dois artigos do Código Penal, que tratam dos crimes de golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático de Direito — dois dos três crimes aos quais os envolvidos no 8 de Janeiro estão sendo condenados pelo STF. O projeto estabelece que, no crime de abolição, caso o envolvido tenha sido influenciado por multidão em tumulto e praticou “atos materiais”, sem participação no planejamento ou financiamento do ato, poderá ser condenado entre dois a seis anos de prisão, além da pena correspondente à violência. Atualmente, a pena é entre quatro e oito anos, mas o texto cria uma exceção nos casos citados. Já nos casos do crime de tentativa de golpe, caso o envolvido tenha cometido o crime nos mesmos termos citados acima, poderá ser condenado entre dois e oito anos de prisão. Atualmente, a pena é de quatro a 12 anos, mas o texto cria uma exceção nessas situações. Além disso, a proposta estabelece uma fusão nos dois crimes quando cometidos em conjunto, ou seja, o crime de abolição absolveria o crime de tentativa de golpe para evitar que haja a soma das penas. Levando em conta a pena mínima na exceção criada pelo texto, um individuo enquadrado nos dois crimes cumpriria 2 anos de detenção. Mas se a pessoa não se enquadrar na exceção, poderá ficar presa, no mínimo, por 4 anos. O projeto ainda estabelece que a sentença da condenação, nos dois crimes, deve descrever de forma individualizada a conduta do condenado, além de demonstrar o nexo causal entre sua ação ou omissão e o resultado ilícito, vedando-se a atribuição de responsabilidade multitudinária ou coletiva. Isso sob pena de nulidade. O texto, porém, pode ser alterado. Apesar disso, a oposição tenta ainda emplacar uma outra versão da proposta da anistia, criticando o fato de o STF ter apoiado a iniciativa de Alcolumbre. Na próxima semana, alguns líderes de oposição vão se reunir com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para discutir o assunto. O que prevê a atual versão do PL da anistia O relator do PL da Anistia, deputado federal Rodrigo Valadares (União Brasil-SE), defende que os atos de vandalismo de 8 de janeiro “foram inflamados principalmente pelo sentimento de injustiça aos quais muitos brasileiros sentiram após o resultado do segundo turno das eleições presidenciais de 2022″. O texto, que teve sete projetos como base, anistia “todos os que participaram de manifestações com motivação política e/ou eleitoral, ou as apoiaram, por quaisquer meios, inclusive contribuições, doações, apoio logístico ou prestação de serviços e publicações em mídias sociais e plataformas, entre o dia 08 de janeiro de 2023 e o dia de entrada em vigor desta lei”. Conforme o projeto, o perdão alcança os “crimes com motivação política e/ou eleitoral”. A anistia abrange “quaisquer medidas de restrições de direitos, inclusive impostas por liminares, medidas cautelares, sentenças transitadas ou não em julgado que limitem a liberdade de expressão e manifestação de caráter político e/ou eleitoral, nos meios de comunicação social, plataformas e mídias sociais”. O projeto ainda inclui no perdão todos que participaram de “eventos subsequentes ou eventos anteriores” ao 8 de janeiro, “desde que mantenham correlação com os eventos acima citados”. O relator também incluiu um trecho que anula as multas aplicadas pela Justiça Eleitoral ou comum às pessoas físicas e jurídicas em decorrência do 8 de Janeiro. Isso poderia alcançar o Partido Liberal, multado em mais de R$ 22 milhões por litigância de má-fé após a legenda pedir a anulação de votos do segundo turno da disputa presidencial em 2022. Como a sigla pagou o montante, o valor teria de ser estornado, caso a redação final do texto seja promulgada dessa forma. O projeto ainda inclui um artigo que, se aprovado, derrubaria a principal tese do STF (Supremo Tribunal Federal) para condenar os presos do 8 de Janeiro: o crime multitudinário — cometido por uma multidão em tumulto, de forma espontânea e organizada. O STF aplicou essa tese para condenar os envolvidos no episódio por atentado ao Estado Democrático de Direito.   Fonte: R7 Foto: Andressa Anholete/Agência Senado

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Lupi é o 9º ministro a deixar governo Lula; relembre outras mudanças

Carlos Lupi, que pediu demissão do Ministério da Previdência Social nesta sexta-feira (2), é o nono ministro a deixar o governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Lupi deixa a Esplanada dos Ministérios em meio ao escândalo no INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social). Outros dois ministros ocuparam novos cargos no Executivo, dando um total de 11 trocas. Lula convocou Lupi ao Palácio do Planalto nesta tarde, encontro que não estava previsto inicialmente na agenda do presidente. O atual secretário-executivo do ministério, Wolney Queiroz, vai substituí-lo. Segundo o Palácio do Planalto, as mudanças serão publicadas ainda nesta sexta, em edição extra do Diário Oficial da União. A Polícia Federal e a CGU (Controladoria-Geral da União) investigam um suposto esquema nacional de cobranças indevidas em benefícios de aposentados e pensionistas do INSS. As irregularidades, identificadas entre 2019 e 2024, somam R$ 6,3 bilhões. No início de abril, o então ministro das Comunicações, Juscelino Filho, decidiu deixar o cargo após ser denunciado pela PGR (Procuradoria-Geral da República) ao STF (Supremo Tribunal Federal), na investigação sobre desvio de recursos públicos destinados a obras da Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba), quando ele era deputado federal. O primeiro nome a deixar o governo foi Gonçalves Dias, em abril de 2023. Ele chefiava o GSI e pediu demissão depois de imagens do circuito de segurança do Palácio do Planalto mostrarem que ele estava no prédio quando a sede do Executivo foi palco de atos de vandalismo em 8 de janeiro daquele ano. Em julho do mesmo ano, a então ministra do Turismo, Daniela Carneiro, entregou o cargo, após disputas internas no partido do qual faz parte, o União Brasil. Ela, que é deputada federal, retornou à Câmara e é vice-líder do governo no Congresso. Dois meses depois, foi a vez de Lula demitir Ana Moser, que comandava o Ministério do Esporte. A decisão do presidente fez parte de um movimento para aumentar o espaço do centrão no governo federal. A pasta do Esporte foi entregue ao PP. Na mesma tacada, o petista deu o Ministério dos Portos e Aeroportos ao Republicanos e criou mais uma pasta federal na Esplanada, o Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, para acomodar Márcio França, que estava à frente dos Portos e Aeroportos. Em fevereiro de 2024, Flávio Dino deixou o Ministério da Justiça e Segurança Pública para assumir uma vaga no STF. Ele foi substituído por Ricardo Lewandowski. Em setembro do mesmo ano, Sílvio Almeida foi demitido por Lula depois de denúncias de assédio sexual. Paulo Pimenta, que comandava a Secom (Secretaria de Comunicação da presidência) saiu do governo em janeiro de 2025, após críticas de Lula à condução da comunicação do Executivo. Ele foi substituído pelo publicitário Sidônio Palmeira, responsável pela campanha eleitoral do presidente em 2022. Em fevereiro deste ano, o petista demitiu Nísia Trindade do Ministério da Saúde e indicou Alexandre Padilha para substituí-la. Ele era o titular das Relações Institucionais e, com a ida para a Saúde, a pasta responsável pela articulação política do governo com o Legislativo foi assumida por Gleisi Hoffmann.   Fonte: R7 Foto: Ton Molina/FotoArena/Estadão Conteúdo

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CPI do INSS aumenta lista da Câmara e oposição avança em ‘plano B’ para investigação

O pedido de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para apurar desvios de valores de aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) elevou para 13 o número de solicitações para um grupo de investigação dentro da Câmara dos Deputados. A lista, que se acumula desde a gestão do ex-presidente Arthur Lira (PP-AL), será avaliada por Hugo Motta (Republicanos-PB) antes de uma decisão ligada ao caso do INSS. O caminho foi indicado pelo atual presidente a líderes partidários, com o compromisso de análise ao pedido, mas sem indicar um prazo de resposta. A CPI foi protocolada na última quarta-feira (30), com 185 assinaturas — 14 a mais que o mínimo para o tipo de pedido —, mas uma eventual instalação depende do presidente da Casa. Como alternativa para insistir em um grupo de investigação, deputados e senadores trabalham por um “plano B”, e pretendem protocolar na próxima semana um pedido para uma CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito). O tipo de grupo pode ser instalado de forma automática se alcançar um terço de apoio entre deputados (171) e senadores (27). Conforme relataram oposicionistas, a prioridade é uma CPI, mas a chance de ter o pedido postergado tem levado à estratégia Outras CPIs na fila Com o pedido do INSS, sobe para 13 o número de CPIs que foram protocoladas após atingir o mínimo de assinaturas, mas não tiveram desfecho. A lista passa por pedidos de investigação apresentados de 2023 a 2025. Entre os temas estão o combate ao crime organizado, abuso de autoridade e apuração de passagens aéreas. Veja a lista completa dos pedidos pendentes: CPI das Criptomoedas (2023) – investigar indícios de operações fraudulentas sofisticadas na gestão de empresas; CPI fornecimento de energia (2023) – investigar a renovação do contrato de fornecimento de energia das empresas Âmbar Energia e a Karpowership no Brasil; CPI distribuição de energia (2023) – propõe investigar a violação de preceitos legais por Concessionárias de Distribuição de Energia Elétrica; CPI Passagens Aéreas (2023) – tem por finalidade investigar os casos de cancelamento unilateral, falta de repasse e outras irregularidades das empresas de vendas de passagens promocionais, hospedagens e serviços similares; CPI Crime Organizado (2023) – tem por finalidade investigar o crime organizado e sua relação com o crescimento do número de homicídios e atos de violência em todo o Brasil. CPI Abuso de Autoridade (2023) – pedido para investigar a violação de direitos e garantias fundamentais e abuso de autoridade de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e TSE (Tribunal Superior Eleitoral); CPI do Crack (2023) – para investigar o aumento de uso da substância no país; CPI do Abuso Sexual (2024) – pedido para investigar denúncias de exploração sexual infantil na Ilha do Marajó, estado do Pará; CPI Plano de Saúde (2024) – para investigar mudanças no atendimento de operadoras de saúde; CPI Crime Digital – para investigar ações criminosas contra crianças e adolescentes em redes sociais e plataformas digitais; CPI demarcação de terras (2024) – investigar demarcação, uso e administração de terras indígenas; CPI Violência Contra Mulher (2025) – investigar denúncias de estupro e possíveis causas para a associação desse crime com os tipos de violência contra mulher. Investigação por comissões O funcionamento de CPI ou CPMI têm a intenção de permitir que o Legislatio conduza uma investigação sobre determinado assunto. As etapas passam por depoimentos, audiências, convocações de autoridades, diligências e análise de informações. Ao se chegar a um relatório final, o documento é enviado a instâncias Jurídicas e ao Ministério Público.   Fonte: R7 Foto: Agência Brasil/Arquivo

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Câmara de Campinas vota na segunda (5) projeto que autoriza concessão de área pública à Sobrapar para ampliação de atendimentos gratuitos

A Câmara de Campinas votará definitivamente, na 25ª Reunião Ordinária de 2025, na próxima segunda-feira (5), entre outras propostas, o Projeto de Lei Complementar, de autoria do Executivo, que autoriza a concessão de uso de uma área pública à Sociedade Brasileira de Pesquisa e Assistência para Reabilitação Craniofacial (Sobrapar). A medida permitirá à entidade ampliar significativamente sua estrutura de atendimento gratuito à população. Segundo a justificativa do projeto, a nova área será utilizada para construir um prédio anexo à atual sede da entidade, abrigando setores que hoje operam com limitações de espaço. Também está prevista a criação de um espaço lúdico voltado à infância e uma área de lazer aberta à comunidade. Reconhecida nacionalmente pelo trabalho voltado à reabilitação de deformidades craniofaciais, especialmente em crianças, a Sobrapar é uma entidade filantrópica certificada como organização de assistência social (CEBAS), e oferece atendimento multidisciplinar nas áreas de Psicologia, Psicopedagogia, Fonoaudiologia, Odontologia, Ortodontia, Odontopediatria, Otorrinolaringologia e Serviço Social. O projeto prevê a desafetação — ou seja, a mudança de finalidade — da Área Institucional 02, localizada no Loteamento Residencial Reserva Dom Pedro, atualmente classificada como Equipamento Público Comunitário. Com a alteração, o espaço será transferido para a classe de bens dominicais e cedido à Sobrapar por meio de concessão gratuita e intransferível, pelo prazo de 30 anos, podendo ser prorrogado por igual período. O Executivo destaca que a proposta representa um avanço no fortalecimento da rede de atendimento especializado em saúde, com impacto direto na qualidade de vida de crianças e famílias que dependem dos serviços da instituição. A Reunião Ordinária será aberta às 18 horas no Plenário do Legislativo, com entrada pela Avenida Engenheiro Roberto Mange, 66, Ponte Preta. Quem não puder comparecer poderá assistir pela TV Câmara Campinas (sinal digital 11.3, canal 4 da NET Campinas ou 9 da Vivo Fibra), além da transmissão simultânea no canal da TV Câmara no YouTube.   Foto: Câmara Municipal de Campinas

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Pipeline volta a sediar a etapa final do Circuito Mundial de Surfe

A Liga Mundial de Surfe (WSL) anunciou nesta sexta-feira (2) algumas mudanças para a próxima temporada do Circuito Mundial (que marca o 50º ano do surfe profissional), entre elas o retorno de Pipeline, na ilha de O’ahu (Havaí), para o posto de última etapa da competição. Segundo a WSL, a temporada 2026, que contará com 12 etapas, será disputada entre os meses de abril e dezembro, com início na Austrália e final no Havaí. A etapa brasileira continua no calendário. Ela é a quinta parada e mais uma vez terá como sede a cidade de Saquarema, no Rio de Janeiro.   Starting 2026, the Championship Tour finale will conclude where it all began, Pipeline. With a new format, raised stakes, and the return of the Pipe Masters, this is the start of a new chapter. Click the link in bio to watch the announcement video. pic.twitter.com/LR4EDkWkVk — World Surf League (@wsl) May 2, 2025 Esse novo Circuito Mundial contará com nove eventos de temporada regular com a participação de 36 homens e 24 mulheres. Depois 24 homens e 16 mulheres seguirão para dois eventos finais de pós-temporada, para os quais os competidores levarão apenas seus melhores sete de nove resultados da temporada regular para a próxima fase. O ranking final da temporada e, por fim, os títulos mundiais, serão determinados pelos nove melhores resultados de um surfista entre 12. A reta final do Tour incluirá dois eventos de pós-temporada que serão seguidos por um Pipe Masters reimaginado, no qual os rankings e as performances em cada um deles moldará a disputa pelo título mundial. Os oito melhores homens e mulheres que entrarem em Pipeline ganharão a vantagem competitiva de uma classificação mais ampla no torneio, pois o Pipe Masters passa a conceder 15 mil pontos, 1,5 vez mais do que um evento padrão do CT, tornando-se a parada mais importante do Tour. “Pipeline sempre ocupou um lugar especial na história do surfe, e nossos fãs deixaram claro que querem ver os momentos mais cruciais do nosso esporte se desenrolarem lá. Estamos entusiasmados em retornar o evento final do ano, onde os Campeões Mundiais serão coroados, a este icônico campo de provas”, declarou o CEO da WSL, Ryan Crosby.   Fonte: Agência Brasil Foto: Tony Heff/World Surf League

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