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Tag: Ultimas

Motta discute com líderes medidas para barrar aumento do IOF

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), se reúne, nesta quinta-feira (29), com líderes partidários para discutir um projeto de decreto legislativo que susta o aumento nas alíquotas do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), anunciado pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A oposição e uma coalizão de oito frentes parlamentares cobram a derrubada do decreto do governo federal. A ideia é aprovar, ainda hoje, um pedido de urgência ao texto e, na segunda-feira (2), votar o mérito do projeto. O grupo diz ter os votos suficientes para aprovar a proposta, que precisa de, no mínimo, 257 votos. Na noite da quarta-feira (28), Motta e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), se reuniram com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para tratar sobre o decreto. Após o encontro, Haddad disse que explicou aos dois as consequências de uma possível revogação do decreto e que não discutiu a possibilidade do governo voltar atrás na medida. “Eu não vim discutir a revogação, porque o que está sendo discutido é a revogação pelo Congresso”, disse. Na semana passada, o governo anunciou o aumento do IOF para algumas modalidades de transação. Contudo, horas depois Haddad recuou em parte do decreto por “necessidade técnica”. Na sexta-feira (23), o governo publicou um decreto que mantém em zero a alíquota do IOF sobre aplicação de investimentos de fundos nacionais no exterior. O texto original da medida, contudo, previa um aumento de 3,5% para essa operação. O decreto também mantém em 1,1% a alíquota sobre remessas para o exterior destinadas a investimentos — esse valor também subiria para 3,5% antes do recuo do governo. O aumento na taxação do IOF foi apresentado entre as medidas de revisão do Orçamento de 2025. Com o recuo, o governo estuda outras formas de compensar o bloqueio, com o corte de outras despesas ou com o anúncio de novas medidas de arrecadação. Segundo Haddad, a gestão tem até o fim desta semana para decidir como vai realizar a compensação. Mudanças IOF – Luce Costa/Arte R7 Motta e Alcolumbre criticam aumento do IOF Na noite da quarta-feira, antes da reunião, Motta e Alcolumbre criticaram o decreto do governo federal. Motta chamou a ação de “infeliz” e disse que a Câmara trabalha para avançar em pautas positivas para o Brasil, como uma reforma administrativa. Além disso, que trabalha em uma construção com o Senado e com o governo. “Estamos muito preocupados com essa medida, com os impactos que ela trouxe, com a manifestação do setor produtivo, contrário a ela, e com o papel que a oposição cumpre nesta Casa, de apresentar um projeto de decreto legislativo”, explicou. Já Alcolumbre afirmou que a medida representou uma usurpação sobre as atribuições do Congresso Nacional. Além disso, ressaltou que o parlamento tem o direito de votar uma proposta para derrubar o decreto. “Que esse exemplo do IOF dado pelo governo federal seja a última daquelas decisões tomadas pelo governo tentando, de certo modo, usurpar as atribuições legislativas do Poder Legislativo. Como presidente do Senado e do Congresso Nacional, eu vou defender todas as atribuições estabelecidas na Constituição”, disse.   Fonte: R7 Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

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Ítalo Ferreira avalia etapas na Austrália e perda da liderança: ‘Me ensinou muito’

A passagem pela Austrália, pelas últimas etapas do circuito da World Surfe League (WSL) não trouxe bons resultados para Ítalo Ferreira. Eliminado no round 3 nas etapas de Gold Coast, Bells Beach e Margaret River, o brasileiro perdeu a liderança para o sul-africano Jordy Smith, campeão da sétima etapa. Em conversa com o Lance!, o campeão olímpico e mundial falou sobre os planos para retomar a ponta na reta final da temporada. – Foi um ano muito intenso desde o início da temporada até agora nos três últimos resultados que acabaram não sendo positivos na soma do ranking, mas me ensinou muita coisa, me preparou pra essa próxima reta final do circuito. Eu caí pra segunda posição, mas ainda tenho chance de assumir a ponta até o final da temporada, tenho algumas etapas ainda e grandes resultados pra conquistar, eu gostaria de vencer mais uma etapa antes do Finals – declarou. Foco em Trestles Campeão na segunda etapa do circuito, disputado na piscina de ondas de Abu Dhabi, Ítalo Ferreira soma 31.290 pontos, enquanto Jordy, campeão em El Salvador, chegou aos 36.130 pontos após o título em Margaret River. A quatro etapas do Finals, a próxima parada acontece a partir do dia 9 de junho, em Trestles, nos Estados Unidos. – Tá pegando fogo, todos os top 10 quase venceram etapas, do sete pra cima todos venceram etapa, isso deixa o circuito bem acirrado. Agora vai ter algumas etapas que aí sim quem vencer na próxima dá uma melhorada, dá uma distanciada. A etapa de Trestles é uma etapa muito importante e vai fazer uma diferença no final da temporada. Além do título em Abu Dhabi, Ítalo Ferreira foi vice-campeão na etapa de Peniche, em Portugal, e terceiro colocado na estreia, em Pipeline. Fator casa Após a etapa de Trestles, Ítalo tem outra boa chance para melhorar a pontuação no ranking antes do Finals. Entre os dias 21 e 29 de junho, a WSL chega a Saquarema, no Rio de Janeiro, onde o potiguar defenderá o título conquistado em 2024. O surfista destacou a oportunidade de competir diante do torcedor, agora mais tranquilo do que na etapa anterior. – Saquarema realmente foi um campeonato incrível, venci na última edição diante do meu pai, de todo o público incrível, é um sonho pra galera que tá no Brasil e compete pelo Brasil. Eu vou defender um título esse ano, tem até um pouco menos de pressão, porque a pressão era pra vencer o campeonato, hoje eu já não tenho essa pressão interna. Claro que ganhar sempre será a prioridade, mas vou um pouco mais leve e conforme os objetivos forem alcançados – finalizou.   Fonte: R7 Foto: Laurent Masurel/World Surf League

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Aliados dão como certa permanência de Eduardo Bolsonaro nos EUA

Aliados do deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) dão como certa sua permanência nos Estados Unidos e já falam em campanha eleitoral a distância em 2026, após o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), abrir um inquérito para investigá-lo. Eduardo deixou o país e anunciou licenciamento do cargo em março, alegando temor de que o ministro mandasse apreender seu passaporte. À época, ele não era investigado, o que levou sua decisão a ser questionada por aliados e, inclusive, por Jair Bolsonaro (PL). A avaliação era de que Eduardo passaria a impressão de que estaria fugindo. Agora, a ofensiva do Judiciário deu a ele argumento de perseguição, segundo aliados. De acordo com o regimento da Câmara, ele tem direito à licença por interesse particular por 122 dias, o que o obriga a a retornar ao cargo em 22 de julho. Essa licença não é renovável, e o deputado pode seguir com faltas injustificadas até um terço das sessões, antes de perder o mandato. Apesar disso, cabe ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) no caso, aplicar a regra. Chiquinho Brazão (sem partido-RJ), acusado de mandar matar a vereadora Marielle Franco, foi preso em março do ano passado e só teve o mandato cassado em abril deste ano —ultrapassando, portanto, o limite de faltas. Segundo interlocutores de Eduardo, ele costuma dizer que voltaria ao Brasil quando se sentisse seguro. Inicialmente, havia uma expectativa de que, quando saíssem as sanções contra autoridades brasileiras, haveria uma espécie de recuo do STF. Agora, a avaliação é contrária, de que o cerco contra o filho do ex-presidente vai se fechar, mesmo diante da iniciativa do governo de Donald Trump de restringir o acesso aos Estados Unidos de estrangeiros que o governo avaliar como responsáveis por censurar empresas ou cidadãos americanos e de residentes no país. Eduardo é investigado por supostamente cometer crimes ao atuar junto a autoridades estrangeiras nos Estados Unidos contra “integrantes do Supremo Tribunal Federal, da Procuradoria-Geral da República e da Polícia Federal”. O chefe da PGR, Paulo Gonet, menciona no pedido de abertura de inquérito a ofensiva de Eduardo para que o governo Donald Trump aplique sanções contra o próprio Moraes, relator da investigação contra o deputado licenciado. Algo que poderia encurtar a temporada de Eduardo nos Estados Unidos seria uma eventual decisão do STF de bloquear bens de Jair Bolsonaro, que disse financiar o filho e sua família no exterior. A Procuradoria disse que o ex-presidente é “diretamente beneficiado pela conduta” do filho e já declarou “ser o responsável financeiro pela manutenção” dele no exterior. Os crimes citados no pedido eram coação no curso do processo, embaraço à investigação e tentativa de abolição do Estado democrático de Direito. Eduardo Bolsonaro participou virtualmente de reunião com líder e vice-líderes da oposição na Câmara, na última terça-feira (27), para falar sobre a abertura do inquérito no STF. Eles também ligaram para Jair Bolsonaro (PL), segundo relatos. Durante a reunião virtual, o deputado licenciado disse aos colegas para que fiquem alertas porque o cerco estaria fechando contra o bolsonarismo. Eles também viram a iniciativa da PGR como um catalisador para mostrar que haveria perseguição aos políticos de direita, o que aceleraria as sanções dos Estados Unidos. De acordo com interlocutores, Eduardo tem sinalizado que pode continuar nos Estados Unidos mesmo no ano que vem, quando ocorrerão as eleições. Um deles chegou a dizer que é 95% de chance de ele permanecer. O filho de Bolsonaro só voltaria caso houvesse uma grande mudança no cenário, o que é hoje visto como praticamente impossível. Esses aliados falam na possibilidade de ele fazer uma campanha à distância para o Senado —citando o precedente do youtuber Luis Miranda, que se elegeu deputado pelo Distrito Federal em 2018, mesmo morando em Miami. Mas mesmo essa hipótese ainda não é dada como certa, e dizem que a decisão ainda será tomada com sua esposa, que tem demonstrado resistência em voltar. Diante desse cenário, surgiu em conversas no partido a possibilidade do vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PL) mudar o domicílio eleitoral para São Paulo para ser candidato ao Senado, no lugar do irmão. Eleger a maior bancada do Senado é a prioridade de Bolsonaro desde que ele começou a trabalhar no PL. O objetivo é ter a maioria dos senadores, de forma a aprovar projetos que restrinjam o poder do Supremo e até para eventuais pedidos de impeachment contra os ministros. Carlos é considerado pré-candidato a deputado federal no Rio de Janeiro, por onde se elegeu durante toda sua carreira. Ele entrou para a vida política quando foi eleito vereador aos 17 anos, por determinação do pai. Outro nome que aparece, diante deste cenário, é o do deputado Marco Feliciano (PL-SP), que já tentou se viabilizar para o Senado na última eleição, mas acabou sendo candidato à reeleição na Câmara.   Fonte e foto: R7  

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Máquina pública ficaria em situação delicada sem alta do IOF, afirma Haddad

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta quarta-feira ter explicado aos presidentes da Câmara e do Senado que o funcionamento da máquina pública ficaria em situação “delicada” sem o aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) definido pelo governo. Haddad se reuniu com Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) para discutir a alta do tributo, anunciada pelo governo na semana passada como forma de elevar a arrecadação e equilibrar as contas públicas, em conjunto com um congelamento de gastos públicos. “São R$ 30 bilhões de cortes de despesas, sendo R$ 10 bilhões de bloqueio e R$ 20 bilhões de contingenciamento, e R$ 20 bilhões de receitas adicionais para cumprir as metas fiscais”, afirmou o ministro. “Expliquei as consequências em caso de não aceitação da medida [do IOF], o que acarretaria em termos de contingenciamento adicional. Nós ficaremos num patamar bastante delicado do ponto de vista do funcionamento da máquina pública do Estado brasileiro.” Antes da reunião, Motta classificou o aumento do IOF como infeliz, enquanto Alcolumbre acusou o governo de usurpar poderes com a medida. Questionado sobre uma possível revogação da medida tributária por parte do governo respondeu: “Eu não vim discutir a revogação. O que está sendo discutido é a revogação pelo Congresso.” A oposição apresentou nos últimos dias uma série de PDLs (Projetos de Decreto Legislativo) que visam cancela os efeitos da medida do governo. O presidente da Câmara planeja levar o assunto ao colégio de líderes nesta quinta-feira (28), mas disse antes da reunião que a simples derrubada da medida não seria boa para o país. Haddad disse ter recebido os presidentes das casas do Congresso um pedido de apresentação de “medidas estruturantes, que mexessem com outros aspectos do Orçamento, como gasto primário, gasto tributário”, pensando no médio e no longo prazo. Implementado na semana passada, o aumento do IOF vem sendo alvo de críticas de setores empresariais e de parlamentares. Na Câmara, até mesmo partidos que integram a base aliada do governo indicaram que poderiam votar favorável ao PDL –foram protocolados mais de 20 projetos desse tipo que miram sustar o decreto do Executivo. A ideia do encontro entre as autoridades nesta quarta era discutir alternativas ao texto e, assim, evitar que os parlamentares aprovem um projeto que suste os efeitos da norma do Executivo. ENTENDA A DIFERENÇA ENTRE BLOQUEIO E CONTINGENCIAMENTO O novo arcabouço fiscal determina que o governo observe duas regras: um limite de gastos e uma meta de resultado primário (verificada a partir da diferença entre receitas e despesas, descontado o serviço da dívida pública). Ao longo do ano, conforme mudam as projeções para atividade econômica, inflação ou das próprias necessidades dos ministérios para honrar despesas obrigatórias, o governo pode precisar fazer ajustes para garantir o cumprimento das duas regras. Se o cenário é de aumento das despesas obrigatórias, é necessário fazer um bloqueio. Se as estimativas apontam uma perda de arrecadação, o instrumento adequado é o contingenciamento. COMO FUNCIONA O BLOQUEIO O governo segue um limite de despesas, distribuído entre gastos obrigatórios (benefícios previdenciários, salários do funcionalismo, pisos de saúde e educação) e discricionários (investimentos e custeio de atividades administrativas). Quando a projeção de uma despesa obrigatória sobe, o governo precisa fazer um bloqueio proporcional nas discricionárias para honrar todas as obrigações sem descumprir o limite global de gastos. COMO FUNCIONA O CONTINGENCIAMENTO O governo segue uma meta fiscal, que mostra se há compromisso de arrecadar mais do que gastar (superávit) ou previsão de que as despesas superem as receitas (déficit). Neste ano, o governo estipulou uma meta zero, que pressupõe equilíbrio entre receitas e despesas, com margem de tolerância de 0,25% do PIB para mais ou menos. Como a despesa não pode subir para além do limite, o principal risco ao cumprimento da meta vem das flutuações na arrecadação. Se as projeções indicam uma receita menos pujante, o governo pode repor o valor com outras medidas, desde que tecnicamente fundamentadas, ou efetuar um contingenciamento sobre as despesas. Pode haver situação de bloqueio e contingenciamento juntos? Sim. É possível que, numa situação de piora da arrecadação e alta nas despesas obrigatórias, o governo precise aplicar tanto o bloqueio quanto o contingenciamento. Nesse caso, o impacto sobre as despesas discricionárias é a soma dos dois valores.   Fonte: R7 Foto: Jose Cruz/Agência Brasil  

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Governo prepara site com dados e fotos de foragidos e promete até R$ 100 mil por informações

O governo federal deve lançar ainda este ano um site para divulgar os nomes e rostos dos criminosos mais perigosos do país, cuja prisão é considerada estratégica no enfrentamento às organizações criminosas. A página será controlada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, que promete recompensa em dinheiro a quem fornecer informações relevantes que levem à prisão dos procurados. A premiação vai variar de R$ 30 mil a R$ 100 mil. Ao R7, a pasta não deu uma estimativa de quando o site estará disponível, mas informou que a página está em fase final de construção. A criação desse endereço eletrônico está prevista desde 2023, quando a pasta publicou uma portaria que instituiu a Lista dos Procurados do Sistema Único de Segurança Pública, a ser atualizada periodicamente com informações detalhadas dos procurados, como nome completo, data de nascimento, CPF, foto, dados do mandado de prisão e o estado responsável pela inclusão. Segundo a portaria do Ministério da Justiça e Segurança Pública, o site vai fornecer informações sobre criminosos que preencham três critérios obrigatórios: Mandado de prisão vigente; Envolvimento em crimes graves, violentos ou hediondos; Alta pontuação em uma matriz de risco, que avalia o impacto social e o grau de periculosidade. A matriz de risco criada pela portaria atribui diferentes pesos aos fatores que aumentam a periculosidade e a relevância do criminoso. Entre os critérios avaliados, estão: Prática de crime hediondo ou equivalente; Atuação em organizações criminosas; Liderança dentro dessas organizações; e Quantidade de mandados de prisão, especialmente em mais de um estado. Por exemplo, um criminoso que tenha cometido um crime hediondo recebe peso 1 se tiver apenas um mandado vigente, mas esse peso sobe para 3 se houver de dois a quatro mandados, e chega ao máximo de 5 se acumular cinco ou mais mandados de prisão. O mesmo vale para a liderança em organizações criminosas. Se o indivíduo exerce alguma função de comando, mesmo que não seja o líder máximo, ele já recebe peso 3, enquanto quem ocupa a liderança direta atinge o peso máximo de 5 nesse critério. Outro fator que pesa na avaliação é a atuação interestadual. Um criminoso com mandados de prisão em três ou mais estados já atinge automaticamente peso 5. A lista será revisada semestralmente, mas poderá sofrer atualizações sempre que um procurado for preso, tiver o mandado revogado ou houver necessidade de inclusão de novos nomes. Recompensa financeira O valor da recompensa a quem der informações que possam levar ao paradeiro dos criminosos pode variar de R$ 30 mil a R$ 100 mil, dependendo da gravidade do crime, da eficácia da informação e do risco que o informante pode estar correndo. Além disso, se as informações resultarem na recuperação de produtos de crime, como dinheiro desviado, veículos, joias ou outros bens, o informante pode receber até 5% do valor recuperado. Segundo a portaria, o pagamento será realizado com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública, garantindo total legalidade e proteção para quem colaborar. Qualquer cidadão pode repassar informações sobre os procurados de forma anônima e segura pelos canais oficiais da Polícia Militar (telefone 190) e da Polícia Civil (telefone 197). As denúncias também podem ser encaminhadas via Ouvidoria do Ministério da Justiça e Segurança Pública, que direcionará às autoridades competentes.   Fonte: R7 Foto: Ana Araújo/Agência CNJ

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João Fonseca encara francês campeão de Grand Slam na 2ª rodada de Roland Garros

Após estrear com vitória expressiva sobre Hubert Hurkacz, o brasileiro João Fonseca terá pela frente um adversário experiente e com trajetória sólida no tênis mundial. Nesta quinta-feira (29), o carioca de 18 anos enfrenta o francês Pierre-Hugues Herbert pela segunda rodada de Roland Garros. Aos 34 anos, Herbert ocupa atualmente a 147ª posição no ranking da ATP. Embora tenha uma carreira discreta no simples, com apenas quatro finais de ATP 250 — todas com derrotas —, o francês é um dos nomes mais vitoriosos da última década nas duplas. Junto ao compatriota Nicolas Mahut, conquistou todos os quatro títulos de Grand Slam: o US Open (2015), Wimbledon (2016), Australian Open (2019) e Roland Garros (2018 e 2021). Ao todo, soma 24 títulos e chegou a ser o número 2 do mundo nas duplas em 2016. Herbert joga profissionalmente há 15 anos e tem como marca registrada o backhand com as duas mãos e o jogo agressivo próximo à rede. Fora das quadras, é fã do ex-jogador Zinedine Zidane e toca guitarra nas horas livres. Em 2021, ganhou destaque fora do circuito ao se recusar a disputar o Australian Open devido à exigência de vacinação contra a Covid-19, alegando que a decisão era “pessoal”. Na estreia deste ano em Roland Garros, o francês venceu uma verdadeira batalha contra o compatriota Benjamin Bonzi, atual número 60 do mundo, em cinco sets. Já Fonseca, que disputa seu primeiro Roland Garros como profissional, passou com autoridade por Hurkacz, ex-top 10 do mundo, por 3 sets a 0. O brasileiro ainda vive a melhor fase da carreira, somando um título de ATP, uma vitória em Grand Slam sobre o top 10 Andrey Rublev no Australian Open e vem subindo no ranking. Atualmente é o 57º do mundo.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/Instagram

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Inflação do aluguel cai, mas contratos que vencem em junho terão alta de 7%

O IGP-M (Índice Nacional de Preços – Mercado), indicador responsável pelo reajuste da maior parte dos contratos de aluguel no Brasil, caiu em maio, registrando uma variação de -0,49%, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (29) pelo Ibre (Instituto Brasileiro de Economia) da FGV (Fundação Getulio Vargas). O resultado mostra uma queda expressiva em relação a abril, quando cresceu 0,24%. Com a variação, o índice acumula alta de 0,74% no ano e 7,02% nos últimos 12 meses. Em maio de 2024, o IGP-M registrou uma alta de 0,89% no mês, acumulando uma redução de 0,34% em 12 meses. O resultado mostra que os contratos atrelados ao indicador com vencimento em junho de 2025 sofrerão reajustes. Na prática, os inquilinos que pagam mensalmente um aluguel de R$ 1.500 passarão a ter que desembolsar R$ 1.605,30 (+R$ 105,30) todos os meses para seguir morando no mesmo imóvel. Para evitar o reajuste significativo, a dica é renegociar o aumento diretamente com o proprietário do imóvel. Índice de reajuste do aluguel O inquilino deve estar atento ao indicador de reajuste que está no contrato de locação, porque, depois da pandemia da Covid-19, muitas negociações passaram a usar o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a inflação oficial do país, como indexador nos novos contratos. O cálculo do IGP-M leva em conta a variação de preços de bens e serviços, bem como de matérias-primas utilizadas na produção agrícola e industrial e na construção civil. Por isso, a variação é diferente daquela apresentada pela inflação oficial, que calcula os preços com base em uma cesta de bens determinada para famílias com renda de até 40 salários mínimos. Brasileiro precisa trabalhar 1 mês e meio para pagar aluguel Em março, o R7 mostrou que os brasileiros que recebem um salário mínimo precisam trabalhar em média 44 dias para pagar o aluguel. O levantamento foi feito com base nos dados do Índice FipeZAP, que monitora o preço cobrado na locação em 36 cidades. Segundo o estudo, um imóvel de 45m², semelhante ao do Minha Casa, Minha Vida, custava em média R$ 2.062,35 em 2024. Em contrapartida, o salário mínimo recebido pelo trabalhador era de R$ 1.412. Os dados levantados pela reportagem demonstraram uma redução no impacto do aluguel na renda do trabalhador desde 2015. Naquele ano, o valor médio de um imóvel de 45m² era R$ 1.498,95, o equivalente a 57 dias de trabalho. Segundo dados do Censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) de 2022, um em cada cinco brasileiros (20,9%) moram em residências alugadas.   Fonte: R7 Foto: Andre Borges/Agência Brasília

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Banco do Brasil amplia Pix Automático para todos os clientes

A partir desta quinta-feira (29), todos os clientes do Banco do Brasil (BB) poderão usar o Pix automático. A instituição financeira foi a primeira a completar a fase de testes no Banco Central (BC). O sucesso nos testes permitiu que o BB lance o Pix automático cerca de três semanas antes das demais instituições financeiras. Pelo cronograma oficial, a ferramenta será lançada por outros bancos em 16 de junho, com pessoas físicas como pagadoras e empresas como recebedoras. Nova função que facilita pagamentos recorrentes a empresas, o Pix Automático permite o agendamento de despesas periódicas, como contas de luz, mensalidades escolares, academias e serviços por assinatura. A ferramenta deve substituir o débito automático e o boleto bancário. O Banco do Brasil oferecerá diferenciais, como o agendamento de cobranças com até 90 dias de antecedência. Pelos critérios do BC, as cobranças podem ser agendadas com dois a dez dias de antecedência. O BB também permitirá que a empresa divida o recebimento dos Pix em até seis contas diferentes O débito automático requeria convênio da empresa com os bancos, o que na prática restringia a ferramenta a grandes empresas ou a empresas com tecnologia avançada. Já o Pix Automático continuará a requerer convênio das empresas com os bancos, mas os procedimentos serão mais simples e automatizados. Acesso Para poder cobrar Pix Automático, a empresa deve ativar um convênio com o BB para administrar o recebimento dos recursos pelo BB Digital PJ, a versão do site do banco destinada a pessoas jurídicas. O processo pode ser feito via Interface de Programação de Aplicações (API) ou por arquivos padronizados. No BB Digital PJ, a criação de uma cobrança pode ser feita em poucos passos, com o cliente pagador recebendo no celular uma notificação do tipo push com o pedido de autorização. Uma vez autorizada, a cobrança passa a ser automática, com valores fixos ou variáveis. A cobrança também poderá ser ativada por meio de Códigos QR, que podem ser usados para adesão direta ao Pix Automático.  O recurso permite tanto a adesão imediata para pagamento da primeira cobrança recorrente como o pagamento inicial, com convite posterior para adesão à cobrança periódica No caso do pagador, o cliente pode acompanhar, alterar ou cancelar as autorizações ativas diretamente pelo aplicativo do BB.  O banco também manterá comunicação constante com os usuários sobre o status das transações, incluindo avisos de liquidação e notificações sobre saldo insuficiente. Pix agendado O Pix Automático não se confunde com o Pix Agendado, lançado em 2024 e que também permite pagamentos recorrentes a empresas. Obrigatório desde outubro de 2024 a todos os bancos, o Pix Agendado Recorrente dispensa a abertura de convênio por parte da empresa. Nessa modalidade, o cliente digita a chave Pix do cobrador, mas a digitação do valor, do número de pagamentos e da periodicidade do débito cabe ao pagador. Apesar de mais usado por micro e pequenas empresas, o Pix Agendado Recorrente era suscetível a erros de digitação por parte do pagador, com divergências em relação ao tipo de cobrança da empresa. No caso do Pix Automático, os valores e as datas de pagamento são definidas pelo cobrador, com o pagante apenas autorizando o débito.   Fonte: Agência Brasil Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/Arquivo

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Novo caso de gripe aviária é confirmado no RS

Um novo caso de gripe aviária foi confirmado em um joão-de-barro em Montenegro, Rio Grande do Sul, na tarde desta quarta-feira (28). A Secretaria de Agricultura esclarece que não há novos focos em granjas comerciais. O estado afirmou que segue vigilante, realizando coletas e monitoramento. No zoológico de Sapucaia do Sul, 150 mortes de aves foram confirmadas, mantendo o local fechado. Ainda não existe uma data para reabertura.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/Record

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Polícia prende cantor MC Poze do Rodo no Rio de Janeiro

Policiais civis prenderam o cantor MC Poze do Rodo, nesta quinta-feira (29), no Rio de Janeiro.  O artista foi preso em uma operação da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), no bairro do Recreio dos Bandeirantes, na zona oeste da cidade. Segundo a Polícia Civil, Poze do Rodo supostamente teria ligações com uma facção criminosa.  As investigações, segundo a polícia, constataram que o cantor fazia shows exclusivamente em áreas controladas pelo Comando Vermelho. Os shows, de acordo com a polícia, contavam com a presença ostensiva de criminosos armados, para garantir a “segurança” do artista e do evento. A polícia investiga ainda o crime de apologia ao crime, já que suas músicas fazem, na visão da Polícia Civil, apologia ao tráfico de drogas e ao uso ilegal de armas de fogos, além de incitar confrontos armados entre facções rivais.   Fonte: Agência Brasil Foto: MC Poze do Rodo/Instagram

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