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Tag: Ultimas

Semil lança canal de atendimento via WhatsApp para facilitar comunicação com a população

Novo canal amplia acesso a informações e exames de infecções sexualmente transmissíveis O Serviço Especializado em Moléstias Infectocontagiosas de Limeira (Semil) lançou um novo canal de atendimento à população: um número de WhatsApp para esclarecer dúvidas e oferecer orientações sobre os serviços da unidade. O objetivo é tornar o contato mais ágil e acessível, ampliando as formas de comunicação com os usuários. Pelo WhatsApp (19) 3442-4796, os moradores podem obter informações sobre agendamento de exames e outros atendimentos realizados pelo Semil. O serviço funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 16h. Referência em HIV/Aids no município, o Semil atua no diagnóstico, tratamento e prevenção de infecções sexualmente transmissíveis. A unidade está localizada na Rua Sergipe, 906, Vila Cristovam. A unidade é vinculada à Prefeitura de Limeira. Foto: Prefeitura de Limeira

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Trabalhador pode economizar até R$ 225 por ano com novas regras do vale-refeição e alimentação

Governo estima que alterações gerem economia de R$ 8 bi por ano O governo federal estima que as novas regras para o vale-refeição e vale-alimentação poderão gerar uma economia total de até R$ 8 bilhões por ano — o que representa um ganho médio de aproximadamente R$ 225 por trabalhador. O cálculo foi apresentado pela Secretaria de Reformas Econômicas do Ministério da Fazenda, com base no decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva que atualiza o funcionamento dos arranjos de pagamento de benefícios de alimentação dentro do PAT (Programa de Alimentação do Trabalhador) e do auxílio-alimentação. Segundo o governo, as mudanças tornam o sistema mais eficiente, competitivo e transparente, ao mesmo tempo em que coíbem práticas abusivas das operadoras e garantem que o valor do benefício chegue integralmente ao trabalhador. As alterações devem beneficiar ao menos 22 milhões de trabalhadores e 320 mil empresas cadastradas no PAT. O que muda com o novo decreto O documento estabelece um teto de 3,6% para as tarifas cobradas dos estabelecimentos comerciais nas transações de vale-refeição e vale-alimentação, e limita em 15 dias o prazo máximo de repasse dos valores pelas empresas credenciadoras. De acordo com o governo, essas medidas devem reduzir os custos de intermediação, abrindo espaço para que restaurantes e supermercados ofereçam preços mais baixos sem comprometer suas margens. O texto proíbe ainda práticas de deságio, descontos ou bonificações às empresas contratantes — ações que antes distorciam o mercado e desviavam parte do valor que deveria ser destinado à alimentação dos trabalhadores. Outro ponto central é a abertura dos arranjos de pagamento para empresas que atendem mais de 500 mil trabalhadores. Na prática, isso significa que os sistemas que antes eram “fechados” — com uma única bandeira controlando todas as etapas do processo — deverão permitir a entrada de novas operadoras, o que deve estimular a concorrência e ampliar a rede de aceitação dos cartões. Também existem mudanças quanto à interoperabilidade entre bandeiras. Em até 360 dias, qualquer cartão de vale-refeição ou alimentação deverá funcionar em toda maquininha, independentemente da operadora. Isso significa que o trabalhador poderá usar seu cartão em mais locais, e os estabelecimentos não precisarão ter contratos com várias empresas diferentes. Para os trabalhadores, o valor do benefício não muda e continua exclusivo para alimentação — o uso para outros fins, como academias, farmácias ou cursos, segue proibido. O governo afirma que as empresas que concedem o vale não terão aumento de custos nem precisarão alterar os contratos, mas deverão seguir os novos prazos de adequação. Impacto direto no bolso e no mercado Com maior competição entre as operadoras, o governo aposta em um cenário de serviços mais baratos e inovadores, beneficiando tanto trabalhadores quanto empresas e estabelecimentos comerciais. A estimativa de economia de R$ 8 bilhões por ano considera quatro medidas principais: Teto do MDR (3,6%): economia de R$ 2,9 bilhões por ano; Redução do prazo de repasse (15 dias): R$ 0,7 bilhão por ano; Abertura dos arranjos de pagamento: R$ 1,6 bilhão por ano; Aplicação das regras ao auxílio-alimentação: R$ 2,7 bilhões por ano. Somadas, essas mudanças devem resultar em um sistema de pagamentos mais justo e transparente, com foco no bem-estar e na segurança alimentar dos trabalhadores, segundo o governo. Foco social e fiscalização De acordo com o governo, a modernização do PAT mantém o foco nutricional da política pública e reforça o controle sobre o uso do benefício, garantindo que os recursos sejam aplicados exclusivamente na compra de alimentos. As novas regras serão fiscalizadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego, que continuará responsável pelo credenciamento das empresas e pelo monitoramento do cumprimento das normas. “O decreto é mais um passo para consolidar um sistema de pagamentos eficiente, competitivo e transparente, proporcionando instrumentos seguros, adequados e a custos acessíveis para as necessidades de consumo e bem-estar dos cidadãos”, afirmou a Secretaria de Reformas Econômicas.   Fonte: R7 Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Motta adia votação de PL Antifacção para terça-feira (18)

Em meio a um cenário de divergências, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), decidiu adiar para a próxima terça-feira (18), como pauta única, a discussão e votação do substitutivo ao projeto de Lei Antifacção (PL 5582/2025). Ele atendeu a uma solicitação do deputado Guilherme Derrite (PP-SP), relator do texto que recebeu, na Câmara, o nome de Marco Legal de Combate ao Crime Organizado. Segundo ele, o adiamento teria como finalidade realizar “ajustes finais” e “correções redacionais”. Derrite garantiu que o projeto de autoria do governo federal traz “boas iniciativas” que “estão sendo aproveitadas” no substitutivo. Ele disse que aderiu a outras sugestões que tem recebido de parlamentares. “O último parecer já está no sistema com vários ajustes que foram realizados”, explicou. O deputado argumentou que o texto substitutivo “nunca foi uma linha de chegada, e sim um ponto de partida (…) Agradeço aqui todas as bancadas e todas as demandas apresentadas de todos os partidos políticos e vários aspectos ideológicos”. Trabalho técnico Hugo Motta afirmou que Derrite tem feito um “trabalho eminentemente técnico”. “Ninguém tem interesse de conduzir a pauta da segurança pública, de maneira açodada. Nós não queremos correr com essa pauta”, afirmou o presidente da Câmara. Motta ponderou que Derrite manteve os “muitos pontos positivos que vieram do governo”, e que está agregando uma série de outras mudanças para o “novo marco legal de enfrentamento ao crime organizado”. Críticas do governo A decisão de Motta pelo adiamento ocorre depois de crítica do governo federal ao terceiro parecer de Guilherme Derrite. O Ministério da Justiça publicou nota afirmando que o último relatório apresentado teria o potencial de instaurar “um verdadeiro caos jurídico”. O governo ainda apontou que o “tumulto normativo” poderia beneficiar criminosos investigados em procedimentos já instaurados. Segundo a nota do governo, no parecer protocolado na Câmara, na terça-feira (11), há “pontos que representam retrocessos jurídicos e institucionais inaceitáveis”. O governo avalia que há uma insistência em “debilitar financeiramente a Polícia Federal” e as demais forças de segurança da União. Na nota, o Ministério da Justiça pondera que acompanha “com preocupação” a sequência de relatórios apresentados à Câmara dos Deputados pelo relator, que é secretário licenciado de segurança pública do governo de São Paulo. O governo pediu que a decisão não fosse “açodada”, mesma palavra que Hugo Motta usaria depois para justificar o adiamento. Por outro lado, mais cedo, quatro governadores de oposição ao Executivo federal pediram mais um mês para discussões do projeto.   Fonte: Agência Brasil Foto: Lula Marques/Agência Brasil

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Conta de luz cai em outubro em grande parte do país; veja onde ficou mais barata

Maiores reduções ocorreram em Curitiba, Fortaleza e Rio de Janeiro; Goiânia teve a maior alta entre as capitais acompanhadas pelo IBGE A energia elétrica residencial recuou 2,39% em outubro, ajudando a aliviar o orçamento das famílias em um mês de inflação pressionada por outros itens de serviços e alimentação. O movimento foi acompanhado na maior parte do país. Segundo dados oficiais do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 15 das 16 capitais pesquisadas registraram queda no preço da energia no período. As maiores reduções ocorreram em Fortaleza (-4,82%), Curitiba (-4,17%) e no Rio de Janeiro (-3,72%). Também registraram recuo capitais como São Paulo (-3,17%), Belo Horizonte (-2,71%), Recife (-2,64%) e Salvador (-1,54%). Veja a variação da energia elétrica residencial em outubro: Fortaleza: -4,82% Curitiba: -4,17% Rio Branco: -3,73% Rio de Janeiro: -3,72% Aracaju: -3,63% São Paulo: -3,17% Recife: -2,64% Belo Horizonte: -2,71% Vitória: -2,10% Porto Alegre: -1,88% Salvador: -1,54% São Luís: -1,02% Campo Grande: -0,83% Brasília: -0,69% Belém: -0,62% Goiânia: +6,08% Apesar do movimento de baixa predominante, duas cidades apresentaram alta em outubro. Goiânia foi a única a registrar variação positiva, com alta de 6,08%. No acumulado de 2025, os reajustes seguem pesando em várias localidades. Capitais como São Luís (23,87%), Vitória (23,6%), São Paulo (21,6%) e Porto Alegre (16,1%) registram as maiores altas no ano. Nos últimos 12 meses, o destaque também é São Luís, onde a energia subiu 14,17%. A energia elétrica tem papel relevante na formação do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), especialmente para famílias de renda mais baixa. O comportamento do item segue influenciado pela dinâmica das distribuidoras, bandeiras tarifárias e condições hidrológicas. Em outubro, o país manteve bandeira verde, sem cobrança adicional.   Fonte: R7 Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

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Ex-presidente do INSS Alessandro Stefanutto é preso em operação sobre descontos indevidos

Além de Stefanutto, a PF e a CGU cumpriram 63 mandados de busca e outros 9 de prisão preventiva O ex-presidente do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) Alessandro Stefanutto foi preso nesta quinta-feira (13) durante a nova fase da Operação Sem Desconto, que investiga um esquema nacional de cobranças indevidas em aposentadorias e pensões do instituto. Nesta quinta-feira (13), a Polícia Federal e a CGU (Controladoria-Geral da União) realizaram uma operação para localizar e prender suspeitos de envolvimento no esquema ilegal. A ação teria sido autorizada pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça. Além de Stefanutto, o ex-ministro da Previdência Ahmed Mohamad Oliveira foi alvo de mandados de busca e apreensão e terá que usar tornolezeira eletrônica. No total, foram cumpridos 63 mandados de busca e apreensão, 10 mandados de prisão preventiva e outras medidas cautelares diversas de prisão. Dos estados envolvidos está o Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe, Tocantins e no Distrito Federal. No caso, estão sendo investigados crimes de inserção de dados falsos em sistemas oficiais, constituição de organização criminosa, estelionato previdenciário, corrupção ativa e passiva, além de atos de ocultação e dilapidação patrimonial. Desconto irregular Segundo as investigações, Stefanutto autorizou, em 2023, a liberação de descontos indevidos nas folhas de pagamento de 34.487 aposentados e pensionistas. A medida teria beneficiado diretamente a Contag (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura). Segundo as investigações, a decisão do ex-presidente do INSS contrariou parecer jurídico inicial da Procuradoria do órgão, que recomendava a não liberação dos descontos. A Contag está na lista de entidades suspeitas de envolvimento em um megaesquema de descontos não autorizados em aposentadorias e pensões pagas pelo INSS. Para a PF, o desconto em lote ignorou a exigência de autorização expressa dos aposentados e, nesse sentido, “não se orientou por evidências que pudessem demonstrar a real intenção do segurado quanto ao desbloqueio do benefício para desconto”. Entenda o caso Em abril deste ano, um esquema bilionário de fraudes no INSS foi revelado pela Polícia Federal e pela CGU (Controladoria-Geral da União). De acordo com investigação, de 2019 a 2024, aposentados e pensionistas do INSS foram vítimas de associações e sindicatos, que os incluíram como associados sem consentimento e descontaram valores de seus benefícios. O prejuízo foi estimado em R$ 6,3 bilhões. O ex-presidente estava no cargo quando a Polícia Federal e a CGU (Controladoria-Geral da União) deflagraram a operação “Sem Desconto”, em 23 de abril de 2025. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva demitiu Stefanutto no mesmo dia.   Fonte: R7 Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

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Motoristas de Limeira apresentam demandas para atualização da lei que regulamenta o transporte por aplicativo

Frente Parlamentar da Câmara de Limeira informou que estuda melhorias na legislação e a possibilidade de implantação de plataforma municipal Representantes de motoristas por aplicativo apresentaram demandas para a atualização da Lei Complementar Nº 830/2019, que regulamenta o transporte por aplicativo em Limeira, aos vereadores que compõem a Frente Parlamentar que discute a criação de uma plataforma digital municipal para o transporte individual privado remunerado de passageiros, durante a reunião desta terça-feira, 11 de novembro. Segundo os representantes, o pagamento de taxas para o cadastramento deve ser cancelado, assim como outras obrigatoriedades precisam ser adequadas às leis Estadual e Federal, uma vez que consideram a legislação municipal ultrapassada. Os motoristas também defendem que é fundamental que o cadastramento seja simples, sem custo, para que a Prefeitura saiba com exatidão a quantidade de motoristas por aplicativo trabalhando na cidade, e que é preciso um estudo amplo para identificar as necessidades destes trabalhadores e garantir condições de trabalho. O presidente da Frente Parlamentar, Waguinho da Santa Luzia (PP), disse que, na opinião dele, a lei municipal deveria ser revogada, devido à desatualização em relação às demais legislações e também à dificuldade da própria Prefeitura administrar e fiscalizar as determinações estabelecidas na norma. Diante disso, o colegiado deliberou solicitar à Consultoria Técnica Especializada e à Jurídica que elaborem uma minuta de projeto de lei para a regulamentação da atividade, baseada nas legislações federais e estaduais e nas propostas apresentadas pelos representantes dos motoristas. Desta forma, a Frente Parlamentar poderá dar início a uma discussão mais ampla com os motoristas e até mesmo agendar uma audiência pública para discutir o tema. O colegiado vai solicitar também, por meio de ofício, informações sobre a quantidade de motoristas por aplicativo de Limeira cadastrados nas plataformas Uber e 99 às próprias empresas. Participaram da reunião além dos membros da Frente Parlamentar, os representantes da Associação Limeirense de Motoristas por Aplicativo (Almapp); a presidente Alessandra Rosa, a vice-presidente Valdineia Souza e o primeiro-secretário Wagner Rodrigues. Frente Parlamentar A Frente Parlamentar para discussão e criação de uma plataforma digital municipal para o transporte individual privado remunerado de passageiros (motoristas de aplicativo) foi constituída pelo Ato da Mesa Nº 8/2025, e criada pela Resolução Nº 903/2025, de autoria do vereador Waguinho. Conforme o texto legislativo, são objetivos de trabalho da Frente: promover estudos e debates, apresentar alternativas, sugestões à Prefeitura e setor privado, elaborar proposituras para contribuir com a criação dessa plataforma, além de revisar a Lei Complementar Nº 830/2019, em vigor, que regulamenta o transporte por aplicativo. O colegiado é composto pelos  vereadores Waguinho da Santa Luzia, presidente; Estevão Nogueira (Avante), relator, Carlinhos do Grotta (PL), Lu Bogo (PL) e Márcio do Estacionamento (DC). Conforme o Regimento Interno, o prazo para encerramento dos trabalhos dos membros é de até seis meses, prorrogável por igual período.   Foto: Câmara de Limeira

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Carro derruba poste e complica trânsito no Jardim Flamboyant, em Campinas

Acidente deixou parte da via interditada Um motorista perdeu o controle do carro e derrubou um poste na tarde desta quarta-feira (12), na região do Jardim Flamboyant, em Campinas (SP). O acidente aconteceu por volta das 13h, na Rua Dr. João Quirino do Nascimento, e causou a interdição parcial de uma das faixas da via. Com o impacto, a parte dianteira do veículo ficou completamente destruída. Os airbags foram acionados. O poste também ficou bastante danificado, com fios aparentes após a colisão. De acordo com a Emdec (Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas), não houve vítimas. A faixa esquerda da via chegou a ser bloqueada, e o policiamento acompanhou a ocorrência.   Ver essa foto no Instagram   Uma publicação compartilhada por Portal Veloz (@portalvelozoficial)

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Teto cede no Shopping Piracicaba após falha em tubulação de água

Parte do forro cedeu na tarde de quarta-feira (12); ninguém ficou ferido e o shopping informou que o incidente foi causado por problema na tubulação de água Na tarde desta quarta-feira (12), parte do teto de uma das áreas internas do Shopping Piracicaba desabou, causando susto entre os frequentadores. Segundo informações apuradas, ninguém ficou ferido durante o incidente. A área atingida foi imediatamente isolada pela administração do centro de compras para permitir a avaliação da estrutura e evitar novos riscos. Imagens registradas por clientes mostram parte do forro e da tubulação exposta, além de destroços espalhados pelo chão. Equipes de manutenção e segurança foram acionadas para conter a situação. Veja:   Ver essa foto no Instagram   Uma publicação compartilhada por Portal Veloz (@portalvelozoficial) A causa do desabamento foi identificada como um problema na tubulação de água localizada acima do forro de gesso. Em nota, o Shopping Piracicaba informou: “Uma pequena área do shopping foi isolada após um incidente pontual na tubulação de água que fica acima do forro de gesso. As equipes já atuam no local e o shopping segue funcionando normalmente”.

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Ônibus do transporte coletivo de Piracicaba operam com horários de domingo no feriado do dia 15; confira

A Loja Pira Mobilidade estará fechada no feriado A Secretaria de Segurança Pública, Trânsito e Transportes informou que no sábado (15), feriado da Proclamação da República, as linhas do transporte coletivo urbano de Piracicaba irão operar com horários de domingo e feriados. Contudo, algumas linhas terão horários diferenciados, operando conforme a grade de sábado. São elas: Linha 210 – Unileste Linha 416 – Uninoroeste/TVS Linha 505 – Uninorte Os usuários podem consultar todos os horários e itinerários atualizados no site piramobilidade.com.br. A Loja Pira Mobilidade não funcionará no feriado.   Foto: Prefeitura de Piracicaba

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Mario Botion nega irregularidades em licitação de kits de robótica e deixa cargo no governo estadual após operação da PF

Após operação da Polícia Federal em Limeira, ex-prefeito afirmou que o processo de compra de materiais educacionais seguiu todos os trâmites legais; Prefeitura diz que contrato com a empresa investigada não foi renovado Nesta quarta-feira (12), o ex-prefeito de Limeira, Mário Botion, afirmou, por meio de nota oficial, que o processo de licitação para a aquisição de soluções tecnológicas educacionais, incluindo kits de robótica, materiais pedagógicos e capacitação de professores, foi conduzido de forma “regular e transparente” durante sua gestão. A manifestação ocorreu após a operação da Polícia Federal que cumpriu mandados de busca e apreensão na residência do ex-chefe do Executivo, localizada em um condomínio de alto padrão, e na construtora MC Botion. A ação foi realizada em Limeira e em outras cidades do Estado, como Piracicaba, Campinas e Hortolândia. Segundo a assessoria do ex-prefeito, a licitação “observou todos os princípios legais que regem a administração pública” e nenhum órgão de controle, como o Ministério Público ou o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP), apontou irregularidades. A nota também ressalta que a operação da Polícia Federal teve apenas o objetivo de coletar documentos e que “não foi constatado qualquer ato ilícito”. Ainda nesta quarta-feira, a Secretaria de Governo e Relações Institucionais do Estado de São Paulo confirmou que Botion pediu desligamento do cargo de chefe da Divisão Regional de Campinas da Subsecretaria de Convênios com Municípios e Entidades Não Governamentais, função que exercia desde agosto. Em nota, a pasta afirmou confiar na atuação da Justiça, da Polícia e do Ministério Público, “bem como no exercício da ampla defesa”. A Prefeitura de Limeira, por sua vez, informou que não renovou o contrato com a empresa Life Educacional, responsável pelo fornecimento dos kits, e que nenhum pagamento foi feito à companhia em 2025. A administração municipal esclareceu ainda que a Prefeitura não foi alvo de mandado de busca e apreensão durante a operação e que eventuais informações sobre a investigação devem ser obtidas junto à Polícia Federal, responsável pelo caso. Atualmente, uma CPI instalada na Câmara de Limeira também investiga o contrato, suspeito de superfaturamento. A vereadora Mariana Calsa (MDB) foi eleita presidente; Estevão Nogueira (Avante) será o relator; e Felipe Penedo (PL), o secretário. Os vereadores Anderson Pereira (PSD) e João Bano (Solidariedade) permanecem como membros. A primeira reunião da CPI foi marcada para a próxima sexta-feira (14), às 14h, no Plenário Vereador Vitório Bortolan, com transmissão e gravação pelos canais oficiais do Legislativo.   Foto: Reprodução/PSD

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