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Tag: Ultimas

Estátua da Liberdade da Havan cai em Guaíba após rajadas de vento fortes

Estrutura de 24 metros de altura cedeu, mas não houve feridos. Havan informou que a área foi isolada e que uma vistoria técnica será realizada para investigar as causas do incidente  Na tarde desta segunda-feira (15), a estátua da Liberdade instalada em frente à loja da Havan, em Guaíba, na Região Metropolitana de Porto Alegre, caiu após ser atingida por fortes rajadas de vento. A estrutura, que tem 35 metros de altura no total, foi inaugurada em 2020 e faz parte das características marcantes da fachada das lojas da rede.  De acordo com a Havan, não houve vítimas nem danos a terceiros durante o incidente. A área foi prontamente isolada por segurança, e a empresa informou que a equipe de obras começará a retirada da estátua nas próximas horas. A queda afetou apenas a escultura de 24 metros de altura, enquanto a base da estrutura permaneceu intacta.  Em nota, a Havan afirmou que todas as estátuas da rede possuem Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) e que a instalação segue os critérios de segurança exigidos. A empresa também anunciou que uma vistoria técnica será realizada para apurar as causas do incidente e adotar as medidas necessárias para evitar novos problemas.  O incidente ocorre em meio a uma série de ventos fortes que atingiram a região, o que pode ter contribuído para o desabamento da estrutura. O caso segue sendo monitorado pelas autoridades locais. (Renan Isaltino) Foto: divulgação redes sociais

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Nível do Rio Capivari sobe, mas ações preventivas evitam danos em Capivari

Defesa Civil realiza retirada preventiva de famílias e município reforça desassoreamento para minimizar impactos de chuvas Na manhã desta segunda-feira (15), o nível do Rio Capivari apresentou elevação, chegando a 1,59 m às 6h30. Segundo a Prefeitura de Capivari, a oscilação ocorre devido à chegada das águas provenientes das cidades de Campinas e Monte Mor. Apesar do aumento, não há registros de alagamentos ou residências atingidas no município. De forma preventiva, equipes da Defesa Civil e do Desenvolvimento Social retiraram antecipadamente nove famílias, totalizando 27 pessoas, de áreas consideradas de risco. As famílias estão acolhidas no abrigo da EICAP Aldo Silveira, no bairro Moreto, que oferece segurança, alimentação e assistência completa. A Prefeitura reforça que o caráter da ação é preventivo, priorizando o bem-estar e a segurança da população. Além disso, Capivari tem investido em serviços de desassoreamento do Rio Capivari, de seus afluentes e córregos, ação essencial para melhorar a vazão das águas e reduzir os impactos das chuvas intensas. A administração municipal destaca que essas medidas contribuíram para que a situação atual fosse menos crítica do que poderia ser sem essas intervenções. Em caso de emergência, a população pode acionar a Defesa Civil pelo telefone 153 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193, com atendimento 24 horas.   Foto: Prefeitura de Capivari

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Mercado reduz previsão da inflação para 4,36% este ano

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 4,4% para 4,36% este ano. A estimativa foi publicada no boletim Focus desta segunda-feira (15), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. Para 2026, a projeção da inflação variou de 4,16% para 4,1%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 3,8% e 3,5%, respectivamente. Pela quinta semana seguida, a previsão foi reduzida, alcançando o intervalo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%. A alta no preço das passagens aéreas fez a inflação de novembro chegar a 0,18%. Em outubro, o IPCA havia sido de 0,09%. Com o resultado, a inflação acumulada em 12 meses é 4,46%, dentro da meta do CMN. Juros básicos Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros – a Selic – definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. O recuo da inflação e a desaceleração da economia levaram à manutenção da Selic pela quarta vez seguida. O colegiado não deu pistas de quando deve começar a cortar os juros. Em comunicado, o BC informou que o cenário atual está marcado por grande incerteza, que exige cautela na política monetária, e que a estratégia do BC é manter a Selic neste patamar por bastante tempo. A taxa está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. Após chegar a 10,5% ao ano em maio do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro de 2024. A Selic chegou a 15% ao ano na reunião de junho, sendo mantida nesse nível desde então. A estimativa dos analistas de mercado é que a taxa básica caia para 12,13% ao ano até o final de 2026. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 9,5% ao ano, respectivamente. Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica. PIB e câmbio Nesta edição do boletim Focus, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 2,25%. Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,8%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 1,83% e 2%, respectivamente. Puxada pelas expansões dos serviços e da indústria, no segundo trimestre deste ano a economia brasileira cresceu 0,4%. Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021, quando o PIB alcançou 4,8%. A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,40 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,50.   Fonte: Agência Brasil Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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Bares, hotéis e restaurantes sofrem graves perdas com apagão em SP

O prejuízo para o setor de bares, restaurantes e hotéis, por conta do apagão em São Paulo, pode chegar a R$ 100 milhões, segundo estimativa da Federação de Hotéis, Restaurantes e Bares do Estado de São Paulo (Fhoresp). A entidade calcula que 5 mil estabelecimentos foram atingidos pela falta de energia na capital, municípios da região metropolitana e parte do interior devido às chuvas e fortes ventos. Os danos incluem perda de equipamentos, de alimentos e de clientes. A Fhoresp representa cerca de 500 mil estabelecimentos no estado e mais de 20 sindicatos patronais. No auge da crise, na quarta-feira (10), cerca de 2,2 milhões de clientes foram impactados. Os ventos, que chegaram a 98km/h em algumas regiões, derrubaram mais de 300 árvores. Muitas delas caíram sobre a rede de fios, destruindo cabos e postes. Devido à gravidade da situação, no sábado (13), a Justiça de São Paulo deu o prazo de 12 horas para a Enel religar a energia na cidade e também nos municípios vizinhos sob o risco de multa de R$ 200 mil por hora. “Não [é] de hoje, a Enel [empresa concessionária de energia em SP] apresenta problemas recorrentes em relação ao fornecimento de energia elétrica. Este já é o sétimo apagão em menos de dois anos. Os setores de Alimentação Fora do Lar e de Hospedagem ficam reféns”, lamentou o diretor-executivo da Fhoresp, Edson Pinto. O diretor ressaltou que são poucos os empresários que conseguem recorrer a geradores ou realocar os produtos em tempo de não perder os alimentos. Edson lembra que dezembro é um dos meses de maior movimento para restaurantes, bares e hotéis, e que as empresas se preparam para atender a alta demanda. No entanto, para milhares de estabelecimentos, durante o apagão, foram dias de portas fechadas. Para as empresas afetadas pelo apagão, a orientação da Fhoresp é que reúnam o maior número de provas dos prejuízos para ajuizar ações de ressarcimento pelos dias de não funcionamento e, consequentemente, de não faturamento; pela perda de mercadorias; e por equipamentos queimados devido à oscilação de energia. Neste domingo (14), o Ministério de Minas e Energia divulgou nota dizendo que a Enel poderá perder a concessão para operar no estado de São Paulo se não cumprir integralmente os índices de qualidade e as obrigações contratuais previstas.   Fonte: Agência Brasil Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

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Atividade econômica brasileira contraiu 0,2% em outubro

A atividade econômica brasileira apresentou queda em outubro deste ano, de acordo com informações divulgadas nesta segunda-feira (15) pelo Banco Central (BC). O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) diminuiu 0,2% em relação ao mês anterior, considerando os dados dessazonalizados (ajustados para o período). Já na comparação com outubro de 2024, houve variação positiva de 0,4%, sem ajuste para o período, já que a comparação é entre meses iguais. No acumulado do ano, o indicador ficou positivo em 2,4% e, em 12 meses, registrou alta de 2,5%. O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica do país e ajuda o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC a tomar decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 15% ao ano. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade de setores da economia – indústria, comércio e serviços e agropecuária –, além do volume de impostos. A Selic é o principal instrumento do BC para alcançar a meta de inflação. Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas ajudam a redução da inflação, mas também podem dificultar a expansão da economia. Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica. A alta no preço das passagens aéreas fez a inflação de novembro chegar a 0,18%. Em outubro, o IPCA havia sido de 0,09%. Com o resultado, a inflação acumulada em 12 meses é 4,46%, dentro do intervalo da meta de inflação, de 1,5% a 4,5%. O recuo da inflação e esses indicadores, como o IBC-Br, que mostram a moderação no crescimento interno, levaram à manutenção da Selic pela quarta vez seguida, na última reunião do ano, na semana passada. O Copom não deu pistas de quando deve começar a cortar os juros. Em comunicado, o BC informou que o cenário atual está marcado por grande incerteza, que exige cautela na política monetária, e que a estratégia do BC é manter a Selic neste patamar por bastante tempo. A taxa está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. Após chegar a 10,5% ao ano em maio do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro de 2024. A Selic chegou a 15% ao ano na reunião de junho, sendo mantida nesse nível desde então. Produto Interno Bruto Divulgado mensalmente, o IBC-Br emprega metodologia diferente da utilizada para medir o Produto Interno Bruto (PIB), que é o indicador oficial da economia brasileira divulgado pelo IBGE. Segundo o BC, o índice “contribui para a elaboração de estratégia da política monetária” do país, mas “não é exatamente uma prévia do PIB.” O PIB é a soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país. Puxada pelas expansões dos serviços e da indústria, no segundo trimestre deste ano a economia brasileira cresceu 0,4%. Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021, quando o PIB alcançou 4,8%.   Fonte: Agência Brasil Foto: CNI/José Paulo Lacerda

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Segunda parcela do 13º salário cai na conta até o fim desta semana

Quantia, que será depositada a 95,3 milhões de brasileiros, deve injetar R$ 369,4 bilhões na economia Patrões tem até esta sexta-feira (19) para pagar a segunda parcela do 13º salário. Conforme a legislação, a primeira parte do benefício foi paga até 28 de novembro. A quantia, que será depositada a 95,3 milhões de brasileiros, deve injetar R$ 369,4 bilhões na economia neste ano, segundo o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O salário extra é um direito assegurado pela legislação a todo trabalhador com carteira assinada. A partir de 15 dias trabalhados, o empregado já tem direito a receber o abono natalino, que também é pago quando se encerra o contrato de trabalho. Quem tem direito O 13º salário é pago aos trabalhadores do mercado formal, inclusive aos empregados domésticos, aos beneficiários da Previdência Social e aposentados e beneficiários de pensão da União e dos estados e municípios. Aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) já receberam antecipadamente. Apenas os novos segurados que entraram neste ano vão receber o 13º em novembro. Tem direito ao 13º as pessoas com contrato de trabalho vigente, ou seja, aquelas pessoas que têm carteira assinada. E é a obrigação do empregador pagar o abono natalino. Como calcular O cálculo do 13º salário se dá pela divisão da remuneração integral por 12 e a multiplicação do resultado pelo número de meses trabalhados. Também entram no cálculo, outras parcelas de natureza salarial, como horas extras, adicionais (noturno, de insalubridade e de periculosidade) e comissões. A primeira parcela é calculada com base na média salarial dos 11 primeiros meses (janeiro a novembro). A segunda parcela corresponde até 11/12 avos. Na segunda parcela, são descontados INSS e Imposto de Renda, quando houver. O MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) é responsável por orientar empregadores e fiscalizar o pagamento correto do benefício. Em caso de dúvidas ou suspeita de irregularidades, o trabalhador pode procurar a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego mais próxima ou registrar uma denúncia nos canais oficiais do MTE.   Fonte: R7 Foto: José Cruz/Agência Brasil/Arquivo

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Rio de Janeiro terá ponto facultativo nesta quarta-feira (17) por conta das finais de Flamengo e Vasco

De tarde, rubro-negro encara o PSG na decisão do Intercontinental; de noite, cruzmaltino pega o Corinthians na final da Copa do Brasil O prefeito Eduardo Paes e o governador Claudio Castro anunciaram que o Estado do Rio de Janeiro terá ponto facultativo nesta quarta-feira (17) por conta das finais que envolvem Flamengo e Vasco. De tarde, às 14h, o rubro-negro encara o PSG na decisão do Intercontinental, no Catar; de noite, às 21h30, o cruzmaltino pega o Corinthians no primeiro jogo da final da Copa do Brasil, em São Paulo. “Ainda bem que o prefeito é vascaíno e o governador Claudio Castro é flamenguista! Então é isso: quarta-feira tem ponto facultativo a partir do meio-dia. Aproveitem, torçam bastante, mas com responsabilidade e respeito. Boa semana e bons jogos!”, primeiro postou Paes. “Olá, pessoal! Quarta-feira é dia de Flamengo e de Vasco, não Flamengo x Vasco! Mengão de tarde e Vasco de noite! Eu e o prefeito Eduardo Paes já tratamos o ponto facultativo a partir de 12h em todo o RJ!”, em seguida postou Castro. Prefeito Eduardo Paes anunciou ponto facultativo na quarta-feira na cidade do Rio – Reprodução/@eduardopaes Governador Claudio Castro anunciou ponto facultativo na quarta-feira para o Estado do RJ – Reprodução/@claudiocastroRJ Fonte: R7 Foto: Reprodução/FIFA

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Novo salário mínimo: veja o que muda nos benefícios a partir de 1º de janeiro

O novo piso precisa ainda ser aprovado pelo Congresso até o final do ano e sancionado pelo presidente Lula O salário mínimo passará de R$ 1.518 para R$ 1.621 em 2026, um aumento de R$ 103, ou 6,78%. O novo piso precisa ainda ser publicado em decreto presidencial, para começar a valer em 1º de janeiro, com efeito nos pagamentos a partir de fevereiro. O reajuste terá impactos não só na remuneração dos trabalhadores, mas também em benefícios sociais. Segundo o Censo 2022 do IBGE, mais de um terço (35,3%) dos trabalhadores recebe até um salário mínimo, o que equivale a 31,3 milhões de pessoas. Nota técnica do Ministério do Planejamento afirma que cada R$ 1 acrescido ao salário mínimo provoca impacto fiscal estimado em R$ 400 milhões ao ano nas contas públicas. Entre elas, estão aposentadorias, pensões e outros que são pagos pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Ainda, seguro-desemprego, abono salarial PIS/Pasep e BCP (Benefício da Prestação Continuada). Além disso, a contribuição para o INSS passará a ser paga pelo novo valor do mínimo. Benefícios do INSS O valor mínimo dos benefícios pagos pelo INSS, como aposentadorias e pensões, é de um salário mínimo, de R$ 1.621 a partir do ano que vem. Cerca de 70% dos benefícios pagos pelo INSS correspondem ao piso nacional. Os que recebem acima disso terão reajuste com base na inflação medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), acumulado dos últimos 12 meses em dezembro, que será divulgado pelo IBGE no começo de janeiro. O teto atual do INSS é de R$ 8.157,41. O calendário de pagamento será divulgado nesta semana. Mas já começa em janeiro, com os reajustes. Contribuições ao INSS As contribuições ao INSS também passarão a ser calculadas sobre o novo salário mínimo. As contribuições partem de 5% sobre o valor do piso. Abono salarial O valor do benefício vai variar em 2026 de R$ 135,08 a R$ 1.621,00, dependendo da quantidade de meses trabalhados no ano-base de 2024. Atualmente, ele pago a trabalhadores que ganham até dois salários mínimos mensais. Mas a partir de 2026 entram novas regras e, até 2035, este valor vai chegar a um salário mínimo e meio. Neste ano, 26.383.632 trabalhadores receberam o benefício, somando R$ 30,6 bilhões. Para ter direito ao abono, o trabalhador precisa: Estar cadastrado no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, contados da data do primeiro vínculo. Ter recebido, de empregadores que contribuem para o PIS ou para o Pasep, até dois salários mínimos de remuneração mensal no período trabalhado. Ter exercido atividade remunerada, durante pelo menos 30 dias, consecutivos ou não, no ano-base de 2024. Ter os dados informados pelo empregador corretamente na Relação Anual de Informações Sociais (Rais) ou no eSocial. Como consultar Para consultar o abono salarial pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital, o trabalhador deve atualizá-lo primeiro. Acessar a aba “Benefícios” Selecionar “Abono Salarial” Clicar em “Pagamentos” para verificar o valor, a data e o banco de recebimento. A consulta também pode ser feita pelo portal gov.br Pelo telefone 158, com atendimento gratuito das 7h às 22h, de segunda a sábado, exceto feriados nacionais. Outra opção é comparecer a uma unidade das Superintendências Regionais do Trabalho e Emprego no estado. Benefício da Prestação Continuada (BPC) Os idosos com 65 anos ou mais e as pessoas com deficiência que recebem o BPC (Benefício da Prestação Continuada) da Loas (Lei Orgânica da Assistência Social) também passam a receber R$ 1.621 por mês. O BPC paga um salário mínimo como forma de amparo a pessoas que não recebem nenhum outro benefício do INSS e que não tenham meios de se sustentar sozinhas nem de ser sustentadas pela família. Quem tem direito Para ter direito ao benefício, é preciso ter 65 anos ou mais ou uma deficiência incapacitante para uma vida independente e para o trabalho. Essa incapacidade é avaliada pelo serviço social e pela perícia médica do INSS. É preciso ainda comprovar ser realmente pobre. A renda familiar deve ser de no máximo um quarto do salário mínimo per capita. Uma família de quatro pessoas precisa sobreviver com um salário mínimo para poder receber o benefício. Seguro-desemprego A parcela mínima do seguro-desemprego passa para R$ 1.621,00. Tem direito ao benefício o trabalhador que foi demitido sem justa causa. Quem fizer acordo para ser demitido não terá direito ao pagamento.   Fonte: R7 Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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Alcolumbre pauta para esta semana projeto de redução de penas que beneficia Bolsonaro

Proposta, que enfrenta resistência por parte dos senadores, ainda deve passar por analisa da CCJ no mesmo dia O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), pautou para quarta-feira (17) a votação do projeto de lei que reduz as penas dos condenados pela participação no 8 de Janeiro, inclusive do ex-presidente Jair Bolsonaro. A proposta, que enfrenta resistência por parte dos senadores, ainda deve passar por analisa da CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania) no mesmo dia. Apesar disso, o texto pode passar por alterações importantes, o que significaria o retorno do texto à Câmara dos Deputados, que aprovou a proposta na madrugada de terça-feira (9). As principais modificações são a inclusão da anistia — que Esperidião Amin (PP-SC), relator do parecer, não descarta — e um ajuste para que o benefício não seja aplicado a crimes comuns graves. O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), já declarou ser contra a proposta para diminuir a pena dos condenados. O texto do deputado Paulinho da Força (Solidariedade-PR) prevê a redução da pena de um terço a dois terços para crimes cometidos no contexto de multidão, desde que o agente não tenha exercido papel de liderança nem promovido financiamento. O parecer poderá beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro, que, condenado pela trama golpista, recebeu a pena de 27 anos e três meses de prisão — se o projeto for aprovado, a punição do ex-chefe do Executivo pode ser reduzida para dois anos e quatro meses.   Fonte: R7 Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

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Trem Iluminado da Rumo passa em Limeira nesta segunda-feira (15)

Marginal Leste estará fechada durante a passagem do trem, permitindo que famílias acompanhem o trajeto em um espaço mais adequado Limeira recebe, nesta segunda-feira (15), a passagem do Trem Iluminado da Rumo, ação que integra o projeto Rumo ao Natal, realizado pela empresa em parceria com o Ministério da Cultura, por meio da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet). A iniciativa leva decoração especial, iluminação cênica e a presença do Papai Noel aos trilhos, promovendo um momento simbólico de celebração do Natal. A composição parte de Rio Claro às 19h e segue iluminando o caminho por Santa Gertrudes, Cordeirópolis, Limeira e Americana, onde encerra o trajeto por volta das 23h30. Em Limeira, a passagem do trem poderá ser acompanhada ao longo da linha férrea. Para garantir a segurança e melhor acomodação do público, a Marginal Leste estará fechada durante a passagem do trem, permitindo que famílias acompanhem o trajeto em um espaço mais adequado. A Rumo reforça a orientação para que o público mantenha distância segura da linha férrea, antes, durante e após a passagem da composição, e escolha locais seguros para registrar imagens, sem tentar tocar ou subir nas locomotivas e vagões, mesmo quando parados. Com projeto gráfico reformulado, o Trem Iluminado percorre mais de 90 municípios do estado de São Paulo. As locomotivas utilizadas, modelos C30-7 da General Electric Transportation, percorrem mais de 1.900 quilômetros no interior, litoral e capital, com decoração que soma mais de 1.500 metros de fitas de LED. A passagem do trem integra a programação especial de Natal em Limeira, reforçando o clima festivo e a ocupação dos espaços públicos durante o período. Serviço: Trem Iluminado – Rumo ao Natal Data: segunda-feira, 15 de dezembro Horário: saída de Rio Claro às 19h | término por volta das 23h30 Local: Linha férrea   Foto: Divulgação

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