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Tag: Ultimas

Maduro vai à Justiça dos EUA após operação militar e prisão em Nova York

Acusado de liderar esquema internacional de narcotráfico, presidente venezuelano está detido em prisão federal no Brooklyn O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, deve comparecer nesta segunda-feira (5) a uma audiência perante a Justiça dos Estados Unidos, no tribunal federal de Manhattan, em Nova York. A sessão ocorre dois dias após a prisão do líder venezuelano, capturado no sábado (3) em território venezuelano durante uma ação militar conduzida pelas Forças Armadas dos Estados Unidos e transferido para solo americano. Esta será a primeira oportunidade para Maduro se defender das acusações feitas contra ele. O presidente venezuelano havia sido indiciado originalmente em 2020 pelo Ministério Público americano. Maduro responde por crimes de narcoterrorismo, conspiração para importar cocaína para os Estados Unidos e crimes relacionados ao uso e à posse de metralhadoras e dispositivos explosivos. O presidente da Venezuela está detido no Metropolitan Detention Center, no Brooklyn, unidade prisional federal conhecida pelas más condições de funcionamento e por abrigar presos de alta notoriedade internacional. A audiência marca o primeiro passo formal do novo estágio do processo criminal que tramita contra ele no Distrito Sul de Nova York. Maduro é suspeito de liderar esquema de tráfico internacional de drogas De acordo com o indiciamento, Nicolás Maduro é acusado de liderar, desde aproximadamente 1999, uma ampla conspiração criminosa que teria utilizado instituições do Estado venezuelano para facilitar o tráfico internacional de drogas e apoiar organizações classificadas como terroristas. Entre os grupos citados estão as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), o ELN (Exército de Libertação Nacional), o Cartel de Sinaloa, os Zetas (ou Cartel del Noreste) e a organização criminosa transnacional Tren de Aragua. Segundo os documentos judiciais, Maduro teria conspirado para distribuir 5 kg ou mais de cocaína, com o conhecimento de que os lucros beneficiariam essas organizações. Ele também é acusado de conspirar para importar a droga ilegalmente para os Estados Unidos, além de fabricar e distribuir cocaína com a consciência de que o entorpecente seria introduzido em território americano. Outras acusações apontam o uso, a posse e a conspiração para posse de metralhadoras e dispositivos destrutivos como forma de proteger e viabilizar as operações de tráfico. Como Maduro teria agido, segundo a acusação? As investigações detalham métodos que teriam sido utilizados para sustentar o esquema. Entre eles, o uso do aparato diplomático venezuelano para facilitar o tráfico de drogas e a lavagem de dinheiro. Enquanto ocupava o cargo de ministro das Relações Exteriores, entre 2006 e 2013, Maduro é acusado de vender passaportes diplomáticos a traficantes, permitindo a circulação de pessoas e recursos sob a proteção da imunidade diplomática. O indiciamento também descreve o uso de aviões privados classificados como “missões diplomáticas” para transportar dinheiro do narcotráfico do México para a Venezuela sem fiscalização. A acusação afirma ainda que o regime oferecia proteção policial e militar para o transporte de grandes cargas de cocaína, autorizando o uso de pistas clandestinas e aeroportos comerciais. O documento cita episódios de violência, incluindo sequestros, espancamentos e assassinatos de rivais ou devedores, supostamente executados por grupos armados conhecidos como “colectivos”, que teriam atuado para garantir a segurança das operações criminosas. Primeira-dama também será julgada Além de Maduro, a primeira-dama da Venezuela, Cilia Flores, é ré no processo e deverá ser julgada pela Justiça americana. Ela também foi presa no último sábado. Segundo o indiciamento, ela é acusada de utilizar sua influência política e vínculos familiares para enriquecer por meio do tráfico de drogas em larga escala. As acusações contra Flores incluem conspiração para importar cocaína para os Estados Unidos, posse e uso de metralhadoras e dispositivos destrutivos, além de conspiração para posse desse tipo de armamento. Os documentos judiciais apontam que Flores teria participado de esquemas de suborno, intermediado encontros entre grandes traficantes e autoridades venezuelanas e recebido pagamentos por voos de cocaína que obtinham passagem segura. As acusações também indicam que ela e Maduro teriam traficado drogas previamente apreendidas pelas autoridades do próprio país, utilizando escoltas militares armadas para o transporte. Parentes próximos de Flores já foram condenados nos Estados Unidos por crimes ligados ao narcotráfico. Em comunicado divulgado no sábado, a procuradora-geral dos Estados Unidos, Pamela Bondi, afirmou que Nicolás Maduro e Cilia Flores enfrentarão “toda a severidade da justiça americana” em tribunais dos EUA. Ela agradeceu ao presidente Donald Trump e às Forças Armadas pela operação de captura dos dois, que classificou como “supostos narcotraficantes internacionais”. Fonte: R7 Foto: Divulgação/Gobierno Bolivariano de Venezuela

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Brasil condena ação dos EUA em nota conjunta e participa de reunião emergencial

Posicionamento foi dado em conjunto com México, Chile, Colômbia, Uruguai e Espanha Os governos de Brasil, México, Chile, Colômbia, Uruguai e Espanha publicaram uma nota conjunta neste domingo (4) criticando a ação feita pelos Estados Unidos na Venezuela que resultou na prisão de Nicolás Maduro. A nota foi publicada minutos antes da realização de uma reunião por videoconferência da Celac (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos) para discutir a situação venezuelana após os ataques de sábado (3). O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, participa do encontro. O texto diz que, diante da “gravidade dos fatos ocorridos na Venezuela”, os países expressaram “profunda preocupação e rechaço diante das ações militares executadas unilateralmente no território da Venezuela, as quais contrariam princípios fundamentais do direito internacional, em particular a proibição do uso e da ameaça do uso da força, o respeito à soberania e à integridade territorial dos Estados, consagrados na Carta das Nações Unidas”. “Tais ações constituem um precedente extremamente perigoso para a paz e a segurança regionais e para a ordem internacional baseada em normas, além de colocarem em risco a população civil”, continua a nota. Os países reiteram que a situação da Venezuela deve ser resolvida por meios pacíficos, com diálogo, negociação e respeito à vontade do povo venezuelano em todas as suas expressões, “sem ingerências externas e em conformidade com o direito internacional”. “Reafirmamos que apenas um processo político inclusivo, liderado pelas venezuelanas e pelos venezuelanos, pode conduzir a uma solução democrática, sustentável e respeitosa da dignidade humana.” A nota ainda acrescenta que a América Latina e do Caribe são uma zona de paz, construída com o respeito mútuo, e faz um apelo à unidade regional para deixar de lado as diferenças políticas, “diante de qualquer ação que coloque em risco a estabilidade regional”. “Da mesma forma, exortamos as Nações Unidas e os mecanismos multilaterais pertinentes a fazer uso de seus bons ofícios para contribuir para a desescalada das tensões e para a preservação da paz regional”, diz o texto. “Manifestamos nossa preocupação diante de qualquer tentativa de controle governamental, de administração ou apropriação externa de recursos naturais ou estratégicos, o que se mostra incompatível com o direito internacional e ameaça a estabilidade política, econômica e social da região”, finaliza a nota. Leia a íntegra da nota publicada pelos países Os Governos do Brasil, México, Chile, Colômbia, Uruguai e Espanha, diante da gravidade dos fatos ocorridos na Venezuela e reafirmando seu apego aos princípios consagrados na Carta das Nações Unidas, expressam de forma conjunta as seguintes posições: 1. Expressamos nossa profunda preocupação e rechaço diante das ações militares executadas unilateralmente no território da Venezuela, as quais contrariam princípios fundamentais do direito internacional, em particular a proibição do uso e da ameaça do uso da força, o respeito à soberania e à integridade territorial dos Estados, consagrados na Carta das Nações Unidas. Tais ações constituem um precedente extremamente perigoso para a paz e a segurança regionais e para a ordem internacional baseada em normas, além de colocarem em risco a população civil. 2. Reiteramos que a situação na Venezuela deve ser resolvida exclusivamente por meios pacíficos, por meio do diálogo, da negociação e do respeito à vontade do povo venezuelano em todas as suas expressões, sem ingerências externas e em conformidade com o direito internacional. Reafirmamos que apenas um processo político inclusivo, liderado pelas venezuelanas e pelos venezuelanos, pode conduzir a uma solução democrática, sustentável e respeitosa da dignidade humana. 3. Reafirmamos o caráter da América Latina e do Caribe como zona de paz, construída sobre o respeito mútuo, a solução pacifica das controvérsias e a não intervenção, e fazemos um apelo à unidade regional, para além das diferenças politicas, diante de qualquer ação que coloque em risco a estabilidade regional. Da mesma forma, exortamos as Nações Unidas e os mecanismos multilaterais pertinentes a fazer uso de seus bons ofícios para contribuir para a desescalada das tensões e para a preservação da paz regional. 4. Manifestamos nossa preocupação diante de qualquer tentativa de controle governamental, de administração ou apropriação externa de recursos naturais ou estratégicos, o que se mostra incompatível com o direito internacional e ameaça a estabilidade politica, econômica e social da região.   Fonte: R7 Foto: Ricardo Stuckert/PR

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Idoso é encontrado morto dentro de casa em Campinas; polícia investiga homicídio

Crime ocorreu na Vila União e foi descoberto após vizinhos ouvirem barulhos suspeitos; autoria ainda é desconhecida Um idoso de 65 anos foi encontrado morto dentro da própria residência na manhã deste domingo (4), na Rua Bertolino de Souza, no bairro Vila União, em Campinas (SP). O caso é investigado pela Polícia Civil como homicídio. Segundo informações do boletim de ocorrência, vizinhos ouviram barulhos estranhos vindos do imóvel e entraram em contato com o filho da vítima. Ao chegar ao local, ele encontrou o pai, Edson Franco de Moraes, já sem vida, com ferimentos causados por arma branca, e acionou a Polícia Militar pelo telefone 190.   Ver essa foto no Instagram   Um post compartilhado por Portal Veloz (@portalvelozoficial) A residência foi isolada por uma equipe da Polícia Militar até a chegada da perícia técnica. Durante os trabalhos, os peritos apreenderam uma faca que pode ter sido utilizada no crime e realizaram a coleta de impressões digitais em objetos no interior do imóvel. Equipes da Polícia Civil e do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) acompanharam a perícia. A autoridade policial determinou o registro da ocorrência e a requisição de exame necroscópico para auxiliar nas investigações. Até o momento, nenhum suspeito foi identificado. A Polícia Civil segue investigando o caso para esclarecer a autoria e a motivação do crime.

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Helicóptero Águia atua em dois resgates a banhistas arrastados por correnteza no Guarujá

A tripulação do helicóptero Águia 10, do Comando de Aviação “João Negrão”, realizou duas ações distintas de salvamento na Praia da Enseada, no Guarujá (SP), neste sábado (3), durante as atividades da Operação Verão – Litoral Centro 2025/2026. Em ambas as ocorrências, banhistas foram arrastados por forte correnteza e resgatados com segurança. Primeira ocorrência Durante patrulhamento preventivo com foco em banhistas expostos a riscos, a equipe foi acionada via rede de rádio para apoio a uma ocorrência envolvendo uma mulher, que se encontrava exausta e distante da faixa de areia após ser levada pela correnteza. A vítima já havia recebido auxílio inicial de um surfista, que percebeu a situação de perigo. Diante do cenário, a aeronave foi posicionada imediatamente, e dois guarda-vidas foram lançados ao mar. A mulher foi retirada da água com o uso do puçá e conduzida em segurança até a faixa de areia, sem intercorrências. Segunda ocorrência Em outra ação no mesmo dia e local, a tripulação do Águia 10 foi novamente acionada para atendimento de uma ocorrência de afogamento envolvendo três banhistas, também na Praia da Enseada. De forma rápida, a aeronave foi posicionada, e os guarda-vidas realizaram o salvamento. Duas vítimas foram retiradas da água a nado, enquanto a terceira foi resgatada com o uso do puçá, sendo todas conduzidas em segurança até a faixa de areia. As ações reforçam a importância do patrulhamento aéreo preventivo e da pronta resposta das equipes de salvamento durante o período de maior movimento nas praias do litoral paulista, quando as condições do mar podem representar riscos aos frequentadores.   Foto: PM

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Inter de Limeira divulga preços dos ingressos para o Paulista A2 de 2026

Valores variam entre R$ 20 e R$ 60 e valem para os jogos no Limeirão; clube aposta em arquibancadas cheias para a competição A Associação Atlética Internacional anunciou oficialmente os valores dos ingressos para os jogos de mando de campo no Campeonato Paulista da Série A2 de 2026. As partidas serão disputadas no Estádio Major José Levy Sobrinho, o Limeirão, em Limeira (SP). De acordo com a diretoria do clube, a definição dos preços levou em consideração o equilíbrio entre acessibilidade ao torcedor e a sustentabilidade financeira necessária para uma campanha competitiva. A intenção é atrair o maior número possível de torcedores e transformar o estádio em um aliado dentro de campo. Os ingressos foram divididos por setores. Na Arquibancada Preta, o valor da entrada inteira será de R$ 40, com meia-entrada a R$ 20. Já a Arquibancada Coberta terá ingressos a R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia). Para a torcida visitante, os preços seguem o mesmo padrão da Arquibancada Preta: R$ 40 a inteira e R$ 20 a meia-entrada. O clube informou que as vendas online e os pontos físicos de comercialização serão divulgados sempre na semana que antecede cada partida, por meio do site oficial e das redes sociais da Internacional. A política de meia-entrada será aplicada conforme a legislação vigente, sendo obrigatória a apresentação de documentação tanto na compra quanto no acesso ao estádio. A diretoria também reforçou o compromisso com a segurança e o bom convívio no Limeirão, destacando que não serão tolerados atos de violência ou discriminação. O estádio, segundo o clube, deve ser um espaço de família e de apoio apaixonado à equipe. Por fim, a Internacional convocou sua torcida a marcar presença, vestir o manto leonino e atuar como o “12º jogador” durante a disputa do Paulista A2 de 2026.   Foto: Reprodução/Instagram @interdelimeiraoficial @shinitdrone

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Clima de medo e desabastecimento toma a Venezuela após ataque dos EUA e captura de Maduro

Supermercados ficam vazios, postos têm longas filas e população evita manifestações políticas  Supermercados com prateleiras vazias, longas filas em postos de combustíveis e uma população apreensiva marcam o cenário na Venezuela após o ataque dos Estados Unidos e a captura do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores, ocorrida na madrugada deste sábado (3).  Na ilha de Margarita, no estado de Nova Esparta, a situação é considerada crítica. Estabelecimentos comerciais registraram uma corrida de consumidores temerosos com a possibilidade de desabastecimento nos próximos dias. “Esta é uma ilha em que praticamente toda a comida vem de importação. Por isso há preocupação com o que pode acontecer, de a comida poder faltar”, relataram moradores.  Em Caracas, capital do país, o cenário também é de tensão. Enquanto pequenos grupos de apoiadores de Maduro, conhecidos como “coletivos” — grupos armados que atuam à margem da lei — circulam em motocicletas nas proximidades do Palácio de Miraflores, a maioria da população permanece recolhida em casa ou tenta garantir produtos de primeira necessidade.  O medo de expressar opiniões políticas é evidente. “Há muito medo em Caracas de expressar sentimentos sobre o que acontece no país. No ano passado, após as eleições presidenciais, mais de duas mil pessoas foram presas”, explicou a correspondente Daniella Zambrano. Ainda assim, de forma reservada, muitos venezuelanos afirmam que a situação representa “o que estavam esperando: uma mudança de governo na Venezuela”.  No campo político, a vice-presidente Delcy Rodríguez fez apenas um contato telefônico com a televisão estatal pedindo uma “prova de vida” de Nicolás Maduro. Já líderes da oposição, como Edmundo González Urrutia, que concorreu contra Maduro nas últimas eleições, e María Corina Machado, se manifestaram pelas redes sociais, afirmando que o país enfrenta “tempos difíceis”, mas demonstrando confiança em uma transição política.  A crise também afeta o transporte aéreo. Apesar de o Aeroporto Internacional de Maiquetía não ter sido bombardeado, autoridades americanas emitiram um alerta sobre os riscos de sobrevoar o espaço aéreo venezuelano. O aeroporto militar de La Carlota, por outro lado, teria sido atingido durante os ataques.  “Não há importação de alimentos após o que aconteceu. Há muita preocupação porque esta é uma ilha turística e não sabemos quando poderemos voltar para casa”, relatou Zambrano. Segundo ela, companhias aéreas internacionais já evitavam o espaço aéreo venezuelano antes dos ataques, e agora empresas nacionais também enfrentam restrições.  Entre os primeiros produtos a desaparecer das prateleiras estão papel higiênico, farinha de milho — base do café da manhã venezuelano —, massas, frango, carne, leite e outros itens essenciais. Em alguns mercados, segundo relatos locais, restam apenas biscoitos e produtos semelhantes.  A tensão aumentou ainda mais após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que novos ataques podem ocorrer “se for necessário”. A população venezuelana agora aguarda com incerteza os próximos desdobramentos de uma crise considerada sem precedentes no país. (Renan Isaltino) Foto: R7

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Maduro chega a Nova York após ser capturado em operação militar dos EUA

Trump diz que acompanhou ação “como um programa de TV” e afirma que Washington irá administrar a Venezuela e controlar o petróleo  O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, chegou a Nova York, nos Estados Unidos, neste sábado (3/1), após ser capturado durante uma operação militar conduzida pelo governo norte-americano. A ação foi confirmada pelo presidente dos EUA, Donald Trump. Inicialmente, Maduro estava a bordo do navio USS Iwo Jima, mas foi transferido para uma aeronave que o levou até Nova York. Ele desembarcou em uma base militar acompanhado da esposa, Cilia Flores. Em entrevista à emissora Fox News, concedida logo após a prisão, Donald Trump afirmou que acompanhou toda a operação à distância, comparando o momento a um espetáculo televisivo. “Bem, nós assistimos a tudo de uma sala. Estávamos cercados por muitas pessoas, incluindo generais, e eles sabiam de tudo o que estava acontecendo. Era muito complexo, extremamente complexo”, disse o presidente americano por telefone. Trump afirmou ainda que as forças americanas agiram de forma rápida e coordenada durante a ação. “Eles simplesmente invadiram lugares onde não era permitido, arrombaram portas de aço que haviam sido instaladas justamente para isso, e foram eliminados em questão de segundos. Nunca vi nada parecido”, declarou. Durante coletiva de imprensa realizada em seu resort, Mar-a-Lago, na Flórida, Trump reiterou que os Estados Unidos irão administrar a Venezuela após a captura de Nicolás Maduro, até que uma transição de governo seja realizada. O presidente também destacou que o governo americano passará a controlar as reservas de petróleo venezuelanas. “Hoje de madrugada, sob minha direção, os Estados Unidos, por meio de suas Forças Armadas, conduziram uma operação militar extraordinária na capital da Venezuela. O poder militar americano por terra e pelo mar foi usado para lançar um ataque espetacular. Toda a capacidade militar venezuelana ficou sem poder”, afirmou Trump. Até o momento, não há confirmação independente sobre as condições da prisão de Maduro nem sobre os próximos passos formais da administração americana na Venezuela. O episódio intensifica a tensão diplomática na América Latina e marca uma escalada sem precedentes no conflito envolvendo o país sul-americano. (Renan Isaltino) Foto e Fonte: R7

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Trump faz ameaças veladas a presidente da Colômbia após captura de Maduro

Presidente dos EUA acusa Gustavo Petro de ligação com rotas e produção de cocaína O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (3) que o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, “tem que ficar esperto” após a captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro por forças americanas. A declaração foi feita em resposta a uma pergunta de um jornalista. Trump acusou o governo colombiano de envolvimento com a produção e o envio de drogas aos Estados Unidos. “Ele [Gustavo Petro] tem rotas de cocaína, tem fábricas onde é produzida cocaína. Então eu mantenho o que eu disse anteriormente: ele está produzindo cocaína e depois enviando para os EUA. Então, sim, tem que ficar esperto”, afirmou. Até o momento, não houve posicionamento oficial do governo colombiano sobre as declarações do presidente norte-americano. (Renan Isaltino) Foto: R7

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Trump diz que EUA vão governar a Venezuela após captura de Nicolás Maduro

Presidente americano afirma que administração será temporária até uma “transição segura”, mas não estabelece prazo O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o país irá governar a Venezuela imediatamente após a captura do ditador Nicolás Maduro, realizada neste sábado (3). A declaração foi feita durante uma coletiva de imprensa no clube Mar-a-Lago, na Flórida. Segundo Trump, a administração norte-americana assumirá o comando do país até que seja possível organizar uma transição considerada segura, adequada e sensata. “Vamos governar o país até que possamos fazer uma transição segura. Não queremos que outra pessoa assuma o poder e que a situação se repita por muitos anos. Portanto, vamos governar o país”, disse. O presidente americano não especificou como essa gestão será conduzida nem quanto tempo deve durar o processo de transição de poder na Venezuela. (Renan Isaltino) Fonte e Foto: R7

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Criminosos explodem carro-forte durante tentativa de roubo na SP-304, em Piracicaba

Grupo armado espalhou “miguelitos” na rodovia e fugiu sem levar dinheiro; não houve feridos  Criminosos armados provocaram a explosão de um carro-forte durante uma tentativa de roubo registrada no fim da tarde desta sexta-feira (2), na Rodovia Luiz de Queiroz (SP-304), na altura do km 150, em Tupi, distrito de Piracicaba (SP).  Segundo a Polícia Militar, os suspeitos fugiram do local sem conseguir levar qualquer quantia em dinheiro. Não houve registro de feridos.  Testemunhas informaram à PM que entre 12 e 15 pessoas participaram da ação criminosa, utilizando armas longas, explosivos e pelo menos quatro veículos do tipo SUV. Durante a tentativa de fuga, os criminosos espalharam objetos perfurantes, conhecidos como “miguelitos”, na pista para dificultar o acesso das forças de segurança.  Ainda de acordo com a corporação, a explosão foi intensa e acabou ejetando o cofre do carro-forte, o que impediu o roubo do dinheiro. Também houve disparos de arma de fogo contra o veículo no momento da abordagem.  A Polícia Militar foi acionada por volta das 17h15. Equipes do Policiamento Rodoviário, do Choque, do Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep) e dois helicópteros Águia foram mobilizadas e realizam buscas pelos suspeitos.  Em nota, o Departamento de Estradas e Rodagem (DER) informou que a rodovia chegou a ser interditada nos dois sentidos, sem opção de desvio, mas o tráfego foi totalmente liberado por volta das 18h10. Uma equipe da Unidade Básica de Atendimento do DER também foi enviada ao local para prestar apoio. (Renan Isaltino)

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