Pular para o conteúdo principal

Portal Veloz

Últimas Notícias

Governo sanciona lei que permite redução de tributos sobre combustíveis

Dois homens são presos em flagrante por tentativa de furto de fios em empresa de Limeira

Integrantes da Patrulha Maria da Penha são homenageados pelos 10 anos de atuação em Limeira

Obra interdita passagem inferior da Rodovia Washington Luís neste sábado (29), em Rio Claro

Em Limeira, UBS do Jardim Santa Eulália aguarda reparos após furtos e vandalismo para ser entregue à população

Horário eleitoral no rádio e TV começa nesta sexta (28)

Tag: Ultimas

Rock in Rio é denunciado por manter funcionários em situação semelhante à escravidão

Os funcionários chegavam a trabalhar 21 horas por dia, tendo apenas três horas de descanso   Funcionários que trabalharam na montagem das estruturas do festival de música Rock in Rio, realizado em setembro, foram mantidos em situação semelhante à escravidão. A denúncia é do Ministério Público do Trabalho, que investigou o caso e notificou os organizadores do evento. Os funcionários chegavam a trabalhar 21 horas por dia, tendo apenas três horas de descanso.

Leia Mais

Projeto que proíbe uso de celular em escolas segue para sanção presidencial

Uso de aparelhos durante a aula, em recreios e intervalos será proibido; medida visa proteger saúde mental dos alunos   O Senado aprovou nesta quarta-feira (18) o projeto de lei que restringe a utilização de celulares em ambientes escolares. A proposta proíbe o uso dos aparelhos durante a aula, o recreio ou intervalos entre as aulas. A regra vale para todas as etapas da educação básica (ensinos infantil, fundamental e médio). A matéria segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A proposta visa proteger a saúde mental, física e psíquica das crianças e adolescentes. Se a matéria for sancionada, a expectativa é que as regras comecem a valer para no letivo de 2025. De autoria do deputado Alceu Moreira (MDB-RS), o projeto tramita na Câmara desde 2015 e ganhou novo fôlego após o Ministério da Educação anunciar planos para limitar o uso de celulares em escolas públicas. O texto, contudo, permite o porte de celulares em sala de aula em situações específica: “Estado de perigo, de necessidade ou caso de força maior”; Para garantir direitos fundamentais; Para fins estritamente pedagógicos, em todos os anos da educação básica; Para garantir acessibilidade, inclusão, e atender às condições de saúde dos estudantes. O texto ainda propõe que as escolas ofereçam treinamentos periódicos para a detecção de sinais sugestivos de sofrimento psíquico e mental e de efeitos danosos do uso excessivo das telas. Para isso, os colégios terão que disponibilizar espaços de escuta e acolhimento para receberem estudantes e funcionários. O relator da proposta no Senado, Alessandro Vieira (MDB-SE), destacou que, com a aprovação da proposta, “o Brasil passará a figurar entre os países que não só se preocupam com a questão do uso desregrado desses aparelhos entre crianças e jovens, mas que também tomam medidas concretas para equacioná-la”. “Pensamos que, com sua aprovação, esses indivíduos serão mais protegidos, ao menos durante o tempo que passarem nas escolas, do fenômeno do brain rot (“cérebro podre”), expressão escolhida, por meio de eleição online do Dicionário Oxford, como ‘palavra do ano’ de 2024″, frisou Vieira. Alunos do ensino médio O plenário rejeitou uma emenda que foi apresentada para alterar trechos da proposta. De autoria do senador Rogerio Marinho (PL-RN), a emenda sugeria que a proibição do uso de celulares não valesse para alunos do ensino médio, apenas para estudantes da educação básica infantil e ensino fundamental. Para justificar a emenda, Marinho afirmou que os adolescentes estão em uma etapa de transição para a vida adulta, e que a “autonomia e a responsabilidade pelo uso das tecnologias devem ser incentivadas”. O senador defendia que, em vez de restringir o uso dos celulares para adolescentes, seria mais adequado promover sua utilização consciente para prepará-los para os desafios do século XXI. Alessandro Vieira se colocou contra a emenda por dizer não ver “sentido lógico” na medida, que foi rejeitada por 42 a 16. “Tenho absoluta convicção que essa Casa não quer proteger crianças e adolescentes aos poucos, aos pedaços, lentamente. Queremos proteger crianças e adolescentes agora. Nós queremos resgatar respeito ao professor agora. Queremos que os alunos se concentrem na sala de aula agora, e não apenas quando estão no 1º ao 9º ano, mas até concluir a sua educação básica.” Câmeras em sala de aula Outra emenda tinha sido apresentada pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE), mas ele retirou o texto para permitir a aprovação do projeto sem alterações em relação à redação que chegou da Câmara. A sugestão dele foi alterar a proposta para obrigar a instalação de câmeras de segurança com captação de som nas salas de aula dos estabelecimentos públicos de ensino da educação básica com o objetivo de garantir a segurança dos alunos e profissionais.

Leia Mais

Lula passa por exame nesta quinta-feira e deve participar do Natal dos Catadores

Evento seria na sexta, mas foi adiantado por conta de reunião ministerial; tomografia na cabeça vai avaliar estado do presidente   O presidente Luiz Inácio Lula da Silva passa por novos exames de imagem nesta quinta-feira (18), em São Paulo. A depender da avaliação da equipe médica, o petista participa do Natal dos Catadores, também na capital paulista. O evento, prestigiado por Lula desde 2003, estava previsto para sexta (20), mas foi adiantado para receber o presidente. Lula pretende fazer uma reunião ministerial na sexta (20), em Brasília. O encontro com a equipe, porém, também depende de liberação médica. A confirmação será feita depois da tomografia desta quinta. Lula fez sessões de fonoaudiologia em casa nessa quarta (18). O petista se recupera em São Paulo das duas cirurgias às quais foi submetido na semana passada, para tratar uma hemorragia intracraniana. Ele ficou internado em um hospital particular da cidade de terça (10) a domingo (15), quando recebeu alta. Apesar da liberação hospitalar, o presidente não pode fazer exercícios nem viagens longas por, ao menos, um mês. Além das duas operações, Lula passou por um terceiro procedimento na última semana, para retirada de um dreno na cabeça. Na segunda (16), o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, informou que o formato da reunião ministerial de sexta — se presencial ou por videoconferência — vai depender do exame de quinta e da avaliação médica. “O presidente pretende fazer ainda nesta semana, provavelmente no dia 20, um encontro com ministros e ministras, de fim de ano. Não definiu detalhes ainda, mas deve ser um momento de confraternização, de contato do presidente com a equipe. Obviamente, vamos aguardar toda a evolução médica e a equipe médica”, afirmou Padilha, depois de se reunir com Lula. Entenda o quadro de Lula Lula precisou passar pelas operações devido à queda que sofreu em outubro, em um banheiro do Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência. O acidente doméstico causou um corte na nuca do presidente, que precisou levar pontos no local. Ao receber alta, no domingo, ele explicou como foi o acidente doméstico. “Estava cortando as unhas das mãos. Eu já tinha cortado minha unha, já tinha lixado minha unha. Quando fui guardar o estojo, ao invés de levantar e abrir a gaveta, eu tentei afastar meu bumbum do banco. O banco era redondo, meu bumbum não levantou, eu caí e bati com a cabeça na hidromassagem”, relatou, em coletiva de imprensa. O petista sentiu dor de cabeça e indisposição no fim da tarde de segunda (9) e deu entrada em um hospital particular de Brasília. Após exames de imagens, foi constatada a necessidade de intervenção cirúrgica, e o presidente foi transferido para a unidade de São Paulo. Na capital paulista, passou por uma cirurgia de emergência, na madrugada de terça (10), que ocorreu sem intercorrências. O sangue acumulado foi drenado na terça, e o procedimento de quinta complementou o tratamento. Depois da última operação, a equipe médica informou, durante coletiva de imprensa, que a intervenção foi um sucesso. O cardiologista Roberto Kalil, médico do presidente, afirmou que, a partir de quinta, ele poderá voltar a Brasília, caso o resultado do exame esteja de acordo com o esperado pela equipe. Kalil explicou que o petista deverá manter repouso relativo por cerca de 15 dias, mas que poderá retomar a rotina de trabalho normalmente. “Ele terá algumas restrições nos próximos 30 dias, como de atividade física e viagens internacionais”, afirmou o médico no domingo (15). Natal dos Catadores No evento do ano passado, em Brasília, Lula anunciou o projeto de entrega de propriedades ociosas da União para políticas públicas. A iniciativa foi formalizada em fevereiro deste ano pelo Ministério de Gestão e Inovação em Serviços Públicos como Programa de Democratização dos Imóveis da União, conhecido como Imóvel da Gente. O foco é a moradia para a população de baixa renda, por meio de imóveis vazios, terrenos e até conjuntos habitacionais públicos que estão irregulares. “Todos os prédios públicos que o governo não utiliza terão uma distribuição sensata”, destacou, à época. Também na celebração, Lula fez a entrega de um imóvel da União de 2,5 mil km² para 120 famílias. Elas ocupavam a área no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), região administrativa do Distrito Federal, há 23 anos e vinham sendo retiradas do local pelo governo do DF.   Imagem: Paulo Pinto/Agência Brasil

Leia Mais

Coxinha de bar explode e causa queimaduras superficiais em rosto de cliente em Curitiba

Na última sexta-feira (13), um homem sofreu queimaduras no rosto depois que a sua coxinha explodiu em um bar de Curitiba (PR). O fato ocorreu logo depois da primeira mordida. O dono do estabelecimento, Christian de Souza Amaral, contou que pedaços do salgado ficaram pelo balcão, pia e até no teto do bar. Na imagem também é possível ver que sai vapor da coxinha após a explosão. Christian relatou que o salgado foi feito como de costume e, por isso, não soube dizer porque explodiu. Os funcionários do bar que prestaram os primeiros socorros ao cliente e acionaram a ajuda médica. No dia seguinte, o cliente retornou ao bar para mostrar que estava bem, apresentando apenas queimaduras superficiais no rosto. Confira no vídeo abaixo:   Matéria: Anna Beatriz Viganó  

Leia Mais

Corregedoria da PM indicia por tentativa de homicídio soldado que atirou homem de ponte em SP

Outros seis agentes vão responder lesão corporal, peculato culposo e prevaricação A Corregedoria da Polícia Militar indiciou por tentativa de homicídio o policial que arremessou um homem de uma ponte na zona sul de São Paulo em 1º de dezembro. O soldado está preso no Presídio Militar Romão Gomes desde 5 de dezembro. Além dele, outros seis agentes tiveram suas condutas individualizadas e vão responder por lesão corporal, peculato culposo e prevaricação. Os envolvidos permanecem afastados de suas funções. O Inquérito Policial Militar (IMP) foi relatado ao Tribunal de Justiça Militar. Os policiais também respondem na esfera administrativa, que apura a conduta dos envolvidos. Durante as investigações, a Corregedoria da PM colheu o depoimento dos militares e individualizou a conduta de cada um. Em 4 de dezembro, a Corregedoria da PM representou pela prisão de um dos policiais que aparecia nas imagens arremessando o homem. O pedido foi aceito pela Justiça Militar no dia seguinte. O caso também é investigado em inquérito policial pela Polícia Civil, por meio da Central Especializada de Repressão a Crimes e Ocorrências Diversas (Cerco) da 2ª Seccional.   Imagem: Governo de SP

Leia Mais

Regulação das redes: o que já aconteceu em julgamento no STF, que será finalizado só em 2025

Análise foi suspensa após pedido de vista do ministro André Mendonça, que tem até 90 dias para devolver o caso   A decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre a possível responsabilização das redes sociais no Brasil pelos conteúdos publicados por usuários vai ficar para 2025. Nessa quarta-feira (18), o ministro André Mendonça pediu vista, ou seja, mais tempo para analisar o caso, o que suspendeu a análise do tema. Segundo o regimento do tribunal, o ministro tem até 90 dias para devolver o caso para julgamento. Quando devolver, cabe ao presidente da corte marcar uma nova data de julgamento. Na última sessão de julgamento sobre o tema neste ano, o presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, votou pela responsabilização parcial das plataformas, abrindo divergência em relação aos ministros Dias Toffoli e Luiz Fux, que votaram para declarar inconstitucional o artigo 19 do Marco Civil da Internet. Esse artigo diz que provedores de internet e aplicativos de redes sociais só podem ser responsabilizados por conteúdos prejudiciais publicados por outras pessoas caso descumpram uma ordem judicial para exclusão das publicações. No seu voto, Barroso defendeu a retirada dos conteúdos logo após a notificação ao usuário caso ele tenha feito uma publicação com teor criminoso. No entanto, para a preservação da liberdade de expressão, o ministro sugeriu que a necessidade de ordem judicial para exclusão seja mantida no caso de postagens que configurem crimes contra a honra. Ainda segundo o presidente do STF, as redes devem buscar manter o chamado “dever de cuidado” para reduzir riscos criados ou potencializados pelas plataformas. Votos de Toffoli e Fux Na última semana, o ministro Luiz Fux seguiu o ministro Dias Toffoli e votou para dizer que é inconstitucional o artigo 19 do Marco Civil da Internet. No voto, Fux afirmou que as plataformas vivem uma “zona de conforto” por não serem responsabilizadas pelos conteúdos postados pelos usuários. “O artigo 19 do Marco Civil da Internet permite essa inércia. O lucro dessas empresas com a viralização de conteúdos degradantes contrasta com a imprensa tradicional, que verifica informações antes da publicação”, pontuou. Para o ministro, “a dignidade humana, um dos pilares da República, deve ser prioridade no ordenamento jurídico”. Antes de Fux, Toffoli defendeu que a responsabilização das redes seja feita após a notificação pelo usuário ou representante legal, como diz o artigo 21 do Marco Civil da Internet, e não mediante ordem judicial específica, como diz o artigo 19. Dessa forma, no entendimento dele, as plataformas assumem o risco de responsabilização pelo conteúdo a partir do momento que forem notificadas, e não apenas depois de não cumprir a ordem judicial. Ao fim do voto, o ministro fez um apelo para que os poderes Legislativo e Executivo elaborem e implementem, em 18 meses, uma política pública voltada ao enfrentamento da violência digital e desinformação. O que o STF discute? Além do julgamento sobre a constitucionalidade do artigo 19 do Marco Civil da Internet, os ministros analisam a responsabilidade de provedores de aplicativos ou de ferramentas de internet pelo conteúdo gerado pelos usuários e a possibilidade de remoção de conteúdos que possam ofender direitos de personalidade, incitar o ódio ou difundir notícias fraudulentas a partir de notificação extrajudicial. Responsabilização Em uma das sessões de julgamento, o ministro Alexandre de Moraes afirmou que os atos ocorridos no dia 8 de janeiro de 2023 demonstraram a “total falência do sistema de autorregulação de todas as redes e todas as big techs”. “É faticamente, não é teoria, doutrina, é faticamente impossível defender, após o 8 de Janeiro, que o sistema de autorregulação funciona. Falência total e absoluta, instrumentalização e parte lamentavelmente de conivência. Falência, porque tudo foi organizado pelas redes, com grande parte pelas redes. No dia, a Praça dos Três Poderes invadida, as pessoas fazendo vídeo mostrando nas redes sociais, chamando mais gente para destruir, e as redes sociais não retiraram nada poque ‘like’ é sistema de negócio”, disse o ministro. Em outra sessão, o ministro afirmou que as plataformas “dificultam e ignoram” quando há um pedido para retirar do ar um perfil falso. “Não tenho redes sociais, e eu tenho 20 perfis e tenho que ficar correndo atrás. É tão óbvio para plataforma que o perfil não é meu, porque só me criticam nesses perfis. Essa questão é muito importante. Não há boa vontade das plataformas em retirar [os perfis do ar]”, disse Moraes. Imagem: Antonio Augusto/STF  

Leia Mais

Câmara revoga novo seguro DPVAT e limita bloqueio de emendas

Governo fechou acordo para aprovar outras medidas de corte de gastos Um acordo entre o governo e os deputados resultou na revogação da lei que criou o novo Seguro Obrigatório para a Proteção de Vítimas de Acidente de Trânsito (SPVAT), antigo DPVAT. O governo também aceitou o bloqueio apenas de emendas parlamentares não impositivas, em vez de todas as emendas. Os dois pontos foram aprovados em destaques ao primeiro projeto de lei complementar do pacote de corte de gastos. Na noite de terça-feira (17), os deputados tinham aprovado o texto-base por larga margem, 318 votos a favor (eram necessários 257) e 149 contrários. No entanto, a votação dos destaques tinha ficado para esta quarta-feira (18). O governo fechou o acordo para aprovar os destaques e garantir a continuidade do pacote de revisão de gastos públicos. O projeto segue para o Senado. Extinta em 2020, a cobrança do DPVAT tinha sido recriada sob o nome de SPVAT, que entraria em vigor em janeiro. A recriação do seguro enfrentava a resistência de governadores. Emendas Em relação às emendas parlamentares, o governo concordou em retirar do projeto de lei complementar a autorização para o contingenciamento e o bloqueio de todas as emendas parlamentares. Pelo texto que irá ao Senado, o governo poderá congelar apenas emendas de comissão e emendas de bancadas estaduais não impositivas, até 15% do total. As emendas obrigatórias não poderão ser bloqueadas. A medida desidrata parcialmente o corte de gastos. Caso as emendas impositivas pudessem ser congeladas, o governo poderia bloquear ou contingenciar R$ 7,6 bilhões em emendas no próximo ano. Agora, o Executivo só poderá cortar R$ 1,7 bilhão, R$ 5,9 bilhões a menos. O levantamento desconsidera as emendas de bancada estaduais não impositivas, cujo valor para 2025 depende da aprovação do Orçamento do próximo ano. Gatilhos O principal ponto mantido no projeto de lei complementar foi a criação de gatilhos que proíbem a criação, ampliação ou prorrogação de incentivos tributários caso haja déficit primário (resultado negativo das contas do governo sem os juros da dívida pública) no ano anterior. O projeto também limita a 0,6% acima da inflação o crescimento anual da despesa de pessoal e encargos de cada um dos Poderes na mesma situação, déficit primário no ano anterior. Além dos Três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário), o projeto aprovado pelos deputados limita a 0,6% acima da inflação o crescimento das despesas de pessoal do Ministério Público e da Defensoria Pública no caso de resultado negativo das contas públicas. As restrições vigoram até que o governo volte a registrar superávit primário anual. A partir do projeto da lei orçamentária de 2027, as duas limitações valerão se os gastos discricionários (não obrigatórios) totais tiverem redução nominal em relação ao ano anterior. Fundos De 2025 a 2030, o governo poderá usar o superávit de cinco fundos nacionais para abater a dívida pública. Os saldos positivos somavam, em 2023, R$ 18 bilhões. Os fundos são os seguintes: •     Fundo de Defesa dos Direitos Difusos (FDD), formado por multas pagas ao governo: superávit de R$ 2 bilhões •     Fundo Nacional de Segurança e Educação de Trânsito (Funset): superávit de R$ 1,6 bilhão •     Fundo do Exército: superávit de R$ 2,5 bilhões •     Fundo Aeronáutico: superávit de R$ 8,7 bilhões •     Fundo Naval: superávit de R$ 3 bilhões O relator do projeto, deputado Átila Lira (PP-PI), retirou da proposta original do governo os seguintes fundos: Fundo Nacional Antidrogas (Funad), Fundo da Marinha Mercante (FMM) e Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac). Segundo o parlamentar, esses recursos são usados para investimentos importantes.   Fonte: Agência Brasil Imagem: Lula Marques/ Agência Brasil

Leia Mais

PF faz buscas em endereços de assessores de Sóstenes Cavalcante e Carlos Jordy

Operação é realizada pela corporação na manhã desta quinta-feira (19) em residências de pessoas aliadas aos deputados federais   A PF (Polícia Federal) realiza uma operação nesta quinta-feira (19) com buscas em endereços de assessores dos deputados federais Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e Carlos Jordy (PL-RJ). Ao todo, são seis mandados cumpridos em dois estados e no Distrito Federal. A reportagem busca contato com os citados. O espaço está aberto para manifestação. Jordy foi alvo da PF no início deste ano. Na ocasião, a corporação investigava eventual financiamento e planejamento dos atos antidemocráticos de 8 de Janeiro de 2023. “Os fatos investigados constituem, em tese, os crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, associação criminosa e incitação ao crime”, dizia o comunicado. A PF fez buscas e apreendeu um celular e uma arma na época. Ao todo, foram oito mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e no Distrito Federal, incluindo o gabinete de Jordy na Câmara dos Deputados. Em depoimento, o parlamentar negou incitar qualquer tipo de ato antidemocrático contra o resultado das eleições de 2022 e chamou a operação de “piada”. Agora, um dos assessores do Jordy é alvo da PF. Informações preliminares apontam eventual uso de recursos parlamentares para pagamentos irregulares. Os mandados foram expedidos pelo STF (Supremo Tribunal Federal). A operação recebeu o nome de “Rent a Car” devido ao modus operandi dos investigados, que utilizaram uma empresa de locação de veículos para simular contratos de prestação de serviços. Em nota, a PF afirmou que os crimes cometidos são peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa. As buscas são feitas nos estados do Rio de Janeiro, Tocantins e no Distrito Federal. Ao todo, são seis mandados. “As investigações apontam para a existência de um esquema criminoso caracterizado pela interação entre os setores público e privado, no qual agentes públicos e empresários teriam estabelecido um acordo ilícito para o desvio de recursos públicos oriundos de cotas parlamentares”, diz a corporação.   Imagem: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

Leia Mais

Banco Central leiloa US$ 3 bi na quinta-feira para segurar dólar

Dinheiro será vendido à vista, sem compromisso de recompra Após o dólar fechar a R$ 6,26 na maior cotação nominal da história, o Banco Central (BC) anunciou mais uma intervenção no câmbio para segurar a moeda. A autoridade monetária vai leiloar nesta quinta-feira (19) até US$ 3 bilhões das reservas internacionais à vista, sem compromisso de recomprar os recursos mais tarde. Segundo comunicado emitido pelo BC na noite desta quarta-feira (18), a autoridade monetária fará o leilão entre as 9h15 e as 9h20, pouco após a abertura do mercado. Nesta quarta, quando não interferiu no câmbio, o dólar subiu 2,82%, influenciado pelo atraso na votação do pacote fiscal e pela indicação do Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) de que poderá fazer menos cortes de juros nos Estados Unidos em 2025. Com o novo leilão, o BC terá injetado cerca de US$ 15 bilhões no mercado de câmbio apenas em dezembro. Na terça-feira (17), o BC vendeu US$ 1,272 bilhão das reservas internacionais pela manhã e US$ 2,015 bilhões à tarde. Na ocasião, o leilão também ocorreu na modalidade à vista. Na segunda-feira (16), a autoridade monetária leiloou US$ 1,627 bilhão à vista e US$ 3 bilhões na modalidade de linha, quando o BC vende o dinheiro das reservas externas com o compromisso de recomprá-lo daqui a alguns meses.   Fonte: Agência Brasil

Leia Mais

Governo aprova calendário do pagamento do abono salarial 2025

A partir de fevereiro do próximo ano, a Caixa Econômica Federal começa a pagar o abono salarial para o exercício de 2025. O calendário foi aprovado pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), em reunião ordinária ocorrida na tarde desta quarta-feira (18). O crédito será feito de forma escalonada, de acordo com o mês de nascimento dos trabalhadores. Os que têm conta corrente ou poupança na Caixa receberão direto em sua conta. No Banco do Brasil, o pagamento do benefício será realizado, prioritariamente, por crédito em conta bancária, por meio de PIX, transferência via TED ou, ainda, de forma presencial nas agências de atendimento. Os demais beneficiários receberão os valores pela Poupança Social Digital, aberta automaticamente pela Caixa, conforme o calendário de pagamento. Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a estimativa é que cerca de 25,8 milhões de trabalhadores recebam o benefício, totalizando R$ 30,7 bilhões. Regras Pelas regras vigentes, para receber o abono salarial, o trabalhador deve ter sido informado pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) até o dia 15 de maio de 2024 e no eSocial até o dia 19 de agosto de 2024. Trabalhadores cujos empregadores tenham prestado as informações após essas datas receberão o benefício no próximo exercício. O primeiro pagamento do benefício será realizado em 17 de fevereiro para os trabalhadores nascidos em janeiro, conforme calendário abaixo. Calendário de pagamento Nascidos em Recebem a partir de Janeiro 17 de fevereiro Fevereiro 17 de março Março e Abril 15 de abril Maio e Junho 15 de maio Julho e Agosto 16 de junho Setembro e Outubro 15 de julho Novembro e Dezembro 15 de agosto A partir de 5 de fevereiro de 2025, os trabalhadores poderão consultar se têm direito ao abono, informou o ministério. As informações estarão disponíveis na Carteira de Trabalho Digital, no portal Gov.br, na Central de Atendimento Alô Trabalho (telefone 158), com ligação gratuita das 7h às 22h, de segunda a sábado, exceto em feriados nacionais, e nas unidades das Superintendências Regionais do Trabalho. Em 2024, foram liberados R$ 27 bilhões para o pagamento do benefício. No entanto, ainda estão disponíveis R$ 218,9 milhões para 239.142 trabalhadores que não sacaram o abono. Eles têm até o próximo dia 27 de dezembro para fazer o saque. O que é o abono salarial Instituído pela Lei 7.998/90, o abono salarial equivale ao valor de, no máximo, um salário mínimo, a ser pago conforme calendário anual estabelecido pelo Codefat aos trabalhadores que satisfaçam os requisitos previstos em lei. Os recursos para pagamento são oriundos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). O abono salarial abrange profissionais da iniciativa privada e servidores públicos que trabalharam formalmente por, no mínimo, 30 dias no ano-base de 2023, com uma remuneração de até dois salários mínimos (R$ 2.640,00). Além disso, é necessário estar inscrito no programa há pelo menos cinco anos e que o empregador tenha fornecido os dados corretos na RAIS ou no eSocial. O valor do abono varia conforme o número de meses trabalhados no ano-base, podendo chegar até um salário mínimo.   Fonte: Agência Brasil  

Leia Mais
Nenhuma postagem a exibir

Confira o canal do Portal Veloz No Youtube

×

Buscar no Portal Veloz