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Tag: Ultimas

Reforma ministerial: saída de Múcio pode abrir espaço para Alckmin no Ministério da Defesa

Rodrigo Pacheco ocuparia o lugar do vice-presidente no Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços   O ministro da Defesa, José Múcio, está decidido a deixar o cargo, apesar do pedido do presidente Lula para que permaneça por mais algum tempo. Múcio desempenhou um papel crucial ao acalmar os ânimos nas Forças Armadas durante a transição de governo e nos momentos tensos após os ataques de 8 de Janeiro. A reforma ministerial pode começar justamente por essa mudança. O vice-presidente, Geraldo Alckmin, desponta como o principal nome para assumir a pasta da Defesa. Com isso, Alckmin deixaria o comando do Mdic (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), abrindo caminho para Rodrigo Pacheco, do PSD, ocupar a vaga. Presidente do Senado, Pacheco tem sido um aliado estratégico para o governo, especialmente neste fim de 2024. “Falas ponderadas, agilidade nas votações e pouco ruído” são algumas das qualidades atribuídas a ele, segundo uma fonte do R7 Planalto. A presença de Pacheco no governo fortaleceria o jogo político em Minas Gerais, um estado-chave para a aliança partidária e para uma eventual candidatura de Lula à reeleição. Ao mesmo tempo, o MDB alimenta o desejo de ter Pacheco como candidato ao governo mineiro, movimento que poderia equilibrar as forças internas do partido, predominantemente alinhadas à direita em estados do Sul e do Sudeste. Exemplos dessa tendência são Ricardo Nunes, prefeito reeleito de São Paulo, e Sebastião Melo, prefeito reeleito de Porto Alegre. Imagem: Ricardo Stuckert/Presidência da República

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Produtos da ceia de Natal têm diferenças de quase 190% em São Paulo

Pesquisa do Procon levou em conta 122 itens alimentícios Diferença de até 188% nos preços dos produtos mais comuns da ceia de Natal foi constatada por pesquisa do Procon de São Paulo. O levantamento levou em conta 122 itens alimentícios pesquisados em estabelecimentos comerciais de 11 municípios paulistas, incluindo São Paulo, entre 9 e 13 de dezembro.  Na capital paulista, a maior diferença de preço encontrada foi de 126,2% no valor de um quilo de azeitonas verdes com caroço a granel – em um local o produto estava sendo vendido por R$ 69,90 e, em outro, por R$ 30,90. No interior e litoral, a maior diferença de preços foi registrada na Baixada Santista, onde a farofa pronta tradicional da Yoki (400g), custava R$ 9,49 em um local e R$ 3,29 em outro, uma diferença de 188,4%. Entre os panetones e chocotones, um dos itens mais consumidos nesta época, a maior diferença de preço na capital paulista foi 109,1%: o Panettone Frutas da Seven Boys (400g) custava R$ 22,99 em um estabelecimento e R$ 10,99 em outro. Em Bauru, no interior do estado, houve grande variação, de 142,7%, em relação ao panetone gotas de chocolate da Panco (400g), era vendido a R$ 28,89 em um estabelecimento e R$ 11,90 em outro. “Como não há tabelamento e as oscilações refletem tanto as cotações de mercado quanto a demanda, os valores podem sofrer alterações em função da data da compra, em função de descontos, ofertas e promoções. Além disso, até lojas de uma mesma rede podem praticar preços diferentes em regiões diferentes. Por isso a, recomendação é pesquisar, porque é a melhor ferramenta para economizar”, destacou o diretor executivo do Procon-SP, Luiz Orsatti Filho. Além da capital paulista, a coleta de preços foi realizada em Sorocaba, Presidente Prudente, Bauru, São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, Campinas, Jundiaí e São José dos Campos. Já no litoral, os dados foram coletados em Santos e São Vicente. A pesquisa completa pode ser vista aqui.   Fonte: Agência Brasil Foto: EBC/Arquivo

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Lei Orçamentária Anual será votada após recesso parlamentar

Informação foi divulgada pelo relator senador Angelo Coronel   A votação do projeto da Lei Orçamentária Anual de 2025 (LOA) ficará para o próximo ano. Havia a expectativa de que o projeto pudesse ser votado até amanhã, mas o relator da matéria, senador Angelo Coronel (PSD-BA), informou que seu relatório será apreciado no ano que vem “após o recesso parlamentar.” Em nota divulgada à imprensa na noite desta quinta-feira (19), Coronel disse entender a necessidade de avançar na apreciação do orçamento, mas que ainda faltam informações consolidadas sobre a matéria. “Apreciar a peça mais importante do parlamento merece cuidado e tempo”, disse, em nota divulgada na noite de ontem (19). Entre as informações pendentes, estão as relacionadas ao salário-mínimo, que “afetam significativamente despesas previdenciárias, benefícios sociais e metas fiscais, exigindo cálculos e projeções mais precisos”. A expectativa é que o Senado vote ainda nesta sexta-feira (20) outro projeto do pacote de corte de gastos do governo, Projeto de Lei (PL) 4.614/24  – que limita o ganho real do salário-mínimo aos limites do arcabouço fiscal (inflação medida pelo INPC e ganho real entre 0,6% e 2,5%) e restringe o acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC). “Além disso, a própria LDO, aprovada na quinta com centenas de emendas, encontra-se pendente de sanção e análise de possíveis vetos, o que pode alterar substancialmente as diretrizes norteadoras do orçamento”, diz a nota. Coronel disse que o objetivo do adiamento não é retardar o processo, “mas assegurar um documento que de fato retrate as prioridades nacionais, o equilíbrio das contas públicas e o compromisso com as metas de médio e longo prazos”. “Sem uma base normativa plenamente definida e um cenário fiscal delineado por todos os elementos votados e sancionados, corremos o risco de produzir uma peça orçamentária desconectada da realidade”, diz a nota. Fonte: Agência Brasil Imagem: Geraldo Magela/Agência Senado

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Orçamento adiado traz incertezas e será missão do próximo comando do Congresso

Governo nega impactos e aposta desfecho em fevereiro; especialistas apontam receio do mercado e efeitos na gestão pública   O governo entrará em 2025 sem a definição dos gastos para o ano. A negociação de pautas no Congresso, como o pacote fiscal do Ministério da Fazenda, acabou atrasando o calendário e adiou a votação do Orçamento para o ano que vem. A base aliada ao presidente Lula nega que a mudança interfira nos planos do Executivo, mas especialistas consultados pelo R7 apontam que a alteração provoca um cenário de incertezas. As situações de fragilidade passam pela economia e política, em efeitos que podem ir do impacto em políticas públicas ao receio do mercado. Do ponto de vista de Fernando Barros Júnior, professor no Departamento de Economia da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da USP, o que pesa é a indefinição. “Geram incertezas. A gente está entrando em um próximo ano em que ainda não se tem uma definição clara do Orçamento, principalmente em um cenário em que já temos um grande problema nas contas. O governo vem acumulando déficits recorrentes, tem uma dificuldade enorme de cortar gastos, tem um apetite grande por aumentar gastos, então, nesse sentido, a gente vê uma grande incerteza”, diz. “O mercado olha tudo isso com um certo receio”, complementa, em outro momento. O professor destaca que a situação interfere no que se pode esperar de 2025, mas indica que os impactos em projetos podem impedir planos mais elaborados da equipe econômica para os próximos meses. “Sem a gente ter um orçamento definido, o ano começa meio incerto em como fazer esses gastos. Por um lado, como o orçamento é para o ano todo, no começo do ano você tem um pouco mais de liberdade, o que ainda deve deixar a equipe econômica com alguma liberdade para fazer gastos. Porém, sem essa definição clara, a gente vive num mundo de incertezas e a gente não sabe o que esperar disso”, aponta. Em outra frente, o cientista político Murilo Medeiros ressalta que a falta de aprovação do Orçamento conduz o governo para executar apenas despesas provisórias, sem uma possibilidade de grandes investimentos a projetos específicos. “Isso pode afetar áreas críticas como saúde, educação e segurança pública. Também provoca imprevisibilidade na gestão pública, gerando incertezas sobre o cumprimento das metas fiscais e descontinuidade de políticas públicas”, destaca o especialista pela Universidade de Brasília. Medeiros também aponta que a situação provoca um maior custo político ao governo e pode aumentar o desgaste com o Congresso. “O adiamento vai intensificar tensões entre o Executivo e o Legislativo, principalmente na disputa sobre as prioridades orçamentárias. Tal configuração vai acelerar a reforma ministerial e a busca por espaços de poder na próxima direção da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, como a distribuição partidária nas comissões temáticas e o próprio controle da Comissão Mista de Orçamento.” Mudança no calendário O adiamento para 2025 frustrou planos dos presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). A aliados, o alagoano apontou que o adiamento pode prejudicar o funcionamento da máquina pública. Pacheco, que chegou a levantar a possibilidade de votação até mesmo no sábado para garantir todas as aprovações, também defendia um desfecho em 2024, mas amenizou impactos após a transferência. “Agora há pouco nós concluímos as votações do pacote de corte de gastos, cujos efeitos são gerados para a Lei Orçamentária. Portanto, natural que o relator e os membros da comissão tenham esse tempo, mas isso aconteceu outras vezes”, afirmou. A LOA (Lei Orçamentária Anual), que especifica gastos e despesas para o ano seguinte, é decidida em dezembro até antes do recesso parlamentar, como etapa necessária para definir o quanto será aplicado em cada área e a origem dos recursos. O atraso não é inédito, mas será transferido para o futuro comando do Congresso: tanto a Câmara quanto o Senado terão que decidir pelas novas presidências no ano que vem. Nas expectativas do líder do governo, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), a votação será concluída em fevereiro, o que deve ficar para o final do mês, pela necessidade de votação das novas mesas diretoras. O político também nega impacto nas contas do governo. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

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Vale-Pedágio obrigatório será exclusivamente eletrônico a partir janeiro, informa ARTESP

Os modelos atuais, como cartões e cupons, serão descontinuados   ​A ARTESP (Agência de Transporte do Estado de São Paulo) informa que, a partir de 1º de janeiro de 2025, o Vale-Pedágio obrigatório será exclusivamente eletrônico, utilizando TAGs. Isso significa que os modelos atuais, como cartões e cupons, serão descontinuados. A mudança foi determinada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) por meio da Resolução nº 6.024, de 3 de agosto de 2024. Dentre os objetivos da mudança estão o aumento na eficiência, melhoraria na segurança e a garantia de maior conformidade com as normas no transporte rodoviário de cargas. Além disso, visa adaptar o Vale-Pedágio obrigatório às novas tecnologias de cobrança, como o sistema de pedágio automático – Free Flow. O uso das TAGs reduz o tempo de espera nas praças de pedágio e melhorando a previsibilidade no planejamento logístico de transportadores e embarcadores, proporcionando mais segurança jurídica aos transportadores e permitindo uma fiscalização mais eficaz e eficiente do pagamento antecipado do Vale-Pedágio obrigatório. Foto: ARTESP

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Após chuva e ventos de mais de 80 km/h, SP ainda tem 320 mil locais sem energia

Só na capital, segundo o Corpo de Bombeiros, foram recebidos 111 chamados para quedas de árvores que danificaram a rede elétrica   Cerca de 320 mil locais estão sem energia elétrica em São Paulo neste sábado (21). Chuvas e ventos com rajadas de mais de 80 km/h provocaram transtornos na Grande São Paulo e em várias regiões do interior do estado na tarde e início da tarde da sexta-feira (20). Segundo a Enel Distribuição São Paulo, mais de 340 mil clientes tiveram a energia restabelecida e a companhia segue trabalhando para normalizar o serviço. As regiões mais afetadas foram as zonas oeste, leste e morte, e os municípios, Barueri e Osasco. Somente na capital, o Corpo de Bombeiros informou ter recebido 111 chamados para quedas de árvore. No bairro do Limão, na zona norte, houve desabamento de telhado de uma residência, sem registro de vítimas. Segundo o CGE , da Prefeitura de São Paulo, foram registrados 18 pontos de alagamentos, sendo 10 transitáveis e 8 intransitáveis. Cuidados na hora da chuva A Defesa Civil do Estado de São Paulo orienta: Abrigue-se em uma edificação, como um comércio, estações de trem, metrô e terminais de ônibus. No trânsito, diminua a velocidade e não atravesse áreas alagadas com enxurradas. Evite parar ao lado de árvores e estruturas metálicas frágeis. Árvores podem cair sobre a rede elétrica. Caso se depare com fio elétrico caído no chão, não se aproxime em hipótese nenhuma. Se estiver dentro do automóvel, não saia e não toque nas partes metálicas do veículo. Ligue para a Defesa Civil 199 ou Corpo de Bombeiros 193. Para registrar falta de luz A Enel orienta que os clientes priorizem os canais digitais como: – Site: www.enel.com.br; – App Enel São Paulo: disponível para iOS e Android; – WhatsApp (Elena): (21) 99601-9608  

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Banco Central eleva projeção do PIB de 2024 para 3,5%

Para 2025, estimativa de crescimento da economia brasileira também foi revisada, passando de 2% para 2,1%   O Banco Central elevou a projeção de crescimento da economia brasileira em 2024 de 3,2% para 3,5%. Para 2025, a estimativa do PIB (Produto Interno Bruto) passou de 2% para 2,1%. Os dados constam do RTI (Relatório Trimestral de Inflação), divulgado nesta quinta-feira (19) pelo Banco Central. “A revisão da projeção de crescimento anual em 2024 reflete, sobretudo, a surpresa positiva no resultado do terceiro trimestre e a revisão das séries históricas do PIB e de seus componentes”, diz o documento. O BC reiterou que, apesar das projeções mais altas, a expectativa para o ano que vem é de arrefecimento da economia. “Permanece a perspectiva de desaceleração da atividade, em razão de fatores como o maior grau de aperto esperado para a política monetária e a expectativa de um menor impulso fiscal, entre outros”, indicou. Segundo o IBGE, o PIB cresceu 0,9% no terceiro trimestre de 2024 em relação ao trimestre imediatamente anterior. Inflação O Banco Central também aumentou a projeção de inflação de 2026 de 3,3% para 3,6%. A estimativa segue o cenário de referência, que considera a trajetória de juros do relatório Focus e a evolução do dólar conforme a paridade do poder de compra. As projeções para o IPCA de 2024 e 2025 – de 4,9% e 4,5%, respectivamente – não foram alteradas na comparação com o comunicado e a ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária). Na semana passada, o colegiado decidiu aumentar a taxa Selic em 1 ponto percentual, de 11,25% para 12,25%, e sinalizar mais duas altas da mesma magnitude nas próximas reuniões. O BC também continua esperando inflação de 4% no acumulado de quatro trimestres até o segundo trimestre de 2026, horizonte relevante da política monetária.   Imagem: Fernando Frazão/Agência Brasil

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Lula está liberado para retornar a Brasília, diz equipe médica

Presidente deve realizar novos exames em cerca de 10 dias; profissionais falam que chefe do Executivo ‘está bem’   O presidente Luiz Inácio Lula da Silva realizou exames de tomografia para avaliação clínica nesta quinta-feira (19) e está liberado para voltar a Brasília. De acordo com a equipe médica, o chefe do Executivo vai voltar a realizar exames nos próximos dias e segue com a recomendação de repouso. As atividades presidenciais estão mantidas. “Ele está bem”, disse o cardiologista Roberto Kalil Filho. O chefe do Executivo deve passar o Natal e o Ano Novo na capital federal. “Ele deve ir mais tarde, a doutora Ana vai acompanhá-lo em Brasília daqui para a frente”, disse Kalil. “O resultado [do exame] foi satisfatório, extremamente satisfatório. E ele está bem”, completou, destacando que o hematoma na região da cabeça “não existe mais”. “A previsão é que, em cerca de 10 dias, a gente possa repetir os exames de imagem. Então o presidente deve passar o Natal e o Ano Novo lá em Brasília”, relatou Ana Helena Germoglio, médica da Presidência da República. Lula passou a última semana em sua residência no Alto de Pinheiros, bairro localizado na zona oeste de São Paulo. Antes disso, o presidente precisou fazer uma cirurgia de emergência para a retirada de um hematoma na cabeça. Nos dias que antecederam a internação hospitalar, o petista reclamou de dores na cabeça, o que levantou as suspeitas da equipe médica. A cirurgia foi realizada no dia 10 de dezembro e decorre do acidente doméstico sofrido em 19 de outubro, no Palácio da Alvorada, em Brasília. Na ocasião, Lula caiu no banheiro enquanto cortava as unhas dos pés. O episódio fez com que o chefe do Executivo levasse cinco pontos na região da nuca. Agora, a recomendação médica é de repouso e evitar viagens internacionais. No domingo (16), Lula recebeu alta médica. Durante e após a internação hospitalar, o presidente continuou com os despachos. Além disso, fez diversas reuniões com Fernando Haddad (Fazenda), Rui Costa (Casa Civil), Alexandre Padilha (Relações Institucionais) e José Múcio Monteiro (Defesa). A expectativa é de que o petista retorne a Brasília e faça uma reunião ministerial.   Imagem: Paulo Pinto/Agência Brasil

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Dólar dispara e alcança R$ 6,30, apesar de intervenções do Banco Central

Ibovespa se mantém estável após queda de mais de 3%, enquanto mercado reage a declarações do presidente do Fed   O dólar continua a sua escalada, atingindo a máxima de R$ 6,30 durante o pregão na desta quinta-feira (19). A moeda americana vem renovando suas máximas históricas consecutivamente, desafiando as intervenções do Banco Central (BC) do Brasil. Em uma tentativa de conter a valorização do dólar, o BC realizou um leilão de venda de dólares à vista entre 9h15 e 9h20, disponibilizando US$ 3 bilhões. Esta foi a quarta intervenção dessa natureza desde a semana passada, mas os esforços iniciais não surtiram o efeito desejado. Em resposta, o BC anunciou um novo leilão de até US$ 5 bilhões entre 10h35 e 10h40, o que ajudou a valorizar momentaneamente o real. Por volta das 11h, voltou para R$ 6,26. Declarações do Fed A persistente valorização da moeda americana é influenciada pelas declarações recentes de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (Fed). Embora o Comitê de Mercado Aberto (Fomc) tenha decidido cortar os juros em 0,25 pontos percentuais no último encontro do ano, o tom rígido adotado por Powell em seu comunicado impactou o mercado, contribuindo para a alta do dólar. Enquanto isso, o Ibovespa abriu o pregão de hoje estável, após registrar uma queda de mais de 3% na sessão anterior. O mercado segue atento às movimentações e intervenções do Banco Central, bem como às tendências globais que impactam a economia brasileira.

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Férias escolares contribuem para o aumento no número de aves que ficam presas em linhas de pipa

Só em 2024, o centro de reabilitação recebeu 130 aves feridas por linhas de pipa   Em dezembro, época de férias escolares, aumento o número de aves que ficam presas em linhas de pipa. Desses animais, cerca de 80% morrem. Só em 2024, o centro de reabilitação recebeu 130 aves feridas por linhas de pipa. Cerca de 103 morreram, 22 já foram soltas. As outras cinco ou estão em tratamento ou terão que viver em cativeiro.  

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