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PM prende quadrilha que roubava motoristas de aplicativo em Campinas

Troca do piso da quadra do Ginásio Vô Lucato tem previsão de conclusão em julho

Mais de 900 metros de linha com cerol são apreendidas em comércio de Artur Nogueira

Governo e Câmara fecham acordo para fim da 6×1 e 40 horas semanais

Flávio Bolsonaro admite cobrança a Vorcaro, mas nega crime

Anvisa adia análise de recurso da Ypê contra suspensão de produtos

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PM prende quadrilha que roubava motoristas de aplicativo em Campinas

Criminosos ligados a grupo conhecido por atacar motoristas de aplicativo foram identificados e reconhecidos pela vítima Na terça-feira (12), policiais militares do 47º Batalhão de Polícia Militar do Interior prenderam integrantes de uma quadrilha envolvida em roubo de veículo no bairro Campo Belo II, em Campinas, interior paulista. Durante patrulhamento realizavam buscas a um veículo Jeep Renegade roubado momentos antes na região, quando receberam informações irradiadas pelo COPOM (Centro de Operações da Polícia Militar) sobre as características dos envolvidos, sendo três homens e uma mulher. Ao ingressarem em uma via do bairro, os policiais localizaram três indivíduos cujas características coincidiam com as informações repassadas. Durante a abordagem, nada de ilícito foi encontrado inicialmente, porém, ao serem questionados, os criminosos confessaram participação no roubo. Segundo relato dos abordados, um dos criminosos era responsável por acionar o veículo por meio de aplicativo de transporte e esconder a chave do automóvel. Outro integrante admitiu que conduziria o veículo roubado até um local utilizado para ocultação. Já o terceiro criminoso informou que participava diretamente da abordagem à vítima e da realização de transferências bancárias via PIX. De acordo com as equipes policiais, os envolvidos possuem ligação com uma quadrilha conhecida no meio criminal por praticar roubos com o mesmo modo de ação, principalmente contra motoristas de aplicativo e condutores da região. Diante dos fatos, os criminosos receberam voz de prisão e foram conduzidos à Delegacia Seccional, onde houve reconhecimento formal por parte da vítima. A autoridade policial ratificou a prisão pelos crimes de roubo, associação criminosa e corrupção de menor, permanecendo os envolvidos à disposição da Justiça.   Foto: Divulgação/PM

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Troca do piso da quadra do Ginásio Vô Lucato tem previsão de conclusão em julho

Informação foi apresentada à Comissão de Esporte da Câmara de Limeira em vistoria realizada nesta quinta-feira (14) Na manhã desta quinta-feira, 14 de maio, a Comissão de Esporte, Cultura e Turismo da Câmara de Limeira vistoriou as obras no ginásio de esportes Fortunato Lucato Neto, o Vô Lucato. A reforma geral já foi concluída pela R. Maluf e agora a empresa Recoma iniciou a troca do piso da quadra, com previsão de finalização em julho, segundo o engenheiro da Secretaria de Obras, Vinícius Cominato. Conforme informado pelo representante da Secretaria de Obras, a ordem de serviço foi entregue a empresa Recoma, responsável pela troca do piso, no dia 7 de maio, a demolição e retirada do material da quadra já foi 100% concluída e na sexta-feira, 15 de maio, chega o material novo para que a equipe comece a montagem. A obra consiste na instalação de amortecedores, barrotes, aglomerado de madeira, lambril, lixamento, marcação da quadra para as diversas modalidades de esportes e aplicação de verniz. O prazo de conclusão é de dois meses, com previsão de finalização em julho. Em relação à reforma geral, a empresa R. Maluf já concluiu sua parte e agora está na fase de recebimento provisório e acionamento de garantia, se necessário. Nesta fase alguns ajustes são realizados, como manutenção dos chuveiros e acompanhamento de vazamentos no telhado, por exemplo. Fiscalização A Comissão de Esporte já esteve no ginásio para fiscalizar o andamento das obras em outras três diligências. Uma em outubro de 2025 e as outras duas em fevereiro, nos dias 19 e 26. Na última vistoria, Vinícius informou os vereadores que o piso não estava no contrato inicial da reforma e foi necessário realizar nova licitação. As informações sobre o edital constam neste link. As obras iniciaram em julho de 2025 e as intervenções realizadas incluíram a modernização e troca do sistema de iluminação e de ventilação, pintura interna e externa, troca de paletas de iluminação e ventilação, manutenção das grades de proteção, esquadrias e sistema hidráulico sanitário. O custo inicial da reforma foi de R$ 913 mil, mas foi necessário um aditivo de R$ 188 mil para a conclusão. Os valores foram financiados pelo Finisa e as informações gerais da Prefeitura sobre o projeto, orçamento e etapas da reforma constam neste link. A Comissão Integram o colegiado Guilherme Guido (PL), presidente; Costa Junior (Podemos), vice-presidente; e Marco Xavier (PP), secretário. As reuniões ordinárias acontecem às quintas-feira, às 8h, e as deliberações são registradas em ata. É de competência dos membros opinar sobre proposições, promover debates, seminários e ações educativas que visem a identificar problemas e propor soluções para o fortalecimento e a melhoria das políticas públicas locais nas áreas de esporte, lazer, cultura e turismo, além de fiscalizar, acompanhar e avaliar a efetividade de programas governamentais, estudar e propor políticas públicas aptas a proporcionar melhoria de qualidade de vida aos munícipes e bem-estar nessas áreas.   Foto: Câmara de Limeira

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Mais de 900 metros de linha com cerol são apreendidas em comércio de Artur Nogueira

Ação ocorreu após denúncia recebida pela Secretaria de Segurança, Trânsito e Defesa Civil A Prefeitura de Artur Nogueira, por meio da Secretaria de Segurança, Trânsito e Defesa Civil, realizou nesta semana a apreensão de aproximadamente 915 metros de linha com cerol que estavam sendo comercializados irregularmente em um estabelecimento do município. A ação aconteceu após uma denúncia informando sobre a possível venda do material, conhecido popularmente como “linha cortante”. Diante da informação, a Secretaria acionou a Fiscalização de Posturas e a Guarda Civil Municipal para averiguação. No local, a equipe constatou a comercialização irregular da linha com cerol. Conforme prevê a legislação municipal vigente, especialmente a Lei nº 2.943/09 e o Decreto Municipal nº 88/19, todo o material foi apreendido e o responsável pelo estabelecimento notificado para cessar imediatamente a atividade. A Secretaria reforçou que, em caso de reincidência, poderão ser aplicadas multas e demais medidas previstas em lei. A Prefeitura de Artur Nogueira alertou que o uso e a comercialização de linhas com cerol representam grave risco à população, especialmente motociclistas, ciclistas, pedestres e crianças, podendo causar acidentes graves e até fatais. As denúncias podem ser realizadas pelos canais oficiais do município através da Guarda Civil Municipal: 153; e a Ouvidoria Municipal (WhatsApp apenas mensagens de texto): (19) 3827-9710.   Foto: Divulgação/Prefeitura de Artur Nogueira

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Governo e Câmara fecham acordo para fim da 6×1 e 40 horas semanais

Deputados e ministros do governo Lula se reuniram nesta quarta-feira Ministros do governo Lula e lideranças da Câmara dos Deputados acordaram, nesta quarta-feira (13), que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da escala 6×1 deve contar com descanso remunerado de dois dias por semana, por meio da escala 5×2, além de reduzir a jornada semanal das atuais 44 para 40 horas. Ficou acordado também que, além da PEC, será aprovado o projeto de lei (PL) com urgência constitucional enviado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para dar celeridade à pauta. No caso do PL, ficou definido que ele vai tratar de temas específicos de algumas categorias, além servir para ajustar a atual legislação à nova PEC. “Estabelecemos que o encaminhamento da PEC será pela redução da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas, com dois dias de descanso, sem redução salarial. Nós queremos também fortalecer as convenções coletivas para que elas possam tratar das particularidades de cada setor”, informou o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB). Além de Motta, participaram da reunião o relator da PEC, deputado Leo Prates (Republicanos-BA), junto com outros membros da Comissão Especial que debate o tema, além dos ministros do Trabalho, Luiz Marinho, do Planejamento, Bruno Moretti, e das Relações Institucionais, José Guimarães. O ministro do Trabalho Luiz Marinho comentou que o Brasil caminha “a passos largos” para aprovar a PEC no Parlamento “e delegando, para o projeto de lei, as especificidades para complementar a PEC”, de forma a valorizar a negociação coletiva e para que “as coisas fiquem redondas para trabalhadores e trabalhadoras, e também para todos os empresários”. A Comissão Especial que analisa o tema se comprometeu a votar o parecer da PEC relatado por Leo Prates no dia 27 de maio, com o tema seguindo para o plenário no dia 28 de maio. Se aprovado na Câmara, o tema segue para análise do Senado A Comissão analisa duas PEC, uma do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), e outra da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), que vinham pedindo a redução da jornada para 36 horas semanais, além do fim da escala 6×1. O governo defende votar o tema nas duas Casas ainda neste semestre, sem regra de transição, para que tenha efeito imediato. O tema foi a reivindicação principal dos atos do dia do trabalhador deste ano, o 1º de maio. Se aprovada a mudança, o Brasil se soma ao México, Colômbia e Chile como mais um país da América Latina a reduzir a jornada de trabalho na atual década.   Fonte: Agência Brasil Foto: Douglas Gomes/CD Presidência

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Flávio Bolsonaro admite cobrança a Vorcaro, mas nega crime

Senador disse que relação com banqueiro preso é “patrocínio privado” O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato a presidente da República, admitiu ter mantido contato por quase um ano com o banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, período durante o qual articulou um apoio de R$ 134 milhões para a realização de um filme sobre a vida de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.  O caso foi revelado nesta quarta-feira (13) em uma reportagem do portal The Intercept Brasil. Em nota, Flávio Bolsonaro confirmou o pedido de recurso e a relação com Vorcaro, mas destacou tratar-se de uma questão privada.   “É preciso separar os inocentes, dos bandidos. No nosso caso, o que aconteceu foi um filho, procurando patrocínio PRIVADO para um filme PRIVADO sobre a história do próprio pai. Zero de dinheiro público. Zero de lei Rouanet. Conheci Daniel Vorcaro em dezembro de 2024, quando o governo Bolsonaro já havia acabado, e quando não existiam acusações nem suspeitas públicas sobre o banqueiro. O contato é retomado quando há atraso no pagamento das parcelas de patrocínio necessárias para a conclusão do filme”, disse o parlamentar na manifestação, horas após a publicação da matéria. Ainda na nota, Flávio Bolsonaro nega ter combinado qualquer vantagem indevida no trato com o banqueiro. “Não ofereci vantagens em troca. Não promovi encontros privados fora da agenda. Não intermediei negócios com o governo. Não recebi dinheiro ou qualquer vantagem. Isso é muito diferente das relações espúrias do governo Lula e seus representantes com Vorcaro. Por isso, reitero, CPI do MASTER JÁ”, completou. Após a nota, um vídeo de Flávio repetindo os mesmos argumentos também está sendo divulgado nas redes sociais. Nessa gravação, ele diz que Vorcaro parou de honrar com as parcelas pendentes do patrocínio e informa que havia um contrato assinado a respeito desses repasses prometidos. Áudio revelado Ao revelar o envolvimento entre Flávio e Vorcaro, a reportagem do Intercept divulgou um áudio do próprio senador que menciona a importância do filme sobre o pai e a necessidade do envio dos recursos para pagar “parcelas para trás”.   “Apesar de você ter dado a liberdade de a gente te cobrar, eu fico sem graça de ficar te cobrando. É porque está em um momento muito decisivo aqui do filme e, como tem muita parcela para trás, cara, está todo mundo tenso e fico preocupado com o efeito contrário com o que a gente sonhou para o filme”, disse o senador na mensagem trocada com o banqueiro. A reportagem revela também, com base em outras mensagens de WhatsApp vazadas, bem como em documentos e comprovantes bancários, que parte do valor teria sido pago entre fevereiro e maio de 2025. Prisão As últimas conversas entre ambos, reveladas pela reportagem, datam do início de novembro do ano passado, um período crítico para o Banco Master e Vorcaro. Pouco mais de uma semana depois dessa troca de mensagens, o Banco Central decretou a liquidação do Master e a Polícia Federal (PF) prendeu o banqueiro em um dos desdobramentos da operação sobre fruades financeiras. Atualmente, ele está preso na Superintendência da PF em Brasília e negocia um possível acordo de delação premiada. O filme estaria sendo realizado por uma produtora no exterior, com atores e equipes estrangeiros, e tem previsão de ser lançado ainda este ano. Segundo a matéria, o apoio envolveu transferências internacionais de uma empresa controlada por Vorcaro a um fundo dos Estados Unidos gerido por Paulo Calixto, advogado do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio.   Fonte: Agência Brasil Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

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Anvisa adia análise de recurso da Ypê contra suspensão de produtos

Recurso será analisado na próxima sexta-feira (15) A diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) adiou nesta quarta-feira (13) a análise do recurso apresentado pela Química Amparo, responsável pela marca Ypê, contra a suspensão da fabricação, venda e uso de produtos da marca. Na abertura da 8º Reunião Ordinária, o diretor-presidente da Anvisa, Leandro Safatle, anunciou a retirada do recurso da pauta de votação. O item voltará a ser analisado pela diretoria na próxima sexta-feira (15).  Safatle afirmou que a Anvisa e a empresa têm realizado reuniões técnicas para “mitigação dos riscos sanitários”. A previsão, segundo o presidente, é que a empresa apresente nesta quinta-feira (14) medidas para correção das irregularidades encontradas na fábrica. De acordo com Safatle, em fiscalização realizada em abril deste ano, as equipes da Anvisa, em conjunto com o Centro de Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo e a Vigilância Municipal de Amparo, encontraram 76 irregularidades na unidade, como a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em mais de 100 lotes.  O presidente da agência reguladora manteve o alerta para que os consumidores não utilizem os lotes terminados em 1, por causa de contaminação. “Reiteramos a recomendação de não utilização dos produtos listados na Resolução 1.834/2026 e de buscar o serviço de atendimento da empresa”, disse. Em nota, a Ypê informou que está em colaboração com a Anvisa “na busca por uma solução definitiva para a situação envolvendo a suspensão da venda, comercialização e uso dos seus lava-roupas líquido, lava-louças líquido e desinfetantes com lotes de fabricação final 1, conforme dispõe a RE 1.834/2026”. Representantes da empresa se reuniram ontem com diretores da agência “e apresentaram uma atualização do plano de ação com a evolução do seu processo fabril, reafirmando sua observância integral às recomendações pontuadas pela Anvisa”. “A empresa está apresentando informações detalhadas e laudos técnicos de microbiologia com verificações realizadas nos processos, bem como a análise de risco para o consumidor”, disse a empresa, acrescentando que solicitou a manutenção da suspensão até que todas as medidas estejam concluídas. Sobre a reunião, a Anvisa informou, também em um comunicado divulgado ontem, que a fábrica de Amparo intensificou “o trabalho para atender a 239 ações corretivas elencadas pela Ypê, com o objetivo de cumprir as exigências da vigilância sanitária. As medidas consideram também inspeções realizadas em 2024 e 2025”. Participaram da reunião o diretor-presidente, Leandro Safatle; o diretor Daniel Pereira, responsável pela supervisão da fiscalização; o presidente da Ypê, Waldir Beira Júnior, e COO da empresa, Jorge Eduardo Beira. Entenda o caso No último dia 7, a Anvisa suspendeu fabricação, comercialização e distribuição de lotes de produtos da marca Ypê com numeração final 1. A lista inclui detergente, sabão líquido para roupas e desinfetantes. A agência informou ter verificado “descumprimentos relevantes em etapas críticas do processo produtivo, o que inclui falhas nos sistemas de garantia da qualidade, produção e controle de qualidade”. Um dos principais problemas é a  presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa, que é resistente a antibióticos e pode causar uma série de problemas em pessoas imunocomprometidas, desde infecção urinária a infecção respiratória em pessoas que têm problemas de pulmão crônicos, como enfisema, ou em pessoas submetidas a tratamento com cateter na veia. A empresa recorreu da decisão e a fabricação e comercialização dos produtos passaram a ficar liberados. No entanto, a Ypê não retomou a produção ainda. >> Veja os produtos com os lotes que terminam com o número 1: Lava Louças Ypê Clear Care Lava Louças com enzimas ativas Ipê Lava Louças Ypê Lava Louças Ypê Clear Care Lava Louças Ypê Toque Suave Lava Louças concentrado Ypê Green Lava Louças Ypê Clear Lava Louças Ypê Green Lava Roupas líquido Tixan Ypê Combate Mau Odor Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Cuida das Roupas Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Antibac Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Coco e Baunilha Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Green Lava Roupas Líquido Ypê Express Lava Roupas Líquido Ypê Power ACT Lava Roupas Líquido Ypê Premium Lava Roupas Tixan Maciez Lava Roupas Tixan Primavera Desinfetante Bak Ypê Desinfetante de uso geral Atol Desinfetante Perfumado Atol Desinfetante Pinho Ypê Lava roupas Tixan Power ACT   Fonte: Agência Brasil Foto: Divulgação/Ipê

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Henrique Vorcaro é preso na 6ª fase da operação Compliance Zero

Agentes da própria Polícia Federal também são alvos da ação O empresário Henrique Vorcaro, pai do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, foi preso na manhã desta quinta-feira (14) pela Polícia Federal (PF), na 6ª fase da Operação Compliance Zero. Agentes da corporação também estão entre os alvos da ação. Em nota, a corporação informou que o objetivo da operação é aprofundar as investigações de organização criminosa suspeita de praticar condutas de intimidação, coerção, obtenção de informações sigilosas e invasões a dispositivos informáticos. Policiais federais cumprem, ao todo, sete mandados de prisão preventiva e 17 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), nos estados de São Paulo, do Rio de Janeiro e de Minas Gerais. Também foram determinadas ordens de afastamento de cargos públicos e de sequestro e bloqueio de bens. Ainda de acordo com a PF, estão sendo investigados os crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa, invasão de dispositivos informáticos e violação de sigilo funcional. Compliance Zero Na 5ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada na última quinta-feira (7), policiais federais cumpriram um mandado de prisão temporária e 10 mandados de busca e apreensão. O senador Ciro Nogueira (PP-PI), ex-ministro da Casa Civil do governo Bolsonaro, está entre os investigados. Já na 4ª fase, deflagrada em 16 de abril, foram presos, em caráter preventivo, o ex-presidente do banco público do Distrito Federal Paulo Henrique Costa e o advogado Daniel Monteiro, apontado como operador jurídico-financeiro do esquema fraudulento montado pelo banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master, que está detido desde o início de março. Nas quatro primeiras fases da Compliance Zero, a PF cumpriu 96 mandados de busca e apreensão em seis unidades federativas (Bahia, Distrito Federal, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo). A pedido da própria corporação e do Ministério Público, a Justiça determinou o sequestro ou o bloqueio de bens patrimoniais de suspeitos até o limite de R$ 27,7 bilhões e o afastamento dos investigados de eventuais cargos públicos.   Fonte: Agência Brasil Foto: Reprodução/LinkedIn @HenriqueVorcaro

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Categorias de base do Guarani recebem orientação sobre antidoping

As categorias de base Sub-14, Sub-15, Sub-17 e Sub-20 participaram, nesta segunda-feira (11), da palestra “Educação Antidopagem: da Teoria à Prática”, realizada com foco na conscientização e orientação dos atletas sobre os procedimentos e a importância do controle antidoping no esporte. A ação educacional contou com a presença do Dr. Fernando Solera, presidente da Comissão de Controle de Doping da Federação Paulista de Futebol (FPF), membro do Comitê Médico da FPF e representante do Comitê Olímpico do Brasil (COB) e da FIFA, além do Dr. Lucas Berard, dentista do esporte que também atua na área de controle de dopagem. Solera ressaltou a importância de falar sobre o assunto com os jovens, “é muito importante a Federação Paulista de futebol e a CBF recebem esse convite com muita honra de poder falar para os garotos da importância dos cuidados que eles devem ter com medicação e com substâncias proibidas. O Guarani mostra a construção de um futuro limpo ao nos trazer aqui”, disse. A atividade foi dividida em dois momentos. Inicialmente, os atletas acompanharam uma apresentação em slides, com explicações teóricas sobre as normas, responsabilidades e procedimentos relacionados ao antidoping no futebol. Na sequência, os jogadores participaram de uma dinâmica prática com o Dr. Lucas Berard, utilizando o Kit Lockcon, vivenciando na prática como funciona o processo de controle antidoping. Durante a prática, Lucas Berard destacou os cuidados com medicamentos considerados corriqueiros e que podem, mesmo sem a intensão, realizar a autodopagem. “O doping involuntário é o mais recorrente. E dentro desse contexto, a automedicação acaba sendo um risco grande. Então, a orientação é que os atletas e seus pais sempre procurem o médico do clube antes, ele sim pode dizer qual remédio tomar sem risco de prejudicar a carreira do jovem”, afirmou. Por fim, Leandro Micaela, médico das categorias de base bugrina reforçou a mensagem aos Crias da Tribo. “Toda medicação que o atleta for tomar aqui dentro do clube, tem que ser avaliada pela nossa equipe. O objetivo é que não ocorra um doping é acidental desse garoto”, finalizou.   Foto: Reprodução/Guarani

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Operação combate sonegação de mais de R$ 2,5 bi no setor de plásticos em SP

Iniciativa da PGE-SP, Fazenda e Ministério Público busca combater fraudes fiscais no setor de plásticos e conta com participação de Receita Federal A Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo (PGE-SP), a Secretaria da Fazenda e Planejamento (Sefaz-SP) e o Ministério Público de São Paulo participam, nesta quinta-feira (14), de uma operação para desarticular um esquema usado para sonegar mais de R$ 2,5 bilhões no mercado de plásticos. A operação cumpre mandados de busca e apreensão em 14 municípios do estado de São Paulo. A sonegação aconteceria por meio da utilização de empresas de fachada, emissão de notas fiscais “frias”, lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio. O Cira-SP é formado pela Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo (PGE-SP), Secretaria da Fazenda e Planejamento (Sefaz-SP) e Ministério Público de São Paulo. A apuração identificou três grupos empresariais distintos, que teriam se utilizado de pelo menos 60 empresas de fachada para gerar créditos tributários falsos, por meio da emissão de notas fiscais inidôneas. O esquema bilionário blindava os destinatários, que se aproveitavam desses créditos para a redução artificial do pagamento de seus tributos estaduais e federais (ICMS, IPI, PIS COFINS e IR). A operação conta com a atuação da Receita Federal e da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. Além disso, há apoio do Gaeco e das polícias Civil e Militar. Batizada de “Refugo”, a operação cumpre 46 mandados de busca e apreensão em 48 endereços, localizados em residências, empresas e escritórios ligados aos investigados. As diligências ocorrem simultaneamente em 14 municípios do estado de São Paulo: 2 em Arujá, 8 em Barueri, 1 em Bertioga, 9 em Caieiras, 2 em Cotia, 4 em Franco da Rocha, 1 em Guarulhos, 1 em Itapevi, 2 em Itupeva, 3 em Jundiaí, 3 em Santana de Parnaíba, 3 em São Bernardo do Campo, 8 em São Paulo e 1 Sertãozinho. Como funcionava a fraude O esquema criminoso era operado por meio de três fluxos: Fluxo das mercadorias (real): produtos saíam diretamente de importadores, indústria de resina plástica e intermediários para indústrias de plástico e grandes recicladoras. Fluxo das notas fiscais (fictício): empresas de fachada e interpostas emitiam sucessivas notas fiscais frias entre si até alcançar as empresas beneficiárias do esquema, conferindo aparência de legalidade às operações. Os créditos tributários fictícios eram apropriados pelos beneficiários finais; Fluxo financeiro: os valores pagos pelas empresas beneficiárias eram redistribuídos entre operadores, intermediários, empresas patrimoniais e pessoas físicas vinculadas ao grupo criminoso. As investigações identificaram, ainda, que recursos provenientes do esquema eram utilizados para pagamento de despesas pessoais de empresários e pessoas ligadas aos beneficiários finais, incluindo pacotes turísticos, clubes náuticos, lojas de vinhos, além de bens imóveis e móveis de luxo. A análise da documentação apreendida, em meio físico e digital, terá por objetivo coletar provas do envolvimento das pessoas associadas para o cometimento da fraude fiscal, bem como a possível prática de outros crimes, de forma a responsabilizá-los nas esferas tributária e criminal. Participaram da operação mais de 530 agentes públicos.   Foto: Governo de São Paulo/Divulgação

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Aeroporto de Americana passa por obras e amplia capacidade

O Aeroporto Municipal de Americana “Augusto de Oliveira Salvação” está recebendo obras de infraestrutura e modernização voltadas à ampliação da capacidade operacional do espaço. Os trabalhos tiveram início neste mês com os serviços de terraplanagem para o alargamento da pista de pouso e decolagem. Com a nova estrutura, o aeroporto passará a ter autorização para operar aeronaves da aviação geral até o código 2C, incluindo modelos ATR42. O investimento estimado na primeira etapa é de R$ 16 milhões, provenientes do Fundo Nacional da Aviação Civil (FNAC), vinculado ao Ministério de Portos e Aeroportos. A ordem de serviço foi assinada em 2025 pelo prefeito Chico Sardelli e pelo então ministro Silvio Costa Filho. Os recursos para a execução das obras foram intermediados pelo deputado federal Cezinha de Madureira, com indicação do vereador Levi Rossi. No ano passado, foram desenvolvidos os projetos executivos e realizada a aprovação junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A autorização para o início das obras foi emitida no final de abril deste ano. “Americana dá um passo importante com o investimento na infraestrutura e modernização do Aeroporto Municipal, permitindo receber aeronaves de maior porte. Essa conquista representa, sem dúvida, um avanço para o desenvolvimento econômico da cidade e região. Agradecemos ao Ministério de Portos e Aeroportos, bem como ao deputado Cezinha e ao vereador Levi, pelo apoio e confiança em nosso trabalho e em nossa cidade e região”, disse o prefeito Chico Sardelli. A primeira etapa das obras contempla o alargamento da pista de pouso e decolagem, recuperação da faixa de pista (taxiway) e do pátio de aeronaves, drenagem, implantação de áreas de segurança (RESAs), novo balizamento luminoso, sinalização horizontal e vertical, farol iluminado e biruta. Também será implantado o sistema visual indicador de rampa de aproximação (PAPI) nas duas cabeceiras, permitindo operações noturnas. As obras serão executadas pelo Consórcio Aeroporto Americana, vencedor da licitação, formado pelas empresas Talude Construções S.A. e Converd Construção Civil Ltda. A Secretaria de Obras e Serviços Urbanos (Sosu) da Prefeitura de Americana acompanha e fiscaliza a execução dos serviços. “O Aeroporto está em uma localização estratégica e as obras de ampliação e modernização trarão muitos benefícios e apoio ao polo comercial, promovendo o desenvolvimento de toda a região”, afirmou o secretário de Obras e Serviços Urbanos, Adriano Alvarenga Camargo Neves.   Foto: Prefeitura de Americana

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