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Quase 900 trabalhadores desaparecem após fortes inundações atingirem hidrelétricas no Nepal

Homem é preso com mais de meio quilo de drogas em Rio Claro

Quedas e queimaduras são maior causa de internação de crianças

Entenda como aumentar os passos diários é tão eficaz quanto treino aeróbico no controle da asma

Prefeitura de Hortolândia propõe reduzir jornada de psicólogos sem corte salarial

Inscrições para concursos da Prefeitura de Limeira entram na reta final

Tag: Ultimas

Quase 900 trabalhadores desaparecem após fortes inundações atingirem hidrelétricas no Nepal

Equipes especializadas da Índia e da China foram mobilizadas para ajudar nas buscas; dezenas de trabalhadores podem estar presos em túneis e canteiros de obras. Quase 900 trabalhadores nepaleses que atuavam em projetos de construção de usinas hidrelétricas estão desaparecidos após as fortes inundações que atingiram regiões próximas à fronteira entre o Nepal e a China. Segundo informações reunidas pela Associação de Produtores Independentes de Energia do Nepal, aproximadamente 361 trabalhadores já foram resgatados. As equipes de emergência continuam procurando os demais funcionários, muitos deles sem contato desde o início do desastre. A inundação repentina provocou uma série de estragos em dezenas de projetos hidrelétricos instalados na região. Além das estruturas destruídas ou danificadas, trabalhadores ficaram isolados em canteiros de obras e túneis, dificultando ainda mais as operações de resgate. Diante da dimensão da tragédia, o governo do Nepal pediu ajuda internacional. Especialistas em resgate em túneis da Índia e da China foram enviados ao país para auxiliar as equipes nepalesas nas buscas e na retirada dos trabalhadores que podem estar presos. As primeiras equipes dos dois países chegaram ao Nepal neste sábado (29), e novos grupos de apoio devem ser enviados nos próximos dias. O ministro das Relações Exteriores do Nepal, Shisir Khanal, afirmou que a participação dos países vizinhos representa uma ajuda especializada diante das dificuldades encontradas pelas equipes locais. As inundações também provocaram um forte impacto no setor de geração de energia do Nepal. De acordo com a Autoridade de Eletricidade do país, pelo menos 12 projetos hidrelétricos que já estavam em funcionamento ficaram inoperantes. Outros 15 empreendimentos que ainda estavam em fase de construção também foram atingidos pelas enchentes. Além das perdas materiais e dos prejuízos para o setor energético, o principal desafio neste momento é localizar os trabalhadores desaparecidos e alcançar áreas que continuam de difícil acesso. As autoridades nepalesas mantêm as operações de busca e resgate enquanto equipes nacionais e internacionais trabalham para chegar aos locais mais afetados pelo desastre. (Renan Isaltino) Foto: arquivo P.V Fonte: Reuters

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Homem é preso com mais de meio quilo de drogas em Rio Claro

Na noite desta sexta-feira (28), a Polícia Militar (PM) informou que prendeu um homem em flagrante por tráfico de drogas no bairro Parque Mãe Preta, em Rio Claro (SP). Durante patrulhamento, policiais militares visualizaram uma motocicleta estacionada em frente a uma residência, com a chave no contato e o portão aberto. Ao se aproximarem, observaram um indivíduo no corredor que, ao perceber a presença policial, correu para o interior do imóvel. Durante a averiguação, foram localizados no quintal dois pés de maconha, cuja propriedade foi assumida pelo morador. Questionado, o homem informou que havia mais entorpecentes e materiais em seu quarto e indicou aos policiais o local onde estavam armazenados. Segundo o registro, ele assumiu a responsabilidade pelo material e declarou que realizava a mistura, o preparo e o armazenamento das drogas para posterior comercialização. Ao todo, foram apreendidos 355 microtubos de cocaína, 35 gramas de cocaína a granel, 143 porções de crack e dois pés de maconha, além de uma balança de precisão e R$ 62 em dinheiro. Considerando os pesos informados no registro, as drogas totalizaram 578 gramas. A ocorrência foi apresentada no Plantão Policial, onde a autoridade policial ratificou a prisão em flagrante do responsável pelos entorpecentes, que permaneceu preso à disposição da Justiça. Outro homem conduzido durante a ocorrência foi ouvido e liberado. O preso possuía antecedentes por tráfico de drogas e receptação, ambos registrados em 2024.   Foto: Divulgação/PM

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Quedas e queimaduras são maior causa de internação de crianças

Em 2025 foram mais de 80 mil internações até os 14 anos de idade As quedas e queimaduras foram as causas mais comuns de internação de crianças e adolescentes até os 14 anos de idade no Brasil, em 2025. Foram mais de 55 mil internações por quedas, ou 43,4% do total para essa faixa etária, e mais de 25 mil internações por queimaduras, 19,6% do total. Os dados, compilados pelo Projeto Criança Segura, da ONG Aldeias Infantis SOS, foram retirados diretamente do DataSUS, repositório de dados que reúne as notificações em saúde no país. Em 2025, ocorreram mais de 1,6 milhão de hospitalizações de pessoas no país por acidentes, consideradas todas as faixas de idade. Crianças e adolescentes até os 14 anos de idade responderam por 162 mil dessas internações, 9,7% do total, sendo que 128,5 mil, 79,3% do total, mapeadas pelo Projeto Criança Segura. A cada mês, em 2025, 10,7 mil crianças e adolescentes até os 14 anos de idade foram hospitalizadas em decorrência de acidentes no Brasil, com maior incidência nos estados de São Paulo, com 19.837 (15,4%), Minas Gerais, com 12.183 (9,5%) e Paraná, com 10.708 (8,3%). As menores incidências foram nos estados do Amapá, 468 (0,4%), Roraima 543 (0,4%) e Sergipe, com 297 hospitalizações, 0,2%. Quando ponderados em relação à população, os dados mostram uma realidade um pouco diferente. O Pará teve a maior taxa de internações, correspondendo a 120 hospitalizações por 100 mil habitantes. Segundo colocado, o Tocantins teve taxa de 113, e o Maranhão de 102 por 100 mil habitantes em 2025. No outro extremo estão os estados do Rio de Janeiro, com taxa de 43 hospitalizações por 100 mil, o Rio Grande do Norte, com taxa de 39 por 100 mil, e Sergipe, com taxa de 13 por 100 mil. “Os resultados demonstram que quedas, queimaduras, sinistros de trânsito, intoxicações, sufocações e afogamentos continuam figurando entre as principais causas de internação infantil no Brasil. Investir em ambientes seguros, educação preventiva e fortalecimento de políticas públicas significa reduzir hospitalizações, sequelas permanentes e óbitos evitáveis”, destaca o relatório. Outras causas Os acidentes de trânsito estão em terceiro lugar das causas de internações por acidentes, com 12,6 mil ocorrências (9,9%), concentrados na faixa dos 10 aos 14 anos (50,4%) e com presença importante na faixa dos 5 aos 9 anos (32,3%). Na sequência, houve 4,2 mil casos de intoxicações (3,3%), sendo que 37,7% desses acidentes com crianças de 1 a 4 anos, e 31,2% em crianças de 5 a 9 anos. Com menor incidências estão a sufocação, com 644 ocorrências (0,5%), acometendo em maior grau as crianças de 1 a 4 anos (49,1%); os afogamentos, com 261 casos (0,2%), concentrados também com crianças de 1 a 4 anos (71,6%), e acidentes com armas de fogo, com 70 situações (0,1%). Ao comparar 2025 com os dois anos anteriores, o relatório observou uma tendência de crescimento nas internações hospitalares de crianças e adolescentes até 14 anos, decorrentes de acidentes. O aumento foi de 2,2% em 2024 em relação a 2023, e de 5,4%, em 2025, em relação a 2024. As categorias em que houve mais aumentos foram intoxicações, com aumento de 19,7% na comparação 2024/2025, sufocação, 10,8%, e queimaduras, 7,4%. Os acidentes com armas de fogo foram a única categoria em que houve redução de ocorrências, na ordem de 13,6%, também com certa tendência de redução. O aumento consolidado de hospitalizações de crianças e adolescentes no triênio 2023 a 2025 foi de 9.221 casos: 7,7%. Educação O relatório foi taxativo ao colocar as campanhas educativas e uma maior atenção aos pequenos como decisivas para diminuir os índices. A estimativa é que mais de 90% dos acidentes com esse público sejam evitáveis, e o uso de celulares aparece como um elemento importante. A desatenção dos cuidadores é apontada como um fator decisivo para os aumentos recentes em ocorrências.   Fonte: Agência Brasil Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Entenda como aumentar os passos diários é tão eficaz quanto treino aeróbico no controle da asma

Ensaio clínico realizado na USP demonstrou que as duas abordagens não farmacológicas melhoram a qualidade de vida e aliviam sintomas respiratórios e de ansiedade a médio prazo Para pessoas que sofrem com asma moderada a grave, aumentar o número de passos diários pode ser tão eficaz para o controle da doença quanto suar a camisa em sessões estruturadas de treinamento aeróbico. É o que revela um estudo liderado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e publicado na revista Pulmonology. A pesquisa demonstrou que as duas abordagens melhoram a qualidade de vida, aliviam sintomas de ansiedade e depressão e mantêm a asma sob controle a médio prazo, oferecendo aos médicos e pacientes alternativas mais flexíveis e acessíveis de tratamento não farmacológico. O artigo é fruto do doutorado do fisioterapeuta David Halen Araújo Pinheiro, desenvolvido na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP) em colaboração com a Unidade de Doenças de Vias Aéreas da Divisão de Pneumologia do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas (HC) da FM-USP. O grupo recebeu apoio da FAPESP (projetos 21/03745-3, 24/00263-6, 21/04198-6 e 18/17788-3) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). “Em um estudo anterior, vimos que, se um paciente caminha 7.500 passos por dia, ele já tem um melhor controle clínico da asma”, afirma Pinheiro, atualmente pós-doutorando do Laboratório de Investigação em Fisioterapia e Exercício (Liffe) do HC-FM-USP, com bolsa da FAPESP. De 480 pacientes convidados a fazer parte do novo estudo, 52 ingressaram no programa após triagem. As intervenções duraram dois meses e uma reavaliação foi feita quatro meses depois. Para participar da pesquisa, os voluntários com diagnóstico de asma moderada a grave não controlada deveriam estar até então inativos (praticando menos de 150 minutos de atividade física moderada a vigorosa por semana), recebendo tratamento médico por ao menos seis meses, clinicamente estáveis (sem exacerbação nos últimos 30 dias) e não ser fumantes. Antes de iniciar o programa, os participantes assistiram a uma aula educacional presencial, com tópicos como fisiopatologia da asma, uso correto da medicação e benefícios da prática de atividade física. Por sorteio, os voluntários foram divididos em dois grupos. Um deles passou a frequentar duas vezes por semana o HC para um treinamento aeróbio em esteira ergométrica com orientação profissional por 45 minutos. O segundo grupo frequentou o HC uma vez por semana, para sessões de até 90 minutos, a fim de receber orientações, aconselhamentos e incentivos para aumento da prática de atividade física, com caminhadas e estabelecimento de metas semanais. Os membros desse grupo receberam no período um relógio inteligente (smartwatch) para a contagem dos passos. Ambas as intervenções duraram oito semanas. Os parâmetros de atividade física, controle clínico da asma, qualidade de vida e sintomas de depressão e ansiedade foram medidos em três momentos: antes do início da pesquisa (basal), logo após concluídas as oito semanas de intervenção (pós-intervenção) e quatro meses depois (follow-up). Nas três etapas de avaliação, que duraram sete dias e sete noites, os voluntários usaram um acelerômetro na cintura durante o dia, para medir os passos, e outro no punho à noite, para verificar a qualidade do sono. Os profissionais que fizeram as avaliações não estavam diretamente envolvidos no estudo e não sabiam em qual dos grupos o paciente estava. Baixa qualidade de vida As pessoas com asma que integraram a pesquisa tinham entre 18 e 65 anos. A maioria era de mulheres com sobrepeso ou obesidade grau 1 e apresentava sintomas de ansiedade e depressão, além de baixa qualidade de vida, escrevem os autores do artigo. Os voluntários dos dois grupos tiveram menos sintomas respiratórios e mantiveram o benefício quatro meses após o término. “Ambas as intervenções são benéficas para o paciente e proporcionam um melhor controle clínico da doença. E, em nosso resultado, nenhuma das estratégias se sobressaiu à outra”, ressalta Pinheiro. “Entretanto, o treinamento aeróbio requer um aparato maior e precisa ser supervisionado. Já com uma simples caminhada, ao aumentar o número diário de passos, o paciente tende também a controlar a doença e obter outros benefícios, como, por exemplo, a melhora da qualidade de vida e a redução dos sintomas de ansiedade e depressão.” Após concluídos os dois meses de uma intervenção ou de outra, os pesquisadores ficavam quatro meses sem entrar em contato com os pacientes e só então os chamavam para follow-up. “Fizemos isso para não influenciar e deixar que seguissem a vida cotidiana”, conta o pesquisador. “Depois dos quatro meses, muitos pacientes do grupo do treinamento aeróbio contaram que entraram na academia para fazer esteira e os pacientes do grupo da intervenção comportamental mantiveram a caminhada no dia a dia”, diz. Nem todos, porém. A variação climática (de tempo frio para o quente ou vice-versa) foi apontada como o principal motivo para a descontinuidade das atividades. “Observamos que, no grupo de treinamento aeróbio, o número de passos aumentou em comparação com o momento basal e decaiu no follow-up. O mesmo ocorreu no grupo de intervenção comportamental, embora nos dois casos os números tenham ficado acima do registrado antes da intervenção.” No grupo de treinamento aeróbio, no pós-intervenção houve um aumento em média de 1.537 passos por dia, em relação ao momento inicial. No follow-up desse grupo, o aumento foi menor: ficou em 983 passos. Já no grupo da intervenção comportamental, o número de passos diários logo após os dois meses de programa teve aumento de 1.126. Quatro meses depois, o número foi para 996. “Isso foi uma curiosidade que notamos. Depois de quatro meses, o número de passos registrados pelo grupo da intervenção comportamental foi um pouco maior do que o do treinamento aeróbio.” Pinheiro ressalta, no entanto, que em seu protocolo o paciente deve fazer uso contínuo da medicação, como preconizado pela organização internacional Iniciativa Global para a Asma (Gina). “Tanto o treinamento aeróbio como a intervenção são um complemento da medicação. Não podemos jamais parar de fazer uso do tratamento que o médico prescreve”, afirma o pesquisador.   Foto: Divulgação/Governo de São Paulo

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Prefeitura de Hortolândia propõe reduzir jornada de psicólogos sem corte salarial

Na semana em que foi celebrado o Dia do Psicólogo, prefeito Zezé Gomes anuncia envio à Câmara de projeto que reduz de 40 para 30 horas semanais a jornada dos profissionais, sem redução salarial; quando aprovada, medida começa a valer em janeiro de 2027 O prefeito Zezé Gomes anunciou nesta sexta-feira, 28 de agosto, que encaminhará, na próxima semana, à Câmara Municipal, o projeto de lei que altera a jornada de trabalho dos servidores municipais ocupantes do cargo de psicólogo. Pela proposta, a carga horária será reduzida de 40 para 30 horas semanais, sem qualquer redução salarial, com previsão de início da nova jornada a partir de 1º de janeiro de 2027. O anúncio foi feito durante reunião com psicólogos da Prefeitura, realizada no Salão Nobre do Palácio dos Migrantes “Angelo Augusto Perugini”, em um encontro marcado pela emoção de quem acompanha há anos uma luta que, agora, começa a encontrar seu desfecho. Também participaram da reunião a secretária municipal de Governo, Ieda Manzano, e o vereador Paulo Pereira Filho. “Vocês que realizam um belíssimo trabalho em nossa cidade, cuidando da mente das pessoas, agora, terão mais qualidade, inclusive, para se cuidarem. Sem dúvida essa redução da jornada de trabalho é uma vitória de todos”, destacou o prefeito Zezé Gomes. A medida é resultado de uma construção que exigiu diálogo e responsabilidade. Antes de anunciar a decisão, a Prefeitura realizou estudos de impacto financeiro para avaliar a viabilidade da mudança. A partir desse trabalho, o Governo Municipal concluiu que será possível atender a uma reivindicação histórica da categoria sem comprometer o equilíbrio das contas públicas. Pela proposta, os atuais servidores ocupantes do cargo de psicólogo terão a jornada reduzida para 30 horas semanais, ficando assegurada a manutenção da remuneração correspondente. Atualmente, Hortolândia conta com cerca de 50 psicólogos municipais. A Prefeitura também trabalha com a expectativa de realizar um novo concurso público para ampliar o quadro de profissionais. “Mais do que uma alteração na quantidade de horas trabalhadas, a medida reconhece as particularidades de uma profissão que lida diariamente com histórias, sentimentos, conflitos e diferentes formas de sofrimento. No serviço público, os psicólogos atuam diretamente com situações de vulnerabilidade e demandas que exigem elevado grau de responsabilidade técnica, atenção permanente e sensibilidade”, destacou o prefeito. Para a secretária de Governo, Ieda Manzano, a mudança também representa uma decisão estratégica para a gestão de pessoas. Segundo ela, Hortolândia vinha enfrentando dificuldades para manter profissionais justamente porque a jornada praticada pelo município não era suficientemente competitiva em relação a outras cidades. “A consequência dessa realidade ia além dos limites da administração pública. A saída frequente de servidores prejudicava a continuidade do atendimento e exigia novos processos de seleção, treinamento e adaptação. Em uma área na qual a confiança é parte fundamental do cuidado, a rotatividade também poderia comprometer a construção do vínculo entre profissional e paciente. Com a adequação da jornada de trabalho, constitui-se uma medida estratégica de gestão de pessoas para tornar Hortolândia mais competitiva na atração e na retenção desses profissionais”, afirmou Ieda. A luta pela redução da jornada não acontece apenas no município. A categoria também busca, em Brasília, junto ao Congresso Nacional, uma mudança em âmbito nacional. Em Hortolândia, entretanto, o caminho construído ao longo dos anos agora chega a uma etapa tão aguardada por todos os psicólogos. O vereador Paulo Pereira Filho, que participou das tratativas, lembrou que a reivindicação é antiga e destacou que o resultado representa uma vitória para toda a categoria — e, principalmente, para a população, que depende de um serviço público cada vez mais qualificado e humanizado. Entre os profissionais, o anúncio foi recebido como o reconhecimento de uma caminhada. A psicóloga municipal Marcia Fialho Gomes agradeceu ao prefeito pela confirmação do encaminhamento do projeto à Câmara e relembrou a trajetória de luta dos servidores pela redução da jornada. Também destacou a atenção da secretária Ieda Manzano e o papel do vereador Paulo Pereira Filho na interlocução entre os profissionais e a Prefeitura. “Agradeço o prefeito por essa maravilhosa notícia que é dada para a nossa categoria, que há anos lutamos por essa redução. Agradeço a secretária Ieda pela atenção e cuidado com que o tema foi trabalhado. Agradeço também o vereador que sempre esteve pronto para ajudar nessa intermediação entre os profissionais e a Prefeitura. Um dia muito feliz”, afirmou Marcia. “Para quem passou anos defendendo que cuidar também exige tempo, a espera começa, enfim, a dar lugar a uma nova realidade. A partir de 2027, os psicólogos municipais de Hortolândia terão mais tempo para si — e, com isso, ainda mais condições para continuar cuidando dos outros”, finalizou Zezé.   Foto: Divulgação/Prefeitura de Hortolândia

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Inscrições para concursos da Prefeitura de Limeira entram na reta final

Certames oferecem vagas em diferentes áreas da administração municipal; prazo termina nesta segunda-feira (31) Quem pretende disputar uma das 248 vagas oferecidas pela Prefeitura de Limeira nos concursos públicos nº 01/2026 e nº 02/2026 precisa ficar atento ao prazo. As inscrições podem ser realizadas até segunda-feira (31), para cargos de níveis fundamental, médio, técnico e superior. Os editais contemplam diferentes áreas da administração municipal, com destaque para setores essenciais como Segurança Pública e Educação. Entre os cargos com maior número de oportunidades estão merendeiro escolar (50 vagas), guarda civil municipal (25 vagas) e professor de educação infantil (25 vagas). Também há vagas para profissionais das áreas de Saúde, Administração, Assistência Social, Obras, Meio Ambiente, Cultura, Tecnologia e Engenharia, além de diversos serviços operacionais. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo site da Avança SP, banca organizadora dos concursos. Os certames também preveem cadastro reserva, que poderá ser utilizado para futuras convocações durante o período de validade. Serviço Concursos Públicos nº 01/2026 e nº 02/2026 Inscrições: até 31 de agosto, pelo link: https://avancasp.selecao.net.br/   Foto: Divulgação/Prefeitura de Limeira

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Programa de renegociação de dívidas termina nesta segunda-feira (31)

Iniciativa atende consumidores com renda de até cinco salários mínimos Prorrogado no início de agosto, o Novo Desenrola Brasil, programa do governo federal voltado à renegociação de dívidas bancárias, termina na próxima segunda-feira (31).  A iniciativa permite que pessoas físicas com débitos em atraso tenham acesso a descontos e condições de pagamento diferenciadas para regularizar a situação financeira. O programa atende consumidores com renda mensal de até cinco salários mínimos, atualmente equivalente a R$ 8.105, e tenham dívidas contratadas até 31 de janeiro de 2026, com atraso entre 91 dias e dois anos. O prazo, que terminaria em 2 de agosto, foi prorrogado até o fim deste mês. Não há previsão de uma nova extensão. A modalidade voltada às famílias renegociou, até o início da última semana de agosto, cerca de 5,03 milhões de dívidas. Os débitos somavam originalmente R$ 26,33 bilhões e, após os acordos, foram reduzidos para aproximadamente R$ 5,27 bilhões. Quem pode participar A modalidade Desenrola Famílias é destinada a pessoas físicas com renda mensal de até cinco salários mínimos. Além do critério de renda, a dívida precisa atender às regras do programa. Podem ser incluídos débitos: Contratados até 31 de janeiro de 2026; Com atraso entre 91 dias e dois anos; Registrados em instituição financeira participante. A própria instituição financeira verifica se o consumidor e a dívida atendem aos critérios, utilizando informações disponíveis em seus sistemas e no Sistema de Informações de Crédito (SCR) do Banco Central. Quais dívidas entram O programa contempla modalidades de crédito que costumam apresentar taxas de juros elevadas. Entre as operações que podem ser renegociadas estão: Cartão de crédito rotativo ou parcelado; Cheque especial; Crédito pessoal sem consignação em folha; Empréstimos pessoais utilizados para consolidar outras dívidas. A inclusão do débito, porém, depende da análise e da participação da instituição financeira responsável pela operação. Desconto O percentual de desconto varia conforme o tipo de crédito e o período de atraso. Para dívidas do rotativo do cartão de crédito e do cheque especial, os abatimentos podem chegar a 90%. Tempo de atraso Cartão rotativo e cheque especial (desconto) Crédito direto ao consumidor e parcelamento do cartão (desconto) 91 a 120 dias 40% 30% 121 a 150 dias 45% 35% 151 a 180 dias 50% 40% 181 a 240 dias 55% 45% 241 a 300 dias 70% 60% 301 a 360 dias 85% 75% 1 a 2 anos 90% 80% Fonte: Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte O desconto é aplicado sobre a dívida conforme as regras da operação. Dessa forma, nem todos os consumidores terão direito ao abatimento de 90%. Condições Quando a renegociação é feita por meio de uma nova operação de crédito, o programa estabelece condições específicas: Juros máximos de 1,99% ao mês; Prazo de até 48 meses; Parcela mínima de R$ 50; Limite de até R$ 15 mil por beneficiário em cada instituição financeira; Primeira parcela em até 35 dias; Possibilidade de desconto sobre a dívida original; Garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO). Na prática, o novo crédito substitui os débitos elegíveis por uma operação com condições definidas dentro dos limites do programa. Como fazer Não existe uma plataforma única do governo para formalizar a renegociação. O consumidor deve procurar diretamente a instituição financeira onde a dívida está registrada. O atendimento pode ser feito, conforme os canais disponibilizados por cada banco, pelo aplicativo, internet banking, site, telefone, WhatsApp ou agência física. Durante a negociação, a instituição informa se o débito é elegível e apresenta as condições disponíveis. Entre as instituições que participam da iniciativa estão Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Itaú, Bradesco, Santander e Nubank. Nome sai do cadastro A retirada da dívida dos cadastros de inadimplentes não ocorre simplesmente com a assinatura do acordo. Nas renegociações realizadas por meio da nova operação de crédito, a instituição financeira deve providenciar a retirada da dívida após o pagamento da primeira parcela. O consumidor, portanto, precisa cumprir as condições previstas no contrato para manter a regularização. FGTS pode ser usado Uma das possibilidades previstas no programa é usar recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para amortizar ou quitar a dívida renegociada. Podem ser usados recursos de contas ativas e inativas, com prioridade para as contas inativas. O trabalhador pode utilizar o valor que for maior entre: Até R$ 1 mil; ou Até 20% do saldo disponível no FGTS. A utilização depende da contratação da operação e da autorização do trabalhador, além dos procedimentos com a instituição financeira. Para autorizar o uso do saldo, o trabalhador deve acessar o aplicativo FGTS, consultar o valor disponível e permitir o compartilhamento da quantia com o banco responsável pela dívida. Depois da autorização, os bancos têm prazo de até 30 dias para formalizar o contrato com a Caixa Econômica Federal, que fará a transferência do valor diretamente à instituição financeira. Banco é obrigado a renegociar? Não. A participação das instituições financeiras é voluntária. Mesmo quem atende aos critérios de renda e tem uma dívida que se enquadra nas regras só poderá renegociá-la pelo programa se o banco ou financeira responsável tiver aderido à iniciativa e oferecer a operação. E quem está em dia? O Novo Desenrola também possui uma modalidade diferente para consumidores que não estão inadimplentes. O Desenrola Adimplente é destinado a pessoas que mantêm os pagamentos em dia, mas desejam reduzir o custo de empréstimos já contratados. A proposta é substituir operações mais caras por um novo crédito com condições mais favoráveis antes que o consumidor entre em atraso. O programa também contempla regras específicas para outros públicos, como estudantes com dívidas do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), produtores rurais e micro e pequenas empresas. Formalização O prazo de 31 de agosto vale para a formalização do acordo, não para a entrada do pedido. Como a instituição financeira precisa verificar a elegibilidade da dívida e apresentar as condições da operação, a recomendação é iniciar o atendimento antes do último dia do prazo. O consumidor também deve comparar as condições oferecidas, conferir o valor total a ser

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Dia Nacional de Combate ao Fumo: 7 mitos e verdades sobre o tabagismo

Este sábado (29) é marcado pelo Dia Nacional de Combate ao Fumo, data criada para ampliar a conscientização sobre os danos causados pelo tabaco e reforçar a importância da prevenção e do tratamento para quem deseja parar de fumar. Em Jundiaí, quem quer deixar o cigarro, tanto o convencional quanto o eletrônico (vape), pode contar com o Programa de Assistência Intensiva ao Tabagista (PAIT). O acompanhamento é gratuito e aberto a qualquer pessoa residente no município. Em alusão à data, a Prefeitura de Jundiaí preparou 7 mitos e verdades para auxiliar neste processo. Confira: 1) Parar de fumar não é uma tarefa fácil mesmo. Verdade. Não é só sobre querer parar: é um combo neurológico e comportamental. A nicotina provoca dependência química no cérebro, que pede mais tragadas, ao mesmo tempo em que o ato de fumar também passa a fazer parte da rotina e fica associado a situações como o cafezinho, o consumo de álcool e momentos de estresse. Parar de fumar é um processo que passa por todas essas camadas. 2) “Se eu decidir parar de fumar, vou precisar tomar medicamentos.” Mito. No PAIT, a abordagem é individualizada e pode incluir acompanhamento profissional, apoio psicológico e mudanças de hábitos. Em alguns casos, medicamentos podem ser indicados para ajudar a controlar os sintomas de abstinência e o impulso de fumar, sempre com avaliação de um profissional de saúde. 3) Fumar vape é mais inofensivo do que fumar cigarro tradicional. Mito. Segundo a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT), o aerossol a partir do aquecimento de líquidos dentro do vape pode eliminar substâncias químicas irritantes e tóxicas. Entre os problemas associados aos vapes, estão alterações na função pulmonar e danos à saúde bucal, como maior ocorrência de cáries e inflamações das gengivas. Uma das frentes de atuação do PAIT, inclusive, são palestras periódicas em escolas estaduais do município para orientar jovens, um dos públicos mais adeptos do dispositivo. 4) “Fumo há muito tempo, agora não adianta mais parar.” Mito. Segundo pesquisas, dentro de algumas horas sem receber a fumaça e suas toxinas, o pulmão é capaz de começar a se recobrar. E um estudo publicado na revista médica “Respirology” indica que, 15 dias depois de cessado o tabagismo, os cílios e flagelos recuperam suas funções. Em 12 meses sem cigarro, o risco de ter uma doença cardíaca já reduz bastante. 5) O cigarro também é um problema ecológico. Verdade. As bitucas estão entre os resíduos mais descartados no ambiente e seus filtros são feitos de acetato de celulose, um tipo de plástico que se degrada lentamente. Quando descartadas incorretamente, podem chegar a ruas, rios e outros cursos d’água, liberando microfibras plásticas, nicotina e outras substâncias tóxicas no ambiente. 6) O cigarro afeta pessoas que não fumam também. Verdade. A fumaça ambiental contém substâncias tóxicas e pode afetar pessoas que convivem com fumantes, especialmente em ambientes fechados. Além disso, resíduos da fumaça podem permanecer em roupas, móveis e outras superfícies. 7) Parar de fumar é uma jornada solitária. Mito. No PAIT, cada turma participa de oito encontros semanais, que formam um espaço de acolhimento, escuta e troca de experiências entre pessoas que estão passando pelo mesmo processo. O telefone do PAIT é (11) 4589-0161 (WhatsApp) e as turmas para o mês de setembro já estão abertas, com grupos no Núcleo Integrado de Saúde (NIS) e na Biblioteca Municipal Prof. Nelson Foot.

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Bandeira tarifária de energia permanece amarela em setembro

É o quinto mês consecutivo com adicional na conta de luz A bandeira tarifária permanecerá amarela em setembro, informou nesta sexta-feira (28) a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Será mantido o acréscimo nas contas de luz, no próximo mês, para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN). O custo adicional da bandeira é de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos. É o quinto mês consecutivo com a bandeira amarela. Segundo a Aneel, a manutenção da bandeira se deve ao período seco no Brasil, o que leva a uma geração hidrelétrica menor, devido ao menor nível dos reservatórios, e ao acionamento de usinas termelétricas, com custo mais elevado. “A sinalização reflete condições menos favoráveis de geração de energia no país, com necessidade de utilização de fontes de geração com custos mais elevados”, disse a Aneel. A agência reguladora ressaltou a necessidade do uso consciente da energia elétrica. “Pequenas mudanças de hábito podem contribuir para reduzir o consumo e ajudar no controle dos gastos com a conta de luz”, recomenda. Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em cores, as bandeiras indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas residências, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias. As cores das bandeiras tarifárias são definidas a partir da previsão de variação do custo da energia em cada mês. Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, não há nenhum acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre acréscimo a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumido. Os valores cobrados são os seguintes: bandeira amarela, com condições de geração menos favoráveis, a tarifa sofre acréscimo de R$ 1,88 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos; bandeira vermelha, no Patamar 1, com condições mais custosas de geração, a tarifa sofre acréscimo de R$ 4,46 para 100 quilowatt-hora kWh consumido; bandeira vermelha, no Patamar 2, as condições de geração são ainda mais custosas, com a tarifa sofrendo acréscimo de R$ 7,87 para cada 100 quilowatt-hora kWh consumido.   Fonte: Agência Brasil Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil

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Painel do CPAT Campinas reúne vagas de emprego em diferentes áreas com salários de até R$ 4,9 mil

Entre os destaques estão oportunidades para farmacêutico e técnico de segurança do trabalho; painel também reúne 74 vagas para auxiliar de limpeza A Secretaria de Trabalho e Renda da Prefeitura de Campinas, por meio do Centro Público de Apoio ao Trabalhador (CPAT), disponibiliza, nesta quinta-feira, 27 de agosto, vagas de emprego com salários de até R$ 4.926,52. Entre os destaques do painel estão oportunidades para farmacêutico, técnico de segurança do trabalho e desenhista industrial gráfico. O painel reúne oportunidades em diferentes áreas e níveis de escolaridade. Além das oportunidades com maiores salários, há funções com grande volume de postos disponíveis, como auxiliar de limpeza, com 74 vagas, leitor de hidrômetro, com 40, e operador de caixa em farmácia, com 35. “É importante que o trabalhador acompanhe o painel de vagas regularmente, já que novas oportunidades podem surgir para quem busca uma recolocação, a primeira experiência profissional ou uma mudança de área”, destacou o secretário municipal de Trabalho e Renda, Paulo Sérgio de Andrade. Confira as vagas com maiores salários Farmacêutico: 4 vagas – exige ensino superior – salário de R$ 4.926,52; Técnico de segurança do trabalho: 1 vaga – exige ensino técnico – salário de R$ 4.900,00; Técnico de segurança do trabalho: 1 vaga – exige ensino técnico – salário de R$ 3.800,00; Desenhista industrial gráfico: 1 vaga – exige ensino médio – salário de R$ 3.500,00; Encarregado de hortifrutigranjeiros: 1 vaga – exige ensino médio – salário de R$ 3.494,00. Confira as vagas com maior número de oportunidades Auxiliar de limpeza: 74 vagas – exige ensino fundamental – salário de R$ 1.980,00; Leitor de hidrômetro: 40 vagas – exige ensino médio – salário de R$ 2.250,00; Operador de caixa (farmácia): 35 vagas – exige ensino médio – salário de R$ 2.104,69; Ajudante de carga e descarga de mercadoria: 26 vagas – exige ensino fundamental – salário de R$ 2.063,50; Operador de caixa: 25 vagas – exige ensino médio – salário de R$ 2.338,00. Como se informar sobre as vagas e se candidatar   Os interessados podem consultar e se candidatar às vagas por meio do aplicativo da Carteira de Trabalho Digital, pelo portal Emprega Brasil ou presencialmente em uma das unidades do CPAT ou dos Agiliza Campo Grande e Ouro Verde. As vagas estão sujeitas a alterações ao longo do dia, conforme o preenchimento pelas empresas contratantes. Unidade CPAT Centro – https://cpat.campinas.sp.gov.br/ Postos Agiliza Campo Grande e Agiliza Ouro Verde – https://campinas.sp.gov.br/sites/agiliza/agiliza-campinas-unidades Portal Emprega Brasil – https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/sistema-nacional-de-emprego-sine/portal-emprega-brasil Aplicativo Carteira de Trabalho Digital – baixar o aplicativo no celular Serviço  CPAT Centro – Avenida Campos Sales, 427 – Centro Agiliza Ouro Verde – Rua Armando Frederico Renganeschi, 61 – Jardim Cristina Agiliza Campo Grande – Rua Manoel Machado Pereira, 902 – Parque Valença   Foto: Divulgação/Prefeitura de Campinas

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