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Tag: Saude

Saúde de Limeira orienta sobre prevenção à hanseníase

Neste ano, o município registrou seis novos casos da doença A Prefeitura de Limeira, por meio da Secretaria de Saúde, inicia 2025 com a campanha de conscientização Janeiro Roxo, voltada ao enfrentamento da hanseníase. A iniciativa visa alertar a população sobre os sintomas, diagnóstico e tratamento da doença, causada pelo bacilo de Hansen. A hanseníase é uma doença infectocontagiosa que afeta principalmente a pele e os nervos, podendo evoluir para deformidades e incapacidades permanentes caso não seja tratada de forma adequada. A transmissão ocorre pelas vias respiratórias, por meio das gotículas eliminadas no ar ao falar, tossir ou espirrar. Já a prevenção envolve o diagnóstico precoce, o tratamento adequado e o acompanhamento dos familiares dos pacientes. Em janeiro, as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) irão desenvolver ações para conscientizar a população sobre os sinais e sintomas da hanseníase. No dia 18, por exemplo, a UBS Campo Belo fará busca ativa na área de abrangência da unidade. Os principais sinais da hanseníase incluem: – Manchas avermelhadas, esbranquiçadas ou amarronzadas na pele; – Perda ou diminuição da sensibilidade ao calor, dor e tato nas áreas da pele afetadas – Sensação de formigamento ou dormência; – Queda de pelos, especialmente nas sobrancelhas; – Ressecamento da pele e ausência de suor; – Dor e sensação de choque ao longo dos nervos dos braços e pernas, fisgadas e agulhadas; – Inchaço nas mãos e nos pés. – Nos casos mais graves: diminuição da força muscular, úlceras nas pernas e nos pés, nódulos avermelhados e doloridos. Prevenção e Diagnóstico A principal medida preventiva é o diagnóstico precoce e o tratamento imediato dos pacientes. A campanha enfatiza a importância da procura pelo profissional de saúde ao identificar qualquer sintoma. E ainda, orienta sobre a necessidade de investigação de pessoas que convivem ou já conviveram com os pacientes diagnosticados. Tratamento O tratamento da hanseníase dura de 6 meses a 1 ano, é gratuito e oferecido pela rede municipal de saúde. O serviço de referência para o atendimento a pacientes com hanseníase é a Policlínica, que dispõe de ambulatório médico, especialistas, fisioterapeutas e medicamentos. Dados Epidemiológicos Em 2024, Limeira registrou seis novos casos de hanseníase.  

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Dengue: Brasil registrou pelo menos 16 mortes por dia causadas pela doença em 2024

Mais de 6,6 milhões de casos prováveis e quase seis mil mortes foram registradas em todo o território brasileiro   A dengue não é uma doença nova para os brasileiros, mas a população precisou redobrar a atenção para os cuidados preventivos e com os sintomas em 2024. Do começo do ano até metade de dezembro, mais de 6,6 milhões de casos prováveis e quase seis mil mortes (5.987) foram registradas em todo o território brasileiro. Segundo dados do painel de monitoramento do ministério da Saúde, foram mais de 16 mortes por dia. O ano já começou com números elevados de casos. Ainda no primeiro mês, o Distrito Federal declarou estado de emergência no âmbito da saúde pública. A mesma situação chegou a 11 unidades federativas com emergência decretada no momento de alta dos casos. Foram 411 mil casos em janeiro, e fevereiro teve um salto para mais de um milhão, chegando no ápice em março, com 1,747 milhão. Abril iniciou um período de queda que foi até setembro, com uma leve subida em outubro e novembro.  Segundo Rivaldo Cunha, secretário-adjunto da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do ministério, a elevação drástica do número de casos e a antecipação do pico da doença foram causados, principalmente, pelas mudanças climáticas. Outro fator que contribuiu para a doença, se acordo com Cunha, foi a não retomada do trabalho feito por agentes de controle de endemias que foi suspensa durante a Covid-19. “Durante a pandemia, houve a suspensão por orientação do SUS e dos dirigentes do SUS em todas as instâncias para a suspensão do trabalho casa a casa que era feito pelos agentes de controle de endemias. Em algumas localidades, infelizmente, esse trabalho não foi retomado passada a pandemia ao mesmo padrão que tinha anteriormente”, explica. O recorde de casos prováveis registrados em um ano foi batido em março, quando o país chegou a 1.889 milhões de diagnósticos. O ano com mais casos confirmados anteriormente era 2015, com 1.688.688. A série histórica das estatísticas do Ministério da Saúde sobre a dengue começou em 2000. O Ministério da Saúde criou o COE Dengue (Centro de Operações de Emergência contra a dengue) em fevereiro para coordenar as medidas contra a doença no país. Na época, a ministra Nísia Trindade disse que a medida tinha o intuito de ser uma mobilização nacional contra a dengue. O centro teve as atividades encerradas em julho, e o monitoramento continuou sendo feito pela Sala Nacional de Arboviroses. Para Cunha, o atraso na organização da rede assistencial para o combate à dengue foi feita depois do esperado. “E sendo tardia, em algumas localidades, ela foi um pouco complexa para além do que nós esperávamos”, destaca. “A intensidade da mudança climática e a antecipação da ocorrência dos casos contribuíram para que também houvesse um retardo na organização da rede assistência”, completa o secretário. De acordo com boletins do Ministério da Saúde, o Brasil registrou 163 mortes em janeiro, 227 em fevereiro, 601 em março, 1.082 em abril e teve o ápice em maio, com 1.344 óbitos. A partir daí, os registros entraram em queda até setembro, mês com 191 mortes, e voltaram a subir em outubro. Segundo a pasta, o maior registro de mortes não coincide com o pico da doença por causa da demora na confirmação do óbito, que pode ser investigado por até 60 dias. Antes de 2024, o ano com mais mortes por dengue no país tinha sido 2023, quando 1.179 pessoas perderam a vida pela doença. Esse número foi superado em 10 de abril. Vacinação O Ministério da Saúde incorporou a vacina contra dengue em dezembro de 2023, e a primeira remessa de imunizantes chegou ao país em 20 de janeiro, com cerca de 750 mil doses. O público-alvo foi de crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, por serem o grupo com maior quantidade de hospitalizações, atrás somente dos idosos. A vacina, porém, não foi autorizada para este público, apenas para quem tem entre quatro e 60 anos de idade. Até 21 de novembro, 2.792 milhões de doses foram aplicadas pelo SUS (Sistema Único de Saúde), sendo que 5.563 milhões foram recebidas. São Paulo foi o estado que mais administrou o imunizante, com 726 mil doses distribuídas. A vacina distribuída é a Qdenga, desenvolvida pela farmacêutica japonesa Takeda. Ela é tetravalente — fornece proteção contra os quatro sorotipos — e pode ser aplicada em quem ainda não teve a doença. O Instituto Butantan solicitou à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) o registro de um imunizante brasileiro chamado de Butantan-DV. Caso seja aprovado, a vacina será a primeira do mundo em dose única. Ainda segundo o Instituto, a produção poderá fornecer cerca de 100 milhões de doses ao Ministério da Saúde nos próximos três anos. Cenário atual São Paulo é a unidade da Federação com mais mortes registradas em 2024, com 2.026, seguida por Minas Gerais (1.113), Paraná (729), Distrito Federal (440) e Goiás (416). Somados, os quatro estados e o DF acumulam 78% do total de óbitos. Com relação à incidência da doença, o Distrito Federal é a unidade da Federação com a maior taxa, com 9.909,5 casos por 100 mil habitantes. Minas Gerais, Paraná, São Paulo e Goiás aparecem em seguida, somando 77% do número absoluto de casos. A faixa etária que mais registra casos de dengue é a de 20 a 29 anos, com 1,2 milhão de casos, o que representa quase um em cada cinco casos. Na separação por gênero, as mulheres são a maioria a contrair a doença (55%).   Foto: Reprodução/Agência Brasil

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Brasil aumentou em 8% coleta de células-tronco de medula óssea

Entre janeiro e novembro deste ano, 431 células foram disponibilizadas O Sistema Único de Saúde (SUS) tem registrado aumento do número de coleta de células de medula óssea nos últimos anos. Até novembro de 2024, o total de células-tronco de medula óssea destinadas à doação chegou a 431, número 8% maior do que o registrado em todo o ano anterior (398). Em 2022 foram disponibilizadas 382 células-tronco. Aumentou também o número de novos doadores, passando de 119 mil em 2022 para 129 mil, entre janeiro e novembro de 2024, segundo o Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome). “Paralelamente, o número de receptores cadastrados cresceu significativamente, saltando de 1.637 em 2022 para 2.201 em 2023 e chegando a 2.060 até novembro de 2024”, informa o Ministério da Saúde. Segundo a pasta, o avanço se deve a um esforço conjunto do Ministério da Saúde, de hemocentros e hemonúcleos estaduais, ao promoverem campanhas de conscientização e cadastramento de doadores e receptores. Além disso, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) tem contribuído com a qualificação dos cadastros, fidelização de doadores e suporte por meio de diversos canais de atendimento. Cabe ao Inca coordenar as ações técnicas do Redome – entidade que tem o terceiro maior registro de doadores voluntários de medula óssea do mundo (o maior entre aqueles com financiamento exclusivamente público), com mais de 5,9 milhões de doadores cadastrados. Aplicativo Redome “Uma ferramenta importante no processo de cadastro é o aplicativo Redome. Por meio dele, doadores podem acessar informações sobre a doação, localizar hemocentros, realizar o pré-cadastro e acompanhar todas as etapas até a inclusão definitiva no sistema. O app também gera uma carteirinha de doador”, informou o Ministério da Saúde. As autoridades ressaltam que o transplante de medula óssea é procedimento essencial para o tratamento de doenças graves do sangue e do sistema imunológico, como leucemias, linfomas, aplasia de medula, síndromes de imunodeficiência e mielomas múltiplos. “Ele substitui a medula óssea doente ou deficitária por uma saudável, sendo fundamental no tratamento de cerca de 80 doenças”, diz o ministério ao alertar que a maior parte dos pacientes, no entanto, não encontra doador compatível na família. “A probabilidade depende de diversos aspectos genéticos e de etnia, mas essa chance aumenta significativamente quando doador e paciente pertencem à mesma população”, detalha a pasta ao informar que, no Brasil, estima-se que 70% a 75% dos pacientes que têm um doador compatível identificam esse doador por meio do Redome. Como buscar doadores A primeira etapa da busca por contabilidade de doadores é feita entre familiares do paciente. Não havendo compatibilidade, inicia-se uma busca por meio de registros de doadores no Brasil e no exterior. “A equipe do Redome utiliza tecnologias avançadas para cruzar informações genéticas e identificar possíveis doadores, que são contactados para confirmação de disponibilidade e realização de exames complementares”, diz o ministério.. Como ser um doador O candidatos a doadores de medula óssea precisam ter entre 18 e 35 anos, mas o cadastro permanece ativo até os 60 anos. É necessário que o doador esteja em boas condições de saúde e sem doenças impeditivas. O doador precisa apresentar documento oficial com foto e comparecer ao hemocentro mais próximo para a coleta de uma amostra de 10 ml de sangue para exame de compatibilidade genética (HLA).   Fonte: Agência Brasil Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

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Prefeitura de Limeira divulga dicas para identificar os agentes de controle de zoonoses e de endemias

Com a chegada do período de chuvas, os agentes de controle de zoonoses e de endemias da Prefeitura de Limeira seguem o trabalho de orientação e de busca-ativa de criadouros do Aedes aegypti -mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. Nas visitas às residências e demais imóveis, os agentes estarão vestidos com camiseta azul e identificados com o crachá da prefeitura. Antes de abrir o portão, o morador deve solicitar e conferir o crachá de identificação do agente. Em caso de dúvida, a entrada não deve ser autorizada. Nessa situação, a orientação é entrar em contato com a Divisão de Controle de Zoonoses pelos telefones: 3441-3548 / 3451-3546.   Itens de identificação dos agentes de controle de zoonoses e de endemias: Crachá com foto, nome completo, cargo e brasão do município; Camiseta azul, com logo da dengue na frente (círculo vermelho), brasão da prefeitura na manga e as inscrições Prefeitura Municipal de Limeira/D.V.Z/Secretaria Municipal de Saúde nas costas. Sobre a camiseta, podem estar usando colete azul mais escuro. Em dias mais frios, podem vestir blusa de agasalho azul-marinho, seguindo o mesmo padrão da camiseta. O que fazem os agentes de controle de zoonoses e de endemias: Fornecem orientação sobre prevenção à dengue aos moradores; Inspecionam ralos, vasos de planta e demais objetos que possam acumular água; Pedem ao morador o visto de realização da visita na planilha de trabalho. O que os agentes não estão autorizados a fazer: Solicitar cartões bancários; Tirar foto dos moradores; Cobrar o pagamento de multas ou solicitar qualquer quantia em dinheiro.   Imagem: Prefeitura de Limeira

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Covid-19: saiba como fica vacinação de idosos no calendário anual

Gestantes também foram incluídas no Calendário Nacional de Vacinação O Ministério da Saúde atualizou a estratégia de vacinação contra a covid-19 e a inclusão de idosos e gestantes no Calendário Nacional de Vacinação está entre as principais novidades. As grávidas deverão ser imunizadas com uma dose a cada gestação e os idosos receberão uma dose a cada seis meses. Além disso, o esquema vacinal primário para crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade, que já constava do calendário anual, passará a ser com três doses da vacina da Pfizer. Ainda, o governo incluirá o imunizante da Zalika Farmacêutica no Programa Nacional de Imunizações (PNI), para pessoas com mais de 12 anos. As novas orientações já foram enviadas para as secretarias de Saúde de todos os estados e do Distrito Federal. O informe técnico com as atualizações foi publicado nesta semana na página do Ministério da Saúde. Grupos prioritários Além da vacinação de rotina das crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade, idosos com 60 anos ou mais e gestantes, o Ministério da Saúde vacina outros grupos especiais, periodicamente, em qualquer sala de vacina. São eles: – Pessoas imunocomprometidas; – Pessoas vivendo em instituições de longa permanência; – Indígenas vivendo fora e em terra indígena; – Ribeirinhos; – Quilombolas; – Puérperas; – Trabalhadores da saúde; – Pessoas com deficiência permanente; – Pessoas com comorbidades; – Pessoas privadas de liberdade; – Funcionários do sistema de privação de liberdade; – Adolescentes e jovens cumprindo medidas socioeducativas; – Pessoas em situação de rua. A recomendação é de uma dose a cada seis meses para imunocomprometidos e a cada ano para os demais grupos, independentemente do número de doses prévias de vacinas contra covid-19. Imunizantes Os imunizantes em uso na rede pública do Brasil são a Spikevax, da Moderna; a Comirnaty, da Pfizer; e a vacina da Zalika Farmacêutica. A indicação para cada uma depende da idade e do histórico de vacinação prévia do indivíduo, bem como do estoque disponível. A vacina da Zalika, segundo o Ministério da Saúde, tem vantagens logísticas como o alto prazo de validade e a facilidade para o transporte e armazenamento, já que pode ser conservada em temperatura entre 2°C e 8°C. Ela será utilizada no Brasil para indivíduos com 12 anos ou mais, faixa etária aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Já os imunizantes da Pfizer e Moderna estão liberados para toda a população a partir dos 6 meses de idade. De acordo com a pasta, para as crianças com menos de 12 anos, será distribuída a vacina da Pfizer. As crianças que iniciarem o esquema com essa vacina deverão receber três doses do imunizante, com intervalos de quatro semanas entre a primeira e a segunda dose; e de oito semanas entre a segunda e terceira dose. Já as crianças que iniciaram o esquema com a vacina da Moderna devem concluir o esquema de duas doses com esse mesmo imunizante, com intervalo de quatro semanas entre a primeira e a segunda dose.   Fonte: Agência Brasil Imagem: Rovena Rosa/Agência Brasil

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Dia D mobiliza população contra dengue neste sábado (14)

Objetivo é prevenir a proliferação do mosquito Aedes aegypt no país O Dia D de Mobilização contra a Dengue, programado para este sábado (14), terá ações em todo o Brasil. O objetivo é conscientizar a população para prevenir a proliferação do mosquito Aedes aegypt, que transmite o vírus causador da doença. Somente este ano, o Brasil registrou mais de 6,6 milhões de casos prováveis e 5.915 mortes pela doença já foram confirmadas. O número de óbitos é cinco vezes maior do que o registrado em 2023. A ministra da Saúde, Nísia Trindade, participa de ação no bairro do Caju, no Rio de Janeiro, e outras autoridades irão a Macapá, São Luis, Fortaleza, Goiás, Belo Horizonte, Salvador, Ceilândia, no Distrito Federal e Cariacica, no Espírito Santo. De acordo com o secretário adjunto de Vigilância em Saúde e Ambiente, Rivaldo Cunha, este é um momento crucial para evitar que o cenário deste ano se repita em 2025: “Como estamos chegando no período em que as chuvas voltam a ocorrer com maior intensidade, o mosquito também aumenta a sua proliferação. Este é o momento de prevenir uma potencial epidemia que poderia acontecer em janeiro ou fevereiro” O secretário adjunto também explica que as mudanças climáticas levaram à elevação da temperatura média ambiental, provocando chuvas e secas intensas que alteraram a biologia do mosquito transmissor da dengue. “Isso aumenta a nossa preocupação. No ano de 2024, não houve uma única semana em que registrássemos um menor número de casos do que a mesma semana de 2023”, afirmou. Além disso, ainda há regiões do Brasil onde o abastecimento de água é feito de forma intermitente, especialmente no verão, quando o consumo é maior. Por isso, Cunha alerta: “Nós temos observado que o armazenamento improvisado da água naqueles dias em que ela está disponível nas torneiras têm se transformado posteriormente em potenciais focos.”. Outras localidades bastante vulneráveis são aquelas que não contam com coleta regular de lixo, já que qualquer objeto abandonado, até mesmo uma tampinha de garrafa, pode acumular água e se tornar um foco do mosquito. Quintais com entulhos e terrenos baldios acabam se tornando grandes criadouros para o Aedes. Dengue Ao longo de 2024, as unidades federativas com a maior incidência da doença foram Distrito Federal, Minas Gerais e Paraná, mas os especialistas têm observado um lento e contínuo crescimento no número de casos registrados nas regiões Sudeste e Sul. São Paulo foi o que teve a maior quantidade de casos graves e de mortes, seguido por Minas Gerais. A faixa etária com a maior quantidade de casos notificado é a dos 20 aos 29 anos de idade e 55% dos infectados são mulheres. Idosos, bebês, grávidas e pessoas com alguma condição de saúde têm maiores riscos de desenvolver complicações pela doença. Os principais sintomas da dengue são febre alta repentina, dor de cabeça, prostração e dores nos músculos, articulações e atrás dos olhos. Mas, entre o terceiro e o sétimo dia após o início dos sintomas, podem ocorrer vômitos, dor abdominal, sensação de desmaio e sangramento das mucosas, o que indica um agravamento do quadro. A dengue pode causar extravasamento de plasma e hemorragias, por isso, desde os primeiros sintomas é preciso procurar um serviço de saúde para o diagnóstico correto. Não existe um tratamento específico contra a doença, e os pacientes devem evitar a automedicação, já que alguns remédios, incluindo certos tipos de analgésico e anti-inflamatórios, podem favorecer hemorragias. O Aedes aegypt também é o mosquito transmissor de outras doenças, como zika e chikungunya e é um dos vetores da febre amarela. Neste ano, o Brasil registrou quase 265 mil casos de chikungunya, com 210 mortes já confirmadas. A doença pode causar agravos neurológicos, como encefalite, paralisias e a síndrome de Guillain-Barré, doença autoimune que provoca fraqueza muscular e paralisia progressiva. Já os casos de zika foram menos numerosos, cerca de 6 mil, concentrados principalmente nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. A zika é especialmente preocupante para as grávidas, que podem transmitir o vírus para o feto, com risco de desenvolvimento de anomalias congênitas, principalmente a microcefalia. Vacinação O Sistema Único de Saúde está aplicando, desde fevereiro, a vacina contra a dengue em adolescentes de 11 a 14 anos, faixa etária que concentra o maior número de hospitalização, depois de pessoas idosas, que não podem receber o imunizante. O esquema vacinal é composto por duas doses com intervalo de três meses entre elas. Como a quantidade de doses fornecida pelo laboratório é pequena, a vacinação foi direcionada para cidades de grande porte com alta transmissão nos últimos dez anos. Até setembro, apenas metade das doses distribuídas haviam sido aplicadas (link: municípios de grande porte com alta transmissão nos últimos dez anos). Em outubro, a fabricante japonesa Takeda e a Fiocruz fizeram um acordo para que a vacina possa ser produzida no Brasil, o que deve aumentar a quantidade de doses disponíveis. Prevenção No Dia D de Mobilização contra a Dengue a população pode contribuir com ações simples, evitando qualquer acúmulo de água, seja limpa ou suja, mesmo em locais pequenos. Fonte: Agência Brasil

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Aids: Brasil tem alta de casos, mas menor mortalidade desde 2013

Em 2023, 96% das pessoas com a doença foram diagnosticadas Em 2023, o Brasil registrou aumento de 4,5% no número de casos de HIV em comparação a 2022. No entanto, no mesmo período, a taxa de mortalidade caiu para 3,9 óbitos, a menor dos últimos dez anos, conforme dados divulgados nesta quinta-feira (12) pelo Ministério da Saúde. No total, foram registrados 38 mil casos da doença no ano passado. A Região Norte teve a maior taxa de detecção (26%), seguida pela Região Sul, 25%. A maioria dos casos foi registrada entre homens (cerca de 27 mil). Quanto à faixa etária, os casos ocorrem entre pessoas de 25 a 29 anos de idade. As mortes por aids chegaram a 10.338 em 2023, o menor registro desde 2013. Segundo o Ministério da Saúde, a elevação de casos está relacionada à ampliação da oferta da Profilaxia Pré-Exposição (PrEP). “Uma vez que para iniciar a profilaxia, é necessário fazer o teste. Com isso, mais pessoas com infecção pelo HIV foram detectadas e incluídas imediatamente em terapia antirretroviral. O desafio agora é revincular as pessoas que interromperam o tratamento ou foram abandonadas, muitas delas no último governo, bem como disponibilizar o tratamento para todas as pessoas recém diagnosticadas para que tenham melhor qualidade de vida”, diz nota da pasta. Neste ano, o Brasil alcançou 109 mil usuários com tratamento PrEP, ante 50,7 mil em 2022. A profilaxia é distribuída, de forma gratuita, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), sendo uma das principais estratégias para prevenir a infecção pelo HIV. O aumento dos diagnósticos fez o Brasil alcançar mais uma etapa para eliminar a aids como problema de saúde pública até 2030, compromisso assumido com as Nações Unidas. Em 2023, 96% das pessoas infectadas por HIV e que não sabiam da condição foram diagnosticadas. A meta da ONU prevê que 95% das pessoas vivendo com HIV diagnosticadas; 95% delas em tratamento antirretroviral; e, do grupo em tratamento,  95% com HIV intransmissível.  Atualmente, os percentuais brasileiros para esses requisitos são 96%, 82% e 95%, respectivamente, conforme o ministério. Fonte: Agência Brasil Imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Prefeitura de Limeira realiza novo plantão de vacinação neste sábado (14)

A Secretaria de Saúde de Limeira promove mais um plantão de vacinação neste sábado (14), das 8h às 13h, em duas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e no drive-thru do Parque Cidade. As UBSs Vista Alegre e Dores 2 oferecem a multivacinação. O drive-thru do Parque Cidade irá disponibilizar doses contra febre amarela, gripe (para maiores de 6 meses) e dengue (para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos). Para a vacinação, é necessário apresentar documentos pessoais, Carteira de Vacinação, comprovante de residência e Cartão SUS. Menores de 18 anos devem estar acompanhados pelos pais ou responsáveis. SERVIÇO UBS Vista Alegre – multivacinação Endereço: Rua Alberto Pelegrino, s/nº, Jardim Vista Alegre UBS Dores 2 – multivacinação Endereço: Avenida Vitório Bortolan, 1080, CAIC Drive-thru do Parque Cidade – febre amarela, gripe (para maiores de 6 meses) e dengue (para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos) Endereço: Entrada pela Portaria A – Via Antônio Cruãnes Filho, s/nº (ao lado da pista de skate)

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Limeira confirma primeiro óbito por febre maculosa em 2024 e reforça medidas preventivas

A Secretaria de Saúde de Limeira confirmou nesta segunda-feira (9) um óbito em decorrência da febre maculosa – doença transmitida pelo carrapato estrela. A vítima era um homem, de 21 anos, que chegou a ser levado para atendimento médico, mas não resistiu à doença e morreu no dia 5 de novembro. Exames laboratoriais encaminhados ao Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo, positivaram para febre maculosa. Esse foi o primeiro caso confirmado da doença em 2024. Conforme informações publicadas pela Prefeitura de Limeira, antes mesmo da confirmação da doença, a Divisão de Controle de Zoonoses e a Vigilância Epidemiológica entraram em contato com os familiares da vítima para acompanhar a ocorrência. Uma equipe da Divisão de Zoonoses também esteve na residência para orientar sobre medidas protetivas e levantar o Local Provável da Infecção (LPI) – que está sendo investigado. Os servidores também visitaram moradores próximos, falaram dos cuidados necessários e distribuíram folhetos sobre o tema. A gerente da Divisão de Zoonoses, Pedrina Aparecida Rodrigues Costa, destacou a importância do conhecimento sobre os sintomas da doença, são eles: febre, dor de cabeça, dor no corpo, falta de apetite, diarreia, vômito e manchas vermelhas no corpo. “Caso a pessoa manifeste um desses sintomas, entre 2 e 14 dias após visitar uma área de risco, é essencial procurar imediatamente o médico e relatar essa informação”, destacou. Pedrina observou ainda que o tratamento da doença deve ser iniciado logo nos primeiros dias do surgimento dos sintomas. “Caso contrário, o quadro pode se agravar, ocasionando a morte do paciente”, alertou.

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