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Tag: Saude

Mulher que esteve no litoral de SP morre com sintomas de virose

Família também teve quadro da doença, mas com evolução mais leve   O município de Cristais Paulista, na região de Franca, interior de São Paulo, confirmou nesta segunda-feira (6) a morte de Amanda Caroline Resende de Oliveira, 29 anos, que passou por atendimento no sábado na unidade de pronto atendimento da cidade. Amanda estava em uma chácara no município quando passou mal, no sábado (4), com diarreia e vômito . Antes disso, ela esteve no litoral paulista, região que passa por um surto de virose. Segundo a secretária de Saúde, Thaisa Barion, ainda não é possível confirmar a causa da morte, que está sendo investigada pelo Serviço de Verificação de Óbito. Parentes da vítima também apresentaram os mesmos sintomas, porém com uma melhor evolução. O estado enfrenta um surto de virose gastrointestinal no Guarujá e em municípios próximos, com relato de aumento de procura de unidades de saúde nas duas últimas semanas e cerca de 2 mil pessoas com sintomas relacionados. A vítima foi velada na tarde desta segunda (6) em Franca.   Fonte: Agência Brasil Foto: Prefeitura de Guarujá

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Guarujá declara surto de virose gastrointestinal

Governo de SP monitora aumento dos casos de gastroenterite na cidade   A situação em Guarujá, município localizado no litoral paulista, pode ser definida como surto por conta dos casos de gastroenterite que atingiram a população nos últimos dias, informou a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. No município de Praia Grande, há um aumento do número de casos das doenças diarreicas, mas ainda não está confirmado que se trata de um surto. “Neste momento, temos considerado sim a utilização do termo surto para definir a situação em Guarujá, visto que nós temos a informação do volume de pessoas [atendidas] que já caracteriza surto”, disse a diretora da Divisão de Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar da Secretaria de Estado da Saúde, Alessandra Lucchesi, em entrevista à Agência Brasil. Ela explicou que é preciso ainda a confirmação de algumas informações por parte do município para entender a extensão do surto, e se ele abarca a cidade inteira ou apenas alguns bairros específicos. Além de Guarujá, a pasta acompanha a situação dos atendimentos em Praia Grande. “É outro município que apresentou um aumento no número de casos de gastroenterite, mas as informações ainda estão sendo averiguadas pelo município para entender se há ocorrência de algum surto ou não”, disse. No momento, ainda não é possível fazer uma comparação com o ano anterior para analisar um possível aumento. Isso porque o acompanhamento das doenças diarreicas tem um fechamento por semana epidemiológica. “A contagem dos dias difere um pouco do ano-calendário. Acredito que na segunda-feira a gente consiga reunir as informações, não só desses municípios, mas do estado inteiro, para gerar os comparativos”, disse Alessandra. Ela acrescenta que, pela sazonalidade da doença, já é esperado que, no início de ano, haja um aumento do número de casos. Investigação Para identificar a origem dos casos, que podem ter transmissão hídrica ou alimentar, Alessandra Lucchesi explica que é feito um inquérito epidemiológico com as pessoas adoecidas para identificar se, em algum momento, houve consumo de alimento em comum em determinado local. Há ainda investigação relacionada à água. “Nesse contexto do litoral, a gente verifica tanto a qualidade da água do mar, tanto a água própria para consumo humano. Investigam-se quais foram as possíveis fontes de água que foram utilizadas, se foi a água do sistema de abastecimento público, se foi água de poço, se foi alguma outra água que foi adquirida. Todas essas questões, elas ainda estão em processo de investigação”, mencionou a diretora. A secretaria e os municípios estão em processo de coleta não apenas de amostras das fontes de água, mas das amostras de fezes dos pacientes para análise. A partir disso, o material é encaminhado para o Instituto Adolfo Lutz para processamento. A pesquisa é feita tanto para vírus quanto bactérias e parasitas. “Se for alguma bactéria, a gente leva mais ou menos dez dias para conseguir ter esse resultado. Se for vírus ou parasita, o resultado sai muito mais rápido.”   Fonte: Agência Brasil Foto: Prefeitura de Guarujá/Divulgação

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Guarujá declara surto de virose gastrointestinal

Governo de SP monitora aumento dos casos de gastroenterite na cidade   A situação em Guarujá, município localizado no litoral paulista, pode ser definida como surto por conta dos casos de gastroenterite que atingiram a população nos últimos dias, informou a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. No município de Praia Grande, há um aumento do número de casos das doenças diarreicas, mas ainda não está confirmado que se trata de um surto. “Neste momento, temos considerado sim a utilização do termo surto para definir a situação em Guarujá, visto que nós temos a informação do volume de pessoas [atendidas] que já caracteriza surto”, disse a diretora da Divisão de Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar da Secretaria de Estado da Saúde, Alessandra Lucchesi, em entrevista à Agência Brasil. Ela explicou que é preciso ainda a confirmação de algumas informações por parte do município para entender a extensão do surto, e se ele abarca a cidade inteira ou apenas alguns bairros específicos. Além de Guarujá, a pasta acompanha a situação dos atendimentos em Praia Grande. “É outro município que apresentou um aumento no número de casos de gastroenterite, mas as informações ainda estão sendo averiguadas pelo município para entender se há ocorrência de algum surto ou não”, disse. No momento, ainda não é possível fazer uma comparação com o ano anterior para analisar um possível aumento. Isso porque o acompanhamento das doenças diarreicas tem um fechamento por semana epidemiológica. “A contagem dos dias difere um pouco do ano-calendário. Acredito que na segunda-feira a gente consiga reunir as informações, não só desses municípios, mas do estado inteiro, para gerar os comparativos”, disse Alessandra. Ela acrescenta que, pela sazonalidade da doença, já é esperado que, no início de ano, haja um aumento do número de casos. Investigação Para identificar a origem dos casos, que podem ter transmissão hídrica ou alimentar, Alessandra Lucchesi explica que é feito um inquérito epidemiológico com as pessoas adoecidas para identificar se, em algum momento, houve consumo de alimento em comum em determinado local. Há ainda investigação relacionada à água. “Nesse contexto do litoral, a gente verifica tanto a qualidade da água do mar, tanto a água própria para consumo humano. Investigam-se quais foram as possíveis fontes de água que foram utilizadas, se foi a água do sistema de abastecimento público, se foi água de poço, se foi alguma outra água que foi adquirida. Todas essas questões, elas ainda estão em processo de investigação”, mencionou a diretora. A secretaria e os municípios estão em processo de coleta não apenas de amostras das fontes de água, mas das amostras de fezes dos pacientes para análise. A partir disso, o material é encaminhado para o Instituto Adolfo Lutz para processamento. A pesquisa é feita tanto para vírus quanto bactérias e parasitas. “Se for alguma bactéria, a gente leva mais ou menos dez dias para conseguir ter esse resultado. Se for vírus ou parasita, o resultado sai muito mais rápido.”   Fonte: Agência Brasil Foto: Prefeitura de Guarujá/Divulgação

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Surto de metapneumovírus humano coloca China em estado de atenção

 Casos crescem no inverno do norte do país; especialistas destacam medidas de higiene, mas descartam risco de nova pandemia  A China está em alerta para o metapneumovírus humano (HMPV), uma doença respiratória que afeta principalmente idosos, crianças e pessoas com sistema imunológico fragilizado. Os casos aumentaram no norte do país, região que enfrenta o rigor do inverno.  O Centro Chinês de Controle e Prevenção de Doenças orientou a população sobre a importância de adotar medidas de saúde e higiene. Apesar disso, as autoridades negaram que os hospitais estejam superlotados e descartaram o risco de uma nova pandemia, como a da covid-19.  O metapneumovírus humano é um vírus respiratório que causa infecções nas vias aéreas superiores e inferiores em pessoas de todas as idades. Os grupos mais vulneráveis incluem crianças pequenas, idosos e indivíduos com o sistema imunológico comprometido, como aqueles com doenças crônicas. Esses grupos estão mais propensos a desenvolver formas graves da doença, como bronquiolite ou pneumonia.  Embora o vírus não seja recente — foi identificado pela primeira vez em 2001 —, ele tem ganhado atenção devido ao aumento de casos. O HMPV pertence à família Pneumoviridae, assim como o vírus sincicial respiratório (RSV). A transmissão ocorre de maneira semelhante à da covid-19 e de outras doenças respiratórias: por gotículas expelidas ao tossir ou espirrar, pelo contato próximo com pessoas infectadas ou por superfícies contaminadas, seguido do contato das mãos com o rosto.  Os sintomas mais comuns incluem: Tosse; Febre; Congestão nasal; Coriza; Rouquidão;  Em casos mais graves, pode haver falta de ar e chiado no peito.  Atualmente, não existem vacinas ou tratamentos antivirais específicos para o HMPV. O tratamento é, em geral, de suporte, com foco no alívio dos sintomas, como febre e congestão nasal. Em casos graves, pode ser necessária hospitalização para oferecer respiração mecânica ou outros cuidados intensivos. (Renan Isaltino) FONTE: R7

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SP tem recorde de 2,1 milhões de casos confirmados de dengue em 2024

Foram registradas 2.050 mortes provocadas pela doença no estado   Entre janeiro e dezembro do ano passado, o estado de São Paulo registrou 2.119.837 casos confirmados de dengue, maior número já contabilizado desde 2000, quando começou a série histórica. Neste período, também foram confirmadas 2.050 mortes provocadas pela doença em todo o estado. Em 2023, informou a Secretaria Estadual da Saúde, foram registrados 326.872 casos, com 295 óbitos. Os números da doença não bateram recordes somente no estado de São Paulo. Em todo o Brasil também houve recorde, com o registro de quase 6,49 milhões de casos prováveis da doença, com 5.972 mortes. Um dos fatores que podem explicar o aumento dos casos de dengue em todo o país é a crise climática, que vem elevando as temperaturas. Em visita ao Brasil em fevereiro deste ano, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse que o surto de dengue registrado no país se insere em um contexto de grande aumento de casos da doença em escala global e que a elevação das temperaturas globais vem contribuindo para o crescimento do número de casos de dengue no Brasil e no mundo. A dengue A dengue é uma doença causada por um vírus que é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti. Os sintomas mais comuns da doença são febre alta, dor atrás dos olhos, dor no corpo, manchas avermelhadas na pele, coceira, náuseas e dores musculares e articulares. Uma das principais formas de prevenção da doença é o combate ao mosquito transmissor. Isso pode ser feito eliminando água parada ou objetos que acumulem água como pratos de plantas ou pneus usados. Em comunicado feito nesta semana, o Ministério da Saúde alertou que os casos de dengue costumam aumentar consideravelmente durante o verão, devido à alta incidência de chuvas em grande parte do país, já que o acúmulo de água faz com que a proliferação do mosquito se intensifique. “Durante o verão, nós temos dois fenômenos que estão diretamente associados com a biologia do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue: as elevadas temperaturas e um maior volume de água. Esses dois fatores, juntos, contribuem para acelerar a proliferação do vetor da dengue, encurtando, inclusive, aquele período entre ovos e mosquito adulto”, explicou o secretário adjunto da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, Rivaldo Cunha. “Ao intensificar a atividade biológica do mosquito, nós temos um maior número de pessoas sendo infectadas, porque há um maior número de mosquitos nesse período”, ressaltou. Por isso, ele faz um alerta para que a população ajude a combater o mosquito transmissor da doença. “Recomenda-se, para este período do verão, intensificar os cuidados e dedicar uns 10 minutinhos para cuidar do seu ambiente, do seu domicílio, ver se tem algum objeto que possa acumular água, cuidar dos terrenos baldios, dos quintais, conversar com os seus vizinhos e cobrar que o poder público também faça a sua parte, recolhendo rotineiramente o lixo produzido pelos domicílios”, recomendou.   Fonte: Agência Brasil Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

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Governo de São Paulo orienta municípios do litoral sobre a prevenção de casos de virose

População deve redobrar cuidados com higiene e alimentação e evitar banho de mar em praias impróprias O Governo de São Paulo orienta os municípios do litoral sobre medidas preventivas a serem adotadas para evitar casos de Doença de Transmissão Alimentar (DTA) no verão, quando há grande concentração de turistas por conta das festas de fim de ano e férias escolares. O acompanhamento é realizado pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e Secretaria da Saúde. A Sabesp também participa do monitoramento e esclarece que não há nenhuma ocorrência que tenha alterado a qualidade da água fornecida na Baixada Santista. A situação segue em acompanhamento. Qualquer pessoa que perceber alterações deve comunicar a companhia imediatamente por meio dos canais oficiais. Monitoramento da saúde Os municípios com aumento de ocorrências de diarreia aguda estão sendo orientados pela Secretaria de Estado da Saúde a realizarem investigação epidemiológica e a coleta de fezes dentro de cinco dias do início dos sintomas. Essa coleta, priorizada no período inicial, é fundamental para detectar o patógeno causador do surto. A Saúde destaca a importância de cuidados preventivos para prevenir doenças transmitidas por água e alimentos, especialmente em períodos com altas temperaturas. A população deve redobrar cuidados de higiene e ficar atenta às condições sanitárias de bares e restaurantes. Qualidade das praias Outra medida importante é atenção à qualidade da água do mar antes de se banhar no litoral paulista. É possível conferir a situação no site da Cetesb ou no aplicativo disponível para download gratuito em smartphones. As praias também são sinalizadas com bandeiras de acordo com a qualidade, com a cor vermelha indicando a condição imprópria. A Cetesb recomenda que a população não entre no mar se a praia estiver classificada como imprópria. Também não é recomendado o banho na água 24 horas após as chuvas. O Boletim de Balneabilidade divulgado nesta quinta-feira (02) indica que, das 175 praias monitoradas no litoral, 38 apresentam condição imprópria para banho. Mapa da balneabilidade da Cetesb em 02/01: Veja as principais orientações para evitar casos de Doença de Transmissão Alimentar: Evite alimentos mal cozidos Mantenha os alimentos bem refrigerados, com atenção especial às temperaturas dos refrigeradores e geladeiras dos supermercados onde os alimentos ficam acondicionados Leve seus próprios lanches durante passeios ao ar livre Observe bem a higiene de lanchonetes e quiosques Lave as mãos antes de se alimentar Tenha atenção redobrada com comidas em self-service Beba sempre água filtrada Não consuma gelo, “raspadinhas”, “sacolés”, sucos e água mineral de procedência desconhecida Sintomas de doenças transmitidas por água e alimentos: Diarreia Mal-estar geral Dor abdominal Náusea, vômito e febre Tratamento O principal tratamento é a hidratação. Para casos mais graves, é preciso realizar a hidratação endovenosa. A hospitalização, em geral, é muito rara. Crianças e idosos precisam de atenção especial. Evacuações muito frequentes e líquidas, dificuldade na hidratação com vômitos que não cedem, pele e boca secas, dificuldade em urinar são indicações de que se deve procurar o serviço de saúde. A Secretaria da Saúde ressalta ainda que nenhum medicamento deve ser tomado sem conhecimento e indicação médica. Foto: Divulgação/Governo de SP

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Governo de São Paulo orienta municípios do litoral sobre a prevenção de casos de virose

População deve redobrar cuidados com higiene e alimentação e evitar banho de mar em praias impróprias O Governo de São Paulo orienta os municípios do litoral sobre medidas preventivas a serem adotadas para evitar casos de Doença de Transmissão Alimentar (DTA) no verão, quando há grande concentração de turistas por conta das festas de fim de ano e férias escolares. O acompanhamento é realizado pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e Secretaria da Saúde. A Sabesp também participa do monitoramento e esclarece que não há nenhuma ocorrência que tenha alterado a qualidade da água fornecida na Baixada Santista. A situação segue em acompanhamento. Qualquer pessoa que perceber alterações deve comunicar a companhia imediatamente por meio dos canais oficiais. Monitoramento da saúde Os municípios com aumento de ocorrências de diarreia aguda estão sendo orientados pela Secretaria de Estado da Saúde a realizarem investigação epidemiológica e a coleta de fezes dentro de cinco dias do início dos sintomas. Essa coleta, priorizada no período inicial, é fundamental para detectar o patógeno causador do surto. A Saúde destaca a importância de cuidados preventivos para prevenir doenças transmitidas por água e alimentos, especialmente em períodos com altas temperaturas. A população deve redobrar cuidados de higiene e ficar atenta às condições sanitárias de bares e restaurantes. Qualidade das praias Outra medida importante é atenção à qualidade da água do mar antes de se banhar no litoral paulista. É possível conferir a situação no site da Cetesb ou no aplicativo disponível para download gratuito em smartphones. As praias também são sinalizadas com bandeiras de acordo com a qualidade, com a cor vermelha indicando a condição imprópria. A Cetesb recomenda que a população não entre no mar se a praia estiver classificada como imprópria. Também não é recomendado o banho na água 24 horas após as chuvas. O Boletim de Balneabilidade divulgado nesta quinta-feira (02) indica que, das 175 praias monitoradas no litoral, 38 apresentam condição imprópria para banho. Mapa da balneabilidade da Cetesb em 02/01: Veja as principais orientações para evitar casos de Doença de Transmissão Alimentar: Evite alimentos mal cozidos Mantenha os alimentos bem refrigerados, com atenção especial às temperaturas dos refrigeradores e geladeiras dos supermercados onde os alimentos ficam acondicionados Leve seus próprios lanches durante passeios ao ar livre Observe bem a higiene de lanchonetes e quiosques Lave as mãos antes de se alimentar Tenha atenção redobrada com comidas em self-service Beba sempre água filtrada Não consuma gelo, “raspadinhas”, “sacolés”, sucos e água mineral de procedência desconhecida Sintomas de doenças transmitidas por água e alimentos: Diarreia Mal-estar geral Dor abdominal Náusea, vômito e febre Tratamento O principal tratamento é a hidratação. Para casos mais graves, é preciso realizar a hidratação endovenosa. A hospitalização, em geral, é muito rara. Crianças e idosos precisam de atenção especial. Evacuações muito frequentes e líquidas, dificuldade na hidratação com vômitos que não cedem, pele e boca secas, dificuldade em urinar são indicações de que se deve procurar o serviço de saúde. A Secretaria da Saúde ressalta ainda que nenhum medicamento deve ser tomado sem conhecimento e indicação médica. Foto: Divulgação/Governo de SP

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SP tem recorde de 2,1 milhões de casos confirmados de dengue em 2024

Foram registradas 2.050 mortes provocadas pela doença no estado   Entre janeiro e dezembro do ano passado, o estado de São Paulo registrou 2.119.837 casos confirmados de dengue, maior número já contabilizado desde 2000, quando começou a série histórica. Neste período, também foram confirmadas 2.050 mortes provocadas pela doença em todo o estado. Em 2023, informou a Secretaria Estadual da Saúde, foram registrados 326.872 casos, com 295 óbitos. Os números da doença não bateram recordes somente no estado de São Paulo. Em todo o Brasil também houve recorde, com o registro de quase 6,49 milhões de casos prováveis da doença, com 5.972 mortes. Um dos fatores que podem explicar o aumento dos casos de dengue em todo o país é a crise climática, que vem elevando as temperaturas. Em visita ao Brasil em fevereiro deste ano, o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse que o surto de dengue registrado no país se insere em um contexto de grande aumento de casos da doença em escala global e que a elevação das temperaturas globais vem contribuindo para o crescimento do número de casos de dengue no Brasil e no mundo. A dengue A dengue é uma doença causada por um vírus que é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti. Os sintomas mais comuns da doença são febre alta, dor atrás dos olhos, dor no corpo, manchas avermelhadas na pele, coceira, náuseas e dores musculares e articulares. Uma das principais formas de prevenção da doença é o combate ao mosquito transmissor. Isso pode ser feito eliminando água parada ou objetos que acumulem água como pratos de plantas ou pneus usados. Em comunicado feito nesta semana, o Ministério da Saúde alertou que os casos de dengue costumam aumentar consideravelmente durante o verão, devido à alta incidência de chuvas em grande parte do país, já que o acúmulo de água faz com que a proliferação do mosquito se intensifique. “Durante o verão, nós temos dois fenômenos que estão diretamente associados com a biologia do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue: as elevadas temperaturas e um maior volume de água. Esses dois fatores, juntos, contribuem para acelerar a proliferação do vetor da dengue, encurtando, inclusive, aquele período entre ovos e mosquito adulto”, explicou o secretário adjunto da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, Rivaldo Cunha. “Ao intensificar a atividade biológica do mosquito, nós temos um maior número de pessoas sendo infectadas, porque há um maior número de mosquitos nesse período”, ressaltou. Por isso, ele faz um alerta para que a população ajude a combater o mosquito transmissor da doença. “Recomenda-se, para este período do verão, intensificar os cuidados e dedicar uns 10 minutinhos para cuidar do seu ambiente, do seu domicílio, ver se tem algum objeto que possa acumular água, cuidar dos terrenos baldios, dos quintais, conversar com os seus vizinhos e cobrar que o poder público também faça a sua parte, recolhendo rotineiramente o lixo produzido pelos domicílios”, recomendou.   Fonte: Agência Brasil Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

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CNM aponta falta de vacinas de catapora e covid; governo nega carência

Ministério da Saúde afirma ter atendido todo calendário básico Uma pesquisa da Confederação Nacional de Municípios (CNM), divulgada nesta sexta-feira (27), aponta a carência de vacinas do calendário nacional de imunização, como catapora, covid-19 e coqueluche. Em nota, o Ministério da Saúde rebateu os resultados e afirmou ter garantido atendimento a 100% das necessidades de todas as vacinas do calendário básico, exceto nos casos de desabastecimento global, que ocorreram por “problemas pontuais”. O comunicado não afirma se o desabastecimento decorre de problemas de gestão dos governos locais. De acordo com a confederação, a pesquisa foi feita, via call center da própria instituição, no período entre 29 de novembro e 12 de dezembro de 2024. Segundo a confederação, 65,8% de um total de 2.895 municípios analisados relataram ausência de imunizantes. A CNM diz ainda que os resultados do levantamento refletem o “cenário do momento da pesquisa”. No caso da catapora, 1.516 municípios analisados (52,4%) apontaram falta da vacina. O Ministério da Saúde informou que existe escassez mundial de matéria-prima, mas assegurou ter garantido todas as doses necessárias do imunizante após a contratação de três fornecedores. Para 2025, a pasta assegurou que eventuais problemas serão resolvidos ao longo do primeiro semestre. Em segundo lugar, está a vacina para covid-19 em adultos, ausente em 736 municípios (25,4%), com média de 45 dias sem disponibilidade. A CNM lembra que a primeira semana de dezembro registrou alta de 60% nas notificações da doença no país, no maior nível desde março. De 1º a 7 de dezembro, houve 20.287 casos, segundo o Painel Covid-19 do Ministério da Saúde. No comunicado, o Ministério da Saúde informou que a pasta distribuiu 3,7 milhões de doses de vacina contra a covid-19 aos estados, das quais 503 mil foram efetivamente aplicadas, o que indica suficiência de doses em nível estadual. Para 2025, a pasta informou ter reforçado os estoques dos imunizantes. Coqueluche Em terceiro lugar, está a insuficiência da vacina tríplice, contra coqueluche, diferia e tétano, relatada em 520 municípios (18% do total pesquisado). Segundo a CNM, o imunizante estava em falta em média há 60 dias nos municípios afetados. Em 2024, os casos de coqueluche subiram quase 2.000% em relação a 2023, com 4.395 registros até 27 de novembro, a maioria no Paraná. No acumulado do ano, há 17 mortes, das quais 16 em crianças de menos de 1 ano. A pesquisa também aponta insuficiência da vacina meningocócica C, contra a meningite do sorogrupo C, indisponível em 375 cidades (12,9%); da tetraviral, que combate o sarampo, a caxumba, a rubéola e a varicela, indisponível em 337 municípios (11,6%); e da febre amarela, indisponível em 280 municípios (9,7%). O Ministério da Saúde informou ter estoques suficientes para os próximos seis meses das vacinas contra a meningite e a coqueluche. Resposta Além de assegurar o atendimento de 100% das necessidades dos estados, o Ministério da Saúde informou que a distribuição das vacinas é transparente. A pasta ressaltou que qualquer cidadão pode consultar, no painel interativo do ministério, as remessas enviadas do centro de distribuição em Guarulhos (SP) para os estados. O comunicado ressaltou que, por ano, são distribuídas 300 milhões de doses aos 5.570 municípios por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI). O ministério ressaltou que todas as grades de vacinas do calendário básico em dezembro foram enviadas aos estados e garante ter estoques para atender à demanda. Segundo a pasta, todo o processo é feito em parceria com os estados. O comunicado destaca ainda que, desde 2023, as coberturas vacinais apresentam tendência de crescimento, resultado de ações como as campanhas de multivacinação realizadas em novembro. Estados mais afetados Em relação aos estados e regiões mais afetadas, Santa Catarina continua liderando a escassez de vacinas, com 199 dos 230 municípios que responderam à pesquisa (87% do total) relatando falta de vacinas. Em seguida, está o Ceará, com 51 dos 59 municípios analisados (86%), o Espírito Santo, 38 dos 45 respondentes (84%); e Minas Gerais, com 412 dos 496 respondentes (83%). Fonte: Agência Brasil Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

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