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Tag: Saude

Secretaria de Saúde recomenda que banhistas evitem mar por 24 horas após chuva

O aumento de casos da doença, que ocorre principalmente na Baixada Santista, no litoral paulista, está sendo monitorado pelas autoridades de saúde   A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo reforçou nesta terça-feira (7) orientações à população para evitar o contágio com gastroenterocolite aguda. O aumento de casos da doença, que ocorre principalmente na Baixada Santista, no litoral paulista, está sendo monitorado pelas autoridades de saúde. Além de redobrar os cuidados com a higiene pessoal e observar as condições sanitárias de bares e restaurantes, a recomendação à população também é evitar tomar banho de mar nas 24 horas seguintes à ocorrência de chuva. “Não é recomendado tomar banho de mar nas 24 horas após períodos de chuva. Além disso, a lavagem das mãos deve ser intensificada e o consumo de água deve ser limitado àquela de procedência confiável, preferencialmente mineral ou filtrada”, destacou a diretora da Divisão de Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar da Secretaria de Estado da Saúde, Alessandra Lucchesi. Segundo a diretora, em caso de sintomas como diarreia, mal-estar, dor abdominal, náuseas e vômito, é essencial reforçar a hidratação. Se os sintomas piorarem, é necessário procurar atendimento médico. Os banhistas devem ficar atentos às sinalizações sobre a qualidade da água do mar. Os locais com bandeira verde são considerados próprios para banho, já os com bandeira vermelha devem ser evitados. Na Baixada Santista, das 72 praias monitoradas pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), 22 estão impróprias para banho: as sete praias monitoradas de Santos estão impróprias; todas as praias de Bertioga estão adequadas para banho; Guarujá tem 2 impróprias para banhistas; Itanhaém, 2 impróprias; Mongaguá, 3 impróprias; Peruíbe tem as 6 praias adequadas para banho; Praia Grande, 6 impróprias; São Vicente, 2 impróprias; e Cubatão, 1 praia apropriada para banhistas. A situação das praias paulistas pode ser consultada no site da Cetesb. Gastroenterocolite aguda De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde de SP, as principais características da gastroenterocolite aguda e das doenças de transmissão alimentar (DTA) são diarreia aquosa, com muco ou sangue, mal-estar geral, dor abdominal, náusea, vômito e febre. As orientações para evitar contaminação são: não entrar na água da praia se ela estiver classificada como imprópria pela Cetesb; evitar banhos de mar 24 horas após as chuvas; evitar alimentos mal cozidos; manter os alimentos bem refrigerados, com atenção especial às temperaturas dos refrigeradores e geladeiras dos supermercados onde os alimentos ficam acondicionados. Também é recomendado levar lanches feitos em casa para passeios e mantê-los corretamente armazenados; observar bem a higiene de lanchonetes e quiosques; lavar as mãos antes de se alimentar ou preparar alimentos; beber água filtrada; e, em caso de diarreia, intensificar a hidratação e, se necessário, buscar atendimento médico. As informações são da Agência Brasil.   Foto: Carlos Nogueira/Prefeitura de Santos    

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Ministério da Saúde diz que acompanha surto de vírus respiratório na China

  Além da pasta, a OMS monitora a evolução dos casos e informou que está em contato com autoridades chinesas   O Ministério da Saúde informou nesta terça-feira (7) acompanhar o surto do vírus respiratório na China, o metapneumovírus humano (HMPV), que tem afetado principalmente crianças. Embora o risco de uma pandemia seja considerado baixo por especialistas, a pasta afirmou ser importante reforçar as medidas de prevenção e controle de infecções respiratórias. Além do ministério, a OMS (Organização Mundial de Saúde) monitora a evolução dos casos e informou que está em contato com as autoridades chinesas de saúde. Segundo o país, a escala e a intensidade dos casos permanecem mais baixas quando comparadas há um ano. De acordo com o coordenador-geral de Vigilância da Covid-19, influenza e outros vírus respiratórios do ministério, Marcelo Gomes, apesar dos casos ainda não serem alarmantes, foi observado um aumento nas infecções respiratórias agudas. Isso inclui gripe sazonal, HMPV, infecção por rinovírus, vírus sincicial respiratório e outros, principalmente no norte da China. “É muito importante incentivar a vacinação entre os brasileiros, pois a imunização contra a Covid-19 e a gripe é uma das maneiras mais eficazes de prevenção, especialmente para grupos prioritários como idosos, gestantes, crianças e pessoas com comorbidades”, aponta. Segundo Gomes, as vacinas contra Covid-19 e influenza continuam sendo eficazes contra formas graves, reduzindo o número de hospitalizações e óbitos pelas variantes em circulação. “Além disso, o uso de máscaras por pessoas com sintomas gripais e resfriados ajuda a diminuir a transmissão de todos os vírus respiratórios, inclusive o metapneumovírus”, completa. A OMS informou, ainda, que a doença não é uma nova ameaça, mas, sim, “uma doença respiratória já conhecida, embora muitas vezes pouco comentada”. “Trata-se de um vírus comum, que circula no mundo há mais de 60 anos, mas que só foi identificado pelos cientistas no início dos anos 2000, devido à sua lenta taxa de crescimento e sintomas inespecíficos”, diz a nota. Características do vírus O vírus causa infecções nas vias respiratórias superiores e inferiores, e foi identificado pela primeira vez no Brasil em 2004. Segundo a OMS, na maior parte das vezes, os sintomas são relativamente leves, entre eles tosse, febre, congestão nasal e respiração ofegante. Em casos mais graves, a doença pode causar pneumonia, especialmente em crianças, idosos ou pessoas com comorbidades. Ainda não existe uma vacina especifica que trate o HMPV, mas organizações de saúde recomendam medidas parecidas as demais doenças respiratórias. Ou seja: lavar as mãos frequentemente com água e sabão ou o uso de álcool em gel e máscaras em locais fechados, além do distanciamento de pessoas com sintomas. O vírus se espalha por meio de gotículas, contato próximo ou superfícies contaminadas.   Fonte: R7 Foto: Divulgação/OMS

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Secretaria de Saúde recomenda que banhistas evitem mar por 24 horas após chuva

O aumento de casos da doença, que ocorre principalmente na Baixada Santista, no litoral paulista, está sendo monitorado pelas autoridades de saúde   A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo reforçou nesta terça-feira (7) orientações à população para evitar o contágio com gastroenterocolite aguda. O aumento de casos da doença, que ocorre principalmente na Baixada Santista, no litoral paulista, está sendo monitorado pelas autoridades de saúde. Além de redobrar os cuidados com a higiene pessoal e observar as condições sanitárias de bares e restaurantes, a recomendação à população também é evitar tomar banho de mar nas 24 horas seguintes à ocorrência de chuva. “Não é recomendado tomar banho de mar nas 24 horas após períodos de chuva. Além disso, a lavagem das mãos deve ser intensificada e o consumo de água deve ser limitado àquela de procedência confiável, preferencialmente mineral ou filtrada”, destacou a diretora da Divisão de Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar da Secretaria de Estado da Saúde, Alessandra Lucchesi. Segundo a diretora, em caso de sintomas como diarreia, mal-estar, dor abdominal, náuseas e vômito, é essencial reforçar a hidratação. Se os sintomas piorarem, é necessário procurar atendimento médico. Os banhistas devem ficar atentos às sinalizações sobre a qualidade da água do mar. Os locais com bandeira verde são considerados próprios para banho, já os com bandeira vermelha devem ser evitados. Na Baixada Santista, das 72 praias monitoradas pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), 22 estão impróprias para banho: as sete praias monitoradas de Santos estão impróprias; todas as praias de Bertioga estão adequadas para banho; Guarujá tem 2 impróprias para banhistas; Itanhaém, 2 impróprias; Mongaguá, 3 impróprias; Peruíbe tem as 6 praias adequadas para banho; Praia Grande, 6 impróprias; São Vicente, 2 impróprias; e Cubatão, 1 praia apropriada para banhistas. A situação das praias paulistas pode ser consultada no site da Cetesb. Gastroenterocolite aguda De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde de SP, as principais características da gastroenterocolite aguda e das doenças de transmissão alimentar (DTA) são diarreia aquosa, com muco ou sangue, mal-estar geral, dor abdominal, náusea, vômito e febre. As orientações para evitar contaminação são: não entrar na água da praia se ela estiver classificada como imprópria pela Cetesb; evitar banhos de mar 24 horas após as chuvas; evitar alimentos mal cozidos; manter os alimentos bem refrigerados, com atenção especial às temperaturas dos refrigeradores e geladeiras dos supermercados onde os alimentos ficam acondicionados. Também é recomendado levar lanches feitos em casa para passeios e mantê-los corretamente armazenados; observar bem a higiene de lanchonetes e quiosques; lavar as mãos antes de se alimentar ou preparar alimentos; beber água filtrada; e, em caso de diarreia, intensificar a hidratação e, se necessário, buscar atendimento médico. As informações são da Agência Brasil.   Foto: Carlos Nogueira/Prefeitura de Santos    

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Ministério da Saúde diz que acompanha surto de vírus respiratório na China

Além da pasta, a OMS monitora a evolução dos casos e informou que está em contato com autoridades chinesas   O Ministério da Saúde informou nesta terça-feira (7) acompanhar o surto do vírus respiratório na China, o metapneumovírus humano (HMPV), que tem afetado principalmente crianças. Embora o risco de uma pandemia seja considerado baixo por especialistas, a pasta afirmou ser importante reforçar as medidas de prevenção e controle de infecções respiratórias. Além do ministério, a OMS (Organização Mundial de Saúde) monitora a evolução dos casos e informou que está em contato com as autoridades chinesas de saúde. Segundo o país, a escala e a intensidade dos casos permanecem mais baixas quando comparadas há um ano. De acordo com o coordenador-geral de Vigilância da Covid-19, influenza e outros vírus respiratórios do ministério, Marcelo Gomes, apesar dos casos ainda não serem alarmantes, foi observado um aumento nas infecções respiratórias agudas. Isso inclui gripe sazonal, HMPV, infecção por rinovírus, vírus sincicial respiratório e outros, principalmente no norte da China. “É muito importante incentivar a vacinação entre os brasileiros, pois a imunização contra a Covid-19 e a gripe é uma das maneiras mais eficazes de prevenção, especialmente para grupos prioritários como idosos, gestantes, crianças e pessoas com comorbidades”, aponta. Segundo Gomes, as vacinas contra Covid-19 e influenza continuam sendo eficazes contra formas graves, reduzindo o número de hospitalizações e óbitos pelas variantes em circulação. “Além disso, o uso de máscaras por pessoas com sintomas gripais e resfriados ajuda a diminuir a transmissão de todos os vírus respiratórios, inclusive o metapneumovírus”, completa. A OMS informou, ainda, que a doença não é uma nova ameaça, mas, sim, “uma doença respiratória já conhecida, embora muitas vezes pouco comentada”. “Trata-se de um vírus comum, que circula no mundo há mais de 60 anos, mas que só foi identificado pelos cientistas no início dos anos 2000, devido à sua lenta taxa de crescimento e sintomas inespecíficos”, diz a nota. Características do vírus O vírus causa infecções nas vias respiratórias superiores e inferiores, e foi identificado pela primeira vez no Brasil em 2004. Segundo a OMS, na maior parte das vezes, os sintomas são relativamente leves, entre eles tosse, febre, congestão nasal e respiração ofegante. Em casos mais graves, a doença pode causar pneumonia, especialmente em crianças, idosos ou pessoas com comorbidades. Ainda não existe uma vacina especifica que trate o HMPV, mas organizações de saúde recomendam medidas parecidas as demais doenças respiratórias. Ou seja: lavar as mãos frequentemente com água e sabão ou o uso de álcool em gel e máscaras em locais fechados, além do distanciamento de pessoas com sintomas. O vírus se espalha por meio de gotículas, contato próximo ou superfícies contaminadas.   Fonte: R7 Foto: Divulgação/OMS

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Jovem é internada na UTI com sintomas de virose que atinge litoral paulista

Um surto de virose afeta o litoral paulista, com foco em Guarujá. O Procon de São Paulo requisitou aumento no estoque de medicamentos devido à alta demanda. Uma jovem está internada em estado grave na UTI após apresentar sintomas da doença. A Cetesb, Companhia Ambiental do Estado, identificou que 38 praias estão impróprias para banho. A prefeitura de Guarujá investiga a relação do surto com esgoto clandestino na região. Foto: Divulgação/Governo de SP

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Mulher que esteve no litoral de SP morre com sintomas de virose

Família também teve quadro da doença, mas com evolução mais leve   O município de Cristais Paulista, na região de Franca, interior de São Paulo, confirmou nesta segunda-feira (6) a morte de Amanda Caroline Resende de Oliveira, 29 anos, que passou por atendimento no sábado na unidade de pronto atendimento da cidade. Amanda estava em uma chácara no município quando passou mal, no sábado (4), com diarreia e vômito . Antes disso, ela esteve no litoral paulista, região que passa por um surto de virose. Segundo a secretária de Saúde, Thaisa Barion, ainda não é possível confirmar a causa da morte, que está sendo investigada pelo Serviço de Verificação de Óbito. Parentes da vítima também apresentaram os mesmos sintomas, porém com uma melhor evolução. O estado enfrenta um surto de virose gastrointestinal no Guarujá e em municípios próximos, com relato de aumento de procura de unidades de saúde nas duas últimas semanas e cerca de 2 mil pessoas com sintomas relacionados. A vítima foi velada na tarde desta segunda (6) em Franca.   Fonte: Agência Brasil Foto: Prefeitura de Guarujá

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Surto de metapneumovírus humano coloca China em estado de atenção

 Casos crescem no inverno do norte do país; especialistas destacam medidas de higiene, mas descartam risco de nova pandemia  A China está em alerta para o metapneumovírus humano (HMPV), uma doença respiratória que afeta principalmente idosos, crianças e pessoas com sistema imunológico fragilizado. Os casos aumentaram no norte do país, região que enfrenta o rigor do inverno.  O Centro Chinês de Controle e Prevenção de Doenças orientou a população sobre a importância de adotar medidas de saúde e higiene. Apesar disso, as autoridades negaram que os hospitais estejam superlotados e descartaram o risco de uma nova pandemia, como a da covid-19.  O metapneumovírus humano é um vírus respiratório que causa infecções nas vias aéreas superiores e inferiores em pessoas de todas as idades. Os grupos mais vulneráveis incluem crianças pequenas, idosos e indivíduos com o sistema imunológico comprometido, como aqueles com doenças crônicas. Esses grupos estão mais propensos a desenvolver formas graves da doença, como bronquiolite ou pneumonia.  Embora o vírus não seja recente — foi identificado pela primeira vez em 2001 —, ele tem ganhado atenção devido ao aumento de casos. O HMPV pertence à família Pneumoviridae, assim como o vírus sincicial respiratório (RSV). A transmissão ocorre de maneira semelhante à da covid-19 e de outras doenças respiratórias: por gotículas expelidas ao tossir ou espirrar, pelo contato próximo com pessoas infectadas ou por superfícies contaminadas, seguido do contato das mãos com o rosto.  Os sintomas mais comuns incluem: Tosse; Febre; Congestão nasal; Coriza; Rouquidão;  Em casos mais graves, pode haver falta de ar e chiado no peito.  Atualmente, não existem vacinas ou tratamentos antivirais específicos para o HMPV. O tratamento é, em geral, de suporte, com foco no alívio dos sintomas, como febre e congestão nasal. Em casos graves, pode ser necessária hospitalização para oferecer respiração mecânica ou outros cuidados intensivos. (Renan Isaltino) FONTE: R7

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