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Tag: Saude

Piracicaba anuncia exame de ultrassom morfológico 4D para gestantes

Exame é indicado para gestantes entre 20 e 24 semanas, seguindo protocolo   As gestantes de Piracicaba, atendidas pelo SUS (Sistema Único de Saúde), agora têm à disposição um equipamento de alta tecnologia que realiza exame de ultrassom morfológico 4D. O exame é oferecido pela Prefeitura, pela primeira vez na história, no CDI (Centro de Diagnóstico por Imagem). Na manhã da última quinta-feira (5), o prefeito Helinho Zanatta e o secretário de Saúde, Dr. Sergio Pacheco, estiveram no CDI para acompanhar a realização de um mutirão que ofereceu 22 exames do tipo. O ultrassom morfológico 4D permite uma imagem ainda mais próxima da realidade, mais nítida e de melhor qualidade. É possível ver o bebê se movimentando em tempo real, observar bocejo, sorriso, piscar e outros. O exame em 4D também pode auxiliar o médico a avaliar com mais precisão o volume e o funcionamento de certas estruturas, como pulmão e coração. O exame é feito entre 20 e 24 semanas de gestação e indicado pelo médico ou enfermeiro que acompanha a gestante, seguindo um protocolo que leva em conta, entre outras coisas, histórico de doenças e de má formação, por exemplo. “Pela primeira vez na história a Prefeitura de Piracicaba oferece este exame pelo SUS. Com o ultrassom em 4D é possível ver detalhes e dar mais segurança aos pais”, observa o secretário de Saúde. O prefeito Helinho comemorou o oferecimento do novo exame na rede de saúde. “Acabamos de receber esse novo equipamento. O mais importante é a qualidade da imagem para que se possa fazer um diagnóstico para casos especiais para que as mamães se sintam mais seguras e os bebês tenham qualidade de vida desde a gestação”, observou.   Foto: Prefeitura de Piracicaba

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Rio Claro dispõe de métodos contraceptivos gratuitos para evitar gravidez na adolescência

DIU hormonal e implante subdérmico contraceptivo estão entre os métodos gratuitos para adolescentes A gravidez na adolescência representa mudança de vida, que pode comprometer a trajetória educacional da jovem, e mais que isso, na faixa etária que compreende a adolescência, de 12 a 18 anos, há maiores riscos da ocorrência de problemas durante a gestação e o parto. No ano passado, Rio Claro teve cerca de 180 casos de gestantes adolescentes atendidas na rede pública de saúde municipal. O assunto ganha ainda mais destaque nesta Semana Nacional de Prevenção à Gravidez na Adolescência. Para proteger do risco de gravidez, o município dispõe de métodos contraceptivos gratuitos, voltados também a adolescentes. “É feita a distribuição de preservativos e fornecimento de anticoncepcionais, a partir de receita médica, e, em casos específicos, há a possibilidade de implante subdérmico contraceptivo ou dispositivo intrauterino (DIU) hormonal”, observa Camila Fontana, que coordena o setor de atenção primária na Fundação Municipal de Saúde de Rio Claro. O acesso ao implante subdérmico e ao DIU hormonal é por meio de acompanhamento em unidade de saúde pública do município. O implante é fornecido para adolescentes em vulnerabilidade social e também em casos de dependência ou uso abusivo de drogas lícitas ou ilícitas; mulheres em situação de rua; soropositivas para HIV; deficiência intelectual, retardo mental moderado a grave e doença psiquiátrica (avaliação pela comissão de planejamento familiar). Já para o uso do DIU a adolescente precisa se encaixar em um dos critérios: estar em acompanhamento do pré-natal; consulta de puerpério (quatro semanas ou mais após o parto); consulta de planejamento familiar em pós aborto; ou adolescentes institucionalizadas. “O uso de contraceptivo é uma ferramenta fundamental na redução de casos de gravidez na adolescência”, observa Camila. Não se pode esquecer do preservativo, que além de evitar gravidez protege de doenças sexualmente transmissíveis. Segundo dados da Pesquisa Nacional da Saúde do Escolar (PeNSE), o número de adolescentes que alegaram ter utilizado preservativo na sua última relação sexual reduziu em treze pontos percentuais entre 2009 e 2019. E o acesso ao preservativo em Rio Claro, é amplo, já que está disponível em todas as unidades de saúde.    

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Saúde de Campinas registra mais um caso de febre maculosa em 2024

A metrópole não registrou, até o momento, caso em 2025 A Secretaria de Saúde de Campinas confirmou nesta segunda-feira, 10 de fevereiro, mais um caso de febre maculosa em 2024 que evoluiu para cura. Ele ocorreu em outubro. Com isso, a cidade chegou a sete casos confirmados da doença no ano passado, sendo que um deles resultou em óbito. O Município apresentou em 2024 a menor letalidade relacionada à doença dos últimos 17 anos e indicador inferior ao do Estado. O primeiro caso, único que evoluiu para óbito, ocorreu em maio do ano passado. Os outros seis casos, que evoluíram para cura, foram em junho (um), agosto (três) e outubro (dois). A secretaria não registrou, até o momento, casos de febre maculosa em 2025. Novo registro Mulher, 63 anos, teve início de sintomas, residente na área de abrangência do CS Vila Rica. Ela teve início dos sintomas em 15 de outubro. As equipes de vigilância realizaram investigações sobre o local provável de infecção (LPI), no entanto, ele foi considerado indeterminado. A Prefeitura reforça que estão sinalizadas todas as áreas públicas municipais onde há risco de febre maculosa brasileira por serem sujeitas à presença do carrapato-estrela que pode estar infectado. O que é a febre maculosa? A febre maculosa é uma doença grave, com alta letalidade, causada pela bactéria Rickettsia rickettsii. A infecção se dá pela picada do carrapato-estrela infectado com esta bactéria. Na fase jovem, ele pode parasitar qualquer animal, inclusive o ser humano, que frequenta áreas com vegetação, especialmente onde há cavalos, capivaras e outros animais silvestres. Em 2023 foram contabilizados 20 casos, 17 com transmissão no município, e sete óbitos. O que está sendo feito? O município realiza ações educativas de forma contínua para sensibilização das equipes de saúde e da população sobre o tema. Desde o início de 2023 até esta segunda-feira, 10, foram realizadas 263 atividades. A lista reúne palestras, oficinas e capacitações. Para reforçar a prevenção e controle da febre maculosa, a Prefeitura iniciou em setembro de 2024 um trabalho de manejo para controle reprodutivo das capivaras que visa combater a transmissão da febre maculosa por meio da redução de nascimentos de filhotes de capivaras em parques públicos. Nesta fase do projeto serão esterilizados aproximadamente 200 animais que vivem livremente na (Lagoa do Taquaral, Lago do Café, Parque Ecológico Monsenhor Emílio José Salim e Parque das Águas. A gestão do projeto é da Secretária do Clima, Meio Ambiente e Sustentabilidade (Seclimas). Já a Secretaria de Saúde mantém monitoramento constante sobre a doença. Ações educativas Em 2024 houve parceria da Administração com a Faculdade São Leopoldo Mandic pelo terceiro ano consecutivo. Os alunos do primeiro semestre do curso de medicina foram capacitados sobre o tema e trabalham na prática a abordagem junto à população em locais estratégicos com grande circulação de visitantes, como parques e unidades de saúde. A Prefeitura mantém uma página na internet que reúne uma série de informações sobre a febre maculosa, incluindo explicações sobre a doença, perguntas e respostas, manual para prevenção em locais com presença de carrapatos, manual para os profissionais da área de segurança do trabalho, material educativo de divulgação para a população, conteúdo para gestores e profissionais de saúde, boletim epidemiológico e painel de monitoramento. Há ainda ressalva para a Lei Municipal 16.418/2023, que dispõe sobre a obrigatoriedade de os estabelecimentos, produtores, promotores e organizadores de eventos realizados em locais sujeitos à presença do carrapato-estrela informar sobre o risco de febre maculosa brasileira. Mais informações sobre a doença e ações realizadas pela Prefeitura estão na página: https://campinas.sp.gov.br/sites/febremaculosa. Sintomas e busca por assistência Os sintomas iniciais são febre, dor de cabeça e dor no corpo, com piora progressiva e surgem de dois a 14 dias após a picada do carrapato infectado, podendo ser confundidos com outras doenças, como dengue, leptospirose, gripe e covid-19. A febre maculosa tem cura, mas o tratamento precisa ser iniciado logo nos primeiros dias de sintomas para evitar agravamento e possível óbito. É importante evitar contato direto com vegetação, principalmente perto de rios, córregos e lagoas, utilizar roupas e calçados que cubram o corpo e ficar atento para retirar rapidamente eventuais carrapatos aderidos à roupa e ao corpo. Caso a pessoa apresente febre entre dois a 14 dias após frequentar áreas verdes, a pessoa deve procurar imediatamente um serviço de saúde e informar que esteve em local onde o carrapato-estrela pode estar presente. Com isso, a Saúde ressalta a importância de não banalizar sintomas, uma vez que o tratamento oportuno é imprescindível para salvar vidas. Dez dicas para evitar a doença O carrapato-estrela é encontrado naturalmente em gramados, pastagens e matas, em especial nas áreas próximas a rios, lagos e lagoas. Se estiver contaminado, pode transmitir a bactéria que causa a febre maculosa. Quem visita, trabalha ou mora em área de risco para febre maculosa – próximo a matas, rios e parques com áreas verdes – pode seguir as seguintes medidas de prevenção: Evite caminhar, sentar e deitar na grama e nos locais com acúmulo de folhas secas caídas. Os carrapatos se concentram em áreas de sombra; Evite se aproximar e permanecer às margens de rios, lagos, lagoas e dos animais presentes no local; Faça piquenique, comemoração, ensaio fotográfico e atividade física nas áreas pavimentadas; Use roupas claras, observe o corpo e as roupas. Se algum carrapato chegar até você será mais fácil enxergar; Use repelente com eficiência comprovada contra carrapatos. Passe na pele exposta, sapato e roupa; Após ter frequentado áreas com vegetação, vistorie o corpo e roupas em busca de carrapatos; Encontrou um carrapato? Retire com cuidado, sem esmagar, de preferência usando uma pinça e lave o local com água e sabão; Em casa, tome banho quente e use bucha vegetal fazendo movimento circular. Se tiver algum carrapato na pele, a bucha ajuda a retirar; Ao visitar áreas verdes e parques da cidade, respeite as orientações das placas de informação; O carrapato de cachorro não é da mesma espécie do carrapato-estrela. Porém, se o seu pet frequenta área de risco, ele pode ser

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Mutirão de combate à dengue visita 1.600 imóveis em Limeira

A Secretaria Municipal de Saúde de Limeira realizou, no último sábado (8), um mutirão de combate à dengue, visitando 1.600 imóveis nos bairros Gustavo Peccinini e Ernesto Kühl. Durante as visitas, foram encontrados criadouros do mosquito transmissor da doença, com larvas localizadas em diversos pontos, como latas, plásticos, baldes, plantas com água acumulada e pneus. De acordo com o balanço divulgado nesta segunda-feira (10), 334 criadouros foram identificados. Desses, 189 estavam com água acumulada e, em 21 deles, foi possível detectar larvas. A ação contou com a participação de 83 servidores, entre agentes de combate a endemias, agentes de controle de zoonoses e agentes comunitários de saúde. Em janeiro, Limeira registrou 101 casos confirmados de dengue. Fonte: Prefeitura de Limeira

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Casos de Covid-19 no Brasil têm maior alta em 10 meses

Apesar de a Covid-19 ter saído do foco das discussões no Brasil e no mundo, o vírus continua circulando. Só em janeiro deste ano, foram registrados quase 73 mil casos no país, marcando o maior número de infecções dos últimos 10 meses. De acordo com o Ministério da Saúde, esse total representa um aumento de aproximadamente 70% em relação a dezembro de 2024. O número de mortes também subiu, passando de 291 em dezembro do ano passado para 311 em janeiro deste ano, um crescimento de 7%. Pico de infecções O maior número de novos casos dos últimos 10 meses foi registrado entre os dias 5 e 11 de janeiro, com ao menos 23,5 mil infecções confirmadas. Para efeito de comparação, entre 29 de dezembro e 4 de janeiro, o país contabilizou cerca de 16 mil novos casos, enquanto na semana anterior, de 22 a 28 de dezembro, foram pouco mais de 6 mil infecções. O aumento começou a ser observado nas últimas semanas epidemiológicas de 2024, intensificando-se no início de 2025. Antes desse novo crescimento, o último grande pico havia ocorrido em março do ano passado. Em janeiro, o número de casos subiu 68% em relação a dezembro, somando 72.846 registros. Desde o final de março de 2024, quando o Brasil registrava cerca de 14 mil infecções semanais, o menor índice foi observado entre os dias 9 e 15 de junho, com apenas 1.102 novos casos. Impacto no número de mortes O aumento no número de infecções também refletiu nos óbitos. Apenas na terceira e quarta semana de janeiro, foram registradas 310 mortes pela doença. Para conter a disseminação do vírus, o Ministério da Saúde anunciou, na terça-feira (4) a aquisição de 69 milhões de doses de vacinas, garantindo o abastecimento pelos próximos dois anos. A prioridade será imunizar crianças de seis meses a quatro anos, gestantes, idosos acima de 60 anos e pessoas imunocomprometidas.    

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Campinas intensifica vacinação contra a febre amarela em área rural

O prefeito de Campinas, Dário Saadi, participou de uma ação da Saúde para intensificar a vacinação de casa em casa contra a febre amarela na área rural do Centro de Saúde (CS) Carlos Gomes. A ação aconteceu neste sábado, 8 de fevereiro, e contou com o apoio da Defesa Civil. Cinco equipes estavam envolvidas nesta atividade. Enquanto uma equipe permaneceu no CS, as outras quatro visitaram os residentes da área rural, incluindo sítios e condomínios de chácaras. Além disso, outras regiões rurais de Campinas, como Joaquim Egídio, Taquaral, São Cristóvão e San Diego também receberam esta ação de vacinação casa em casa. “Nós já tivemos um caso de febre amarela em Campinas e é preciso que a população toda seja vacinada, principalmente aqueles que vivem mais próximos à zona rural de Campinas”, destacou o prefeito. Esta estratégia de imunização teve início nesta semana e, por enquanto, participam 26 CSs. Ao menos 40 bairros já foram visitados e o trabalho terá continuidade. Daiane Morato, coordenadora da Vigilância Epidemiológica do Departamento de Vigilância e Saúde da Prefeitura, ressaltou a relevância da intensificação da vacinação, uma vez que Campinas está classificada como uma região afetada pela febre amarela. A expectativa, segundo ela, é encontrar as pessoas já vacinadas, uma vez que as doses estão disponíveis em todos os centros de saúde. “Se alguém ainda não estiver vacinado, nossa ação de busca ativa garantirá a imunização no local”, completou. Ela também fez um alerta: “É importante que toda a população residente de Campinas procure um centro de saúde para vacinar, caso não tenha vacina anterior ou tenha dúvida se já é vacinado”. Durante a ação da Prefeitura, o lavrador Rogério de Carvalho, que não tinha certeza sobre sua vacinação, recebeu a dose. “É um ato de prevenção, não dói. Esta ação é muito importante, pois eles vieram até nós, não precisamos nos deslocar. O importante é tomar a vacina. É uma questão de vida”, disse. Já o motorista Danilo Ramos, que havia recebido a dose em 2017, não se lembrava do registro. “A equipe consultou o sistema e confirmou que minha vacina estava em dia. É importante esse trabalho, mesmo com o centro de saúde bem próximo. O importante é que a equipe já veio aqui e já viu que está tudo certo. Graças a Deus estamos protegidos”, contou. A pasta já havia iniciado a intensificação da vacinação para viajantes ou residentes em áreas rurais, de mata ou com características de floresta desde 20 de janeiro, quando foi encontrado um macaco morto na região do bairro Carlos Gomes que testou positivo para a doença. Campinas não registrava casos da doença em macacos desde 2019. Estes animais não são transmissores, mas, sim, vítimas. A presença de primatas doentes serve como “alerta” aos órgãos da saúde sobre a circulação do vírus, uma vez que quando contaminados eles dificilmente sobrevivem. Orientações A orientação do Programa de Imunização é para que todos os moradores de Campinas, a partir de 9 meses, que ainda não receberam a dose, compareçam aos CSs. Vale destacar, porém, que a vacinação é seletiva, ou seja, as pessoas a partir de 5 anos que já tomaram uma dose ao longo da vida não precisam receber outra. Quem tiver dúvidas sobre já ter recebido ou não a vacina deve procurar um CS. A intensificação da vacinação contra a febre amarela em áreas de risco também teve público-alvo ampliado a partir de 20 de janeiro. foram incluídas crianças de 6 meses a 8 meses, além de gestantes e mulheres que estejam amamentando. 1ª morte A Saúde confirmou na última quinta-feira, 6, a primeira morte por febre amarela na cidade em 2025. O caso, único desde janeiro, refere-se a um morador de 39 anos que residia em área rural do distrito de Sousas, onde o risco de transmissão da doença é maior. O último caso humano de febre amarela silvestre contraída em Campinas havia sido de um homem em 2017, que esteve na zona rural da área do CS Sousas. O caso daquele ano evoluiu para cura. Já a febre amarela urbana teve o último caso no Brasil em 1942. Fonte: Prefeitura de Campinas Imagem: Manoel de Brito

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Ernesto Kühl e Gustavo Peccinini recebem mutirão da dengue hoje em Limeira

A Secretaria Municipal de Saúde promove neste sábado (8), das 07h30 às 12h00, um mutirão de combate à dengue nos bairros Ernesto Kühl e Gustavo Peccinini. A escolha das áreas foi feita com base nas notificações de casos da doença. Cerca de 80 profissionais, incluindo agentes de combate às endemias, agentes de controle de zoonoses e agentes comunitários de saúde, estarão envolvidos na ação. A Secretaria de Saúde reforça que todos os servidores estarão uniformizados e portarão crachá de identificação. Em janeiro, Limeira registrou 101 casos de dengue. Foto: Prefeitura de Limeira

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2º mutirão contra a dengue visita sete bairros neste sábado (8)

Ação é das 8h às 12h e inclui áreas do Jardim Campos Elíseos, Residencial Parque da Fazenda, Jardim Roseira, Jardim Nova Morada, Vila Perseu Leite de Barros e Jardim Novo Londres   A Secretaria de Saúde de Campinas realiza neste sábado, 8 de fevereiro, o 2º mutirão municipal de 2025 para prevenção e combate à dengue. A ação começa às 8h e sete bairros terão imóveis visitados para controle de criadouros do mosquito Aedes aegypti, vetor da doença, e orientações sobre cuidados. A lista abrange as seguintes áreas: Parque Tropical Jardim Campos Elíseos Residencial Parque da Fazenda Jardim Roseira Jardim Nova Morada Vila Perseu Leite de Barros Jardim Novo Londres O trabalho reúne pelo menos 150 agentes da Saúde e funcionários da Impacto Controle de Pragas divididos em 14 equipes. Quatro grupos iniciam as atividades a partir de encontro na Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Padre Melico Candido Barbosa. Ela fica na Rua Manoel Gomes Ferreira, 127, no Parque Tropical. Já outras dez irão diretamente para os demais bairros. O encerramento ocorre às 12h. O mutirão complementa as ações previstas no Alerta Arboviroses, publicado semanalmente. As áreas foram escolhidas a partir da análise epidemiológica, que consideraram o potencial de transmissão da dengue nas últimas quatro semanas. A Administração repete a estratégia de usar um drone para localizar grandes criadouros como piscinas e caixas d’água em imóveis identificados como desocupados ou em situação de abandono. Caso sejam constatados no sobrevoo pontos com descarte irregular de materiais, a Secretaria de Serviços Públicos será acionada. Desde 1º de janeiro Campinas registra 421 casos de dengue e nenhuma morte. Os dados foram atualizados pela Secretaria de Saúde na segunda-feira, 3. O balanço de ações realizadas no mutirão deve ser divulgado em 10 de fevereiro. Como será o mutirão? Os trabalhadores da Impacto usam camiseta laranja com gola careca e logo da empresa silkado, enquanto o líder da equipe veste blusa verde com as mesmas características. Todos vestem calça cinza, e têm crachá. Já os agentes de saúde usam identificação da Prefeitura. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo 199, da Defesa Civil. A melhor forma de prevenção contra a dengue é eliminar qualquer acúmulo de água que possa servir de criadouro, principalmente em latas, pneus, pratos de plantas, lajes e calhas. É importante, ainda, vedar a caixa d’água e manter fechados vasos sanitários inutilizados. O mutirão é multissetorial e conta com apoio de profissionais das secretarias de Serviços Públicos, Habitação, Educação, Desenvolvimento e Assistência Social, Trabalho e Renda, Clima, Meio Ambiente e Sustentabilidade, além da Guarda, Defesa Civil, Sanasa e Emdec. O que já foi feito? Entre 1º e 27 de janeiro foram realizadas as seguintes ações: Controle de criadouros: 82.230 visitas a imóveis; Nebulização: visitas a 17.894 imóveis; Já durante o ano de 2024 ocorreram: Controle de criadouros: 1.707.884 visitas a imóveis; Nebulização: cobertura de 286.993 imóveis; Mutirões: 21, com visitas a 95,1 mil imóveis; Mais de 250 escolas trabalharam o tema, com 63 mil crianças e famílias impactadas; 98,5 mil toneladas de resíduos retirados em ações; 250 servidores brigadistas; 300 servidores capacitados; 15 ações de fiscalização integrada; Chatbot dengue (até 06/01/25): 49.078 pacientes foram acompanhados e 16.428 reencaminhados aos serviços de saúde para novas orientações; 36 lideranças de bairros capacitadas; 41 capacitações em manejo do paciente suspeito de dengue para equipes de enfermagem e médica; 77 capacitações para agentes comunitários de saúde; 35 reuniões e visitas técnicas em serviços de saúde; 153 ações de educação em saúde para profissionais e serviços de saúde. Assistência A pessoa que tiver febre deve procurar um centro de saúde imediatamente para diagnóstico clínico. Portanto, a Saúde faz um apelo para que a população não banalize os sintomas e também não realize automedicação, o que pode comprometer a avaliação médica, tratamento e recuperação. Já quem estiver com suspeita de dengue ou doença confirmada e apresentar sinais de tontura, dor abdominal muito forte, vômitos repetidos, suor frio ou sangramentos deve buscar o quanto antes por auxílio em pronto-socorro ou em UPA. Comitê de prevenção A Prefeitura conta com um Comitê de Prevenção e Controle de Arboviroses desde 2015, que em 2023 passou a se chamar Comitê Municipal de Enfrentamento das Arboviroses e Zoonoses. Ele reúne 14 secretarias: Governo; Saúde; Educação; Serviços Públicos, Clima, Meio Ambiente e Sustentabilidade; Gestão e Desenvolvimento de Pessoas; Administração; Comunicação; Trabalho e Renda; Esportes e Lazer; Cultura e Turismo; Habitação; Relações Institucionais, e Desenvolvimento e Assistência Social. Também participam Defesa Civil, Serviço 156, Rede Mário Gatti, Setec e Sanasa. No comitê é discutida a situação epidemiológica da cidade e, com isso, são desencadeadas as ações intersetoriais e apoio para as ações da Secretaria de Saúde. Mais informações estão no site: https://dengue.campinas.sp.gov.br.   Foto: Prefeitura de Campinas

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Decreto cria plano de contingência para combate à dengue e outras arboviroses em Limeira

Um decreto publicado no Jornal Oficial de Limeira desta quarta-feira (5) instituiu o Plano de Contingência Municipal para a Prevenção e Controle das Arboviroses Urbanas, com foco no combate à transmissão da dengue, chikungunya, zika vírus e febre amarela no município. O objetivo do plano é integrar diferentes secretarias e autarquias nas ações de prevenção e no desenvolvimento de políticas públicas voltadas ao combate dos vetores dessas doenças, conforme explicou o secretário interino de Saúde, Alexandre Ferrari. “A publicação desse plano é essencial, pois torna prioritário o combate à dengue no município, estabelece uma responsabilidade intersetorial, unindo diversas frentes, e permite que a Saúde busque recursos junto aos governos estadual e federal para reforçar as ações locais”, destacou o secretário. Segundo a última atualização do Departamento de Vigilância em Saúde, Limeira teve, até o momento, 80 casos confirmados de dengue. Não há casos de chikungunya, zika vírus e febre amarela na cidade. Criação do comitê O decreto também cria o Comitê de Prevenção e Controle das Arboviroses Urbanas, responsável pela coordenação das ações municipais por meio de uma “sala de situação”, que contará com representantes de diversas secretarias e será liderado pela Secretaria de Saúde. As atribuições do comitê incluem: Garantir a execução do Plano de Contingência Municipal para a Prevenção e Controle das Arboviroses Urbanas; Monitorar a transmissão da dengue, chikungunya, zika vírus e febre amarela, com reuniões semanais no período de alta transmissão e quinzenais no período de baixa transmissão; Envolver todas as secretarias, departamentos e autarquias do Executivo em medidas de prevenção dessas doenças; Manter conexão com órgãos de saúde, públicos e privados, para coletar informações, unir esforços e definir estratégias de controle; Decidir e propor campanhas de conscientização e prevenção, evitando agravamento da situação; Informar a população regularmente e acionar os veículos de comunicação, quando necessário, para divulgar informações sobre o controle das arboviroses. Além da Secretaria de Saúde, o comitê contará com representantes das secretarias de Comunicação Social, Educação, Obras e Serviços Públicos, Meio Ambiente e Agricultura, Segurança Pública e Defesa Civil, além da Ouvidoria Geral, do Centro de Promoção Social e dos hospitais Hapvida, Unimed Limeira, Humanitária e Santa Casa.   Foto: Prefeitura de Limeira

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Plantão de Vacinação ocorre em dois locais neste sábado (8) em Limeira

A Secretaria de Saúde de Limeira realiza neste sábado (8), das 8h às 13h, mais um Plantão de Vacinação. A UBS Nova Europa irá oferecer a multivacinação, enquanto o drive-thru do Parque Cidade, doses da vacina contra dengue (para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos), covid (para pessoas acima de 12 anos) e febre amarela. SERVIÇO: UBS Nova Europa – multivacinação Endereço: Rua Dona Eliza Sthalberg, 366 Drive-thru do Parque Cidade – dengue (crianças e adolescentes de 10 a 14 anos), covid (pessoas acima de 12 anos) e febre amarela Endereço: Entrada pela Portaria A – Via Antônio Cruãnes Filho, s/nº (ao lado da pista de skate)   Foto: Prefeitura de Limeira

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