Pular para o conteúdo principal

Portal Veloz

Últimas Notícias

Prefeitura de Limeira transmite audiência do orçamento 2027 pela internet; veja como acompanhar

Atleta de Americana, Priscila Ferraz é convocada para a Seleção Brasileira Master de Handebol

PF investiga corrupção e violação de sigilo funcional em operação no DF e em SP

Criação de programa para incentivar autorregularização de débitos de ISS é aprovado em Americana

Agosto Lilás é marcado pelos 20 anos da Lei Maria da Penha

Diogo Nogueira é destaque da Semana Cultural de setembro de Hortolândia

Tag: politica

Motta anuncia votação para acelerar isenção do IR a quem ganha até R$ 5.000

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou a votação da urgência do projeto para isentar do IR (Imposto de Renda) quem ganha até R$ 5.000. A previsão, segundo ele, é votar a etapa do texto nesta quinta-feira (21). Na prática, a aprovação permite com que a proposta seja analisada de forma mais rápida por deputados, com votação direta no plenário. O texto foi apresentado pelo Planalto e prevê uma ampliação no benefício tributário. Atualmente, quem recebe até R$ 3.036 não precisa pagar IR. A ideia é elevar esse benefício até R$ 5.000. Pelas previsões indicadas no relatório do deputado Arthur Lira (PP-AL), a mudança deve beneficiar 14 milhões de pessoas. A proposta também prevê uma isenção parcial para pessoas com salários entre R$ 5.001 e R$ 7.350, que deve alcançar um público de 500 mil. Nos bastidores, a expectativa é de que a urgência ao texto seja aprovada com facilidade, mas líderes partidários ainda precisam discutir a análise final do texto.   Fonte: R7 Foto: Lula Marques/Agência Brasil

Leia Mais

Javier Milei e irmã são denunciados por corrupção em contratos médicos

O presidente da Argentina, Javier Milei, e sua irmã, Karina Milei, que ocupa o cargo de secretária-geral da Presidência, foram denunciados por corrupção em contratos de fornecimento de medicamentos ligados à Agência Nacional de Deficiência (Andis). A denúncia foi apresentada pelo advogado Gregorio Dalbón, representante da ex-presidente Cristina Fernández de Kirchner. Ele acusa a existência de um “esquema de cobrança e pagamento de propinas relacionadas à compra e fornecimento de medicamentos, com impacto direto nos cofres públicos”. Os crimes citados incluem conluio, administração fraudulenta, negociações incompatíveis com a função pública e violação da lei de Ética Pública. Além dos irmãos Milei, também foram denunciados o assessor “Lule” Menem, o chefe da Andis, Diego Spagnuolo, e o empresário Eduardo Kovalivker, dono de uma distribuidora de medicamentos. A acusação ganhou força após a divulgação, pela imprensa argentina, de áudios em que Spagnuolo detalharia o suposto esquema de subornos. Em uma das gravações, ele admite a existência da rede, afirmando que o presidente “não está envolvido, mas é toda a gente dele”. Em outra, menciona que Javier Milei foi alertado sobre o caso e que parte da operação seria controlada por uma empresa ligada à família Menem. Segundo a denúncia, a empresa de medicamentos funcionava como canal para o desvio de recursos públicos por meio de sobrepreços e taxas extras cobradas de fornecedores. Dalbón pediu buscas nas sedes da Andis, da Secretaria-Geral da Presidência e da empresa citada, além da análise dos movimentos financeiros. Paralelamente, opositores de Milei exigiram que Karina Milei e Spagnuolo sejam convocados a depor. O caso estourou durante uma sessão parlamentar que discutia a declaração de emergência em matéria de deficiência medida que obrigaria o governo a ampliar os recursos destinados ao setor, mas que foi vetada por Javier Milei no início do mês.   Fonte: R7 Foto: Tomas Cuesta/Getty Images

Leia Mais

Como funcionaria o voto impresso aprovado por comissão do Senado no Código Eleitoral

Aprovado pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado nessa quarta-feira (20), o Novo Código Eleitoral inclui uma emenda que prevê o retorno do voto impresso. A sugestão foi aprovada por 14 votos a 12. Apresentada pelo senador Esperidião Amin (PP-SC), a proposta diz que a urna deverá imprimir o registro de cada voto, que será automaticamente depositado em local lacrado — possivelmente uma urna —, sem contato manual do eleitor. A votação só seria concluída após o eleitor confirmar que o registro impresso corresponde ao voto exibido na urna. Pelo projeto, o novo sistema de votação eletrônica com impressão do voto deve ser implantado na primeira eleição geral após a aprovação da lei. Ou seja, caso seja aprovado nos próximos meses, será obrigatório nas eleições de 2026. O texto ainda precisa ser votado no plenário do Senado e na Câmara dos Deputados. Argumentos A principal justificativa do senador Esperidião Amin para a inclusão da emenda é aumentar a transparência e confiabilidade do processo eleitoral. O texto se fundamenta em uma recomendação de relatório encomendado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) junto à PF (Polícia Federal), de 2018, que sugere a adoção do voto impresso como meio físico de auditoria. O argumento é que, apesar da agilidade e segurança do sistema eletrônico, “um software não basta ser seguro, ele precisa parecer seguro e transparente para o cidadão comum, sem conhecimentos tecnológicos”, diz o trecho destacado na emenda. Esperidião Amin também defende que o sigilo do voto será preservado, já que o registro impresso será apenas visualizado pelo eleitor e automaticamente depositado em local lacrado. O relator Marcelo Castro (MDB-PI) afirmou que, durante a tramitação do Novo Código Eleitoral no plenário, vai tentar retomar a redação que tinha elaborado para a proposta, que não previa a exigência do voto impresso. “Eu votei a favor do meu parecer, que era contra todas essas alterações. Vou continuar com o meu parecer”, disse. Castro também disse que tentará pautar o projeto no plenário da Casa na próxima semana, mas a decisão dependerá do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Leia perguntas e respostas sobre o assunto Qual foi a decisão da CCJ do Senado sobre o voto impresso? A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado aprovou, em 20 de setembro, uma emenda ao Novo Código Eleitoral que prevê o retorno do voto impresso. A proposta foi aprovada por 14 votos a 12. Quem apresentou a proposta do voto impresso e qual é a sua principal característica? A proposta foi apresentada pelo senador Esperidião Amin (PP-SC) e determina que a urna deve imprimir o registro de cada voto, que será depositado em um local lacrado, sem contato manual do eleitor. Como será o processo de votação com o voto impresso? O processo de votação só será concluído após o eleitor confirmar que o registro impresso corresponde ao voto exibido na urna. Quando o novo sistema de votação deve ser implantado? O novo sistema de votação eletrônica com impressão do voto deve ser implantado na primeira eleição geral após a aprovação da lei, o que significa que, se aprovado nos próximos meses, será obrigatório nas eleições de 2026. Quais são os próximos passos para a proposta do voto impresso? O texto ainda precisa ser votado no plenário do Senado e na Câmara dos Deputados. Qual é a justificativa do senador Esperidião Amin para a inclusão da emenda? A principal justificativa é aumentar a transparência e confiabilidade do processo eleitoral, fundamentando-se em uma recomendação do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) junto à PF (Polícia Federal) de 2018, que sugere a adoção do voto impresso como meio físico de auditoria. Qual é o argumento apresentado sobre a segurança do sistema eletrônico? O argumento é que, apesar da agilidade e segurança do sistema eletrônico, “um software não basta ser seguro, ele precisa parecer seguro e transparente para o cidadão comum, sem conhecimentos tecnológicos”. Como o senador Esperidião Amin garante a preservação do sigilo do voto? Ele afirma que o sigilo do voto será preservado, pois o registro impresso será apenas visualizado pelo eleitor e automaticamente depositado em local lacrado. Qual é a posição do relator Marcelo Castro sobre a proposta do voto impresso? O relator Marcelo Castro (MDB-PI) afirmou que tentará retomar a redação que não previa a exigência do voto impresso durante a tramitação do Novo Código Eleitoral no plenário. Ele declarou que votou a favor de seu parecer, que era contra as alterações. Quando Marcelo Castro pretende pautar o projeto no plenário? Ele pretende pautar o projeto na próxima semana, mas a decisão dependerá do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).   Fonte: R7 Foto: Fábio Pozzebom/Agência Brasil/Arquivo

Leia Mais

Da taxação à anistia: veja áudios em que Bolsonaro articula formas de afastar prisão

A Polícia Federal obteve uma série de áudios de conversas entre o ex-presidente Jair Bolsonaro e o pastor Silas Malafaia no âmbito do inquérito que indiciou o ex-chefe do Executivo e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por tentar atrapalhar a investigação da trama golpista. Nos arquivos, Bolsonaro relaciona a taxação com a votação do projeto de anistia, enquanto Malafaia faz críticas ao filho do ex-presidente, que está nos Estados Unidos e admite manter contatos com membros do governo americano. Taxação e anistia Em um dos áudios, Bolsonaro afirma que, se a votação da anistia não avançar, não haverá negociação sobre as tarifas de 50% impostas pelos EUA. “Resolveu a anistia? Resolveu tudo. Não resolveu? Já era”, disse em um dos trechos analisados pela PF. O ex-presidente também ressalta que não pode se expor, conforme sugerido por Malafaia. O pastor responde que Trump colocou uma “bola quicando” para Bolsonaro e que era o momento de reagir contra sanções aplicadas a ministros e suas famílias. Apesar disso, ressaltou que a anistia seria o “único caminho possível” para derrubar as tarifas. “A questão não é econômica, você que tem que dizer isso. Eu estou falando, é só pegar meus vídeos e, segunda, falo de novo. Agora, tu quer comparar minha voz com a tua? Dizer que você não tem que falar? Não, não faz isso comigo não”, acrescentou Malafaia. Eduardo Bolsonaro Outro ponto discutido é a atuação de Eduardo Bolsonaro. Em um dos principais áudios, Malafaia xinga o parlamentar e diz ter enviado uma mensagem com críticas duras:“A próxima que tu fizer, eu gravo um vídeo e te arrebento”, teria dito. No mesmo arquivo, o pastor elogia a postura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que, em entrevistas, defendeu a necessidade da anistia.“Mas dá parabéns ao Flávio, tá? Foi certinho, é isso aí. Vou dar parabéns a ele também. A faca e o queijo estão contigo”, afirmou. Xingamentos A PF também encontrou, em mensagens de texto, uma conversa acalorada entre Eduardo e o pai. O deputado chamou Bolsonaro de “ingrato”, citando uma entrevista dada pelo pai em que afirma que Eduardo não deveria criticar Tarcísio. “Estou pensando seriamente em dar mais uma porrada nele [Tarcísio], pra ver se você aprende. VTNC, seu ingrato do c******!”, escreveu Eduardo. Conversa entre Bolsonaro e Eduardo obtida pela PF – Reprodução/Polícia Federal Silas defende Eduardo Apesar das críticas, Malafaia também saiu em defesa de Eduardo. Em outro áudio, disse que Bolsonaro errou ao “queimar” o próprio filho: “Você batendo no teu filho, que está fazendo um trabalho junto a autoridades, falando com os principais assessores de Donald Trump, conseguindo produzir isso tudo aí que o Trump está fazendo. Aí você errou, mas errou feio”, declarou. O pastor acrescentou que “o jogo está sendo jogado” e orientou Bolsonaro a não temer o ministro Alexandre de Moraes, além de atacar a delação de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens da Presidência. Gratidão a Trump Outro trecho mostra Bolsonaro redigindo uma nota de quatro parágrafos elogiando Donald Trump e destacando que a “questão da liberdade está muito acima da questão econômica”. As mensagens foram enviadas a “Martinho”, identificado como o advogado Martin de Luca, representante das empresas Rumble e Trump Media & Technology. Bolsonaro também pede orientações sobre como divulgar o texto:“Fiquei muito feliz com o Trump, muita gratidão a ele”, disse. Entenda o caso A PF decidiu indiciar Jair Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro por tentativa de interferir na ação penal em que o ex-presidente é réu por tentativa de golpe de Estado. No relatório final, os investigadores apontaram indícios de crimes de coação no curso do processo (art. 344 do Código Penal) e abolição violenta do Estado Democrático de Direito (art. 359-L). O documento foi enviado ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, e à Procuradoria-Geral da República (PGR). Segundo a PF, Eduardo buscou autoridades dos EUA para tentar impor sanções a ministros do STF, membros da PGR e da Polícia Federal, com o objetivo de interferir na ação penal e garantir impunidade ao pai. Ele também teria usado redes sociais em inglês para atingir o público internacional e coordenado a divulgação de narrativas favoráveis aos investigados. Ainda de acordo com o relatório, Eduardo recebeu R$ 2 milhões de Bolsonaro e realizou operações de câmbio e transferências para ocultar a origem do dinheiro. Acusações contra Jair Bolsonaro A PF afirma que o ex-presidente financiou e corroborou as ações do filho. Ele teria descumprido medidas cautelares, mantido comunicação coordenada com aliados para coagir autoridades e até planejado fuga do país. As investigações também apontam movimentações financeiras atípicas para financiar atividades ilícitas. “O conjunto de elementos probatórios arrecadados indica que o ex-presidente Jair Bolsonaro atuou deliberadamente, de forma livre e consciente, desde o início de 2025 e, com maior ênfase, nos meses de maio, junho e julho de 2025 — quando se intensificaram as ações de Eduardo Bolsonaro no exterior — com a finalidade de se desfazer dos recursos financeiros que tinha em sua posse imediata, bem como evitar possíveis medidas judiciais que limitassem ou impedissem a consumação do intento criminoso”, escreveu a PF. Defesas Nas redes sociais, Eduardo disse que lhe “causa espanto” ser apontado como participante de crime sem que a PF identifique os autores. Em nota publicada no X (antigo Twitter), classificou a acusação como “delirante” e questionou por que autoridades americanas não foram incluídas: “Se a tese da PF é de que haveria intenção de influenciar políticas de governo, o poder de decisão não estava em minhas mãos, mas em autoridades americanas, como o presidente Donald Trump, o senador Marco Rubio ou o Secretário do Tesouro Scott Bessent. Por que, então, a PF não os incluiu como autores? Omissão? Falta de coragem?”, escreveu. Perguntas e respostas Quais são os principais conteúdos dos áudios obtidos pela Polícia Federal? A Polícia Federal obteve áudios de conversas entre o ex-presidente Jair Bolsonaro e o pastor Silas Malafaia, que abordam tentativas de interferir na investigação sobre uma suposta trama golpista. Nos áudios, Bolsonaro discute a relação entre a votação do projeto de anistia e a taxa de 50% imposta pelos EUA,

Leia Mais

Câmara aprova projeto contra adultização de crianças nas redes sociais

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta quarta-feira (20), em votação simbólica, o Projeto de Lei (PL) 2628/2022, que estabelece regras para proteção e prevenção de crimes contra crianças e adolescentes em ambientes digitais. É o chamado PL contra a “adultização” de crianças.   De autoria do senador Alessandro Vieira (MDB-SE), o projeto foi relatado na Câmara pelo deputado Jadyel Alencar (Republicanos-PI) e contou com o apoio de centenas de organizações da sociedade civil que atuam com a proteção das crianças e adolescentes no Brasil. O texto aprovado é um substitutivo do relator. Apesar da proposta já ter passado pelo Senado, como houve mudanças na Câmara, o texto retornará para apreciação final dos senadores. Uma das novidades do projeto aprovado na Câmara é a previsão de uma autoridade nacional autônima, entidade da administração pública que será responsável por zelar, editar regulamentos e procedimentos e fiscalizar cumprimento da nova legislação. A entidade deverá ser criada por norma própria e funcionará nos moldes da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Com 16 capítulos e 41 artigos, o texto obriga as plataformas digitais a tomarem medidas “razoáveis” para prevenir riscos de crianças e adolescentes acessarem conteúdos ilegais ou considerados impróprios para essas faixas etárias, como exploração e abuso sexual, violência física, intimidação, assédio, promoção e comercialização de jogos de azar, práticas publicitárias predatórias e enganosas, entre outros crimes. Além disso, a proposta prevê regras para supervisão dos pais e responsáveis e exige mecanismos mais confiáveis para verificação da idade dos usuários de redes sociais, o que atualmente é feito basicamente por autodeclaração. A matéria ainda disciplina o uso de publicidade; a coleta e o tratamento de dados pessoais de crianças e adolescentes e estabelece regras para jogos eletrônicos, veda à exposição a jogos de azar. Em caso de descumprimento das obrigações previstas na lei, os infratores ficam sujeitos a penalidades que variam de advertência, multas que podem chegar a R$ 50 milhões, suspensão temporária de atividades e até a proibição definitiva das atividades no país. “Não tenho dúvida que nossas crianças e adolescentes irão reconhecer o trabalho do Parlamento brasileiro em buscar um ambiente seguro nas redes sociais, no ambiente digital”, celebrou o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), que pautou e comandou a sessão de votação da proposta. Inicialmente combatido por grande parte da oposição no Congresso, o PL 2628 acabou ganhando adesões nesse campo após o relator acolher modificações na proposta, como a criação de uma agência reguladora autônoma – a ser instituída por lei própria – e a restrição sobre quem pode pedir remoção de conteúdo criminoso. Por isso, o PL, principal partido da oposição, retirou os destaques ao projeto para que a medida avançasse sem percalços no plenário. “Hoje, as crianças do Brasil ganham. Do texto, foram retiradas todas as censuras que poderiam ter. A Câmara dos Deputados sempre vai lutar para que as crianças não sejam sensualizadas”, afirmou o deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do seu partido e um dos expoentes oposicionistas no Congresso. “Nós mostramos hoje que, quando queremos, as nossas divergências ficam de lado e prevalecem o interesse e o bem comum. E o bem comum neste caso é a proteção dos direitos das crianças e adolescentes. Estamos protegendo uma geração inteira”, destacou o deputado Otoni de Paula (MDB-RJ). Remoção imediata Ponto central da proposta, a possibilidade de remoção imediata de conteúdos criminosos por parte das plataformas deve se dar a partir de um processo específico de notificação. No artigo 29, que trata dessa questão, os fornecedores de produtos ou serviços de tecnologia da informação direcionados ou de acesso provável por crianças e adolescentes deverão proceder a retirada de conteúdo que viola direitos de crianças e adolescentes assim que forem comunicados do caráter ofensivo da publicação pela vítima, por seus representantes, pelo Ministério Público ou por entidades representativas de defesa dos direitos de crianças e adolescentes, independentemente de ordem judicial. Na avaliação de especialistas, o projeto de lei adapta direitos que já estão previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), mas que não costumam ser aplicados nas redes sociais. “O PL 2628 protege a liberdade de expressão e de imprensa, porque tem um rol muito restritivo de conteúdos que podem ser imediatamente removidos. São conteúdos de exploração sexual, pornografia, assédio, de incentivo a automutilação e golpes contra crianças e adolescentes. Opiniões, críticas e reportagens são mantidas, não se aplicam no PL”, argumentou a deputada Sâmia Bonfim (PSOL-SP). Para a parlamentar, o projeto é resposta histórica contra o estímulo à violência e à lucratividade indevida sobre a exposição de crianças no ambiente digital. Comoção nacional O assunto ganhou força depois do humorista Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, publicar um vídeo, no dia 9 de agosto, denunciando o influenciador paraibano Hytalo Santos por exploração de pessoas menores de 18 anos e alertando para riscos de exposição infantil nas redes sociais. O vídeo, que já tem quase 50 milhões de visualizações, teve enorme repercussão no país e mobilizou políticos especialistas, famílias, autoridades e organizações da sociedade civil em torno da aprovação de uma legislação protetiva para crianças e adolescentes na internet e redes sociais.   Fonte: Agência Brasil Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

Leia Mais

Governo vai comprar perecíveis que iriam para EUA, diz ministro

O ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, disse nessa quarta-feira (20) à noite, em entrevista à Voz do Brasil, que o governo brasileiro vai comprar produtos perecíveis, como frutas, peixes e carnes. Segundo Teixeira, o destino dos produtos deve ser a merenda escolar, a alimentação das Forças Armadas, os hospitais, os restaurantes universitários e os programas de aquisição de alimentos destinados às populações em insegurança alimentar. “O governo vai estimular que estados e municípios possam adquirir esses produtos pelos programas públicos da alimentação escolar”, afirmou. Paulo Teixeira explicou que isso vai representar uma alimentação escolar, por exemplo, com produtos da melhor qualidade. Outros compradores “Nós estamos só regulamentando porque percebemos que alguns setores conseguem redirecionar rapidamente esses programas para outros países”. Um dos exemplos que ele citou foi o caso da castanha que deve ser comercializada para a Europa. “O mesmo acontece com o café. Não tem café no mundo hoje, em lugar nenhum, para substituir o produto brasileiro”, argumentou. No caso da carne, o ministro afirmou que o produto pode ser estocado, congelado e redirecionado. No entanto, em relação a produtos como mel, açaí, uva e peixes são mais perecíveis e, por isso, deverão ser absorvidos nos programas nacionais de compras públicas. Cadeia produtiva “O governo vai incluir em todos os seus editais de compras públicas a aquisição para que não haja perda de alimentos”, garantiu. Ele ressaltou que as compras vão proteger os empreendedores diretos e toda a cadeia produtiva. O ministro conta que os exportadores venderão os produtos pelo preço que eles utilizariam no mercado interno. “Certamente o governo não tem como pagar o preço em dólar, que é o preço de exportação. Mas o governo tem como pagar o preço do mercado interno”. Fonte: Agência Brasil Foto: SEDUC/AM

Leia Mais

Rússia lança maior ataque aéreo contra a Ucrânia desde julho após reunião na Casa Branca

Ofensiva russa deixou ao menos 8 mortos, 54 feridos e milhares de pessoas sem energia em várias regiões A Rússia lançou a ofensiva aérea mais intensa contra a Ucrânia desde julho na noite desta segunda-feira (18), segundo autoridades ucranianas. O ataque ocorreu algumas horas após o encontro do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com o líder ucraniano, Volodymyr Zelensky, e líderes europeus na Casa Branca. De acordo com a Força Aérea da Ucrânia, foram disparados 270 drones e 10 mísseis durante a madrugada. Ao menos 4 mísseis e 16 drones conseguiram atravessar as defesas aéreas do país. Os bombardeios deixaram 8 mortos e 54 feridos em diversas regiões, segundo informações da CNN International. Em Donetsk, cinco pessoas morreram em ataques a cidades atrás da linha de frente. Já em Zaporizhzhia, três civis foram mortos e 33 ficaram feridos. Autoridades também registraram feridos nas regiões de Kharkiv, Kherson, Dnipropetrovsk e Nikopol. Na região de Poltava, no nordeste, o ataque provocou cortes de energia que atingiram 1.471 residências e 119 estabelecimentos comerciais, conforme informou o administrador militar regional Volodymyr Kohut. No encontro na Casa Branca, estiveram presentes os presidentes da França, Emmanuel Macron, e da Finlândia, Alexander Stubb; a primeira-ministra da Itália; Giorgia Meloni; o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer; o chanceler da Alemanha, Friedrich Merz; a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen; e o secretário-geral da Otan, Mark Rutte. Encontro na Casa Branca Durante o encontro, houve um apelo geral por garantias de segurança para a Ucrânia, vistas como condição indispensável para evitar novas agressões no futuro. Além disso, os europeus cobraram por um cessar-fogo imediato. Segundo Trump, Putin teria concordado em aceitar as garantias de segurança à Ucrânia. Ainda nesta segunda-feira (18), Trump afirmou que ligou para o presidente russo, Vladimir Putin, para organizar uma reunião trilateral entre os dois e Zelensky, para tratar sobre o fim da guerra entre os países europeus. Segundo Trump, ainda não há data para que o encontro ocorra. “Liguei para o presidente Putin e comecei a combinar uma reunião, em local a ser definido, entre o presidente Putin e o presidente Zelensky”, disse o presidente americano.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/Redes Sociais/Volodymyr Zelenskyy

Leia Mais

Trump liga para Putin para marcar encontro trilateral com Zelensky

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (18) que ligou para o líder russo, Vladimir Putin, para organizar uma reunião trilateral entre os dois e o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, para tratar sobre o fim da guerra entre os países europeus. Segundo Trump, ainda não há data para que o encontro ocorra. “Liguei para o presidente Putin e comecei a combinar uma reunião, em local a ser definido, entre o presidente Putin e o presidente Zelensky. Após essa reunião, teremos uma reunião trilateral, que seria composta pelos dois presidentes, além de mim”, disse o presidente americano. Trump disse que terá reunião com Putin e Zelensky para tratar da guerra entre Ucrânia e Rússia – Reprodução/TruthSocial/@realDonaldTrump – 18.8.2025 Nesta segunda-feira, Trump recebeu Zelensky e líderes europeus na Casa Branca para conversar sobre a guerra entre Rússia e Ucrânia. Estiveram no encontro o presidente da França, Emmanuel Macron; o presidente da Finlândia, Alexander Stubb; a primeira-ministra da Itália; Giorgia Meloni; o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer; o chanceler da Alemanha, Friedrich Merz; a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen; e o secretário-geral da Otan, Mark Rutte. Durante o encontro, houve um apelo geral por garantias de segurança para a Ucrânia, vistas como condição indispensável para evitar novas agressões no futuro. Além disso, os europeus cobraram por um cessar-fogo imediato. Segundo Trump, Putin teria concordado em aceitar as garantias de segurança à Ucrânia. “Em um passo muito significativo, o presidente Putin concordou que a Rússia aceitaria garantias de segurança para a Ucrânia. E este é um dos pontos-chave que precisamos considerar. E vamos considerar isso na mesa também, como quem fará o quê, essencialmente. Estou otimista. Acho que coletivamente podemos chegar a um acordo que impeça qualquer futura agressão contra a Ucrânia, e, na verdade, acho que não haverá”, disse Trump. Segundo o líder dos EUA, “todos estão muito felizes com a possibilidade de paz entre Rússia e Ucrânia”. O encontro desta segunda aconteceu dias após o republicano se encontrar com Putin, no Alasca, para discutir sobre a guerra. A reunião com o russo ocorreu na última sexta-feira (15), mas os presidentes não chegaram a um acordo para o fim do conflito.   Fonte: R7 Foto: Joyce N. Boghosian/Casa Branca

Leia Mais

Trump se reúne com Zelensky e líderes europeus após encontro com Putin no Alasca

Nesta segunda-feira (18), em Washington, EUA, Donald Trump se reunirá com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky às 14h, seguido por um encontro com líderes europeus às 15h. Entre os presentes estarão o primeiro-ministro britânico Keir Starmer, o presidente francês Emmanuel Macron, o chanceler alemão Friedrich Merz, a presidente da Comissão Europeia Ursula von der Leyen, a primeira-ministra italiana Giorgia Meloni e o secretário-geral da OTAN. A reunião ocorre poucos dias após o encontro de Trump com Vladimir Putin no Alasca, no qual a Rússia aceitou garantir segurança robusta para a Ucrânia. Durante as negociações, Trump sugeriu que Zelensky considere ceder a Crimeia e evitar a adesão à OTAN.   Fonte: R7 Foto: Reprodução/Record

Leia Mais

Bolsonaro completa um mês com tornozeleira eletrônica; prisão veio 17 dias depois da medida

Há um mês, em 18 de julho, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) passou a usar tornozeleira eletrônica por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal). A medida foi aplicada após mandado de busca e apreensão da Polícia Federal, que apura crimes como coação no curso do processo, obstrução de Justiça e ataque à soberania nacional. Na ação, os agentes apreenderam um pen drive, o celular do ex-presidente e US$ 14 mil em espécie em sua casa. Além do monitoramento eletrônico, Bolsonaro teve as redes sociais bloqueadas, restrições de comunicação com diplomatas e investigados e foi proibido de manter contato com o filho Eduardo Bolsonaro (PL-SP), deputado licenciado que está nos Estados Unidos. Prisão domiciliar no início de agosto Dezessete dias depois, em 4 de agosto, Moraes decretou a prisão domiciliar de Bolsonaro. O ministro afirmou que o ex-presidente manteve uma conduta “deliberada e consciente” de descumprimento de medidas cautelares, com o objetivo de obstruir investigações e pressionar o Judiciário. Entre os episódios citados estão uma chamada de vídeo feita por Bolsonaro para manifestações da extrema direita no dia 3 de agosto e a divulgação de mensagens pré-gravadas em redes sociais. Para Moraes, a participação teve como finalidade “coagir o Supremo Tribunal Federal e obstruir a Justiça”. No despacho, o ministro destacou que a Justiça “não é tola” e ressaltou que réus que violam medidas cautelares devem sofrer “as consequências legais”. Réu por tentativa de golpe A situação de Bolsonaro já vinha se agravando desde março. No dia 26 de março, a Primeira Turma do STF decidiu, por unanimidade, torná-lo réu junto com sete aliados em processo que apura a tentativa de golpe de Estado durante e após as eleições de 2022. Ele passou a responder pelos seguintes crimes: Liderar organização criminosa armada; Tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito; Golpe de Estado; Dano qualificado contra o patrimônio da União; Deterioração de patrimônio tombado. Manifestações e discurso contra a inelegibilidade Menos de duas semanas depois, em 6 de abril, Bolsonaro foi à Avenida Paulista, em São Paulo, para participar de uma manifestação em defesa da anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro. Diante de milhares de apoiadores, criticou sua inelegibilidade até 2030 e atacou o sistema eleitoral: “Eleições em 2026 sem Jair Bolsonaro é negar a democracia, é escancarar a ditadura no Brasil. Se o voto é obra da democracia, a contagem pública do mesmo se faz necessária.” Cirurgia de 12 horas No dia 13 de abril, Bolsonaro passou por uma cirurgia de 12 horas no Hospital DF Star, em Brasília, para tratar de uma obstrução intestinal. O procedimento, o mais longo desde a facada de 2018, serviu para liberar aderências no intestino delgado. Ele permaneceu internado por 21 dias e recebeu alta em 4 de maio. Interrogatório no STF Já em 10 de junho, o ex-presidente foi interrogado no STF por cerca de duas horas e meia. Ele foi o sexto réu ouvido na fase de instrução da ação penal do chamado “núcleo 1” da tentativa de golpe. Bolsonaro negou ter tramado um golpe, mas admitiu que discutiu “possibilidades” de concorrer às eleições de 2022, vencidas por Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Julho em repouso e nova infração No início de julho, alegando crises recorrentes de soluços e vômitos, Bolsonaro cancelou compromissos oficiais em vários estados, incluindo Santa Catarina e Rondônia. Disse que, por recomendação médica, deveria permanecer em repouso. Poucos dias depois, no entanto, voltou a aparecer em manifestações. Moraes citou como prova do descumprimento das medidas cautelares uma chamada de vídeo feita por Bolsonaro e a divulgação de mensagens por aliados, como o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Essas infrações foram decisivas para a decretação da prisão domiciliar, que se soma ao monitoramento por tornozeleira eletrônica imposto em julho. Qual é a situação atual de Jair Bolsonaro em relação à tornozeleira eletrônica? Jair Bolsonaro está usando tornozeleira eletrônica desde 18 de julho, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do STF. A medida foi imposta após um mandado de busca e apreensão da Polícia Federal, que investiga crimes como coação, obstrução de Justiça e ataque à soberania nacional. O que foi apreendido na ação da Polícia Federal? Na ação, a Polícia Federal apreendeu um pen drive, o celular de Bolsonaro e US$ 14 mil em espécie em sua residência. Quais foram as restrições impostas a Bolsonaro além da tornozeleira eletrônica? Além do monitoramento eletrônico, Bolsonaro teve suas redes sociais bloqueadas, restrições de comunicação com diplomatas e investigados, e foi proibido de manter contato com seu filho, Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos. Quando foi decretada a prisão domiciliar de Bolsonaro e qual foi a justificativa? A prisão domiciliar de Bolsonaro foi decretada em 4 de agosto, 17 dias após o início do uso da tornozeleira. O ministro Moraes afirmou que o ex-presidente descumpriu medidas cautelares de forma deliberada, visando obstruir investigações e pressionar o Judiciário. Quais episódios foram citados como justificativa para a prisão domiciliar? Entre os episódios citados estão uma chamada de vídeo feita por Bolsonaro para manifestações da extrema direita no dia 3 de agosto e a divulgação de mensagens pré-gravadas em redes sociais, que, segundo Moraes, tinham a finalidade de coagir o Supremo Tribunal Federal e obstruir a Justiça. Qual foi a decisão da Primeira Turma do STF em relação a Bolsonaro em março? No dia 26 de março, a Primeira Turma do STF decidiu, por unanimidade, torná-lo réu em um processo que investiga a tentativa de golpe de Estado durante e após as eleições de 2022, junto com sete aliados. O que Bolsonaro fez em uma manifestação em abril? Em 6 de abril, Bolsonaro participou de uma manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo, onde criticou sua inelegibilidade até 2030 e atacou o sistema eleitoral, afirmando que a ausência dele nas eleições de 2026 seria uma negação da democracia. Qual foi a situação de saúde de Bolsonaro em abril? Bolsonaro passou por uma cirurgia de 12 horas no Hospital DF Star, em Brasília, no dia 13 de abril, para tratar de uma obstrução intestinal, permanecendo

Leia Mais
Nenhuma postagem a exibir

Confira o canal do Portal Veloz No Youtube

×

Buscar no Portal Veloz