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Tag: polícia federal

PF aponta que líder de esquema nacional de anabolizantes clandestinos atuava havia cerca de 10 anos

Investigado preso em Cosmópolis é apontado como responsável pela produção e distribuição ilegal de anabolizantes para diversos estados; Justiça bloqueou bens e contas dos envolvidos     O homem preso durante a Operação Lavoslav, da Polícia Federal, em Cosmópolis (SP), é apontado como o principal líder de um esquema nacional de produção e distribuição clandestina de anabolizantes que funcionava havia cerca de dez anos. A informação foi divulgada pela PF após a operação realizada nesta quarta-feira (29). Segundo as investigações, o suspeito, de 40 anos, mantinha um laboratório clandestino dentro da própria residência, onde manipulava diferentes tipos de anabolizantes, tanto injetáveis quanto de uso oral. A partir do imóvel, os produtos eram distribuídos para clientes em diversas regiões do país por meio de uma estrutura logística montada para dificultar a identificação das atividades criminosas. De acordo com a Polícia Federal, a organização importava ilegalmente matéria-prima de países da Ásia, Europa e América do Sul. Os produtos eram fabricados sem qualquer controle sanitário ou autorização dos órgãos competentes e comercializados sem prescrição médica. As apurações tiveram início no fim de 2024, após apreensões de remessas suspeitas feitas pela Receita Federal e pelos Correios. A análise dos envios levou os investigadores até o grupo criminoso, que utilizava documentos falsos, empresas de fachada, contas bancárias em nome de terceiros e diferentes endereços para receber insumos e despachar os anabolizantes. Além da prisão em Cosmópolis, outro investigado foi detido em Boa Vista (RR), apontado como um dos principais distribuidores das substâncias produzidas no interior paulista. Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços de São Paulo, Rio de Janeiro e Roraima. A Justiça Federal determinou o bloqueio de contas bancárias, a indisponibilidade de veículos e imóveis e autorizou a quebra dos sigilos fiscal e telemático dos investigados. As investigações continuam para identificar outros integrantes da organização e a extensão da atuação do grupo no país.

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Polícia Federal autoriza concurso com mil vagas para carreira policial

A Polícia Federal (PF) autorizou a realização de concurso público para mil novas vagas na área policial. A medida está publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (14). As vagas autorizadas para cinco cargos da Polícia Federal são: · 120 para o cargo de delegado; · 69 para perito criminal federal; · 630 vagas para agente · 160 para escrivão; · 21 para papiloscopista. Inscrições O prazo para a publicação do edital de abertura de inscrições para o concurso público será de até seis meses, ou seja, até agosto, contados da publicação da portaria nesta sexta-feira. O documento é assinado pelo diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos Rodrigues. Em publicação na rede social X, a corporação avisa que foi autorizado o concurso para a carreira administrativa. No fim de janeiro, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, anunciou a realização de um novo concurso da Polícia Federal para preenchimento de duas mil novas vagas, ampliando o número de integrantes da corporação de 13 mil para 15 mil policiais. Na ocasião, Lewandowski previu que a entrada efetiva dos aprovados no concurso público deve ocorrer até o fim deste ano ou em 2026. Fonte: Agência Brasil

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Polícia Federal deflagra operação contra tráfico de drogas e fraudes no Farmácia Popular

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (13), a Operação Arthron, para desarticular e descapitalizar um grupo criminoso envolvido em tráfico internacional de drogas e em um esquema milionário de fraudes no Programa Farmácia Popular do Governo Federal. A investigação, conduzida pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes do Distrito Federal, mobilizou 120 agentes para o cumprimento de 106 ordens judiciais, expedidas pela Justiça Federal em Goiás. Entre as determinações estão seis mandados de prisão, 26 de busca e apreensão, 28 medidas restritivas de direitos, além do bloqueio de mais de R$ 39 milhões e o sequestro de bens móveis e imóveis. As ações ocorrem no Distrito Federal, Goiás, Paraíba, Mato Grosso, Acre e Minas Gerais. Segundo a PF, a investigação teve início em 2022, após a prisão de dois indivíduos flagrados transportando uma grande quantidade de cocaína para Luziânia (GO). A apuração revelou que a droga pertencia a um traficante influente da região, que chegou a disputar as eleições municipais de 2024 para vereador. O grupo era responsável por importar grandes volumes de drogas, especialmente da Bolívia, Colômbia e Peru, revendendo os entorpecentes para traficantes do Entorno Sul do Distrito Federal, muitos dos quais possuem vínculos com facções criminosas de repercussão nacional Além do tráfico, a organização também operava um esquema lucrativo de fraudes contra o Programa Farmácia Popular. “As investigações apontaram que os criminosos adquiriam empresas cadastradas no programa que tinham encerrado suas atividades e alteravam suas composições societárias, vinculando-as a laranjas”, alegou a PF. A fraude era intermediada por uma pessoa que atuava como despachante junto aos órgãos públicos responsáveis pelo programa. Após as mudanças, os criminosos aumentavam o número de vendas registradas no sistema do Farmácia Popular, incluindo medicamentos que nunca foram entregues aos supostos beneficiários. Em muitos casos, os consumidores nem sequer sabiam que seus dados estavam sendo usados ilegalmente. As farmácias envolvidas na fraude não possuíam existência real e estavam registradas em estados diferentes dos endereços de seus sócios. Durante seu funcionamento regular, esses estabelecimentos recebiam repasses mensais de cerca de R$ 5 mil. Com o esquema criminoso, esse valor subia para R$ 60 mil a R$ 90 mil por mês. Os valores obtidos por meio das fraudes eram usados para financiar o tráfico de drogas, ampliando ainda mais o poder da organização criminosa. Ao menos 28 empresas foram identificadas como parte do esquema. Diante da gravidade dos crimes, as autoridades ampliaram as medidas de bloqueio de bens, incluindo a aplicação de dano moral coletivo, já que recursos destinados à saúde pública estavam sendo desviados para atividades ilícitas. Se condenados, os envolvidos podem pegar penas que, somadas, chegam a 35 anos de prisão. Fonte: R7    

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